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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 04-12-2019 em todas as áreas

    1. Concordo. Quando eu disse que tinha o dedo no gatilho, não significa que vou já disparar. Apenas estou preparado para entrar/reforçar caso a tendência de queda se mantenha.
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    2. Também é a minha política. Reforços apenas nos momentos de quebras com algum significado percentual. Já fiz alguns quantos reforços este ano, aproveitando alturas com quebras mínimas de 6% a 7%. E também subscrevi alguns novos fundos seguindo esta mesma ideia, com capitais dos CTPM que chegaram ao vencimento este ano, pois não encontrei melhor aplicação para montantes significativos.
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    3. Para quê? é que o tempo que os fundos podem levar a serem subscritos ( 2/3 dias úteis ) podes estar depois a comprar novamente até mais caro do que estava. Na minha opinião um reforço ( no único objectivo de aproveitar para comprar mais barato e baixar o custo médio de um fundo ) , fará mais sentido aquando de quedas superiores a 5% pelo menos, se os fundos funcionassem como trading bem aí podíamos estar sempre a comprar e a vender, mas sendo os fundos outro tipo de aplicação é necessário um pouco mais de ponderação, hoje já a Europa subiu e já anulou boa parte das quedas deste mês.
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    4. Para certificados? Cofidis +1 e bankinter. Rede MB e cashback em pagamento de serviços.
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    5. É carregar a conta ? Cartões credito com rede multibanco, Cofidis, bankinter
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    6. Quarta-feira passada carreguei o cartão dá através do curve+universo e só deu 1%. Nao sei se tem haver com o cartão curve pelo meio, se o carregamento de cartão dá está fora da promoção.
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    7. Eu uso a Degiro onde está a maioria Dos meus títulos e o Best. O valor da cobertura nas plataformas usadas (brokers e bancos) apenas “assegura” e poderá ser activado, em caso de falência ou trafulhice da própria plataforma. Mas em ETF’s, FI’s, ações e obrigações, as plataformas são “apenas” o intermediário. Ou seja, o risco está se a própria empresa (ou instituição) que emite os títulos for à falência e aí sim, o título dessa empresa poderá desaparecer. No caso de um Banco onde se tenham fundos, se “não estiver cá nos próximos anos”, os títulos continuam a pertencer à pesso
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