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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 13-10-2019 em todas as áreas

    1. O banco é apenas o veículo usado na compra e venda, o banco não é a gestora, não é o fundo, o banco quando vai à falência não fecha portas nesse dia e nem fecha contas nem foge com os activos ?, basta saber e pedir noutro banco se podem receber esses fundos ou simplesmente resgatar e levantar. O AR PPR não é do banco Invest, nenhum fundo é de um banco, o AR PPR é do Invest Gestora de Activos. Agora o que pode surgir dúvidas é o banco depositário, quando o fundo é estrangeiro sabemos que o banco depositário é no Luxemburgo, Irlanda, os fundos portugueses é nos bancos portugueses, o AR
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    2. Pagaria assim: - Deixa ir a débito direto, já passou a data de pagar antecipado: dinheiro em conta corrente (11/10): 1.000€ -> Cofidis (vence 16/10): 435€ - dia 11 => Cofidis -> Bankinter (vence 22/10): 193€ (cashback 1% = 1,93€) - dia 11 => Bankinter -> Cetelem (25/10): 165€ (cashback 5% = 8,25€) - dia 11 => Cofidis -> Unibanco (vence 29/10): 275€  (cashback 1% = 2,75€) A dívida que fica no Cofidis pagas depois só no próximo extrato, entretanto no próximo mês fazes algo idêntico, rodas o dinheiro entre os cartões, desde que já tenha fechado o extrato e te
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    3. Apesar da entrevista ser um pouco longa, acaba por ser bastante interessante. Aprende-se umas coisas. - Mudanças regulatórias na Letónia (que pode ajudar a explicar a mudança da Robocash, Grupeer, Swaper para outros países) no P2P Lending e na Polónia para os LO. - Como funcionam as plataformas de P2P Lending. - Os motivos dos problemas da Aforti. - A história da Viventor. - A situação financeira da Viventor. - A Viventor planeia criar obrigações ou outros instrumentos de dívida que recebem os juros e capital dos loans, para vender aos investidores institucionais.
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