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  • FORMAS DE POUPAR

  • Depósitos acima de 5000 euros obrigam a identificação


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    Banco de Portugal introduz novas regras no âmbito do combate europeu à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Transferências também serão mais acompanhadas pelos bancos.

    O Jornal Publico escreve hoje que "o Banco de Portugal, no quadro das orientações internacionais, vai reforçar, a partir de fevereiro, as medidas destinadas a prevenir o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo. Entre as novidades está o facto de os bancos ficarem obrigados a identificar quem pretenda depositar, numa conta que não é a sua, um valor igual ou superior a 5000 euros, isto, se houver suspeitas de risco. As transferências bancárias presenciais, por multibanco ou Internet, a partir de 1.500 euros, passam também a ser alvo de maior vigilância".

    Segundo o jornal, "os novos requisitos do supervisor, que entram em vigor a 16 de fevereiro, impõem também, mas agora de modo automático, a identificação de todos os depositantes (nome e dados do cartão de cidadão ou passaporte) de numerário em contas de terceiros, dese que a quantia seja igual ou superior a 10.000 euros. o mesmo acontece para os movimentos (em dinheiro) suspeitos de valor igual ou acima de 5000 euros".

    Fonte: Publico

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    Acho que isto é uma treta, os bancos estão sedentos de dinheiro, alguma vez vão questionar de onde ele vem? Isto é para daqui a algum tempo inverterem, e temos é que justificar levantamentos deste tipo de  montantes, ou até menos, o que alguns bancos já fazem.

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    Banco de Portugal introduz novas regras no âmbito do combate europeu à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Transferências também serão mais acompanhadas pelos bancos.

    O Jornal Publico escreve hoje que "o Banco de Portugal, no quadro das orientações internacionais, vai reforçar, a partir de fevereiro, as medidas destinadas a prevenir o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo. Entre as novidades está o facto de os bancos ficarem obrigados a identificar quem pretenda depositar, numa conta que não é a sua, um valor igual ou superior a 5000 euros, isto, se houver suspeitas de risco. As transferências bancárias presenciais, por multibanco ou Internet, a partir de 1.500 euros, passam também a ser alvo de maior vigilância".

    Segundo o jornal, "os novos requisitos do supervisor, que entram em vigor a 16 de fevereiro, impõem também, mas agora de modo automático, a identificação de todos os depositantes (nome e dados do cartão de cidadão ou passaporte) de numerário em contas de terceiros, dese que a quantia seja igual ou superior a 10.000 euros. o mesmo acontece para os movimentos (em dinheiro) suspeitos de valor igual ou acima de 5000 euros".

    Fonte: Publico

    Se for verdade, e se acabar por ser aplicada, não prevejo grandes resultados práticos...

    Se fossem tomadas medidas que evitassem a fuga de capitais para paraísos fiscais (Offshore), aí sim é que era de salutar... Mas se calhar já envolvia muita coisa, pessoas, empresas.... (ficamos por aqui)

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    Eu transferi, no passado mês de Novembro, 25.000 euros da minha conta da CGD, para a uma conta do BPI em que é 1ª titular a minha mãe. Pois no balcão tive que preencher bues de papelada onde tinha que identificar o beneficiário exaustivamente, de tal modo, que infelizmente por nunca ter conhecido os meus avós maternos (morreram quando tinha 5 anos) não sabia o nome deles, nãe dessa forma não os pude identificar no formulário e a funcionária do balcão queria forçosamente que colocasse o nome deles - não sei qual seria o objectivo - e ainda gozou comigo por desconhecer a filiação da minha mãe...

    O dinheiro é meu, não percebo a razão de tanta fiscalização e inquirição!

    Se já  deu aquela trabalheira toda, quanto mais não irá dar em Fevereiro próximo.

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    Eu transferi, no passado mês de Novembro, 25.000 euros da minha conta da CGD, para a uma conta do BPI em que é 1ª titular a minha mãe. Pois no balcão tive que preencher bues de papelada onde tinha que identificar o beneficiário exaustivamente, de tal modo, que infelizmente por nunca ter conhecido os meus avós maternos (morreram quando tinha 5 anos) não sabia o nome deles, nãe dessa forma não os pude identificar no formulário e a funcionária do balcão queria forçosamente que colocasse o nome deles - não sei qual seria o objectivo - e ainda gozou comigo por desconhecer a filiação da minha mãe...

    O dinheiro é meu, não percebo a razão de tanta fiscalização e inquirição!

    Se já  deu aquela trabalheira toda, quanto mais não irá dar em Fevereiro próximo.

    Não era mais fácil passar um cheque?

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    Se Deus está em todo lado... o Big Brother estará em toda a parte... :police:

    Pior não é a medida anunciada! Pior é para onde vai essa informação... > EUA. E com as sucessivas falhas na segurança dos dados pessoais, será meio caminho andado para todo o planeta e arredores ficar a saber tanto ou mais da nossa vida.

    Lembro-me de alguns anos atrás haver uma qualquer recomendação sobre o montante máximo que deveria ser transferido entre familiares, para não serem levantadas suspeitas do branqueamento de capitais.

    Solução A: (Como por aqui já foi referido) Transferir no máximo e de cada vez até ao limite de 4.999,99€.

    Solução B: Transferir 100.000€, 500.000€, 1 milhão ou mais de uma só vez, visto que só vão pedir identificação por uma ocasião.

    Solução C: Quem quiser transferir 5.000€ ou mais para a minha conta (fica ao critério de cada um ;D ), peço primeiro que levantem a quantia e me entreguem em mão que eu próprio deposito na conta (até forneço mala para o transporte). Assim ninguém me vai pedir identificação de mim próprio para mim, e se perguntarem pela proveniência do dinheiro, direi que foi um extra-terrestre que me ofereceu. 8)

    Pior do que ser suspeito de alguma coisa, é ter que provar a nossa inocência. São mesmo estas medidas que vão combater o terrorismo e o branqueamento de capitais, são pois...

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    • 6 years later...
    • 3 weeks later...

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