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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, sergomes disse:

    Preferes esse de médio prazo aos de longo prazo por estar incluídos nos ETF's sem comissão ou há mais alguma razão?

    É que em termos de rendimento, os de longo prazo têm tido uma performance muito superior.

    Quanto maior o prazo das obrigações, maior o risco quando as taxas de juro inverterem.

    Por essa razão, as carteiras 60/40 normalmente alocam a parte das obrigações a obrigações de prazo intermédio.

    Mas, claro, como as taxas de juro têm diminuído (será que vão diminuir mais?), as obrigações de longo prazo têm tido melhores retornos. Para o futuro? Ninguém sabe...

     

     

    há 1 hora, sergomes disse:

    image.thumb.png.a8a9fc6c008e8d19a72ece3d526aa558.png

     

    Queria ainda deixar outra questão. Investindo num fundo que replica o índice S&P 500, fará mais sentido optar por um segundo de bonds americanas por estarem relacionados? Ou não vêem problema em optar por um de bonds europeias?

    Já se explicou neste tópico várias vezes para não se investir em obrigações denominadas em moeda estrangeira.

    Para investir em obrigações em moeda estrangeira, deve-se proteger o câmbio para evitar variações cambiais.

    há 18 horas, sergomes disse:

    Queria investir nos americanos por terem uma rentabilidade maior e considerar que se deverão manter uma das maiores economias.

    Já percebi que a tributação dos americanos não é fácil. Daí as recomendações daqui do tópico passarem pelos europeus.

    Entretanto, já estive a analisar vários ETF's europeus comparáveis aos que tinha em mente. De qualquer das formas, falta explorar a opção eToro. Eles unificaram todas as taxas  de ETF e acções para um spread único de 0,09% mas restam algumas perguntas que ainda não obtive resposta. Poderia ser uma alternativa interessante...

    Podes investir nos mercados americanos, através de ETFs europeus.

    Se fosse a ti, lia este tópico do princípio ao fim, porque tens dúvidas já discutidas e esclarecidas.

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    Esses 2 links que meteste são de Fundos de Investimento,  não são de ETF's.

    Estás um pouco trocado eheh, lê este tópico todo e vê uns vídeos no YT para perceberes melhor as coisas todas.

    Boa sorte!

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    há 4 horas, Mouro Emprestado disse:

    Quanto maior o prazo das obrigações, maior o risco quando as taxas de juro inverterem.

    Por essa razão, as carteiras 60/40 normalmente alocam a parte das obrigações a obrigações de prazo intermédio.

     Mas, claro, como as taxas de juro têm diminuído (será que vão diminuir mais?), as obrigações de longo prazo têm tido melhores retornos. Para o futuro? Ninguém sabe...

    Percebido.

    há 4 horas, Mouro Emprestado disse:

    Já se explicou neste tópico várias vezes para não se investir em obrigações denominadas em moeda estrangeira.

    Para investir em obrigações em moeda estrangeira, deve-se proteger o câmbio para evitar variações cambiais.

    Certo. Mas se tivermos um ETF europeu a replicar o S&P500, fará mais sentido ter bonds americanas com um ETF europeu hedged por estar ligado ao mesmo mercado? Ou há uma tendência para os bancos centrais estarem alinhados no estímulo à economia? Isto é, taxas juro determinadas pela FED poderão começar a subir na mesma altura que as do BCE? Ou é daquelas coisas que nem com bola de cristal? ?

     

    Passei a minha discussão da plataforma eToro para um tópico próprio porque tem mais a ver com a plataforma e aplica-se a ETF's e Acções:

    https://www.forumfinancas.pt/topic/16969-etoro-plataforma-de-investimento/

     

    há 5 horas, CountingCents disse:

    Esses 2 links que meteste são de Fundos de Investimento,  não são de ETF's.

    Estás um pouco trocado eheh, lê este tópico todo e vê uns vídeos no YT para perceberes melhor as coisas todas.

    Boa sorte!

    Sim, na altura não reparei que eram fundos de investimento. Obrigado pelo reparo, post corrigido.

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    há 6 horas, Mouro Emprestado disse:

    Podes investir nos mercados americanos, através de ETFs europeus.

    Só para esclarecer, um ETF com moeda em USD como o iShares Core S&P 500 UCITS ETF (Acc), quando está cotado em EUR nalgumas bolsas, fornece proteção cambial correto?

    Obrigado pelos esclarecimentos.

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    Mouro Emprestado
    há 3 horas, sergomes disse:

    Só para esclarecer, um ETF com moeda em USD como o iShares Core S&P 500 UCITS ETF (Acc), quando está cotado em EUR nalgumas bolsas, fornece proteção cambial correto?

    Obrigado pelos esclarecimentos.

    Não.

    Tens de procurar por um ETF que tenha Hedge Cambial para isso.

    há 3 horas, sergomes disse:

    Certo. Mas se tivermos um ETF europeu a replicar o S&P500, fará mais sentido ter bonds americanas com um ETF europeu hedged por estar ligado ao mesmo mercado? Ou há uma tendência para os bancos centrais estarem alinhados no estímulo à economia? Isto é, taxas juro determinadas pela FED poderão começar a subir na mesma altura que as do BCE? Ou é daquelas coisas que nem com bola de cristal? ?

     

    Bonds e acções são coisas distintas... E quer-se que sejam coisas distintas, caso contrário não existia efeito de não correlação. 

    Isto porque quando as acções descem, quer-se que as obrigações subam, para fazer de lasto. Caso contrário, não valeria a pena diversificar.

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    A 06/08/2019 às 19:28, sergomes disse:

    As comissões foram alteradas em Maio... não sei se a análise foi posterior ou não.

     Agora só existe a tal comissão única de spread 0,09%

    Eu fiz essa análise no final do ano passado.

    Se fizeres a comparação dos custos das plataformas, depois informa por aqui quais as conclusões 

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    Tenho neste momento um portfólio só de ações e obrigações e estava a pensar incluir também um ETF de ouro (5-8%) para diversificar um pouco e ser também um elemento estabilizador.

    Gostei deste da iShares e também deste. Infelizmente nenhum dos dois está disponível na DeGiro penso eu, provavelmente devido à regra de não ter a página deles traduzida para PT ou assim? O que recomendariam em alternativa? Têm ETFs/ETCs de ouro no vosso portfólio?

    Obrigado desde já pela ajuda

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    Tens aqui a resposta do @Mouro Emprestado

    A 02/07/2019 às 11:26, Mouro Emprestado disse:

    Acho que podes comprar um ETF de Ouro no Big (sem hedge cambial).

    A alternativa é a Degiro, onde tens pelo menos um ETF de Ouro sem hedge cambial (CH0106027193 .... não não distribui dividendos, não obstante o seu nome!).

    Para veres esse ETF no justetf.com, escolhe a Suiça;)

     

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    há 19 horas, Mouro Emprestado disse:

    Não.

    Tens de procurar por um ETF que tenha Hedge Cambial para isso.

     

    A 05/03/2019 às 09:30, Mouro Emprestado disse:

    Nenhum dos dois.

    Tens sempre risco cambial por causa das cotações das empresas que compõem o índice.

    O facto do ETF de mercados emergentes estar em USD ou EUR é totalmente irrelevante para o teu risco cambial em EUR.

    Imagina que esse ETF apenas investia em empresas chinesas cotadas em Xangai em RMB.

    O risco cambial está no par RMB vs EUR (supondo que tens os teus gastos em EUR).

    Isto muito simplificadamente.

    Nota que é vantajoso poderes negociar o ETF em EUR, para não teres de andar a fazer conversões na aquisição do ETF, onde normalmente se pode perder umas décimas por causa das conversões efectuadas pelo teu broker.

     

    Com esta resposta tua de há uns meses, já consegui perceber! A origem está sempre nos ativos que compõem o ETF. Deixo ainda um artigo que esclarece claramente todos os aspectos da exposição cambial:

    https://www.justetf.com/uk/news/etf/the-effect-of-currencies-on-etfs.html

    Mas deixo outras duas questões que ainda tenho por esclarecer:

    - Neste mesmo caso, em que o ETF é cotado em EUR na bolsa, pelo menos, não pagaria taxa de câmbio na DeGiro, correto?

    - Mantendo um investimento fixo periódico, não mitigamos a questão cambial a ponto de se tornar desprezável?

     

    há 19 horas, Mouro Emprestado disse:

    Bonds e acções são coisas distintas... E quer-se que sejam coisas distintas, caso contrário não existia efeito de não correlação. 

    Isto porque quando as acções descem, quer-se que as obrigações subam, para fazer de lasto. Caso contrário, não valeria a pena diversificar.

    Talvez não me tenha explicado bem... foi precisamente nesse sentido que coloquei a minha questão. Se investindo no mercado americano, fará sentido ter bonds americanas. Sendo que numa crise no mercado de acções, há habitualmente uma mudança de fluxo de investimento para bonds, queria perceber se faria mais sentido diversificar em bonds na mesma área geográfica ou se a diversificação optando por bonds europeias, também pode fazer sentido... (exemplo: se o mercado de acção americano cair, haverá alguma probabilidade das bonds americanas compensarem, mas se tiver no meu portfolio bonds europeis, será que também irão reagir de forma semelhante?)

    Obrigado pelas respostas!

    Editado por sergomes
    novos esclarecimentos sobre hedge cambial
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    há 4 horas, sergomes disse:

    Tens aqui a resposta do @Mouro Emprestado

     

    Haverá por aqui mais alguma sugestão? Quem tem metais preciosos no seu portfólio, quais é que utiliza?

    Já agora, caso consiga comprar na DeGiro mesmo não estando teoricamente disponível, prevêm algum problema? É que através deste link parece ser possível por exemplo.

     

    Editado por hasmoreira
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    há 7 horas, Edge disse:

    Eu fiz essa análise no final do ano passado.

    Se fizeres a comparação dos custos das plataformas, depois informa por aqui quais as conclusões 

    No meu entendimento, para acções e ETF's em USD, são cobradas menos comissões porque a única que existe para residentes da UE é o spread diferencial entre o valor de compra e venda de 0,09%. Mas abri um tópico sobre a plataforma para não estar a concentrar tantos assuntos neste:

    https://www.forumfinancas.pt/topic/16969-etoro-plataforma-de-investimento/

    No meu caso específico, como já tenho algum capital investido nessa plataforma, deverei optar pelos ETF's europeus na DeGiro, com o objetivo de diversificar também nas plataformas.

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    há 1 hora, hasmoreira disse:

    Haverá por aqui mais alguma sugestão? Quem tem metais preciosos no seu portfólio, quais é que utiliza?

    Já agora, caso consiga comprar na DeGiro mesmo não estando teoricamente disponível, prevêm algum problema? É que através deste link parece ser possível por exemplo.

     

    Também já tinha pesquisado na DeGiro mas não encontro outros.

    Tens razão, é possível abrir o perfil desse ETF. Qual será o erro? Será que o erro é não estar disponível na pesquisa de ETF's ou é estar acessível aos portugueses quando abres diretamente pelo id do produto?...

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    há 1 hora, sergomes disse:

    Também já tinha pesquisado na DeGiro mas não encontro outros.

    Tens razão, é possível abrir o perfil desse ETF. Qual será o erro? Será que o erro é não estar disponível na pesquisa de ETF's ou é estar acessível aos portugueses quando abres diretamente pelo id do produto?...

    O erro será certamente dar para aceder através daquele link, já que suspostamente não estaria disponível para PT, não é?

    Agora a questão é: se de facto conseguir colocar uma ordem e comprar, é algo "ilegal"? Ou está tudo bem? Conheço pessoas que têm esse ETF e continuam a geri-lo na DeGiro. Parece que só o removeram das pesquisas para responder à legislação de não estar disponível em PT ou assim.

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    A 06/08/2019 às 15:56, CountingCents disse:

    Pessoalmente nunca ponho dinheiro que posso vir a precisar num período até 5 anos na bolsa... Demasiado instável.

    Normalmente as minhas opções para o meu fundo de emergência é uma conta poupança de resgate imediato e sem perca de juros, as melhores opções que conheço são: a conta Mais Ordenado do Bankinter (5% TANB no 1º ano), a Conta Poupança Livre do CTT (1% TANB) e a conta do BNI Europa (1% TANB). As 3 têm alguns  pormenores e requisitos: Bankinter necessita ordenado superior a 800€ domiciliado ; CTT necessita Ordenado Domiciliado OU 3 débitos diretos naquela conta; Bankinter tem 5% TANB no 1 ano e 2% no 2º ano.

    As 3 contas são à ordem, sem penalização de juros, e o valor que pagam juros é a média diária do saldo da conta. As 3 contas só pagam juros até 5000€, o que é um valor mais que suficiente para um fundo de emergência.

    Desta forma tenho sempre dinheiro livre no caso de alguma eventualidade.

    Relativamente a outros fundos que esteja à espera de investir, normalmente tenho-os em certificados do Tesouro ou Certificados de Aforro, à espera de, por exemplo, uma compra de casa ou de um crash do mercado bolsista. No fundo é dinheiro que é para utilizar em breve mas que não quero que fique parado.

    Os ETF's para mim são investimentos a muito longo prazo, 20 anos no mínimo, razão pela qual não considero esse dinheiro sequer para o meu dia-a-dia...

    A conta do bankinter é interessante, depois do 2º ano deixam de pagar juros mas tem alguma comissão? Se não se pagar vou fazer uma conta, tenho conta no BPI e agora é comissões para tudo e mais alguma coisa.

    Também tenho alguns certificados do Tesouro, mas as taxas atuais são tão baixas que nem dá vontade de lá meter o dinheiro.. Estive a ver este etf de obrigações europeias: Lyxor EuroMTS 5-7Y, como se explica passar de um retorno negativo em 2018 e em 2019 está a render mais de 5%? É normal um etf de obrigações ter tanta volatilidade?

    Quais são as vantagens ou desvantagens em comprar um etf de obrigações vs comprar directamente obrigações do governo Alemão por exemplo?

     

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    há 29 minutos, Patrone disse:

    A conta do bankinter é interessante, depois do 2º ano deixam de pagar juros mas tem alguma comissão?

    A conta do Bankinter não tem nenhuma comissão. Também utilizo exactamente para o mesmo: o meu fundo de emergência.

    há 30 minutos, Patrone disse:

    As 3 contas só pagam juros até 5000€, o que é um valor mais que suficiente para um fundo de emergência.

     Desta forma tenho sempre dinheiro livre no caso de alguma eventualidade.

    Faço o mesmo! Mas no meu caso, não concordo que os 5.000€ sejam suficientes.

    O meu fundo de emergência terá de conseguir suportar até (mínimo) 6 meses de todas as minhas despesas. E o valor é bem mais elevado.

    Esse é o único senão da conta. Apenas paga juros até os 5.000€. Tudo o testo apenas está “parado”. Mas não existem  ofertas melhores.

     

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    Mouro Emprestado
    há 51 minutos, Patrone disse:

    Também tenho alguns certificados do Tesouro, mas as taxas atuais são tão baixas que nem dá vontade de lá meter o dinheiro.. Estive a ver este etf de obrigações europeias: Lyxor EuroMTS 5-7Y, como se explica passar de um retorno negativo em 2018 e em 2019 está a render mais de 5%? É normal um etf de obrigações ter tanta volatilidade?

    Achas isso volátil? É que as obrigações não são crescimento em linha recta, estilo aquela porcaria do ES Tesouraria ou lá o que era LOLOL

    Em 2018 as taxas de juro da dívida pública italiana subiram imenso, razão pela qual os fundos/ETFs de obrigações soberanas europeais tiveram um mau ano.

    Só que, em 2019, está a acontecer exactamente o contrário (por exemplo, as obrigações de tesouro a 10 ano portuguesas estão quase a chegar a terreno negativo... quem diria!!!!!!!!!!!!!)

     

    há 51 minutos, Patrone disse:

    Quais são as vantagens ou desvantagens em comprar um etf de obrigações vs comprar directamente obrigações do governo Alemão por exemplo?

     

    Se não estou em erro, precisas de 100k para comprar uma obrigação soberana.

    Para além disso um ETF vai mantendo o prazo médio de obrigações contante ao longo do tempo. Se comprares directamente uma obrigação, para manteres o prazo médio, vais ter de estar constantemente a comprar e vender posições.

     

     

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    há 14 horas, Mouro Emprestado disse:

    Achas isso volátil? É que as obrigações não são crescimento em linha recta, estilo aquela porcaria do ES Tesouraria ou lá o que era LOLOL

    Em 2018 as taxas de juro da dívida pública italiana subiram imenso, razão pela qual os fundos/ETFs de obrigações soberanas europeais tiveram um mau ano.

    Só que, em 2019, está a acontecer exactamente o contrário (por exemplo, as obrigações de tesouro a 10 ano portuguesas estão quase a chegar a terreno negativo... quem diria!!!!!!!!!!!!!)

     

    Se não estou em erro, precisas de 100k para comprar uma obrigação soberana.

    Para além disso um ETF vai mantendo o prazo médio de obrigações contante ao longo do tempo. Se comprares directamente uma obrigação, para manteres o prazo médio, vais ter de estar constantemente a comprar e vender posições.

     

     

    Não é tão volátil como as ações, mas por exemplo, se a ideia for "estacionar" dinheiro para investir quando surgirem boas oportunidades, deixa de ser boa opção. Se tiver obrigações de um entidade isolada, o retorno pode ser menor mas será "sempre" positivo qualquer que seja a altura do resgate, certo?

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    Mouro Emprestado
    há 5 minutos, Patrone disse:

    Não é tão volátil como as ações, mas por exemplo, se a ideia for "estacionar" dinheiro para investir quando surgirem boas oportunidades, deixa de ser boa opção. Se tiver obrigações de um entidade isolada, o retorno pode ser menor mas será "sempre" positivo qualquer que seja a altura do resgate, certo?

    Quem disse?

    As obrigações estão dependentes das taxas de juro. Quando as taxas aumentam, a obrigação perde valor (pesquisa no google).

    E se achas que as taxas de juro soberanas da Alemanha não têm períodos de aumento, estás totalmente errado.

    Pesquisa no bloomberg e verás que aumentaram entre meados de 2016 e o início de 2018. Ou ali por volta de 2005 a 2008  (para isso terás de procurar noutro sítio qualquer que a bloomberg só tem informação dos últimos 5 anos), as taxas de juro das Bunds também aumentaram. 

    Se é para parquear dinheiro para fazer trading (boa sorte adivinhar os topos e os fundos), mais vale deixares num DO.

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    há 54 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Quem disse?

    As obrigações estão dependentes das taxas de juro. Quando as taxas aumentam, a obrigação perde valor (pesquisa no google).

    E se achas que as taxas de juro soberanas da Alemanha não têm períodos de aumento, estás totalmente errado.

    Pesquisa no bloomberg e verás que aumentaram entre meados de 2016 e o início de 2018. Ou ali por volta de 2005 a 2008  (para isso terás de procurar noutro sítio qualquer que a bloomberg só tem informação dos últimos 5 anos), as taxas de juro das Bunds também aumentaram. 

    Se é para parquear dinheiro para fazer trading (boa sorte adivinhar os topos e os fundos), mais vale deixares num DO.

    Certo, eu entendo isso, senão toda a gente resgatava para comprar com um juro mais alto. Mas por exemplo os certificados de tesouro poupança mais dos ctt não são no fundo obrigações do estado português? (Se calhar não tem nada a ver). Porque após o primeiro ano o principal pode ser resgatado na totalidade, perdendo apenas os juros desse ano.

    Não seria parquear para fazer trading mas ter dinheiro disponível para qualquer bom negócio que possa aparecer, até fora dos mercados financeiros.

     

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    A 08/08/2019 às 20:37, Patrone disse:

    A conta do bankinter é interessante, depois do 2º ano deixam de pagar juros mas tem alguma comissão? Se não se pagar vou fazer uma conta, tenho conta no BPI e agora é comissões para tudo e mais alguma coisa.

     

    Não pagas nenhuma comissão, depois do 2º ano a conta deixa de ser remunerada (podem alterar isso ou haver produtos melhores no mercado na altura), mas nesse prazo de 2 anos parece-me uma ótima opção.

     

    Citação

    Também tenho alguns certificados do Tesouro, mas as taxas atuais são tão baixas que nem dá vontade de lá meter o dinheiro.. Estive a ver este etf de obrigações europeias: Lyxor EuroMTS 5-7Y, como se explica passar de um retorno negativo em 2018 e em 2019 está a render mais de 5%? É normal um etf de obrigações ter tanta volatilidade?

    Quais são as vantagens ou desvantagens em comprar um etf de obrigações vs comprar directamente obrigações do governo Alemão por exemplo?

    Felizmente tenho alguns CT's mais antigos que tinham melhores taxas.

     

     

    A 09/08/2019 às 13:55, Patrone disse:

    Certo, eu entendo isso, senão toda a gente resgatava para comprar com um juro mais alto. Mas por exemplo os certificados de tesouro poupança mais dos ctt não são no fundo obrigações do estado português? (Se calhar não tem nada a ver). Porque após o primeiro ano o principal pode ser resgatado na totalidade, perdendo apenas os juros desse ano.

    Não seria parquear para fazer trading mas ter dinheiro disponível para qualquer bom negócio que possa aparecer, até fora dos mercados financeiros.

     

    São Obrigações do Estado Português sim.

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    há 12 horas, P2P Money Maker disse:

    ETF de Ouro da Degiro, alguém tem alguma recomendação?

     

    A 08/08/2019 às 10:35, sergomes disse:

    - Neste mesmo caso, em que o ETF é cotado em EUR na bolsa, pelo menos, não pagaria taxa de câmbio na DeGiro, correto?

    - Mantendo um investimento fixo periódico, não mitigamos a questão cambial a ponto de se tornar desprezável?

     

    Talvez não me tenha explicado bem... foi precisamente nesse sentido que coloquei a minha questão. Se investindo no mercado americano, fará sentido ter bonds americanas. Sendo que numa crise no mercado de acções, há habitualmente uma mudança de fluxo de investimento para bonds, queria perceber se faria mais sentido diversificar em bonds na mesma área geográfica ou se a diversificação optando por bonds europeias, também pode fazer sentido... (exemplo: se o mercado de acção americano cair, haverá alguma probabilidade das bonds americanas compensarem, mas se tiver no meu portfolio bonds europeis, será que também irão reagir de forma semelhante?)

    Algum esclarecimento para estas questões?

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    Mouro Emprestado

    - Neste mesmo caso, em que o ETF é cotado em EUR na bolsa, pelo menos, não pagaria taxa de câmbio na DeGiro, correto?

     

    Certo.

     

    - Talvez não me tenha explicado bem... foi precisamente nesse sentido que coloquei a minha questão. Se investindo no mercado americano, fará sentido ter bonds americanas. Sendo que numa crise no mercado de acções, há habitualmente uma mudança de fluxo de investimento para bonds, queria perceber se faria mais sentido diversificar em bonds na mesma área geográfica ou se a diversificação optando por bonds europeias, também pode fazer sentido... (exemplo: se o mercado de acção americano cair, haverá alguma probabilidade das bonds americanas compensarem, mas se tiver no meu portfolio bonds europeis, será que também irão reagir de forma semelhante?)

     

    O problema é a "moeda". No tópico já se escreveu e se deram exemplos sobre isso.

    Podes por exemplo ter uma desvalorização do USD, ao mesmo tempo que existe uma crise bolsista nos EUA. As tuas obrigações, em EUROS, vão valer menos (o contrário também é verdade).

    Porque é que não se faz cobertura cambial das acções? Porque as acções são títulos de empresas, que garantem lucros futuros. Ora, não há nenhuma empresa americana mega-cap com negócio apenas nos EUA. Nesse caso, mesmo que o USD desvalorize, os lucros que essas empresas obtêm no estrangeiro (em EUR, GBP, YEN, etc) vão aumentar e mitigar a perda de valor do USD.

    Só que, o raciocínio acima... (em termos simplificados) não funciona com treasuries americanas, porque as receitas do Tesouro americana estão (quase) exclusivamente dependentes do USD e não de outras moedas.

     

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    há 3 horas, Mouro Emprestado disse:

    O problema é a "moeda". No tópico já se escreveu e se deram exemplos sobre isso.

    Podes por exemplo ter uma desvalorização do USD, ao mesmo tempo que existe uma crise bolsista nos EUA. As tuas obrigações, em EUROS, vão valer menos (o contrário também é verdade).

    Porque é que não se faz cobertura cambial das acções? Porque as acções são títulos de empresas, que garantem lucros futuros. Ora, não há nenhuma empresa americana mega-cap com negócio apenas nos EUA. Nesse caso, mesmo que o USD desvalorize, os lucros que essas empresas obtêm no estrangeiro (em EUR, GBP, YEN, etc) vão aumentar e mitigar a perda de valor do USD.

    Só que, o raciocínio acima... (em termos simplificados) não funciona com treasuries americanas, porque as receitas do Tesouro americana estão (quase) exclusivamente dependentes do USD e não de outras moedas.

     

    Certo. Percebo o raciocínio mas estava interessado em perceber a outra parte, se havia um acompanhamento da europa ou não e se o reforço periódico poderia mitigar esse risco. Mas claro, percebo que a protecção cambial seja um fator muito importante.

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