Jump to content
  • FORMAS DE POUPAR

  • Leaderboard

    1. Rick Lusitano

      Rick Lusitano

      Utilizador


      • Points

        17

      • Content Count

        1,250


    2. Urso_Pardo

      Urso_Pardo

      Utilizador


      • Points

        14

      • Content Count

        55


    3. pavh_rm

      pavh_rm

      Utilizador


      • Points

        7

      • Content Count

        11


    4. FreeAtMind

      FreeAtMind

      Utilizador


      • Points

        6

      • Content Count

        215



    Popular Content

    Showing content with the highest reputation since 09/11/2019 in all areas

    1. 4 points
      Recebi recentemente uma chamada telefónica por causa do cartão Universo, onde sou confrontado com uma utilização “anormal” para este tipo de cartão que segundo o funcionário é pensado para compras em lojas e dentro dos valores que são dados por eles, dentro do plafond atribuído. Isto faz-me lembrar o tarifários de telecomunicações, que são ilimitados, mas têm um limite de utilização, em letras muito pequenas e que ninguém sabe onde está até nos mostrarem. Vou explicar de uma forma sucinta, o que aconteceu foi que gastei em 2 meses o que é um pouco superior a duas vezes o valor do plafond atribuído por eles, foi gastando e paguei novamente para regenerar o plafond, para receber o cashback, isto para eles é um uso que é excessivo. Tenho mais cashback neste Universo do que o da Cofidis +por1€ que é de 200€, muito por causa de ter usado na campanhas especiais que eles lançaram, aderi ao Universo em março deste ano. O funcionário chegou a questionar se eu tinha forma de comprovar a proveniente desse dinheiro, porque o plafond é de duas vezes o meu ordenado e de neste caso estava a gastar 4 vezes esses valores, senti-me verdadeiramente encostado à parede, não que tenha medo, apenas por porem tudo em causa. Falou até de algumas transações que tinham sido realizadas no cartão, aparecia uma do Betclic que ele apressou a dizer que o cartão de crédito não era para esse uso, nem para pagar outro cartão de crédito, que não estavam bloqueadas as referências, mas que o uso do cartão não devia ser esse. Foi-me pedido para enviar o IRS de 2018, para que pudessem ver os meu rendimentos, já enviei e aguardo para descobrir o que irão fazer. Este caso demonstra plenamente que devemos dispersar as nossas despesas pelos cartões que temos sem por demasiada pressão num só cartão, além disso evitar sempre exceder o plafonds atribuídos por eles. Afinal parece que este Universo foi pensado para ser usado no grupo Sonae ou então para eu me endividar e pagar juros, receber cashback sem ser por compras ou sem me endividar é que não pode ser. Corro o sério risco de eles me cancelarem o cartão unilateralmente. Tenho pena, porque este cartão Universo é um bom cartão com 1% de cashback em cartão Continente e com umas campanhas boas pontuais, por exemplo já teve de 10% em compras no Continente e 20% na Worten nas compras numa noite. Uma vez mais somos confrontados com os limites dos ilimitados, é algo que me irrita quererem mudar os significados das palavras, os departamentos de marketing têm de ir ler mais os dicionários. Não tenho nada contra existirem limites, apenas acho que eles têm de ser claros para ambas as partes que assinam os contratos e não ser algo que se esconde e não se publicita.
    2. 4 points
      No que toca a investimentos a longo prazo (20-30 anos) aqui em Portugal estamos muito limitados pelo que não existe e devia existir, bem como pelo que existe e temos à disposição. Vejamos algumas hipóteses concretas para um pequeno investidor com um horizonte de longo prazo que pretende investir num fundo de obrigações: - Investir em obrigações através de um PPR Vantagem das deduções fiscais (maior ou menor, depende das outras deduções que já tem até chegar ao limite imposto pelas finanças) Vantagem de ser taxado no fim a 8%, por alto queremos que a soma das deduções fiscais efectuadas ao longo dos anos absorvam este impacto. A desvantagem é a TER ser algures entre os ~1,2% e os ~1,5% nos melhores exemplos historicos (AR PPR e NB PPR) Com estas TER os Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento são em média a 20 anos (~30%), a 25(~40%) e a 30 anos (~50%) Não é nada confortável, principalmente se a taxa de rendibilidade bruta anualizada ficar abaixo de uns 5%, nesse caso a rendibilidade bruta do seu investimento é quase dividida em partes iguais entre si a a entidade onde investe. No final de contas será uma hipótese para conter parte das obrigações da carteira, investindo no máximo até ao limite anual (2000€, 1750€ ou 1500€ conforme a idade) Digo isto porque este é o único veiculo onde podemos diversificar fiscalmente o nosso investimento de forma favorável sem ter muito trabalho (estou curioso para ver qual vai ser a efectiva implementação do denominado "PPR Europeu", que deve ainda distar uns 2 anos) - Investir em obrigações através de um Fundo de Investimento Mobiliário (FIM) nacional Não existem vantagens que eu veja, a não ser a familiaridade com as instituições (?) e a facilidade no processamento fiscal aquando do resgate A desvantagem é similar à acima descrita, mas vejamos um exemplo concreto com o NB Obrigações Europa através do site da CMVM para prazos de 20, 25 e 30 anos Tem uma TER de 1,4624%, não existindo custos de subscrição, acaba por ser a mesma conclusão que acima, mas para dar um exemplo: Vamos assumir que nos prazos de investimento a taxa de rendibilidade bruta (antes de custos, etc) iria ter anos melhores e piores mas que no fim seguia o histórico Se olharmos para o histórico deste fundo, desde 1994, vemos uma taxa de rendibilidade bruta anualizada de 6,26% (antes de custos, divulgada no relatório anual) Vamos investir €10.000 com estes dados e ver como ficamos no final: --Resultado da Simulação a 20 anos Montante Final Bruto do Investimento: 33.201,17 euros Montante Final Líquido do Investimento: 24.781,69 euros Custos a Suportar pelo Participante: 8.419,48 euros Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 84,19% Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 25,36% Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 33,97% Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 2535,90 euros --Resultado da Simulação a 25 anos Montante Final Bruto do Investimento: 44.816,89 euros Montante Final Líquido do Investimento: 31.093,07 euros Custos a Suportar pelo Participante: 13.723,82 euros Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 137,24% Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 30,62% Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 44,14% Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 3.062,20 euros --Resultado da Simulação a 30 anos Montante Final Bruto do Investimento: 60.496,47 euros Montante Final Líquido do Investimento: 39.011,84 euros Custos a Suportar pelo Participante: 21.484,64 euros Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 214,85% Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 35,51% Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 55,07% Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 3.551,39 euros NOTAS: A estes valores líquidos terá agora que retirar 28% de taxa IRS e depois ainda ajustar à inflação decorrida nestes períodos temporais. Observe-se e registe-se que estas duas entradas são independentes da taxa de rendibilidade do fundo: Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento ou seja, por mais que o fundo renda irá sempre absorver as percentagens assinaladas do resultado do seu investimento. - Investir em obrigações através de um fundo de investimento internacional disponível numa instituição portuguesa Aplica-se exactamente o mesmo que acima, a única diferença é que bem escolhido pode ser que encontre TER mais baixas do que os fundos portugueses No entanto, eu ainda não encontrei nada atrativo em relação à opção seguinte, mesmo que encontre algo que seja 0,7-1% ainda será elevada demais Se encontrarem algo com no máximo 0,2% de TER, por favor divulguem! - Investir em obrigações através de um fundo trocado em bolsa (ETF) utilizando a DeGiro ou outra correctora com comissões de transação reduzidas A vantagem é óbvia, poderá escolher fundos com TER cerca de 10 vezes mais baixas do que a média do que encontra nas opções acima. As entradas Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento e Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento são reduzidas basicamente nessa proporção. Repare que a única diferença é a TER, se olhar para a rendibilidade anualizada do ETF da Xtrackers que segue o índice agregado das obrigações europeias recebe uma rendibilidade muito, mas muito similar. Só para ter uma ideia da ordem de grandeza, faz-se umas continhas por alto num guardanapo e tomando o que foi assumido no exemplo do NB Obrigações Europa ficamos com o seguinte resultado para o horizonte de 30 anos: --Resultado da Simulação a 30 anos Montante Final Bruto do Investimento: 60.496,47 euros Montante Final Líquido do Investimento: 58.348,84 euros Custos a Suportar pelo Participante: 2.147,63 euros Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 21,47% Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 3,55% Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 5,51% Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 355,1 euros NOTAS: Para o mesmo investimento e rendimento fica com mais uns €19.000 do que se apostar no NB Obrigações Europa nestes 30 anos. A percentagem de custos é controlavel e determinante para o resultado liquido do investimento, especialmente no médio e longo prazo. A melhor decisão que um investidor pode ter é reduzir ao máximo os custos anuais sobre o capital investido num dado produto igual ou muito similar. Atingir o mesmo rendimento anualizado bruto é facilmente conseguido escolhendo um ETF passivo completamente neutro no mercado, existem ofertas desde a Xtrackers, iShares, Lyxor, etc. Existiriam outras hipóteses para ter um possivel rendimento superior (com pouco mais risco, relativamente), por exemplo se tivesse escolhido um fundo indice passivo de apenas obrigações com maturidade intermédia 7-10 anos, ou tivesse escolhido uma mistura em partes iguais de obrigações a longo prazo +15-20 anos e obrigações de curto prazo 1-3 anos.
    3. 2 points
      Sim, é proveitoso ter uma mistura entre acções e obrigações. Um bom ponto de partida para a percentagem a alocar em obrigações é a sua idade, depois poderá ajustar um pouco para cima ou para baixo, conforme a sua propensão ao risco. Neste caso a sugestão será a mesma de sempre e igual à que foi dada ao Smaug: ETF de obrigações soberanas europeias de prazo intermédio, ou caso não esteja disponível no seu intermediário ou preferir, um ETF que tenha o agregado das maturidades.
    4. 2 points
      Vão enviar o vale, os top ups contam como compras. Já recebi um vale da Fnac desta forma.
    5. 2 points
      Pela consulta da informação disponível no site, pode-se encontrar o contrário. Compras em lojas ou pagamento de contas e serviços. Os valores dependem do plafond mas isto é outra questão. Onde posso utilizar o meu Cartão Universo? O seu Cartão Universo poderá ser utilizado para: pagar as suas compras, em Portugal e em todo o Mundo, em mais de 39 milhões de lojas aderentes à rede MasterCard; pagar as suas Contas e Serviços (água, luz, transportes, telecomunicações, pagamentos ao Estado,…), através da App Universo, da Área de Cliente Universo Online ou da rede MultiBanco em Portugal; Se não querem permitir regenerar o plafond, façam isso. Impeçam a regeneração do plafond. Não encontrei nada no site a indicar que não se pode regenerar plafond. Este argumento é claramente rebatível. A forma de comprovar a proveniência do dinheiro está implícita porque está na sua conta bancária. Nada me impede de poupar os meu salário e "estoirar todas as poupanças" nas minhas férias. Até posso gastar 20 salários mínimos nacionais da CGTP se comprar um carro baratinho (20 x 850 = 17000). Isto foi claramente uma pergunta para intimidar. É claro que sim. A Sonae quer lucro, não será a Santa Casa da Mesiricórdia. Apenas temos que saber as regras do jogo e não abusar demasiado. Sim, isto é mesmo assim. Terá de evitar que o seu cartão apareça na listagem dos TOP X "maus clientes" (maus = aqueles que só dão prejuízo). Não concordo. O funcionário fez o que lhe mandaram. Não tenho cartão universo mas da informação que está disponível no site não encontro nenhuma referência a algo que seja proibido.
    6. 2 points
      Rick, Muita pena tenho por teres "deixado" de participar ativamente nesse tópico. Tal como outros users o fizeram, claro está, mas o teu input era simplesmente impagável. Um bem haja a ti, que me ajudaste imenso, em 2014 e 2015. Graças à tua preciosa ajuda, mantenho 2 carteiras com resultados muito bons...
    7. 2 points
      Investes para longo prazo ou fazes trading? se investes para longo prazo não existem inícios nem fins de ciclo, existem oportunidades, se fazes trading então sim estamos num ciclo de risk on uma vez que houve uma acalmia nos EUA/China e na possibilidade de haver um adiamento do Brexit, por isso diria que estamos numa fase de saída das obrigações e entrada nas acções, mas se amanhã o BCE anunciar novos estímulos com compras em divida governamentais, lá vão as taxas baixarem e as obrigações subirem, ou se a FED de hoje a uma semana baixar a taxa ( 90% do mercado aponta para 25/50 pontos base ) lá vão também as obrigações subirem... Os mercados são lixados, era bem melhor termos taxas de juro de 10% nos depósitos a prazo mas infelizmente não há, temos de andar neste stress ano após ano 🤣
    8. 2 points
      Bem, eu estive a ler isso e o que salta à vista é que a Bloomberg e os media fazem títulos de noticias que não correspondem exactamente ao que foi dito e para além disso fazem citações isoladas que são retiradas de um comentário extenso que o Burry fez que pode ter um encadeamento lógico diferente do que parece. O problema que o Burry aponta é o mesmo que já aconteceu em 2007-2009, as apostas paralelas (em 1º ou 2º grau) que são feitas com excessiva alavancagem em contractos financeiros especulativos. Quem as faz não é o investidor comum, são a banca e as instituições financeiras que mais uma vez inventaram produtos financeiros e parece que não têm regulação. Não é a decisão do investidor comum estar a colocar dinheiro em fundos índice passivos, que têm replicação física dos activos que estão a seguir, que ameaça o sistema de uma forma fundamental. Não é também a compra e venda diária de unidades de participação nestes fundos, pois cada parcela tem sempre o seu apoio físico, apenas mudam de dono. Quanto muito deviam proibir/limitar fundos com replicação sintética completa ou que usem mais do que 10% em derivativos para seguir o índice subjacente. Note-se no entanto que, por exemplo a própria Vanguard tem ainda neste momento mais dinheiro aplicado por investidores em fundos activos do que passivos. O volume de transacções de acções em bolsa ainda está acima do que era por exemplo em 2000 aquando da bolha das dot.com. Ainda existe suficiente regateio de preços diária, pode é ter uma tendência para diminuir. Em todo o caso os fundos indice com replicação fisica fazem transacções reais em bolsa quando compram/vendem as acções que têm de replicar para o investidor comum e ainda só têm ~15% do mercado de acções, quando os activos têm ~20%. Baixem as comissões dos activos e a tendência para crescimento dos passivos vai refrear. As diferenças entre o valor real de uma empresa e o valor que as acções valem sempre foi um problema intrínseco ao mercado bolsista (ou qualquer outro mercado livre). O Burry comenta que quem está a perder o seu tempo a ir ver os balanços das empresas e a verificar realmente a veracidade do seu valor está cada vez a receber menos dinheiro pelo seu trabalho e por isso a tendência é que essas pessoas o deixem de o fazer de forma eficaz. Com isso iremos ter desfasamentos de preços com maior amplitude ou surpresas de um momento para o outro de forma inesperada. Ora, isso já aconteceu no mercado bolsista, por diversas vezes até. O capitalismo sempre foi feito de ciclos, o que interessa é que ciclicamente fique sempre acima de onde já esteve no passado. Os preços estão mais inflacionados devido às sucessivas baixas nas taxas de juro dos bancos centrais, isso é que está a colocar demasiado dinheiro de borla nas empresas com grande capitalização bolsista e que possivelmente não têm o valor e eficiência de negócio a sustentar o preço. Querem evitar uma recessão (por mais pequena que fosse) a todo o custo, mas criam distorções no tecido económico e financeiro que podem-nos sair muito mais caro futuramente. O problema aqui é que quando existirem descobertas que os preços das acções estão desfasados, e ocorrer uma correção de preço com amplitude considerável, as apostas paralelas alavancadas vão registar sobressaltos tremendos e quem as faz (instituições financeiras) não vai ter liquidez para as cumprir no final do dia. Ou seja, ficamos com o mesmo problema que em 2007-2009, a diferença é que as apostas paralelas em vez de terem como objecto o subprime, têm como objecto os índices bolsistas (S&P500, Russell 2000, MSCI, etc). Adicionalmente, quando os preços começarem a descer e ocorrer algum envenenamento pelo problema descrito no parágrafo anterior, a condição humana irracional vai fazer com que haja um fluxo de capital para fora dos fundos índice, que por sua vez vão vender a replicação física que têm na bolsa. Quando isso acontecer a porta de saída vai ser pequena, principalmente para quem tem uma carteira de investimento demasiado focada em acções.
    9. 2 points
      O melhor indicador de mar atribulado é precisamente quando os Bancos Centrais (BC) tomam medidas. Se está tudo bem, então porque os BC tomam medidas? E se vários BC estão a tomar medidas, mais/menos ao mesmo tempo, é porque estão a antever dificuldades. Já não é 1 ou 2 BC. Fed, BCE, BoE (Brexit, dou de barato), BoJ, BC da NZ, Austrália, Canada, Índia, Suíça. Os mercados e as economias são dinâmicos, as notícias são o entretimento para as massas. Para "ler" as economias, não é a ver as noticias e os falsos gurus (comentadores) é ler os indicadores macroeconómicos, inflação, emprego, PIB, Balança Comercial, PMI, etc. As recessões são fenómenos cíclicos (faz parte da evolução), que acontecem regularmente, que durante algum tempo crescem até acontecer, é algo que demora algum tempo. Um bom exemplo, é a crise financeira de 2007-2009, aquilo foi uma bomba-relógio anunciada, já existia indicadores suficientes, mas a maior parte das pessoas quiseram ignorar e continuar a festa, um dia a música teria que acabar, e a bolha do crédito fácil estourou. A recessão irá sempre existir, a data é que incerta. No panorama actual, penso que existe alguma ansiedade crescente, para acontecer uma recessão, porque já peca por atraso, tanto tempo sem uma recessão, há 10 anos sem recessão nos EUA. Os players andam cada vez mais nervosos, porque sabem que a recessão terá que acontecer (a música acabar), e que quanto mais tarde, maiores os estragos serão. O uso crescente de derivados (Opções, Futuros, Forwards, Swaps) provocam maiores estragos, são multiplicadores das quedas (e também das subidas, mas o efeito nas quedas é superior às das subidas, ler história do LTCM: When Genius Failed). Por isso, as crises em mercados financeiros terão mais impacto que recessões económicas em países. Em relação aos indicadores, eles não devem assustar ou entusiasmar, pelo contrário são ferramentas, que devemos usar qb. Todos os ciclos económicos são propícios para o investimento, seja de crescimento ou de recessão. Há sempre oportunidades, sejam por compra através classes de activos mais ligadas ao crescimento ou a recessão, seja através de estratégias de investimento, por exemplo, contrarian, seja através da direção do investimento, compra ou venda, pode-se ainda fazer hedges, etc.
    10. 1 point
      Quando desliguei a chamada fiquei com aquele feeing do isto não vai dar em boa coisa. mas disse ao homem que ia parar tudo bem. a partir desse momento nunca mais fiz pagamentos pontuais e cancelaram pelo que se percebe, a Cetelem não está mt interessada em clientes como nos, então cancela
    11. 1 point
      Nesse caso estaria mais inclinado a colocar num de obrigações cujo prazo seja intermédio.
    12. 1 point
      Sim, foi o que fiz. Já na altura do brinde que ofereciam de boas vindas, foi o que fiz.
    13. 1 point
      Na minha opinião o funcionário fez o mais correcto. Os plafond existem por algum motivo. Se dois meses consecutivos fez comprar 4x o ordenado... Alguma coisa de estranha se passa. Não digo que o não possa pagar, mas acho que o banco tem o direito/dever de verificar se não está em vias de se endividar! Do que que descreveu, não me parece que seja "limites dos ilimitados" uma vez que o funcionário o abordou sobre uma utilização "anormal".
    14. 1 point
      Não sei quais as condições em especifico dessa entidade, mas aqui ficam varias sugestões tendo em conta: acumulação, replicação física, TER menor ou igual a 0,20%, soberanas europeias -Euronext Amesterdão, foi a única hipótese que encontrei na ferramenta de procura do Carregosa: IE00B3VTML14 intermédias- europeias 0,20%. - Euronext Paris, aqui o Carregosa oferece varias hipóteses: LU1686832194 ultra longo europeias (tamanho mais reduzido) 0,10% LU1287023268 longo prazo europeias (tamanho algo reduzido) 0,17% LU1287023185 intermédias+ europeias 0,17% LU1287023003 intermédias- europeias 0,17%. LU1650487413 curto prazo europeias 0,17% LU1650490474 agregado europeias 0,17% Se for para escolher apenas um para jogar com o IWDA, então sugeria algo de prazo intermédio ou o agregado.
    15. 1 point
      O universo é emitido pelo cetelem, por isso não é possivel pagar um com o outro.
    16. 1 point
      Caso não saibam ou se tenham apercebido a Mintos há 48 horas alterou muitos dos seus processos de IT, como costumo monitorizar alguns deles verifiquei que mudaram as horas de alguns processos, os juros são pagos antecipados em vez de ser de noite agora se repararem entre as 21:00 e 22:00 quando a Mintos encerra o dia os mesmo são creditados na conta, outros foi a introdução de medidas de acesso ao Site para evitar "bots" , assim como devem ter balançeado os recursos da Plataforma tendo em conta que os "Loans that match Criteria" finalmente já aparecem nos A'is.... a plataforma aparenta-se levezinha mas aí penso ser mesmo os poucos loans disponíveis pode ter sido por isso tb que arranjaram os AI's , não tem nada para processar.
    17. 1 point
      Esses 2.5 euros não foram perdidos por causa do fundo. Esses 2.5 euros ou foram uma comissão de compra de alguma coisa, ou foram a fee da DeGiro que eles cobram por ter posições em aberto num determinado mercado (é o mais provavel). Cobram isso uma vez por ano. Eu tenho cerca de 2000 euros à ordem na DeGiro e estou na plataforma à 2 anos, apenas perdi 75 centimos para o fundo. Cumprimentos,
    18. 1 point
      Para quem for sócio da Deco, já falei por aqui do Deco Unicre. Ao contrário do Unibanco, pode-se reforçar o saldo com pagamentos MB, e dá 1% em Visa e MB em compras no território português, desde que se tenham feito 500€ de compras no trimestre (não de adesão, mas de calendário, tipo Janeiro-Março)
    19. 1 point
      Já reparam nas últimas mudanças na Mintos? Grace Period: Kuki: 5 -> 5-7 ???? (Ou é 5 ou 7, ou mesmo 6? Em que é ficamos? Será porque a Mintos "agora" é parte relacionada?) Creamfinance Denmark: 3 -> 9 Simbo: 3 -> 5 Rápido: 3 -> 5 Fireof: 3 -> 4 https://www.mintos.com/en/loan-originators/#details "Novos" LO relaccionados com a Mintos: - Kuki https://www.mintos.com/en/loan-originators/Kuki/#general - Bino https://www.mintos.com/en/loan-originators/Bino/#general - Simbo? Como a Simbo pertence ao mesmo grupo do Kuki e do Bino, o Sun Finance Group, será que também o Simbo também não será parte relaccionada e a Mintos se "esqueceu" de actualizar a informação do Simbo? Sem contar com a Simbo, actualmente oficialmente são 22 LO relacionados com a Mintos. Tenho a suspeita que a Hipocredit também será parte relaccionada com a Mintos, até porque a Hipocredit já partilhou a mesma morada que a Mintos, e a mesma infraestrutura de IT. O Sun Finance Group (Bino, Kuki, Simbo) tem a sede na mesma morada que a Mintos, tal como o Mogo Finance Group e ambos grupos tem acionistas em comum com a Mintos. Tanta palha que a Mintos menciona (mails e posts no seu blog), e depois não faz menção ás mudanças relevantes com os LO...
    20. 1 point
      O meu foco é mais no Loan Originator do que no proprio Loan. Analisar o Loan originator (por exemplo através dos ratings da Mintos e da p2pexplore, e ter em conta os dados fornecidos pela Mintos (https://www.mintos.com/en/loan-originators/#details). Definir uma estrategia em função do perfil de investidor (prazos mais curtos ou mais longos/ risco maior ou menor) e tentar as taxas o mais altas possivel por cada Loan Originator selecionado dentro de um nivel diversificação confortável. Isto é tudo um bocado vago mas não há dois investidores iguais pelo que não deverá haver dois portfolios iguais.
    21. 1 point
      Diria que o máximo que pode acontecer será as finanças virem a achar estranho como é que se ganha por exemplo 600€ e se paga 600€ de renda, não paga luz? água? gás? não come? não se desloca? nã0 compra roupa? ( ainda por cima hoje em dia tudo isto está praticamente reflectido no e-factura ), contudo, é perfeitamente justificável, não vive sozinha, vai haver partilhas de despesas e os pais também ajudam, por isso não vejo qualquer outro problema.
    22. 1 point
      Um apanhado do que está espalhado por este tópico, fiz para mim e decidi partilhar: EDIT: Tem sido atualizado com as sugestões de vários utilizadores Bankinter Gold - devo gastar 200€ mês (fecho dia 31 -> 20 pagar) [cashback limite 10€/mês e apenas durante o primeiro ano] # Visa e MB -∆- Bankinter o pagamento parcial antecipado por MB cancela o débito direto, mas permite múltiplos pagamentos -∆- Permite exceder o plafond com carregamento e pagar depois uma compra que exceda o plafond, exemplo ter plafond 500€ e pagar uma compra de 750€ caso se tenha carregado os 250€ extra. * 5% cashback está limitado a 10 € por mês em compras e ref. MB * Isenção de comissão Cash advance (transferência para conta), 2 dias úteis para creditarem Cetelem Black - devo gastar 278€ mês (fecho entre dia 12 e 17 -> 7 pagar) [cashback limite 100€/ano] # MasterCard e MB -∆- A modalidade fim do mês paga a comissão, mas podes escolher parcial e a percentagem 100%, assim fazem o débito do valor total mas não pagas a comissão de débito bancário de 0,31€ -∆- Cobra comissão 0,5€ nas gasolineiras se for pela rede MasterCard, usa rede MB para evitar a comissão * 3% de cashback em supermercados, gasolineiras (comissão 0,5€ na rede MasterCard) e restaurantes Cofidis +por1€ - devo gastar 835€ mês (fecho dia 15 -> 1 pagar) [cashback limite 200€/ano] # MasterCard e MB -∆- (-) é entrada de dinheiro no plafond * 2% de cashback em compras * 1% em pagamentos de serviços (Ref. MB) * Isenção de comissão Cash advance (transferência para conta) e também em levantamentos no MB. É possível fazer pelo Cofinet a transferência para a conta à ordem, 2 dias úteis para creditarem Universo (fecho entre dia 12 e 17 -> 5 pagar) [cashback 1% sem limite] [O extrato fecha a 11° dia útil antes do fim mês, pagamento antecipado só até 8° dia útil antes do dia 5 cada mês] # MasterCard * 1% cash back em cartão Continente (ver exceções: "Compras realizadas nas modalidades especiais sem juros", estas estão excluídas do cashback, mas referem-se apenas às modalidades de 3x ou 6x sem juros, a modalidade fim do mês dá cashback) * Campanhas extra durante o ano, algumas bem generosas de 10% em cartão Continente ou 10€ por fazer uma compra num loja Affinity (fecho dia 13 -> 4 pagar) [cashback 1% sem limite] # MasterCard -∆- Tem 2 plafond distintos, um só para o grupo Inditex e outro só para compras em geral -∆- Só aceitam 1 pagamento do cartão por Ref. MB por mês, o que ficar de fora fica a crédito e pagamento com juros -∆- Só dá levantar no MB, nada de pagamento de serviços (ref. MB). -∆- Extrato só por carta, por email tem de ser pedido por telefone todos os meses -∆- Em geral os plafond dados são muito baixos e só a custo se conseguem que sejam aumentados, dificilmente acima de 1000€, podemos pedir para que seja diminuído o plafond do Inditex e aumentado na mesma proporção o plafond geral (exemplo se tens 300€ no Inditex e 200€ no Mastercard pode pedir para ficar 100€ no Inditex e 400€ no Mastercard) -∆- Para fazer compras em alguns sites, na primeira vez, serás redirecionado para uma página do BBVA Espanha, onde te será pedido o PIN do cartão e a tua identificação, deverás selecionar DNI e indicar o teu número de "Cartão de Cidadão" com o prefixo P (de Portugal), ex: P11223344 * 2% de cashback em compras no grupo Inditex, que são Zara, Zara Home, Massimo Dutti, Bershka, Oysho, Pull and Bear, Stradivarius e Uterqüe * 1% de cashback em compras geral Unibanco Atitude (fecho dia 18 -> 7 pagar) # MasterCard e MB -∆- O plafond é ao mesmo tempo um limite de crédito e um limite de utilização, logo não ganha nada em pagar adiantado o plafond, é pagar só no fim de fechado -∆- Pagar por referência MB não inibe debito direto (aceitam ter cartão sem débito direto) -∆- Parcela em 3 prestações automático, não adianta pagar antes do fim do mês, o dinheiro só entra após fim do extrato e o equivalente a cada uma das prestações, é consideram compras o pagamento de referências MB -∆- A tranferência para a conta não é fraciona nunca * Isenção de comissão Cash advance (transferência para conta), tem que ser pedida por telefone ou por email todos os meses Curve Nota: Não é um cartão de crédito mas é indispensável para maximizar os cashbacks. Tem um tópico sobre o Curve aqui no fórum. # MasterCard -∆- É possível mudar o código PIN do Curve nas caixas Euronet * Cofidis, Bankinter, Universo e Cetelem geram cashback * Usar Universo dá cashback normal e dá para evitar a taxa de combustível (0.50€), exceto portagens  * O Universo classifica todas as compras com o Curve como compras online, usar o "go back in time" para passar compras dos últimos 14 dias para o Universo e carregar o "cartão Dá" com o Curve usando o Universo, quando houver "campanha 10% em compras online". Truques gerais: * Todos cartões dão para pagar uns com os outros, exceto o Unibanco que impede pagar Bankinter e vice versa e também se forem do mesmo emissor, exemplo Cetelem Black e Universo por serem os dois emitidos pelo BNP Paribas. * Carregar saldos em contas de tudo o que for considerado "casas de jogo" não dá cashback, casinos, sites apostas, etc. * Bankinter e Cofidis permitem pagar outros cartões de crédito e receber cashback pelo pagamento de serviços (ref. MB). * A referência MB que vem nos extratos, é sempre a mesma para se poder ir carregando o plafond dos cartões, exceto Affinity e Unibanco não repõem plafond * Os únicos cartões que dão cashback com pagamento de serviços (ref. MB) são o Cofidis +por1€ e o Bankinter Gold.
    23. 1 point
      Certo. E o que é que se depreende daqui? Que a natureza não dá aos seres vivos o que eles necessitam, logo é preciso o Homem intervir? Ou que quando biológicamente deixa de fazer falta à "cria", a produção de leite na mãe termina? Alguns cães provavelmente também aceitam um pedaço de chocolate. Gostar de consumir algo e necessitar nutricionalmente de consumir algo são coisas muito diferentes. Eu apenas defendo que (nós, adultos) não necessitamos. Se tiveres liquidificadora, experimenta fazer o tal leite de aveia. É muito fácil e complementa bem os cereais, ou não fosse já um
    24. 1 point
      Não tenho filhos. Nota que eu anteriormente disse "Não há qualquer razão nutricional para adultos consumirem leite". Para crianças é indispensável, devido a uma hormona natural de crescimento que o leite contém. Por definição, todos os mamíferos bebem (e devem beber) leite em criança. Só o homem continua depois em adulto.
    25. 1 point
      Li bastante sobre o assunto. Acho que há é muita propaganda a favor do negócio de biliões do leite. Pode não fazer mal, mas tudo o que tenha de bom encontras em maior quantidade noutros alimentos.
    ×
    FinancasPessoais.pt

    Subscreva a newsletter e tenha acesso a todas as novidades do grupo de sites FinancasPessoais.pt e a conteúdos exclusivos.

    Os sites FinancasPessoais.pt respeitam a sua privacidade e vontade:

    Não mostrar mais esta caixa