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  • FORMAS DE POUPAR

  • P2P - Tópico Geral


    Cardoso24

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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    E qual a tua XIRR, calculada por ti (não a do site)? 

    A tua XIRR deve ser melhor do que se investisses em Short-term loans com taxas de juro superiores. A minha XIRR na PB não ultrapassa os 10,90% (máximo absoluto) e só investia em loans a 12% até 30 dias.

    quase 11,5%

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    Excelente post. Em alguns comentários parece que a culpa da Envestio e Kuetzal terem indo ao charco foram os levantamentos, incluindo as saídas antecipadas. A culpa é só das plataformas, umas por

    Fechando o ano de 2019, penso que foi bastante positivo para mim no meu próprio Fundo de Sucateiro P2P Aqui ficam alguns valores nomeadamente em p2p retorno vs risco Notas : 2018 apen

    Sim, as coisas impossíveis ao ser humano que já vi acontecer em mim e já vi em outras pessoas provaram sem sombra de dúvida que Deus existe e se torna galardoador daqueles que o buscam. Em Genesi

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    há 4 minutos, alexander disse:

    quase 11,5%

    ?

    Compensa ser menos guloso nas Yields!

    Realmente a elevada % de lates na PB em shorters tira muito retorno.

    Sabes como eles fazem se quiseres vender esses loans de maior prazo? Sei que eles compram os loans, mas dizem que podem cobrar uma comissão sobre a recompra.

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    há 1 minuto, Rick Lusitano disse:

    ?

    Compensa ser menos guloso nas Yields!

    Realmente a elevada % de lates na PB em shorters tira muito retorno.

    Sabes como eles fazem se quiseres vender esses loans de maior prazo? Sei que eles compram os loans, mas dizem que podem cobrar uma comissão sobre a recompra.

    foi uma experiência que fiz. como estou em diversas plataformas e na altura havia pouca oferta, arrisquei nesses empréstimos da lithome a médio prazo. digamos que na PB não fui muito sensato em termos de diversificação, mas quis experimentar investir em imobiliário fora das plataforma usuais para isso. por enquanto tudo bem, recebo no dia marcado.

    mas atenção que não estou a aconselhar seja o que for, estou apenas a constatar um facto (isto é para os menos experientes, que sei que não é o caso da maioria dos intervenientes neste tópico, mas fica o aviso).

    quanto à venda, sinceramente não sei. como era cash que não me importava que estivesse investido a prazos mais longos, nunca me deu para pesquisar, mas hei-de fazê-lo, agora que falaste nisso.

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    bom, tenho seguido este tópico e já li o histórico, pelo que conheço o "passado"

    já que está a aproximar-se a entrega do irs e já foi novamente levantada a dúvida, é do consenso geral fazer de forma igual aos anos passados? 

    Editado por alexander
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    há 8 minutos, alexander disse:

    foi uma experiência que fiz. como estou em diversas plataformas e na altura havia pouca oferta, arrisquei nesses empréstimos da lithome a médio prazo. digamos que na PB não fui muito sensato em termos de diversificação, mas quis experimentar investir em imobiliário fora das plataforma usuais para isso. por enquanto tudo bem, recebo no dia marcado.

    mas atenção que não estou a aconselhar seja o que for, estou apenas a constatar um facto (isto é para os menos experientes, que sei que não é o caso da maioria dos intervenientes neste tópico, mas fica o aviso).

    quanto à venda, sinceramente não sei. como era cash que não me importava que estivesse investido a prazos mais longos, nunca me deu para pesquisar, mas hei-de fazê-lo, agora que falaste nisso.

    Eu estou a ponderar alongar os prazos na PB, investindo em loans com melhor qualidade (e também taxas de juro), mas não gosto de me sentir preso a prazos mais longos sem um SM com liquidez. Li no site deles, que só os loans com maior prazo podiam ser vendidos, mas que a PB poderia cobrar uma comissão, mas não especificam, o discurso parece que fala numa possibilidade e não obrigatoriedade.

    Já mandei mail para a Inga, a questionar sobre isso e fazer umas sugestões de melhoria da plataforma.

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    há 34 minutos, alexander disse:

    bom, tenho seguido este tópico e já li o histórico, pelo que conheço o "passado"

    já que está a aproximar-se a entrega do irs e já foi novamente levantada a dúvida, é do consenso geral fazer de forma igual aos anos passados? 

    Eu não vou arriscar e vou declarar todos os ganhos, segundo o Rick Lusitano "qualquer rendimento obtido em Portugal e no estrangeiro, tem de ser declarado às autoridades fiscais",  entrar em debates burocráticos que podem trazer mais problemas no futuro não é para mim.

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    Agora mesmo, Roberto Santos disse:

    Eu não vou arriscar e vou declarar todos os ganhos, segundo o Rick Lusitano "qualquer rendimento obtido em Portugal e no estrangeiro, tem de ser declarado às autoridades fiscais",  entrar em debates burocráticos que podem trazer mais problemas no futuro não é para mim.

    Não sou um fiscalista. Nem a AT têm certezas legais. Em caso de dúvida, eles dizem sempre para pagar.

     

    Basta leres um pouco do Código do IRS (CIRS). Podes começar pelo Artigo 5º CIRS (Decreto-Lei Nº442-A/88 de 30 de Novembro): Rendimentos da categoria E (Rendimentos de capitais).

    Os contratos de mútuo aparecem Artigo 5º, Nº 2 alínea a)...

    É sempre bom conhecer minimamente a legislação fiscal, permite-nos poupar chatices e dinheiro, principalmente o CIRS. ;)

     

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    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    A PeerBerry está a tentar ser uma Mintos, em Janeiro/2019 já era a 3ª plataforma a gerar mais novos loans dos países bálticos, com 7,7M EUR, só ultrapassada pela Mintos (150,2M EUR) e a Twino (19,8M EUR).

    Foi a ultima plataforma de BBG loans a aparecer, e já ultrapassou as mais antigas, a Viventor (3,7M EUR), a Viainvest (6,0M EUR), a Swaper (7,3M EUR), a Lenndy (1,3M EUR) e iuvo Group (4,1M EUR) (a Grupeer gerou 2,0M EUR).  

     

    Não tinha ideia dessa relação de volume! Para ser mais fácil consultar pus tudo numa tabela.

    Mintos 150,2
    Twino 19,8
    Peerberry 7,7
    Swaper 7,3
    Viainvest 6,0
    iuvo Group 4,1
    Viventor 3,7
    Grupeer 2,0
    Lenndy 1,3
    •  
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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Isso é discutível. ;)

    Se não levantares os juros de um depósito a prazo (DP) ainda não se tem "lucro"? ;)

    Ou se os juros do DP forem num banco no estrangeiro e não forem levantados/transferidos também não são considerados rendimento?

    Se não quiseres usar o exemplo de um DP, podes usar ações/obrigações/Fundos de investimento/ETFs que estejam em carteira num banco/corretora no estrangeiro e paguem dividendos...

     

    Sendo genérico, qualquer rendimento obtido em Portugal e no estrangeiro, tem de ser declarado às autoridades fiscais, seja rendimento de trabalho/pensões/investimento/royalties/etc, mesmo que não seja transferido para o país aonde se tem residência fiscal.

    O que poderá ser algo de algum debate, é objecto que gera o rendimento, em algumas plataformas, não estamos verdadeiramente a emprestar, estamos a comprar direitos ("claims" ou "rights") sobre empréstimos já concedidos pelos Loan Originators, por exemplo, Mintos, PeerBerry. A legislação não especifica este objecto de rendimento, logo poderá ser debatido se é obrigatório o pagamento de impostos.

    Se perguntares a alguém da AT, a resposta será sempre a mesma, paga primeiro e depois logo se vê.

    "Ah tal, eu respiro, tenho que pagar impostos?" >>> "Então tem de pagar impostos."

    Por exemplo, as mais-valias sobre as criptomoedas não eram taxadas no passado, por não estarem especificadas na legislação fiscal.

     

    Noutras plataformas, os investidores estão a conceder empréstimos a terceiros, Raize, GoParity, Housers, EstateGuru, etc. E aí a legislação fiscal pode ser mais válida, por se tratar de empréstimos (contratos de mútuos), o que muda em relação aos empréstimos ditos tradicionais é a forma de como são feitos, via Internet e uma plataforma electrónica.

    A Raize, ou a Housers (assim como outras plataformas em Espanha) fazem logo a retenção na fonte do imposto, e o dinheiro ainda nem sequer tem entrado na conta dos investidores, porque são considerados empréstimos que geram rendimentos.

    salvo pela melhor opinião ;) obrigado!

    Já agora, será uma linha na tabela 8A em outros rendimentos de capitais sem retenção, por "plataforma utilizada", correto? Ou seja, não colocar uma linha por empréstimo mas sim uma linha com o somatório de empréstimos, num dado ano, pela plataforma XPTO

     

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    Por exemplo, num artigo do David Almas para o Observador (que contém várias imperfeições/erros sobre a Housers, alguns foram corrigidos mas outros não) diz o seguinte:

    Citação

    [Atualizado em 13 de julho de 2018 com correções da Housers.]

    Como todas as entidades promotoras são espanholas, os juros recebidos vêm sempre de Espanha e são alvo de uma tributação à taxa espanhola. “A retenção é de 19%”, conta João Távora, o que é mais baixo do que se o pagamento tivesse sido feito por uma empresa portuguesa, que seria de 28%.

    Depois de serem alvo dessa taxa em Espanha, os investidores residentes em Portugal têm de incluir os rendimentos na declaração anual de IRS. Pelas regras atuais, têm de preencher o quadro 8 (rendimentos de capitais) do anexo J (rendimentos obtidos no estrangeiro) do modelo 3. Os juros brutos são contabilizados pelo fisco no apuramento do rendimento tributável do investidor, mas os impostos cobrados em Espanha são deduzida à coleta.

    (...)

    Os investidores portugueses também podem tentar acionar antecipadamente a convenção em matéria de dupla tributação entre Portugal e Espanha, mas é possível que necessitem de auxílio legal.

    https://observador.pt/especiais/housers-7-razoes-para-nao-investir-nestes-projetos-imobiliarios/

    Por regra, um depósito a prazo por exemplo num banco situado no estrangeiro que pagou juros, e esse banco reteve na fonte impostos, por exemplo a uma taxa 15%. O residente fiscal em Portugal, tem de declarar na declaração anual de IRS, que recebeu juros brutos de X e pagou Y de impostos no país Z, a AT depois faz o cálculo á diferença da taxa liberatória que o depositante teria de pagar se o depósito fosse feito em Portugal, que neste caso é de 28%. Logo o contribuinte teria de pagar ao Fisco Português o equivalente de 13% dos juros brutos que recebeu (28% - 15%), e o inverso se tivesse pago mais do que 28% de imposto no estrangeiro (seria devolvida a diferença dos impostos pagos).

    Porque que a AT quer o país? Para saber qual a taxa de imposto que o contribuinte pagou e confirmar se está certo o valor. E também porque a AT comunica com o Fisco dos outros países de origem dos rendimentos. No caso dos bancos, existe um controlo cada vez mais apertado sobre contribuintes com depósitos bancários no estrangeiro, e existe uma grande partilha de informação entre os bancos e as autoridades tributárias dos outros países. (Agradeçam aos EUA, que criaram a FATCA e acabaram com sigilo bancário na Suíça, o país mais secreto nas questões da banca, e a economia da Suíça dependia disso.)

    Se não se pagou nenhum imposto no estrangeiro, a AT faz ainda melhor os cálculos, 28% - 0% = 28% a pagar de imposto sobre o rendimento obtido no estrangeiro.

    Provavelmente pode-se fazer como nos fundos de investimento, agregando na mesma linha, o total por plataforma mencionando o país. Por exemplo, linha 1, os rendimentos obtidos na (Mintos) Letónia, linha 2 na (PeerBerry) Letónia. Ou então também poderá ser uma linha por país (juntando as plataformas com sede em cada pais).

    Digo provavelmente, porque até nos fundos de investimento que existe legislação fiscal clara e objectiva, com vários anos de existência, não existe consenso como declarar na declaração de IRS, há quem junte tudo por país de domicilio dos fundos, há quem separe por datas, etc, há várias formas de apresentação dos rendimentos. Para o Fisco, o que lhe interessa é que no fim bata tudo certo, se querem fazer em 5 linhas (uma por país) ou 50 linhas (uma linha por país e plataforma, ou outra forma), o que o Fisco quer são os montantes de rendimento, os países do rendimento e se já pagaram imposto ou não.

     

    A Viainvest tem uma postura diferente em relação à declaração fiscal dos rendimentos obtidos na plataforma (a única plataforma, até tem afastado investidores por causa da sua postura sobre as questões fiscais). Até menciona que a responsabilidade fiscal é dos loan originators, que a Viainvest apenas retém na fonte os impostos dos loans de Espanha e Rep. Checa (algo semelhante a um intermediário financeiro que vende fundos de investimentos domiciliados na Irlanda ou no Luxemburgo, ou obrigações/acções/CLNs/etc emitidos noutros países). Mencionando até moradas fiscais, nomes oficiais dos loan originators e seus números fiscais.

    Citação

    please note that income generated on VIAINVEST are paid to investors by loan originators, not the platform itself.

     

    3. Loan originator addresses. If remuneration debtor addresses are required, please state addresses of loan originators, not VIAINVEST itself. Please use these addresses:

    • Spain - VIACONTO MINICREDIT, S.L.

      Registration No. (NIF): B66402868

      Josep Tarradellas 8-10,

      Ático 3ª 08029 Barcelona

    • Czech Republic - Via SMS s.r.o.

       

      Registration No. (IČO): 24720275

      Lazarská 1719/5, 110 00 Praha 1,

    https://viainvest.com/faq/tax-issues

     

    De qualquer maneira, volto a frisar que não sou fiscalista. Deverão em caso de dúvida, recorrer a um especialista fiscal.

     

     

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    Podem dar uma olhadela ao Modelo 3 Anexo J da declaração de IRS de 2018, páginas do PDF 11-14 referente ao "QUADRO 8 – RENDIMENTOS DE CAPITAIS (CATEGORIA E)" . (Pode existir diferenças este ano).

    Se quiserem também podem ver o respectivo quadro. E ver o que o nosso querido Estado/(Con)fisco quer saber dos nossos rendimentos e contas no Estrangeiro (contas N26/Revolut/Transferwise/Paysera/etc no Quadro 11???). Por acaso, ainda não reparei se existe um quadro, para declarar se uma estrangeira nos pagou um copo ou o quarto de hotel. :P

    https://fiscalidade.pt/wp-content/uploads/2018/02/Mod_3_anexo_J.pdf

     

    Editado por Rick Lusitano
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    há 12 horas, Plataformas De Crowdfunding disse:

    A compra e venda de empréstimos na Crowdestate foi o meu primeiro post aqui no fórum, mas dava algum trabalho e a certa altura o mercado secundário arrefeceu e agora já só faço isso na bondora.

    É preciso ter em conta o tempo que o dinheiro está parado entre venda no mercado secundário e compra de novo empréstimo porque a crowdestate não contabiliza isso no XIRR que mostra mas acredito que, estando atento, deve dar para manter alguns negócios bons.

    Explica aí um bocadinho melhor sff. Eu ainda não me meti em mercado secundário em nenhuma das plataformas.

    E essa estratégia não rende tão bem nas outras porquê?

    Quando metemos à venda no mercado secundário oferecemos a quem vai comprar a um preço mais baixo que o comprámos certo? >Se não ninguém lhe pega. Então o nosso lucro vem do quê, dos juros que já recebemos entretanto? Mas porque é que assim aumenta o nosso XIRR?

    Editado por quirino
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    E outras 3 questões fiscais:

    • Pode-se declarar os loans que originaram perdas (loans sem BB)?
    • Declara-se as mais-valias e menos-valias dos loans comprados e vendidos nos SM?
    • Declara-se os bónus recebidos?

     

    Porque há países em que:

    • Não permitem declarar as perdas do capital investido e juros. E há outros países que permitem fazer a dedução das perdas.
    • Não se declaram as mais-valias e as menos-valias das compras/vendas em mercado secundário.
    • Também não se declaram os bónus.
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    há 34 minutos, quirino disse:

    Explica aí um bocadinho melhor sff. Eu ainda não me meti em mercado secundário em nenhuma das plataformas.

    E essa estratégia não rende tão bem nas outras porquê?

    Quando metemos à venda no mercado secundário oferecemos a quem vai comprar a um preço mais baixo que o comprámos certo? >Se não ninguém lhe pega. Então o nosso lucro vem do quê, dos juros que já recebemos entretanto? Mas porque é que assim aumenta o nosso XIRR?

     

    Para ter lucro no SM, é vender a 1 preço superior ao preço que compramos. Pode ser de 2 maneiras:

    1 - Vender a cima do par, ou seja, com valor acima do valor nominal. Conhecido também por prémio. Exemplo, vender um loan que vale 100 EUR por 101 EUR, Retorno de 1% para o vendedor.

    2 - Ou comprar abaixo do par, ou seja, com valor abaixo do valor nominal. Conhecido também por desconto. E depois vender ao par ou com menos desconto do que compramos. Exemplo, comprar um loan que vale 100 EUR, mas compramos a 98 EUR, Desconto de 2%, depois há 2 hipóteses, vender ao par, isto é vender pelo valor nominal do loan, a 100 EUR, temos 2% de retorno para o vendedor. Ou vender abaixo do par, mas acima do preço que compramos, vender a 99 EUR, depois termos comprado o loan a 98 EUR, Retorno de 1% para o vendedor.

    Durante o tempo entre a compra e venda dos loans também se recebe juros (depende das condições de cada loan e plataforma).

    Eu por vezes, utilizo a 2ª maneira na Mintos, compro com desconto os loans, se for com -0.1% vendo ao par, se tiver maior desconto, -0,2% ou mais, posso vender ao par ou vender também com desconto, mas menos do que o desconto que tive. Já fiz isso mais, desde que há AI no SM, é muito raro conseguir fazer isso. O Claus do fórum Alemão, sacou umas centenas de EUR em poucos dias no trading do SM da Mintos assim.

     

    Repara neste exemplo na Crowdestate (utilizam a 1ª maneira):

    há 12 horas, Rick Lusitano disse:

    Mercado Secundário da Crowdestate - Estratégia de Curto Prazo

    Exemplo de outro projecto de uma empresa diferente (também no sector da madeira). Acabou de ser finalizado o processo de financiamento e em menos de 5 minutos, já há empréstimos à venda no SM. Digam lá se não é apetitoso tanto para os vendedores como para os compradores. ;)

    Os vendedores com ROI de 2,5% a 5% em pouco tempo e mesmo assim os vendedores podem ter ROI entre 20% a 25%:

     

    image.thumb.png.73db853ab9df1b0832e53cde77d3ce1d.png

     

     

     

    Editado por Rick Lusitano
    • Obrigado 1
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    há 9 minutos, Rick Lusitano disse:

     

    Para ter lucro no SM, é vender a 1 preço superior ao preço que compramos. Pode ser de 2 maneiras:

    1 - Vender a cima do par, ou seja, com valor acima do valor nominal. Conhecido também por prémio. Exemplo, vender um loan que vale 100 EUR por 101 EUR, Retorno de 1% para o vendedor.

    2 - Ou comprar abaixo do par, ou seja, com valor abaixo do valor nominal. Conhecido também por desconto. E depois vender ao par ou com menos desconto do que compramos. Exemplo, comprar um loan que vale 100 EUR, mas compramos a 98 EUR, Desconto de 2%, depois há 2 hipóteses, vender ao par, isto é vender pelo valor nominal do loan, a 100 EUR, temos 2% de retorno para o vendedor. Ou vender abaixo do par, mas acima do preço que compramos, vender a 99 EUR, depois termos comprado o loan a 98 EUR, Retorno de 1% para o vendedor.

    Durante o tempo entre a compra e venda dos loans também se recebe juros (depende das condições de cada loan e plataforma).

    Eu por vezes, utilizo a 2ª maneira na Mintos, compro com desconto os loans, se for com -0.1% vendo ao par, se tiver maior desconto, -0,2% ou mais, posso vender ao par ou vender também com desconto, mas menos do que o desconto que tive. Já fiz isso mais, desde que há AI no SM, é muito raro conseguir fazer isso. O Claus do fórum Alemão, sacou umas centenas de EUR em poucos dias no trading do SM da Mintos assim.

     

    Repara neste exemplo na Crowdestate (utilizam a 1ª maneira):

     

     

     

    Obrigado Rick, entendi bastante bem as duas agora.

    Mas a 1ª estratégia funciona bem naquelas plataformas com poucos empréstimos disponível, do estilo crowdestor em que há 1 empréstimo disponível por semana, o pessoal compra aquilo tudo num instante e quem não entrou pode facilmente estar disposto a dar um prémio para entrar com algum, certo? A crowdstate também é assim deste género? empréstimo muito espaçados e que rapidamente são fechados?

    Em plataformas com milhares de loans disponíveisl, tipo mintos que tem sempre centenas para as mesmas taxas, um empréstismo desse que valor tem para ser vendido no mercado secundário com prémio? nenhum certo? é portanto em algumas plataformas especificas é isso?

     

    Vou tentar experimentar ambas, a ver se é uma coisa que valha o tempo investido nisso.

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    há 1 hora, quirino disse:

    Obrigado Rick, entendi bastante bem as duas agora.

    Mas a 1ª estratégia funciona bem naquelas plataformas com poucos empréstimos disponível, do estilo crowdestor em que há 1 empréstimo disponível por semana, o pessoal compra aquilo tudo num instante e quem não entrou pode facilmente estar disposto a dar um prémio para entrar com algum, certo? A crowdstate também é assim deste género? empréstimo muito espaçados e que rapidamente são fechados?

     

    Exacto. A Crowdestate não tem loans todos os dias. E muito menos, com taxas de juro elevadas, principalmente até 12M e que também sejam "Secured Debt" (dívida com colateral de hipoteca imobiliária), como é o caso destes loans das empresas madeireiras, com a vantagem de pagarem juros mensais. Os loans na Crowdestate desaparecem em pouco tempo, os loans de maiores montantes, de 1 milhão (ou mais) demoram mais do que 2 dias. O loan que mencionei hoje (quarta-feira) é de 1,5M, já está preenchido 0,5M (em 2 dias), ainda dá tempo para se inscrever e enviar o cash para a Crowdestate (demora 1 dia).

     

    image.thumb.png.ce81850d06a652fd3ba49443307dbf0f.png

     

    Há loans que são mais vendáveis pelas condições oferecidas como mencionei acima. Claro que é natural que nos primeiros dias, o SM seja inundado por ofertas, ou se espera mais uns dias para se esvaziar um pouco o SM (e aproveitamos para receber o juro mensal e até podemos vender ao par, temos o dinheiro de volta e é como se fosse um loan de 1 ou 2 meses, ou vender com menos prémio ou vender com mais prémio, depende de cada vendedor) ou se tentar vender logo com o máximo prémio que queremos mas regateando os prémios com os outros vendedores ("luta de preços/prémios", para ver quem dá menos para conseguir vender o mais rápido possível, exemplo, se colocares à venda o loan com um prémio de +10% e há outros vendedores com prémios mais baixos, os compradores vão comprar o mais barato, lei da procura/oferta). A Crowdestor não tem SM, mas seria muito parecido com a Crowdestate.

     

     

    Citação

    Em plataformas com milhares de loans disponíveisl, tipo mintos que tem sempre centenas para as mesmas taxas, um empréstismo desse que valor tem para ser vendido no mercado secundário com prémio? nenhum certo? é portanto em algumas plataformas especificas é isso?

     

    Vou tentar experimentar ambas, a ver se é uma coisa que valha o tempo investido nisso.

     

    Na Mintos, há malucos para tudo, já comprei loans com desconto de -5%, loans até tinham tinham taxas acima dos 10% (a minha taxa mínima). E vi relatos de outros vendedores a dizer que já venderam com prémio no SM da Mintos (também li investidores que se enganaram e compraram com prémio).

    Em loans com taxas baixas (10-11.5%), eu comprava e vendia logo, e ganhava o desconto todo ou parte do desconto, nunca vendi com prémio. A Mintos só permite vender loans com prémio se tiverem mais de 30 dias para a maturidade (senão seriam loans com YTM negativas para o comprador, é uma medida da Mintos para proteger os compradores). Mas permite vender loans de curto prazo com desconto, e era esses os loans que eu comprava com desconto no SM. Loans abaixo dos 10 EUR, os AI do SM não os apanham. E loans com desconto, desaparecem em segundos, é uma tentação que poucos resistem. Agora com AI no SM, é uma questão de sorte ou de definir os parâmetros suficientes nos AI, para apanhar loans com desconto. ;)

    Vais virar feirante de loans?! :) Não vais estar o dia todo a comprar e a vender, até porque não há assim tanta oferta nas plataformas.

     

    Editado por Rick Lusitano
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    Plataformas De Crowdfunding
    há 5 horas, Rick Lusitano disse:

    Na Mintos, há malucos para tudo, já comprei loans com desconto de -5%, loans até tinham tinham taxas acima dos 10% (a minha taxa mínima). E vi relatos de outros vendedores a dizer que já venderam com prémio no SM da Mintos (também li investidores que se enganaram e compraram com prémio).

     

    Eu tive conta em GBP na Mintos e conseguia vender alguns empréstimos com prémio de 1%, ainda assim achei que não compensava manter a conta em GBP pelo risco câmbial e por ter taxas mais baixas e preferi movimentar as libras para as plataformas do UK e reforçar € na mintos.

    Na Bondora vendo com prémio até 3%, são valores pequenos mas todos os dias tenho transacções. Ainda não sei o impacto que terá na rentabilidade mas, a continuar assim ainda sobe do actual 6º lugar que tem no meu portfolio.

    Editado por Plataformas De Crowdfunding
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    Há malta a fazer trading de loans P2P e faz disso vida. Just saying... É uma vertente muito interessante, mas dá imenso trabalho.

    Pensam que os milhões de euros que andam a ser transacionados nas Mintos desta vida, são culpa minha e vossa? O pequeno investidor. Não me admira nada que hajam por aí por esse mundo financeiro menos regulado, produtos compostos, fundos de investimento até, a investir/trade em P2P.

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    há 12 minutos, gustaferra disse:

    Tenho um facilitador....o  boonzi.... uns copy past de dados, umas horinhas no ultimo dia do mês é pacifico :)

    A minha gestão de P2P tem falhado...e sempre te li a falares do Boonzi. 

    Mas também não devo ter mais de 20%.

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