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  • FORMAS DE POUPAR

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    Boa tarde.

    Estou com a ideia de iniciar um PPR. Encontrei o site da decoproteste, que sugere este PPR. Não liguem aos valores xD. 

    Idade: 24 anos

    Montante entregue por mês: 150 euros

    Fundo: Alves Ribeiro PPR

     

    Montante que poderá ter aos 67 anos(*)€ 424.649

    Sem capital garantido

    Apropriado para quem está a mais de 10 anos da reforma

    Valor da unidade de participação (UP) em 27/08/2019: € 16,86

    Categoria: Planos de Poupança-Reforma/Educação - Neutros

    Rentabilidade ao ano: 7,06%

    (nâo consegui por a imagem)

    Que acham deste PPR. Conhecem outros melhores?

    (Conheco pouco sobre investimentos e quero mudar aprender).

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    Francisco Martins
    On 1/4/2020 at 2:12 PM, Guest Catia said:

    Boa tarde.

    Estou com a ideia de iniciar um PPR. Encontrei o site da decoproteste, que sugere este PPR. Não liguem aos valores xD. 

    Idade: 24 anos

    Montante entregue por mês: 150 euros

    Fundo: Alves Ribeiro PPR

     

    Montante que poderá ter aos 67 anos(*)€ 424.649

    Sem capital garantido

    Apropriado para quem está a mais de 10 anos da reforma

    Valor da unidade de participação (UP) em 27/08/2019: € 16,86

    Categoria: Planos de Poupança-Reforma/Educação - Neutros

    Rentabilidade ao ano: 7,06%

    (nâo consegui por a imagem)

    Que acham deste PPR. Conhecem outros melhores?

    (Conheco pouco sobre investimentos e quero mudar aprender).

    Um bom sitio para ver os detalhes deste PPR é neste local.

    Está investido maioritariamente na Europa, mais de 95%, (zona euro, reino unido e outros). Principais activos são ETF que seguem índices de acções europeias de grande dimensão (euro stoxx 50 e do sector bancario) e muitos títulos de obrigações de empresas europeias (divida privada) com um ou outro titulo de obrigações soberanas de países como a Itália e Grécia. Tem sido essa a estratégia de investimento.

    Divulga um boletim de informação com periodicidade mensal, veja o emitido em Novembro neste local. Lá encontra também o histórico mais detalhado desde 2001 até 2019. É perfeitamente visível a classe de risco 4 a 5 que tem.

    Um outro que pode considerar com uma estratégia de investimento diferente é o NB PPR cuja informação pode encontrar aqui.

    Editado por Francisco_
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    Acho que nunca vais encontrar o "melhor", pois de ano para ano a rentabilidade de cada vai mudar e não é previsível. Agora dentro dos PPRs de risco categoria 4, o que mencionaste (AR PPR) e o que Francisco_ mencionou (NB PPR) parecem ser os melhores tendo em conta as rentabilidades passadas.

    O AR PPR tem o inconveniente de só poder ser subscrito no Banco Invest, o que te obrigado a abrir uma conta e ter 5k para transferência inicial. O NB PPR é comercializado em várias instituições (consegues ver no link que o Francisco_ pôs) o que pode facilitar a sua subscrição.

    Outra recomendação que dou é para analisares o teu IRS para perceberes qual o beneficio máximo que consegues deduzir, pois para mim o PPR só será interessante podendo usufruir da dedução máxima:

    • Até 35 anos - 20% até € 400
    • Entre 35 e 50 anos - 20% até € 350
    • Mais de 50 anos- 20% até € 300

     

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    há 3 minutos, superkinas disse:

    Outra recomendação _ como os produtos são cap não garantido e como tem ainda quase 1 ano para investir convém investir quando mercados estiverem queda e não agora que esta tudo em máximos. 

    E quando é que os mercados vão estar em queda??? :D

     

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    4 minutes ago, superkinas said:

    Outra recomendação _ como os produtos são cap não garantido e como tem ainda quase 1 ano para investir convém investir quando mercados estiverem queda e não agora que esta tudo em máximos.  

    Tendo em conta que o investimento é de longo prazo não faz sentido esperar por algo que não se sabe se vai acontecer hoje ou daqui a 3 anos. Quem pensou assim no final de 2018 ficou a ver, por exemplo 15% de valorização no AR PPR.

    Aqui há uns tempos andei a fazer umas simulações no excel tendo em conta os dados históricos do IWDA e o que poderia acontecer se eu conseguisse de certa forma quase prever as quedas do mercado. Simulava que tirava o dinheiro 1 ou 2 anos antes duma queda (simular ficar em dinheiro quando se pensa que o mercado vai cair) e entrava algures depois duma queda (ou durante se essa queda durasse 2/3 anos). A realidade é que os resultados seriam muitos piores do que ter-me mantido investido numa estratégia passiva, pois enquanto temos o dinheiro na mão podemos estar a perder grandes valorizações.

     

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    há 6 minutos, superkinas disse:

    Quando menos se espera, ou pensas que é tudo subir, mais que não seja para gerarem mais valias.... 

    E quando é "quando menos se espera" ? :)

    Se tiveres a bolinha de cristal, diz aqui ao pessoal quando vai acontecer ;)

     

    • Voto Positivo 1
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    há 9 minutos, superkinas disse:

    Quando menos se espera, ou pensas que é tudo subir, mais que não seja para gerarem mais valias.... 

    Pode começar já e vai metendo 50 ou 100 euros por mês automaticamente, se houver alguma queda, nessa altura mete mais.

    há 9 minutos, mkr disse:

    Tendo em conta que o investimento é de longo prazo não faz sentido esperar por algo que não se sabe se vai acontecer hoje ou daqui a 3 anos. Quem pensou assim no final de 2018 ficou a ver, por exemplo 15% de valorização no AR PPR.

    Aqui há uns tempos andei a fazer umas simulações no excel tendo em conta os dados históricos do IWDA e o que poderia acontecer se eu conseguisse de certa forma quase prever as quedas do mercado. Simulava que tirava o dinheiro 1 ou 2 anos antes duma queda (simular ficar em dinheiro quando se pensa que o mercado vai cair) e entrava algures depois duma queda (ou durante se essa queda durasse 2/3 anos). A realidade é que os resultados seriam muitos piores do que ter-me mantido investido numa estratégia passiva, pois enquanto temos o dinheiro na mão podemos estar a perder grandes valorizações.

     

    Em termos puramente matemáticos, nem sempre mas na maioria dos casos, o entrar com tudo tem batido o esperar pelas quedas ou o DCA; mas em termos psicologicos é complicado meter tudo de uma vez sobretudo quando andamos nos topos.

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    16 minutes ago, 5coroas said:

    Em termos puramente matemáticos, nem sempre mas na maioria dos casos, o entrar com tudo tem batido o esperar pelas quedas ou o DCA; mas em termos psicologicos é complicado meter tudo de uma vez sobretudo quando andamos nos topos. 

    Claro, eu mesmo tenho esse receio, por isso é que andei a brincar com simulações para ter um bocado de paz mental ?A minha estratégia no que toca a PPR é entrar no final do ano pois primeiro tenho de fazer as minhas continhas para ver quanto "posso" investir para conseguir os 20% de dedução. Logo aí obriga-me a manter a minha estratégia de entrar duma só vez por ano esteja onde estiver o preço.

    Só o tempo dirá se é a melhor estratégia, mas penso que será melhor que ter o dinheiro parado. Daqui a 30 anos saberei ?

    Editado por mkr
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    27 minutes ago, 5coroas said:

    No ano passado eu também fui reforçando todos os meses com algum e depois em Dezembro meti o que faltava para conseguir o máximo das deduções, contudo se tivesse entrado com tudo logo em Janeiro de 2019, teria decidido melhor, mas como não tenho o dom de adivinhar o futuro, penso que estou desculpado.

    Por acaso ainda não fiz uma simulação a comparar entradas todos os meses vs uma anual (dá muito trabalho ?), mas penso que a longo prazo a diferença será residual? Eu simplesmente espero pelo fim do ano para ter a certeza que não reforço em valor superior ao que me dará benefício fiscal. Quando, um dia, tiver dependentes acho que deixarei de reforçar o PPR, pois pelo que vejo facilmente se chega ao limite global de deduções à colecta. Problemas do meu futuro..

    Editado por mkr
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    há 3 minutos, mkr disse:

    Por acaso ainda não fiz uma simulação a comparar entradas todos os meses vs uma anual (dá muito trabalho ?), mas penso que a longo prazo a diferença será residual? Eu simplesmente espero pelo fim do ano para ter a certeza que não reforço em valor superior ao que me dará benefício fiscal. Quando, um dia, tiver dependentes acho que deixarei de reforçar o PPR, pois pelo que vejo facilmente se chega ao limite global de deduções à colecta. Problemas do meu futuro..

    SE os PPRS (do tipo AR ou NB) continuarem com as mesmas performances e a taxação das suas mais valias continuar a ser a atual (ou inferior)  penso que os PPRs, mesmo que não se tenha através deles qualquer dedução à colecta, continuam a ser bons investimentos/instrumentos de poupança e dificilmente serão batidos por outros investimentos que tem à saída os 28%. O facto de terem as penalizações nas saídas fora das condições legais é também um factor que ajuda o investidor a manter-se no rumo e a não resgatar por qualquer motivo menos imperioso.

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    Não necessariamente @5coroas. Ainda noutro tópico alguém fez uma comparação de diferentes portfólios com PPR, Ações/Obrigações e os respetivos benefícios fiscais (agora não consigo encontrar o post original, mas crédito a quem o fez.) Mas eu também corri umas simulações dos 3 seguintes portfólios durante 30 anos (dos 30 aos 60):

    1. P1: PPR com alocação máxima teórica possível sem reinvestimento (2000 até 35, 1750 até 50, 1600 até 60)
    2. P2: PPR com alocação máxima teórica possível e reinvestimento da dedução de IRS em portfólio 50/50
    3. P3: Investimento do que seria para PPR na totalidade em portfólio 50/50

    Assumindo que o PPR irá ter uma rentabilidade anualizada de 6% e o portfólio 50/50 de 8.3% (baseado em dados históricos), temos o seguinte (já contabilizando com a dedução de 8% e 28% respetivamente para cada tipo de investimento):

    image.thumb.png.fe3d4f0c421c984d25a62adcc40bd43d.png

    Valores líquidos finais:

    IDADE TOTAL P1 TOTAL P2 TOTAL P3
    60 €152,001.39 €191,880.83 €199,397.22

    Como se pode verificar a 30 anos:

    1. P1 tem claramente um desempenho pior apesar de beneficiar de uma melhor fiscalidade na saída
    2. P2 e P3 com um desempenho muito similar. P2 é benéfico nos primeiros anos (contudo neste período, o dinheiro do PPR está sujeito a regras de movimentação). Depois de 27 anos (57 idade) o P3 passa a ter melhor rendimento apesar da pior fiscalidade na saída

    Por isto é que digo que quando deixar de poder usufruir do benefício na entrada, o PPR pode não se tornar tão atrativo para mim.

    1.  

     

    • Obrigado 1
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    há 9 minutos, mkr disse:

    Não necessariamente @5coroas. Ainda noutro tópico alguém fez uma comparação de diferentes portfólios com PPR, Ações/Obrigações e os respetivos benefícios fiscais (agora não consigo encontrar o post original, mas crédito a quem o fez.) Mas eu também corri umas simulações dos 3 seguintes portfólios durante 30 anos (dos 30 aos 60):

    1. P1: PPR com alocação máxima teórica possível sem reinvestimento (2000 até 35, 1750 até 50, 1600 até 60)
    2. P2: PPR com alocação máxima teórica possível e reinvestimento da dedução de IRS em portfólio 50/50
    3. P3: Investimento do que seria para PPR na totalidade em portfólio 50/50

    Assumindo que o PPR irá ter uma rentabilidade anualizada de 6% e o portfólio 50/50 de 8.3% (baseado em dados históricos), temos o seguinte (já contabilizando com a dedução de 8% e 28% respetivamente para cada tipo de investimento):

     

    image.thumb.png.fe3d4f0c421c984d25a62adcc40bd43d.png

    Valores líquidos finais:

    IDADE TOTAL P1 TOTAL P2 TOTAL P3
    60 €152,001.39 €191,880.83 €199,397.22

    Como se pode verificar a 30 anos:

    1. P1 tem claramente um desempenho pior apesar de beneficiar de uma melhor fiscalidade na saída
    2. P2 e P3 com um desempenho muito similar. P2 é benéfico nos primeiros anos (contudo neste período, o dinheiro do PPR está sujeito a regras de movimentação). Depois de 27 anos (57 idade) o P3 passa a ter melhor rendimento apesar da pior fiscalidade na saída

    Por isto é que digo que quando deixar de poder usufruir do benefício na entrada, o PPR pode não se tornar tão atrativo para mim.

    1.  

     

    Em termos reais, consegues dizer qual é desempenho que o portfolio 50/50 (uma carteira real) teve desde Nov2001 até ao presente?

    há 11 minutos, mkr disse:

    (já contabilizando com a dedução de 8% e 28% respetivamente para cada tipo de investimento):

     

    Estas deduções foram retiradas apenas no final do periodo dos 30 anos?

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    8 minutes ago, 5coroas said:

    Em termos reais, consegues dizer qual é desempenho que o portfolio 50/50 (uma carteira real) teve desde Nov2001 até ao presente?

    Tirei os dados deste link (https://www.financialsamurai.com/historical-returns-of-different-stock-bond-portfolio-weightings/).

     

    9 minutes ago, 5coroas said:

    Estas deduções foram retiradas apenas no final do período dos 30 anos?

    Sim, os valores finais sao calculados com base nas taxas aplicadas às mais valias. No gráfico é possível ver a evolução dos valores finais teóricos se o investimento fosse levantado nesse ano.

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    há 46 minutos, mkr disse:

    Não necessariamente @5coroas. Ainda noutro tópico alguém fez uma comparação de diferentes portfólios com PPR, Ações/Obrigações e os respetivos benefícios fiscais (agora não consigo encontrar o post original, mas crédito a quem o fez.) Mas eu também corri umas simulações dos 3 seguintes portfólios durante 30 anos (dos 30 aos 60):

    1. P1: PPR com alocação máxima teórica possível sem reinvestimento (2000 até 35, 1750 até 50, 1600 até 60)
    2. P2: PPR com alocação máxima teórica possível e reinvestimento da dedução de IRS em portfólio 50/50
    3. P3: Investimento do que seria para PPR na totalidade em portfólio 50/50

    Assumindo que o PPR irá ter uma rentabilidade anualizada de 6% e o portfólio 50/50 de 8.3% (baseado em dados históricos), temos o seguinte (já contabilizando com a dedução de 8% e 28% respetivamente para cada tipo de investimento):

     

    image.thumb.png.fe3d4f0c421c984d25a62adcc40bd43d.png

    Valores líquidos finais:

    IDADE TOTAL P1 TOTAL P2 TOTAL P3
    60 €152,001.39 €191,880.83 €199,397.22

    Como se pode verificar a 30 anos:

    1. P1 tem claramente um desempenho pior apesar de beneficiar de uma melhor fiscalidade na saída
    2. P2 e P3 com um desempenho muito similar. P2 é benéfico nos primeiros anos (contudo neste período, o dinheiro do PPR está sujeito a regras de movimentação). Depois de 27 anos (57 idade) o P3 passa a ter melhor rendimento apesar da pior fiscalidade na saída

    Por isto é que digo que quando deixar de poder usufruir do benefício na entrada, o PPR pode não se tornar tão atrativo para mim.

    1.  

     

    Posso estar a fazer as contas de forma errada (por favor corrijam-me se estiver a ver mal a coisa):

    Pegando no indice SP500 (cuja performance a LP ainda é superior ao Portfolio 50/50) e comparando com o AR PPR, desde o seu inicio temos isto: desde Nov2001 o SP500 (sem qualquer taxa aplicada por algum Fundo ou custos de algum ETF) teve uma performance até Dezembro de 2019 de 8,021%; o AR PPR (já com as taxas cobradas pelo Invest) ficou-se nos 7,17%, resultando de um investimento de 1000euros,  3331euros de mais valias para o SP500 e de 2727euros para o AR, ora tirando a este valor os 28% e os 8% respectivamente, fica o SP500 com 1000+2398 e o AR com 1000+2508. Ganha o PPR e estou a compará-lo com o SP500 sem taxas ou custos; se tivermos algum fundo ou ETF do SP500, então o PPR ainda fica mais bem posicionado.

    Se tivéssemos os dados do 50/50 desde Nov2001, poderiamos compará-lo com o AR PPR. Acho que fora deste período não é aproveitável fazer comparações entre ambos.

    Editado por 5coroas
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    22 minutes ago, 5coroas said:

    Posso estar a fazer as contas de forma errada (por favor corrijam-me se estiver a ver mal a coisa): 

    Está correto @5coroas. Como também se verifica no meu gráfico nos primeiros anos P1 e P3 são praticamente iguais. Obviamente quanto mais se aproximar a performance de um e de outro, a diferença na taxa aplicada (8% vs 28%) nas mais valias será preponderante no valor final.

    Agora não tenho tempo, mas depois vou fazer uma análise para perceber melhor qual o rácio entre diferencial de performance e anos para a taxa aplicada na saída deixar de ser benéfica.

    Editado por mkr
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    há 16 minutos, mkr disse:

    Está correto @5coroas. Como também se verifica no meu gráfico nos primeiros anos P1 e P3 são praticamente iguais. Obviamente quanto mais se aproximar a performance de um e de outro, a diferença na taxa aplicada (8% vs 28%) nas mais valias será preponderante no valor final.

    Agora não tenho tempo, mas depois vou fazer uma análise para perceber melhor qual o rácio entre diferencial de performance e anos para a taxa aplicada na saída deixar de ser benéfica.

    De facto os 8% vs 28% não são nada que devemos negligenciar (espero que o Estado glutão não nos mate esta ultima codorniz dos ovos de ouro). Com sorte, os bancos continuarão a colocar nos seus PPRs ainda mais ações e a tirar obrigações e eventualmente ainda obteremos melhores resultados; imaginem só um PPR 100% SP500, com taxas como os indexados e com os 8% à saída.:wub: 

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    há 4 horas, mkr disse:

    Quando, um dia, tiver dependentes acho que deixarei de reforçar o PPR, pois pelo que vejo facilmente se chega ao limite global de deduções à colecta. Problemas do meu futuro..

    Ainda sobre isto mkr, eu sou casado e tenho dois dependentes com muitas despesas de educação e outras que também entram nas contas para o limite de deduções e ainda consigo ir buscar cerca de 500 euros do PPR.

    Editado por 5coroas
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    Francisco Martins
    3 hours ago, mkr said:

    Não necessariamente @5coroas. Ainda noutro tópico alguém fez uma comparação de diferentes portfólios com PPR, Ações/Obrigações e os respetivos benefícios fiscais (agora não consigo encontrar o post original, mas crédito a quem o fez.)

    Está aqui a discussão e resultados:

    https://www.forumfinancas.pt/topic/17219-eft-vs-ppr-rentabilidade-e-impostos/

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