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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 04-06-2017 em todas as áreas

    1. Fiz uma adaptação para euros, mas com ETF globais de acções e REIT. A minha carteira está aqui. O broker que escolhi é a Degiro.
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    2. As OPS ( Ofertas Publicas de Subscrição, são anunciadas pelos emitentes poucos dias antes, pela lógica, poderia avançar o mês de Julho, mas só são reveladas datas poucos dias antes.
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    3. Ainda sobre o REITs: Swedroe: Important Changes In The Nature Of REITs http://www.etf.com/sections/index-investor-corner/swedroe-important-changes-nature-reits
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    4. Não uma acção, mas uma obrigação. Na data de maturidade sabes quanto vais receber, é o valor nominal (menos comissões). Até lá é que pode valer mais ou menos no mercado. Portanto se mantiveres até ao fim não terás surpresas, salvo o pior cenário de uma reestruturação da dívida que em teoria também poderia afetar os certificados (CA, CT, CTPM).
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    5. Acho que a escolha do portfólio depende de cada um. O importante é que seja diversificado e com custos o mais baixos possíveis. Ainda mais importante é ter a disciplina para manter a escolha desse portfólio, nos bons e maus momentos, pois só funcionam a longo prazo. Eu optei pelo David Swensen Portfolio e acrescentei um pouco de ouro. Mas trata-se apenas de uma preferência pessoal. Também se pode ver nessa página que, mesmo dentro do mesmo portfólio, podemos variar a relação entre acções e obrigações, baixando ou aumentando o risco, à custa de maior ou menor retorno.
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    6. Frugal, a informação está toda aí, no gráfico da morningstar (linha verde) e respectivas tabelas (Total Return). O padrão (benchmark) é o EUR Aggressive Allocation EUR, (linha azul). Isto não tem significado, pois a carteira foi constituída apenas há 7 meses.
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    7. Decidi alterar a minha carteira de ETF, sem fazer uma revolução: troquei as obrigações dos EUA por obrigações europeias, e passei as obrigações de 25% para 35%. Apesar de continuar a achar que as obrigações europeias têm mais risco que as dos EUA, por causa das taxas de juro muito baixas, concluí que o risco cambial ainda é maior. Acabei por fazer aquilo que já tinha sido aconselhado aqui desde o início: obrigações em euros, por causa do risco cambial. Neste momento a minha carteira é a seguinte: 45% IWDA (acções mundiais) + 10% SPYJ (REIT global) + 20% LYXD (Obrigações do Tesou
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