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  • ETF (Exchange-Traded Fund) - Tópico Geral e WIKI / FAQ


    Francisco Martins

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    Este FAQ / WIKI ao longo dos cinco posts iniciais deste tópico representa um pequeno resumo simplificado para efeitos práticos, sendo limitado nesse sentido. LINKS para saltar directamente para o

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    Rick Lusitano
    A 28/05/2021 às 13:19, Louie disse:

    Assim à primeira vista parece um Revolut com ETF's. Está abrangido pelo esquema de compensação ao investidor alemão (90% do investimento até 20k) e suponho que tendo IBAN é porque tem licença bancária, estando assim o depósito assegurado pelo FGD até 100k, certo?

    Quais as diferenças para o Revolut?

    Well, a Vivid não tem licenças financeiras directamente. A Vivid está montada em cima do SolarisBank (banca) e outras entidades, Visa (Cartões), CM-Equity AG (Acções e ETFs), que tem as licenças necessárias. Portanto, está sob à regulação e garantias  que os seus parceiros estão sujeitos.

    O SolarisBank funciona como BaaS para as Fintech que não têm capacidade tecnológica e/ou regulatória. E assim as Fintech podem funcionar como bancos, EMIs, brokers, crypto exchanges. No caso da Vivid, a Vivid optou pela CM-Equity para fraccionar as acções e ETFs através da criação de derivados sobre os mesmos, mas estará a usar a licença de broker do SolarisBank. Usa a Visa como entidade emitente e operacional nos cartões e pagamentos.

     

    A Revolut é actualmente uma EMI (sem garantia de depósitos), apesar que já obteve licença bancária, mas que ainda não está a usar.

     

    Checka a minha primeira análise à Vivid (e Revolut) a partir deste post no tópico das Acções:

     

    • Obrigado 1
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    o iShares Core S&P 500 ETF USD Acc (EUR) | CSPX IE00B5BMR087 já existe free na degiro.

    mas só na bolsa alemã.

    Existe tb Amundi IS S&P 500 ETF C EUR | 500. Qual o que utilizam e porque ?

    o da amaudi é mais recente.

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    há 6 horas, superkinas disse:

    o iShares Core S&P 500 ETF USD Acc (EUR) | CSPX IE00B5BMR087 já existe free na degiro.

    mas só na bolsa alemã.

    Existe tb Amundi IS S&P 500 ETF C EUR | 500. Qual o que utilizam e porque ?

    o da amaudi é mais recente.

    Penso que o Amundi é de replicação sintética.

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    7 hours ago, superkinas said:

    o iShares Core S&P 500 ETF USD Acc (EUR) | CSPX IE00B5BMR087 já existe free na degiro.

    mas só na bolsa alemã.

    Existe tb Amundi IS S&P 500 ETF C EUR | 500. Qual o que utilizam e porque ?

    o da amaudi é mais recente.

    Eu tenho esse do Ishares no meu porfolio de ETF´s para a reforma.

    Editado por sevvvvv
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    A 30/05/2021 às 19:13, Rick Lusitano disse:

    Well, a Vivid não tem licenças financeiras directamente. A Vivid está montada em cima do SolarisBank (banca) e outras entidades, Visa (Cartões), CM-Equity AG (Acções e ETFs), que tem as licenças necessárias. Portanto, está sob à regulação e garantias  que os seus parceiros estão sujeitos.

    O SolarisBank funciona como BaaS para as Fintech que não têm capacidade tecnológica e/ou regulatória. E assim as Fintech podem funcionar como bancos, EMIs, brokers, crypto exchanges. No caso da Vivid, a Vivid optou pela CM-Equity para fraccionar as acções e ETFs através da criação de derivados sobre os mesmos, mas estará a usar a licença de broker do SolarisBank. Usa a Visa como entidade emitente e operacional nos cartões e pagamentos.

     

    A Revolut é actualmente uma EMI (sem garantia de depósitos), apesar que já obteve licença bancária, mas que ainda não está a usar.

     

    Checka a minha primeira análise à Vivid (e Revolut) a partir deste post no tópico das Acções:

     

    Epa... Descascaste bem a coisa. Obrigado pela informação. Não fazia ideia que o Revolut funcionava através de derivados. Por acaso estava a aguardar que incluíssem ETF's para experimentar. Assim sendo, o caso muda de figura.

    Em relação ao fracionamento de activos, como funciona com a T212? Pergunto-te porque acompanho a comunidade e percebo que a utilizas bastante.

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    há 11 horas, JM_ disse:

    Alguém aqui tem o Ishares msci world SRI? Pergunto-me se valerá a pena face ao IWDA

    Valer a pena em que sentido? Performance?

    Muitas vezes quem investe em SRI ou ESG não investe por valer a pena monetariamente. Embora no PDF da MSCI o índice SRI bate o "normal":

    https://www.msci.com/documents/10199/486d87c0-6979-42c3-9d75-53fb018b7fe7

    principalmente nos últimos 3 anos.

    Mas os ETFs:

    image.png.e4799e1d98bceb1cd66f9fa877355aeb.png

    IWDA a lilás. 2B7k (morningstar) a azul

    Editado por Virtua
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    hugomferreira0
    há 7 horas, Virtua disse:

    Valer a pena em que sentido? Performance?

    Muitas vezes quem investe em SRI ou ESG não investe por valer a pena monetariamente. Embora no PDF da MSCI o índice SRI bate o "normal":

    https://www.msci.com/documents/10199/486d87c0-6979-42c3-9d75-53fb018b7fe7

    principalmente nos últimos 3 anos.

    Mas os ETFs:

    image.png.e4799e1d98bceb1cd66f9fa877355aeb.png

    IWDA a lilás. 2B7k (morningstar) a azul

    Obrigado pela informação. Achas que poderá ter a ver com o facto de que o SRI tenha mais "variedade" de sectores no top 10 de activos que compõem o ETF, comparando com o IWDA?

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    8 hours ago, Virtua said:

    Valer a pena em que sentido? Performance?

    Muitas vezes quem investe em SRI ou ESG não investe por valer a pena monetariamente. Embora no PDF da MSCI o índice SRI bate o "normal":

    https://www.msci.com/documents/10199/486d87c0-6979-42c3-9d75-53fb018b7fe7

    principalmente nos últimos 3 anos.

    Mas os ETFs:

    image.png.e4799e1d98bceb1cd66f9fa877355aeb.png

    IWDA a lilás. 2B7k (morningstar) a azul

    Em última análise será sempre a performance.

    Valer a pena numa perspectiva de longo prazo entre abdicar de maior diversificação em prol de maior concentração em empresas que cumpram determinados critérios ESG. O número de títulos é bastante inferior entre os 2 ETFs.

    É difícil perceber se este ETF irá ter maior aceitação ou se será mais um “brinquedo” do momento. O volume é algo a que dou algum valor.

    • Gosto 1
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    Um desafio que tenho para os investidores mais antigos em ETFs:

    - nesta altura com os estímulos do Biden que se falam na ordem dos 6T, existe a expectativa de que o SP500 e as cripto possam beneficiar e continuar a crescer (que já estão em níveis históricos e graficamente falando perigosos);

    - a inflação está em subida igualmente (também na Europa) e também há quem garanta que isso mais tarde ou mais cedo se faça reflectir num crash na bolsa.

    O investimento em ETFs pressupõe que seja algo em longo prazo e portanto algo não preocupado com as variações do  mercado. Ainda assim, a minha pergunta é se na possibilidade do segundo cenário utilizam algum mecanismo de defesa do património? Em caso afirmativo, qual é o critério que usam para definir o valor de venda?  

    • Voto Positivo 1
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    há 2 horas, Tiago F disse:

    Em caso afirmativo, qual é o critério que usam para definir o valor de venda? 

    Teoricamente devias era comprar mais em vez de vender. Está mais que provado que é o caminho. Vai contra tudo aquilo que sentimos é verdade mas esse stress é o que o mercado remunera! Tens é de ter uma alocação com que te sintas confortável. Uma queda de 50% no S&P é sempre uma possibilidade. Já vi duas nos 20 anos que sigo os mercados!! Se continuarmos com uma por década a próxima deve estar aí ao virar da esquina 😆 Aproveitem para reforçar baratinho!!

     

    • Voto Positivo 1
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    1 minute ago, Virtua said:

    Teoricamente devias era comprar mais em vez de vender. Está mais que provado que é o caminho. Vai contra tudo aquilo que sentimos é verdade mas esse stress é o que o mercado remunera! Tens é de ter uma alocação com que te sintas confortável. Uma queda de 50% no S&P é sempre uma possibilidade. Já vi duas nos 20 anos que sigo os mercados!! Se continuarmos com uma por década a próxima deve estar aí ao virar da esquina 😆 Aproveitem para reforçar baratinho!!

     

     

    Certo. Em relação a isso concordo plenamente contigo.

    Mas a minha questão não foi essa. A minha questão é se perante a possibilidade de uma desvalorização de 50% metes algum stop. 

    Há duas formas de garantir reforços em cenários de queda:

    1. ter capital sempre disponível para poder carregar num cenário de queda

    2. ter um stop para forçar a venda num cenário apocalítico e usar esse mesmo dinheiro para comprar lá mais em baixo.

    A minha pergunta é mais o segundo caso já que este acarreta outro tipo de riscos (ex: uma queda de 21% e nós pusemos um stop aos 20%. Fica-se literalmente de calças nas mãos!)

     

     

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    há 16 minutos, Virtua disse:

    Teoricamente devias era comprar mais em vez de vender. Está mais que provado que é o caminho. Vai contra tudo aquilo que sentimos é verdade mas esse stress é o que o mercado remunera! Tens é de ter uma alocação com que te sintas confortável. Uma queda de 50% no S&P é sempre uma possibilidade. Já vi duas nos 20 anos que sigo os mercados!! Se continuarmos com uma por década a próxima deve estar aí ao virar da esquina 😆 Aproveitem para reforçar baratinho!!

     

    Podem $6T stimulus receber os votos necessarios para passar, no momento actual em que tudo está ATH ( All-Time Highs) ou um crash/couple of corrections agilizaria o processo ?

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    há 3 horas, Tiago F disse:

    Um desafio que tenho para os investidores mais antigos em ETFs:

    - nesta altura com os estímulos do Biden que se falam na ordem dos 6T, existe a expectativa de que o SP500 e as cripto possam beneficiar e continuar a crescer (que já estão em níveis históricos e graficamente falando perigosos);

    - a inflação está em subida igualmente (também na Europa) e também há quem garanta que isso mais tarde ou mais cedo se faça reflectir num crash na bolsa.

    O investimento em ETFs pressupõe que seja algo em longo prazo e portanto algo não preocupado com as variações do  mercado. Ainda assim, a minha pergunta é se na possibilidade do segundo cenário utilizam algum mecanismo de defesa do património? Em caso afirmativo, qual é o critério que usam para definir o valor de venda?  

    Se houver crash compro mais, fácil.

    Vendas é em topos não é em quedas :P 

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    5 hours ago, JM_ said:

    Em última análise será sempre a performance.

    Valer a pena numa perspectiva de longo prazo entre abdicar de maior diversificação em prol de maior concentração em empresas que cumpram determinados critérios ESG. O número de títulos é bastante inferior entre os 2 ETFs.

    É difícil perceber se este ETF irá ter maior aceitação ou se será mais um “brinquedo” do momento. O volume é algo a que dou algum valor.

    Desculpem, em relação ao volume de transações fiz confusão. Na verdade o 2b7k tem maior volume do que o IWDA.

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    há 41 minutos, JM_ disse:

    Desculpem, em relação ao volume de transações fiz confusão. Na verdade o 2b7k tem maior volume do que o IWDA.

    Talvez por o IWDA estar "espalhado" em mais bolsas? Tenho alguma dificuldade em acreditar que um ETF com 8 vezes mais AUMs tenha menos volume. (Mas do que vi assim de repente confirma o que disseste, e até vi o volume do IWDA em Londres tb)

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    1 hour ago, Virtua said:

    Talvez por o IWDA estar "espalhado" em mais bolsas? Tenho alguma dificuldade em acreditar que um ETF com 8 vezes mais AUMs tenha menos volume. (Mas do que vi assim de repente confirma o que disseste, e até vi o volume do IWDA em Londres tb)

    É possível. Estou no telemóvel e não dá jeito somar o average volume(3m) dos 2 ETFs em todas as bolsas para comparar, mas ainda assim fiquei surpreendido pelo 2B7K ter tanto volume. É um spin-off do IWDA e, para além de ser mais recente, há uma diferença assinalável de AUMs. Em teoria o IWDA deveria ter maior “fidelização” relativa, mesmo que tudo somado tenha maior volume do que o 2B7K.

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