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  • FORMAS DE POUPAR

  • P2P - Tópico Geral


    Cardoso24

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    há 5 horas, Visitante cfeiteira disse:

    Pois, obrigado pelo teu comentário. Ajudou bastante.

    Neste momento tenho os meus investimentos divididos pelos P2P e bolsa, mas queria aumentar a participação nos P2P.

    Obrigado mais uma vez.

    Eu também estou em P2P com mais de 50% do património.

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    "Nas P2P existe algumas garantias ( Reias ; Pessoais ; Buyback , Fundo Compensação) tem alguma segurança....  Só soube de uma falencia de um originador da Mintos mas a Mintos assumiu as perdas desse originador.... "

     

    A Mintos não assumiu nada. Quem teve sorte e os empréstimos continuaram a pagar, óptimo. Já quem tinha empréstimos da Eurocent que entretanto deixaram de pagar, estes não foram recomprados após 60 dias. A recompra é assegurada pelos originators e não pela Mintos. O originator está com problemas e como tal não honrou a garantia.

    De acordo com as estatísticas da Mintos, há neste momento 215,000 euros de empréstimos Eurocent que deviam ter sido recomprados após 60 dias e não o foram. Conheço uma pessoa que tem um empréstimo desses.

    As únicas perdas com a Eurocent que a Mintos assumiu foi nas 2 ou 3 vezes que por causa de bugs na plataforma, os empréstimos Eurocent eram listados como recomprados. Mas era só bug :D

    Editado por Falconet
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    há 1 hora, Falconet disse:

    "Nas P2P existe algumas garantias ( Reias ; Pessoais ; Buyback , Fundo Compensação) tem alguma segurança....  Só soube de uma falencia de um originador da Mintos mas a Mintos assumiu as perdas desse originador.... "

     

    A Mintos não assumiu nada. Quem teve sorte e os empréstimos continuaram a pagar, óptimo. Já quem tinha empréstimos da Eurocent que entretanto deixaram de pagar, estes não foram recomprados após 60 dias. A recompra é assegurada pelos originators e não pela Mintos. O originator está com problemas e como tal não honrou a garantia.

    De acordo com as estatísticas da Mintos, há neste momento 215,000 euros de empréstimos Eurocent que deviam ter sido recomprados após 60 dias e não o foram. Conheço uma pessoa que tem um empréstimo desses.

    As únicas perdas com a Eurocent que a Mintos assumiu foi nas 2 ou 3 vezes que por causa de bugs na plataforma, os empréstimos Eurocent eram listados como recomprados. Mas era só bug :D

    Não me referia à Eurocent, @Cardoso24 lembras te qual foi?

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    Li por aqui, alguém dizer que isto do crowdlending género Mintos, não é muito arriscado. Ainda que, psicologicamente, apoiamo-nos na falácia da garantia de recompra, e isso nos conforte em termos mentais, a verdade é que, e na minha opinião,  sites do género Mintos// Twino// Viventor, devem ser enquadrados como de alto risco. 

    E porque os classifico de alto risco? Simplesmente, porque não existe uma cobertura jurídica de crowdlending no país em causa (Letónia) (zero regulamentação), e também não existe uma cobertura estatal. Existe ou crê-se à boa fé destes sites. 

    Podem-me dizer, ah e tal... nem os depósitos a prazo são totalmente seguros, nem os estados o são. Estamos de acordo ... O seguro e certo é a morte de cada criatura vivante. Mas eu tenho de confiar, por exemplo, em qualquer estado europeu, que me assista em caso de doença. E sinto-me muito mais confortável em confiar num estado do que neste ou noutro site. E nestes últimos, parece-me completamente errado comparar a segurança de qualquer estado soberano com a segurança desses sites. 

     

     

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    há 1 hora, gustaferra disse:

    Não me referia à Eurocent, @Cardoso24 lembras te qual foi?

    Pelo que estive a ler foi mesmo a Eurocent ;)

    há 6 horas, quirino disse:

    Eu também estou em P2P com mais de 50% do património.

    Isso é que é ter "fé" :P 

    A 05/04/2018 às 02:20, Rick Lusitano disse:

    Ainda não tive de declarar os juros dos loans de P2P Lending, sejam dos ditos normais ou loans imobiliários. Não existe diferença no enquadramento fiscal, são todos empréstimos colectivos, só muda o objecto do empréstimo.

    Existe pouca clarificação como declarar os loans de plataformas, se a AT quer por exemplo, por país do loan originator ou por país da plataforma, ou por plataforma ou individualmente ou de outra forma.

    A Viainvest por exemplo, menciona que se tem de declarar pelo país de cada loan originator e não pela plataforma em si.

    A Housers faz a retenção dos impostos pela residência fiscal (país) de cada promotor dos loans (possivelmente será o mesmo nos outros tipos de oportunidades).

    Mas depois como declarar no IRS, terá que a AT a dar esclarecimentos.

     

    No caso de fundos de investimentos, tem que se fazer alguma discriminação por país e ano de compra, mas nos FI é tributado as mais-valias nas vendas dos FI, pois não há geralmente dividendos (<=> juros a nível do IRS), devido a serem fundos ACC.

    Há quem agregue os FI em cada país por ano de compra, outros em cada país por mês e ano de compra. Para a AT vai dar ao mesmo, desde que os nossos totais de compra e de venda dos FI sejam iguais ao deles, não stressam com mais ou menos detalhe de informação.

     

    Então mas a declaração que cada P2P nos fornece não serve para nada? Basta por o valor total do que eles referem e está feito. Andar a dividir por país, etc, etc, só o trabalho que isso dará...

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, Cardoso24 disse:

    Então mas a declaração que cada P2P nos fornece não serve para nada? Basta por o valor total do que eles referem e está feito. Andar a dividir por país, etc, etc, só o trabalho que isso dará...

    Nim. :)

    A Viainvest menciona que tem de ser declarado por país de origem do loan originator.

    A Mintos dá um agregado total e não por país:

    Citação

     

    Interest income EUR xxx

    Capital gain EUR xxx

    Campaign rewards EUR xxx

     

     

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    Rick Lusitano

    @gustaferra

    O caso do loan originator que arrebentou foi mesmo a Eurocent, e apesar terem BuyBack, os investidores ainda estão a aguardar o desfecho do resgate da Eurocent por novos accionistas que estão a pensar entrar na Eurocent para a salvar, mas como a mesma ainda está sobre administração judicial, os activos da Eurocent estão congelados, assim como os juros e reembolsos dos loans que vão sendo pagos. O administrador judicial não permite que seja entregue os reembolsos e os juros dos loans aos investidores até estar esclarecido quais são as responsabilidades e restante contabilidade da Eurocent. Portanto, os investidores da Mintos, terão que esperar.

    Fonte: Blog da Mintos.

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    A 06/04/2018 às 13:38, gustaferra disse:

    Todos os ativos são seguros, até ao dia que cracha alguma coisa.... 

    Certifcados de Aforro são seguros até o o estado ir a falencia aconteceu na islandia, 

    Ativos do Banco são seguros até haver escandalos ou nacionalização de bancos (BPN , BES  Banif); 

    Acções arrisca-se a perder o capital.....

    Nas P2P existe algumas garantias ( Reias ; Pessoais ; Buyback , Fundo Compensação) tem alguma segurança....  Só soube de uma falencia de um originador da Mintos mas a Mintos assumiu as perdas desse originador.... 

    Contudo as rentabilidades são boas nas P2P, diversificar nas várias P2P é uma boa solução, eu estou exposto 90% da minha banca nas P2P.... 

    A questão mais importante aqui é o grau de risco para os diferentes tipos de investimentos. Investir em titulos de dívida de um país tem riscos diferentes consoante o país onde estás a investir. A islândia entrou em default, mas há países que na sua história nunca entraram (Ex: Suíça, Noruega, etc...) Tudo depende do tipo de investimento e onde estás a investir. O grau de risco nunca é o mesmo. Até nas p2p existem plataformas e loan originators mais arriscados do que outros. 100% seguro só a morte....

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    há 16 horas, gustaferra disse:

    Não me referia à Eurocent, @Cardoso24 lembras te qual foi?

    Tanto quanto sei, só a Eurocent é que rebentou. Quando comecei na Mintos, havia poucos originators (Mogo, Capitalia, Creamfinance) e acho que não tinha rebentado nenhum antes disso.

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    há 13 horas, Rick Lusitano disse:

    Nim. :)

    A Viainvest menciona que tem de ser declarado por país de origem do loan originator.

    A Mintos dá um agregado total e não por país:

     

     

    há 13 horas, Rick Lusitano disse:
      Citação

     

    Interest income EUR xxx

    Capital gain EUR xxx

    Campaign rewards EUR xxx

    Pronto é desta forma que a informação deveria aparecer. De outro modo não fará sentido, penso eu de que...

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    Rick Lusitano
    Citação

    Interest income EUR xxx

    Capital gain EUR xxx

    Campaign rewards EUR xxx

    há 1 hora, Cardoso24 disse:

     

    Pronto é desta forma que a informação deveria aparecer. De outro modo não fará sentido, penso eu de que...

    Agora imagina quem tem investimentos em várias moedas, como será a declaração... ;)

    Será que a Mintos ou outra P2P converte tudo para EUR? E a que taxa de cambio? Poderá existir mais ou menos-valias cambiais consoante as taxas de cambio...

    Ou então se as P2P não convertem para EUR, as valias em moedas estrangeiras, como os investidores vão declarar? ;)

    E pelo vistos a Mintos, não deve incluir os bad loans, ou seja, loans que por não terem BB, não foram pagos os juros e o capital investido total ou parcialmente. Ou no caso da Eurocent, apesar de terem BB. os mesmos não foram pagos.

    No caso do "Capital Gain" como se refere às transacções no SM, aí deve já estar incluindo as perdas com as vendas a desconto e com as compras com prémio.

    Mas as comissões de cambio e de compra no SM (antes de as retirarem), não estarão reflectidas.

     

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    Nisto dos P2P, em site dos género Mintos, não assimilo ainda como é que são capazes de propor investimentos com rentabilidades acima dos 10%. Será que existe realmente uma verdadeira procura por empréstimos nos países do leste, sabendo de antemão que são países onde as pessoas tem um menor poder de compra (ok, em Portugal com o ordenado mínimo tb é uma sobrevivência). 

    A margem de lucro das gestoras de empréstimos deve, suponho eu, andar à volta dos 100 ou mais % (e ainda existe as plataformas que retém a sua margem). O que significa que alguém pede um empréstimo, pagando mais de 20% de juros (ok, nos cartões de crédito até se pode praticar uma taxa parecida ou superior). Só que esse alguém, deve ter à partida dificuldades de pagamento. Então, vai-se estar criar mais despesa. Uma bola de neve que vai eclodir em avalanche ... ^_^

    É isso... gostaria de saber se existe ou não uma intensa procura, quanto a oferta de investimentos disponível.

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    há 12 horas, jotix disse:

    Nisto dos P2P, em site dos género Mintos, não assimilo ainda como é que são capazes de propor investimentos com rentabilidades acima dos 10%. Será que existe realmente uma verdadeira procura por empréstimos nos países do leste, sabendo de antemão que são países onde as pessoas tem um menor poder de compra (ok, em Portugal com o ordenado mínimo tb é uma sobrevivência). 

    A margem de lucro das gestoras de empréstimos deve, suponho eu, andar à volta dos 100 ou mais % (e ainda existe as plataformas que retém a sua margem). O que significa que alguém pede um empréstimo, pagando mais de 20% de juros (ok, nos cartões de crédito até se pode praticar uma taxa parecida ou superior). Só que esse alguém, deve ter à partida dificuldades de pagamento. Então, vai-se estar criar mais despesa. Uma bola de neve que vai eclodir em avalanche ... ^_^

    É isso... gostaria de saber se existe ou não uma intensa procura, quanto a oferta de investimentos disponível.

    Nos países de leste as taxas de juro de referência também são bem superiores à da zona euro. Esse alguém que pede o empréstimo tem de cumprir certos requisitos e provar aos credores que tem rendimentos e ficha limpa e em certos casos até colaterais para garantir o retorno em caso de futuro incumprimento. A melhor oferta com baixo LTV e boas taxas de juro tem sempre muita procura e dura pouco tempo e só consegues apanhar com AI ativado nas p2p...

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    há 14 horas, jotix disse:

    Nisto dos P2P, em site dos género Mintos, não assimilo ainda como é que são capazes de propor investimentos com rentabilidades acima dos 10%. Será que existe realmente uma verdadeira procura por empréstimos nos países do leste, sabendo de antemão que são países onde as pessoas tem um menor poder de compra (ok, em Portugal com o ordenado mínimo tb é uma sobrevivência). 

    A margem de lucro das gestoras de empréstimos deve, suponho eu, andar à volta dos 100 ou mais % (e ainda existe as plataformas que retém a sua margem). O que significa que alguém pede um empréstimo, pagando mais de 20% de juros (ok, nos cartões de crédito até se pode praticar uma taxa parecida ou superior). Só que esse alguém, deve ter à partida dificuldades de pagamento. Então, vai-se estar criar mais despesa. Uma bola de neve que vai eclodir em avalanche ... ^_^

    É isso... gostaria de saber se existe ou não uma intensa procura, quanto a oferta de investimentos disponível.

    Já há algum tempo falamos deste assunto no tópico da Viiventor. Para teres uma ideia há empréstimos de curto prazo em Espanha onde a taxa de juro cobrada é superior a 1000% (sim, o número de zeros está correto!). Podes ver os meus posts a partir daqui.

    Se tiveres curiosidade nas taxas de juros cobradas pelos loan originators, visita os sites e faz uma simulação de crédito. Não te assustes porque, normalmente, os valores são bastante altos. Mas dá para perceber como nos conseguem oferecer boa rentabilidade e ainda lucrarem.

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    Obrigado @hfilipe pelas informações. 

    De facto, as taxas de juro imputadas aos que pedem empréstimo, são exageradas (coloco-me a questão, quem é que no seu perfeito juízo aceita tais taxas). Mas tb parece existir uma desordenada permeabilidade de aceitação e portanto, pode-se verificar uma maior probabilidade ao incumprimento. 

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    Pessoal, tenho andado um pouco fora do forum por motivos profissionais...

    Estive a ler as vossas opiniões sobre a entrega do IRS  e as p2p. E já percebi que a maior parte do pessoal não vai incluir à partida o rendimento da declaração.

    Mas vamos agora fazer o exercicio que é, se fossem declarar em que sitio e como o iam fazer?

    Segundo o meu entendimento deveria entrar no anexo J (rendimentos obtidos no estrangeiro). No quadro 8:

    image.thumb.png.2a817f7025983e2b11accb3e3bba0d30.png

    Com o código, juros sem retenção no estrangeiro.

    Concordam?

    Neste caso iriam meter uma linha por casa de p2p, com o país da fonte a ser a Latvia no caso da Mintos, por exemplo.

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    há 2 horas, IceMan1910 disse:

    Pessoal, tenho andado um pouco fora do forum por motivos profissionais...

    Estive a ler as vossas opiniões sobre a entrega do IRS  e as p2p. E já percebi que a maior parte do pessoal não vai incluir à partida o rendimento da declaração.

    Mas vamos agora fazer o exercicio que é, se fossem declarar em que sitio e como o iam fazer?

    Segundo o meu entendimento deveria entrar no anexo J (rendimentos obtidos no estrangeiro). No quadro 8:

    image.thumb.png.2a817f7025983e2b11accb3e3bba0d30.png

    Com o código, juros sem retenção no estrangeiro.

    Concordam?

    Neste caso iriam meter uma linha por casa de p2p, com o país da fonte a ser a Latvia no caso da Mintos, por exemplo.

    Apartida é como dizes, mas nem um funcionário do fisco saberia explicar a esse promenor na declaração....

    Já li, um artigo que o fisco se pronunciou sobre as mais valias das criptomoedas como isentas..... 

    Isto para dizer relativamente ás P2P só a Cmvm se pronunciou sobre as P2P.... 

    Transferências entre pais e filhos de dinheiro também deveria ser declarado e ninguém faz isso.... 

    Isto para dizer, gostaria de saber opinião do fisco sobre  o assunto..... Eu se for ao funcionario do fisco perguntar ele diz sempre que é tributável qq coisa que gere mais valias e se lhe perguntar se sabe o que é as P2P ele não sabe o que é..... 

    São aquelas questões gerais do dia a dia que vamos perguntar no fisco ou a seg social e todos os funcionário dão uma resposta diferente sobre o assunto.... 

    Já perguntei a TOC, ex director de uma repartição das finanças , um funcionário do fisco,  e ninguém sabe dizer no caso especifico das P2P.... 

    Teoricamente sou sempre obrigado nas mais valias, então a minha questão e a seguinte porque que as Bitcoins são isentas ? 

     

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    há 23 minutos, IceMan1910 disse:

    Encontrei este tópico 5 estrelas sobre este assunto:

    https://www.investirnabolsa.pt/como-preencher-irs-2017-dicas-para-a-degiro-forex-e-criptomoedas/

    Tem uma secção sobre as p2p

     

    image.png.6cee55242aa4ea0a918bf730b1cb1cb4.png

    Desconhecia esse artigo, do blog dele, está muito bom, relativamente às P2P, vou por enquanto assumir a mesma lógica das criptomoedas.... não sou profissional nem tenho actividade profissional :)

    Sei, que não foi comunicado rendimentos estrangeiros das P2P, e mais não explico....  :)

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    Depois de ler bastante sobre o assunto, pensar... e falar com um optimo funcionário das finanças ao telefone (tive sorte, liguei para lá e saiu-me o ronaldo dos operadores das finanças), decidi fazer como está indicado no post que colei em cima.

    Declarei os rendimentos das p2p de 2017 no anexo J, em rendimentos obtidos no estrangeiro.

    Tenho plena noção de que as finanças não fazem ideia dos rendimentos que obtemos nas casas p2p. No entanto, pensando os prós e os contras, e tendo em conta que o p2p tem uma percentagem reduzida no meu portfolio neste momento, tendo em conta o valor de imposto que vou pagar (reduzido), e tendo em conta o que vou receber no total, decidi ser 100% honesto e declarei todos os rendimentos no sitio certo.

    Respeito a opção de não incluir... e obviamente pensei bastante sobre ela... mas não vou por em causa a garantia de que tenho a declaração 100% certa por um valor de imposto que nem xega a 1,5% do total que vou receber de reembolso.

    Obrigado pela ajuda.

    Cumprimentos e bons investimentos

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    @IceMan1910 fico com a sensação, que ao declarares os teus rendimentos dos investimentos participativos ao fisco, alguma vantagem te é potencialmente oferecida. 

    Será que, ao declarares esses rendimentos, até vais poder receber (em vez de pagar)? 

    Vejamos: Portugal é um país que permite, e de uma forma muito benevolente (a meu ver), a redução dos impostos brutos sobre os rendimentos, através de, por exemplo, despesas corriqueiras, despesas com automóveis e outras que permitem o abate fiscal. 

    Em principio qualquer país europeu, oferece cheques gordos na redução da tributação quando qualquer agregado familiar tem descendentes a seu cargo. É normal e é um investimento para a economia e a sustentabilidade da sociedade. Mas Portugal oferece ainda redução fiscal com despesas que não são de todo cruciais para o desenvolvimento do país. 

    Se por um lado, o nosso país, aplica uma taxa média de tributação elevada, por outro, também permite a diminuição ou mesmo isenção da carga fiscal aos agregados familiares. Tanto que, a receita dos impostos sobre os rendimentos é em grande parte assegurada pelas classes com grandes rendimentos. 

    Claro que, e tendo em conta o salário médio nacional, as regras que existem para abate fiscal são positivas para não comprometer muitas famílias. Ainda assim, muitos parecem não valorizar este facto, ficando sempre a ideia que os impostos directos são pesados. 

    Noutra página:  parece-me só ser possível de dizer que se ganhou xis num site de financiamento participativo (p2p), quando se retirou a totalidade do montante investido e o lucros. E estes lucros, serão então, e de forma justa, alvo de tributação. Até lá, o capital inicial continua em risco. Quando num ano, existirem perdas, o estado vai devolver o capital que foi pelo esgoto? Obviamente que não ... 

    Por conseguinte, parece-me incongruente a fórmula de cálculo de rendimentos, tendo por base os números lançados pelas plataformas.  Por exemplo, até posso ter ganho 500€ num ano com os p2p, mas tenho 5 mil € presos. Se no ano seguinte qualquer coisa estoirar, perco os meus 5 mil € e como bonificação não fico com um acréscimo no meu valor de tributação, mas nesta figura, eu fico a perder e o estado a ganhar (com o acréscimo na tributação do ano anterior). 

     

     

     

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    há 5 horas, jotix disse:

    @IceMan1910 fico com a sensação, que ao declarares os teus rendimentos dos investimentos participativos ao fisco, alguma vantagem te é potencialmente oferecida. 

    Será que, ao declarares esses rendimentos, até vais poder receber (em vez de pagar)? 

    Vejamos: Portugal é um país que permite, e de uma forma muito benevolente (a meu ver), a redução dos impostos brutos sobre os rendimentos, através de, por exemplo, despesas corriqueiras, despesas com automóveis e outras que permitem o abate fiscal. 

    Em principio qualquer país europeu, oferece cheques gordos na redução da tributação quando qualquer agregado familiar tem descendentes a seu cargo. É normal e é um investimento para a economia e a sustentabilidade da sociedade. Mas Portugal oferece ainda redução fiscal com despesas que não são de todo cruciais para o desenvolvimento do país. 

    Se por um lado, o nosso país, aplica uma taxa média de tributação elevada, por outro, também permite a diminuição ou mesmo isenção da carga fiscal aos agregados familiares. Tanto que, a receita dos impostos sobre os rendimentos é em grande parte assegurada pelas classes com grandes rendimentos. 

    Claro que, e tendo em conta o salário médio nacional, as regras que existem para abate fiscal são positivas para não comprometer muitas famílias. Ainda assim, muitos parecem não valorizar este facto, ficando sempre a ideia que os impostos directos são pesados. 

    Boas,

    Não faz sentido isto que acabaste de dizer... obviamente que nunca tenho qualquer tipo de vantagem em declarar seja o que for. Pago bastantes impostos todos os anos e portanto tudo o que seja mais rendimento a declarar, é mais valor sobre o qual vou ser tributado a 28%. E isto é verdade para toda a gente independentemente do número de despesas que apresente, a não ser que tenhas um rendimento muito baixo, vais sempre pagar sobre o valor que estás a declarar.

     

    há 5 horas, jotix disse:

    Noutra página:  parece-me só ser possível de dizer que se ganhou xis num site de financiamento participativo (p2p), quando se retirou a totalidade do montante investido e o lucros. E estes lucros, serão então, e de forma justa, alvo de tributação. Até lá, o capital inicial continua em risco. Quando num ano, existirem perdas, o estado vai devolver o capital que foi pelo esgoto? Obviamente que não ... 

    Por conseguinte, parece-me incongruente a fórmula de cálculo de rendimentos, tendo por base os números lançados pelas plataformas.  Por exemplo, até posso ter ganho 500€ num ano com os p2p, mas tenho 5 mil € presos. Se no ano seguinte qualquer coisa estoirar, perco os meus 5 mil € e como bonificação não fico com um acréscimo no meu valor de tributação, mas nesta figura, eu fico a perder e o estado a ganhar (com o acréscimo na tributação do ano anterior). 

     

    Eu percebo esta opinião e até concordo com ela. No entanto a minha opinião pouco interessa para a autoridade fiscal.

    Eu invisto também em acções, ETFs, fundos e afins, e obviamente que nestes casos tu declaras os rendimentos que tens, retirando as perdas. As p2p também deveriam funcionar assim. Mas por enquanto não funcionam, apesar de me fazer sentido no futuro existir um sitio para declarar as perdas. Mas neste momento não existe, e basta olhar para a Raize que opera no território nacional e que está obrigada a fazer a tributação na fonte a 28% e se perderes dinheiro não podes deduzir em lado nenhum. Está por isso obvia qual é a opinião da AT.

     

    O que eu disse foi. Se esta é a opinião da AT. E tendo em conta toda a minha declaração, eu não vou por em risco o facto de ter a declaração errada por causa de um valor pouco significativo. Estou apenas a indicar o que fiz. A minha opinião vale tanto como a de qualquer pessoa aqui.

    Imagina que um dia destes, as plataformas e bancos europeus passam a ser obrigados a declarar coisas a todos os estados membros (coisa que se eu fosse responsável da UE, era uma medida obvia que tentaria implementar), e que declaram quando abriste a tua conta ao estado portugues. A partir daí tens as declarações todas erradas para trás. 

    O que estou a dizer é que esse risco vs não pagar 0.28 * sobre as mais valias do p2p, depois de pensar, decidi declarar.

    Cumprimentos,

     

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    Rick Lusitano

    Como tratar a questão tributária em Portugal

    Isenção ou redução da tributação:

    - Criar uma fundação ou

    - Criar uma IPSS ou

    - Criar uma empresa num país com tributação mais favorável

     

    Isenção de IMI:

    - Criar um culto religioso ou

    - Criar um partido político

    :)

    Editado por Rick Lusitano
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