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  • FORMAS DE POUPAR

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    1. Rick Lusitano

      Rick Lusitano

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    1. 6 points
      Devias mesmo! 👍 Acho uma excelente ideia!!! Quem sabe não ias conseguir ir buscar mais algum rendimento com followers e publicidade! 🤔 Opinião honesta: acho que merecias!!! Ou se quiseres ser apenas altruísta, podias fazer uma espécie de resumo de todas as tuas recomendações! Eu falo por mim, li este tópico (e outros aqui do fórum) de fio a pavio e com tanta informação às vezes não é fácil assimilar tudo e separar o trigo do joio! Mas vale a pena! Foram muitas das tuas recomendações que explorei e/ou segui e que me ajudaram a chegar onde estou agora! Aqui, por diversas razões, as pessoas que mais contribuem e ajudam, nem sempre recebem o devido reconhecimento. Por isso (e já que estou numa de lamechas 🤪) obrigado @Mouro Emprestado P.S.: existem muitos outros users que contribuem na mesma medida (que me ajudaram muito também é sempre agradeci a ajuda) e devem ser igualmente reconhecidos! Não irei mencionar nomes, porque são muitos e acho e espero que saibam quem são!
    2. 5 points
      Percebo-te mas para mim 7% não paga o risco sistemático , de todo.
    3. 4 points
      Algo como fiz: Também tenho meu blog, vê na assinatura.
    4. 3 points
      Peer-to-peer industry faces harsh reality when winter comes (texto em anexo) ft.txt
    5. 3 points
      Pensa assim. Uma carteira que tenha uma alocação de 60% em acções (e restante obrigações), pode perder até 30%. Isto para ti é "risco exagerado" ? Isto para uma carteira que deverá ter um rendimento médio anual após inflação de 5% (com base no histórico). Se for uma carteira com 20% acções (e restante obrigações de prazo intermédio, para não se ter demasiado risco em produtos hipersensíveis às taxas de juros), podes ter drawdonws bem mais baixos (10%), mas depois teres um rendumento após inflação de 1% (ou menos). Pensa nisso, faz uns cálculos no excel com base no valor inicial e poupança e depois decide o que para ti é mais arriscado.. PS: Rendimentos passados também não garantem rendimentos futuros. Mas a única certeza na vida é a morte. Com dividendos reinvestidos (assumindo 0% tributação!) e sem dividendos reinvestidos. Lembrei-me que só dá para comparar tendo uma conta premium no justetf.
    6. 3 points
      17.º país no volume em fundos de investimento: Fonte: https://pt.fundspeople.com/news/quanto-dinheiro-tem-as-familias-e-instituicoes-portuguesas-em-fundos-de-investimento?utm_source=mdirector&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterPT2708
    7. 3 points
      Relativamente a livros sobre investimentos e ETF's em particular, existem vários. The Little Book of Common Sense Investing – John Bogle Global Asset Allocation – Meb Faber Unconventional_Success – David F. Swensen O Investidor Inteligente – Benjamin Graham Winning the Loser's Game, 6th edition: Timeless Strategies for Successful Investing – Charles Ellis The Elements of Investing: Easy Lessons for Every Investor – Burton Malkiel, Charles D. Ellis All About Asset Allocation, Second Edition – Richard A. Ferri Vê este tópico: 1. O horizonte de investimento é 5-10 anos. No mínimo pretendo ter este dinheiro investido 5 anos. 2. O PPR foi por desconhecimento de outras coisas. Assim que se pensa investir toda a gente fala do PPR e por isso é que investi nele. Também é o plano para a reforma. Ter um rendimento extra a receber durante a reforma e que me obriga a ter o dinheiro investido até essa altura dai continuar a fazer os reforços mensais. 3. O reforço será mensal. uma parte do ordenado será para investir. 4. Tenho mesmo em mente o horizonte de 5 anos e consulto os investimentos o mínimo possível (para garantir que não fico alarmado ou alguma coisa). o objectivo é mesmo o tempo, ter investido 5 anos para garantir que a variação com a volatilidade dos mercados é menor. 4. Pois, como dizes quanto mais melhor mas estou a apontar para uma rendibilidade na ordem dos 10% no valor global dos investimento. 5. Para agora apenas tenho namorada. Tenho 44% do dinheiro que tenho está numa conta poupança. Este valor é o que me permite "sobreviver" durante 6-8 meses caso alguma coisa aconteça. P.S. estou neste momento também a estudar os seguros de saúde a ver qual é o melhor pelo que se tiveres alguma sugestão agradeço. Vi também esses small caps e são bastante interessantes mas tb vi que a volatilidade é gigante. 😂😂 Penso que vou manter o plano que indiquei ali em cima: investir no IWAD na degiro sem comissões e no IEMA. Os small caps podem ficar para um futuro investimento num terceiro ETF. Apenas algumas opiniões. Relativamente ao PPR, já consideraste o NB PPR do Banco Best ou o PPR do Banco BIG? São boas alternativas ao AR do Invest. Relativamente aos reforços em ETF's, não te esqueças de ter em conta as comissões. Se for em FI's, normalmente não há problema porque quase todos não têm comissão de subscrição (existem excepções). Mas nos ETF's é diferente. Se for nos gratuitos da Degiro, como por exemplo o IWDA, poderás reforçar 1 vez por mês sem custos, senão, de cada vez que fizeres reforços, irás pagar as devidas comissões. Faz as contas para poderes projectar as comissões, que no caso dos ETF's deverão estar abaixo dos 0,5% do valor investido. Eu por exemplo, reduzi a frequência dos reforços para poder criar um valor maior e assim, aquando do reforço, a comissão fica abaixo do valor máximo recomendado para as fee's. Em relação ao teu horizonte temporal para o investimento, quanto mais tempo conseguires manter os investimentos melhor e maior é a probabilidade de atingires os teus objectivos. 5 anos é curto/médio prazo e tanto em ETF's como em FI's, o recomendado é "apontar" para o longo prazo. Mas claro, primeiro tens de ver e decidir quais os objectivos. Quanto à rentabilidade, como já te disseram aqui, 10% é demasiado optimista. A média de retorno do mercado de acções nos últimos 100 anos (se não estou em erro) é de aproximadamente 8%. Se a isso juntarmos uma inflação média de 3% (e estou a ser optimista e a "considerar" que os governos irão continuar a tentar manter as finanças sob controlo, porque poderá ter médias de 4% ou mais) irás ficar com 5%. E se quiseres ir ao detalhe e considerar os impostos a pagar aquando do resgate, que se não mudar nada irá ser 28% sob o valor das mais valis + potenciais fees's de resgate no banco e/ou correctora (eu fiz isso para tentar ter a visão mais aproximada e realista possivel), falamos de rentabilidades liquidas de 3% a 4% dependendo do valor total investido. Quanto ao ponto 5, é uma excelente ideia ter um fundo de emergência e segues todas as recomendações existentes. Eu apenas acrescentaria em procurares contas à ordem ou a prazo com a maior taxa de juros possivel para "rentabilizares" esse dinheiro que na verdade irá estar parado (esperamos) por muito tempo. O importante é que esteja sempre disponivel em todos os momentos e que apenas o uses realmente para emergências. Existem algumas opções no nosso mercado. Quanto à alocação da carteira, também já recebeste várias e boas recomendações. A minha opinião é tentar manter a carteira o mais simples e abranjente (diversificada) possivel. Por isso, uma carteira 60/40, com 2 a 5 ETF's é sempre uma boa aposta. Mas depende sempre de cada um. Quanto menor o numero de activos, mais fácil e barato é fazer reforços e rebalanceamentos. Isso é um dos meus objectivos, manter a carteira com o menor número de activos possivel para os meus objectivos e politica de investimento. Na Degiro tens vários ETF's "bons" para uma carteira deste tipo. Por exemplo, o IWDA que é gratuito e cobre acções mundiais. Se quiseres complementar com emergentes, tens o EMIM que é "barato" e tem uma performance simpática. Para as obrigações, existem vários. Os da Lyxor são dos melhores (na minha opinião) para acções europeias. As recomendações são em investir num de médio/longo prazo, mas no teu caso, se mantiveres o horizonte temporal em 5 anos, talvez os de duração mais curta possam encaixar bem. Se quiseres "complementar" com obrigações dos EUA, tens o CBU7 por exemplo. São apenas recomendações e a minha opinião. De certeza que para cada caso haverá ETF's que se encaixam melhor que outros. É sempre uma questão de: primeiro definição completa da nossa politica de investimento e objectivos e depois pesquisa e simulações. Como me disseram várias vezes (e venho confirmar que é realmente verdade) o melhor investimento que podemos fazer é em cultivar o nosso conhecimento sobre o assunto e mais vale "gastar" umas semanas ou mesmo meses a ler e estudar estas questões do que entrar no mercado sem conhecer e depois "olhar para trás". Bons investimentos
    8. 2 points
      No limite todos os investimentos têm risco de crédito da entidade que monta as operações ou/e da entidade de referência. Dentro disto, sou da opinião que os fundos são os menos arriscados, mesmo com defaults era preciso que todas as empresas constantes numa carteira abrissem falência ou com eventos de crédito para perdermos todo o capital investido, quase tudo o resto tem esse risco imediato, P2P incluído, agora cada um faz o que bem entender com o seu património, mas sendo isto um tópico de fundos no máximo que se fale em fundos ou no limite ETFs, acções, obrigações, P2P etc. têm tópicos específicos, e também não nos importamos que este tópico seja menos activo que o tópico P2P 🤣, faltam dois meses para fazermos só 7 anos de tópico 😋
    9. 2 points
      E quando realmente entrarmos numa recessão e começarem os defaults lá se vai o $ nos P2P... Guillao segue o que diz o 5coroas e deixa-te estar quieto e quando chegar o final do ano logo vês.
    10. 2 points
      Se não surgirem boas medidas de incentivo à poupança (como baixar os impostos nas mais-valias), não tardará muito para sermos ultrapassados por muitos dos arruinados ex-satélites soviéticos. Nisto estamos no pelotão da frente, juntinhos aos mais ricos da Europa, só já temos 8 à nossa frente! Estamos no bom caminho, camaradas!
    11. 2 points
      Não se trata do return absoluto. Trata-se de avaliar o Risk Vs. Return. E estou com o @P2P Money Maker, só justifica andar neste faroeste, como eu lhe chamo, se as taxas compensarem. Se for para andar a ir buscar rates abaixo de 10%, temos fundos de investimento de obrigações que já o conseguem. Nem falo de fundos de acções. Bem, a Mintos primeiro deu-me 60€ de bonus no dia 23, hoje vou a ver o saldo e tinha menos dinheiro que ontem. Os gajos arrependeram-se e tiraram-me 30€. Sem informar ninguém nem nada. E é isto.
    12. 1 point
      Desde que tenhas o ISIN do produto, podes experimentar no mornigstar espanhol ou alemão. Caso a morningstar não tenha os PPRs, podes experimentar a Bloomberg, desde que tenhas o código da bloomberg para cada PPR (e há ferramentas online que "convertem" o código ISIN no código da bloombeg por exemplo), embora neste caso só tenhas historial para os últimos 5 anos.
    13. 1 point
      Obrigado mais uma vez Essa das compras feitas com o curve nos últimos 14 dias, poderem passar para o cartão universo funciona só com cartões de credito??...ou funciona também com cartões de debito? Não sei se foi explicito o que quis dizer Por ex. no curve temos associado cartões de credito e debito, e isso dos 14 dias funciona tanto num como noutro?
    14. 1 point
      Peer-to-peer industry faces harsh reality when winter comes Artigo do FT sobre os desafios que aí vêm para o P2P (mais focado no UK) Se alguém quiser ler e não tiver subscrição posso enviar o texto
    15. 1 point
      No dia da campanha do Universo de 10% em compras online, " moves" todas as compras já realizadas nos últimos 14 dias dos outros cartões para o Universo, assim contam para a campanha também. Foi falado lá para trás, acho que foi o @megamaster a falar disso, deve ter sido no mês de março ou abril.
    16. 1 point
      Há uma carteira que aposta 25% em ouro (mais 25% em acções, 25% em obrigações de longo-prazo e 25% em cash - cash esse que podem ser DP, Certificados Aforro e outros produtos de capital garantido). É o chamado Portfolio Permanente do Harry Browne, que na última crise teve perdas bem pequenas abaixo dos 10% (quando as acções mundiais perderam quase 60%...60%!!!!! do seu valor). Já escrevi inúmeras vezes sobre essa carteira neste tópico para se adaptar o mesmo aos europeus, até porque é a carteira que sigo (devia escrever um blog ahahah). É ler o tópico. O que não quer dizer que para a próxima vez seja igual, porque ninguém sabe como será.
    17. 1 point
      O Cetelem Black dá os 3% de cashback apenas em "super e hipermercados, gasolineiras e restaurantes catalogados nestas atividades." O pagamento da dívida de outro cartão de crédito (pagamento de serviços) não se enquadra aqui, por isso não irias receber os 3% de volta.
    18. 1 point
      Tal como dito pelo Smaug e Blueray, a Deco proteste é cara. A subscrição da deco são 7,50€ e a deco proteste sao mais 12€, se não estou em erro. No total é uma despesa mensal de cerca de 20€. Relativamente ao que oferece a deco protetes, para ser sincero não vale muito a pena. Analisam algumas ações e obrigações mas nada de muito profundo, é apenas a opinião deles. Para ser sincero se perguntares e pesquisares neste fórum consegues ter a mesma informação que te dão na deco. Eu segui os conselhos deles (não percebia muito do assunto e achei que a opinião deles sempre fosse melhor) e acabei por investir em dois etf's que eles sugeriam. Após ler mais sobre o assunto neste fórum descobri que eram exactamente a mesma coisa (associados ao mesmo índice), ou seja, andei a pagar taxas para nada. Com a ajuda do @Smaugacabei por vender esses Etf's e comprar outros dois que eram "melhores" opções. Relativamente às vantagens de ser sócio deco normal (sem aderir à deco protetes) é na subscrição de produtos em dois bancos. Um deles é no banco invest. Com a assinatura apenas da deco normal consegues subscrever o PPR Alves Ribeiro por apenas 1000€, em vez dos 5000€ que é a subscrição mínima exigida pelo banco. Outra vantagem é nos preçários do banco carregosa e banco invest. Se fores sócio da deco "normal" tens acesso a um preçário diferente onde te cobram comissões mais baixas. Se procurares na net os preçários consegues ver a diferença de valores praticados. Agora a diferença entre ser sócio deco e aderir à deco proteste. Em ambos estes bancos (carregosa e invest) tens direito a um prémio anual sobre o montante investido por ser associado deco. A diferença é que se fores apenas sócio deco o prémio é mais baixo do que se aderires à deco proteste. A título de exemplo no banco carregosa: Para subscritores da PROTESTE INVESTE é atribuído um prémio de fidelização à taxa anual de 0,20% sobre o montante investido e calculado diariamente. Para subscritores das publicações da DECO PROTESTE em geral é atribuído um prémio de fidelização à taxa anual de 0,125% sobre o montante investido e calculado diariamente. Resumindo, ser apenas sócio deco dá-te acesso a um preçário melhor nos bancos carregosa e invest (e acesso ao PPR AR por um valor mais baixo) e aderir à deco proteste dá-te um prémio de fidelização superior. Caso o teu valor investido anualmente seja bastante elevado, podes considerar aderir à deco e deco proteste para receber estes 0,20% de prémio e assim compensar as taxas, subscrição, etc. Caso contrário, a degiro tem um preçário melhor que estes bancos com o preçário da deco proteste. Acaba por ser uma melhor opção. É um caso de comparares os preçários, analisar e descobrir o que dará maior retorno. Em relação às análises, na minha opinião não valem a pena. NO meu caso aderir à DECO e DECO PROTESTE e após algum tempo acabei por cancelar a inscrição por achar que não valia o valor que pagava. Mais vale investir esses 20€.
    19. 1 point
      É errado comparar corporate com government bonds. Até porque as corporate = government + spread (risco da empresa) Só quis ilustrar que 1 país famoso pelos seus defaults constantes (por causa disso, levou um dos maiores banco mundiais no século XIX á beira da falência, o Barings, que teve de ser resgatado, no que ficou conhecido por Pânico de 1890 ou a Crise do Barings), a Argentina, ainda pior que a Grécia ou a Venezuela, consegue ter melhores taxas e a 100 anos do que uma empresa sedeada num país da Zona Euro, apoiado pelo BCE. Porque temos o BCE por detrás a comprar a nossa dívida. Quem compra/comprou divida das SAD Portuguesas, vai dizer que o juro oferecido é indicador do risco dos clubes de futebol? Com taxas de 3,75% anuais?! As Yields estão sobreavaliadas devido ás medidas dos Bancos Centrais. As obrigações governamentais contagiam as corporativas.
    20. 1 point
      E a Áustria que emitiu há 2 anos, divida a 100 anos com cupão/Yield de 2,1%? Está com um retorno YTD de +80%. Ainda dizem que as Bonds são para os medricas. As Bonds são as novas Stocks. A Tale Of Two Century Bonds (August 12, 2019) https://heisenbergreport.com/2019/08/12/a-tale-of-two-century-bonds/ A 1ª emissão esgotou, e a Áustria lançou uma 2ª emissão de 100 anos com Yield de 1,171% há uns dias atrás. Austria sells ‘century bond’ with yield of just 1.2% (June 26, 2019) https://www.ft.com/content/abe7c3fa-9807-11e9-8cfb-30c211dcd229
    21. 1 point
      Uma vez que isto funciona mesmo, e estão a aparecer mais pessoas a tentar colocar links de referido para isto (quem refere também ganha dinheiro), para manter a casa organizada e tentar repartir estes benefícios mas equitativamente entre os vários membros do fórum que estejam interessados, proponho que se faça uma cadeia. Quem usa o link de uma pessoa aqui deste tópico pode depois colocar o seu para que o membro seguinte faça o mesmo. Neste momento pelo menos três pessoas já usaram o link do autor do tópico. Uma vez que se tem de escolher um para se criar uma cadeia, proponho que caso esteja interessado, seja o Rockatansky a colocar o seu, já que "partiu pedra" e foi o primeiro a comprovar que que de facto se conseguem os 10€. Caso ele não se manifeste, então passará a vez para o Vidolz
    22. 1 point
      O que se passa em HK não é problema para o sistema financeiro, pois o PC chinês à muito que se rendeu ao capitalismo. Os bancos centrais têm hoje ferramentas e pessoas mais capazes, vejam a chegada do Draghi ao BCE e bastou começar a comprar a divida dos países europeus e obrigar os governos a apertar um pouco para acabar com a crise. O DeutscheBank é um problema antigo, à décadas que tem problemas, mas por detrás dele está o Banco Central Alemão e depois o BCE. O DK é o lugar onde se limpa as dividas, imparidades, da zona euro(alemanha). A chegada ao poder de partidos de direita, desde que não sejam fascistas também não é problema, veja-se na europa do leste onde o negocio continua e até floresce. A economia irá sempre crescer desde que o capitalismo exista, pode sofrer abrandamento, alguns recuos temporários, para a saída dos menos capazes. Só a guerra assusta verdadeiramente o capitalismo, outros interesses para lá do capital podem estar por detrás de ambições políticas e estratégicas das nações, é por isso que quando se fala dela as bolsas caem a pique. A guerra economia abranda, mas torna o capitalismo mais criativo. O que falta na economia da zona euro é um pouco de inflação, e os problemas acabavam. O BCE vai ter de criar um mecanismo para colocar a inflação próximo dos 3%, a inflação ideal para a expansão económica da zona euro. Com esta inflação acabavam os problemas para os bancos, mas ..... talvez o BCE esteja interessado em deitar abaixo alguns bancos para criar bancos maiores. Talvez não interesse ao BCE ter bancos médios, mas grandes bancos, para a guerra financeira com o USA e pequenos bancos para certos segmentos do mercado.
    23. 1 point
      Para quem ficou com medo na semana passada e deu ordem de resgate em fundos EUA. 🤣 E gostei deste quote:
    24. 1 point
      Falando agora nos PPR, o NB PPR está a dar uma abada ao AR PPR. A 3 anos o NB PPR já supera em 1,77% anuais a mais que o AR PPR. A 1 ano o NB PPR supera em 4,29% o AR PPR. Este ano o NB PPR supera em 2,22% o AR PPR. Para se ter uma ideia, as rentabilidades a 1 mês, praticamente inicio desta toda volatilidade recente, o NB PPR apresenta uma rentabilidade positiva de 0,84%, o AR PPR perde 0,63%.
    25. 1 point
      Deve ser do tempo, está tudo deprimido. O tópico deveria ser depressão após cash back. Algumas das plataformas são supervisionadas por bancos centrais. Logo não é a selva. Que alguns empréstimos parecem duvidosos, parecem.? No UK a FCA vai começar a prestar mais atenção as P2P e parece que vai regular, depois da falência da Lendy. Fala-se que outra plataforma também está em maus lençõies. A Fast Invest está no UK. Na Lituania a Neo Finance é supervisionada, tem uma licença ao nível europeu para credito ao consumo e a conta dos investidores está separada do P2P, para que nenhuma acção sobre a empresa na afete os investidores. Na Mintos existem alguns problemas temporários, mas isso é dores de crescimento, quantas vezes me aconteceu ir à CGD e limitarem-me o levantamento, sistema em baixo. Vamos com calma, porque este mercado ainda é muito jovem e vai ter alguns problemas, mas muitos irão sobreviver e fundir-se.
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