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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 16-12-2016 em todas as áreas

    1. Não é necessário não pagar. Basta que o mercado ache que há alguma probabilidade de não pagar, ou ter sido comprada numa altura em que havia alguma euforia (ou mudanças nas taxas de juro). Assumindo que na emissão e na maturidade uma obrigação vale 100, se o ETF comprar a obrigação quando ela vale 110 e vendê-la quando vale 90, claro que perde valor. Como o ETF está constrangido a uma maturidade média, tem de vendè-la mesmo que ela esteja abaixo da cotação por qual a comprou.
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    2. Acho que o Cardoso24 quis dizer é que em vez das pessoas tentarem entender como se investe e se faz dinheiro estão mais interessadas em saber quanto se ganha ou quanto é que cada um tem ou faz... São curiosidades "engraçadas" mas na minha opinião prefiro aprender o caminho para se fazer dinheiro do que saber quanto é que cada um tem. Por exemplo o que me interessa saber que o Warren Buffett tem X de fortuna? O que me interessa saber é o que é que ele fez para lá chegar. Eu com 1000€ bem aplicados posso ter uma maior rendibilidade do que um investidor que investiu 10 000€. O important
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    3. Como disse, procura informação sobre o índice que está subjacente ao ETF que referi. É um índice diferente ao MSCI EM, mas não deixa de ser um índice. No site da MSCI tem lá uma explicação detalhada desse índice
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    4. Espero que tenhas noção que a saúde financeira de uma empresa não se vê apenas em resultados ou em balanço... Uma empresa com CP positivos pode estar falida, caso tenha cash-flows negativos (e eventualmente imparidades não registadas). Quanto ao resto: Para cobrir o US market, encontrei estes ETFS, e pretendo escolher um deles: iShares Core S&P 500 UCITS ETF db x-trackers MSCI USA Index UCITS ETF (DR) 1C São ambos bons, mas prefiro o primeiro porque tem um histórico maior. Para cobrir os emerging markets, descobri apenas um: iShares C
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    5. Eu não sei até que ponto incluia 10% do portfolio em plataformas de empréstimo P2P. O risco é um bom bocado mais elevado do que umas bonds tradicionais. No total a única fração de baixo risco desse portfolio são 10%. Demasiado agressivo para o meu gosto, mas há gostos para tudo, desde que saiba no que se está a meter.
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    6. Não te quero baralhar, e acho que devias fazer o que já decidiste. Mas posso te dizer que até agora (3 meses a utilizar as 4 plataformas) a plataforma que mais estou a gostar é a da Viventor. Motivos: tem menos devedores a falhar os pagamentos*, e eu posso escolher com mais informação que na Twino por exemplo, qual o devedor a quem quero emprestar. Para além disso, posso emprestar só a devedores que colocam um imóvel como colateral (o que dá uma dose adicional de segurança aos empréstimos, para além da garantia da plataforma em garantir todos empréstimo em caso de 2 meses d
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    7. Isso dificilmente será verdade: 1 - Por vezes a conta está em nome do banco/instituição financeira, o que logo por si dificulta a desejada segregação de activos 2 - Tens de confiar que adicionalmente o banco/instituição financeira mantém registos adequados de a quem pertence o quê. Se tudo for feito como deve de ser, a corretora nunca é dona dos teus títulos, que apenas ficam depositados algures, pelo que a bancarrota não deve prejudicar-te de forma alguma.
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    8. E pode ajudar-me a criar isso? Vi que utilizam este site https://www.justetf.com/de-en/ ou do degiro certo?
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