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Depende da perspectiva; há pessoas que passam privações para deixarem uma boa herança para os filhos, o que também não faz muito sentido. No que a mim me diz respeito, não tenho intenções de propositadamente deixar dinheiro para os filhos, mas se continuar como espero a ter sempre algum poupado (para as minhas eventuais necessidades enquanto estiver vivo) é natural que quando a morte me apanhar os meus filhos fiquem com o dinheiro, o que não é uma coisa má para eles se tiverem juizo. A falha da filosofia do "não levas o dinheiro para o caixão" é que o caixão pode tardar a chegar e nesse entret5 points
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Antes que apareçam a perguntar . Multa á google, indefinições na administração Trump, discurso de Yellen, subida da taxa de juro, reservas de petróleo, e não mais importante, subida dos mercados nos primeiros 5 meses do ano a rondar os 20%, tudo isto tem ditado as quedas mais recentes do mercados. Nestas ocasiões gosto de olhar um pouco para os bancos, na Europa principalmente eles são o motor das bolsas, as bolsas têm uma tendência de seguir os mesmos com algum gap, e aquilo que se vê no índice dos bancos europeus tem sido uma subida desde o dia 23 ( sexta feira passada ) embora hoj1 point
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Já lerem o artigo do observador ? http://observador.pt/especiais/proteja-a-sua-reforma-so-ha-dois-ppr-que-merecem-o-seu-dinheiro/ Fala que os PPR da Alves Ribeiro PPR é o que está a "dar" relativamente ao banco Invest.... Não sei porque não estou a conseguir colocar imagens ver link abaixo http://prntscr.com/fpp6bw1 point
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As tuas contas mostram bem que ter filhos torna virtualmente impossível reformar-se mais cedo a portugueses com rendimentos médios. E a aquisição do carro? E um toque? E uma peça que avariou, ou 4 pneus novos? E dentista? E oftalmologista? Quanto custa uns óculos para miopia? E roupa? Vamos receber roupa de familiares a vida toda? E um relógio, um portátil? Uma ida ao ginásio ou piscina? Deixamos de fazer desporto? Um bicicleta? Um telemóvel? (ou 4...se for dois membros do casal mais dois filhos adolescentes?) E como tu dizes e bem: nada de contar com jantares for1 point
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Isto é uma grande verdade! Mas para isso é que serve o namoro se antigamente era difícil "trocar", hoje em dia é talvez mais fácil do que vender acções1 point
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@gustaferra obrigado por esse gráfico (Já tive a ler os vossos comentários mais à frente, em que concordo com a vossa perspectiva mas parece-me que está a escapar algo...) 950€ bruto (vou assumir que são 2 titulares, 1 filho). Eu quero acreditar que não sou muito forreta, e que a realidade mostra que alguém com estes rendimentos terá 0% de hipóteses de se reformar antes dos 66 (na altura deve andar pelos 70 xD). Líquidos: 754,30€ x 2 = 1.508,60€ Poupança: 452,58€ (30%) Gastos: 1.056,02€ (renda, carro - combustível e seguro, alimentação, água, luz, internet, gás, segu1 point
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É isso mesmo ! Podem parecer migalhas, mas se os pais começarem a meter de lado por exemplo esses tais 25€ / mês, em 17-18 anos ( quando entram na faculdade ) estamos a falar nesses tais 5000€ que se porventura forem capitalizados ao longo desse período de tempo podem até disparar para 8000 ou mais €. Essa poupança já paga Licenciatura de Bolonha ( 3 anos ) numa faculdade pública com propinas de ~1000€ / ano e ainda sobra dinheiro para 1 carro usado porreiro e baratinho para o filho ! No final do meu post coloquei essa questão: Passa pela vontade de querer dar respon1 point
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O problema é partir do princípio que portugueses com rendimentos médios, num horizonte temporal de 18 anos, conseguem poupar na ordem dos milhares de euros para um filho. É que entretanto, quando ele nasceu, tiveram que se mudar para um T2 (mínimo). Tiveram que comprar uma viatura maior, e renová-la pelo menos 1 vez ao longo desses quase 20 anos. A não ser lá está, que comecem a prescindir de qualidade de vida e seleccionem um T2 muito mais afastado/zonas menos nobres (logo mais barato), e aguentem a viatura 20 anos (normalmente mais ineficiente, e com custos de manutenção tipicamente mai1 point
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O Importante é não se deitar a toalha ao chão pensando que amealhar e gerar uns extras de poupança e rentabilizando esse dinheiro é só para ricos.... Só o futuro dirá, mas entre pagar rendas mais alimentação fora para ter as propinas baratas e ter o filho fora, prefiro pagar no privado, foi o que me fizeram ... lololo Todos os meses meto 25€ na conta poupança da filha aos 18 terá 5400€ juntando prendas mais a rentabilidade da conta neste momento de 1%, terá bom bom valor para entrada de carro , casa e passará ela a gerir o seu dinheiro..... antes dos 18 anos qq prenda que ache super1 point
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Sim, para quem é casado ou vive em união de facto é provavelmente o factor mais importante ... ambos estarem "sintonizados" num objectivo comum e perceberem que há gastos que devem ser eliminados / comedidos e que a poupança deve ser uma prioridade .Muitas das vezes há divórcios ou dinheiro estoirado precisamente porque 1 dos elementos do casal é esbanjador e o outro até não, chega a determinada altura que o copo transborda do lado da pessoa mais poupada e puff .. Acho que o argumento de " não levas o dinheiro para o caixão " só faria sentido para aquelas pessoas que não tem filhos ou1 point
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Sim, é mesmo isso, já escrevi, que os objectivos que traças precisas também ter, estabilidade emocional e familiar ajuda os conseguir.... Se não tiverem em sintonia, provavelmente existiria discussões do género " es um forreta porque não posso comprar mais um par de sapatos ? só tenho 20 pares a fulana x tem 40 " , "o vizinho anda de Mercedes, nós temos dinheiro para andar de ferrari porque ser forreta ?" ; " Não quero hotel de 3 estrelas , só 5 estrelas para cima" ; " morres não levas o dinheiro para o caixão" ....Discussões destas é difícil não seguir a onda do impulso consumistas para1 point
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Na minha opinião, um factor mais importante do que ter ou não filhos, para se alcançar a independência financeira, é ter um marido/esposa/companheiro/a que partilhe a mesma estratégia/objectivos de poupança/investimento. Para quem está com ideias de casar e que simultaneamente tem como objectivo alcançar a IF antes da reforma, talvez o melhor seja ou escolher um parceiro com os mesmos ideais ou então não casar ou casar com separação de bens. Era o que eu faria se pudesse voltar atrás, mas lá está a paixão reduz-nos a racionalidade...1 point
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Sim, no teu caso 0.3% não mexas eu estava com 2,50% a 35 anos.... e mudei para o bcp com 2%, cm esta negativo o juro anda nos 1,9% e a pagar em 15 anos o custo de financiamento, se tudo se mantiver igual irá ser 10 mil ( contabilizando suguros) e reduzi os seguros associados de 4 para 2 obrigatórios, andava a ser xulado no Santander. No teu caso, a partida, podes amortizar pedindo especificamente para reduzir ao prazo e não á mensalidade, assim obtens poupanças, situações que os gestores não gostam, o banco perde dinheiro..... Estive 3 meses á espera para saber se me aprovavam a baixa o1 point
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No exemplo, que dei é possível poupar todos os meses, através investindo e com os rendimentos do trabalho é possível reformar antes dos 66 anos 3 meses, Se tudo se manter estável na vida do casal. Depois pode ocorrer imprevistos que baixem essa valor estimado ( 260 mil) situação de desemprego , Divorcio , invalidez, mais filhos não planeados, mudar de carro 10 em 10 anos irá baixar o valor estimado, Como pode ocorrer situações que aumentem esse valor estimado, salários acima da média , receber o euromilhoes; heranças, investimentos superiores a 6%; conseguir poupanças superiores1 point
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Sim, é um facto que ter filhos afecta directamente a poupança, o que estava a falar era da ponderação na decisão de " ter filhos e não ter independência financeira Vs não ter filhos e eventualmente* ter independência financeira passado uns anos " O eventualmente* espelha aquilo que coloquei a bold na tua citação, ou seja, a malta que é da opinião que não ter filhos é automaticamente sinónimo de uma poupança brutal e consequentemente a independência financeira num futuro a médio-prazo não é linear. Ou seja, se um filho corresponder a um gasto de X€ anualmente, esse gasto de X€ anualme1 point
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Boas, Acho que ainda não vi estes livros por cá : 1 - "Analise Financeira de Empresas" de José António Cardoso Moreira; 2 - "Investir e Ganhar mais" de Miguel Gomes da Silva; 3 - "Dinheiro á Vista - Plano de Acção" de João Branco Martins; 4 - "A Bolsa para iniciados" de Fernando Braga de Matos; 5 - "Ganhar na Bolsa" de Fernando Braga de Matos 6 - "Futuros e Outros Derivados" de Domingos Ferreira; 7 - "A Gestão do Risco da Taxa de Juro - Empresas não financeiras" de Ricardo Valente, Tenho outros mais técnicos e em inglês, mas do 1 ao 5 reco1 point
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O número de UPs emitidas são sempre muitas, o número de investidores são sempre muitos, só me recordo assim de um fundo no qual teve um impacto negativo com a saída de muita gente aliado á venda de activos que tiveram de fazer, que foi o ES Liquidez ( actual NB Monetário ), é coisa que não vale a pena nos preocuparmos, o exemplo dado no artigo é redutor e apenas explica genéricamente.1 point
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Eu ainda não sou pai (não excluo essa hipótese) mas vamos ser sinceros, independentemente da maior alegria que um filho traga, esse é automaticamente um factor que irá excluir a maioria dos Portugueses de reformarem-se antecipadamente. Luxos e conforto à parte, provavelmente o dinheiro "será" gasto na mesma sem ser com os filhos, noutros vícios (viagens, carros, etc). Agora duvido que alguém que seja Pai, com salário médio em PT, sem heranças, euromilhoes possa aqui afirmar que poderá reformar-se antecipadamente.1 point
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Eu não trocava os meus filhos + esposa pela independência financeira, mas tenho a certeza que sem eles neste momento eu já estaria independente; como os tenho resta-me esperar pela reforma. O que me parece abusivo é que alguém que considera que os seus filhos são a coisa melhor do mundo se ponha a partir dai a extrapolar para todos essa ideia que ter filhos é a coisa melhor do mundo, pois certamente não é uma verdade absoluta; nem todos as pessoas gostam dos seus filhos, nem todas as pessoas acham que os proveitos de ter filhos se sobrepõem aos inconvenientes que estes trazem, etc. Cada u1 point
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A questão dos filhos não pode ser só vista do ponto de vista racional / financeiro, ter filhos é a melhor coisa do Mundo. Sim, acarretam gastos, mas não é com 50 anos de idade que uma pessoa decide ter filhos só porque " ah, já tenho dinheiro suficiente e agora apetece-me ter 1 filho " ... A partir dos 30 e tal anos de idade já se sabe que as mulheres não tem a mesma propensão para engravidar, há mais riscos etc ... é um tema sensível e acho que não se deve misturar com dinheiro e não ser em casos de situações de famílias muito precárias, aí sim tem de ponderar se tem condições finan1 point
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Não estaria muito bem, não, mas é verdade que se for no mesmo trimestre de IVA não prejudica o Estado.1 point
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Aí julgo que terá de seguir a via judicial, não estou a ver outra forma.1 point
