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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 28-05-2020 em todas as áreas

    1. Se será o fim, ninguem sabe. O que sabemos e vemos agora, é de desde à algum tempo tudo isto funcionava em modo Ponzi, os LO's contavam com a entrada de dinheiro fresco para pagar juros e empréstimos antigos. O Covid e as moratórias não explicam nem convencem, a subita e quase total falta de liquidez e consequente suspensão de pagamento aos investidores que muitas plataformas aplicaram (para não falar na Grupeer). "Atão" ninguem paga népia do que pediu emprestado aos LO's? Pode não ser o fim, mas a credibilidade das P2P está muito afectada. Para brincar com uns trocos, pois talvez... assi
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    2. Update: -7,12% Já estou arrependido de não ter pedido um crédito colateral ?
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    3. Também penso parecido com o que vocês postaram, exceto em relação a Estateguru. Acho que mesmo tendo os imóveis como security, o risco é muito alto nesse momento. Os preços podem desabar e as avaliações podem estar erradas. Vi isso ocorrer com muita intensidade na FundingSecure no RU (até relatei aqui): imóveis sendo leiloados por 20% do preço da avaliação (possivelmente mal intencionada). Como fui queimado lá, parti para a venda na EstateGuru e CrowdEstate. Achei o mercado secundário bem líquido
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    4. Tenho andado a pensar qual é, na prática, a diferença entre ETFs distributivos e acumulativos. Qual é o efeito dos impostos nos dividendos? É certo que os acumulativos são taxados mais tarde do que os distributivos, e isso permite que os dividendos acumulados componham sem impostos. Mas qual é o resultado prático? Vale a pena escolher um acumulativo? Para responder a estes perguntas decidi simular dois cenários (um acumulativo e outro distributivo), tendo em conta os 28% pagos em Portugal sobre dividendos e mais-valias. Uma explicação mais detalhada neste artigo que escrevi no
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