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    1. Guest

      Herança entre irmãos

      Venho por este meio pedir ajuda para uma situação sobre heranças. a pessoa em questão já não tem conjugue nem filhos nem pais portanto todos os seus bens serão distribuídos pelos irmãos. No entanto têm contas bancárias em seu nome e de um irmão. significa portanto que esse irmão ficará com metade do valor da conta e só o outro resto entrará para heranças? Ou não interessa ter o nome desse irmão e o valor da conta entra a 100% na herança? Obrigado.
    2. Guest

      Doar parte da casa

      Boa noite O meu pai faleceu quando eu era pequeno e como tal eu herdei parte da casa com a minha mãe. Neste momento estou a morar fora de Portugal e gostaria de saber se é possível passar a minha parte da casa para nome da minha mãe e qual a melhor maneira de fazer. Obrigado
    3. Olá, O meu pai tem umas propriedades (casa + terrenos) que nunca foram feitas as partilhas com os irmãos. Agora recentemente descobri que um dos meus tios "agarrou" naquilo falou com os outros irmãos e de alguma maneira, eles "cederam" a parte deles (excepto o meu pai). Não sei se legalmente é viável esta situação pois não foram feitas partilhas. Este meu tio inclusivamente já fez algumas obras na casa sem conhecimento ou informar o meu pai. Tenho medo que o meu pai perca de alguma maneira o direito à casa e ás restantes propriedades por usucapiao ou semelhante. Como acham que deverei proceder? Como poderei resolver esta questão ou evitar que o meu pai perca o direito à sua herança que tem direito? De salientar que este meu tio e o meu pai por desavenças familiares não se falam. Podem dar uma ajuda sff?
    4. Ana Pais

      Herança por renúncio

      A minha avó faleceu e o meu pai pretende fazer a renúncia da sua parte da herança (bem imóvel) devido ao facto de ter algumas dívidas. Em princípio ficarei eu a herdeira desse bem para posteriormente o vender. Gostaria de saber se, neste cenário, eu poderei algum dia ser responsabilizada pelas dívidas do meu pai (em vida ou após a sua morte). obrigada
    5. Guest

      Venda de imóvel herdado

      Boa noite, Tenho uma dúvida no seguinte: Um apartamento é herdado por dois irmãos aquando da morte dos seus pais. Um dos irmãos vivia com os pais nesse apartamento pois não tinha capacidade para comprar outro imóvel para viver. O irmão que lá viveu a vida toda não quer vender a sua parte nem tem dinheiro para comprar a parte do outro irmão. Sei que no Brasil, se um irmão quiser vender, o outro é obrigado a vender, nem vale a pena ir a tribunal. Como é cá em Portugal? Pode-se obrigar o irmão a vender? Pode-se obrigar o irmão a pagar renda por viver lá? Obrigado pela ajuda!!
    6. mushi

      Venda de casa a meio-irmao

      somos 3 irmaos + 1 meio irmao. Meu pai, vivo, de 75 anos, vendeu a casa onde vive com o meu meio irmao e atual mulher, mae do meu meio-irmao, por um valor irrisório (cerca de 1/10 do valor), ao meu meio irmao. Nós, os 3 irmaos nao iriamos tirar o teto ao nosso meio-irmao e atual mulher, mesmo se a casa se mantivesse no nome do nosso pai até ao fim. Perante o histórico, é obvio que querem garantir que o imóvel fica para eles, e querem nos "passar a perna" e tratar-nos de burros mais uma vez. Alguem me consegue traduzir isto para termos legais? Quero dizer, suspeito que isto seja ilegal (ignorar os outros 3 filhos na venda do maior bem) - e gostaria de obter confirmaçao se é ou nao - mas nao sei os termos juridicos que possam servir de argumento numa discussao que será inevitável. Obg desde já
    7. Hugo Lopes

      Herdar herança indivisa com penhora

      Boa noite, O meu pai e o meu tio herdaram da minha avó um pequena casa. O meu tio tem uma dívida a uma instituição financeira e a mesma penhorou a parte dele da herança indivisa. O valor da casa é muito reduzido e a instituição financeira desistiu da execução. Entretanto o meu tio também faleceu e a única coisa que tinha era a herança indivisa que está penhorada. Não havendo mais bens a herdar, a dívida não pode ser liquidada certo? Não serei eu nem o meu pai a suportar a dívida pois não? No caso para retirar a penhora sobre a parte da herança do meu tio, terei que chegar a acordo com a instituição financeira e fazer uma proposta para abater parte do valor em dívida? Desde já agradeço a disponibilidade de todos para me ajudarem nesta situação. Cumprimentos Hugo Lopes
    8. Boa tarde, A minha mãe é herdeira mais velha de uma herança de 7 herdeiros. O meu avô ficou como cabeça de casal à morte da minha avó e não foi feita qualquer tipo de partilhas, apenas se fez a habilitação de herdeiros ( nessa altura o meu avô estava bem e com capacidade para tal ). Acontece que o meu avô já tem 94 anos e já não tem capacidade de reconhecer os filhos, muito menos de gerir uma herança, no entanto, um dos irmãos ameaçou todos os outros e ficou a gerir tudo, porque conseguiu uma procuração do meu avô ( ele não sabe ler nem escrever ), para não arranjar problemas ninguém fez nada. Agora como a minha mãe é a mais velha dos irmãos começou a receber cartas com diversas dividas em atraso, água, luz e IMI, intimação para limpar o terreno da habitação ( única herança deixada pela minha avó ), que já não está a ser habitada por o meu avô estar num lar. A minha mãe não tem documentos de nada, não pode contactar o meu avô porque o Lar diz que o filho responsável proibiu ( no natal visitamos o meu avô às escondidas, sem as doutoras do lar saberem, não é justo, os filhos não poderem visitar os seus pais, mas é no país que vivemos, uma vergonha – ele está demente, um dia destes morre e nem se podem despedir dele ). Como o meu tio é bruto a minha mãe não quer problemas e nem se tem metido em nada. No entanto, uma coisa é não receber nada da herança, outra é aparecer dívidas para pagar. Todos os meus tios querem que a minha mãe fique como cabeça de casal ( uma vez que o meu avô não tem capacidade para tal – não sabe ler nem escrever e tem demência ), o problema é que o meu tio tem uma procuração passada pelo meu avô ( não sabemos se o meu avô estaria em plenas faculdades para assinar essa procuração, até porque não sabe ler nem escrever ) que segundo ele lhe dá plenos poderes sobre a herança. Ele não foi nomeado por nós, e ameaça que se não fizerem as coisas como ele quer, que não assina a venda da casa, para pagar as dívidas e a casa será vendida em Asta pública ou que não paga os impostos e fica para as finanças e os irmãos não vêm dinheiro nenhum. O que ele quer é que a propriedade que até que está num sitio onde tem bastante valor, seja confiscada pelas finanças e ele vai lá e compra-a por meia dúzia de tostões, ( dito por ele na minha cara ). A minha pergunta é o que os outros 6 irmãos podem fazer para não ficarem prejudicados, apenas porque um usou de má fé para ter uma procuração passada por uma pessoa incapacitada e não paga as despesas ( afinal ele ficou com total acesso à conta bancária do meu avô e nós nem perto do meu avô podemos chegar, o Lar não deixa e não é por causa do Virus ), o que queríamos era podermos vender a casa de forma a pagarmos todas as despesas, mas sem a assinatura dele, o que podemos fazer? Os meus tios podem visitar o meu avô ( quando passar a pandemia ), mesmo contra o consentimento do Lar? A minha mãe pode ser nomeada cabeça de casal, mesmo contra a vontade deste meu tio que não é o mais velho e o meu avô não está em condições de gerir nada? Podemos fazer partilhas mesmo sendo ele contra, para que as despesas sejam divididas por todos? Ficava muito grata a quem me conseguisse ajudar, a minha mãe não tem capacidade económica para pagar a um advogado para resolver esta questão, qual é a forma mais barata de resolver a situação, sem ter de andar anos em tribunal? A minha mãe tem uma reforma muito pequenina e sou eu que tenho andado a pagar as dividas, mas também já está a ser de mais para mim. Afinal, todos podem ser prejudicados apenas por um?
    9. Boa tarde, Procuro ajuda e orientação sobre uma situação pessoal. Encontro-me em união de facto fará quase 6 anos. Temos uma filha. Desde o início da relação que fui sempre eu quem trabalhou. Decidimos que a minha companheira ficaria a tempo inteiro em casa com a situação da maternidade. Ficou grávida praticamente desde o início da relação. Ultimamente temos falado em separação, não no sentido de o fazer mas sobre os direitos de cada um. A minha companheira receia ficar sem uma base económica para seguir o seu próprio caminho se um dia sair da relação. Nesse sentido, preciso de orientação para fazer um acordo justo para ambas as partes. - O património que ela tinha antes da relação está intacto: não foi movimentada a conta bancária. Todas as despesas foram sempre realizadas a partir dos rendimentos que obtive. - No decorrer da relação adquiri algumas propriedades, sempre a partir dos meus rendimentos (adquiridos antes da relação e durante) e em meu nome. - Planeei trabalhar intensivamente, em grande parte do ano, 7 dias por semana, para ter bons rendimentos para que ao chegar aos 40 anos pudesse abrandar o ritmo e ter uma vida "folgada". Salvo algum percalço (como perda substancial de rendimentos - que está a acontecer com esta crise), conseguirei. Com isto houve naturalmente lugar a sacrifícios... vida social, amigos, presença na relação. Nunca pensei na situação de separação mas concordo que seja algo que deva ser abordado e acordado enquanto tudo está bem. Sei que pela via legal, em caso de separação em união de facto, pouco mais a fazer há do que "cada um fica com o que ganhou ou adquiriu". Uma pensão de alimentos e assegurar o futuro da minha filha estaria sempre salvaguardado. Após uma discussão em como ela se sacrificou para eu poder livremente trabalhar (o que concordo) e em como sacrificou a sua carreira e em como será mais difícil encontrar emprego por ter mais idade pois quando iniciou relação estava no início de carreira e não construiu currículo, procuro uma solução justa. Não considero uma solução de divisão de 50% justa por vários motivos: - Se eu planeei ter bons rendimentos nesta fase da vida e desconheço se de futuro os continuarei a ter, perder 50% e não voltar no futuro e ter tão bons rendimentos significa que irei sempre ficar com menos. Auferir uma % é diferente de acordar um valor. Se eu ganho 10mil, a minha companheira sai a ganhar muito mais do que se eu ganhar mil. No entanto, o facto de eu ganhar mil ou 10mil somente a mim diz respeito e é mérito somente meu e para tal contribuiu todo um percurso de muitos anos que antecede a relação. Assim, se em algumas relações, o orçamento é "chapa ganha chapa gasta" e não há lugar a divisões pois nada existe para dividir, já naquelas em que uma das partes ganha muito mais (ou é o único a ganhar), sai a outra das partes beneficiada por isso sem ter qualquer mérito e responsabilidade para tal? Estamos a um passo de adquirir propriedade e construir casa. E esse foi o ponto que lançou o tema. Pois mais uma vez, iria ser adquirida em somente meu nome. Supondo que são gastos na totalidade 500mil euros, é justo que após 6 anos de relação (se a separação se der a breve prazo), a outra parte fique com 250mil euros quando eu já não perspectivava ter que voltar a trabalhar de forma tão intensiva ou talvez nem sequer tenha oportunidade de voltar a receber os mesmos rendimentos? Num longo espaço temporal, uma relação de 6 anos terá sido um "breve" período da minha vida. Se eu tiver 3 relações e deixar uma casa para cada uma das relações, no final, ficarei sem nenhuma. Terá mais quem comigo esteve do que eu próprio. Claro que se a pessoa que está comigo se dedicou à maternidade e não pode por isso trabalhar e me deixou a mim livre para poder trabalhar, ela terá direitos. De que forma acham que chegaremos a justo acordo? Pensei em várias hipóteses mas preciso de orientação externa para não dar de mais nem de menos. Opção 1 - Acordar que na separação receberá valor como por ex. 1000 Euros por mês x os meses de todos os anos que a relação durou? É justo? Ou, até mesmo a esse valor se deduzir em 50% as despesas familiares? Ou seja, se 6 anos de relação = 72mil euros, deduzir 50% de 700euros de despesas mensais familiares ou seja, 350eur/mes, 25200 Euros menos os 72mil = 46800 Eur ? Sendo que neste caso nem renda existe para descontar uma vez que adquiri casa própria. Opção 2 - Ter uma conta conjunta, todos os meses depositar um valor meu e dela ou seja, por ex. 1000 Eur por ela + 1000 eur por mim, 2000 Eur total. As nossas despesas conjuntas, saem dessa conta. Na separação, do que sobrar, é dividido a 50%. Despesas que eu faça pessoais minhas (por ex. Ferramentas, restaurantes apenas eu…), saem de uma outra conta minha. O que está para trás seria considerado ou seja, a conta receberia 2000 Eur x os meses x anos já passados em relação com desconto de uma média de despesas familiares. Em qualquer opção e para garantir segurança, faria testamento em como em caso de morte os meus bens e casa passariam para ela e minha filha. Também, em como após, por ex. 30 anos de relação, ela passaria a ser proprietária da casa e outros bens. Agradeço uma orientação. Muito obrigado.
    10. Bom dia, A minha avó pretende mudar todo o seu património (casa e terrenos) para meu nome - com o acordo da minha mãe. Ambos somos filho (filha) e neto únicos. Na casa de habituação principal vivem a minha avó e a minha mãe (prédio/casa de 2 andares). Eu não vivo em Portugal - a minha morada fiscal está no estrangeiro. Como funciona todo o processo e quais os impostos associados - sendo não residente? E depois da passagem - não pagaria IMI, por exemplo?
    11. Tenho uma casa que é a minha habitação própria permanente. A minha esposa faleceu e eu e os dois filhos resolvemos vender a casa. Eu pretendo reinvestir a parte que me cabe sendo que 50% do imóvel são naturalmente meus, dos outros 50% cabe-me como herança 1/3 e cada um dos filhos tem direito a 1/3 cada. Considerando que tenho um crédito a habitação própria permanente com valor por liquidar de 20.000€, considerando que o valor de construção foi de 200.000€ e que pretendo vender por 300.000€, pretendo saber que valor tenho que reinvestir em habitação própria permanente para ficar isento de tributação de imposto de mais valias e também saber se o 1/3 que me cabe em herança fica sujeito a tributação ou se pode também ser reinvestido em Habitação própria permanente. FF
    12. Rodrigo Monteiro

      Preenchimento anexo G

      Boa tarde, Agradeço ajuda se for possível. Estou com algumas dúvidas no preenchimento do anexo G do Modelo 3 do IRS. A situação é a seguinte: O meu pai faleceu em Agosto de 2018, tendo como herdeiros eu e a minha mãe. Eu herdei 25% de um dos imóveis que o meu pai possuía, tendo a minha mãe herdado os outros 75%. Em Setembro de 2019, vendi os meus 25% à minha mãe, ficando ela a total proprietária do imóvel. Valor patrimonial do imóvel à data do óbito: €67.601,23 Valor pelo qual vendi a minha parte: €17.000,00 Solicito validação se deverei preencher o campo 4.Alienação Onerosa de Direitos Reais Sobre Bens Imóveis da seguinte forma, pf: Realização Ano: 2019; Mês: 9; Valor: €17.000,00 Aquisição: Ano: 2018; Mês: 8; Valor: €67.601,23 Quota parte: 25% Muito obrigado.
    13. arturjcs

      Herança - casa

      Boa Noite. O meu pai faleceu e entre outras coisas de valor reduzido existe uma habitação e o respectivo terreno. Nas finanças o imóvel está avaliado em cerca de 60000€. A habilitação de herdeiros tem como cabeça de casal a minha mãe ( 70 anos ) e dois filhos. A vontade de os meus pais era eu ficar com a casa e tomar conta deles, contudo houve um imprevisto e não houve testamento. Há uns dias o meu irmão aceitava uma quantia monetária de 25000€ pela parte dele e somente referente aos 50%da parte do falecido e eu achei que era demasiado, entretanto mudou de ideias e agora quer uma parte da casa ou uma parte do terreno envolvente, isto é impensável para mim. Há alguma maneira que obrigue o meu irmão a vender a parte dele por euros ou se ele for teimoso pode ir até ao fim sendo necessário ter que vender a casa em leilão e depois haverá possibilidade de a mesma ir parar a outras pessoas? A minha mãe pode contar com a minha parte e vice versa para de alguma ajudar no negócio.
    14. Sofia Bernardo

      Divisão de casa e do terreno

      Boa tarde, Necessito de ajuda para perceber se é possível dividir uma casa e o terreno em volta da casa. Os herdeiros são dois irmãos e neste caso um deles ficou como o cabeça de casal, e cada um tem direito a 50% -50%. A casa tem uma entrada única mas pode-se dar entrada pela garagem que tem entrada independente. O quintal na parte de trás da casa tem espaço para se dividir e nesse sentido, a minha questão é se podemos dividir e legalizar esta divisão? Um dos elementos ficaria com a casa e uma pequena parte do quintal e o outro com outra parte até ao fim do quintal. Muito obrigada
    15. Boa Tarde, Gostava de ter uma segunda (ou terceira) opinião de uma decisão que estou a ponderar tomar. Arrendo uma casa aos meus país (Valor: 500€ mensais) e tenciono fazer obras na mesma (Valor: 50.000€). Valor actual da Casa: 247.000€ (Zona: Lisboa). A minha dúvida, prende-se com o facto de a casa não ser minha e mesmo em cenário de herança ficar com metade do seu valor. Será esta uma decisão economicamente sustentável face ao valor actual das Casas? Quais seriam as variáveis mais importantes a ter em consideração para avançar com esta decisão de efectuar obras e manter o arrendamento? Obrigado,
    16. Guest

      Monteiro

      Boa tarde, Agradeço ajuda se for possível. Estou com algumas dúvidas no preenchimento do anexo G do Modelo 3 do IRS. A situação é a seguinte: O meu pai faleceu em Agosto de 2018, tendo como herdeiros eu e a minha mãe. Eu herdei 25% de um dos imóveis que o meu pai possuía, tendo a minha mãe herdado os outros 75%. Em Setembro de 2019, vendi os meus 25% à minha mãe, ficando ela a total proprietária do imóvel. Valor patrimonial do imóvel à data do óbito: €67.601,23 Valor pelo qual vendi a minha parte: €17.000,00 Solicito validação se deverei preencher o campo 4.Alienação Onerosa de Direitos Reais Sobre Bens Imóveis da seguinte forma: Realização Ano: 2019; Mês: 9; Valor: €17.000,00 Aquisição: Ano: 2018; Mês: 8; Valor: €67.601,23 Quota parte: 25% Muito obrigado.
    17. Boa noite desde já agradeço a atenção que possam vir a dispensar. Problema; A minha mãe e mais um primo, herdaram uma imóvel em partes iguais e sem licença de habitação. Na Camara Municipal, dizem que para emissão da licença, será necessário um novo projeto e/ou efetuar algumas alterações conforme a lei atual, que por informações obtidas, ainda são substanciais e dispendiosas. O imóvel é de 1964. Tem os registos, caderneta predial e paga IMI. tem agua e luz legais. Pretendido: venda do imóvel/vivenda com terreno sem a licença de utilização. segundo algumas pesquisas, não é possível. mas questiono se é possível vender apenas o terreno? ou se é possível vender a herança de ambos, com o terreno e imóvel mesmo não tendo a dita licença. ou se alguém tiver uma solução viável, qual? Obrigado
    18. Gonçalo Carvalhoo

      Testamento

      Boa tarde a todos, Em Dezembro de 2019 faleceu o meu tio com o qual vivi durante 20 anos. A casa onde habitamos é de herdeiros, ou seja, dele e dos irmãos (5). Não tendo herdeiros diretos, o meu tio há uns anos fez um testamento onde incluiu como unica beneficiária dos seus bens a minha mãe. Este imovel sendo de familiares e nós morando cá em casa desde 2000 com o meu tio, ele foi a unica pessoa que nunca abandonou a casa e por sua vez era o cabeça de casal. Questões: 1) Sendo a minha mãe a sua sucessora e morando nesta casa, poderá ficar ela como cabeça de casal? 2) Temos opção à compra da casa? Se sim, será pelo valor patrimonial da casa? 3) Poderemos ser obrigados a sair da casa? Se sim, qual o prazo? 4) Se a casa tiver que ser vendida seremos obrigados a assinar? Obrigado desde já pela ajuda. Se for necessário mais alguma esclarecimento disponham. Gonçalo Carvalho
    19. Guest

      Imovel por Herança

      Bom dia , tenho uma duvida , se me puderem ajudar . Somos 5 irmãos , herdamos um imovel dos meus pais já falecidos . O imovel foi comprado em 2000 por 150.000€ e vendido em 2019 por 175.000€ . Ao usar a vossa calculadora simulador aparece-me um valor negativo (- 38.000€) . Isto significa que não temos que pagar mais valias ?? Mto obgda
    20. Guest

      Herdeiros

      Boa tarde, somos 6 irmãos, 2 já faleceram, 1 tem 2 filhos e o outro 5. Temos uma herança para dividir, é dividida entre 6 ou entre 11? O que não parece correto dado que todos nós também temos vários filhos. Obrigada
    21. Guest

      Partilha de Bens entre irmaos

      Boa Tarde, O meu Pai faleceu faz alguns anos, somos 4 irmaõs, sendo eu o unico filho de mae diferente e vamos inciar o processo de partilha de bens. eu sou o mais novo e nao entendo como e feita e caso alguem me possa esclarecer em algumas das duvidas, agradecia imenso. Portanto os bens que existem sao 4 apartamentos sendo que 1 deles ja se encontra em meu nome. Pelo que sei corrigam-me se estiver errado este nao entra na divisao de bens,outro deles encontra-se em nome do meu pai e nome da mae dos meus irmaos, e os restantes 2 encontram-se em nome do meu pai. Aqui a minha questao é: Tenho direito a um certa parte do valor das casas? Existe alguma forma de os meus irmaos fazerem algum genero de " jogada"? é que o que acontece e que como ja tenho uma casa em meu nome, eles querem ficar com as resntantes para um deles e ficam as contas "certas". Isto e possivel? Desculpem a minha ignorancia, mas sou mesmo muito novo e nao tenho para ja, forma de requesitar ou informar-me junto de um advogado.
    22. Bruno Miguel1

      Herança com dívidas, melhor estratégia

      Olá a todos, desde já muito obrigado a todos aqueles me me ajudarem. O meu avô faleceu e deixou cerca de 11 000 € em dívidas de consumo (sem seguros), os bens dele eram: 1) parte de um terreno da mãe (não sabemos bem quanto vale, mas deve ser pouco) 2) 1 carro com um valor comercial de uns 7000€, cujo o empréstimo não está ainda pago mas essas prestações estão asseguradas por uma filha utilizadora do carro 3) Metade da casa onde ele morava (a outra metade é da minha avó) A minha avó, esposa dele (cabeça de casal) vai herdar toda a herança, as filhas optaram por fazer partilhas só quando a minha avó morrer. 1) As dívidas estavam todas em nome do meu avô, a minha avó é obrigada a herdar as dívidas (estão casados em comunhão de bens)? 2) Há a possibilidade de os credores tentaram pagar os passivos com ativos e a herança que sobrar fica para a minha avó? Ou como ela é casada com comunhão tem sempre de pagar as dívidas? 3) Eles podem penhorar a casa? Sendo a casa um bem de família, onde a minha avó reside com os meus primos, já li em alguns sítios que não pode ser penhorada, por ser um direito constitucional. É verdade? 4) Como o carro ainda não está totalmente pago, suponho que não possa ser usado como bem. Resta aos credores o terreno e a casa, se eles não puderem penhorar a casa (direito constitucional), os ativos não são suficientes para cobrir as dívidas, a parte restante é considerada dívida incobrável e a minha avó não tem de pagar nada? Por último, acham relevante contratar um advogado para tentar estabelecer uma estratégia, ou não há como fugir?! Obrigado do fundo do coração!
    23. Xperia

      “Herança”

      Boa tarde, fiquei viúvo vai fazer 7 anos. Estive casado durante 16 anos em regime de comunhão de bens, em que deste casamento nasceu um filho que tem agora 16 anos. a minha questão é a seguinte: a minha ex sogra que é viúva e ainda tem um filho (irmão da minha falecida esposa) está em fase terminal, e então pergunto, o meu filho tem direito à parte da herança da avó materna? E em que percentagem? 50%? sendo que os outros 50% serão para o meu ex cunhado? e eu? Tenho alguns direitos? nas finanças eu estou como cabeça de casal ou administrador da herança indivisa da minha falecida, o que quer isto dizer? muito obrigado
    24. Boa noite, Gostaria da Vossa ajuda para saber se estou a preencher corretamente o quadro 4: - Casal com 2 filhos, em Dezembro 2010 o pai faleceu, valor patrimonial casa em 2010 = 6.000. Em Maio de 2017 faleceu a mãe, valor patrimonial em 2017 = 40.000. Em Agosto de 2019 os filhos vendem a casa por 100.000 Sendo eu um dos filhos, estará correto este preenchimento ? Obrigado. Realização Aquisição Linha Ano Mês Valor Ano Mês Valor Quota parte 4001 2019 8 100 000 2010 12 6 000 16,67% 4002 2019 8 100 000 2017 5 40 000 33,33%
    25. Novo neste fórum, e boa tarde antes de mais! Ora bem, a minha dúvida creio que será fácil de responder ou não, digo isto, visto alguns casos que li aqui de heranças, onde envolve muita gente no mesmo "processo" e não será o meu caso... O meu avô falecido, deixou uma boa quantia bancária (já totalmente gasta) e um grande terreno com 2 casas construídas, a minha avó (a viúva), tem apenas um filho (o meu pai), a minha mãe é divorciada do meu pai e as divisórias foram totalmente feitas a nível de recheio da casa e carro, aquando do divórcio, por isso ela não será para aqui chamada, pressupõe-se... Sobram 2 netos diretos (eu e a minha irmã), a minha pergunta é: Com a minha avó viva e também o meu pai, eu e a minha irmã, temos direito a alguma coisa? Das casas / terreno... ? Ou só quando ela falecer e o meu pai se tornar o dono (no lugar dela), é que nós temos uma parte de tudo??? Já agora, qual é a percentagem de cada? 50% do meu pai e 25% a cada um dos filhos? Também já agora, se a minha avó falecer, o meu pai sendo o herdeiro direto da mesma, ele pode vender a propriedade toda (terreno + casas), sem a autorização dos seus filhos (eu e a minha irmã) e/ou não ter a obrigação legal de dividir o montante da venda entre portanto, nós (os seus filhos)??? Não existe testamentos feitos e nem existiram... basicamente é isso, agradeço a quem me poder responder. Leo
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