Jump to content
  • FORMAS DE POUPAR

  • Search the Community

    Showing results for tags 'estrangeiro'.



    More search options

    • Search By Tags

      Type tags separated by commas.
    • Search By Author

    Content Type


    Forums

    • Finanças
      • Créditos
      • Bancos
      • Seguros
      • Imóveis
      • Incumprimento e Penhoras
      • Poupar dinheiro
      • Investimentos
    • Fiscalidade e Trabalho
      • Impostos
      • Segurança Social
      • Direitos do trabalhador
      • Trabalho por conta própria
      • Heranças
    • Geral
      • Apresentações
      • Diversos
    • Fórum
      • Regras

    Find results in...

    Find results that contain...


    Date Created

    • Start

      End


    Last Updated

    • Start

      End


    Filter by number of...

    Found 54 results

    1. Vasco Silva PT

      Rendimentos de empresa estrangeira

      Boa tarde, Antes de mais, quero enquadrar a minha situação fiscal: Tenho morada fiscal em Portugal, trabalho em Portugal, sendo trabalhador por conta de outrém, empresa também Portuguesa. Surgiu-me agora a oportunidade de fazer um trabalho remotamente, para uma empresa estrangeira. Esta empresa tem sede no chipre, e apresentaram-me um contrato de prestação de serviços. O que gostaria de perceber, é, ao abrigo da legislação Portuguesa, que impostos terei que pagar? Encontrei a informaçlão no seguinte link: https://europa.eu/youreurope/citizens/work/taxes/income-taxes-abroad/portugal/index_pt.htm Não entendi como são taxados os rendimentos estrangeiros, nomeadamente, se separadamente de acordo com os escalões na tabela apresentada no link acima, ou se são calculados juntamente com os restantes rendimentos declarados (rendimentos nacionais) . Desde já agradeço a vossa atenção. Com os melhores cumprimentos,
    2. Olá. Gostaria de tirar um dúvida, pois uns dizem que é possível, outros dizem que não é e surgem várias situações para um fato "simples". A partir de janeiro de 2020 gostaria de começar a trabalhar com recibos verdes, pois sou engenheiro e quero trabalhar com projetos, não penso em abrir empresa no momento, pois acho que seja desnecessário, acredito eu. Mas a dúvida é a seguinte: Posso emitir recebos verdes para empresas não portuguesas? Tanto dentro ou fora de Portugal? Exemplo: Apareceu um cliente na França, Alemanha, Espanha por exemplo, que se interessou pelos meus serviços e quer que eu preste serviços para ele. É possivel eu prestar serviços sem ter o vínculo de trabalho? Eu só posso emitir esse recibo verde para empresas portuguesas? Alguém pode me dar uma orientação por favor. Hugo Pinheiro.
    3. Estou com uma dúvida quanto à declaração de dinheiro enviado (ou doado) por familiares. A minha mulher é coreana, mas vivemos e trabalhamos em Portugal há vários anos. Ela tem conta num banco em Busan, e cá temos uma conta conjunta. Por vezes, os meus sogros transferem dinheiro deles para a conta dela lá, que movimentamos cá através de cartão de débito, que tanto dá para levantamentos no multibanco como pagamentos em lojas. Raramente, quanto são montantes maiores, fazem uma tranferência para a nossa conta cá. A minha pergunta é se temos de declarar este dinheiro no nosso IRS cá. Este dinheiro provem de rendimentos e património dos meus sogros, e já foi tributado no país de origem. Se me puderem explicar como funcionam este tipo de doações ou ajudas de familiares no IRS, agradeço.
    4. Bom dia, Emigrei para o reino unido e vida estava a correr bem até o referendo de 2016 ter acontecido. O ambiente tornou-se algo hostil, até já mandaram bocas racistas ao meu filho e temo pela segurança dele. A economia está a afundar, e por motivos familiares também queremos voltar para PT. Eu já tenho uma boa ideia de negócio e tenho até clientes, mas o problema é que no primeiro ano o lucro vai só dar para sobreviver. A minha questão tem a ver com dívidas que vou deixar no RU, infelizmente ainda tenho que liquidar cerca de £29000. O salário que tenho aqui é alto e dava para pagar isso no prazo estabelecido, em 2022 teria esta divida paga se ficasse cá. Mas o problema é que o dinheiro que tenho de lado e que é menos que 1/3 do valor em divida vai servir para investir no novo negocio em PT, ou seja vou ter que sair daqui sem poder pagar a dívida do RU. Eu diria que vou ficar aproximadamente 2 anos sem poder pagar uma prestação. Eu tenho 2 opções aqui: 1. Escrevo uma carta ao banco sem revelar detalhes do meu novo destino e de forma lamentável explico que fui forçado a sair do RU por motivos de segurança da minha família e que não esperava que isto acontecesse pois o país hoje não é mesmo país que era em 2014 quando fiz os créditos, e sobretudo depois de ter ouvido que vai haver racionamento de alimentos e eletricidade quando saírem em Abril 2019, isto não me inspira segurança e não quero cá estar quando isso acontecer (nem consigo perceber como é que a 5ª (agora 6ª) maior economia mundial se mete numa alhada destas, mas enfim). Ofereço-me para liquidar a divida assim que puder. No entanto segundo as regras da EU, se eu admitir que tenho a dívida é mais fácil para o banco recuperar, se eu negar ou fingir que nunca existiu torna-se mais complicado para eles recuperarem. Eu pretendo pagar a dívida, sinto-me moralmente mal se não o fizer mas tenho receio que os juros de mora sejam demasiado altos. 2. Simplesmente saio daqui sem dizer nada, eles vão mandar cartas para esta morada e claro, já não vou cá estar. Depois vão obviamente tentar descobrir onde vivo em PT e provavelmente vender a dívida a uma empresa portuguesa. E depois essa empresa vai bater-me à porta mas pelo que li, não tenho que pagar ou ceder nada a não ser que haja um mandato de execução fiscal por parte de um tribunal Português. Resumindo, eu não sei bem o que fazer pois se me oferecer de boa vontade para pagar a dívida o banco pode ou não aceitar o período de carência até 2020. Por outro lado, se eu não disser nada provavelmente vai ser mais moroso para eles pois a justiça portuguesa é algo lenta e podem acabar por desistir. Alguém já passou por algo semelhante?
    5. Guest

      IRS, morada fiscal - dúvidas

      Olá a todos, Sou uma jovem cheia de dúvidas e confusa, se alguém me poder ajudar, agradecia imenso. Estou a viver e a trabalhar em Macau desde 2011 e nunca mudei a minha morada fiscal e não fiz declaração de IRS durante estes anos. Questões: - Devo mudar a minha morada fiscal para Macau para evitar ir contra a lei? Se só o fizer agora passados estes anos todos, pagarei alguma multa? - Queria confirmar se tenho feito bem em não fazer o IRS, uma vez que não vivo em Portugal. Mas será que há problemas por nunca ter mudado de morada fiscal? Se mudar agora, vão exigir que eu declare rendimentos de Macau do passado? - Ao mudar o Cartão de Cidadão na embaixada, consigo mudar a morada fiscal, certo? - E quanto à Segurança Social, há alguma coisa que eu deva fazer? Desculpem estas questões todas! Agradeço a vossa ajuda.
    6. Olá, Brevemente vou trabalhar para uma empresa Austríaca, mas irei continuar em Portugal. A minha morada será em portugal, o meu local de trabalho será em portugal, mas a empresa empregadora fica na Austria. Preciso de ajuda em relação a como e onde fazer o pagamento dos impostos? Recebo o salário bruto e depois pago os impostos e segurança social cá mensalmente? É feita a retenção na fonte e recebo o salário liquido? Obrigado
    7. Boa tarde, Em Novembro de 2017 emigrei para Hong Kong, onde vivo e trabalho desde então. No entanto não sabia que tinha que alterar a morada fiscal, pelo que quando percebi que o tinha que fazer, alterei a morada no cartão do cidadão, mas apenas em Agosto de 2018 foi concluido o processo. Aparentemente, e dado que alterei a morada "tarde demais", as finanças estão a considerar que estive em Portugal mais de 183 dias, e foi-me indicado que teria que declarar os rendimentos no estrangeiro, e pagar impostos sobre os mesmos. No entanto, e ainda que a morada tenha sido alterada depois dos 183 dias, eu tenho contracto de arrendamento em Hong Kong desde Novembro de 2017, bem como os recibos de renda e contrato de trabalho (também dede Novembro de 2017). Existe alguma coisa que possa fazer? Hong Kong é a cidade mais cara do mundo, pelo que ainda que os salarios sejam elevados, o custo de vida é já há uns anos o mais alto do mundo. Resumidamente, o meu rendimento em 2018 foi cerca de 56.000€, pelo que as finanças afirmam que tenho que pagar 45% em Portugal sobre esse rendimento. Pagar 45% sobre o meu rendimento ser-me ia completamente impossivel, dado que como disse o custo de vida em Hong Kong não permite de qualquer maneira que com o meu rendimento, consiga neste momento ter 45% (25.000€) para pagar o imposto em Portugal. Admito que estou completamente em pânico e que não entendo esta atitude por parte das finanças, quando desde Novembro de 2017, apenas fui 2 vezes a Portugal, onde estive nem 30 dias no total. Sinto que não faz sentido o facto de que por não ter alterado "oficialmente" a morada a tempo, seja agora considerado residente em Portugal, quando é claro em 2018, residi em Hong Kong um total de 335 dias! Agradeço toda e qualquer ajuda que me possam dar. Cumprimentos, Gonçalo Rodrigues
    8. Boa noite, O meu nome é Andreia e eu necessitava da vossa ajuda urgente. No final de 2015 emigrei para o estrangeiro (Romenia) mas como trabalhei ate Abril 2015 em Portugal, em 2016 apresentei esses rendimentos no agregado familiar juntamente com o meu pai (uma vez que tinha 20/21 anos na altura). Quando cheguei a Romenia (2015) inscrevi-me na embaixada aqui na Romenia. como nao tive mais rendimentos em Portugal nao apresentei mais nenhum IRS uma vez que nao tinha nada para declarar. Este ano, 2019, aquando do meu pedido para abertura de um processo de casamento na embaixada, recebi um alerta por email da AT que teria de declarar os meus rendimentos obtidos no estrangeiro pois ainda era residente fiscal em Portugal - eu nao sabia que tinha de alterar a morada fiscal no cartao e nem tenho como o fazer uma vez que perdi os codigos para alteraçao online. Eu tenho colegas portugueses que ca trabalham e que me indicaram que foram a portugal e junto das finanças pediram despensa de irs de anos anteriores uma vez que nao tinham os codigos para alteração nem sabiam desta questao da morada fiscal - uns conseguiram, outros foram informados que era "obrigaçao dos mesmos informarem-se antes". Tentei contactar a AT e os mesmos informaram-me que teria de declarar rendimentos no estrangeiro referentes ao ano a que o email se referia (2018), e quando questionados relativamente aos anos anteriores indicaram-me apenas que declarasse os rendimentos desse ano, e os outros "depois vê-se o que acontece". A minha questao seria se existe alguma forma de pedir isençao de IRS (pois ja sou tributada na Romenia e sendo que apenas passo 20 dias por ano em Portugal - nao tenho casa, nem propriedades - nao percebo porque devo declarar esses rendimentos) e o que pode acontecer se não declarar os mesmos? E já agora o que fazer em relação ao IRS de 2016 e 2017 que não apresentei. Agradecia desde ja qualquer ajuda que me possam dar no esclarecimento destas questões. Melhores Cumprimentos com esperança de que me possam ajudar, Andreia
    9. Lafa

      Herança no estrageiro

      Boa tarde, Pedia que me ajudassem a esclarecer uma dúvida. O meu cunhado faleceu no estrangeiro, onde tinha a sua vida, não tinha filhos e não era casado. A minha esposa segundo as leis do pais herdou a casa dele e está a pagar o devido imposto. É necessário pagar esse mesmo imposto relativo à herança em Portugal? Obrigado.
    10. Olá, Estou desde 2014 a trabalhar em Espanha para uma empresa espanhola. Informei a empresa que tencionava regressar a Portugal, e esta deu-me a possibilidade de poder continuar a trabalhar para ela, mas a partir de Portugal (a empresa não tem nenhuma "sucursal" em Portugal). A nível fiscal como posso fazer isto? Pelo que sei, posso usar os recibos verdes (sendo que tenho isenção da SS no primeiro ano). Mas e para o IRS, tenho que ser eu a fazer a retenção, ou é a empresa que têm que reter alguma percentagem? Não sei se alguém está na mesma situação, mas na hora de negociar os valores que a empresa me vai pagar não sei que valor pedir No meu recibo tenho (por exemplo): Da minha parte: >Vencimento base: 3000€ >IRPF (IRS): 400€ >SS:150€ >Pensões: 50€ Parte da empresa: >Segurança social:800€ >Pensões:50€ >Outras parametros:40€ Devo pedir os 3000€ (já que os descontos de IRS e SS sou eu que os tenho que fazer) ou que também inclua a parte de todos os impostos que a empresa também paga (3000+800+50+40=3890€)? Obrigado desde já pelas informações que me possam dar. Ricardo
    11. Olá! Saudações Sou Português e trabalho fora da UE há mais de 4 anos para uma empresa estrangeira. Não tenho bens em Portugal. Gostaria de obter empréstimo num banco em Portugal para compra de terreno + construção de moradia em Portugal que é de facto primeira habitação; valor total aproximado 400,000.00 eur. De acordo com as simulações que fiz online, o valor a pagar mês é menos de 20% do salário liquido a pagar a 35 anos pelo que penso ser um aspecto positivo. Estou também a pensar alugar a casa enquanto eu estou fora a trabalhar - com sorte, paga-se a ela própria. a) qual será a melhor abordagem no banco? (Empréstimo para construção? Ou Habitação? Ou outra abordagem?) b) será boa ideia informar o banco que pretendo alugar a casa? c) será possível negociar um depósito fixo com o banco para cobrir por exemplo 1 ano (ou mais) para que fiquem mais tranquilos? (desculpem se estou a dizer uma grande asneira) c) é incomum comprar-se terreno sem dar nenhum bem como garantia? d) o que posso fazer para obter o máximo financiamento para o terreno possível? 100% era ideal.. mas acho que o terreno neste caso teria de ser do banco certo? e) e para construir é possível dar o terreno como garantia e obter também 100% financiamento? Ou qual é o máximo? Cumprimentos e obrigado se conseguir metade das respostas já é uma ajuda.
    12. Olá a todos/as! Provavelmente não será o local mais adequado para perguntar mas dado que o fórum é frequentado por pessoas com conhecimentos e interesse em assuntos relacionados com administração pública, fiscalidade e afins decidi experimentar. Resumindo uma história desnecessariamente longa, a minha mãe tem um cancro da mama do tipo mais agressivo e os médicos disseram que lhe resta menos de um ano de vida. Aparentemente a melhor hipótese é um tratamento chamado "Imunoterapia" que tem tido resultados excelentes em casos destes mas ainda não foi aprovado para uso em Portugal! No nosso país a melhor hipótese será tentar obter autorização para que a minha mãe seja incluída num ensaio clínico, dado que o tratamento ainda não está aprovado, mas em diversos países europeus já é prática corrente. Dado que infelizmente a nível privado os custos seriam incomportáveis (milhares de Euros por sessão a adicionar a viagens e alojamento) a minha questão é, há alguma forma de conseguir que a minha mãe realize o tratamento no estrangeiro através de protocolos de assistência internacional do SNS ou ADSE? Por exemplo, alegando a norma que diz que "os cidadãos podem aceder a cuidados de saúde no estrangeiro quando necessitam de cuidados de saúde hospitalares e especializados que, por falta de meios técnicos ou humanos, não possam ser prestados em Portugal." (fonte: https://www.sns.gov.pt/sns-saude-mais/cuidados-de-saude-no-estrangeiro/ Obrigado!
    13. Sofia Prata

      Mudança de residência fiscal (Suiça)

      Boa noite, Hoje colocaram-me uma questão que me deixou preocupada. É obrigatório dirigir-me às finanças para alterar a minha residência fiscal, se me mudei para a Suiça? Não tenho rendimentos em Portugal. Nem trabalho na Suíça... Entrego a declaração de impostos aqui na Suíça. Em Portugal não. Obrigada pela atenção
    14. Boa noite! Estou com algumas dúvidas... já liguei duas vezes para as Finanças e deram-me informações diferentes. Passo a explicar: Sou trabalhadora por contra de outrém, no entanto, também estou coletadas nas Finanças como independente porque por vezes faço trabalho de freelancer. Neste momento, recebi uma proposta de freelancer para um trabalho na Alemanha. O valor a receber ronda os 2000/3000€. Se fosse em Portugal, estaria isenta de IVA e de retenção na fonte porque não ultrapassa os 10.000€ anuais. Nas Finanças disseram para coletar como "Prestação de Serviços intercomunitário". Numa das vezes falaram de acionar uma Convenção, a outra falaram de uma Declaração Recapitulativa. Fiquei oda baralhada. Depois, a empresa pediu-me um exemplar de fatura para verem se estaria OK. Mandei-lhes um recibo verde e meteram uma data de entraves. Porque só aparece o NIF deles e não a morada (empresa estrangeira) e mais algumas coisas que nem entendi. Tem mesmo de ser Recibo Verde ou é possível contornar isto de alguma maneira? Alguém que me saiba explicar como sair desta embrulhada
    15. Boa tarde a todos, este é o meu primeiro post e sendo assumidamente um verdeiro leigo no tema, agradeço desde já todos os comentários e respostas que me forem dadas. Sou portugues, solteiro e vivo actualmente num apartamento que me vai ser doado em Janeiro deste ano. Este apartamento já é a minha habitação permanente. Acontece que por razões de força maior vou ter de ficar na Alemanha até ao próximo verão. Pretendo conseguir algum trabalho por lá para me sustentar. No entanto não quero perder a minha habitação permanente em Portugal. Sou obrigado a mudar a minha morada fiscal para a Alemanha? Relativamente a impostos sobre possíveis rendimentos na Alemanha, devo declará-los em Portugal? Penso que existem acordãos contra a dupla tributação que anulam esta necessidade. Muito obrigado
    16. Pedro Rafael Costa

      Morada fiscal incorreta

      Bom dia! Tenho uma pergunta que espero que me possam ajudar. Eu vivo em Londres faz agora 5 anos, nunca trabalhei em Portugal, acabei a universidade e vim para Londres em 2013. Estou neste momento a pensar em voltar para Portugal em 2019. Num cenário normal, ao voltar para Portugal, enquadraria-me para o regime fiscal para não residentes. Agora, por ignorância minha, eu nunca mudei a minha morada fiscal para o UK. Continua a ser a Portuguesa. Apenas me apercebi que morada fiscal existia, e era necessário mudar à uns meses quando estava a ponderar a hipótese de voltar para Portugal. Será de algum modo possível conseguir provar que a minha morada fiscal em Portugal está incorreta (à 5 anos) e conseguir enquadrar-me no regime fiscal para não residentes mesmo sem não ter mudado a minha morada fiscal em 2013? Eu paguei todas a taxas aqui no UK desde o início e tenho toda a documentação para o provar, tal como provas de despesas etc. Obrigado, Pedro
    17. Guest

      Doação a filho no estrangeiro

      Boa tarde, Os meus pais deram à minha irmã uma quantia avultada de dinheiro para ajudar na compra de um imóvel em Inglaterra, onde ela trabalha. No entanto não declararam nada às finanças e a mim disseram-me que será a título de empréstimo. No entanto, sei que lhe emprestaram antes dinheiro, que nunca pagou e tem um apartamento no seu nome em Portugal que os meus pais pagaram quando estava a estudar. O que posso fazer para salvaguardar futuras complicações com partilhas? Obrigada.
    18. JULI

      urgente IRS rendimentos estrangeiro

      Bom dia, Parabéns pelo site desde já. Gostaria de saber se podem esclarecer uma dúvida. Sou estrangeira e trabalhei no meu pais da Jan até Set do 2016. Em Out 2016 chegei em Portugal pela primeira vez (residente fiscal a partir de Outubro em Portugal) com o meu marido (Portugues e residente fiscal no estrangeiro até Out) e a nossa filha. De OUT até DEZ não tenho trabalhado em lugar algum. Não tive que fazer o IRS aqui em Portugal mas foi feito no estrangeiro (Art. 4-15-19 CDT Portugal - Meu país) (Art. 15-16 do código de IRS). Durante o 2017 tenho recebido alguns atrasos por o meu antigo trabalho no meu país e não tenho trabalhado em lugar algum. Este dinheiro é tributado já no pais de origem (remunerações publicas). O CDT entre Portugal e o meu país, no seu artigo 19º -1A) "As remunerações excluindo as pensões pagas por um Estado contratante (MEU) a uma pessoa singular (Eu) em consequencia de serviços prestados a esse Estado (MEU) só podem ser tributadas nesse Estado (MEU). O artigo 15º -2 "..as remunerações obtidas por um residente (Eu) de um Estado contratante (POR) de um emprego exercido no outro Estado contratante só podem ser tributadas no Estado primeiramente mencionado (POR) se: a) O beneficiário permanecer no outro Estado (MEU) durante um período ou que no ano fiscal em causa não excedam 183 dias (VERDADE: ZERO DIAS) E as remuneraçoes forem pagas por uma entidade patronal que não seja residente do outro Estado (FALSO: entidade patronal é residente no meu país) c).... A minha questão é, não tendo trabalhado no 2017, terei de declarar os rendimentos auferidos no estrangeiro (já aí tributados)? Não consigo encontrar o meu caso no código IRS... ps não tenho o estatudo de "residente não habitual" Grata. Att. Juliana
    19. Bom dia, Parabéns pelo site desde já. Gostaria de saber se podem esclarecer uma dúvida. Sou estrangeira e trabalhei no meu pais da Jan até Set do 2016. Em Out 2016 chegei em Portugal pela primeira vez (residente fiscal a partir de Outubro em Portugal) com o meu marido (Portugues e residente fiscal no estrangeiro até Set) e a nossa filha. De OUT até DEZ não tenho trabalhado em lugar algum. Não tive que fazer o IRS aqui em Portugal mas foi feito no estrangeiro (Art. 4-15-19 CDT Portugal - Meu país) (Art. 15-16 do código de IRS). Durante o 2017 tenho recebido alguns atrasos por o meu antigo trabalho no meu país e não tenho trabalhado em lugar algum. Este dinheiro é tributado já no pais de origem (remunerações publicas). O CDT entre Portugal e o meu país, no seu artigo 19º -1A) "As remunerações excluindo as pensões pagas por um Estado contratante (MEU) a uma pessoa singular (Eu) em consequencia de serviços prestados a esse Estado (MEU) só podem ser tributadas nesse Estado (MEU). O artigo 15º -2 "..as remunerações obtidas por um residente (Eu) de um Estado contratante (POR) de um emprego exercido no outro Estado contratante só podem ser tributadas no Estado primeiramente mencionado (POR) se: A) O beneficiário permanecer no outro Estado (MEU) durante um período ou que no ano fiscal em causa não excedam 183 dias (VERDADE: ZERO DIAS) E As remuneraçoes forem pagas por uma entidade patronal que não seja residente do outro Estado (MEU)(FALSO: entidade patronal é residente no meu país) C) ... A minha questão é, não tendo trabalhado no 2017, terei de declarar os rendimentos auferidos no estrangeiro (já aí tributados)? Não consigo encontrar o meu caso no código IRS... ps não tenho o estatudo de "residente não abitual" Grata. Att. Juliana
    20. Ola, Precisava que me ajudassem a esclarecer uma situação que se passa com um familiar. Ele trabalha na suiça, contudo a família vive cá e tem casa em nome dele cá, ele vem cá de vez em quando passar umas semanas.ou seja e residente cá e sempre fez cá o irs., E os descontos para a segurança social. Apesar de não ter rendimento em Portugal, apenas na suiça. Nunca descontou para lá. Nunca teve de pagar mas tb nunca recebeu irs cá nem lá. No passado ano fez descontos também na suiça, não me soube explicar bem para que, penso que um seguro de trabalho. Desta vez recebeu uma carta das Finanças e tem de pagar cá o irs. Há alguma alínea que lhe esteja a escapar? Porque é q teve de pagar desta vez? O que fazer para q isto não se repita? Tem de se declarar mais alguma coisa por se ter descontado la.? Obrigadissima
    21. gerumbalino

      Pensão recebida no estrangeiro

      A minha avó recebeu, em 2017, 7.150 euros entre pensão de velhice e pensão de sobrevivência da Segurança Social portuguesa. Ou seja, fica abaixo dos 8.500 euros que tornam obrigatório entrega de IRS.No entanto, recebeu 2850 euros de pensão de sobrevivência francesa. Passa a ter de entregar declaração?Para além disto, o ano passado, devido a esta reforma francesa (que tem de ser inserida manualmente no anexo J), ela foi chamada a pagar mais de 700 euros (uns 25% do recebido), o que é um valor muito alto. Não existe nenhuma isenção especial? Não é como se isto fosse uma fortuna para ela pagar uns justos 25%. Eu nem sei se isto entra numa eventual tributação dupla, uma vez que é um valor inserido manualmente com o único comprovativo a ser somar os valores depositados indicados no extrato bancário (até há uns anos, a França enviava uma declaração anual mas deixou de o fazer). Tem mesmo de pagar este muito avultado valor?
    22. Boa noite! Estou com algumas dúvidas... já liguei duas vezes para as Finanças e deram-me informações diferentes. Passo a explicar: Sou trabalhadora por contra de outrém, no entanto, também estou coletadas nas Finanças como independente porque por vezes faço trabalho de freelancer. Neste momento, recebi uma proposta de freelancer para um trabalho na Alemanha. O valor a receber ronda os 2000/3000€. Se fosse em Portugal, estaria isenta de IVA e de retenção na fonte porque não ultrapassa os 10.000€ anuais. Nas Finanças disseram para coletar como "Prestação de Serviços intercomunitário". Numa das vezes falaram de acionar uma Convenção, a outra falaram de uma Declaração Recapitulativa. Fiquei oda baralhada. Depois, a empresa pediu-me um exemplar de fatura para verem se estaria OK. Mandei-lhes um recibo verde e meteram uma data de entraves. Porque só aparece o NIF deles e não a morada (empresa estrangeira) e mais algumas coisas que nem entendi. Tem mesmo de ser Recibo Verde ou é possível contornar isto de alguma maneira? Alguém que me saiba explicar como sair desta embrulhada
    23. Boa noite. Recentemente comecei a trabalhar em part time para uma empresa de um outro pais europeu em regime de recibos verdes e foi-me pedido um certificado de residência fiscal.O pais em questão tem acordo no âmbito da dupla tributação. A minha questão é relativa ao preenchimento do certificado no portal das finanças, no quado Q7 Rendimentos. Sendo um trabalho em curso, em que me pagam mensalmente as horas trabalhadas, que valor devo indicar? O recebido até ao momento? Uma estimativa (em que há sempre a possibilidade de rescindirem os meus serviços a qualquer momento)? Se alguém conseguir ajudar agradeço
    24. Guest

      Ex emigrante

      Boa tarde, Residi durante 6 anos em Moçambique voltando para Portugal em julho de 2017 ( ate a data nao tive rendimentos em Portugal ). Devo preencher IRS deste ano? Durante os 6 anos trouxe os rendimentos obtidos para Portugal dos quais agora usufruo ( escolas particular das miudas e dispesas basicas ). Posso ser chamado pelas financas por nao declarar rendimentos e ter tantas despesas ? Obrigado
    25. Jcamilo

      Morada fiscal

      Bom dia! Li muito do casos apresentados, mas não fiquei lá muito esclarecido. Por isso resolvi perguntar directamente. Desde já, agradeço a quem se disponibilizar para responder. Eu posso ter a morada fiscal no estrangeiro (EU) e arrendar uma casa em Portugal e evitar a dupla tributação?
    ×
    ×
    • Create New...
    FinancasPessoais.pt

    Subscreva a newsletter e tenha acesso a todas as novidades do grupo de sites FinancasPessoais.pt e a conteúdos exclusivos.

    Os sites FinancasPessoais.pt respeitam a sua privacidade e vontade:

    Não mostrar mais esta caixa