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  • FORMAS DE POUPAR

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    1. 7 points
      Eu disse tal coisa? Devia estar sobre o efeito de ácidos só pode. 🤨 Não existem bolhas nos mercados, apenas euforia ou depressão que fazem puxar os preços para cima ou para baixo (e eu na minha ignorância não consigo prever o que é o quê):
    2. 3 points
      Info sobre o S&P500 por sectores e subsectores, por aqui se vê o que esconde um simples número de um índice, acho que serve para podermos ter uma pequena noção do que está por trás de um índice, neste caso o S&P500: https://www.drwealth.com/top-5-gainers-and-losers-in-each-of-the-10-sp-500-sectors/
    3. 3 points
      ainda por cá ando, mas como disse reduzi o que consegui em P2P e fui para outros mercados "Stocks", quando isto passar espero voltar ás plataformas que sobreviverem
    4. 3 points
      O @Rick Lusitano, infelizmente!, disse que se ia afastar, após inundarem este topic com discussões de história que não de P2P... Percebo-o, mas também gostava que voltasse, ele e outros mais utilizadores que animavam as hostes (@Nesspc).
    5. 3 points
      "Se há uma lição a tirar destes últimos meses é a inutilidade de tentar prever a direção do mercado. Enquanto os investidores tentavam recuperar de uma das quedas mais dramáticas do último século, as ações voltavam a conseguir subidas de dois dígitos em alguns casos. De repente, a pergunta do cliente passa de "é tarde demais para vender?" para "é tarde demais para entrar?" Estas são duas perguntas válidas que são repetidas a cada correção". https://pt.fundspeople.com/news/guia-para-os-banqueiros-privados-e-assessores-para-evitar-que-os-seus-clientes-persigam-o-ponto-mais-baixo-do-mercado
    6. 3 points
      @IceMan1910 Gostei ler o teu post. Mas prefiro uma abordagem mais radical (e difícil de alcançar). Para mim o FIRE pressupõe poder não se fazer nada (de lucrativo), se assim o desejarmos. Claro que ficar no sofá a ver Netflix não é de todo saudável. Mas pode-se querer viajar, estudar, fazer voluntariado, acompanhar familiares idosos, etc; atividades que nos satisfaçam pessoalmente mas não tragam rendimentos. Se tivermos a sorte de arranjar um hobbie que nos agrada e ainda por cima nos traz rendimento, é ótimo. Mas não devemos precisar disso. Trocar o emprego por uma atividade profissional ao nosso gosto com horários confortáveis é ótimo. No entanto, continua-se dependente dela financeiramente. Daí a uns anos podemo-nos fartar, mas não a podemos largar sem primeiro arranjar uma alternativa. Essa situação, para mim, não é uma verdadeira independência financeira. Embora seja muito melhor do que trabalhar a vida toda num emprego que não nos satisfaz, claro! Durante o FIRE tem de haver dinheiro para as despesas. Idealmente, deverá vir de investimentos passivos e "seguros", reembolso de IRS e eventualmente ir-se "comendo" à poupança. Mais a eventual reforma, se no nosso tempo tivermos direito a ela (espero que sim). Eis a minha opinião. NOTA: De qualquer forma, nas várias opiniões parece haver um ponto comum na grande importância de se ter durante a vida mais ativa um trabalho com boa remuneração, que permita constituir uma boa almofada financeira. Sem esse ponto de partida, só com uma boa herança, o euromilhões ou uma capacidade/sorte fantástica nos investimentos (e nervos de aço).
    7. 2 points
      Tal como disse o @rui_marreirosa ViaInvest, de todas as que usei, é a única que tem funcionado com alguma normalidade... podia já ter desmobilizado mais, mas optei por deixar ainda alguma coisa. Pelo que vejo até agora, provavelmente será a única na qual ainda pondero vir a reinvestir, mas não para já! A Mintos transformou-se numa coisa complexa e opaca para o comum dos mortais. Alguns, se eventualmente vierem a receber alguma coisa, podem até ter aproveitado bem a actual situação, mas dá muito trabalho e requer muito tempo. Muitos cães a um osso.
    8. 2 points
      Tenho andado a pensar qual é, na prática, a diferença entre ETFs distributivos e acumulativos. Qual é o efeito dos impostos nos dividendos? É certo que os acumulativos são taxados mais tarde do que os distributivos, e isso permite que os dividendos acumulados componham sem impostos. Mas qual é o resultado prático? Vale a pena escolher um acumulativo? Para responder a estes perguntas decidi simular dois cenários (um acumulativo e outro distributivo), tendo em conta os 28% pagos em Portugal sobre dividendos e mais-valias. Uma explicação mais detalhada neste artigo que escrevi no meu blog. Assumi que em ambos cenários se iria contribuir 3600€ anuais, com um retorno anual de 7%: 4% em valorização e 3% em dividendos. No caso do ETF acumulativo, a valorização é de 7% anualmente porque os dividendos são acumulados. No caso do ETF distributivo, os 3% dos dividendos são imediatamente taxados a 28%, resultando numa valorização de 6,16% (4% + 2,16%) anual. Após um período de 30 anos, o cenário acumulativo vale 363 862,95 €, enquanto o distributivo tem o valor de 310 787,71 €. Isto é expectável, uma vez que o acumulativo ainda não pagou impostos. Mas qual é o efeito dos impostos neste caso? Assumindo um levantamento de 24 000€ líquidos anuais, o portfólio cenário distributivo demora 16 anos a esgotar. Por outro lado, o acumulativo aguenta por 18 anos! São dois anos de diferença e mais de 48 000€ líquidos que o portfólio acumulativo retornou, com uma contribuição igual nos dois casos! Esta informação parece-me extremamente útil para aumentar os retornos, portanto espero que tenham gostado deste pequeno bocado de conhecimento. O que acham da conclusão? Já usam ETFs acumulativos ou ainda distributivos? Porquê? 😃 PS: Deixo aqui a tabela com o números todos, para que possam analisar.
    9. 2 points
      Vou manter as minhas previsões de doomsday somente para mim agora
    10. 2 points
      Eu compreendo e atenção, provavelmente o meu FIRE também vai ser mais virado para não ter nenhuma atividade lucrativa do que para o ter. Ou para ter atividades pro bono por exemplo. No entanto o meu objetivo com o post foi identificar que depois de ter pensado muito no assunto, ter falado com muitas pessoas e discutido isto varias vezes, cada vez estou mais convencido que 99% da população não se identifica com não ter uma atividade profissional, mas sim com ir gradualmente evoluindo num sentido mais relaxado. Eu do meu lado consigo mais do que ocupar o tempo sem nenhuma atividade profissional. No entanto se até eu às vezes fico com saudades do trabalho (e tenho dezenas de hobbies) não posso deixar de pensar em todas as outras pessoas com que já me cruzei e que não estão preparadas para não ter atividade profissional. A malta não sabe o que fazer. No entanto tal como disse no post, cada um vai encontrar o seu próprio caminho. Uns vão preferir ficar sem qualquer atividade profissional, outros com menos atividade e outros com uma atividade diferente. Penso que enquanto sociedade se formos todos nesse sentido vamos ser todos mais felizes e cada um encontra o seu percurso ideal. No meu percurso pessoal, penso que com 300K a 5% ao ano = 15 000€ + retirar gradualmente desses 300K + mais um complemento da segurança social (já fiz bastantes descontos), vai chegar perfeitamente. Devo já referir que, apesar de todos podermos ter as coisas que gostamos mais do que outras, temos que ser claros numa coisa.. existem 3 fatores principais onde os portugueses gastam a maioria do seu rendimento: - Habitação - Carro - Filhos Sabendo que à partida ninguem é obrigado a ter filhos e que quem os tem gosta de os ter. Fora as várias técnicas que podem existir para poupar dinheiro com eles (por exemplo, serem os pais a dar explicações em casa, etc..). Vamos assumir que esses gastos com os filhos vão ser feitos. Ficam duas grandes variáveis, Habitação e Carro. Qualquer atividade que consiga alterar estas duas variáveis tem um impacto brutal na taxa de poupança e não só nos objetivos de FIRE como no limite ao libertar rendimento para outras atividades. Foram nestas duas variáveis que me foquei para diminuir as minhas despesas. Ao dia de hoje não tenho custos com nenhuma delas (fora as manutenções necessárias).
    11. 2 points
      Acho que estamos a levar o conceito para uma lógica de 8 ou 80. Penso que para a maioria das pessoas não é assim que se identificam com o FIRE. Vou escrever (a modo de exemplo), o que o FIRE significa para mim. Peço desculpa pelo post longo, mas espero ajudar algumas pessoas: "Fazer o que se quer, quando se quer (de forma geral e não de forma micro). Conseguir evitar esta em situações de desconforto. Fazer o que se gosta". Porquê esta definição tão pouco romantica? 1 - Apesar de todos gostarmos de passear, ler livros, ver series, etc.. (os nossos hobbies), se há coisa que esta pandemia tem demostrado é que todos devemos ter um ocupação produtiva. Porque estar em casa ad-etternum ou mesmo andar a passar sem fim, por norma não satisfaz a 100x o nosso desejo. Existe uma ideia romantica de estar sempre de férias que não corresponde à realidade. Qualquer reformado vos pode dizer que a reforma não é a mesma coisa do que a idealização da mesma. Sinto que durante estes 2 meses em casa, concordo perfeitamente com essa afirmação. 2 - Podemos então concordar que todos devemos ter, para alem dos nosso hobbies uma ocupação produtiva (até para manter o cerebro a funcionar). Se for possivel juntar os hobbies à produtividade, melhor. No entanto já aqui, estou a definir que não existe no FIRE o conceito de "não fazer nada" mas sim o conceito de "fazer o que se gosta, quando se quer". 3 - Consequência dos primeiros 2 pontos advem que, não existe à partida durante o FIRE uma ausência de rendimento, mas sim uma diminuição do mesmo. Da mesma forma que quando chegamos á idade normal de reforma, existe um complemento pago pela Segurança Social (assumindo que estamos em PT) e que serve para repor uma parte do rendimento (mesmo assumindo que daqui a 40 anos a % de pagamento pode ser inferior vs o último salário o que estamos habituados). No entanto estes 2 pontos servem para que a maior parte das pessoas não precisem de 500 mil euros no banco, mas secalhar apenas 200 ou 300 mil porque existe um valor que continua a ser recebido por outras fontes. Posso então definir rapidamente (e certamente de forma não completa), a forma como vejo os diferentes niveis de independencia financeira (alguns podem mudar de ordem): -1 - Garantir que se trabalha numa área com procura e com bons rendimentos. Se não se tem a "sorte" de o fazer então o primeiro investimento deve ser nos estudos e na capacidade profissional para garantir que trabalhamos numa área "com saída" mas também que gostamos. Não vale a pena trabalhar numa área que não se gosta (ex: eu nunca seria médico... nem que o salário fosse 1 milhão de euros por mês. Odeio a área, nunca o faria). Mas também não vale a pena trabalhar em História ou em Sociologia a não ser que se goste tanto que se abdique de ter bons rendimentos (liberdade individual). A meu ver o equilibrio deve estar no centro, na intercepção entre o gosto e a procura. Como em tudo na vida. 0 - Sem indepência financeira (menos de 1 mês de capacidade de despesas), ou despesas de cartão de crédito/crédito ao consumo. Conseguir sair deste estado assim que o ponto -1 esteja atingido. 1 - Desligar o consumo e os gatos do recebimento do vencimento. Deve ser completamente indiferente o dia ou o momento do recebimento do salário das despesas ou dos pagamentos que se fazem. Passar a gerir os gastos e os rendimentos mais numa lógica de receitas/custos e menos numa lógica de cash flow (embora o planeamento do mesmo seja fundamental). 2 - Almofada financeira capaz de suportar 6 a 12 meses de despesas (poupança ou meios de financiamento sem custo -> eu por exemplo uso os cartões de crédito sem pagar 1 unico centimo para atingir esta finalidade). É o conceito de, folga financeira independentemente de como é aplicada na prática. No fundo conseguir responder às questões (Avariou a máquina de lavar! É preciso fazer obras em casa! É melhor pagar o colégio do miudo com 1 ano agregado porque tem desconto de 20%, ....) com um simples "OK!". Planear o cash flow e os recebimentos de forma clara (eu uso o excel) de forma a não existirem surpresas que possam danificar os objetivos financeiros. Flexibilidade de planeamento. 3 - Investir regularmente em ativos financeiros, com uma percetagem dos mesmos em ativos liquidos (ETFs, ...) de forma a poder mobilizar algum capital caso exista uma compra grande (por exemplo, necessidade de um novo carro, sem necessidade de crédito ao consumo), ou poder responder a uma oportunidade de investimento única (por exemplo uma oportunidade no imobiliário ou de um ativo qualquer que faça sentido). Fazer crescer este bolo de forma regular e não tentar fazer market timing. Tentar deversificar ao máximo entre geografias e ativos, mas mantendo o portfolio o mais simples possivel (neste momento quase todo o meu portfolio não liquido está em unidades do IWDA). À medida que o bolo cresce podemos optar por uma parte da poupança em ativos menos liquidos (imobiliário, acções individuais, etc..) Flexibilidade de movimentação de dinheiro. 4 - Usar a estabilidade e previsibilidade financeira e o facto de já trabalharmos numa coisa que se gosta (estou a assumir o ponto -1), para ou mudar para uma empresa/emprego que se gosta mais mesmo que tenha menos rendimento, ou para se diminuir o ritmo (por exemplo passar de 60 horas semanais para 20 ou 30, etc... Se o sonho é ter o próprio negócio ou fundar uma empresa, esta é a altura para o fazer. Para muitos o sonho pode ser ter filhos ou dedicar mais tempo à familia. Vejo esta parte familiar a ser explorada idealmente entre o ponto 3 e o 4. Quando se cria uma familia cedo de mais, dificulta a saída dos primeiros pontos da lista. 5 - Melhorar o ponto 4 eternamente até se encontrar o balanço perfeito para o mesmo -> ou mais familia, ou mais negocio, ou menos trabalho, ou .... adequado aos gostos de cada um. Estou farto de pensar nisto, e acho que o FIRE é no fundo um trigger para a liberdade individual de cada um, para se fazer aquilo que se gosta. E portanto a questão de poupar agora vs usar no futuro, etc.. é uma coisa que nem sequer vejo como questão. A poupança e os níveis de independencia financeira devem a meu ver ser atingidas de uma forma muito simples: 1 - Tentar maximizar os rendimentos dentro das skills que se tem (se necessário investir na educação e na formação). 2- Tentar minimizar as despesas ao máximo dentro daquilo que são as preferências individuais de cada um... não faz sentido passar dificuldades para poupar dinheiro! Mas também não faz sentido pagar juros, comissões ou oferecer dinheiro sem retorno. Vou dar exemplos: - Eu adoro cinema/series e adoro ver coisas com boa qualidade de imagem e som. Quando estou em casa, muito do meu tempo é passado a ver exatamente isso e é um local de união familiar porque todos gostamos. Tenho portanto uma boa TV que me custou bom dinheiro. No entanto fiz uma grande pesquisa e a relação qualidade preço da TV é excelente (comprei uma TV de 3000 euros por cerca de 1000). Porque não fiz a compra de forma emocional nem em cima do joelho. Comprei na altura certa e com planeamento. - Da mesma forma, os trabalhos em casa, pinturas, limpezas, arranjos, montagem de coisas é feita 100% por nós. Estamos em condições de o fazer fisicamente e portanto em vez de pagarmos a outras pesssoas fazemos nós todos os trabalhos em casa. Odeio no entanto cozinhar e adoro ir comer fora. Vou comer fora imensas vezes num determinado mês. Sempre que possivel no entanto vou a sitios em que gosto e sei que pelo valor que pago fico satisfeito. Maximizo a minha satisfação minimizando o custo. Mas não deixo de fazer o que gosto, nem cozinho que é uma coisa que odeio. - Em vez de pagar formações e aprendizagem, muito do que sei hoje fazer foi aprendido online usando os milhares de optimos materiais que existem pela internet. É preciso tempo para escolher e aprender e perceber quais os bons e os maus materiais, mas eles existem. Posso garantir que ganharia menos de metade do que ganho hoje no emprego caso não me tivesse dedicado a aprender online como dediquei. Gastei 0 euros nessa aprendizagem. - Vou de férias várias vezes para fora. Em vez de pagar às empresas de viagens pelo pacote, faço eu a pesquisa, compro os bilhetes para tudo e mais alguma coisa online, planeio a viagem, etc.. No final faço para a familia a mesma viagem mas a metade do preço. O custo é o planeamento. Sem esforço não há recompensa. - Esta lista pode continuar para sempre, desde escolher um carro que seja bom sem gastar dinheiro em marcas, usar os transportes publicos para o trabalho, não pagar comissões que não acrescentam valor, etc... No fundo a questão de qualquer consumo deve ser sempre: O que é que vou retirar daqui? Quando é que vou pagar? O preço justifica a minha felicidade? Se sim... então força nisso. Se não, é dinheiro mal gasto. Uma pessoa pode adorar carros bons e perseguir à mesma a sua independência financeira... não tem nada a ver. Não se pode é gostar de tudo e querer tudo! Da mesma forma que não se pode querer tudo feito e comprar já tudo pronto sem ter qualquer tipo de trabalho! Ou melhor... poder.. pode... não pode é querer independência financeira! Nunca esquecer que o dinheiro que se tem no bolso é apenas um paralelismo do nosso esforço e do nosso tempo. Nunca oferecer esse dinheiro a outros, a não ser que vos estejam a retornar valor em felicidade vossa, que o justifique! Depende sempre dos gostos e das vontades de cada um de nós. A nível pessoal, sinto que neste momento estou no ponto 3 de independência financeira a tentar passar para o 4. Planeio chegar ao 4 até aos 40 anos (tenho 33 neste momento). Estou também a começar uma familia, tenho no entanto o planeamento para isso, e não me vai afetar significativamente os planos -> está dentro dos fluxos que estou a prever para o futuro). Boa sorte para todos e acima de tudo felicidade no que vos faz feliz! É esse o único objetivo de tentar maximizar o dinheiro que se tem no bolso.
    12. 1 point
      Será que amanhã vamos aos 3.000 pontos no SP500? (hoje a bolsa americana esteve fechada) 🙂 Ou será que amanhã começa nova descida a pique? "Não percam o próximo episódio, porque nós também não!".
    13. 1 point
      Tenho andado a brincar com umas contas e resolvi começar um blog onde coloco uns resultados e umas considerações sobre investimentos a longo prazo para o comum investidor. Deixo aqui as publicações, sendo uma apenas a apresentação e a outras já uns comentário mais detalhados para quem tiver paciência de os ler. É algo que sei já existir um pouco por toda esta nossa internet, até com efeitos visuais mais apelativos, mas fica o meu contributo. Página Geral https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/ Apresentação https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/apresentacao-o-longo-prazo-899 1º Capitulo da série "Afinal, o que é o longo prazo?" https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/afinal-o-que-e-o-longo-prazo-parte-1-1325 2º Capitulo da série "Afinal, o que é o longo prazo?" https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/afinal-o-que-e-o-longo-prazo-parte-2-1776 3º Capitulo da série "Afinal, o que é o longo prazo?" https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/afinal-o-que-e-o-longo-prazo-parte-3-2471 4º Capitulo da série "Afinal, o que é o longo prazo?" https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/afinal-o-que-e-o-longo-prazo-parte-4-2940 1º Capitulo da série "Indústria Extractiva Portuguesa" https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/industria-extractiva-portuguesa-parte-1-2693 2º Capitulo da série "Indústria Extractiva Portuguesa" https://olongoprazo.blogs.sapo.pt/industria-extractiva-portuguesa-parte-2-3667
    14. 1 point
      O revolut, não sendo mau produto, recebe publicidade a mais para aquilo que faz e leva que muitas vezes as pessoas nem considerem outras opções que poderiam ser melhores para o uso que lhe querem dar. Em termos de câmbios, o Curve card, que muito por aqui é falado e por boa razão oferece exatamente as mesmas taxas de câmbio interbank que o revolut, com a vantagem que trabalha com qualquer cartão que já tenhamos, não é mais uma conta e saldo à parte para gerir. E depois, claro, como o @ruicarlovreferiu o cartão Cofidis por +1€ dá um cashback de 2% em tudo mas sendo o câmbio ligeiramente pior, continua a ter vantagem usar o Curve nem que seja com o Cofidis como underlying card no Curve
    15. 1 point
      Só compras e tem que ser lojas com registo em PT.
    16. 1 point
      Olha, em relação as tuas dúvidas é o seguinte: Grupeer - perdido; Crowdestor - pagamentos em pending, irão fazer um no final deste mês, fertilizantes; Mintos, é uma paródia, pending, investimentos diferidos no tempo e ainda auto-invest atividados com "actualizações" na plataforma; Viainvest parece normal; Peeberry - igual; outras plataformas onde estou está tudo a correr normalmente.
    17. 1 point
      Não há investimentos sem risco. Cabe-te a ti descobrir/entender o risco de cada produto e decidir se é adequado para ti. Não esperes que aqui no fórum alguém te venha "segurar a mão" e dizer que podes investir à vontade em X, que nada poderá correr mal. Se alguém o fizer, está-te a prestar um mau serviço.
    18. 1 point
      Não tem nada a haver com o pandemia, o que aconteceu é que em 2019 houve uma redução das taxas de retenção na fonte mensais, ou seja fomos sangrados menos mensalmente mas depois no final recebemos menos.
    19. 1 point
      Na aplicação móvel do Unibanco aparece a referecia no separador de extratos
    20. 1 point
      Já paguei o Cofidis com Atitude e Bankinter, sem problemas. 🙂
    21. 1 point
      Dá cashback certinho usando o cetelem Black + curve, e sem taxa, já testei inúmeras vezes. E já agora Filipe, em relação ao pagamento do cofidis, já experimentaste mesmo tu? É que eu sei que o Atitude permite pagamento de serviços, mas as vezes os cartões não se permitem pagar uns aos outros. Obrigado.
    22. 1 point
    23. 1 point
      Mas muitos cartões de crédito, a maioria dos emitidos em Portugal, funcionam também na rede multibanco sem que o cartão tenha qualquer funcionalidade débito. O meu ponto é portanto que o cartão ser débito ou crédito é irrelevante. O que interessa é as redes que o cartão suporta e que o terminal suporta
    24. 1 point
    25. 1 point
      Estive a consultar a Ficha de informação normalizada, o ponto 8 relativo a reembolso antecipado indica que não é cobrado qualquer comissão de reembolso antecipado. «O Cliente tem o direito de pagar a totalidade do saldo em dívida, em qualquer momento, sem encargos, utilizando para o efeito as caixas automáticas da rede Multibanco (através da funcionalidade “Pagamento de Serviços” ou através de cheque emitido à ordem da UNICRE, o qual só será relevado após boa cobrança.»
    26. 1 point
      A recuperação em V não é verdadeira, muitos sectores não recuperaram e as pequenas empresas continuam no buraco. A recuperação como o David disse está no NASDAQ-100 e nas BLUE CHIPS.
    27. 1 point
      Eu desmobilizei da Envestio, Grupeer e e Agrikaab apenas :). Mesmo com estas saidas "forçadas" continuo na EstateGuru, Viainvest e Brickowner e Mintos (por ordem de importância/valores). Valores abaixo de 1k: Twino, Dofinance, Iuvo, Housers, Bondora, lendermarket, Lenndy, Ibaanwallet, Celsius. De saida da Bondora, Ibannwallet. Entrei este mês na Rendity e na Nexo (não sendo p2p, é de risco). Não me "assustei" com as quebras (mas se calhar devia).. Não invistam dinheiro que não possam perder claro.
    28. 1 point
      A lendermarket estendeu a campanha de cashback (2%) a todo o mês de Maio. Esta plataforma causa-me alguns receios. Felizmente o p2p milionário acaba de despejar lá 160k, o que talvez dê para libertar alguns dos meus fundos... algures.
    29. 1 point
      No meu caso mantive o investimento na Mintos e noutras plataformas de imobiliário como estateguru e crowdestate. Até agora sustos apenas os empréstimos do grupo FINKO na Mintos...vamos ver o que vai dar.
    30. 1 point
      Eu voltei a investir na Twino após ter estado 4 meses com a conta a zeros. As razões que me levaram a levantar o meu investimento (cashdrag e baixa rentabilidade) foram resolvidas pelo Covid, pelo que retomei o investimento. Tenho bastante confiança na Twino pela antiguidade da plataforma e por ser das que reúne investidores com maiores quantias. Além disso mantive o reforço na GoParity mas são valores muito baixos. De resto, tenho mantido o investimento nas plataformas de imobiliário e retirado uma boa parcela das plataformas de empréstimo ao consumo.
    31. 1 point
      Unibanco Atitude para ir buscar €200 no 1º ano
    32. 1 point
      Eu, desde que decidi entrar nas P2P, coloquei um limite máximo de 5% do meu portfólio investido neste tipo de plataformas. Comecei com a Raize, TWINO e Mintos. No ano passado, decidi fechar a Raize e a TWINO e sai completamente destas duas. Mantive a Mintos e abri na PeerBerry, Robocash e VIAINVEST. E nestas continuo. Mas como falei aqui à uns meses largos atrás, este tipo de plataformas não me inspira confiança necessária para ultrapassar certos valores (independentemente das % do portfólio alocados a elas). Ou seja, mesmo os 5% considero em ir reduzindo consoante os valores envolvidos. Nunca irei chegar a valores de 6 dígitos nestas plataformas (muito menos valores de milhões, mesmo que pudesse😁). Considero que 5 dígitos serão os valores máximos que consigo suportar. Estas são as regras que tenho e continuo a seguir!
    33. 1 point
      Eu estou a manter em três plataformas : IUVO, Mintos e Peerberry
    34. 1 point
      Eu não tenho nenhum deles mas parece-me que no curto prazo (12 meses) as propostas "Attitude" e "Life" do Unibanco são muito apelativas, pena só durar 12 meses o cashback.
    35. 1 point
      Ah bom. Fico mais tranquilo.
    36. 1 point
      Para que importa? Imagina uma linha a 45º a subir quase até ao topo. Mas caso o virtua faça update a esse gráfico, ele que mude o Título de Sp500 para Sp5+OResto, que isso é que explica essa linha.
    37. 1 point
      Confesso que tenho "saudades" do User Presidente da Junta 😁
    38. 1 point
      🤣🤣 Mas nisso até o presidente mor múmia Cavaco disse, quanto mais um mero "presidente da junta" 🤣
    39. 1 point
      Situações dessas já aqui foram discutidas, são buybacks feitos "por erro" que depois são convertidos em "loan extensions". Aconteceu recentemente com alguns loans da "IDF Eurasia".
    40. 1 point
      O RICK que anda desaparecido, espero que esteja tudo bem, tinha alertando para o problema do negócio de muitas plataformas, mesmo da Mintos, negócios muito pouco estruturados. Como a entrada de capitais era muito, a preocupação era só facturar, a Grupeer foi andando bem. A Alla da Grupeer até "parece" ter boas intenções mas parece que o barco que construiu era demasiado grande para o marinheiro e agora teve de chamar gente competente para a ensinar a navegar, a ser verdade o que afirma. Faz-me lembrar o que se passou com a TWINO que teve de mudar CEO, só que aqui foi na fase boa. Vejamos as cenas dos próximos capítulos. Ou as acções em tribunal.
    41. 1 point
    42. 1 point
      Em 2008 éramos 12 anos mais novos, e muitos ainda andavam na primária 🤣
    43. 1 point
      E isso não é bom? Essa irracionalidade tonta é que proporciona ganhos incríveis (comparar o Zimbabwé aos EUA, seja em que dimensão for - social, económico, financeiro, político, jurídico, tecnológico, populacional, localização, etc, o que quiserem - é do melhor! É daqueles tesourinhos de antologia! 😄).
    44. 1 point
      Se o governo dos EUA, ex, não tem problema em imprimir dinheiro, porque é que os americanos ainda pagam impostos ?
    45. 1 point
      Até hoje nunca me foi cobrado nada, mas tendo a minha conta bastantes particularidades vale a pena questionar antes. De qualquer modo, aconselhava a fazê-lo pelo Best, não só porque a oferta é maior mas a usabilidade é muito diferente (não tenho conta no BEST e apenas no Activo, porque tal como referi atrás, por bastantes particularidades que não vou aqui referir).
    46. 1 point
      neste momento a maioria das acções já estão caras, toda gente espera correcção nos proximos tempos vamos ver se acontece
    47. 1 point
      Isto fez-me lembrar de um técnico com o qual tive o privilégio de trabalhar há uns anos, por alturas de 2012. Um tipo que tinha 37 anos, tendo investido na sua area de intervenção com certificações profissionais pagas do bolso dele...sabia o que andava a fazer no terreno, não apertava um parafuso que fosse à toa e no horário de trabalho dava o litro. Aqui davam-lhe 650-700€ mensais e subsidio de alimentação 6,70€, contractos anuais renováveis a termo certo (já com brincadeiras de ser despedido e contratado novamente, etc). Andava um tanto ao quanto desmotivado por ver que a carreira dele não evoluía, nem havia nenhuma perspectiva futura para além de mais do mesmo. Numa conversa franca com ele, e um pouco contra mim mesmo, disse-lhe que um profissional como ele era muito valorizado em Inglaterra e porque não ele pensava em mudar o rumo da vida para lá. Conclusão, passado um mês estava lá a ganhar 6x mais (!), com um custo de vida cerca de 1.5x superior. Isto para dizer que uma profissão desconsiderada em Portugal pode ser muito valorizada num outro pais europeu, ficar limitado ao mercado laboral Português é um erro em muitos casos.
    48. 1 point
      top um do IbanWallet -> curve+ universo deixou de dar Penso que a "culpa" seja do curve. na app identificava a despesa automaticamente como sendo "shopping", agora identifica como "general" Que outras formas usam para aproveitas o cashback? (além das compras normais )
    49. 1 point
      Por acaso no mês passado o meu cartão curve não foi aceite na Media Markt e tive que pagar com o Universo, na modalidade débito. Mas ontem fui ás finanças pagar impostos e o cartão Curve associado ao Universo foi aceite. Espero que conte como compra pela Internet para ter os 2%. Por falar em pagar impostos nas finanças, aproveito para informar que quem estiver interessado, tem de fazer marcação para o número 217206707. Devem escolher o imposto (IMI, IVA, etc...) e a modalidade "Questões do Portal das Finanças". Advirto que os operadores das finanças têm instruções para nos convencer a não nos deslocarmos ás tesourarias (dito por quem me atendeu) e aconselham para tentarmos efectuar o pagamento por homebanking ou multibanco. Até me sugeriram ir aos correios, o que achei ridículo, pois ir ás finanças ou aos correios os riscos de contágio deste vírus são idênticos. A minha desculpa, que até era verdade, é que iria levar um cheque para pagar o IMI de um familiar que não tem cartão multibanco. Só para verem o quanto eles tentam demover-nos de uma possível deslocação, sugeriram-me ser eu a pagar por multibanco da minha conta e o familiar pagar-me a mim. Eu disse que o cheque já estava passado e ponto final. Depois de muita conversa lá consegui agendar a marcação. Já ontem, nas finanças, não me colocaram qualquer problema. Lá paguei o tal IMI com cheque e mais o meu IMI, IUC e IVA com o Curve.
    50. 1 point
      Normalmente costumo abastecer na BP com o desconto do Pingo Doce. Normalmente se se gastar algum dinheiro em compras, consegue-se abastecer a preços inferiores aos das gasolineiras de marca branca. Por cada 40€ em compras no Pingo Doce acumula-se 2€ em cartão para descontar na BP com os limites da imagem que coloquei abaixo. (Nem todos os postos da BP têm parceria com o pingo doce, é recomendável ir ao site https://www.bpp.com.pt/cwa/pt/sites# para verificar se tem parceria) Atenção que só se consegue descontar para abastecimentos superiores a 16L. Outra coisa a ter em atenção é que o valor que se acumula no cartão poupa mais só fica disponível para se gastar na BP até ao último dia do mês seguinte em que se acumulou o desconto no poupa mais. Por exemplo: Fiz uma compra no Pingo Doce hoje, dia 12/05/2020 de 42€. Acumulei 2€ de desconto para a BP mas só é válido até ao dia 30 de Junho de 2020. Como costumo fazer para abastecer o mais barato possível: Uso a aplicação VivaGas para comparar preços das gasolineiras BP (Por vezes encontram-se diferenças de 0,03€ no mesmo combustível em postos da BP diferentes e 0,03€ em 50L já é alguma coisa). Imaginem que tinha 12€ no meu cartão do pingo doce, que o preço do gasóleo simples está a 1.20€/L e que vou atestar o carro com 50L: 50L x 1.20€/L = 60 € - 12€ (desconto) = 48€ Ou seja: 48€ / 50L = 0,96€/Litro Outra coisa boa é que ao abastecer 40L ou mais na BP tem-se desconto a 2€ na fatura da luz da EDP. Basta associar o cartão Poupa mais ao contrato da EDP. Por cada 40L que se abastecem por mês são mais 2€ que se tem de desconto até ao limite de 10€ de desconto por mês.
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