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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 15-07-2020 em todas as áreas

    1. Em resposta ao dilema do @superman, eu até citava um post que coloquei há uns anos neste tópico (ou no do P2P) sobre como faço com o pé de meia dos miudos. Mas como não consegui encontrar, vou reescrever. No nosso caso o dinheiro dos miudos é dinheiro do agregado, entra para o bolo e vai junto para o portfolio de investimentos do agregado, e sujeita-se à minha política de investimento. Não faço distinção entre a origem do dinheiro. Entra dinheiro em casa, é do agregado. Agora, mantenho é o tracking dos recebimentos de cada um dos pupilos, um com 6 e outra com 1. Aos 18 anos ou quando
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    2. Para se perder 80% num investimento de açóes globais durante 20 anos será preciso que as coisas corram extraordinariamente mesmo mal; não é algo que seja garantidamente impossivel de acontecer, mas se acontecer, será uma daquelas situações, tal como uma doença ou um acidente grave, que ficam fora do nosso controlo e contra as quais teremos que lidar da melhor forma que nos for possivel.
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    3. E porque razão a filha não pode usufruir dessa poupança para ajudar a pagar os seus estudos daqui a 20 anos? O risco de perda é sempre o mesmo, investindo-se 10k ou 1m num determinado activo, a 20 anos. Naturalmente existe um prazo temporal maior para se recuperar o investimento quando se tem 20 anos. Mas sendo assim, volto à questão, porque não um ETF alavancado de acções? Seguramente 200% (eu sei que não é bem assim por causa do volatility drag) terá maiores ganhos 100%, que por sua vez terá maiores ganhos que uma carteira alocada "apenas" 60% a acções. Isto porque estamos a
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    4. E que tal nem para um nem para o outro? É explicar que são decisões que têm consequências no futuro e que eles são responsáveis. Se depois der barraca, que não sejam piegas e não que venham para as redes sociais culpar a sociedade, o capitalismo, o racismo misógino, a trans-homo-coiso-fobia ou o NeoLiberALisMo... ?
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    5. Falas como um verdadeiro Ministro das Finanças. E se em vez de irem para o curso de letras, forem para um curso de filosofia ou de artes? Deserdas-os? E se forem para um curso de Ciências Políticas ou para as Jotinhas, recebem um bónus? Estou indeciso, se os pais devem mandar os filhos para os escuteiros ou para as "Juventudes" partidárias. Não sei qual o mais útil para a vida dos miúdos.
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    6. E achas que investir nessa força em ações de uma única empresa é um risco controlado? A mim parece-me um jogo perigoso entre fazer uma fortuna e perder quase tudo. Claro que se esse dinheiro não te fizer grande falta podes arriscar. Tinhas esse feeling tão espetacular e só não investiste por desconhecer as comissões e impostos envolvidos? Eu se estivesse tão certo de um negócio que me iria render centenas de milhar de euros não me deixava parar por isso (nem por praticamente nada!)
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    7. https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/amanha-assista-a-talk-guia-de-fundos-612802
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    8. Que raio de questão! Do que eu vejo a nível autárquico, definitivamente para a política!
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    9. É preferivel apostar nas Juventudes partidárias pois têm um maior potencial de alavancagem financeira a médio prazo.
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    10. Ok. É que antes tinhas mencionado certificados de tesouro.
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    11. Nunca. Acções são perpetuities ? "Our favorite holding period is forever." Já dizia o outro... E tal como em 2000 está a levar na boca e o pessoal a dizer que está senil ? Será que vem aí uma descida?
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    12. Bem vindo. Claro que olhar para o passado e vendo o presente é fácil dizer que se iria ter X de retorno. Mas tal como o @CountingCents disse é impossível prever o mercado. "Investir" numa só ação não é mais do que fazer uma aposta, e como tal tens de estar preparado para perder tudo. Olha para o exemplo da Wirecard. Em 5 dias as ações foram de 100$ a 14$ (17 a 22 Jun), quem lá estava ficou a contar cêntimos ?. Se podemos comparar a Wirecard com a Tesla? Talvez não, mas a realidade é que nunca sabemos o que passa nos bastidores.
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    13. Prefiro ter um cartão multibanco "clássico" (apenas débito) por mais 2 ou 3 anos. E o do Openbank tem uma série de vantagens de viagem que no futuro me poderão dar jeito. Acredito que ainda nesta década o papel-moeda irá acabar, pelo menos no mundo ocidental. O pior é se a emergência ocorre durante o primeiro ano, enquanto tens o dinheiro preso ...
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    14. "child-performance-review", já me ri hoje Patanisca. Também fazes o mid term review ai em casa com os miúdos ? Haha
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    15. Exagerar? 200? Porque não 500? O banco e portugal decreta... e já está! Não tens receio de perder o cartão e passado umas horas ou no dia seguinte deparares-te com 3 movimentos de 50 euros no cartão sem saber quem se responsabiliza? Eu tenho!! O risco anterior era "moderado" (para mim), mas actualmente nem por isso! E não é uma questão de USAR ou não usar! Essa agora! Eu acho muito importante que os utilizadores de CONTACTLESS saibam os perigos que correm... ou NÃO! Porque até agora ainda ninguém (COFIDIS, MASTERCARD - já liguei com eles) me souberam confirmar se afinal a política RI
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    16. Pessoalmente para mim a diferença é simples. Perder 80% do Valor investido aos 65 anos na reforma é mais grave do que perder 80% de um valor que nunca foi ela a investir aos 18 anos. Ela até pode nem saber que esse dinheiro existe...
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    17. No tópico dos ETFs falou-se brevemente disto: https://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/?page=156&tab=comments#comment-176575 Na altura ainda não tinha o wcld mas acabei por entrar pouco depois. Tem tido um bom desempenho até ver. Acções isoladas do sector não tenho nada (só amazon, mas isso é outra besta).
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    18. Eu acho que não seja exactamente a mesma coisa, quem tem uma reforma daqui a 20 anos, nessa altura talvez o que deseje é vender e usufruir da poupança, no caso da filha ( logicamente que estava a brincar a dizer que ia queimar tudo na universidade lol ) pode continuar com o investimento por mais 20 ou 30 anos, por isso acho mais cauteloso no momento de investir aos 40 anos do que aos 2 anos de idade.
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    19. A mim faz-me um pouco confusão como se aconselha 100% acções para o longo-prazo. É o mesmo tipo de conselho que se devia então dar a alguém que tem menos de 45 anos, assumindo 20 anos como longo-prazo e uma idade aproximada de reforma de 65 anos. Ora, desde 2000, não é uma carteira 100% acções que teve maiores retornos. Aliás, se assim não o fosse, então porquê ficar pelos 100% em acções? Porque não investir logo em ETFs alavancados (para não se ter o risco de se perder tudo) ? Quanto maior o risco maior o retorno, certo? Ou... não será bem assim? Posto isto, ao user @super
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    20. Boas! Antes de mais, parabéns por estares a colocar os interesses da tua filha à frente e a tentar criar um pé de meia para ela! Eu tenho feito o mesmo! E por causa disso, vou-te dizer o que eu faço. Não quer dizer que seja melhor ou pior, é apenas a minha maneira. Eu concordo com o @David e acho que o melhor para 15 a 20 anos, será 100% acções. Assim, penso que o melhor será um fundo índice (para reduzir os custos) de acções mundiais ou países desenvolvidos, que dê para fazer reforços e que tenha um valor de UP relativamente acessível (algo no máximo entre os 50€ e os
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    21. Com essa idade já deveria saber o que anda a fazer no mundo dos investimentos... ??
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    22. Eu concordo com a opinião do David. Porém, 16 anos ainda muita coisa se pode passar nos EUA, China, UE, portanto eu seria mais conservador e ia para um fundo de acções globais. Que normalmente tem sempre grande exposição ao mercado norte-americano, mas confere liberdade para se de repente aquilo rebentar lá, a gestão do fundo reduzir a posição e aumentar noutra geografia, por exemplo de um novo líder mundial, tipo China.
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    23. Bem modéstia opinião... Imaginado que ela só iria levantar esse dinheiro aos 18 anos, temos 16 anos pela frente. Fundo misto, é mais equilibrado, no entanto como tem obrigações em carteira vai na minha perspectiva roubar rentabilidade , um fundo PPR poderia ser mais interessante pelo facto da tributação ser bem mais baixa, mas mesmo assim não sei se seria a melhor opção, eu iria para 100% acções. Dito isto, um fundo de acções globais, uma boa opção, mas mesmo assim...não sei se seria a melhor, colocar em cima mais o "risco" de o mesmo investir em mercados não tão interessantes c
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