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    Conteúdo Popular

    A apresentar conteúdo com maior reputação em 18-08-2020 em todas as áreas

    1. A conversa vai muito bonita... mas fazendo o papel de advogado do diabo.... Mude-se é a m****** das leis socialistas, que não querem concorrência. Porque raio existe um benefício fiscal para um tipo específico de produtos? (estou a falar do benefício à saída, os potenciais 400 euros de benefício no IRS - que dificilmente são esses 400 euros por causa do cálculo de todos os abatimentos à colecta do imposto - pouco compensam devido ao limite máximo anual de 2000 euros de investimento) Cheira a regulação para manter os bolsos cheios dos bancos e casas de investimento portuguesas, p
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    2. É isso mesmo. Onde queria chegar é ao seguinte (não têm de concordar, by all means disagree please!). Com yields tão baixas, parece (foco no "parece") que as obrigações de prazo intermédio deixaram de ser um contrapeso nas carteiras. Ou seja, mesmo quando as acções descem, o valor das obrigações tem um potencial de crescimento muito diminuto. O facto de nos últimos 40 anos as carteira clássicas acções-obrigações terem tido o melhor retorno ajustado ao risco, não quer dizer que nos próximos anos isso volte a acontecer. Porque houve um brutal bull-market nas obrigações (é ver as y
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    3. É uma das questões que também me interessa porque revela algo completamente surreal , como é possivel com tantos exemplos , não entender que existem sistemas que produzem sempre os mesmos resultados . É elementar estudar a história da Suécia, Irlanda e outros e ver o que lhes aconteceu quando optaram pelo "socialismo" económico e como voltaram a crescer e enriquecer depois . É tudo tão óbvio e os exemplos são tantos que é profundamente chocante este estado de coisas e o preço brutal que o País paga por governantes mediocres e elevados níveis de corrupção . Acredito num estado social
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    4. Não estou a falar deste produto, estou a falar de política fiscal. Este produto é uma mera veleidade que permite achar que conseguem criar um PPR de gestão passiva baseado num ETF MSCI WORLD ou similar, esquecendo um pequeno facto: 99,999% das pessoas não querem esse produto simplesmente porque não percebem, nem querem perceber, as vantagens. Explicas a diferença entre o TER de 3% e de 0,07% (que by the way é impossivel obter no produto que estão a magicar, : é fácil pensar em custos de estrutura que basicamente matam isso até teres 5M de NAV) e se for a CGD a vender vs o Fundo Opti
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    5. Bastava termos um valor maximo isento de imposto para as mais valias mobiliárias que as pessoas investiam mais. Até 5k de profit não pagas imposto : Se calhar era um excelente incentivo para as pessoas investirem e muitas o fariam Melhor que sustentar PPR's que comem comissões, que sustentam a banca e as seguradoras, e os seus gestores e que nunca te tirarão da cepa torta. Com 3% em taxas, onde raio vais ganhar dinheiro ?
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    6. Não leves a mal eu não gostar que falem de mim. Discute ideias e não pessoas. Não interessa quem a pessoa A ou B é. Se anda aqui a mais de metade da vida dele ou é um iniciado. Discute a ideias. Levas as coisas demasiado para um campo pessoal, seja positivo ou negativo, e fico desconfortável com isso, seja direccionado a mim ou a outra pessoa! Alguém discordar de ti não é um insulto à tua pessoa. Alguém concordar contigo não é uma validação de ti como pessoa. Sei que por alguma razão achas que gosto de ser bajulado, quando na verdade sou o mais próximo de estereótipo de nerd-geek* qu
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    7. A prestação mensal é composta por 2 parcelas: capital + juros. Não pode subtrair 682,15€ diretamente ao capital total do empréstimo. O juro corrido corresponde ao período passado desde o último pagamento da prestação. A comissão de reembolso corresponde a 0,5% do capital em dívida (valor definido pela legislação portuguesa).
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    8. Isto seria se tudo o que pagasse fosse abatimento na dívida ou seja, se o crédito não tivesse juros nem custos. 5.744,77€ dívida inicial - 5.333,58€ dívida atual = 411,19€ dívida paga 411,19€ / 7 pagamentos = 58,74€ Quer dizer que cada pagamento de 97,45€ abate 58,74€ à dívida e os restantes 38,71€ são juros e outros custos (taxas, comissões, impostos). Não lhe foi dada documentação com estes valores quando contratou o crédito?
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    9. isto é um tópico sobre fundos de investimento, andamos aqui a discutir coisas completamente sem nexo para o tópico, e ainda por cima com linguagem que nem vale a pena comentar basta ir ver algumas respostas acima. Eu aconselhava a reflectirmos e a voltar ao tema do tópico.
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    10. É teclado mecânico. Dá para clicar no enter mais vezes que num teclado manhoso de portátil...
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    11. Don’t Miss The Best Market Days. https://blog.wealthfront.com/dont-miss-the-best-market-days/
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    12. Alguém a tentar prever o futuro do S&P 500: (César Borja do Borja on Stocks) ( @D@vid, o S&P 500 até foi aos 2192 no intraday).
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    13. Não foste tu que em tempos disseste que o S&P ia para os 2.400 ? ?
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    14. Se tens entre 20 e os 30 anos ( com perspectiva de investir a longo prazo, digamos aquele clichê da reforma ) sim o ideal é teres 100% acções, a partir daí sou da opinião que a carteira se deve ajustar, não podes é ficar todo borrado com quedas de 30% nas acções ?, que é o problema geral, daí depois se meter bonds para baixar a volatilidade da carteira...?
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    15. A garantia de grupo dos grupos da família Mintos (mesmos sócios) é tanga, exceptuando a Mogo (empresa com Bonds em mercados internacionais que obriga a ter maior responsabilidade). A Varks tem reduzindo os PP/Recovery devido à venda da Sebo à Mogo ("venda interna") e a valores recebidos dos borrowers, pois a Varks não faliu, ela está em wind down desde que perdeu a licença. A Varks era uma cash-cow dos sócios da Mintos, que se deram ao luxo de a descapitalizar à bruta, quando o BC da Arménia viu os seus rácios de solidez eram reduzidos devido a isso, tirou-lhes o tapete. Os sócios ti
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    16. Provavelmente porque os backtests não estão bem feitos. O NunoSousa05 provavelmente está a fazer 60% World Equity vs 60% World Equity/40% Cash... Nunca na vida a diferença é aquela com 40% World Bonds!! No período 2000 a 2003 nem tiveste bear Market numa carteira mista!!
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    17. Podes aplicar o que quiseres mas deixa de ser o EUPP, All Weather etc etc. A única coisa que o Mouro está a dizer é que a rentabilidade das obrigações europeias está tão baixa que mais vale ter em cash. Ou que consegues a mesma performance ajustada com risco com metade do capital se investires só em MSCI World (algo com que não concordo mas tb não discordo veemente)
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    18. Então se percebi bem. Se pegares na carteira apenas alocada a acções e multiplicares em 60%, o DD é comparável ao DD da carteira 60-40. Onde quero chegar é que as obrigações não amortizaram, per se, o DD da carteira. Ou seja, esses 40% de obrigações não serviram de contrapeso e podiam estar em cash, dado que o DD seria semelhante. Sendo assim, até que faz algum sentido.
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    19. por falar em Vanguard sou mais apologista de index funds do que ETFs. Dos meus testes a performance é ligeiramente melhor e os custos são bastante em conta (assumo custos de institucional ou institucional+ para este produto, o que o torna equivalente ou melhor que os ETFs de replicação física, em termos de custos) https://global.vanguard.com/portal/site/kiids/pt/en/documents P.S. Sem querer apaguei um post meu acima pois cliquei em editar em vez de citar!! Era relativamente grande por isso infelizmente não me vou dar ao trabalho de o tentar "imitar". Mas basicamente dizia que custos
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    20. A ideia existe há mais de 40 anos , o que ele diz para mim são chavões básicos . Posso interpretar da forma óbvia que é , tentei fazer igual mas não tinha capacidade ou não tive mercado para mas eventualmente posso vir a ter , se se...o valor que isso tem é reduzido , outra coisa é dizer de forma clara e transparente como se desenvolveu o processo , que etapas foram seguidas , onde existiram os problemas e isso ele não faz nem diz mas curiosamente criou um produto com custos mais altos e para isso houve mercado e foi capaz ? Reconheço que algo me pode estar aqui a falhar e caso alguém queira
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    21. Plenamente de acordo, ter um abrigo fiscal para o investimento do cidadão (podia ter um limite anual de reforço, tal como existe noutros paises). O que cada um investia depois dentro desse abrigo, seria uma decisão de cada qual. Isso seria o que mais eu queria. Aqui batemos no outro interesseiro, o estado.
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    22. Não estás muito longe das minhas. Acrescentas 0.3 a 0.5% para comerciais e marketing e chegamos a valores entre 1 e 1,2% para tornar o produto viável ?
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    23. As minhas contas no "verso do envelope" apontaram para um minimo de 0,7% só para operar e cumprir com as taxas e taxinhas (excluindo possiveis entregas a comerciais). Isto numa estrutura de serviços anciliares já existente. Depois com mais volume, seria possivel indo paulatinamente diminuindo o que era cobrado anualmente. Para além disso, o volume é crucial, ou chegava a cerca de 3 milhoes nos primeiros dois anos ou podia correr o risco de o retorno de mercado ser "comido" pelas taxas e taxinhas e de repente o produto passivo ficava com uma das piores performances dos restantes produtos na sua
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    24. Não vai pelo menos aos 2.200???? mau mau Maria ?
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    25. Pois, no primeiro post dessa serie descrevo um pouco essa cadeia interminavel, até num exemplo concreto...por acaso a CMVM até queria subir as taxas que cobra a cada fundo em percentagem (pagam os investidores!) muito recentemente. Foi recusada a proposta de subir as taxas, mas devem voltar à carga em breve. Sim, mas eu compreendo perfeitamente porque colocar no mercado um produto mais "barato", simples e com desempenho acima de muitos (ou todos) os produtos que têm actualmente é complicado de encaixar. Principalmente quando dos ~300 milhoes de AuM devem ter uma taxa média de 1,2 - 1,5
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    26. Em termos empresariais quem entra primeiro no mercado tem sempre uma enorme vantagem e se fizerem as coisas bem feitas quem vem a seguir fica com migalhas. Nota que escrevo , se fizerem as coisas bem feitas. É importante pensar em qualquer projecto como um potencial negócio e sendo assim debitar ideias e soluções á vista de todos é um enorme favor a potenciais concorrentes ou participantes no mesmo mercado
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    27. Relax... One problem at a time ? O do S&P ir abaixo de 2k parece que foi advertido, vamos ao seguinte que é a economia real não se desfazer ?
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    28. Por mim avança-se para Discord, até porque realmente há coisas que tb não queria dizer aqui!! Ainda não percebi como querem fazer algo "praticamente sem lucro". A menos que haja aqui alguém com dezenas de milhões que dê para criar o produto logo sem prejuízo. Só comerciais levam 0.3% a 0.5% ano como incentivo!! Assim é capaz de ser mais viável. Mas não vais ganhar $ com uma ideia que como o Luis Lobo Jordão disse acima (e bem) não é nova, já se tentou e é provável que alguém tente de novo mais cedo do que mais tarde
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    29. Sem dúvida que temos tido aqui muitos insights importantes e temos também 2 caminhos: - Criarmos a sociedade nós: Maiores dificuldades burocráticas e de estrutura; Possibilidade de baixarmos as fees para trabalharmos praticamente sem lucro - Apresentarmos o produto a outras entidades: Menos dificuldades burocráticas e de investimento; Maior probabilidade de o produto não ser tão atrativo. Como referiram, acho ótimo termos a discussão pública do produto aqui, mas acredito que precisamos também de um método de comunicação mais privado. A quem está interessado
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    30. Indústria Extractiva Portuguesa é um nome digno para o que existe. MAS o pessoal pensa que é só os bancos. Há toda uma estrutura burocrática que mama à custa do investidor, da qual os bancos fazem parte mas são apenas um dos beneficiados. Só dará menos lucros SE as taxas forem tão baixas como pretendem... Ah, como se distingue quem sabe do que fala...
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    31. Eu penso que ainda não existe, porque dá trabalho e, para todos os efeitos, dá menos lucros! Se as entidades têm produtos que dão mais dinheiro (com as maiores FEE’s) e “toda” a concorrência está nos mesmos moldes, porquê se “chatearem” a criar algo novo?
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    32. Há uns meses numa sessão de questões/respostas com o Luis Lobo Jordão: ---Boa tarde Luís. Tenho duas perguntas: Qual na sua opinião a razão para não existir no mercado nenhum PPR a seguir uma estratégia verdadeiramente passiva, seguindo por exemplo um indice como o MSCI World ou o FTSE AW? E quando podemos esperar o lançamento de um produto desta natureza? ---ljordao (Luis Lobo Jordão) Boa tarde e obrigado pelas questões. Não posso dar muitos detalhes, mas esteve para surgir. Pode ser que ainda avance. Há
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    33. Estas despesas terão de ser avaliadas para “calcular” os montantes mínimos de investimento (e os máximos também) e “encontrar” o ponto ideal entre valor mínimo de investimento vs FEE’s Aqui não há como “contornar”. Mas existirão várias “opções” para comparar e para desenhar o projecto mais optimizado possível em termos de despesas! Para estas, penso que seria “ideal” procurar alguém para o Departamento Legal e para o Departamento de Contabilidade (um advogado e um contabilista) que estivessem directamente relacionados ao projecto. Ou seja, alguém que fizesse parte da equ
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    34. Não se esqueçam que com isto (não usar entidades conhecidas) se levantam temas de confiança. É diferente eu colocar as poupanças de uma vida na SGF ou na Optimize ou colocá-las numa estrutura acabada de fazer por pessoas inexperientes ainda que bem intencionadas. Não quero desmoralizar ninguém estou só a dizer a minha opinião. O Virtua vai dizer que isto não é importante, que "vão vir milhões" desde que os incentivos aos comerciais sejam elevados mas já ninguém escolhe as Instituições em que coloca o seu dinheiro arduamente ganho baseado na confiança da Instituição?
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    35. Já referi isso em cima tb. Referi até a optimize como possibilidade. Eles têm muito boa exposição e considerando os milhões valentes que têm em fundos que não valem um charuto deverão ser excelentes em marketing (e são) Mas esses entidades não vão fazer isto por 0.5% ao ano (alvo ideal para mim). Só eles vão querer os 0.5% ? Concordo! Apesar de “à primeira vista”, a estratégia de abordar alguma entidade já existente poder ser apelativa, penso que com esta solução os FEE’s baixos que falamos para o nosso PPR iriam acabar por ficar na mesma linha dos restan
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    36. Que tal conversarmos noutro meio , seja o discord/skype ? Francamente e por vários motivos não acho boa ideia continuar aqui a discussão.Eu tenho um grupo no Discord embora seja mais internacional e apenas aceite pessoas com "alguma experiência" posso criar outro ou criar um grupo apenas para este tema lá ? Sugiro que exista uma pré seleccão de pessoas ,sendo as boas ideias e alguma experiência bem como visão clara do que é Investir , requisitos importantes além de outros que achem pertinentes , proponho uma forma organizada de elaborar o projecto/study case . Sugiro também criar um
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    37. Essa era outra das opções que dei: Levar a proposta ao Banco CTT era o que tinha em mente. Mas aqui surgiu a ideia de sermos nós, um grupo de investidores a criar o fundo. Ambas são hipóteses válidas!
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    38. Esse é de facto o maior entrave a esta ideia - a iliteracia financeira dos Portugueses. Um PPR com um ETF passivo lá dentro que não aumentasse muito os custos do próprio ETF era dos melhores produtos que poderiam existir para um investidor passivo de longo prazo. Se há mercado em Portugal para isso? Se calhar não porque as pessoas são sabem a diferença entre um bom produto de investimento e ... uma batata.
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    39. Muito simples: Dedução em IRS até 400€ por ANO por estar a investir dinheiro! Redução de 28% para 8% dos ganhos das mais valias! Pode representar vantagens de centenas de milhares de euros para quem investe em longo prazo! Fórum agregou: Mas os vossos insights são preciosos. Acredito honestamente que se consegue arranjar 50 pessoas aqui no fórum, no caldeirao da bolsa, reddit e outros sítios de finanças dispostas a investir 2000€ nesta empresa, se ao final de 5 ou 6 anos já recuperaram isso só ao investir no próprio produto (entre IRS e mais valias), f
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    40. Detestei os videos que colocaste e detesto a forma agressiva e insultuosa que usas para defenderes as tuas teorias. Não aprecio também o extremo dogmatismo das tuas opiniões, ciência e dogma não emparelham bem. Estás a estragar o bom ambiente de debate que existia neste tópico com a tua grosseria e intolerância intelectual.
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    41. Porque eu não invento. Se o MSCI World tem Japão porque não o terei eu? Isso de ter levado na cabeça é fácil depois do facto. O MSCI World vai ajustando automaticamente. Por isso o Japão estava acima de 50% de peso no final dos anos '80 e agora tem menos de 10%, enquanto os EUA vão aumentando gradualmente o seu peso!! O mercado ajusta-se... embora o pessoal continue a chamar de investimento passivo a quem investe em fundos/ETFs trackers de indices!! Eu tenho milhões de pessoas com Triliões de dólares a trabalhar para mim e a tornar as coisas o mais eficientes possível. Mas o desafio intel
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    42. O fundo Fidelity Asia Pacific Opps E-Acc-EUR, ISIN LU0345362106, que o Virtua indica não inclui o Japão, Japão esse que tu não tens na tua carteira, enquanto o fundo que indiquei do JPMorgan (JPM Pacific Equity D (acc) EUR) já inclui o Japão. O fundo que o Virtua refere é muito bom tal como o que indico a seguir para os EUA e do mesmo género "opportunities": Franklin U.S. Opportunities Fund N(acc)EUR, ISIN LU0260869903. Este fundo no Best e em moeda EUR, tem as melhores rentabilidades, na categoria, a 1, 3 e 5 anos. Os fundos opportunities, como já referi num post atrás, são fundos em que o
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    43. Se a tua alocação for, por exemplo, 60% Equity e 40% Bonds faz sentido que o montante que tens em Certificados do Tesouro sejam considerados dentro dos 40% Bonds. Não te esqueças é de olhar para a tua alocação com um todo. Relativamente à yield: como disse o Virtua a yield de uma obrigação/ETF de obrigações é a melhor estimativa que existe para a rendibilidade de uma obrigação/ETF de obrigações para um investidor de longo prazo/detenha a bond até à maturidade. Ex.: uma obrigação emitida hoje com o preço de emissão de 100, que pague cupões anuais de 5% e que na maturidade devolva 100
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    44. Normalmente é assim. Nada melhor do que ires ao site oficial do ETF e veres a maturidade e a yield. Essa é a rentabilidade espectável durante esse período de tempo! (rentabilidade expectável não é a rentabilidade que vais ter, lembra-te disso, mas é a melhor aproximação que podes ter). É onde eu costumo investir. Tem havido algumas vantagens em ir para o longo prazo, devido ao bull market que as bonds têm vindo ter nestes últimos 40 anos. Em compensação quando o bull acabar vão ser as que vão levar mais na cabeça. Acabo por ir para o intermédio mais numa situação de se o bull continuar
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    45. Acho sinceramente que o forum devia deixar de permitir visitantes. Não só não podemos dar voto negativo em respostas que não gostamos como não podemos dar voto positivo em boas respostas. Além de que os visitantes raramente dão feedback sobre os problemas que tiveram pq também não recebem notificações de resposta.
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    46. Tens 28 anos, tens um horizonte temporal longo e ainda não fizeste muitos erros nos investimentos (porque és novo e ainda não acumulaste dinheiro que te permita fazer erros grandes). Assim, o conselho de alguém mais experiente que eu gostaria que me tivessem dado quando eu tinha a tua idade é: lê os livros certos sobre investimentos e aprende os princípios de investimento sólidos testados pelo tempo. Vais ficar surpreendido pelo quão simples são esses princípios e baseados no senso comum (que estranhamente em matéria de investimentos a maioria das pessoas teimosamente ignora). Investe na
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    47. Ok, fiz o seguinte exercício com dados desde Janeiro 1985. Não fiz com Obrigações Europeias, mas com o FTSE World Government Bond - Developed Markets EURO HEDGED e o MSCI World. Comparei os DD mais significativos desde 1985 do 60/40 vs 0,6% do 100 MSCI World. Eis as diferenças em relação ao 60/40. 1987 - o 60/40 teve um DD de -17,1% (-0,82%) 1990 - DD de -21,4% (+0,56%) 2003 - DD de -28,9% (-0,82%) 2009 - DD de -27,4% (+1,7%) 2020 - DD de -11,3% (+0,58%)
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    48. Deixo aqui uma questão, que acho que já foi abordada pelo @Virtua num artigo, se não estou em erro ? Até que ponto faz sentido ter obrigações num portfólio, tendo em conta as taxas de juro actuais e o facto de haver a previsão permanecerem assim durante muito tempo ? Sendo o yield baixíssimo, continuam a ter o mesmo efeito de redução de volatilidade num portfolio ? Ou perdem correlação, no sentido em que deixam de atenuar o drawdown das equities ?
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