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  • FORMAS DE POUPAR

  • PARTILHAS EM DIVÓRCIO LITIGIOSO


    F_Correia

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    Boa tarde,

    Eu e o meu ex-marido , comprámos casa 1 ano antes do casamento. Devido ao facto dos pais dele terem ajudado

    com uma quantia para a entrada da casa, ficou estipulado na escritura que ele teria direito a 70% do valor da casa e eu aos restantes 30%.

    Acontece que sempre paguei metade do valor da mensalidade do empréstimo ao banco (durante 13 anos), simplesmente porque nunca pensei que viria

    a acontecer o divórcio e porque considerei que a casa seria dos 2 e era justo pagar metade.

    Divorciei-me há 2 anos e meio. A minha saída de casa foi repentina por motivos muito fortes, com 2 crianças pequenas.

    Continuo até hoje a pagar metade de uma casa da qual não estou a usufruir. O meu ex-marido acha que não tenho direito a nada.

    Apesar de já ter avançado com o processo das partilhas no notário, não sei de absolutamente nada em relação à evolução desse mesmo processo.

    Estou numa situação financeira muito complicada e a viver, desde que saí da casa, num quarto com os meninos, em casa da minha mãe.

    Será possível que não haja forma de acelerar este processo e resolver esta situação muito injusta em que me encontro?

    Tenho o meu nome associado ao empréstimo do qual não me posso libertar e que continuo a pagar, a menos que abdicasse de tudo a que eu sinceramente acho que tenho direito

    para de alguma forma, refazer a minha vida.

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    há 1 hora, F_Correia disse:

    Divorciei-me há 2 anos e meio.

    Julgo que com a conclusão do processo de divorcio, terá ficado definido o que cada parte teria direito e o que deveria acontecer aos bens do casal. Outra hipótese é que ainda não tenha concluído o processo de divorcio (está apenas separada de facto)

    O processo em notário apenas regista o que ficou definido em no divórcio.

    Com base no que indica, julgo que tem parte do imóvel (30% ) e 50% do crédito. Sendo este o caso, terá que pedir a dívisão da coisa comum mas que terá que ser feita em tribunal.

    O melhor conselho que lhe posso dar é procurar apoio jurídico na Segurança Social ou junta de freguesia (algumas prestam este serviço).

     

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