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  • FORMAS DE POUPAR

  • P2P - Tópico Geral


    Cardoso24

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    há 46 minutos, Rick Lusitano disse:

    Será que a 12%, compensa o risco dos loans Russos e/ou da plataforma?

    E será que a 13% actualmente, 11% provavelmente no futuro, compensará o risco do loans e/ou da plataforma?

     

    Visto que a Grupeer, não têm mercado secundário. Ou seja, os loans são extremamente ilíquidos, o capital investido fica bloqueado durante todo o período de investimento.

    E como existem outras plataformas com loans em prazos mais curtos de dias ou poucos meses e algumas delas com mercado secundário.

     

    Quais as vossas opiniões?

    Como classificariam retorno vs. risco?

     

     

    Eu estou investido na grupeer mas numa percentagem muito reduzida dos meus investimentos p2p.

    É uma plataforma com taxas maiores que a média e em que nunca apanhei um único atraso, sendo que a explicação deles para não haver atrasos é que só usam loaners de muita qualidade, o que a mim não me convence.

    Não me parece que vá aumentar os investimentos aí e a tendência será para os reduzir, sendo que não penso entrar em nenhum loaner russo, nem a 12% nem a 15%.

    Não sendo nenhuma envestio, também considero a grupeer uma plataforma de alto risco apenas para os mais corajosos(ou inconscientes?).

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    Excelente post. Em alguns comentários parece que a culpa da Envestio e Kuetzal terem indo ao charco foram os levantamentos, incluindo as saídas antecipadas. A culpa é só das plataformas, umas por

    Fechando o ano de 2019, penso que foi bastante positivo para mim no meu próprio Fundo de Sucateiro P2P Aqui ficam alguns valores nomeadamente em p2p retorno vs risco Notas : 2018 apen

    Sim, as coisas impossíveis ao ser humano que já vi acontecer em mim e já vi em outras pessoas provaram sem sombra de dúvida que Deus existe e se torna galardoador daqueles que o buscam. Em Genesi

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    Entre ter 10~12% em P2P líquidas, com prazos curtos e mercado secundário, como a Mintos, Twino ou Viventor/Viainvest, ou ter 13% em prazos longos, com estratégias de decomposição de loans do mesmo originator, ainda para mais com essa prática um pouco mais duvidosa de "prazos mais longos, taxas mais baixas", prefiro as primeiras.

    Já reduzi uma vez a exposição, mas mantenho lá 16% da carteira P2P, se nos próximos tempos tiver mais cashdrag, vou deslocar para as P2P mais líquidas.

    Grupeer, PeerBerry e Envestio, são para mim as P2P menos transparentes e mais arriscadas. Há sinais óbvios para eu pensar isso, mas até prova de culpadas, continuam a ser inocentes, e inocentes que de uma maneira ou de outra, me levam a assumir o risco que elas apresentam. Vai tudo da tolerância ao risco de cada um.

     

    Mas seja de uma maneira de outra, o que é certo é que no final, seja na Grupeer, seja na Mintos, estamos a meter dinheiro na Letónia ou Lituânia. Longe de Portugal, lembrem-se, geograficamente, judicialmente e culturalmente. Se algum dia der o badagaio para aqueles lados, chapéu. É virtualmente impossível recuperar o dinheiro.

    Portanto, dizer que na Mintos o meu dinheiro está mais seguro que na Grupeer, acaba por ser para mim, apenas um descargo de consciência. Todas as P2P que falamos aqui estão expostas e têm capital investido de largos milhões de euros, de milhares de cidadãos europeus. No dia que uma delas caia à grande, seja por falência, seja por fraude, todo o mercado P2P fica afectado e a confiança esvai-se... Até ao dia que tudo seja esquecido, e se comece de novo: Vide, criptomoedas como exemplo. :)

     

    Investir com segurança é em Portugal, tudo o resto, para mim, encontra-se na mesma categoria de risco: "Alto como o caraças!"

    Editado por Patanisca
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    há 42 minutos, Patanisca disse:

    Investir com segurança é em Portugal, tudo o resto, para mim, encontra-se na mesma categoria de risco: "Alto como o caraças!"

    Acho que estava a ir muito bem até chegar aqui, investir em segurança é em portugal? Onde, no bpn? Bes? Bpp? Já experimentou recuperar um default da raize ou outra dívida qualquer com a nossa justiça? Mesmo sem a conhecer bem, arrisco dizer que teria mais sucesso na justiça da estónia que cá, mas pronto. E acrescento que as repúblicas bálticas estão na zona euro, não é propriamente um faroeste.

    Aparte isto, claro que se houver um estoiro o mercado vai abalar mas teria que ser um dos grandes. Se uma envestio ou grupeer for ao ar não é a mesma coisa que se uma mintos for ao ar.

    bom, diversificar, diversificar, diversificar e escolher bem os cestos onde pôr os ovos.

    há 40 minutos, Patanisca disse:

    E outra coisa que muita gente não se apercebe, mas que é extremamente importante: A segurança informática das plataformas.

    Estou em 7 P2P, e apenas uma delas tem autenticação de 2 factores disponível e apenas há coisa de 1 mês, a Mintos.

     

    Não sendo brilhantes em segurança, o facto de apenas se conseguir retirar dinheiro para a conta de origem dos fundos limita um bocado a possibilidade de roubo dos fundos. Não fico muito preocupado.

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    Rick Lusitano
    há 13 minutos, Nuno Silva disse:

    Não sendo brilhantes em segurança, o facto de apenas se conseguir retirar dinheiro para a conta de origem dos fundos limita um bocado a possibilidade de roubo dos fundos. Não fico muito preocupado.

    Isso até é relativamente fácil de contornar, enviando um deposito de 0.01 de uma nova conta (controlada pelo hacker) por exemplo, para não dar muito nas vistas e a seguir levantar o dinheiro para a nova conta. Em plataformas sem mercado secundário ou com mercados secundários de reduzida liquidez, converter os activos em dinheiro é mais difícil, pelo que levantar o dinheiro depende do dinheiro disponível na conta "á ordem" na plataforma. Na Mintos, recentemente vendi loans sem desconto em menos de 10 minutos (livrei-me dos loans atrasados da Dinero, que não pagam juros no período de atraso).

    O mais grave será, alguém conseguir entrar e alterar a palavra-passe e o email e assim retira o investidor da equação. Se não conseguirem alterar o email, o investir pode sempre pedir a alteração da passe e voltar a controlar a sua conta.

     

    há 1 hora, Patanisca disse:

    Investir com segurança é em Portugal, tudo o resto, para mim, encontra-se na mesma categoria de risco: "Alto como o caraças!"

    Concordei contigo até antes desta frase. ?

    Percebi o que querias dizer, que em Portugal se terá mais segurança do que num país longínquo.

    (se tivermos em conta que os Bálticos estão sempre na mira da Rússia, como aconteceu na Crimeia e no leste da Ucrânia, que só não invadiu os países Bálticos porque estão lá estacionados militares da NATO e porque estão na UE)

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    https://www.p2p-banking.com/uncategorized-in-the-case-of-death/

    Este artigo é interessante, o tipo fez o que eu iria fazer a curto prazo, contactar as P2P onde estou investido e perguntar como se procede em caso de morte do investidor. Mas pelo que leio, o processo é semelhante ao que se faz cá em Portugal.

    Eu quando falei que mais seguro é em Portugal é porque no caso de um default, é mais facil resolver as coisas em casa, do que a 6000Km de distância, penso eu.

    O facto de os países das P2P estarem na UE também me deixa mais confortável.

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    Rick Lusitano
    há 2 horas, Nuno Silva disse:

    ?É uma plataforma com taxas maiores que a média e em que nunca apanhei um único atraso, sendo que a explicação deles para não haver atrasos é que só usam loaners de muita qualidade, o que a mim não me convence.

    A mim também não me convence. É uma das plataformas sem atrasos. Outras serão as mais recentes Envestio e afins.

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, Patanisca disse:

    Longe de Portugal, lembrem-se, geograficamente, judicialmente e culturalmente. Se algum dia der o badagaio para aqueles lados, chapéu. É virtualmente impossível recuperar o dinheiro.

    Não me digas que não investias na venda de leite de camelas da Somália por um ROI 10-40% ?! :)

     

    • Gosto 1
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    Leites só da Mimosa. :D
     

    Mas os investimentos arriscados e "fishy" são bons enquanto estão a operar, rendem acima do normal portanto é bom! É preciso é saber quando sair antes que afunde! Alguém ficará para trás para limpar e apagar a luz, é preciso não ser um desses. 

    No stock market também é igual, só que com movimentações mais lentas, de semanas. Dá mais margem.

    Quem investe somas avultadas em investimentos de alto risco tem que ser rato, porque os ratos são os primeiros a fugir! 

    Se não for rato, é pato. E é comido.

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    Rick Lusitano

    O "mal" disto tudo é o mesmo mal do papel comercial GES, obrigações Banif e PT, ações BES, fundo Maddoff, dot.com, criptomoedas, subprime

    - Excesso de liquidez

    - Taxas de juro baixas

    - Ganância humana

    Quando as 3 se juntam, há sempre excessos e lesados.

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    Rick Lusitano
    há 3 minutos, Patanisca disse:

    Leites só da Mimosa. :D
     

    Mas os investimentos arriscados e "fishy" são bons enquanto estão a operar, rendem acima do normal portanto é bom! É preciso é saber quando sair antes que afunde! Alguém ficará para trás para limpar e apagar a luz, é preciso não ser um desses. 

    No stock market também é igual, só que com movimentações mais lentas, de semanas. Dá mais margem.

    Quem investe somas avultadas em investimentos de alto risco tem que ser rato, porque os ratos são os primeiros a fugir! 

    Se não for rato, é pato. E é comido.

    Traduzindo por miúdos:

    PONZI

    image.png.4ab0f10d18afab222c6f5de62cdfcf53.png

    • Obrigado 1
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    há 2 horas, Rick Lusitano disse:

    Isso até é relativamente fácil de contornar, enviando um deposito de 0.01 de uma nova conta (controlada pelo hacker) por exemplo, para não dar muito nas vistas e a seguir levantar o dinheiro para a nova conta. Em plataformas sem mercado secundário ou com mercados secundários de reduzida liquidez, converter os activos em dinheiro é mais difícil, pelo que levantar o dinheiro depende do dinheiro disponível na conta "á ordem" na plataforma. Na Mintos, recentemente vendi loans sem desconto em menos de 10 minutos (livrei-me dos loans atrasados da Dinero, que não pagam juros no período de atraso).

     O mais grave será, alguém conseguir entrar e alterar a palavra-passe e o email e assim retira o investidor da equação. Se não conseguirem alterar o email, o investir pode sempre pedir a alteração da passe e voltar a controlar a sua conta.

    Não pode fazer reforços de uma conta que não seja a primeira que utilizou para provisionar a conta, por isso, por esse lado está seguro. Mesmo que alguém ganhasse acesso à conta, os danos possíveis de causar são sempre limitados. Não podem retirar capital e se entrar em contacto com a plataforma deve conseguir recuperar o acesso à sua conta. Bom, podiam-lhe comprar uns empréstimos em rublos só para chatear, vá. ?

     

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    Rick Lusitano

    Não sei já conheciam:

    CNBC - Societe Generale acquires renewable energy crowdfunding platform Lumo (22 June 2018)

    https://www.cnbc.com/2018/06/22/societe-generale-acquires-renewable-energy-crowdfunding-platform-lumo.html

     

    Lumo, a French renewable energy crowdfunding platform. => Usam Obrigações, mini-bonds e obrigações convertíveis.

     

    Ainda sobre a mesma noticia, é também Interessante:

    Citação

    Société Générale has bigger plans and hopes that with Lumo it can now better support its large, corporate energy clients in developing sustainable projects. The French government has been leaning on banks to help realise its ambitious Renewable Energy Liberation Plan. The Multiannual Energy Plan also aims for 32% of total energy produced to be renewable; for buildings to decrease their energy consumption by 15%; and for there to be a 22.6% decrease in primary fossil fuel consumption – all of this by 2023.

    In addition, the government now requires large energy companies to include a portion of crowdfunding in the financing of their projects. With this acquisition, Société Générale can now help its clients to meet this obligation.

    . Fonte: https://www.euromoney.com/article/b18y66g3pyrql0/socgen-acquires-crowdfunding-platform-for-renewable-energy

     

    Esperemos que a moda pegue para o bem do planeta e dos investidores.

    Já há na Alemanha, França, Holanda, Portugal.

    Espero que apareça na Estónia e/ou na Letónia, ou pelo menos que sejam plataformas lá sediadas, mas que podem ter loans em qualquer país. Tipo uma Estateguru, da Energia Renovável,  prazos de 12M,  low tax, talvez com BB.

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    Rick Lusitano
    há 24 minutos, Nuno Silva disse:

    Não pode fazer reforços de uma conta que não seja a primeira que utilizou para provisionar a conta, por isso, por esse lado está seguro. Mesmo que alguém ganhasse acesso à conta, os danos possíveis de causar são sempre limitados. Não podem retirar capital e se entrar em contacto com a plataforma deve conseguir recuperar o acesso à sua conta. Bom, podiam-lhe comprar uns empréstimos em rublos só para chatear, vá. ?

     

    Tens várias plataformas que permitem fazer transferências de várias contas e/ou cartão débito e de crédito.

    Até permitem de contas virtuais dentro de contas reais de instituições e-money (tipo Transferwise).

    Algumas plataformas depois dizem que para retirar terá que ser para uma conta de um banco com o mesmo titular.

    Dizem as plataformas que tem de ser contas com o mesmo titular da conta na plataforma, por questões AML/KYC. Se será 100% implementado por todas elas, não sei.

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    Rick Lusitano

    Para além dos "típicos" investimentos alternativos em vinhos, moedas, selos, relógios, carros, arte, jóias, pedras preciosas, ouro e outros metais preciosos, também há quem invista em:

    image.png.1e700a83cce43d490e9e2bd9b3c32559.png

     

    Em activos alternativos, existem plataformas de crowdfunding:

    Arte - Housers (Europa)

    Agricultura - Nigéria, Somália, África do Sul, Filipinas, França, EUA

    Floresta - EUA

    Contencioso (Litigioso) - EUA

     

     

    Editado por Rick Lusitano
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    há 52 minutos, Rick Lusitano disse:

    Tens várias plataformas que permitem fazer transferências de várias contas e/ou cartão débito e de crédito.

    Até permitem de contas virtuais dentro de contas reais de instituições e-money (tipo Transferwise).

    Algumas plataformas depois dizem que para retirar terá que ser para uma conta de um banco com o mesmo titular.

    Dizem as plataformas que tem de ser contas com o mesmo titular da conta na plataforma, por questões AML/KYC. Se será 100% implementado por todas elas, não sei.

    Pode indicar uma plataforma onde pode retirar dinheiro para uma conta onde não seja o titular?

    Se houver, isso já levanta questões de segurança e de confiança da plataforma sérias e eu não a utilizaria.

    ps- confirmo que em algumas plataformas são aceites mais formas de prvisionamento, fui influenciado por um episódio recente em que tive reforços recusados na estateguru e grupeer por não terem sido efectuados da minha conta inicial, e sim por outra conta onde também sou titular.

    Editado por Nuno Silva
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    Rick Lusitano
    há 18 minutos, Nuno Silva disse:

    Pode indicar uma plataforma onde pode retirar dinheiro para uma conta onde não seja o titular?

    Já tinha dito isso no meu post anterior. ?

    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Dizem as plataformas que tem de ser contas com o mesmo titular da conta na plataforma, por questões AML/KYC. Se será 100% implementado por todas elas, não sei.

     

    Editado por Rick Lusitano
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    há 9 horas, Rick Lusitano disse:

    Já reparam na "manhoice" na Grupeer nos loans Russos de hoje (assinalados a vermelho)? Para os mais distraídos se calhar comeram Russos mais baratos que os "menos arriscados".

    Hoje tivemos Russos a 15% (1 loan) e 2 loans Russos a 12% pelo meio. E os 12% foram todos comidos. Será a Grupeer a experimentar as águas....

    Os pagamentos de juros estão correctos com a taxas indicadas, a 15% e a 12% (fiz os cálculos e batem certo).

    Tirando as diferenças de taxas de juro, e os prazos de reembolso, o restante é igual:

    - São pagamentos mensais só de juros.

    - O loan originator e o borrower são os mesmos

    - Montantes iguais num dos loans de 12% e de 15% (14.250 €)

    O que não faz sentido, é que quanto maior o prazo, maior será o risco e por isso, é recompensado com maior taxa de juro, mas não nesse caso, 15% (6 meses) vs. 12% (9 meses). E também não faz sentido um loan com mais prazo e maior montante (23.750 €) ter uma taxa de juro inferior (12%).

     

    Os loans da Monify (assinalados a verde) lançados anteriormente, também está na mesma situação acima (em negrito laranja), ou seja, em loans criados na mesma data, para o mesmo prazo há mais taxa de juro (pode se até alegar que os montantes são maiores para os loans a 4 meses, por isso, o loan maior pagará mais, não será pelo risco do borrower, pois o loan originator/Grupeer fixam taxas de juro iguais para borrowers, a excepção seriam os Russos, para atrair investidores com receio). Depois temos outros loans da Monify de maiores prazos com taxas de juro a 13% em vez dos antes habituais 14%.

    Resumindo, loans Russos a 12% e outros loans de Business a 13%. É provável que esses outros loans de Business baixem no futuro para 11% para demonstrar que têm menos risco do que os loans Russos.

     

    image.thumb.png.c47a2f30fcbbc70c1256df359315990d.png

    Não consigo entender o sentido que faz empréstimos mais curtos e com melhor taxa. Entraram todos exatamente ao mesmo tempo? Eu tenho lá algum dinheiro parado que até teria metido nesse russo dos 15%, mas também não devem ter lá durado muito tempo, algumas horas diria.

    E o meu autoinvest que por acaso antes nem tinho ativo porque nunca se justificava, estava ativo desta vez e entrava nas condições e não picou nada.

    Editado por quirino
    melhoria
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    há 6 horas, Rick Lusitano disse:

    Já tinha dito isso no meu post anterior. ?

     

    Bom, então penso que podemos concordar que por aqui não há grande risco, certo??

    Agora, o que podemos questionar em termos de segurança é que se há ataques bem sucedidos a bancos que têm equipas de IT gigantescas e com muitos meios o que poderão fazer 3 informáticos numa cave em Riga se tal acontecer para aqueles lados??

    Diria que mais uma vez o tamanho importa, e uma mintos terá de certeza melhores meios e estará mais bem preparada que uma robocash ou uma viventor, por exemplo. Mais um critério a usar quando escolhemos uma plataforma.

    Seja como for, esperemos que nunca virem as atenções para aqueles lados.

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    Plataformas De Crowdfunding
    há 13 horas, Patanisca disse:

    Investir com segurança é em Portugal, tudo o resto, para mim, encontra-se na mesma categoria de risco: "Alto como o caraças!"

    Não poderia discordar mais, o sistema judicial português não permite recuperar o que seja.

    Há dezenas de plataformas no Reino-Unido, mas as taxas são mais baixas precisamente por ter risco mais baixo. A Kuflink, por exemplo, tem taxas até 7,2% e afirma que nunca nehum investidor perdeu dinheiro. Não tem mercado secundário, e aí sim está o grande contra.

    Na Irlanda há plataformas semelhante à Raize. A LinkedFinance funciona muito bem e tem taxas superiores a 10%. Não tem mercado secundário, e aí sim está o grande contra.

     

    Tenho a maioria do capital em P2P na Estónia e na Letónia porque a taxa é maior e o risco, obviamente, também.

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    Ora bem, depois de:

    - Mintos

    - Grupeer

    - Envestio

    - FastInvest

     

    Tenho mais algum dinheiro de parte para investir noutro, qual recomendam? Não encontro assim nada por aí além.

     

    Vou continuar nos p2p até o stock market dar um rombo.

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    há 2 minutos, Vidolz disse:

    Ora bem, depois de:

    - Mintos

    - Grupeer

    - Envestio

    - FastInvest

     

    Tenho mais algum dinheiro de parte para investir noutro, qual recomendam? Não encontro assim nada por aí além.

     

    Vou continuar nos p2p até o stock market dar um rombo.

    Estou também na Estateguru, Peerberry, Swaper e Iuvo. Tens aqui mais umas quantas opções para diversificação.

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