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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 16 minutos, Zezito disse:

    Eu sei...? também eu sou cliente Montepio ? tenho lá o empréstimo  da "barraca". Já tive fundos deles, nos sectoriais, creio que são lideres nacionais. Presentemente, tenho um fundo deles (sectorial). Alguém vai comprar uma boa maquia...com a evolução que o fundo de participação tem tido nos últimos 2 dias...? menos mal para a AM...

    Mas olha que o Montepio, há já alguns anos, tinha pessoal especializado no mercado acionista Nacional e em fundos (no balcão sede), e nessa altura dava gosto frequentar o meio. Eram efectivamente uma grande mais-valia...Mas, como tudo o que é bom acaba e nos dias de hoje não existe ali nada!..nem parecido ? ao invés, podes lá ir perguntar por fundos e aparecer-te alguém que não domina temática e ainda teres a boa vontade de lhe dares o teu parecer, como eu fiz, vai para 3 anos a uma simpática colaboradora ? 

    Bom, chega de Montepio...vamos ao ActivoBank...

    Tal como referes, também têm de ser tidos em conta: 

    -isenção de despesas de manutenção 

    -cartão multibanco gratuito para ti + cônjuge 

    -fácil acesso ao canal/Internet com postos em cada balcão 

    - único contra: não tem aconselhamento no balcão. Raramente poderás trocar impressões com alguém, minimamente, entendido no assunto...para isso, podes usar vídeo conferência com o pessoal do Tagus Park, mais vocacionado para o investimento que para as aberturas de conta ? ... é  assim como digo: cada um tem as suas valências 

    Já os fundos da Caixagest, não existe nada de especial que me encha as medidas... os fundos estrangeiros são  bem mais atractivos...

    No caso do Montepio, os sectoriais são muito bons. Mas é como dizes, já estiveram mais especializados, mas ainda mantêm uma certa toada :)

    Nos caixagest aconselho um muito bom, o Acções lideres globais, Penso que seja um dos mais consistentes.

    Activobank 0 problemas...e sem custos, respondem muito rápido...

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

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    14 hours ago, Zezito said:

    os fundos da Caixagest, não existe nada de especial que me encha as medidas...

    Tem 2 ou 3 fundos interessantes, o resto é mediano/fraco. 

    14 hours ago, Guest Bucks said:

    Penso que seja um dos mais consistentes.

    Após quase 4 anos a negociar apenas com a Caixagest, penso que é mesmo isto que acaba por caracterizar a gestão dos fundos da Caixa: A falta de consistência. Nos fundos que tive e alguns ainda tenho, o que noto é que são fundos que quando o mercado está de feição, sobem acima da categoria, mas quando o mercado corrige, os fundos corrigem com o dobro da força.

    Eu há uns meses gabava o "Obrigações LP", que chegou a ser do top10 da categoria por momentos em 2016, mas desde que começaram a subir as Yields no final de 2016, tem-se espalhado completamente, apagando por completo ganhos de 1 ano e tal.

    O Líderes Globais tem sido um bom fundo, também o tenho em carteira.

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    Rentabilidade Versus Realidade: O mau uso que os investidores fazem dos fundos

    "Os investidores utilizam frequentemente mal os fundos de investimento. Ou, pelo menos, não retiram todo o proveito que deles poderiam retirar. Trata-se de um fenómeno bastante comum e alargado. Não importa o país nem a categoria do produto sobre a qual é feita a análise. As rentabilidades da ficha de produto nem sempre coincidem com a realidade obtida pelos clientes: geralmente são inferiores. Existem fundos que geraram resultados positivos, no entanto, a maioria dos seus participantes estão com em terreno negativo.

    A que se deve tal circunstância? A resposta é muito simples: os investidores destroem o valor ao fazerem marketing timing"...

    • Voto Positivo 1
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    há 5 minutos, D@vid disse:

    Rentabilidade Versus Realidade: O mau uso que os investidores fazem dos fundos

    "Os investidores utilizam frequentemente mal os fundos de investimento. Ou, pelo menos, não retiram todo o proveito que deles poderiam retirar. Trata-se de um fenómeno bastante comum e alargado. Não importa o país nem a categoria do produto sobre a qual é feita a análise. As rentabilidades da ficha de produto nem sempre coincidem com a realidade obtida pelos clientes: geralmente são inferiores. Existem fundos que geraram resultados positivos, no entanto, a maioria dos seus participantes estão com em terreno negativo.

    A que se deve tal circunstância? A resposta é muito simples: os investidores destroem o valor ao fazerem marketing timing"...

    “No geral, a rentabilidade dos investidores permanece abaixo do total, já que os investidores tendem a comprar depois do fundo ter subido, e a vender depois de este ter perdido valor"

    Isto não é propriamente comprar nos dips e vender nos topos, é o contrário, daí que não me admire que esse tipo de marketing timing dê maus resultados.

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    1 hour ago, D@vid said:

    Rentabilidade Versus Realidade: O mau uso que os investidores fazem dos fundos

    "Os investidores utilizam frequentemente mal os fundos de investimento. Ou, pelo menos, não retiram todo o proveito que deles poderiam retirar. Trata-se de um fenómeno bastante comum e alargado. Não importa o país nem a categoria do produto sobre a qual é feita a análise. As rentabilidades da ficha de produto nem sempre coincidem com a realidade obtida pelos clientes: geralmente são inferiores. Existem fundos que geraram resultados positivos, no entanto, a maioria dos seus participantes estão com em terreno negativo.

    A que se deve tal circunstância? A resposta é muito simples: os investidores destroem o valor ao fazerem marketing timing"...

    Eu acho que também falta referir que muitas das estatísticas usadas pelo jornalismo financeiro é de que "Fundo X rendeu Y% no ano de AAAA". 
    Mas digam-me quem é que apenas faz subscrições e resgates no dia 1 de Janeiro?

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    Já para não falar nos milhares de investidores (muitos dos quais profissionais) que fazem marketing timing baseado em métodos irracionais como a CabalAnálise Técnica.:rolleyes: Depois surpreendem-se quando não batem os indexados.

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    há 6 horas, Patanisca disse:

    Tem 2 ou 3 fundos interessantes, o resto é mediano/fraco. 

    Após quase 4 anos a negociar apenas com a Caixagest, penso que é mesmo isto que acaba por caracterizar a gestão dos fundos da Caixa: A falta de consistência. Nos fundos que tive e alguns ainda tenho, o que noto é que são fundos que quando o mercado está de feição, sobem acima da categoria, mas quando o mercado corrige, os fundos corrigem com o dobro da força.

    Eu há uns meses gabava o "Obrigações LP", que chegou a ser do top10 da categoria por momentos em 2016, mas desde que começaram a subir as Yields no final de 2016, tem-se espalhado completamente, apagando por completo ganhos de 1 ano e tal.

    O Líderes Globais tem sido um bom fundo, também o tenho em carteira.

    Da caixa tenho o obrigações mais (muito bom), acções lideres globais (muito bom), obrigações longo prazo (mais fraco), acções oriente (mais fraco), japão (bom), acções eua (bom é de growth, único nacional nesse aspecto).

    O obrigações mais e lideres globais, estão de parabéns.

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    Na primeira posição surge o fundo que registou melhor rentabilidade no período em questão. Segundo dados da APFIPP, o IMGA Acções Portugal apresenta uma rentabilidade de 15,8% desde o final do ano passado. Nuno Marques, gestor do fundo, na ficha do mês de abril destaca a valorização de 1,9% no mês em questão, afirmando que “o desempenho do fundo foi superior ao do benchmark”. Ainda segundo a ficha de abril, o volume de ativos sob gestão ascendia a 26,6 milhões de euros, sendo que CTT, SONAE e NOS eram as três maiores posições do fundo, compondo mais de 25% do total da carteira.

     

    http://pt.fundspeople.com/news/fundos-de-acoes-nacionais-batem-psi20

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    Com esta transferência, a IMGA passará a ter sob a sua alçada 28 fundos de investimento mobiliários, que “serão comercializados com a marca IMGA ou, em alternativa, com a marca dos distribuidores com quem a sociedade estabeleça acordos de distribuição”.

    Os do Montepio são geridos por eles e agora do CA também serão.

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    19 hours ago, 5coroas said:

    “No geral, a rentabilidade dos investidores permanece abaixo do total, já que os investidores tendem a comprar depois do fundo ter subido, e a vender depois de este ter perdido valor"

    Isto não é propriamente comprar nos dips e vender nos topos, é o contrário, daí que não me admire que esse tipo de marketing timing dê maus resultados.

    Sim nao é, mas provavelmente foi pessoal a tentar! Nao acredito que tenham comprado no topo e vendido nos dips de propósito...

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    há 1 hora, PedroPinto disse:

    Sim nao é, mas provavelmente foi pessoal a tentar! Nao acredito que tenham comprado no topo e vendido nos dips de propósito...

    Compram quando as subidas já vão bem altas (na expectativa de aproveitarem a tendência crescente - irracionalmente "acreditando" no sentido duradouro dessa tendência ascendente sabe-se lá porquê) e vendem quando já há uma descida acentuada, na expectativa de não perderem mais do que já estão a perder. Muitas vezes, os ingénuos são convencidos a entrar em más alturas, pelos profissionais, precisamente por lhes colocarem à frente dos narizes resultados impressionantes dos FI, mas resultados de curto prazo. Do género, "subscreva este FI do Brasil que está a ganhar 80% a 6 meses".:wacko: A propósito, anda muita gente a entrar nos FI Portugal, face à subida actual, será boa ideia? Talvez. Para mim é um risco demasiado elevado entrar nesta fase da subida. Se eu tivesse algum desses FI e estivesse a ganhar alguma coisa, seria agora que eu sairia. 

    Editado por 5coroas
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    Behavioral biases that lead to poor investment decision-making is the single largest contributor to underperformance over time. Dalbar defined nine of the irrational investment behavior biases specifically:

    Loss Aversion – The fear of loss leads to a withdrawal of capital at the worst possible time.  Also known as “panic selling.”

    Narrow Framing – Making decisions about on part of the portfolio without considering the effects on the total.

    Anchoring – The process of remaining focused on what happened previously and not adapting to a changing market.

    Mental Accounting – Separating performance of investments mentally to justify success and failure.

    Lack of Diversification – Believing a portfolio is diversified when in fact it is a highly correlated pool of assets.

    Herding– Following what everyone else is doing. Leads to “buy high/sell low.”

    Regret – Not performing a necessary action due to the regret of a previous failure.

    Media Response – The media has a bias to optimism to sell products from advertisers and attract view/readership.

    Optimism – Overly optimistic assumptions tend to lead to rather dramatic reversions when met with reality.

    The biggest of these problems for individuals is the “herding effect” and “loss aversion.”

    These two behaviors tend to function together compounding the issues of investor mistakes over time. As markets are rising, individuals are lead to believe that the current price trend will continue to last for an indefinite period. The longer the rising trend last, the more ingrained the belief becomes until the last of “holdouts” finally “buys in” as the financial markets evolve into a “euphoric state.”

    As the markets decline, there is a slow realization that “this decline” is something more than a “buy the dip” opportunity.  As losses mount, the anxiety of loss begins to mount until individuals seek to “avert further loss” by selling.

    This is the basis of the “Buy High / Sell Low” syndrome that plagues investors over the long-term.

    • Voto Positivo 1
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    O Banco ActivoBank S.A., na qualidade de entidade distribuidora de fundos Fidelity Funds, vem por este meio informar que foi decidido pela Sociedade Gestora Fidelity Worldwide Investments proceder a alterações ao fundo Fidelity Funds - Asian Aggressive Fund a 10 de julho de 2017. 

    A sociedade gestora optou por proceder à alteração do nome do fundo de investimento, passando a designar-se como “Asia Pacific Opportunities”. 

    Excelente fundo.

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    13 hours ago, 5coroas said:

    será boa ideia? 

    Pelo menos até ao fim das autárquicas não vejo porque não. Nesta altura é "proibido" sair notícias más para a legislatura.

    Eu reforcei a minha posição, mesmo estando já ali no Sabugueiro, sabes que até à Torre ainda sobe uns 300m e só se apanha a neve lá no topo.

    (Que metáfora linda e patriota!) :)

    • Voto Positivo 1
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    Boa tarde a todos,

    Venho pedir a vossa opinião acerca da aplicação de algum dinheiro em fundos de investimento, sendo eu um novato sem experiência no assunto.

    Mais informação: abri recentemente conta no banco Invest e apliquei 15k€ num depósito a prazo (novos montantes).

    Entretanto resgatei uns certificados de aforro, pois a bonificação baixou e já não estavam a ter rendimento que se visse.

    Assim, tenho cerca de 5000-6000€ para investir, e estava a pensar em aplicá-los em fundos de investimento.

    Objetivo: se a breve ou longo prazo... bem diria médio prazo. O objetivo é ter rentabilidades um pouco melhores pois os depósitos a prazo são aquela coisa...

    Aversão ao risco: alguma ...

    O que me aconselham: por exemplo dividir o montante e aplicar por 2000€  três fundos distintos?

    Dentro do portfolio comercializado pelo Invest, têm alguns conselhos? Em todo o caso vou ligar ao meu gestor e conta para ver o que é que ele me aconselha.

     

    Obrigado,

    Cps a todos

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    A 2017-6-3 at 17:43, pepinto_ disse:

    Boa tarde a todos,

    Venho pedir a vossa opinião acerca da aplicação de algum dinheiro em fundos de investimento, sendo eu um novato sem experiência no assunto.

    Mais informação: abri recentemente conta no banco Invest e apliquei 15k€ num depósito a prazo (novos montantes).

    Entretanto resgatei uns certificados de aforro, pois a bonificação baixou e já não estavam a ter rendimento que se visse.

    Assim, tenho cerca de 5000-6000€ para investir, e estava a pensar em aplicá-los em fundos de investimento.

    Objetivo: se a breve ou longo prazo... bem diria médio prazo. O objetivo é ter rentabilidades um pouco melhores pois os depósitos a prazo são aquela coisa...

    Aversão ao risco: alguma ...

    O que me aconselham: por exemplo dividir o montante e aplicar por 2000€  três fundos distintos?

    Dentro do portfolio comercializado pelo Invest, têm alguns conselhos? Em todo o caso vou ligar ao meu gestor e conta para ver o que é que ele me aconselha.

     

    Obrigado,

    Cps a todos

     

    Uma hipótese para longo prazo.

    http://www.bancoinvest.pt/Publico/ProdutosServicos/AplicacoesInvestimentos/FundosInvestimento/FundosInvestimentoMS.aspx?objectId=PTARMCLM0004

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    Boa noite,

    Não me levem a mal "entrar aqui de rompante", tenho andado a vasculhar o fórum nos últimos dias (disclaimer: não consegui ler as 527 páginas deste tópico..), para ganhar algum conhecimento e começar a apostar noutras coisas que não DP. Claro que antes sequer de conhecer o fórum investi uma pequena quantia em dois FI (só para "sentir na pele" como é que funciona :)).

    Em relação a esta opinião, 

    A 2017-6-2 at 11:26, 5coroas disse:

    Compram quando as subidas já vão bem altas (na expectativa de aproveitarem a tendência crescente - irracionalmente "acreditando" no sentido duradouro dessa tendência ascendente sabe-se lá porquê) e vendem quando já há uma descida acentuada, na expectativa de não perderem mais do que já estão a perder. Muitas vezes, os ingénuos são convencidos a entrar em más alturas, pelos profissionais, precisamente por lhes colocarem à frente dos narizes resultados impressionantes dos FI, mas resultados de curto prazo. Do género, "subscreva este FI do Brasil que está a ganhar 80% a 6 meses".:wacko: A propósito, anda muita gente a entrar nos FI Portugal, face à subida actual, será boa ideia? Talvez. Para mim é um risco demasiado elevado entrar nesta fase da subida. Se eu tivesse algum desses FI e estivesse a ganhar alguma coisa, seria agora que eu sairia. 

    Embora perceba a lógica que está por trás, não será expectável que os fundos vão crescendo (mediante o fundo, claro)? Digo isto porque há fundos com bastantes anos e a tendência é que eles cresçam (por exemplo o CA Rendimento). Talvez seja demasiado novo nisto e não conheça os que não cresceram e por isso já não se fala deles / não existam :rolleyes:

    Já agora aproveito para esclarecer outra dúvida relacionada com a classe de risco (1-7). Assumindo (na minha inocência) que tudo é variável, consegue-se garantir que os ganhos ou percas de um FI com risco 2 se situam entre 0.5% e 2%? Como? Se houver ações no fundo, independentemente da percentagem, não podem arrastar o valor das UP acima ou abaixo dois 2% (no caso do risco 2)?

    E este risco, é calculado sobre o tempo em que o fundo está subscrito ou anualmente? Por outras palavras, se tiver o fundo durante 5 anos, posso assumir que os ganhos / percas não vão ser superiores a 2% no total dos 5 anos ou será a cada ano?

    Obrigado

     

     

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    há 21 horas, milz disse:

    Boa noite,

    Não me levem a mal "entrar aqui de rompante", tenho andado a vasculhar o fórum nos últimos dias (disclaimer: não consegui ler as 527 páginas deste tópico..), para ganhar algum conhecimento e começar a apostar noutras coisas que não DP. Claro que antes sequer de conhecer o fórum investi uma pequena quantia em dois FI (só para "sentir na pele" como é que funciona :)).

    Em relação a esta opinião, 

    Embora perceba a lógica que está por trás, não será expectável que os fundos vão crescendo (mediante o fundo, claro)? Digo isto porque há fundos com bastantes anos e a tendência é que eles cresçam (por exemplo o CA Rendimento). Talvez seja demasiado novo nisto e não conheça os que não cresceram e por isso já não se fala deles / não existam :rolleyes:

    Já agora aproveito para esclarecer outra dúvida relacionada com a classe de risco (1-7). Assumindo (na minha inocência) que tudo é variável, consegue-se garantir que os ganhos ou percas de um FI com risco 2 se situam entre 0.5% e 2%? Como? Se houver ações no fundo, independentemente da percentagem, não podem arrastar o valor das UP acima ou abaixo dois 2% (no caso do risco 2)?

    E este risco, é calculado sobre o tempo em que o fundo está subscrito ou anualmente? Por outras palavras, se tiver o fundo durante 5 anos, posso assumir que os ganhos / percas não vão ser superiores a 2% no total dos 5 anos ou será a cada ano?

    Obrigado

     

     

    A tendência no geral é o fundo crescer sim, se olhares para os gráficos dos fundos verás isso mesmo, o que o 5coroas quis dizer, é que a tendência do ser humano é comprar quando as coisas estão a subir, sentimo-nos mais confortáveis em comprar quando todos estão a comprar, o que acontece é que ao longo da vida do fundo existem os drawdowns.

    Nada é garantido á partida, temos de partir dessa convicção, no entanto, cada fundo tem a sua politica de investimento, e o gestor tem um mandato rígido a cumprir, á partida nenhum gestor abdica de dar rendimento aos investidores, e se no mandato do fundo se pode arriscar um pouco mais ele arrisca, mas a nível de quedas ele tem de ser o mais rigoroso possível, se ele ver que o mercado está com uma certa tendência de quedas acentuadas terá de proteger a carteira ao máximo, isto para responder um pouco á história da classe de risco, claro que um fundo risco 2 á partida não terá acções, estaremos a falar em fundos de obrigações de curto prazo etc, por isso resumindo, num fundo de risco 2 o mesmo pode subir bem mais que 2%, mas as quedas essas não têm tendência em serem mais do que o intervalo.

    Esse risco é calculado e pode ser alterado, aliás, o mesmo fundo pode ter risco 2 num ano e noutro já ser de 3, depende das variações que acabou de ter, por exemplo se á partida o "máximo" era de 2% mas num ano teve 20% o mais provável é subir de escalão, diria que o espectável é que se tens um fundo risco 2 durante 5 anos e o mesmo nunca alterou o seu escalão então não deves ter tido variações de quedas muito superiores a -0,5%, mas podes ter tido perfeitamente subidas superiores a 2%.

    Eu confesso que não olho para o 1º número ( das quedas ) mas só para o 2º ( das subidas ) e coloco-o no mesmo patamar das quedas, ou seja, para mim um fundo risco 2 pode muito bem ter quedas até 2%, acho o intervalo curto e costuma ser quebrado, só mesmo os fundos de tesouraria risco 1 é que á partida conseguem a longo prazo não obterem rendimento negativo, sinto-me mais confortável dessa forma, mas isto sou eu e é apenas psicológico, tenho 10.000€, meto num fundo risco 2, sei á partida que não terei perdas superiores a 200€ em vez de apenas 50€...

    Editado por D@vid
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    @D@vid

    Percebo perfeitamente o que queres dizer com "as pessoas comprarem quando está a subir". Aliás, foi o que me aconteceu e, depois de andar por aqui algum tempo pensei "uhm... se calhar comprar quando está a descer pode não ser má opção". No entanto, e fica aqui a questão teórica: Se um fundo está a descer e vem a descer há algum tempo, de que forma é que vocês tomam a decisão de investir no fundo? Apenas por pura expectativa que ele volte a subir, independentemente do prazo temporal? Tenho algumas dificuldades em aceitar que a questão de investimento depende apenas da "sorte". Ainda que perceba que aqui talvez entre o perfil de cada um de nós.

    Em relação ao risco, confesso que vi um post teu há uns tempos que me deixou confuso sobre esta questão, daí ter questionado. Para ficar esclarecido (assumindo 1000€ de investimento e um risco 2):

    a ) a desvalorização não deve ser superior a 2% (vamos esquecer o limite mínimo), mas pode ser superior em situações particulares

    b ) a valorização é meramente indicativa sendo que em situações normais não é superior aos 2% mas pode ser, implicando que não há limite para a valorização.

    É mais ou menos isto, correto?

    Não leves a mal citar o teu post anterior, eventualmente até descontextualizado desta nossa conversa.

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    há 46 minutos, milz disse:

     

    Percebo perfeitamente o que queres dizer com "as pessoas comprarem quando está a subir".

    Se for um "bom" Fundo, se for para longo prazo e se for para continuar a fazer frequentemente novos reforços, o comprar quando está a subir, geralmente, não vai ser um problema. O problema surge quando se compra quando já está "caro" e conjuntamente alguma destas condições não se verifica.

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    milz, 

    Maioria do pessoal aqui defende o "buy and hold" e ai náo tem muito que saber! Quando tens dinheiro disponivel investes ou reforcas os fundos. No longo prazo entrar numa subida ou numa descida será desprezavel.

    Quanto aos que tentam entrar quando o fundo esta a descer e para tentar responder á tua pergunta de quando será a altura ideal, a reposta obvia seria quando o fundo alcancasse um minimo, mas isso ninguem consegue prever. Penso que cada um terá a sua tatica, mas algumas delas serao por exemplo quando depois de varios dias a perder um fundo comeca (lentamente) a retomar ganhos, claro que pode voltar a descer novamente ou mesmo que continue a subir ja perdeste 2/3 dias de subidas, mas pode ser um indicativo de invercao da tendencia de descida, outra possibilidade é um fundo que nos ultimos meses tenha estado a subir e em poucos dias/semanas desca para valores de 3 ou 4 meses atrás, ninguem te garante que a descida pare por ai, mas já será uma boa altura para entrar.

    Um dos maiores problemas destas tecnicas é a perda por oportunidade... esta situacao podera demorar semanas ou meses a acontecer e no entretanto estas a "perder" potenciais ganhos.

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    há 1 hora, PedroPinto disse:

    Quando tens dinheiro disponivel investes ou reforcas os fundos.

    Volto a salientar que os reforços contínuos são extremamente importantes (sobretudo nos dips). Alguém que tivesse entrado em 2000 num FI relacionado com o SP500 e nunca tivesse reforçado, teria demorado quase 15 anos a voltar a estar positivo. :o Por isso há que pensar duas vezes antes de entrar quando está "caro" fazendo intenções de não reforçar mais. Acho que as pessoas devem pensar bem nisto, sobretudo as mais velhas que já não têm tanto tempo para poder esperar por recuperações. Neste momento entrar (EUA, Europa, Asia) com uma grande quantia, provavelmente, não será uma grande ideia. Eu não entraria se a tivesse disponível. 

    Editado por 5coroas
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    Só para informar os mais distraídos que têm investimentos em fundos de acções dos EUA cotados em EUR.

    Desde o início do ano:

    O USD desvalorizou face ao EUR: -6,6%.

    O SP500 valorizou +8,5%.

     

    Portanto se se perguntam: "Porque raio os meus fundos de acções EUA não sobem nada de jeito quando o SP500 já está farto de bater records?"
    Aí têm, dá uma valorização YTD líquida de +1,9% num fundo de índice SP500 que seja cotado em EUR.

     

    @milz Há que ter em conta onde se investe, em termos de sector e geografia, porque se for numa moeda diferente de EUR, terá que ter em conta não só o risco accionista/obrigacionista, como o risco cambial.

    Editado por Patanisca
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