Ir para o conteúdo

Toda a actividade

This stream auto-updates     

  1. Última Hora
  2. Em https://www.igcp.pt/fotos/editor2/2017/CPTM_Taxas_de_Juro/10_TAXA_JURO_CTPM.pdf já se vê uma taxa de 6,88% (acréscimo de 1,88%) para as subscrições de Outubro 2013.
  3. Residência Fiscal e Rendimentos no estrangeiro

    Se não quiser ser tributado em Portugal pelo que ganha em Angola, é importante que a sua morada no Portal das Finanças seja a de Angola. Não interessa o que tem no cartão de cidadão, na carta, no banco e noutros documentos. Sendo Angola (fora do espaço Europeu), vai ter de nomear um representante fiscal residente cá. Um irmão, uma avó ou, na ausência destes, um profissional. Se for cidadão Português, poderá também pedir na embaixada em Luanda, um documento que ateste que está em Angola a residir. Nunca se sabe! Tenha em atenção que, se beneficiar da dispensa do pagamento do IMI numa casa que declarou ser a sua residência habitual em Portugal, esta insenção entrará em contradição com a declaração de residência no estrangeiro, pelo que será melhor pedir o fim desse benefício. Se paga IMI no imobiliário que cá tem e não sabe o que é a insenção de IMI para habitação própria permanente ou se tiver nenhum imobiliário em seu nome, não se preocupe com esta parte.
  4. Hoje
  5. Taxa de Poupança

    Eu sei Greedy... e eu sinto a tua dor porque também os pago e também me custa bastante a poupar. A questão é que há muita gente que o tem e que não fez nada para o merecer... e eu prefiro pagar 30% de irs e 30% de imposto sobre capitais do que pagar 50% de irs e 0% sobre capitais... porque no final tinhamos de ir buscar esse dinheiro a qualquer lado. O que eu quero dizer é... custa sempre, seja sobre o trabalho ou sobre o capital, mas no final do dia se espalharmos a tributação sobre vários itens diferentes acaba por custar menos. Mas concordo que podiam ser mais baixos e medidas para pagar menos impostos vão ter sempre o meu apoio porque o estado tem muitas ineficiencias e poduia gerir bastante melhor o nosso dinheiro. Cumps.
  6. Fundos de Investimento

    https://www.gam.com/en/fund/IE00B52VP557
  7. Fundos de Investimento

    Obrigado por dar a conhecer este fundo. Esta "pequena, grande" informação dada mais cedo, dava para analisar e decidir, agora penso que já subiu bastante e a informação que recolhi relativa a Medidas de Risco no BEST são zero, apenas diz que o risco é 3, além das posições etc . Se tiverem outras informações para dar agradeço desde já. De qualquer forma é um fundo para acompanhar a sua evolução.
  8. Partilha de Herança

    Muito obrigado pela atenção.
  9. Taxa de Poupança

    IceMan1910, onde eu queria chegar era aquilo que o Cardoso24 está a reforçar ... ou seja ... o dinheiro que a malta usa para investir é baseado na poupança que nós conseguimos fazer ... e essa poupança, tal como foi mencionado, já foi alvo de tributação / impostos .. Ou seja, não me parece justo que uma poupança que já foi alvo de >25% de impostos no mínimo, o rendimento gerado com essa poupança seja novamente taxado em 28% .. é um abuso .
  10. Pois, nesse aspecto tens razão e faz algum sentido sim .. Mas se essa situação da Alemanha for verdade, quem são os proprietários das casas para arrendamento a preços acessíveis ? Apenas os "patos bravos" construtores alemães ?
  11. Fundos de Investimento

    Tenho-o à quase 2 meses e cumpre as expectativas.
  12. Fundos de Investimento

    Baixo risco e calminho... GAM Star Credit Opportunities (EUR) Class C EUR Accumulation IE00B52VP557 Conheciam?
  13. Banco CTT

    Mudei as minhas contas da CGD para o Banco CTT e estou muito satisfeito por tê-lo feito. As minhas poupanças rendem mais, não tenho quaisquer despesas de manutenção da conta e - pasme-se - à tarde, quando todos os outros bancos estão fechados o Banco CTT continua aberto a atender os seus clientes. Quanto à CGD, deixo aqui um reparo de "somenos" importância: já depois de ter encerrado a conta e liquidado na totalidade a dívida do cartão de crédito, fui surpreendido com uma dívida e 30 e poucos euros da utilização do mesmo cartão, a qual na foi liquidada na altura pelo facto de a entidade credora não a ter comunicado no imediato. Não questionei a dívida e propus-me pagá-la prontamente. Porém, qual não foi o meu espanto assim que o funcionário me informou que para pagar ao balcão ser-me-iam cobrados mais de 10 euros. (€10,40, salvo erro) Ou seja: devia 30 e teria de pagar mais 40. Discordei e desloquei-me à agência onde tinha pedido o encerramento da conta e resolvi o problema sem pagar. Isto porque eu mesmo dei a ideia ao funcionário de como poderia fazer sem me ser cobrado mais que a dívida: emitir-me uma referência e pagar pelo Multibanco. Assim foi. Quando saí da Caixa esta já estava encerrada porque passava das 15 horas. Com a referência na mão, mas sem cartão Multibanco comigo para pagar, desloquei-me ao Banco CTT, que fica nas imediações. Entrei por volta das 16 horas, fui atendido de imediato, paguei e vim-me embora, feliz, por já não ser cliente da CGD.
  14. Residência Fiscal e Rendimentos no estrangeiro

    Bom dia, Resido e trabalho em Angola, entretanto a minha residência fiscal em Portugal mantém-se, ou seja foi alterada para Portugal, numa altura em que precisei de pedir uma 2a via do cartão de cidadão. Na altura pediram-me uma morada e passei os dados da residência da minha mãe, que por sua vez é residente fiscal em Portugal. Pretendo saber se ainda assim posso descontar irs, com base nos rendimentos que aufiro em Angola? Agradeço atenção. Cumprimentos
  15. reformado português a viver no estrangeiro

    Mas o que fazer para não sermos tributados em Portugal? Acho até que a SS não devia sequer fazer retenção na fonte.
  16. reformado português a viver no estrangeiro

    Os direitos e deveres fiscais dos reformados portugueses a viver no estrangeiro, refere-se ao quadro tributário desse país de residência e não ao existente em Portugal. No entanto, Portugal não deverá tributar a reforma, mas para que isso aconteça não sei o que fazer
  17. reformado português a viver no estrangeiro

    Estou na mesma situação e pretendo receber a reforma no país para onde vou residir. Logo irei pagar impostos nesse país, mas o que pretendo é que Portugal não faça qualquer retenção e não haja impostos a pagar em Portugal. O que terei de fazer?
  18. Ontem
  19. Residência Fiscal e Rendimentos no estrangeiro

    Esta resposta contem uma parte teórica e uma parte prática. Por favor leia as duas atentamente. Um contribuinte (sujeito passivo, para usar o termo técnico) deve declarar todos os seus rendimentos mundiais, no local onde é residente, para nele serem tributados. A lei tributária, estipula o que constiui residência para efeitos fiscais (art. 16 CIRS). O problema surge quando, como no seu caso, a definição nos coloca como residentes em mais do que um estado. Nesse caso, existem acordos -- "para evitar a dupla tributação e prevenir a evasão fiscal" -- que ajudam, cabalmente, a identidicar qual dos dois países é o país de residência fiscal. Veja aqui: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/NR/rdonlyres/9D7E2BD3-8701-473E-99EB-55731DBDE35D/0/reino unido.pdf para o seu caso. Pelo que escreve -- ter habitação cá etc. -- parece que tem a intenção de regressar e isso vale de pretexto para ser considerada residente em Portugal, mesmo que não passe cá tempo nenhum. Ou seja, pelo acordo de dupla tributação mencionado, será residente fiscal em Portugal. Nesse caso, o que devia fazer é: 1) Declarar o que precisa de declarar no RU e pagar aí os impostos (provenientes do trabalho no RU, provavelmente). 2) Declarar os seus rendimentos a nível mundial (incluíndo os do RU), em Portugal, assim como o imposto já pago no RU, que lhe servirá como crédito para não ter de o pagar duas vezes. Isto vai, de certeza absoluta, dar-lhe um imposto igual ou -- muito mais provável -- bastante superior ao que já pagou cá. Se não vejamos: a ) Se eu ganhar um euro em Portugal e declará-lo ao fisco, o mais provável é não ter de pagar nada porque sou pobre. b ) No entanto, se eu ganhar 100.000 euros no reuno unido e um euro em Portugal, o fisco português vai retirar uns 40 cêntimos do euro que eu ganhei em Portugal, porque sou rica. Ao não declarar o que ganho no RU, está a apresentar ao fisco português uma situação que não corresponde à realidade e, como tal, este não lhe estará a cobrar os impostos que devia porque não a acha tão rica, como de facto é. Note-se que, no exemplo dado, o fisco português iria, não só levar um 40 cêntimos do seu euro ganho em Portugal mas, muito provavelmente, também uma parte dos 100.000 que ganhou no RU porque cá, os impostos, geralmente são mais elevados. Ou seja, vamos supor que ganhava 100.000 no RU e lá, tinha pago 30.000 em impostos no RU. Quando os declarasse cá o fisco português coçava a cabeça e dizia "Ora bem! Se ganhasse 100.000€ cá, pagaria 40.000€ em IRS, e não 30.000€ como já pagou no RU. Mas como já pagou 30.000€ lá, fica com esse crédito e só tem de pagar em Portugal mais 10.000€ de impostos pelo seu trabalho feito no RU." --- Como funciona na prática --- Isto é a teoria. Na prática, o mais provável, é que cada autoridade fiscal a considera residente no seu país. A do RU em Inglaterra e a Portuguesa em Portugal. Portanto a única troca de informações que provavelmente vai existir, é a que você mesma fizer (fez?) nas suas declarações. Para a sua situação gerar problemas, o fisco de portugal tem de ter algum indício (ou declaração sua?) de que esteve de facto no Reino Unido. Uma das entidades empregadoras do RU, por excesso de zelo (que é raro porque não o devia fazer) declararou ao fisco português que lhe pagava alguma coisa? Recentemente, os bancos mundiais também começaram a declarar os depósitos bancários de não residentes aos países de origem. Por isso, se a morada que deu no banco do RU foi a de Portugal, o fisco português vai saber que tem conta(s) no RU e o respetivo saldo. Neste caso, poderá ser chamada a explicar porque é que não declarou essas contas no anexo J, como devia. Se tiver uma boa explicação, a coisa fica por aí. Se os valores dos seus rendimentos não forem muito elevados a coisa, quase de certeza, fica por aí. Note-se que o fisco tem 5 anos após a data de entrega da declaração para lhe ir cobrar valores em falta. Ou seja, rendimentos de 2015 que deviam ser declarados em 2016, passam a não poder ser mais tocados pelo fisco, a partir de 2021. Se quiser regularizar a situação -- coisa que, provavelmente, lhe vai sair caro mas a fará dormir mais tranquila à noite -- vai ter de submeter novamente a declarações de IRS em Portugal dos últimos 4 anos, onde constam, no anexo J, os rendimentos no RU e respetivos impostos pagos. Ponha dinheiro de parte para isso. Mas, o melhor mesmo, é falar com um contabilista em Portugal, expondo-lhe a situação, fazer simulações etc., e não se fiar num comentário que leu na Internet, de uma estranha que nem dá a cara. :-)
  20. Taxa de Poupança

    Então mas para chegarmos ao CAPITAL o que aconteceu foi que existiu uma poupança por parte das pessoas. Se os rendimentos de trabalho foram taxados, porque razão se taxa o capital neste país pequeno a mais de 1/4? De quem é o risco? Quem investe na grande maioria é porque se sacrifica diariamente, trabalhando X horas, poupando o mais que puder para depois investir. Nós neste fórum podemos ser uma minoria...mas não vamos esquecer que se investimos é porque poupamos através do trabalho (rendimento que já foi taxado).
  21. Partilha de Herança

    Se as contas bancárias estão em nome dos dois, obviamente também só metade entra para a herança - a outra metade pressupõem-se que é da viúva.
  22. Mas esses eram países comunistas, onde o Estado providenciava uma casa (ou facilitava o acesso à mesma). Ao contrário da Alemanha, em que houve uma política de incentivos bastante forte à construção para arrendamento a preços acessíveis. Políticas diferentes que levaram à evolução de duas culturas bastante diferentes...
  23. Taxa de Poupança

    Atenção que eu não estava a argumentar que o estado podia papar 500K desse milhão. Não estou a falar de impostos sobre heranças. Estou a falar de pores os 1 000K a render, ganhares 100K e o estado tirar 28% desses 100K de rendimento. Da mesma forma que uma pessoa acorda para trabalhar às 9 da manhã no duro, ganha 1000 euros e o estado vai buscar a sua percentagem também. O que estou a argumentar é que se tributas rendimento, é tão justo tributar capital como trabalho. No final do dia temos que ter policia, escolas, segurança, saude, iluminação, etc.. podemos argumentar se tamos a ser bem ou mal geridos e tudo o mais... mais uma vez não estou aqui a defender o estado. Mas se tributas trabalho então também tens de tributar capital. É um rendimento como qualquer outro e nos estados modernos decidiu-se por razões multiplas que a maior parte do rendimento viria de impostos sobre o rendimento (IRS, IRC). Embora em Portugal o IRS seja mais baixo do que na maior parte dos outros paises e o IVA mais alto, penalizando mais o consumo e menos o trabalho. Cumprimentos,
  24. Taxa de Poupança

    Boa tarde, esta guerra entre ricos e pobres não faz sentido. Os pobres também pagam impostos e não é pouco (lembrem-se de 23% de IVA para quem é pobre). Existe muito rico que paga (não paga) IRS de pobre. Os ricos e os pobres, deviam estar unidos para perceber o seguinte: - Porque pagamos tantos impostos? - Não é possível ter melhor estado com menos impostos? - Porque motivo o impacto na despesa do orçamento de estado 2018 só aparece em 2019 e adiante (quem vier que feche a porta?)
  25. IRS Anexo G

    Caro Nuno, Não sendo eu fiscalista, cá vai uma tentativa de respoder às suas duas questões, que sintetiso da seguinte forma: 1) Como determino o valor de aquisição de um(a parte de um) imóvel que herdei? 2) Investimento em certificados do tesouro podem ser consideradas reinvestimento do capital (e assim escapar à tributação das mais valias)? A resposta à primeira, encontra-se no código do imposto de selo (http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/selo/selo13.htm), Secção II Nas transmissões gratuitas Artigo 13.º Valor tributável dos bens imóveis 1 - O valor dos imóveis é o valor patrimonial tributário constante da matriz nos termos do CIMI à data da transmissão, ou o determinado por avaliação nos casos de prédios omissos ou inscritos sem valor patrimonial. Quanto à segunda) Investimento em certificados do tesouro podem ser consideradas reinvestimento do capital (e assim escapar à tributação das mais valias)? A resposta é "não". O artigo 10 do CIRS (http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/irs/irs10.htm) apenas permite que o valor de venda pode ser reinvestido -- para escapar ao imposto das mais-valias -- apenas quando se trata da venda de uma habitação própria permanente e quando o valor da venda for usado para comprar (ou restaurar ou construir) outra HPP para substituir a primeira. Isto, quando for feito dentro dos prazos. Para além disso, o anexo G do IRS não tem campos onde permita inscrever investimentos em certificados do tesouro, ou fui eu que vi mal?
  26. Cartões de crédito - Melhores benefícios

    Nota positiva para o "mais por 1€" no Cofidis em relação a despesas no estrangeiro (fora da zona Euro). Consegui efetuar pagamentos e levantamentos sem despesas, muito mais favorável do que com outros cartões que cobram sempre comissões e/ou outras despesas e taxas. O benefício rondou os 4%, sem ter em conta cashback. (exemplo: uma compra no estrangeiro efetuada com o Cofidis ficou-me em 100eur, com outro cartão teria custado 104eur)
  1. Carregar mais actividade
×
FinancasPessoais.pt

Subscreva a newsletter e tenha acesso a todas as novidades do grupo de sites FinancasPessoais.pt e a conteúdos exclusivos.

Os sites FinancasPessoais.pt respeitam a sua privacidade e vontade:

Não mostrar mais esta caixa