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    1. superkinas

      Herança e IRS

      Estou neste momento a fazer divisão herança (casa e terrenos) com minha irmã. minha mae ainda é viva, sempre foi domestica e nunca fez ir. o meu pai já faleceu. Alguns dos terrenos que irão ficar na minha parte pretendo vender. Se eu passar estes terrenos para meu nome quando os vender terei declarar IRS certo ? Todavia se continuarem em nome minha mae e ela os vender não tenho que colocar no IRS. Em resumo não convem passar predios que pretendo vender para meu nome pois quando os vender vou pagar em IRS, estou correto ?
    2. Guest

      Mais Valias Imobiliario

      Pretendo vender um imovel (terreno urbano) e desejo saber como atenuar o pagamento das mais valias em sede de irs? Posso reinvestir todo ou parte do dinheiro? Em que sectores? Por exemplo compra e venda de imobiliario? Ou outro? Agradeço a vossa informação. Cumprimentos. Alberto
    3. Guest

      Bonús anual

      A minha entidade patronal atribui todos os anos uma remuneração variável, dependente da nossa avaliação e dos resultados líquidos da empresa. Nos primeiros anos recebíamos o valor líquido, depois começaram a ser aplicados descontos de segurança social e IRS. Esse valor era feito num processamento e transferência completamente diferente e no recibo surgia como isento, uma vez que é inferior ao ordenado mínimo nacional. Este ano dividiram o valor em duas partes dizendo que a uma delas não seriam aplicados descontos de IRS segundo alteração legislativa). Contudo incluem as duas parcelas no processamento do mês e na transferência normal e o escalão de IRS disparou. De tal forma que para a primeira tranche de € 249 brutos, recebi apenas cerca de € 120. No final deste mês propõem-se liquidar a segunda tranche. Sendo que será novamente incluída no mesmo recibo o escalão de IRS irá subir de novo. Podem pf ajudar-me e indicar em que me posso basear para repor a situação correta. Sei que houve uma alteração à lei para este ano, decorrente do orçamento de estado, mas precisod e uma base sólida. Infelizmente trabalho num local onde preferem dar ao estado (para obter benefícios em sede de IRC) do que favorecer os trabalhadores.
    4. Olá a todos Neste momento não sou residente em Portugal (estou no Reino Unido desde o final 2017), mas tenho alguns investimentos que fiz antes de sair do país, entre eles alguns fundos "nacionais" como o NB Obrigações Europa e o AR PPR. Queria vender parte do valor, mas tenho algumas dúvidas sobre a tributação destes dois fundos em particular. Segundo este artigo, isto é o que se aplica: Lendo o Estatuto dos Beneficios Fiscais, parece me que estes fundos caem sobre a alinea c) do ponto 2: Já alguém passou por uma situação semelhante sabe se terei de pagar IRS em Portugal sobre estes fundos?
    5. nandocosta

      dupla tributação

      Boa tarde. Estou aposentado da CGA desde 1 de agosto de 2018. Pretendo ir trabalhar para o Luxemburgo. Com farei em relação ao irs? Vou ter a minha pensão e meu vencimento do estrangeiro. Qual será o procedimento? Grato
    6. Boa tarde, Em Novembro de 2017 emigrei para Hong Kong, onde vivo e trabalho desde então. No entanto não sabia que tinha que alterar a morada fiscal, pelo que quando percebi que o tinha que fazer, alterei a morada no cartão do cidadão, mas apenas em Agosto de 2018 foi concluido o processo. Aparentemente, e dado que alterei a morada "tarde demais", as finanças estão a considerar que estive em Portugal mais de 183 dias, e foi-me indicado que teria que declarar os rendimentos no estrangeiro, e pagar impostos sobre os mesmos. No entanto, e ainda que a morada tenha sido alterada depois dos 183 dias, eu tenho contracto de arrendamento em Hong Kong desde Novembro de 2017, bem como os recibos de renda e contrato de trabalho (também dede Novembro de 2017). Existe alguma coisa que possa fazer? Hong Kong é a cidade mais cara do mundo, pelo que ainda que os salarios sejam elevados, o custo de vida é já há uns anos o mais alto do mundo. Resumidamente, o meu rendimento em 2018 foi cerca de 56.000€, pelo que as finanças afirmam que tenho que pagar 45% em Portugal sobre esse rendimento. Pagar 45% sobre o meu rendimento ser-me ia completamente impossivel, dado que como disse o custo de vida em Hong Kong não permite de qualquer maneira que com o meu rendimento, consiga neste momento ter 45% (25.000€) para pagar o imposto em Portugal. Admito que estou completamente em pânico e que não entendo esta atitude por parte das finanças, quando desde Novembro de 2017, apenas fui 2 vezes a Portugal, onde estive nem 30 dias no total. Sinto que não faz sentido o facto de que por não ter alterado "oficialmente" a morada a tempo, seja agora considerado residente em Portugal, quando é claro em 2018, residi em Hong Kong um total de 335 dias! Agradeço toda e qualquer ajuda que me possam dar. Cumprimentos, Gonçalo Rodrigues
    7. Boa noite, O meu nome é Andreia e eu necessitava da vossa ajuda urgente. No final de 2015 emigrei para o estrangeiro (Romenia) mas como trabalhei ate Abril 2015 em Portugal, em 2016 apresentei esses rendimentos no agregado familiar juntamente com o meu pai (uma vez que tinha 20/21 anos na altura). Quando cheguei a Romenia (2015) inscrevi-me na embaixada aqui na Romenia. como nao tive mais rendimentos em Portugal nao apresentei mais nenhum IRS uma vez que nao tinha nada para declarar. Este ano, 2019, aquando do meu pedido para abertura de um processo de casamento na embaixada, recebi um alerta por email da AT que teria de declarar os meus rendimentos obtidos no estrangeiro pois ainda era residente fiscal em Portugal - eu nao sabia que tinha de alterar a morada fiscal no cartao e nem tenho como o fazer uma vez que perdi os codigos para alteraçao online. Eu tenho colegas portugueses que ca trabalham e que me indicaram que foram a portugal e junto das finanças pediram despensa de irs de anos anteriores uma vez que nao tinham os codigos para alteração nem sabiam desta questao da morada fiscal - uns conseguiram, outros foram informados que era "obrigaçao dos mesmos informarem-se antes". Tentei contactar a AT e os mesmos informaram-me que teria de declarar rendimentos no estrangeiro referentes ao ano a que o email se referia (2018), e quando questionados relativamente aos anos anteriores indicaram-me apenas que declarasse os rendimentos desse ano, e os outros "depois vê-se o que acontece". A minha questao seria se existe alguma forma de pedir isençao de IRS (pois ja sou tributada na Romenia e sendo que apenas passo 20 dias por ano em Portugal - nao tenho casa, nem propriedades - nao percebo porque devo declarar esses rendimentos) e o que pode acontecer se não declarar os mesmos? E já agora o que fazer em relação ao IRS de 2016 e 2017 que não apresentei. Agradecia desde ja qualquer ajuda que me possam dar no esclarecimento destas questões. Melhores Cumprimentos com esperança de que me possam ajudar, Andreia
    8. JLourenco

      IRS - Declaração Conjunto/Separado

      Boa tade, numa situação em que um dos contribuintes casados não aufere qualquer rendimento, qual será a melhor opção ao declarar o IRS, em conjunto ou separado? No caso de ser em separado, a declaração da pessoa sem rendimentos tem de ser submetida? Obrigado
    9. Pedro_Moreira

      Ajuda com mais Valias no IRS

      Boa noite. comprei uma casa com garagem em 2009,foi feito por o banco dois créditos, vendi em 2018 a casa, gostava de saber quais as despesas da compra que entram para as mais valias. Na altura paguei IMT da casa e da garagem + impostos de selo e o cartório para as escrituras, mas a minha duvida esta se entram todas as despesas no anexo G do IRS ou só as referentes á casa. Fico a aguardar alguma ajuda. Obrigado
    10. Caros foristas, Pedia a V/ ajuda para o seguinte. Vendi, em 2018, uma casa herdada em 2009. Vendemos, pois somos 3 herdeiros. O valor de aquisição, considerado para o cálculo da mais valia, é ridiculamente baixo (cerca de 8.000 EUR). Corresponde ao valor patrimonial considerado para o IMI ou para cálculo do imposto de selo no ano do óbito. Pouco tempo depois, penso que em 2013, o imóvel foi reavaliado para cerca de 160.000 EUR. Mas o que conta para o cálculo da mais-valia é o de 2009 (óbito) Acontece que a localização do imóvel é privilegiada e a valorização real nos últimos anos foi muito grande. Assim, há uma diferença muito grande entre o valor de venda, perto de 500.000 EUR e o "valor de aquisição", a considerar para cálculo das mais valia, de 8.000 EUR. Pergunto se, nestas situações, se pode fazer alguma coisa, junto das finanças, para diminuir a mais-valia, considerando um valor patrimonial à data de óbito mais ajustado à realidade? Claro que, mesmo em 2009, a casa não valia apenas 8.000 EUR. Não tenho grande esperança, mas gostava de ouvir a V/opinião. Sou novo nestas andanças e fiquei claramente assustado com o valor da mais-valia a pagar ao estado, mesmo descontando as despesas que se podem abater. Muito obrigado
    11. Boa tarde, Como inquilino, ao preencher a declaração do IRS surgiu-me uma duvida. Ao consultar os recibos eletronicos, entre as rendas surge um recibo da caução que paguei no inicio. Uma vez que estou a preencher o anexo H manualmente, devo incluir tambem o valor que consta no recibo da caução ou apenas os das rendas? Cumprimentos
    12. fhff

      >65 anos Isenção Mais-Valia

      Bom dia, Li que os maiores de 65 anos estariam isentos de mais-valia na venda de imóveis se reinvestissem em produtos de poupança. Esta notícia confirmou-se? https://www.jornaldenegocios.pt/economia/impostos/irs/detalhe/parlamento-aprova-isencao-de-mais-valias-para-pessoas-com-mais-de-65-anos Não encontro nada no Anexo G onde possa colocar a intenção de investir o valor de realização da venda em produtos de poupança... Obrigado.
    13. Na procura por uma casa para arrendar, o senhorio perguntou-me se não havia problemas em não passar recibo durante uns meses. Se até Novembro ele não me passar recibo, perco muito com isto? Passar recibo apenas em papel faz alguma diferença? Obrigada
    14. Submeti várias Declarações de Contribuintes diferentes no dia 30/03/2019, e ainda encontram-se em validação. Por pensar que o problema era ter submetido antes do dia 01/04/2019, então hoje dia 05/04/2019 voltei a submeter as mesmas Declarações, só que ficaram a aguardar validação as submetidas no dia 30/03 e as do dia 05/04. Será que vou ter problemas com isto? Pois ao submeter as novas no dia 05/04 de cada Contribuinte, aparecia na mensagem que estas iriam substituir as anteriores, o facto é que agora aparece duas de 2018 em cada contribuinte com a Situação: RECEPCIONADA - AGUARDA VALID., como podem ver no ficheiro em anexo. Alguém me pode elucidar do que poderá acontecer, ou o que terei que fazer para regularizar esta situação? Obrigado.
    15. Boa noite, Simulei hoje o IRS, sou casado 1 dependente eu ganho 600€ e a minha mulher outros 600€. No cálculo do IRS diz que tenho que pagar 200€?? Com estes valores não deveria estar abaixo do valor de sobrevivência?
    16. Boa noite, Tenho dinheiro investido em cripto moedas e em payday loans no robocash mas ainda nao fiz nenhum levantamento do dinheiro investido/ganhos. No preenchimento do IRS tenho que declarar alguma coisa sobre estes investimentos ? Obrigado desde já ./samssara
    17. Boas, tendo o regulamento para os trabalhadores independentes mudado para 2019, quem tem recibo verde desde Fevereiro tem de entregar declaração de rendimentos ? Tenho um ano de isenção? Muita gente diz que quem dá inicio em 2019 já não tem 1 ano de isenção, mas não encontrei nada contra nem a favor. Obrigado, Pedro Fernandes
    18. Ruir

      Reembolso

      Boa tarde, no caso de um trabalhador por conta de otrem, não ter atingido o valor mínimo anual de rendimentos para ser obrigado a declarar, mas se ainda assim o fizer, terá direito a receber o respectivo reembolso?
    19. Pedro2018

      anexo G

      Bom diaPor favor .Um familiar pede-me uma ajuda.As alienações dos fundos, como por exemplo, o Santander select moderado ou o Santander Ações Europa devem ser declarados no anexo G mas eu que quadro???- No quadro 9 usando o código 22 ou- No quadro 11 usando o código G40.Grato por quem me ajudar.
    20. spires

      Isenção mais valias

      Bom dia. O meu pai adquiriu um terreno rústico em 1986 pelo valor patrimonial Imt de 50€ e o atribuído de 500€. o mesmo foi vendido por 28000 em 2018, tendo passado a urbano antes da escritura. Se possível alguém esclarecer-me de como faço para declarar a mais valia e quanto vamos pagar? Há lugar a isenção ? Desde já agradeço a ajuda. Cmpts
    21. fernandosimoes

      Venda de parte de imóvel

      Bom dia, Vendi, em 2018, 40 metros quadrados (só terreno), de um prédio urbano com 1335 metros quadrados de área total, composto por duas divisões independentes, A e B.Adquiri esse prédio por herança em 2016. Alguém sabe que valores devo declarar no anexo G como valor de realização e aquisição uma vez que está em causa somente uma fracção do prédio total exclusivamente constituída por terreno. Procurei o e-balcão e mandaram-me...ler as instruções. Obrigado
    22. Guest

      Mais valias

      Bom.dia , Vendi um imovel hpp em 2017, no irs de 2018 declarei essa venda assim como as despesas que tive com a imobiliária etc. Inicialmente pensei que estaria isento de impostos mas ao preencher o aneco G , na opção reinvestimento se não colocasse valor algum dava-me para pagar o imposto total e à medida que ia colocando um valor de reinvestimento o valor a pagar ia baixando. Até que coloquei um valor máximo de reinvestimento e mesmo assim deu um valor a pagar, ora pensei que teria sempre de pagar. Fiz então o irs assim e agora disseram me que o site por vezes não contempla certas situações. Nestes casos é possivel alterar o irs de 2017 e ser reembolsado do valor pago ? Muito obrigado pela atenção
    23. Juntamente com o meu irmão compramos casa há 3 anos, mas agora cada um de nós vai viver com a respetiva namorada, sendo que eu ficarei na casa até agora habitada pelos dois. A minha questão é qual será a opção mais vantajosa: Fazer um contrato de arrendamento à minha namorada, para efeitos de IRS, e quais seriam as desvantagens para mim e para o meu irmão, ou não fazer qualquer contracto? Obrigado
    24. Viva. Comprei um imovel permanente em 2012, tendo recorrido a um empréstimo bancário para o efeito. Em 2018 vendi o imovel, tendo gerado mais valias. Em 2013 fiz obras de melhorias, tendo recorrido a um outro empréstimo bancário para o efeito. Em suma, à data da venda, tinha 2 empréstimos em curso sobre o mesmo imóvel, um para a compra, outro para as obras ,que liquidei com a venda. Em termos de despesas e encargos referentes a este imóvel, reuni o máximo de faturas e documentos que tenho em mãos, e o que tenho é o seguinte: - 1. Pagamento de IMT (compra - 2012) - 2. Pagamento de IS (compra - 2012) - 3. Escritura e honorários (compra - 2012) - 4. Escritura e honorários para empréstimo obras (2013) - 5. Obras valorização (2013) - 6. Encargos com obtenção de documentos para a venda (2018) - 7. Comissão imobiliária (venda - 2018) A minha dúvida está relacionada com as obras e com o respetivo empréstimo. Para mim é claro que posso imputar as obras como despesa e encargo, mas quanto ao empréstimo das respetivas obras é que fico na dúvida. Um colega que no ano anterior esteve numa situação semelhante referiu que não pôde considerar o valor do empréstimo das obras no campo 5005 (valor em dívida do empréstimo à data da alienação do bem), que só podia considerar o empréstimo usado para efeito da compra. E que nas despesas e encargos (linha 4001), também não podia considerar encargos com o empréstimo das obras (ponto 5 das despesas e encargos que refiro acima), por se tratar de encargos referentes a custos bancários que não estão relacionados com o imóvel em si. Gostaria de confirmar se posso ou não considerar estes valores do empréstimo das obras no campo 5005, alguém me pode ajudar?
    25. Pedro2018

      Anexo B e SS

      Sou trabalhador dependente mas durante alguns anos passei para dar formação valores pequenos de recibos verdes. Sempre preenchi os anexos B e SS. No ano anterior não passei nenhum recibo e no inicio de janeiro deste ano cessei a minha atividade numa repartição de finanças, sendo-me dito que para o ano já preciso de entregar o anexo B e SS.Agora ao preencher o IRS surgiu-me uma dúvida. Como tenho que preencher os anexos mesmo a zero de rendimentos não sei o que devo selecionar nos diversos QuadrosQuadro 3 - o código da tabela de atividade??? meto o dos anos anteriores?Quadro 6 - a totalidade dos rendimentos foram prestados a uma única entidade??? não houve rendimentos? coloco sim ou não?Quadro 14- Houve cessação de atividade ???? Eu cessei este ano em janeiro. coloco sim e a data em que cessei?No mesmo quadro devo selecionar que no ano a que respeita a declaração não exerci a atividade?No anexo SS no quadro 6 - da totalidade dos rendimentos auferidos 80% ou mais resultam de serviços prestados a uma única entidade? coloco sim ou não???não houve rendimentos por isso …..Obrigado a quem puder ajudar.
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