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    A apresentar conteúdo com maior reputação em 08-11-2015 em todas as áreas

    1. Resumo: Crédito à Habitação iniciado em 2013 Totta (cliente select) - 41 anos; spread: 4,75% 2014 Pagou 1800€ pela transferência. BIC - 35 anos; spread: 2,75%, mas agora tem spread de 3,125%, com os seguros fora do banco. Tem, em investimentos, disponível cerca de metade do valor em divida atual. Está muito mal aconselhado. Se investisse o valor que pagou pela transferência na amortização de capital em divida teria uma prestação menor. Dai a renegociar, tal como pretende fazer agora, seria um passo mais curto e seguro. É natural que o BIC, agora, não esteja recetivo a renegociação. Ainda "agor
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    2. 1. Provavelmente, olhando da perspectiva deles, o residual refere-se à euribor... neste momento está já em valores negativos. A manter-se assim, a média da euribor do próximo mês deverá ser um valor negativo. Somando este valor (negativo) com o seu spread, deverá ser "recompensado" com um valor menor do que esses 3,125% que tem atualmente. 2. Não sabendo o seu histórico, e não obtendo resposta às questões essa foi uma hipótese possível. Hipótese que continua perfeitamente válida, pois para "renegociar" o que precisa é de simulações onde para os atuais valores obtem melhores condições. Solicite
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    3. Jsd Então... recapitulando... O seu CH é de inicio de 2013. Tinha 4.75% de spread no Santander. pediu revisão e negaram-lhe a redução no Santander. Mudou para o Bic em 2014 com spread de 3.125% e pagou 1800€ de custos de transferência de processo. Agora pediu renegociação no Bic. Negaram-lhe a renegociação? Disseram que nao descem de 3.125%?
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    4. 1. Uma visita ao imóvel, com "olhos" de ver (se for acompanhada por alguém entendido em obras, melhor), pode ser decisivo na negociação. 2. É só para se prevenir, no caso de dourarem muito o imóvel... Verifique se a administração (quantos condóminos tem o prédio?) é efetuada por rotação entre os condóminos ou se é uma empresa de condomínios. Por vezes, dizem que é melhor ser uma empresa a gerir os condóminos... depende. Pode ser e pode não ser. Se forem muitos, eles aprovam certas despesas que os condóminos nem se apercebem... Se forem poucos, há mais controle... Mas isto será assunto para out
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    5. 1. O capital disponível dá apenas para as despesas à volta da escritura (2000-3000€)? Deve averiguar quais as despesas com o condomínio, se há problemas na administração (se há dividas acumuladas... não que tenha que as pagar, mas apenas para se precaver para o futuro), se necessita de obras (umas pinturas face ao tempo que não é usada) e se é livre de qualquer ónus ou encargos. Depois solicite simulação dos valores a pagar caso aceite a proposta através da imobiliária. Mais tarde, pode ir pedir simulação, pelo seu próprio pé, numa agência bancária (a mesma ou outra) para assim comparar valore
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    6. Depende do seu IRS e do vencimento mensal. Mas o seu plano é investir em algo e pedir emprestado 100% do seu valor? Assim, é natural que as condições sejam a "doer"... Quando falei num plano, referia-me a ter capital próprio para investir e não para se sujeitar a pedir 100% do valor do bem. Até lhe podem dourar os números (quantos imóveis "novos" ainda se encontram para venda desde 2010, por exemplo? Não são usados, mas também já não são novos...) mas o compromisso que estabelece com uma instituição bancária, neste caso através de uma agência imobiliária, é para a vida. E o que não "pesa" ago
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    7. 1. Normalmente, são para as habitações (provenientes de "retomas"... ou até mesmo para aquelas cujo "empreiteiro" tem "acordos" com a própria instituição) do próprio banco. 2. O da aquisição. Sendo imóveis do próprio banco, já devem ter as avaliações na sua posse. 3. "A casa dos seus sonhos"... Aqui há tempos apareceu alguém a dizer que a casa tinha música ambiente... moderno... Está-se a ver com música ambiente para a vida? E se o "aparelho" incorporado nas paredes, se avaria? Por acaso, nunca vi este dito sistema... mas faz-me lembrar um todo em um. O problema, é quando o um avaria e lá se v
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    8. A taxa Euribor a seis meses, foi hoje fixada em -0,002%, negativa pela primeira vez desde sempre. Nos prazos de três, nove e doze meses, também caíram para novos mínimos de sempre. A Euribor a três meses, em terreno negativo desde 21 de abril passado, foi fixada em -0,073%, novo mínimo.
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    9. Euribor (Outubro 2015): 1 mês: -0,116% 3 meses: -0,054% 6 meses: 0,020% 12 meses: 0,128% Boas notícias para quem tem a revisão do seu crédito, em Novembro. A euribor, continua a descer em todos os prazos!...
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