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    1. Rick Lusitano

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    1. 7 points
      Podem clicar na imagem para a ver em formato grande!! https://www.visualcapitalist.com/sp-500-market-crashes/ P.S. Mais uns que usam o conceito correcto de drawdown. Top to bottom, peak to peak!!
    2. 7 points
      Baseado nos dados do link anterior, fiz um cálculo simples para ver os retornos ajustados ao DD de cada sector do S&P 500 e do S&P 500 (ordenado decrescente a 10 anos) : http://www.lazyportfolioetf.com/sp-500-sector-returns/ 3Y 5Y 10Y 3Y 5Y 10Y ETF Return DD Return DD Return DD Adj. DD Return Adj. DD Return Adj. DD Return S&P Information Technology (XLK) 101,65 -17,36 180,63 -17,36 493,79 -17,36 5,86 10,40 28,44 S&P Healthcare (XLV) 39,61 -12,59 50,27 -13,21 340,39 -13,21 3,15 3,81 25,77 S&P Consumer Discretionary (XLY) 56,09 -21,41 83,45 -21,41 404,55 -21,41 2,62 3,90 18,90 S&P Consumer Staples (XLP) 23,24 -13,64 42,71 -13,64 205,43 -13,64 1,70 3,13 15,06 US Large Caps (SPY) 40,25 -19,43 71,44 -19,43 262,34 -19,43 2,07 3,68 13,50 S&P Utilities (XLU) 26,34 -18,83 63,77 -18,83 187,93 -18,83 1,40 3,39 9,98 S&P Real Estate (XLRE) 23,15 -20,35 40,61 -20,35 163,15 -20,35 1,14 2,00 8,02 S&P Industrials (XLI) 11,71 -27,13 46,93 -27,13 191,43 -27,13 0,43 1,73 7,06 S&P Communication Services (XLC) 17,94 -17,72 38,77 -21,67 143,12 -21,67 1,01 1,79 6,60 S&P Materials (XLB) 17,69 -26,16 45,83 -26,16 136,82 -27,37 0,68 1,75 5,00 S&P Financials (XLF) 2,02 -31,74 29,82 -31,74 141,39 -31,74 0,06 0,94 4,45 S&P Energy (XLE) -37,08 -58,15 -36,21 -58,15 -9,61 -63,93 -0,64 -0,62 -0,15 Dá para ver quais os sectores que contribuem positivamente para o S&P 500 (que batem o S&P 500) e os pesos mortos. Quais os sectores mais consistentes ao longo do tempo.
    3. 6 points
      Aproveitei uma tabela que um user criou em 2019 e atulizei com os dados dos cartões de crédito que dão cashback em 2020. https://docs.google.com/spreadsheets/d/1-gxba3qSIC4drpDD3bg4bmlxfmqcv-U-4QbIWVX1FBA/ Falta algum cartão ou alguma informação importante ? A ideia é servir como guia para os utilizadores novatos nesta área, assim evitamos estar sempre a repetir as mesmas recomendações...
    4. 6 points
      Outro gráfico do S&P 500 interessante:
    5. 5 points
      Talvez já sabes. Mas a banca presencial é algo em extinção. Por exemplo, recentemente para ir a um dos meus bancos fazer uma reclamação, tive de fazer vários km de carro. E moro em Lisboa, não é no interior de Portugal ou numa cidade/vila pequena. Porque deixou de existir agências num raio de 4 freguesias. Fui mudado por este banco de agência em agência, consoante as freguesias deixaram de ter agências. Moro numa freguesia aonde até 2-3 anos atrás tinha 5 agências bancárias, hoje há 0. (Também passo anos sem ir a um banco, mas as caixas MB fazem imensa falta.) A tendência é de acabar as agências para os clientes normais. Ficando tipo, uma agência no distrito para clientes empresariais ou de elevado património. E o povo a comunicar pelo banking online, email e telefone. Os clientes de retalho cada vez mais não compensam aos bancos. Só servem como milking cows para sacar comissões, que pela usual inércia tuga, preferem pagar a procurar alternativas mais baratas. (Em compensação, preferem para poupar 5 cents no café ir ao café mais longe...) Por isso, o factor da presença física para escolher um IF, é algo muito instável. Entre a estabilidade legal holandesa (DeGiro) e a volátil legislação portuguesa e espanhola (Santander), vê aonde muitas holdings ibéricas estão sedeadas. EDIT: Tinha na minha freguesia, 5 agências bancárias e não 4 como tinha escrito anteriormente.
    6. 5 points
      Deixa-me brincar um bocadinho contigo, de forma saudável: a)Tu não tens 30 € de lucro, tens, sim, uma valorização do ativo em 30 €, pois, como sabes, o que conta é o resultado final do jogo (resgate do ativo), quando o árbitro apita dando como encerrado o jogo, com uma vantagem enorme: aqui o árbitro és tu e és tu que decides quando o jogo vai acabar. Isto não é como começa mas sim como acaba; b) Tu investiste 50 € ? Se fosse isso, estavas com uma valorização brutal. 🤑😎 Um abraço e não me respondas mal, pois eu só quis meter um pouco de pedagogia e de relativismo nisto.
    7. 4 points
      Complementando a tua resposta. Os bancos no sistema de reserva fraccionária, são obrigados pelos BC a ter reservas (algo pouco falado nos médias), isto é, só podem emprestar uma parte dos depósitos recebidos dos clientes. Por exemplo, têm de ter 10% em reservas legais, emprestando até 90% dos depósitos recebidos. Porquê estas reservas? Porque há sempre clientes a querem levantar ou transferir ou efectuar pagamentos, por isso quando há corridas aos bancos (maiores levantamentos de dinheiro do que o normal do dia-a-dia), os bancos ficam em apuros porque não têm todo o dinheiro disponível porque está emprestado, essas reservas legais servem como um buffer para os movimentos normais do dia-a-dia. Quando os BC querem que os bancos emprestem mais, o mais rápido é diminuírem as reservas legais que os bancos têm de ter. Ainda recentemente, o Fed fez isso com os bancos dos US. Aumentando assim a liquidez e a massa monetária em circulação. Quando os BC quiserem reduzir o endividamento na economia e a massa monetária, aumentam as reservas legais dos bancos. As reservas legais são depositadas junto dos BC. Logo as reservas legais são uma ferramenta de política monetária dos BC. Outra ferramenta são as taxas de juro, quando os BC colocam as taxas de juros de depósito junto do BC em patamares negativos, estão simplesmente a dizer aos bancos, que se depositarem dinheiro no BC estão a pagar juros (são geralmente depósitos overnight), assim estão a incentivar os bancos a emprestarem mais e a receberem menos depósitos, porque os bancos irão passar aos seus depositantes as taxas de juro, afugentando os depósitos bancários (incentivando mais consumo principalmente, mas também aumentando o investimento em activos mais arriscados, como acções). Em Portugal não há depósitos com taxas de juro negativas directamente, devido à legislação existente, mas os bancos portugueses deram a volta a isso através da cobrança de comissões, provocando assim uma taxa de juros efectiva negativa. https://en.wikipedia.org/wiki/Fractional-reserve_banking
    8. 4 points
      Já viram que o Jorginho já abandonou o seu FIRE?? não durou muito, já estão de volta à Dinamarca para o homem se dedicar a abrir um restaurante vegetariano..... isto não tem preço https://financiallyfree.eu/portfolio-update-july-2020/
    9. 4 points
      Na verdade as tuas questões trazem mais valor ao topic do que discutir o que é a porra de uma gotícula e/ou se vai entrar pelo c* de algum forista...
    10. 3 points
      Um antagonismo praticamente histérico em relação ao padrão-ouro é uma postura que une estatistas de todas as persuasões. Eles parecem sentir — talvez ainda mais clara e sutilmente que muitos defensores consistentes do laissez-faire — que o ouro e a liberdade econômica são inseparáveis, que o padrão-ouro é um instrumento que fomenta o laissez-faire, e que um implica e requer o outro. Para entender a fonte desse antagonismo, é necessário primeiro entender a função específica do ouro em uma sociedade livre. O dinheiro é o denominador comum de todas as transações econômicas. É a mercadoria que serve como meio de troca, que é universalmente aceitável por todos os participantes de uma economia como meio de pagamento por seus bens e serviços, e que pode, por conseguinte, ser utilizado como um padrão de mensuração de valor de mercado e como de reserva de valor — isto é, como meio de poupança. A existência de tal mercadoria é uma pré-condição para uma economia baseada na divisão do trabalho. Se os homens não possuíssem uma mercadoria de valor objetivo que fosse largamente aceita como dinheiro, eles teriam de recorrer a algum tipo primitivo de escambo ou serem forçados a viver em comunidades agrícolas auto-suficientes e, assim, privar-se das inestimáveis vantagens trazidas pela especialização. Se os homens não tivessem meios para calcular o valor e guardá-lo — isto é, poupar —, então nem o planejamento de longo prazo e nem qualquer comercialização seriam possíveis. Qual meio de troca será aceitável para todos os participantes de uma economia não é algo determinado arbitrariamente. Em primeiro lugar, o meio de troca deve ser durável. Em uma sociedade primitiva, em que a riqueza é escassa, o trigo pode ser suficientemente durável para servir como um meio de troca, dado que todas as trocas ocorreriam somente durante e imediatamente após a colheita, não deixando nenhum excedente para ser acumulado. Porém, em economias nas quais considerações sobre reservas de valor são importantes — como ocorre em sociedades mais ricas e civilizadas —, o meio de troca deve ser uma mercadoria durável, geralmente um metal. Um metal é escolhido geralmente porque é homogêneo e divisível: cada unidade é exatamente igual a todas as outras, e ele pode ser fundido, misturado e moldado em qualquer quantidade. Jóias preciosas, por exemplo, não são nem homogêneas nem divisíveis. Ainda mais importante, a mercadoria escolhida como meio de troca deve ser um bem de luxo. O desejo humano por bens de luxo é ilimitado e, portanto, bens de luxo sempre serão demandados e sempre serão aceitos. Trigo é um bem de luxo em civilizações subnutridas, mas não em uma sociedade próspera. Cigarros normalmente não serviriam como dinheiro, porém assumiram essa função na Europa imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, onde eles passaram a ser considerados um artigo de luxo. O termo "bem de luxo" implica escassez e alto valor unitário. Por ter um alto valor unitário, tal bem é facilmente portável; por exemplo, uma onça de ouro vale meia tonelada de ferro gusa. Nos estágios iniciais de uma economia monetária em desenvolvimento, vários meios de troca podem ser utilizados, uma vez que uma ampla variedade de mercadorias poderia satisfazer as condições acima delineadas. Entretanto, uma das mercadorias irá começar gradualmente substituir todas as outras, por ser mais amplamente aceita. As preferências quanto à mercadoria que será utilizada como reserva de valor serão deslocadas para aquela que vem sendo mais amplamente aceita, algo que, por sua vez, irá torná-la ainda mais aceita. Essa mudança será progressiva até o momento em que essa mercadoria finalmente se torna o único meio de troca. O uso de um único meio de troca é altamente vantajoso pelo mesmo motivo que uma economia monetária é superior a uma economia de escambo: possibilita que as trocas ocorram em uma escala incalculavelmente mais ampla. Se esse meio de troca será o ouro, a prata, conchas do mar, gado ou tabaco, é algo opcional e que irá depender do contexto e do estágio de desenvolvimento de uma dada economia. Com efeito, todos esses bens já foram utilizados, em várias épocas, como meio de troca. Mesmo no presente século, duas grandes commodities, ouro e prata, foram utilizadas como meio internacional de troca, com o ouro se tornando o meio predominante. O ouro, por ter usos tanto artísticos quanto funcionais, e por ser relativamente escasso, possui vantagens significativas em relação a todos os outros meios de troca. Desde o início da Primeira Guerra Mundial, ele passou a ser praticamente o único padrão internacional de troca. Se todos os bens e serviços fossem pagos em ouro, o pagamento de altos valores seria difícil de ser realizado, e isso tenderia a limitar a amplitude da divisão do trabalho e da especialização de uma sociedade. Sendo assim, a extensão lógica da criação de um meio de troca é o desenvolvimento de um sistema bancário e de instrumentos de crédito (certificados de depósitos) que funcionam como substitutos do ouro — e que são plenamente conversíveis em ouro, é claro. Um sistema bancário livre e baseado no ouro é capaz de expandir o crédito criando certificados de depósitos de acordo com as necessidades de produção da economia. Os indivíduos que possuem ouro são induzidos, por meio do pagamento de juros oferecidos pelo sistema bancário, a depositar seu ouro em um banco (depósitos esses que podem ser sacados por meio de cheques). Porém, dado que raramente todos os depositantes irão querer sacar todo o seu ouro do sistema bancário ao mesmo tempo, o banco poderá manter como reservas apenas uma fração de todo o ouro depositado. Isso permitirá ao banco emprestar mais do que a quantidade total dos depósitos em ouro que possui (o que significa que ele criará títulos de ouro em quantidade maior do que o total de ouro que possui em suas reservas). Porém, essa quantidade de empréstimos que ele pode criar não é arbitrária: ele terá de saber avaliar o quanto poderá conceder de empréstimos em relação às suas reservas e calibrar tudo de acordo com a condição e a qualidade de seus investimentos. Quando os bancos emprestam dinheiro para financiar empreendimentos produtivos e lucrativos, os empréstimos são quitados rapidamente, e o crédito bancário continua amplamente disponível. Porém, quando os empreendimentos financiados pelo crédito bancário são menos lucrativos e, consequentemente, mais demorados para serem quitados, os bancos logo descobrem que seus empréstimos pendentes estão em excesso em relação às suas reservas de ouro — e eles começam a restringir novos empréstimos, normalmente cobrando taxas de juros mais altas. Isso tende a restringir o financiamento de novos empreendimentos, além de exigir dos atuais devedores que eles aprimorem sua lucratividade se quiserem obter mais crédito para expansões adicionais. Assim, sob o padrão-ouro, um sistema bancário livre torna-se o guardião da estabilidade econômica e do crescimento econômico equilibrado. Quando o ouro passa a ser aceito como o meio de troca pela maioria das nações — ou mesmo por todas elas —, um padrão-ouro internacional, livre e desimpedido, passa a fomentar a divisão do trabalho em escala mundial, bem como o mais amplo comércio internacional possível. Ainda que as unidades de troca (o dólar, a libra, o franco, o marco etc.) sejam diferentes de um país para o outro, quando todas elas são definidas em termos de ouro, as economias dos diferentes países tendem a agir como se fossem uma só — desde que não haja restrições no comércio ou nos movimentos de capital. Crédito, taxas de juros e preços tendem a seguir padrões similares em todos os países. Por exemplo, se os bancos de um dado país expandem o crédito muito frouxamente, as taxas de juros daquele país tenderão a cair, induzindo seus correntistas a retirar dali seu ouro e enviá-lo para outros países cujos bancos paguem juros maiores sobre os depósitos. Isso irá imediatamente causar uma escassez de reservas bancárias no país do "crédito frouxo", induzindo-o a readotar padrões mais rígidos de concessão de crédito e, com isso, retornando a taxas de juros maiores e mais competitivas. Até hoje, um sistema bancário completamente livre e desimpedido, em conjunto com um padrão-ouro sólido, jamais foi implementado. Porém, antes da Primeira Guerra Mundial, o sistema bancário dos EUA (e na maior parte do mundo) era baseado no ouro e, mesmo com os governos intervindo ocasionalmente, o sistema bancário era mais livre do que controlado. Periodicamente, como resultado da rápida expansão do crédito, os bancos ficavam alavancados até o limite de suas reservas de ouro, o que levava a um acentuado aumento dos juros, fazendo com que novas concessões de crédito fossem canceladas e que a economia entrasse em uma profunda — porém bastante curta — recessão. (Comparados às depressões de 1920 e 1932, os declínios econômicos anteriores à Primeira Guerra Mundial foram de fato bastante brandos). Eram as limitadas reservas de ouro que impediam que as expansões desequilibradas da atividade econômica chegassem ao tipo desastroso a que nos acostumamos após a Primeira Guerra Mundial. Os períodos de reajuste econômico eram curtos e as economias rapidamente restabeleciam fundamentos sólidos sobre os quais retomavam sua expansão. Porém, esse processo de cura era erroneamente diagnosticado como sendo a doença: se a escassez de reservas bancárias estava causando declínios econômicos — argumentaram os intervencionistas —, então por que não encontrar um modo de ofertar reservas crescentes aos bancos, de modo que estes não mais precisassem se preocupar com a quantidade delas? Se os bancos puderem continuar emprestando dinheiro indefinidamente — alegaram —, então nunca mais teremos declínios econômicos. E, assim, criou-se o Federal Reserve (o Banco Central americano) em 1913. Ele é formado por doze sucursais regionais que nominalmente são geridas privadamente, mas que, na verdade, são garantidas, controladas e mantidas pelo governo. O crédito expandido pelo Fed é na prática (embora não legalmente) lastreado pelo poder de tributação do governo federal. Tecnicamente, ainda estávamos no padrão-ouro; os indivíduos ainda tinham a liberdade de portar ouro [liberdade essa abolida em 1933 por Roosevelt e só restaurada em 1975], e o ouro continuava sendo utilizado como reservas bancárias. Hoje, porém, o crédito expandido pelo Banco Central (que cria reservas bancárias formadas meramente por dinheiro de papel) passou a servir como moeda de curso forçado utilizada para pagar os correntistas. Quando a economia americana passou por uma suave contração em 1927, o Fed criou mais reservas bancárias de papel na esperança de evitar qualquer possível escassez de reservas bancárias. Ainda mais desastrosa, entretanto, foi a tentativa do Fed de ajudar a Grã-Bretanha, cujo ouro estava fugindo para os EUA em decorrência da recusa do Banco Central da Inglaterra em permitir que os juros subissem quando as forças de mercado assim exigiam (tal medida era politicamente inaceitável). O raciocínio das autoridades envolvidas era o seguinte: se o Fed injetasse quantias excessivas de dinheiro de papel nas reservas dos bancos americanos, as taxas de juros nos EUA cairiam para níveis comparáveis àqueles vigentes na Grã-Bretanha. Isso ajudaria a interromper a atual fuga de ouro da Grã-Bretanha para os EUA, impedindo assim o embaraço político de o Banco Central da Inglaterra ter de elevar os juros. O Fed obteve êxito; ele interrompeu a fuga de ouro da Inglaterra, porém quase destruiu a economia mundial nesse processo. O excesso de crédito que o Fed injetou na economia foi parar na bolsa de valores — desencadeando um fantástico frenesi especulativo. Com muito atraso, os burocratas do Fed resolveram enxugar esse excesso de reservas por eles criado. Ao fazerem isso, o boom da bolsa de valores foi interrompido. Mas era tarde demais: já em 1929, os desequilíbrios especulativos haviam se tornado tão estupefacientes, que essa tentativa de enxugamento monetário gerou uma forte redução e uma consequente degradação da confiança na economia. Como resultado, a economia americana entrou em colapso. A Grã-Bretanha saiu-se ainda pior: ao invés de absorver e lidar com as consequências de sua insensatez, ela simplesmente abandonou por completo o padrão-ouro em 1931, destruindo o que restava da confiança no sistema e gerando uma série de falências bancárias em escala mundial. As economias de todo o mundo mergulharam na Grande Depressão da década de 1930. Seguindo a lógica reminiscente da geração anterior, os estatistas argumentaram que o padrão-ouro era primariamente o culpado pela débâcle do crédito que levou à Grande Depressão. Caso não houvesse o padrão-ouro, argumentaram eles, a recusa da Grã-Bretanha em honrar seus compromissos em ouro, em 1931, não teria provocado a quebra dos bancos ao redor do mundo. (A ironia é que, desde 1913, o mundo não estava mais no padrão-ouro clássico, mas sim naquilo que passou a ser chamado de "padrão-ouro misto"; ainda assim, foi o ouro quem recebeu toda a culpa). Porém, a oposição ao padrão-ouro sob qualquer arranjo — oposição essa oriunda de um número crescente de defensores do estado assistencialista — foi estimulada por um critério muito mais sutil: a compreensão de que o padrão-ouro é incompatível com déficits orçamentários crônicos (a marca distintiva do estado assistencialista). Despido de seu jargão acadêmico, o estado assistencialista nada mais é do que um mecanismo por meio do qual os governos confiscam a riqueza dos membros produtivos da sociedade para financiar uma ampla variedade de esquemas assistencialistas. Uma parte substancial desse confisco é efetuada por meio da tributação. Porém, os estatistas defensores do assistencialismo rapidamente perceberam que, se quisessem manter seu poder político, a quantia tributada teria de ser limitada, pois os impostos não podem subir ad eternum. Logo, restava-lhes a opção de recorrer aos maciços déficits orçamentários — isto é, eles teriam que gastar mais do que arrecadavam, tendo de cobrir essa diferença com empréstimos, emitindo títulos do governo para financiar os gastos assistencialistas em larga escala. Sob um padrão-ouro, a quantidade de crédito que uma economia pode sustentar é determinada pelos ativos tangíveis dessa economia, dado que cada instrumento de crédito é, em última instância, um título lastreado por algum ativo tangível. Porém, sob o padrão-ouro, os títulos do governo não são lastreados por riqueza tangível, mas somente pela promessa de que o governo irá quitá-los por meio de futuras receitas tributárias. Isso faz com que tais títulos tenham mais dificuldades de ser aceitos pelo mercado financeiro. Um grande volume de títulos do governo pode ser vendido ao público somente a juros progressivamente maiores. Assim, os déficits orçamentários do governo sob um padrão-ouro tornam-se severamente limitados. A abolição do padrão-ouro possibilitou aos estatistas defensores do assistencialismo utilizar o sistema bancário como meio de expandir ilimitadamente o crédito. Por meio da compra de títulos públicos em posse dos bancos, o Banco Central aumenta as reservas bancárias dos bancos, as quais são inteiramente formadas por dinheiro de papel. Os bancos passam a ter mais dinheiro em suas reservas, as quais tornam-se "lastreadas" por esses títulos públicos, que passam a ser tratados como se fossem ativos tangíveis e substitutos perfeitos do ouro. Nesse processo, o indivíduo que está em posse de algum título público ou que possua depósitos bancários acredita que possui um título genuinamente lastreado por algum ativo real. Mas o fato é que agora não existem mais ativos reais. Como a lei da oferta e da demanda não pode ser abolida, à medida que a oferta de dinheiro aumenta em relação aos bens existentes na economia, os preços também terão de subir. Consequentemente, toda a renda que foi poupada pelos membros produtivos da sociedade perde valor em termos de poder de compra. Quando se contabiliza tudo, o indivíduo descobre que essa perda representa os bens que foram adquiridos pelo governo, para fins assistencialistas ou outros quaisquer, com o dinheiro criado pelo Banco Central para comprar títulos públicos que estavam em posse do sistema bancário — dinheiro esse que, após sua criação, foi utilizado para financiar a expansão tanto do crédito bancário quanto da dívida pública (compra de títulos emitidos pelo Tesouro). Na ausência do padrão-ouro, não há como o indivíduo proteger sua poupança do confisco que ocorre por meio da inflação. Não existe mais uma reserva de valor confiável. Se existisse, o governo torná-la-ia ilegal, assim como fez com o ouro. Se todos os cidadãos decidissem, por exemplo, converter seus depósitos bancários em prata ou cobre ou em qualquer outro bem, e em seguida se recusassem a aceitar cheques como forma de pagamento por seus bens, os depósitos bancários (formados por dinheiro de papel) perderiam todo o seu poder de compra, e a expansão do crédito bancário fomentada pelo governo passaria a ter valor zero. A política financeira do estado assistencialista requer que não haja maneiras com que os proprietários de riqueza possam se proteger. Eis aí o prosaico segredo por trás das investivas dos estatistas assistencialistas contra o ouro. Os déficits orçamentários do governo são simplesmente um esquema por meio do qual se confisca a riqueza dos membros produtivos da sociedade. O ouro impede que esse insidioso processo aconteça. O ouro é um protetor dos direitos de propriedade. Quando se compreende isso, não há mais dificuldades para se entender o ódio dos estatistas ao padrão-ouro. Alan Greenspan
    11. 3 points
      Isto é algo em que penso e daí ter o portfolio dividido entre várias casas. Mesmo tendo a conta Custody, se um dia isto der problema, não vai ser facil ir lá buscar o dinheiro (acho eu) Mas respondendo ao estimado @Bedrock Degiro fornece um relatório bastante bom das mais valias com lista das transacções e custos associados logo a 31-12 de cada ano. Não fica em nada atrás à da banca nacional, para ser sincero. No ano passado utilizei para comunicar à AT e ainda deduzi as comissões da Degiro e funcionou perfeitamente, sem divergências. A Degiro pode ter muitos defeitos (sediada na Holanda e sem escritórios fisicos) mas em algumas coisas funciona muito bem, por exemplo o preenchimento facílimo do W-8Ben, por exemplo, que o Revolut (relembro os ávidos traders do S&P e Nasdaq) não tem.
    12. 3 points
      Terás de esperar pelo relatório anual que deverá sair este mês:
    13. 3 points
      A Blackrock anda a lançar uns FIs de setores muito especificos, que podem vir a dar bons frutos: BGF FinTech Fund E2 EUR Hedged BGF Future of Transport Fund E2 EUR Hedged (no Best) - minimos 100euritos Pois o meu maior receio, fruto de ter já sido escaldado, é liquidarem os FIs estando com os mesmos negativos.😠
    14. 3 points
      Eu, quando venho ler os posts mais recentes deste tópico ultimamente.
    15. 3 points
      Vais ligar a tudo que aparece na net? Há muito lixo na net, não percas tempo a ler porcaria. Tempo é o recurso mais valioso que existe, pois ninguém é rico o suficiente para comprar o tempo passado. Para o Fed, a inflação não os afecta directamente, é um dos 2 objectivos que têm. Para quem é boa a inflação? Pensa nisso. A inflação ou excesso de massa monetária na economia é boa para os caloteiros (Governo). Quem não gostaria de quando não tem dinheiro, fabricar mais dinheiro? Eu tenho uma dívida para pagar, mas não tenho dinheiro, então fabrico mais. Assim está tudo bem. E para quem a inflação é má? Para os consumidores (empresas e famílias). A inflação é um imposto encapotado, que transfere a riqueza da sociedade para o Governo. A criação de massa monetária é muito antiga. Já no tempo dos Romanos, quando não havia ouro e prata (moedas) para pagar as despesas do Estado, os Romanos cunham mais moedas de metais não valiosos, ou então metiam menos metal precioso nas moedas de ouro e prata, mas mantendo o mesmo valor facial. Reis ingleses, quando não tinham ouro suficiente para pagar às tropas na Idade Média e após, nas sucessivas guerras, aldrabavam a quantidade de ouro nas moedas. Há evidências que o Império Romano caiu mais facilmente devido à elevada inflação criada pelo excesso de criação monetária devido à falta de metais preciosos. Há vários BC que estão a estudar as CBDC para evitar perder o controlo da massa monetária e estão a correr atrás do prejuízo devido à crescente utilização de "moedas digitais". Faz parte das tentativas dos BC em se modernizar e apanharem o comboio da digitalização financeira. https://en.wikipedia.org/wiki/Central_bank_digital_currency Da mesma maneira que os BC criam ou destroem massa monetária com dinheiro tradicional, o mesmo podem fazer com moeda digital. Aliás grande parte da moeda actual é já digital, cada vez mais utiliza-se menos notas e moedas físicas. A Suécia preve acabar com dinheiro físico dentro de poucos anos. Já viram a quantidade de "cripto moedas" existentes? Supostamente algumas são finitas (controle da inflação), mas depois cria-se uns forks ou novas "cripto moedas" e música continua.
    16. 3 points
      Boas, Vim só aqui agradecer ao pessoal pelos bons conselhos que me deixaram quando criei o tópico do "swing trading e análise técnica". Andava com o chamado, tesão do mijo e queria provar a mim mesmo que seria capaz de o fazer, apesar de vocês (com mais experiência nos mercados) desaconselharem. Andei estas semanas a simular, mas apesar de não ter corrido mal, mudei a minha opinião e dou vos toda a razão, após ter começado a ler o seguinte livro: https://www.bookdepository.com/Intelligent-Investor-Benjamin-Graham/9780060555665 Já agora, fica a recomendação. De certeza que muito de vocês já o leram, mas anyways....fica a dica. Obrigado ☺️
    17. 3 points
      Exactamente. Thats the point. Porque quando esperas que bata no fundo e não sabes o que é o "fundo" nenhuma desvalorização te serve.
    18. 2 points
      Há cerca de 12 anos atrás estarias a pagar cerca de 1000euros ou mais por mês nesse empréstimo; tens a certeza que queres canalizar tantos recursos para uma casa? Pensa bem antes de meteres essa corda ao pescoço.
    19. 2 points
      Se o ouro é designado como um ativo de refúgio ... agora que o pessoal está a sair em debandada, que até se atropelam uns aos outros, será que os seus veículos financeiros têm GPS para os levar, não a um porto seguro porque não são marinheiros, mas a um destino calmo? É que eu fico com a cabeça à roda quando a um ativo altamente volátil (ouro) chamam de refúgio. Eu pensava que o refúgio, em relação ao ouro, só pudesse ser numa caverna de uma mina de ouro para não apanharmos "facalhões em queda". 🤣
    20. 2 points
      A questão onde quero chegar é essa. No ano passado definiste uma carteira que, passado 1 ano, deixaste de querer seguir (e não estamos propriamente a falar de uma estratégia toda xpto difícil de seguir). Bem sei que o PP (que por acaso até foi falado pelo Salvador no início do tópico... sendo que o tópico é muito mais que o All Weather Portfolio do Tony Robbins) tem tido nos últimos 40 anos uma performance bastante aceitável com um potencial de downside extremamente controlado. Mas é preciso perceber que é preciso nervos de aço quando a carteira tem uma menor rentabilidade em alturas de expansão. Isso e ter noção que é uma carteira alocada 50% a obrigações e cash com yelds próximas de zero (ou mesmo negativas) e 25% alocado a um activo que não produz qualquer tipo de rendimento (ouro). O que implica que os respectivos rendimentos potencialmente serão baixos nos próximos tempos, assumindo que não vai haver uma crise de hiperinflação mundial. Posto isto, se estás ciente destas questões e queres mesmo seguir o PP, tens imensos conselhos sobre os ETFs europeus necessários para aplicar na carteira nas últimas 10 ou 20 páginas do tópico.
    21. 2 points
      Vais ter de levar com o meu mau feitio então. Porque queres seguir o PP, por causa da sua performance este ano? E se soubesses que entre 2013 e o início de 2020 esta carteira tinha tido um crescimento de 48% e uma carteira 60/40 cerca de 83% ? Achas que conseguirias manter a estratégia sem tentar desviar? Finalmente, percebes o que está subjacente ao PP, ou simplesmente foi algo que descobriste um dia que tinha menos volatilidade, ainda que não saibas muito bem porquê? Edit: Roubado da internet:
    22. 2 points
      Esta porcaria do fórum agregar respostas 😡
    23. 2 points
      No geral funciona assim mesmo, as unidades de participação em Fundos ou ETFs são do investidor, logo as mesmas podem ser transferidas para outra plataforma desde que a mesma as aceite, é que pode haver alguma que torça o nariz a fundos exóticos do Zimbabué 🤣. Alguém do tópico de acções talvez... 😁
    24. 2 points
      Por causa da moeda... o SP500 está em máximos históricos em USD. Só que o USD nos últimos 6 meses desvalorizou uns 10% face ao Euro. Ora como o CSPX está em Euros, é normal que esteja longe de máximos. Para teres uma melhor comparação, vê por exemplo o IE00B3ZW0K18.
    25. 2 points
      Obrigado pela partilha, está mesmo muito completo. Pessoalmente só consideraria acrescentar uma coluna a dizer quais os cartões que mantém o cashback ou pontos fazendo top ups revolut: pelo menos o Cofidis e Unibanco dão. Nas informações: - lembrete para os novatos que o cartão dá é uma forma fácil de limpar o cashback do cetelem black e do universo (sobretudo quando este dá as promoções de 5%) - Wizink rewards tem a vantagem adicional de uma oferta inicial - Unibanco atitude tem um sistema de pontos do qual se conseguem ofertas correspondentes a um cashback de 0.5% mais ou menos, é preciso registar em https://vantagensunibanco.pt/
    26. 2 points
      Só tenho ETFs buy and forget. Não consigo dedicar o esforço necessário para me sentir à vontade na compra de outros produtos como ações. Ainda catrapisquei o olho à EDP renováveis o ano passado, mas acabei por não meter nisso.
    27. 2 points
      @Vidolz a ganhar 1,2% em 5 dias, se continua assim para o Natal dá para comprar uma ilha
    28. 2 points
      Para tirar as dúvidas enviei e-mail para a degiro a perguntar em caso de insolvência ou algo do gênero o que aconteceria ao dinheiro investido em etf e ao que não estava investido. Resposta: Sim, tem proteção sobre dinheiro não investido. Em relação ao dinheiro que tem investido em ativos, em caso de insolvência, como os seus ativos estão custodiados num SPV, terá meramente de transferir os ativos da nossa corretora para uma outra.
    29. 2 points
      Já estou com 30 euros de lucro na Intel!! 😅
    30. 2 points
      O ETF segue o índice market cap. Inclui acções growth e value (o chamado "blend"). O segundo aparentemente será um FIGA que investe em acções growth. Como nos últimos 10 anos as acções growth têm tido melhor desempenho, pode ser por essa razão que tem uma maior rentabilidade. Ao longo do tempo há alturas em que acções value têm tido melhor desempenho, noutras têm sido as acções growth. Se de facto existir um retorno à média, no futuro as acções value terão novamente um melhor desempenho. Mas como ninguém adivinha o futuro, esse retorno pode acontecer amanhã, como só acontecer daqui a 5 anos.
    31. 2 points
      Não sou expert em central banks, no entanto o processo é mais ou menos deste tipo: - Os bancos fazem dinheiro com o spread entre o que pagam pelo dinheiro que vão buscar e os emprestimos que cedem às pessoas. - Existem rácios de capital que precisam de ser cumpridos e existe um minimum deposit rate que tem que ser cumprido junto do ECB. - O excess cash que exista, tem que ser depositado (se não todo, parte dele) com o mecanismo de bancos centrais do ECB ás taxas interbancárias, que estão ligadas à taxa de referência. Não te posso ajudar muito mais do que isto, não leio sobre bancos centrais à alguns anos (algum expert que se acuse). No entanto estas minimum deposit rates e os mecanismos de cedência de liquidez do sistema interbancário são o que permitem ao BCE conseguir influênciar a velocidade de circulação de moeda. Como imaginas se a cedência de dinheiro ás pessoas depende-se apenas de cada banco individual o BCE perdia um dos mecanismos fundamentais de gestão dos ciclos economicos (concordando ou não com intervenção monetária). Cumprimentos,
    32. 2 points
      Além de que o BCE lhes paga para ir lá buscar dinheiro. Meaning, não precisam dos teus fundos parados na conta.
    33. 2 points
      Para seguir o indice MSCI World e´ uma das melhores opçoes. Tamanho expressivo, volume de transacçao e liquidez assinalaveis, spreads muito reduzidos, historico de tracking error nulo, disponivel em quase todos os bancos e correctoras, na DeGiro com pelo menos uma transação sem custos por mes, etc.
    34. 2 points
      A sério que nem me vou dar ao trabalho de procurar o meu post de há dois ou três meses em que disse que ele ia voltar para a Dinamarca nem aquele em que fiz um post no blog dele a avisá-lo de que a matemática não batia muito certo . Priceless
    35. 2 points
      Cuidado com investimentos na Turquia. Aquilo tem imenso risco cambial e risco político. Pode não ser adequado a quem não tem muita experiência em investimentos. Investir na Turquia é altamente especulativo.
    36. 2 points
      Investir em small caps após períodos de recessão. Resultados históricos. As small caps tendem a ter desempenhos maiores que as large caps em mercados em ascensão e em períodos onde a economia está a crescer, pelo que sou da opinião que pode haver agora boas oportunidades para investir/reforçar em small caps, especialmente na Europa, como aliás já tinha referido num anterior post, devido à implementação do Plano de Recuperação da União Europeia (PRUE), com maiores facilidades de acesso ao crédito por parte das pequenas empresas, tradicionalmente mais necessitadas. As 2 imagens abaixo mostram que, após recessões, o desempenho das small caps superam quase sempre o das large caps. Quais os contras que podem ter as small caps. Existem algumas armadilhas no investimento em small caps que os investidores devem ter em conta. Entre os vários riscos, os destaques vão para a baixa liquidez, o negocio cíclico, o risco ser maior no curto prazo e o risco do negocio. O risco ser maior no curto prazo advém da própria natureza das small caps em que as ações destas empresas tendem a ser mais voláteis, mas se a economia estiver em ascensão, especialmente após uma recessão, e/ou o mercado acionista estar numa fase de bull market, então a volatilidade é boa e serve para alavancar ainda mais a valorização dos ativos. No que toca à liquidez, as small caps são tipicamente pouco líquidas. A maior ciclicidade pode deixar os investidores mais expostos quando estes são incapazes de vender os seus ativos. Em termos de riscos de negocio, a maior dificuldade vem da difícil acessibilidade ao crédito. As small caps são mais dependentes dos empréstimos para o seu financiamento, o que pode ser um problema em alturas em que existe um maior controlo de crédito e as taxas mais elevadas; não será a época atual com taxas de juro muito baixas e com a maior facilidade de acesso ao crédito que se perspetiva com a implementação do referido PRUE. Bedrock
    37. 2 points
      Está associado ao buraco que uma lagarta cria numa maça. Esta identidade matemática nunca foi observada e seria uma deformação do espaço-tempo, permitindo viajar de um lado do Universo para outro. Neste momento, o maior interesse dos físicos da gravitação é o estudo do espaço tempo com as ondas gravitacionais descobertas à pouco mais de 4 anos. Os nomes dados na teoria da relatividade/mecânica quântica a certos casos exóticos nasceram de brincadeiras dos físicos para tentarem ilustrar uma determinada situação, ou propriedade física dos elementos da estrutura da matéria. O nome Big bang foi dado por um físico que não gostava da teoria e defendia a ideia do Universo Estacionário. O spin de um electrão foi associado ao movimento de rotação de um pião, mas nada de mais errado. Os quarks receberam nomes de cores, nada têm de colorido, primeiro porque nunca ninguém viu um isolado e depois porque a teoria mesmo diz que nunca pode acontecer (observação) e a sua teoria recebeu o nome de cromodinâmica quântica. (trata das interações fortes-núcleos do átomos) .
    38. 2 points
      Como é que se porta esse AB ao lado deste colosso LU0073232471 ?
    39. 2 points
      Se até Novembro diminuir 1%, em cada mês e aparecer a vacina este rapaz vai dizer que fez a maior recuperação da história num clima mais adverso de sempre
    40. 2 points
      Venho só aqui partilhar uma noticia que encontrei que não deve ser novidade para ninguém que está aqui neste fórum. A minha surpresa foi mesmo um site / revista portuguesa falar de P2P https://revistarisco.sapo.pt/emprestimos-p2p-em-tempos-de-covid-19-fraude-ou-oportunidade/
    41. 2 points
      Por acaso, embora possa não parecer nos últimos tempos, 90% dos participantes aqui têm as suas carteiras há imensos anos, claro que há sempre ajustamentos mas terão concerteza a sua carteira principal com fundos para largos anos, até porque os fundos são isso mesmo, produtos de Asset Management para médio/longo prazo, e não produtos de trading. Falas de comissão de manutenção mas depreendo que te estejas a referir a custos de gestão dos fundos é isso? se for, é algo que não cabe aos bancos essa matéria, temos de viver com eles nos fundos, uns mais altos outros mais baixos mas se "entregamos" o nosso capital a uma gestora é normal que se pague pelo serviço, assim como impostos, não cabe aos bancos isso mas sim ao sistema fiscal. Em termos fiscais os fundos ou ETFs são semelhantes, pagas irs de 28% quando venderes na tua declaração de IRS ( fundos Portugueses é diferente ), em termos de custos já há umas diferenças, nos fundos pagas a comissão de gestão ( que já se encontra diluída na cotação do fundo ) e geralmente não pagas mais nada, nos ETF pagas igualmente a comissão de gestão ( que é muito mais baixa que nos fundos ) mas tens comissões de compra e de venda e também poderás ter custos trimestrais dependendo do banco.
    42. 2 points
      Artigo com informação agregada sobre os indicadores dos fundos de investimento: FundsPeople - Guia para interpretar corretamente os rácios da ficha de um fundo (03/05/2017) https://pt.fundspeople.com/news/guia-para-interpretar-corretamente-os-ratios-da-ficha-de-um-fundo (Curioso vem na newsletter de hoje da FundsPeople, mas é de 2017. ) @D@vid, talvez seja boa ideia meter na 1ª página para ajudar quem não os conhece e evitar perguntas constantes e alguns posts mais longos.
    43. 2 points
      Fundos, etfs, bitcoins, ouro, etc?? esqueçam...querem elevada rentabilidade??? O que continua a dar é a caridade socialista (com o dinheiro dos outros)...ai, ai, os probrezinhos, ai, ai, quem acode as criancinhas exploradas, ai, ai, as desigualdades, ai, ai, as alterações climahistéricas...não acreditam??? vejam o Investidor-Cristão-socialista Guterres das jantaradas no Gambrinus a descansar do seu negócio da bondade global num hotelzinho do Algarve, daqueles onde os exploradores-poluidores-capitalistas estouram 1000euritos por noite...tótós. https://www.vidas.pt/a-ferver/detalhe/guterres-apanhado-em-banhos-um-dia-depois-de-beirute
    44. 2 points
      O melhor é mesmo no prospecto simplificado / IFI do fundo que estiveres interessado. Por exemplo para o fundo mencionado está la escrito:
    45. 1 point
      É -4,5%. Não é muito grande. Já vem a cair desde 7/Agosto. Com a possibilidade de vacinas mais próxima, o Ouro perde algum do seu brilho. Muitos compram ouro com refúgio em alturas mais incertezas. Se as vacinas aparecerem, os BC (principalmente o Fed) vão poder começar a reduzir as medidas excepcionais ou pelo menos não adoptar novas medidas. E os Governos poderão evitar políticas orçamentais de estimulo mais profundas. Ambas políticas tiram valor ás moedas nacionais, podendo criar pressões inflaccionistas. O ouro é visto com activo de refúgio e protecção contra a inflação. Com o controle do COVID-19, o ouro vai perder valor, pois já não é tão necessário.
    46. 1 point
      Excelente artigo sobre o GLD, contango das matérias-primas-derivados, gold ETFs, paper gold, números ficcionados sobre as reservas de ouro existentes: Amid London gold turmoil, HSBC taps Bank of England for GLD gold bars 13 May 2020 19:15 https://www.bullionstar.com/blogs/ronan-manly/amid-london-gold-turmoil-hsbc-taps-bank-of-england-for-gld-gold-bars/ De outro artigo sobre a origem do ouro https://www.themoscowtimes.com/2020/02/28/britain-emerges-as-near-exclusive-buyer-of-russian-gold-a69455 @Virtua checka o artigo sobre o GLD acima. Matéria muito interessante.
    47. 1 point
      Quem é a Revolut? No meio destes nomes...
    48. 1 point
      UI, vai subir, estão a sair os números
    49. 1 point
      Agora a sério, vale o que vale, mas foi graças sobretudo à Turquia que em 2019 consegui ultrapassar o SP500 em cerca de 8%.
    50. 1 point
      Eu não sou dar cor politica do Eng. Guterres e sei de várias pessoas que o conhecem pessoalmente que me falaram do bom carácter dele. Fazer politica não é fácil e para quem persegue certos objectivos, a palavra compromisso passa a ser ordem do dia. A ética raramente alimenta alguém e só quando determinados princípios universais estão em causa é que essas pessoas revelam o seu carácter. A justiça deve ser lenta por natureza, para que seja feita justiça. A justiça em Portugal está feita para que ninguém que seja inocente seja preso, mesmo que para isso os ladrões andem à solta. Ainda recentemente Cavaco e Silva e Carlos Costa foram ilibados do caso BES, apesar das declarações deles terem induzido muita gente ao erro. O Sr. Silva é o politico vivo com a carreira mais longa no poder e as alianças que criou com os vários grupos económicos dilapidaram os contribuintes em milhares de milhões de euros. Bancos com ligações ao Sr. Silva. Banco do Atlântico, hoje BCP, BPN, BES.
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