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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 20-03-2016 em todas as áreas

    1. Certo. A separação é fácil de explicar. Os raises foram feitos em momentos diferentes. A empresa não estava preparada para um aumento de capital, mas precisava de financiamento para crescer. Eu adoro emprestar dinheiro a 7%-10% ao ano, tenho mais casos mesmo a particulares. Numa delas os co-donos são ex-colegas de curso. Mostraram-me o projecto porque precisavam de capital. Eu entrei porque acreditei no projecto. Tenho 20%. Na outra foi numa feira de Venture Capital na Alemanha (só entram pessoas com convite). Acabei por comprar posição numa empresa que me pareceu excelente. Tenho 12
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    2. Também não empresto dinheiro a familiares, nem aceito ser fiador de nada. A amigos é um pouco diferente. Quanto a esta empresa, apesar de serem meus amigos (não de "primeiro grau"), acreditei bastante no projecto (tanto é que a empresa cresceu bastante). Na minha ópica, emprestei ao projecto, não a eles. Como investidor a caracteristica que mais me caracteriza é o panico de ter dinheiro parado. Eu quase que arrisco dizer que prefiro perder dinheiro num investimento de risco do que tê-lo parado. Para mim dinheiro parado é compactuar com ficar mais pobre. Já arranjei várias maneiras (t
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    3. Depende realmente dos requisitos financeiros de cada pessoa. Se considerarmos contas à ordem com valores relativamente baixos (algumas centenas de Euros) para uso quotidiano de cartão de débito, débitos directos e transferências bancárias, esta parece-me ser agora a melhor oferta. Para estes valores baixos de depósitos a ausência de juros é irrelevante e o facto de não haver nem comissões de manuteção de conta, nem anuidades do cartão de débito, nem se pagar para transferências bancárias, e no final deste ano existir uma rede de 200 postos por todo o pais, tornam esta oferta realmen
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    4. Tenho algumas dúvidas se ter o núcleo da parte accionista da carteria centrada em Portugal será muito boa ideia. Compreendo que muita gente se sinta atraída por investir na nossa bolsa (tanto mais não seja por algum sentido patriótico). Mas do ponto de vista de investimentos (relação risco/retorno) não me parece algo muito adequado a ser a base de uma carteira. Se eu estivesse no seu lugar, optava por uma distribuição geográfica com menos peso em Portugal e mais no resto do Mundo.
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    5. Sei que não que é o que estás a perguntar, mas já pensaram em utilizar o ActivoBank? É que em termos de quotidiano penso que não há melhor.
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