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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 22-03-2018 em todas as áreas

  1. 4 points
    Encontrei este tópico 5 estrelas sobre este assunto: https://www.investirnabolsa.pt/como-preencher-irs-2017-dicas-para-a-degiro-forex-e-criptomoedas/ Tem uma secção sobre as p2p
  2. 3 points
    @gustaferra nem mais Mas não se pode falar muito nisso, senão...:D
  3. 2 points
    Se andas em acções, as P2P é como limpar o "cu" a meninos.... eu estava a trabalhar num ficheiro técnico de Analise Fundamental para depois investir em acções, mas parei de pensar em entrar nas acções.... Vou gerindo as 17 P2P, em Março entrei em activos com moeda estrangeiras com melhores taxas de rentabilidade.... E entretando fiz analise das P2P dos uk para depois começar a entrar nas P2P do uk, e não vale apena, complicar muito mais nos investimentos é gozar a vida e ponderar futuramente em investimentos que exigem maior banca por exemplo investimentos directo em imobiliário ( compra e venda casas, com ou sem remodelação ; desenvolver turismo rural ) investimentos para "gente" grande em $
  4. 2 points
    Sobre o montante aplicado, tens o grande retorno fiscal (20%) no ano após o reforço, depois nos anos seguintes tens apenas o retorno base do produto e a capitalização, menos os custos de gestão. A rentabilidade final acaba por depender também muito da idade do subscritor ou seja, de quanto falta até poder resgatar o capital. Tenho um PPR/E do tempo das vacas gordas, com taxa garantida de 3% e sem custos de gestão. Infelizmente a seguradora deixou de aceitar reforços nesse já há uns anos, e tive que passar a aplicar num novo PPR que em 2017 deu apenas 2,40% - 1% de gestão. Continuo a reforçar, principalmente pelo benefício fiscal e diversificação de investimento. Mas não posso dizer que a 20 anos, mais ou menos o tempo que me falta até poder resgatar, seja uma grande rentabilidade. Por exemplo, se a rentabilidade média anual até ao resgate for 1,50%, (1 ano x (20% + 1,50%)) + (19 anos x 1,50%) = 2,50% ao ano + capitalização = 2,94%. Claro que as taxas podem vir a aumentar, esperemos que sim. Li algures que, nos primeiros anos em que foram reconhecidos no CIRS, o benefício fiscal dos PPRs não tinha limite (para além do imposto retido, obviamente). Isso é que era...
  5. 2 points
    Normalmente evito responder a "anónimos" mas tendo em conta que posso, quem sabe, no futuro "salvar" alguém de cometer uma loucura, vou abrir uma excepção...:D 1) A questão nunca são os valores que uma pessoa pretende investir, mas sim a % que isso terá no total do portefólio. 50k€ tanto pode equivaler a 10%, como a 50%, etc... Acima de tudo, devemos adaptar a % ao nosso perfil de investidor. Se o meu perfil é conservador, não vou ter 50% em produtos de elevado risco. 2) O facto de dizermos que "nunca" nenhum site fechou ou que por qualquer outra razão (alvo de ataque informático, defaults de loans originators, falência da própria empresa P2P), não significa que não possa acontecer. Aliás, todas as plataformas que mencionas são europeias, ou seja, o histórico é muito recente. Se existir um crash global, ninguém saberá o que poderá acontecer. Convém estar ciente que existem muitos riscos. Não é só chegar, escolher loans com BuyBack a 12% de taxa de rentabilidade e 0% de risco ou preocupações, não é assim que funciona. Não existem almoços grátis 3) Perda de 100% só ocorreria se tivesses 1 plataforma e fosse essa a contemplada. Não acredito que possam existir perdas de 100% nas P2P com a devida diversificação (plataformas, loans originators, região, etc...), mas acredito que depois de 2020/2021 possamos vir a ter problemas com alguns loan originators, o que poderá levar a algumas perdas. Bons Investimentos e cautela.
  6. 2 points
    Preocupa-me sempre e acabo quase sempre por optar por fundos com hedge, mas quando olho para os 2 mesmo assim acho que a minha escolha iria recair no blackrock, pelo menos para já, uma diferença de 2,5% na rentabilidade a favor do UBS este ano ainda não me consegue convencer, e acho o BR mais puro na sua carteira em termos de exposição ao sector da tecnologia com mais de 80%, enquanto o UBS tem pouco mais de 70%, para além de o BR ser um pouco mais diversificado. Para análise: Gráfico: A azul UBS, a Vermelho BR Rentabilidades: Lado esquerdo UBS, Lado direito BR
  7. 2 points
    - Muito possivelmente, esse Nordea é domiciliado no Luxemburgo (ISIN: LU......) => Fundo Estrangeiro => Anexo J - Nos fundos estrangeiros tem-se a vantagem de se poder deduzir as menos-valias às mais-valias, diminuindo o imposto a pagar. - Os fundos estrangeiros não têm NIF Português (Gestora/SICAV/FCP/OEIC), porque estas entidades estão domiciliadas legalmente e fiscalmente no estrangeiro - De experiência própria, falei com várias pessoas da AT e inspectores fiscais, e apesar de terem um conhecimento da matéria fiscal, há lacunas no conhecimento do enquadramento fiscal a investimentos, principalmente aqueles que não forem os mais comuns, como por exemplo, depósitos, certificados.
  8. 2 points
    Por exemplo, a Viainvest retém impostos a investidores não residentes fiscais que não entreguem o Certificado de Residência Fiscal para cada país de origem dos loans (no total serão necessários 4 Certificados e estes Certificados são válidos apenas por 1 ano, pelo que se tem de renovar todos os anos para cada 1 dos 4 países). Sendo a retenção consoante o país de origem do loan: Rep. Checa = 15% Espanha = 19% Letónia = 23% Polónia = 19% Se os investidores entregarem o Certificado de Residência Fiscal, mesmo assim a Viainvest retém impostos aos loans originados na Polónia (10%) e na República Checa (10%) aos investidores residentes fiscais em Portugal. A Viainvest tem uma postura bastante exigente a nível fiscal para com os investidores, não estou a dizer que é errada ou correcta. Se recordarem esta postura estava presente na Viventor, até uns tempos atrás, tendo a Viventor deixado ter esta postura de exigência fiscal quando os loan originators do VIA SMS Group saíram da Viventor e formam a sua própria plataforma P2P Lending. O mesmo que me "impediu" de entrar na Viventor no passado é o mesmo que me "impede" de entrar na Viainvest no presente. Fonte: Viainvest - FAQ: Tax issues https://viainvest.com/faq/tax-issues
  9. 2 points
    Welltrado loan aggregator A combination of sophisticated algorithms, risk experts and user democracy makes our rating tool the best way to invest in the P2P lending safely, mitigating risk and error ratios. This leads to easier, faster and more informed investment decisions.
  10. 2 points
    O pessoal está para aqui a misturar conceitos que é uma coisa parva. Quando referem conceitos como "incumprimento, em atraso ou em recuperação" convém ter em conta as características de cada plataforma. O facto do BB na Mintos ser accionado muitas vezes, em parte pouco nos interessa, a não ser que isso aconteça em vários loan originators. No entanto conforme foi aqui dito muitas vezes, é necessário diversificar por loan originator E ler sobre a sua saúde financeira. Nunca tive na Mintos um "bad debt" e posso dizer que já tive mais de 500 loans.
  11. 1 point
    Tenho uma dica para te dar MMendes, foge da GE como o diabo foge da cruz!! Bons investimentos.
  12. 1 point
    Os originadores dos empréstimos são de diversos países por isso existe bastante diversificação geográfica. Se olhar para origem das P2P é tudo dos paises bálticos ( Lituânia, Estónia e Letônia). Tenho a Linked Finance da Irlanda, a Housers da Espanha Não tenho mais P2P na Espanha ou França pk as rentabilidades são fraquinhas. Como estou mto exposto nos países balticos devo entrar nas p2p dos uk até ao final do ano as taxas andam nos 8% a 13% ganhar libras e bom uma vez a moeda é forte.
  13. 1 point
    Que belo dia que tivemos ontem, bastou um pouquinho de sol para ficar quase tudo verdinho!
  14. 1 point
    Se resgatou tudo e voltou a subscrever no mesmo fundo, deve ser tratado como um novo investimento, ou seja uma nova linha. Há paises que um novo reinvestimento no mesmo Fundo ou no mesmo tipo de investimento tem algumas vantagens fiscais, mas no nosso não; resgatou paga 28% nas mais valias e não interessa se voltou a reinvestir no mesmo produto.
  15. 1 point
    É só uma linha: data de inicio, total subscrito, data de resgate, total resgatado.
  16. 1 point
    acho que se estava a referir invest AR ppr que mesmo nao declarando no irs, usando apenas como fundo, tem vantagens fiscais após 5 e 8 anos
  17. 1 point
    Optando pelo englobamento, os rendimentos de capitais serão, junto com os de trabalho, sujeitos aos escalões de IRS. Caso contrário, ficam sujeitos à taxa liberatória de 28%. A escolha do cenário mais vantajoso não é em muitos casos linear. Não é por se ficar no escalão 3 (taxa 28,5%) que necessáriamente deixa de valer a pena englobar, pois há que ter em conta a parcela a abater, as deduções à coleta e os benefícios fiscais. Deve-se por isso simular ambos os cenários na entrega do IRS.
  18. 1 point
    Como tratar a questão tributária em Portugal Isenção ou redução da tributação: - Criar uma fundação ou - Criar uma IPSS ou - Criar uma empresa num país com tributação mais favorável Isenção de IMI: - Criar um culto religioso ou - Criar um partido político
  19. 1 point
    Em princípio não precisas de preencher nada. só tens de guardar a declaração como comprovativo. Se bem percebi, essa declaração apenas serve para reembolsos em regime livre. Se houve uma consulta numa entidade sem acordo que custou 40€, essa fatura foi emitida com o teu NIF e foi para o e-fatura como despesa médica. Entretanto enviaste essa mesma fatura para reembolso para a ADSE e eles emitiram um reembolso de 20,45€. O que dirá na declaração é que há uma despesa de (40-20,45=) 19,55€ que não foi comparticipada (saiu do teu bolso) e outra de 20,45€ que ficou a cargo do ADSE. Se fores ao ecrã Consultar Despesas para Deduções à Coleta, por baixo da secção "Saúde e seguros de saúde". vais encontrar o somatório de todas as faturas de despesas de saúde na linha "Importâncias suportadas com prestações de serviços e aquisições de bens, isentas de IVA ou tributadas à taxa reduzida, ou tributadas à taxa normal mas com receita médica associada". Carregando no VER MAIS aparece o somatório por clínica/hospital/farmácia que emitiu as faturas. Essa tua fatura de 40€ estará incluída nesses somatórios. Mas depois tens a linha "Importâncias recebidas relativas a comparticipações em despesas de saúde" e lá encontrarás os teus 20,45€ já declarados pela ADSE em negativo. O teu benefício fiscal dos 15% vai incidir sobre o valor que efetivamente pagaste 40-20,45€=19,55€. Como já não tens a fatura na tua posse, serve a declaração da ADSE para comprovar que tiveste mesmo essa despesa. Se os valores do e-fatura ou a declaração da ADSE não estiver bem refletida no ecrã "Consultar Despesas para Deduções à Coleta", tens sempre a opção de declarar tu manualmente todas as tuas despesas de saúde, formação/educação, encargos com imóveis e lares no anexo H, campo 6C. Cuidado que preenchendo este campo vai substituir na tua declaração tudo o que está no e-fatura referente a despesas de saúde, formação, etc. pelo que não é só acrescentar o que está em falta: é preciso preencher mesmo o somatório de todas as despesas de saúde, formação, etc. Reembolsos de seguros de saúde funcionam da mesma maneira que a ADSE.
  20. 1 point
    Fomos todos "comidos" pela Raize... não me enganam mais....
  21. 1 point
    https://www.google.pt/search?hl=&site=&q=historical+forex+data&gws_rd=cr,ssl&dcr=0&ei=j1vLWsHtKsG1Ub72u8gM Há dezenas de sites com esse tipo de informação. Escolhe um.
  22. 1 point
    O valor de mercado é relativo, vende bem se vender a 1€ ou próximo disso e em pequenas tranches 50€-100€.
  23. 1 point
    Li por aqui, alguém dizer que isto do crowdlending género Mintos, não é muito arriscado. Ainda que, psicologicamente, apoiamo-nos na falácia da garantia de recompra, e isso nos conforte em termos mentais, a verdade é que, e na minha opinião, sites do género Mintos// Twino// Viventor, devem ser enquadrados como de alto risco. E porque os classifico de alto risco? Simplesmente, porque não existe uma cobertura jurídica de crowdlending no país em causa (Letónia) (zero regulamentação), e também não existe uma cobertura estatal. Existe ou crê-se à boa fé destes sites. Podem-me dizer, ah e tal... nem os depósitos a prazo são totalmente seguros, nem os estados o são. Estamos de acordo ... O seguro e certo é a morte de cada criatura vivante. Mas eu tenho de confiar, por exemplo, em qualquer estado europeu, que me assista em caso de doença. E sinto-me muito mais confortável em confiar num estado do que neste ou noutro site. E nestes últimos, parece-me completamente errado comparar a segurança de qualquer estado soberano com a segurança desses sites.
  24. 1 point
    Dizer que, basta uma empresa em recuperação, para comprometer todo o rendimento, não é propriamente o mais correcto. Já percebi @gustaferra de que não simpatizas com a Raize. Somos dois! Como já por aqui disse, a minha aventura na Raize, permitiu-me uma aprendizagem. Mas provavelmente, também cometi erros. E não posso, com os meus erros, afirmar que a Raize é algo a evitar. E o erro, que cometi (ou creio ser), foi o de investir diferentes somas em diferentes empresas. E existindo uma empresa em incumprimento onde investi um maior valor, certamente que isso vai comprometer todo o resto, mesmo que (e que foi o caso), tenha investido em outras 40 diferentes empresas. A aplicação de um maior valor em determinadas empresas, foi no meu caso, motivada pela avaliação que a Raize fez a essas empresas. E aplicava maior valor nas empresas de categoria B+ ou A. Mas coisa do destino, e numa amostra de 40 empresas, as que investi catalogadas em C não foram pró charco, e aquelas supostamente mais fiáveis estão em vias de ir pró charco. Mas esta minha experiência, não invalida, que exista realmente, uma percentagem irrisória de empresas que estejam em recuperação. Sim assim o é, digamos que apenas uma percentagem pouco significativa de empresas está em recuperação e não paga. Assim, poderemos pensar que investir através da Raize, é pouco provável de apanhar este tipo de empresas. Mas dependendo do montante investido, e do factor probabilístico, a perda pode ser substancial ou não. A melhorar na Raize, fica a clarificação e sobretudo a aplicação das garantias. Claramente não estão definidas, nem funcionam com a celeridade desejada. O que é que é garantia pessoal? Significa que, garantiu de boca, um par de botas em caso de falência? E ainda a melhorar, importa optimizar a transparência. Isto é, analisar com base em indices, a viabilidade do empréstimo. Porque emprestar dinheiro, é algo que acarreta risco. Para que o investidor possa seleccionar e sobretudo confiar, é preciso informação detalhada e "garantir" a análise através de escalas. A clicinvest neste campo é melhor.
  25. 1 point
    Automático ou não é quase a mesma trabalheira dos anos anteriores com a diferença que o fisco já preenche os rendimentos e dados pessoais todos e simula a opções de entrega a confirmar ou não pelo contribuinte. O contribuinte deve conferir se está tudo correcto e não falta nenhuma despesa a deduzir pois existem já muitas situações reportadas em que há falta e omissões de despesas em que o contribuinte sai prejudicado em centenas e até milhares de euros se não corrigir o tal "presentinho" automático do fisco. Há muitos abusos nos automatismos e é sempre preciso um humano a conferir e a inspeccionar as máquinas para resolver divergências. Acho mal acabarem com a entrega em papel, especialmente para os mais idosos que já são de outros tempos e têm de pedir ajuda a alguém que muitas vezes se aproveita dos velhinhos para explorar-los e cobrarem quantias elevadas só para lhe fazerem as declarações. Deviam de acabar era com as toneladas de papeis das campanhas eleitorais que enchem de lixo as ruas das cidades nas vésperas de eleições.
  26. 1 point
    Não Percebo nada então, tambem tinha achado o nrº exagerado.... Eu só lá para inicio da 2º Quinzena que vou submeter, para esperar da correcção de possíveis bugs nas desclarações
  27. 1 point
    E não, as mais-valias das criptomoedas não são tributáveis: 1º - Porque não há legislação fiscal específica para este instrumento financeiro; 2º - E se houver, como é que a AT, vai identificar os investidores em criptomoedas, devido à natureza de secretismo que envolve as criptomoedas? Jornal de Negócios - As mais-valias das criptomoedas (22 de março de 2018) http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/detalhe/as-mais-valias-das-criptomoedas
  28. 1 point
    Não vos preocupa a cobertura cambial, principalmente EUR vs. USD? Numa altura de alguma volatilidade cambial devido às políticas monetárias dos vários Bancos Centrais e às guerras cambiais e comerciais geradas pelo Mr. Trump... Estava à espera que alguém mencionasse este fundo, mas como ainda não deu à costa, atiro-o eu para cima da mesa, e inclui também cobertura cambial para o EUR (Hedge cambial):
  29. 1 point
    Os investimentos que estejam sujeitos à taxa liberatória, tal como o nome indica, estão livres de serem declarados na declaração de IRS. Porque o rendimento gerado por estes investimentos, é sujeito à retenção na fonte: Rendimentos incluídos nesta forma de tributação: Juros de Depósitos Bancários, Certificados de Aforro e do Tesouro; Cupões de Obrigações e CLNs; Dividendos de Fundos de Investimento e ETF; Juros de Contratos de Mútuo; entre outros.
  30. 1 point
    Quando se generaliza em relação aos fundos ( sabemos que em Portugal existem milhares, só uma instituição bancária comercializa mais de 3000 ) gosto sempre de ir ver algumas rentabilidades pelo menos dos fundos da 1ª página, e concluo que a nível de obrigações as coisas até vão estando bem, e mesmo alguns fundos de acções no último mês têm conseguido estar positivos. Rentabilidade 1 mês: Obrigações: NB Obrigações Europa +2,47% PIMCO GIS Glbl Real Ret +1,01% PIMCO GIS Global Bd +0,46% AXAWF Euro 5-7 +0,50% Acções: MLIS Marshall Wce Tps UCITS +0,96% Janus Henderson Hrzn PanEurp +2,47%
  31. 1 point
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  32. 1 point
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  33. 1 point
    Confirmo, também não me aparecem os botões para vender no investimento de taxa fixa que tenho. Parece-me que o marketing se adiantou ao IT, neste caso.😊
  34. 1 point
    A tributação nos Países Bálticos para não-residentes fiscais Estónia: Retenção de impostos = 0% Letónia: Retenção de impostos = 0% Lituânia: Retenção de impostos = 15% Claro que poderá existir plataformas destes países que façam outro tipo de interpretação da legislação fiscal no país aonde está registada. Deverá se confirmar caso a caso, com a respectiva plataforma em causa.
  35. 1 point
    Eu não me quero voltar a repetir mas... O teu perfil de risco era "ultra defensivo" - PPR e CASH. É preciso perceber que passar de investimento PPR "garantido", presumo que seja dessa forma, para passar para uma tipologia de investimento como as P2P, que tem risco muito elevado, não é de todo recomendável/aceitável/lógico em termos de gestão de gestão de portefólio. Não existe qualquer referência histórica no caso de um crash mundial - que levaria à falência de muitos loan originators. É claro que numa altura em que as taxas oferecidas pelos bancos ou oferecidas nos normais produtos de aforro, não vão além de 1% (brutos), faz com que as pessoas "arrisquem" e se esqueçam das regras base de gestão de uma carteira. Na minha opinião, em termos de risco, as P2P > Ações.
  36. 1 point
    Crédito habitação aprovado, avaliação na próxima semana. Próximos custos: Avaliação 282.90€ Comissão de dossier 301.60 Comissão de formalização 208.00 Certificado energético ~ 154€ Irei actualizando.
  37. 1 point
    Os originadores do crédito reservam 5 a 10% da responsabilidade nos seus balanços, dp recebem os ativos em incumprimento, recebem o que tiverem a receber ou vendem os ativos a desconto e a responsabilidade passa para quem compra por exemplo a bondora só tem crédito malparado com altas taxas de rentabilidade... eu não sou sou perito neste negócio das p2p apena não stresso... Na mintos um originador foi a falência e a Mintos assumiu a posição do originador.... E na eventualidade algo correr mal c algum originador as altas taxas de rentabilidade comparadas com a Raize da para tu próprio assumires umas impariedades até a data so com a bondora estou a arder 20paus e c a Raize se nao recuperar perto de 20 paus e os juros acumulados durante um ano para o galheiro... Mas cada um sabe de si... Ja fiz demasiadas alertas, agora cada um faz o que quiser com o seu dinheiro...
  38. 1 point
    Ja estas a curar te da droga da raize.... Empréstimos longo a rentabilidade anual cai.... A Raize é alto risco para rentabilidade dada, se fosse 8%um empréstimo a 1 ano era top... a 4 anos da te uma rentabilidade perto de 2% pk vais receber juros e capital ao longo de 4 anos... Se pagassem anualmente os juros e o capital no fim, o juro era 8 % ano...
  39. 1 point
    Ou estás no tracker ou nem tens hipótese... Eu deixei de reforçar o que lá tenho. Está em auto gestão... até agora sem contratos em incumprimento. Curiosamente estava aqui a ver a app e, aparentemente, tenho uma rentabilidade líquida de 1,33%. Isto para uma taxa media de 7,3%. Fico sem entender estas contas... Seja como for, o risco não compensa a "fantástica" taxa de juro.
  40. 1 point
    Parece que estamos a defender clubes ou partidos que somos ferranhos... Voces está visto que nao investem na mintos ou lá fora, se adquirirem com buyback ou fundo compensação não existe incumprimento .... Na raize não existe buyback ou fundo compensação, existe uma tretas chamadas garantias pessoais q nao ativam ou demoram ativar.... e não existe garantia que recuperam o investimentos... Basta 1 ou 2 incumprimento e não recebam o capital os juros ganhos de 1 ano ou mais vai a vida.... e dp irs vai assumido que ganharam juros e as perdas? Continuem apostar forte na raize se acham que é melhor do que as outras fora...
  41. 1 point
    Não defendas a Raize, só fica-te mal, mas cada um sabe si.... Na Raize ao fim de 1 mes entrou em recuperação, noutro ao fim de 3 meses entrou em recuperação.... Atrasos até 3 mesesm acontece muito... Na Mintos a minha situação : 0% em recuperação ou incumprimento.... tenho em atraso mas isso é normal, não stresso porque são todos em buyback
  42. 1 point
    Uma frase destas, descontextualizada, é demasiado simplista. Nem sei bem em que contexto é que pode dizer isto de forma a ser acertada. Conseguirá dar dados deste género por país, loaner, tipo de empréstimo, etc, e tem que se ter em conta se tem buyback ou não e a qualidade do loaner. Diria que qualquer análise minimamente fiável terá que ser expressa em mais do que uma frase. Reconheço, no entanto, que terá que se conseguir lidar com atrasos nos reembolsos e com a possibilidade de algum loaner falir e não conseguir cumprir com a garantia. Para o mmendes, recomendo que leia bastante sobre o assunto e que consulte sites independentes de análise de p2p, como por exemplo o http://explorep2p.com/
  43. 1 point
    A Mintos é outro mundo. Comparando com a Mintos, a Raize é uma aldeia. A Raize não chega a 1 milhão de EUR por mês de novos loans, enquanto que a Mintos em Fevereiro/2018 colocou quase 49 milhões de EUR de novos loans. Para além que a Mintos tem loans com BuyBack...
  44. 1 point
    A formação que me referia, era que aprendeste a analisar uma plataforma com excesso de procura, ou oferta insuficiente para a procura. No final, o saldo líquido é que não chegava para todos os investidores. Podendo dar origem a cash drag (dinheiro parado na conta). Para as plataformas, os AutoInvest (ou Tracker) é preferível, porque assim vendem tudo, mesmo os loans que não prestam. Assim não sobra aquilo que ninguém quer, por exemplo, por ter taxas baixas ou por ter muito risco, etc. A formação que @gustaferra refere é um curso de Fintech na Nova SBE, (Universidade Nova) de 3 dias (1.650€), leccionado por um dos fundadores da Raize, que eu coloquei num post anterior:
  45. 1 point
    Não deve ser difícil advinhar qual a plataforma que a maioria do pessoal está mais exposto. (Deve ser aquela que nem tem um tópico próprio neste fórum.) Mintos
  46. 1 point
    É uma formação de 3 dias promovida por uma universidade e os formadores são uns dos fundadores da raize... Por metade do preço numa 1h faço aconselhamento de p2p poupam tempo e dinheiro
  47. 1 point
    pontual = apenas este ano recorrente = todos os anos
  48. 1 point
    A Housers e outras plataformas tem efectivamente o imóvel como colateral. Esse não é o problema, pelo menos na Housers. Estive a estudar a oportunidade de Poupança que existe actualmente T1 em Algés e após verificar os valores chegamos a um numero de mais de 3.000 Euros por m2????? Nos diversos sites de vendas de casas , vi no máximo 2.200 Euros por m2 para a mesma Zona..... Isto é uma perda de cerca mais de 27% aquando da venda , que pode ser agravada se as condições de mercado se alterarem, pois parece que o imobiliário em Lisboa está em Bolha, e eles nas projecções ainda prevêem ganhar dinheiro com a venda !!!! Após verificar o orçamento de reparação prevêem gastar cerca de 8.000 Euros na renovação da casa e 9.000 em mobiliário, o que me parece manifestamente pouco ma paerte da renovação, para tais objectivos de valorização e tendo em conta que a comissão da housers são mais de 20.000 Euros que agravam o preço do imovél..... Pelo que vi este imóvel já esta caro no preço de compra, e as comissões da Housers aumentam substancialmente o preço (25-30%), após consulta do Business plan. Para mim o Principal problema é este . O Dinheiro que se ganha com os juros , não vai compensar a perda com a venda e ainda vão cobrar mais 10% sobre o que ganhamos , após terem inflacionado o preço da casa com outras comissões conforme referido anteriormente. Isto é a minha Analise, penso que se aplica nos outros países mas não fiz nenhuma investigação dos preços practicados em Espanha e italia. Gostaria que se discutisse este problema , uma vez que só vejo discussões sobre os juros.... Gosto da ideia da plataforma , mas estes números não batem certo... Espero estar enganado.
  49. 1 point
    E ainda mais uma citação, que não paro de me espantar com este post do Visitante Gana. Então você tem 20 mil euros na mão, pega neles e vai a uma instituição financeira especializada em investimentos. Diz que percebe pouco de mercados, então inteligentemente procura a ajuda de um especialista. Até aqui tudo bem. Agora, você acha sensato e inteligente que venha até à internet, à selva dos trolls, dos gajos mais espertos e inteligentes do mundo que se escondem por detrás de um anonimato, e vem questionar a idoneadade do profissional que o aconselhou a investir os seus Vinte Mil Euros, já que você "não percebe muito de mercados"? Acha que é a opinião de uma foto de uma patanisca de Bacalhau, ou de uma moeda de cinco tostões (5Coroas, choca aí), ou de um outro user qualquer, que lhe vai tonificar a opinião sobre o que fazer aos seus VINTE MIL EUROS? Depois de você sair do Banco Best com aconselhamento Profissional? Pare, e reflicta. Não sei se o dinheiro lhe custou a ganhar, mas a mim custa e eu antes de decidir o que lhe vou fazer, perco algum tempito, sabe, em vez de ver a bola por exemplo, a aprender o essencial sobre essa coisa dos mercados. Afinal de contas gosto de saber que chão estou a pisar, não vá eu levar calçado de verão para a Sierra Nevada e passar o tempo todo a queixar-me: "Devia ter ido à wikipedia ler sobre se a Sierra Nevada era fria ou quente". Abraços e bons investimentos, e já agora, porque vocês os dois me parecem precisar bastante: BOA SORTE!
  50. 1 point
    Certo. A separação é fácil de explicar. Os raises foram feitos em momentos diferentes. A empresa não estava preparada para um aumento de capital, mas precisava de financiamento para crescer. Eu adoro emprestar dinheiro a 7%-10% ao ano, tenho mais casos mesmo a particulares. Numa delas os co-donos são ex-colegas de curso. Mostraram-me o projecto porque precisavam de capital. Eu entrei porque acreditei no projecto. Tenho 20%. Na outra foi numa feira de Venture Capital na Alemanha (só entram pessoas com convite). Acabei por comprar posição numa empresa que me pareceu excelente. Tenho 12%. Estou a pensar vender a minha posição nas duas. A portuguesa já cresceu muito mais do que eu pensei, vou abordar os membros para venda da minha quota. Passaram 4 anos, penso dobrar o investimento antes de impostos (dá uma taxa bruta de 25% o que é muito bom e raro). Talvez faça isso em Agosto. A alemã ainda está em projecto e vou executar uma cláusula que me permite sair a perder "pouco". Na realidade até vou fazer isso esta semana (provavelmente na terça). Tenho muita sorte em ter esta cláusula, em 99% dos casos não é assim. O problema destas empresas é que em cada 100 mil há uma que realmente explode. Na feira alemã eu queria comprar tudo, parecia tudo que ia ser o projecto de amanhã. Quando comprei a posição cheguei a casa e pensei "daqui a 3 anos sou milionário". Enganei-me redondamente. E atenção que o sector é exactamente a minha área, portanto a minha avaliação foi técnica e não emocional. É inacreditável o no. de produtos excelentes que falham o mercado por timing, serem demasiado à frente para o momento, etc. Não aconselho isto a ninguém que não seja altamente especializado e conheça os projectos e pessoas por inteiro e mais ainda que conheça o mercado por dentro e por fora (eu não conheço). Caso contrário pode muito bem ser deitar dinheiro fora. Quero vender as minhas posições até mais pelo tempo que consome (ir a board meetings - muitas vezes por skype - é fácil. Difícil é pensar no voto que se dá a uma decisão estratégica. Random não funciona). Não aconselho este método a ninguém que queira ficar mais rico, talvez outras razões sejam válidas, mas enriquecer não.
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