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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 15-04-2018 em todas as áreas

  1. 2 points
    Se andas em acções, as P2P é como limpar o "cu" a meninos.... eu estava a trabalhar num ficheiro técnico de Analise Fundamental para depois investir em acções, mas parei de pensar em entrar nas acções.... Vou gerindo as 17 P2P, em Março entrei em activos com moeda estrangeiras com melhores taxas de rentabilidade.... E entretando fiz analise das P2P dos uk para depois começar a entrar nas P2P do uk, e não vale apena, complicar muito mais nos investimentos é gozar a vida e ponderar futuramente em investimentos que exigem maior banca por exemplo investimentos directo em imobiliário ( compra e venda casas, com ou sem remodelação ; desenvolver turismo rural ) investimentos para "gente" grande em $
  2. 1 point
    Tenho uma dica para te dar MMendes, foge da GE como o diabo foge da cruz!! Bons investimentos.
  3. 1 point
    ... e pronto lá resgatei o Nordea Stable Return, com perdas de quase 5% Entrei nos picos de 2016 e tão depressa não me parece que volte a esses valores. Como estava a precisar de uns €€€ preferi resgatar este fundo com perdas do que os meus Pictet que andam no verde.
  4. 1 point
    A Housers não é má se escolheres os projectos com maiores rentabilidades.... Do género e mais rentáveis tens a Crowdestate ou a Estateguru
  5. 1 point
    Os originadores dos empréstimos são de diversos países por isso existe bastante diversificação geográfica. Se olhar para origem das P2P é tudo dos paises bálticos ( Lituânia, Estónia e Letônia). Tenho a Linked Finance da Irlanda, a Housers da Espanha Não tenho mais P2P na Espanha ou França pk as rentabilidades são fraquinhas. Como estou mto exposto nos países balticos devo entrar nas p2p dos uk até ao final do ano as taxas andam nos 8% a 13% ganhar libras e bom uma vez a moeda é forte.
  6. 1 point
    Consegues na carteira de acções pagando as comissões uma rentabilidade liquida de 12%? Pelo que vi num artigo do observador do Daniel, onde seguiu a estratégia de varios guru das acções durante um ano só 2 deles passava os 12%... acções de mercado mundial com as comissões talvez andassem menos de 12%... Os F.I como São investimentos passivos tb come comissões, tenho duvidas que se consiga taxas liquidas acima de 8%.. Eu tenho o meu próprio FI de P2P ando com carteira cerca de 12%... Os ETFs não domino, mas pelo pouco que li, com estrategia mais ou menos seguras anda nos 5%....posso estar enganado... Tenho familiares que andam em parte time no negócio imobiliário compra e venda, com remodelações e alterações ao projecto das casas ganham rentabilidades de 40% liquidas ate se riem do meu F.I das P2p de 12%
  7. 1 point
    Em ralação à RAIZE, só posso dizer que, abri conta e passada uma semana estava a fecha-la!!! Por sorte não fiz nenhum investimento nela!! Começou logo por me chatear todos os negócios passarem-me ao lado...só porque não tinha para investir automaticamente!! Têm uma bolsa de empréstimos muito pequena........fiquei mesmo desiludido!! Não sendo eu uma pessoa de gostar muito de trabalhar com plataformas, ou algo do género...on-line........deixei todos esses receios para trás e depois de muito ler aqui no fórum.....resolvi dar o salto para a MINTOS!!! E até agora....nada a dizer......Dos 5 empréstimos que fiz.....já recebi 2 a tempo e horas.....recebo relatórios diários dos meus investimentos, uma bolsa enorme de vários países.....até agora só tenha trabalhado com Espanha (taxas de 12,2%). A RAIZE talvez tenha sido boa no inicio.....e para criar o “bichinho” a quem quiser começar a investir neste género de plataformas......mas não é para se investir muito dinheiro...nem ficar lá muito tempo!!! É a minha opinião....vale o que vale!!
  8. 1 point
    Que belo dia que tivemos ontem, bastou um pouquinho de sol para ficar quase tudo verdinho!
  9. 1 point
    Eu tive uma dúvida parecida, tenho o PPR do Invest, e declarei até agora o montante que tenho lá. Este ano perguntei o que acontecia se não declarasse e no futuro quisesse levantar o que não declarei. Actualmente é por FIFO, ou seja, quando fazemos resgate, é das unidades que estão no PPR há mais tempo, e como já foram declaradas no IRS pagamos o beneficio que o estado nos deu, acrescido de X%. Ora, o que me sugeriram fazer caso esse situação venha a acontecer é transferir as UPs iniciais e declaradas para outro PPR (provavelmente outro diferente mesmo) e depois levantar as outras que não foram declaradas, não pagando assim impostos.
  10. 1 point
    A coleta total, que no fundo é o valor de IRS que os seus rendimentos originam, é calculada da seguinte forma (Rendimento total - Deduções específicas) x Taxa = (10.250,38€ - 4.104,00€) x 10,15% = 623,86€ As deduções específicas, para quem trabalha por conta de outrém, são 4.104,00€ ou o valor pago à SS (o maior dos dois) A taxa de 10,15% corresponde a rendimentos coletáveis (rendimento total - 4.104,00€) até 7.091,00€ nos Açores As deduções à coleta são, como diz, as registadas no e-fatura 250,00€ gerais + 74,14€ saúde + 14,75€ imóveis + 9,45€ faturas = 348,34€ O valor a pagar (ou receber, se der negativo) calcula-se da seguinte forma Coleta total - deduções à coleta - retenções na fonte = 623,86€ - 348,34€ - 0€ = 275,52€ Como você não fez retenção na fonte (o que me parece estranho), tem agora de pagar a diferença. Olhando para as tabelas, parece-me que com o seu rendimento a entidade patronal deveria ter retido 4,2% (430,52€) ou 5,3% (543,27€). E agora você iria receber a diferença. Penso que assim a sua entidade patronal não está a respeitar a lei.
  11. 1 point
    Se resgatou tudo e voltou a subscrever no mesmo fundo, deve ser tratado como um novo investimento, ou seja uma nova linha. Há paises que um novo reinvestimento no mesmo Fundo ou no mesmo tipo de investimento tem algumas vantagens fiscais, mas no nosso não; resgatou paga 28% nas mais valias e não interessa se voltou a reinvestir no mesmo produto.
  12. 1 point
    É só uma linha: data de inicio, total subscrito, data de resgate, total resgatado.
  13. 1 point
    acho que se estava a referir invest AR ppr que mesmo nao declarando no irs, usando apenas como fundo, tem vantagens fiscais após 5 e 8 anos
  14. 1 point
    Optando pelo englobamento, os rendimentos de capitais serão, junto com os de trabalho, sujeitos aos escalões de IRS. Caso contrário, ficam sujeitos à taxa liberatória de 28%. A escolha do cenário mais vantajoso não é em muitos casos linear. Não é por se ficar no escalão 3 (taxa 28,5%) que necessáriamente deixa de valer a pena englobar, pois há que ter em conta a parcela a abater, as deduções à coleta e os benefícios fiscais. Deve-se por isso simular ambos os cenários na entrega do IRS.
  15. 1 point
    Sobre o montante aplicado, tens o grande retorno fiscal (20%) no ano após o reforço, depois nos anos seguintes tens apenas o retorno base do produto e a capitalização, menos os custos de gestão. A rentabilidade final acaba por depender também muito da idade do subscritor ou seja, de quanto falta até poder resgatar o capital. Tenho um PPR/E do tempo das vacas gordas, com taxa garantida de 3% e sem custos de gestão. Infelizmente a seguradora deixou de aceitar reforços nesse já há uns anos, e tive que passar a aplicar num novo PPR que em 2017 deu apenas 2,40% - 1% de gestão. Continuo a reforçar, principalmente pelo benefício fiscal e diversificação de investimento. Mas não posso dizer que a 20 anos, mais ou menos o tempo que me falta até poder resgatar, seja uma grande rentabilidade. Por exemplo, se a rentabilidade média anual até ao resgate for 1,50%, (1 ano x (20% + 1,50%)) + (19 anos x 1,50%) = 2,50% ao ano + capitalização = 2,94%. Claro que as taxas podem vir a aumentar, esperemos que sim. Li algures que, nos primeiros anos em que foram reconhecidos no CIRS, o benefício fiscal dos PPRs não tinha limite (para além do imposto retido, obviamente). Isso é que era...
  16. 1 point
    Fomos todos "comidos" pela Raize... não me enganam mais....
  17. 1 point
    Bom tópico. Já tive acções em várias ocasiões, mas sempre sem saber minimamente o que estava a fazer. Por sorte não correu mal (mas também não correu por ai além...). Neste momento não tenho nada directamente, só em fundos, mas confesso que tenho o bichinho de ir "brincar" para o mercado e fazer algumas experiências, por exemplo com 500€, numa perspectiva de curto prazo e aproveitando os preçários da DeGiro. Algumas sugestões?
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