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  • FORMAS DE POUPAR

  • Pé de meia multiplicado


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    Estou de volta depois de alguns dias (muitos), ausente do país! É bom estar convosco, ouvir e se possível opinar, quando temos algo de importante a "passar" aos amigos do fórum!

    Estive todo o dia a ler o que foi dito neste tópico, sobretudo! E fico constrangido de alguma forma, com alguns dislates! Não que pretenda ser o "guru" nesta matéria! Gosto acima de tudo de ouvir, reflectir e falar pouco, mas se possível baseado em algo que traga a esta família, alguma mais valia informativa! Neste sentido, acerca de investimentos, porque não ler o artigo publicado na revista Dinheiro&direitos (Deco), nº 91, página 36?

    Como sócio da Deco há mais de 15 anos, sugiro uma leitura atenta a todas as suas publicações, (sobretudo a que acima referi, bem como à Proteste Poupança e Poupança Acções)!

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    Boa noite

    O artigo é bastante extenso, vai da página 36 à 38, ou seja 4 páginas. Depois, a revista Dinheiro&direitos é bimestral e custa nas bancas 7,20 Euros, mais barata que 3 maços de tabaco ou algumas bicas! Com assinatura, mais barata se torna, para além de achar que uma sociedade desenvolvida é aquela que tem nos seus cidadãos, consumidores conscientes! No entanto, posso sempre fazê-lo, só que o tempo, nem sempre é muito!

    Quanto ao post do outro membro sobre a "poupança" que faria, e seguindo a linha do que refiro acima, a questão está respondida!

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    radical_pt

    Se deixares de assinar todas essas coisas da Deco já viste o pé de meia que acumulas?

    Uma boa alternativa é visitar a biblioteca Municipal mais próxima e averiguar se assinam a revista: assim tem-se toda a informação e usufrui-se do investimento que é feito nelas, com o dinheiro de todos nós  ;D

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    Creio que a ideia da Biblioteca, para aqueles que não tem o gosto do coleccionismo (como eu), bem como para os que não podem dispor dessa quantia, é uma excelente opção!

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    evoliveira
    Esta página encontra-se reservada a utilizadores registados e subscritores de uma das seguintes opções: Dinheiro & Direitos, pacote Pro Teste e Dinheiro & Direitos.

    Alguém que passe isso no scanner, ou faça um copy past e disponibilize para todos vermos.

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    Alguém que passe isso no scanner, ou faça um copy past e disponibilize para todos vermos.

    Peço, desde já, desculpas. Isto é difícil de copiar (para quem sabe pouco como eu) e não consegui formatá-lo.

    Artigo extraído da Dinheiro & Direitos. Acrescentei sinais mais e menos, que obviamente querem dizer positivo e negativo.

    pé-de-meia multiplicado

    Não precisa de ser rico para investir. Em tempo de instabilidade financeira, rentabilize as poupanças, mesmo as mais modestas

    CONTORNAR A CRISE

    Conselhos de carteira

    ●●● As aplicações de capital

    garantido que permitem recuperar

    o dinheiro de um dia para o outro,

    como alguns depósitos a prazo, são

    menos rentáveis do que produtos a

    longo prazo (acções a 5 anos).

    ●●● Quem investe somas avultadas

    está numa situação privilegiada.

    Pode negociar com o banco

    melhores taxas de juro e comissões

    menos elevadas.

    ●●● Os pequenos investidores têm

    mais dificuldade em diversificar.

    Para pequenas somas, aconselhamos

    fundos, por exemplo. Diversifique,

    mas sem dispersar por dezenas de

    aplicações.

    ●●● Se não quer correr riscos

    e, pelo menos, recuperar o que

    investiu, opte por depósitos a prazo

    ou certificados de aforro. Quanto

    mais arriscar, maior a probabilidade

    de lucro, mas também de prejuízo.

    ●●● A longo prazo, prefira acções.

    O seu rendimento pode ser

    convertido em dividendos ou

    incorporado no capital da empresa,

    aumentando o valor do título.

    ●●● Com alguns limites, é possível

    prever a evolução do mercado,

    baseado em fontes de informação

    fiáveis e análises objectivas.

    Não receie as flutuações e aprenda

    a tirar proveito delas. Ninguém pode

    dizer com segurança se, a curto

    prazo, a Bolsa vai subir ou descer.

    Contudo, após um longo período de

    sobrevalorização, é de esperar uma

    descida e vice-versa.

    ●●● Seja dinâmico, mas não

    instável. Uma mudança repentina

    pode arruinar o esforço de vários

    meses ou anos. É o caso do

    investidor com acções, que entra

    em pânico e vende tudo à primeira

    quebra na Bolsa.

    INVESTIMENTO PRUDENTE

    ❘❘❘ Pode aceder a vários produtos sem correr risco e ter o dinheiro

    sempre à mão. Em caso de imprevisto, como doença ou desemprego,

    deve poder mobilizar o capital de imediato e sem penalização.

    Junte um pé-de-meia que corresponda, no mínimo, entre

    três a seis vezes o orçamento mensal familiar, e opte por uma

    estratégia prudente.

    ❘❘❘ Os depósitos a prazo e os certificados de aforro garantem o capital

    e exigem mínimos de subscrição baixos. Bastam € 100 para

    investir em certificados. Nos depósitos, há mínimos a partir de 250

    euros. Mas, em geral, com € 1000 acede à maioria dos depósitos

    a prazo

    ❘❘❘ Maior segurança significa que o rendimento líquido destes produtos

    dificilmente supera as taxas Euribor (ver gráfico em baixo).

    Evite planos de poupança-reforma (PPR), seguros de capitalização,

    instrumentos de captação de aforro estruturados (ICAE) ou outros

    produtos que o banco tentar vender.

    DEPÓSITOS A PRAZO

    +

    taxas de juro atractivas: até 4,8% num depósito a 12

    meses

    › capital garantido

    › disponíveis em todos os bancos

    _

    -› perda de juros se levantar antes do prazo estipulado

    › eventuais custos na conta associada ao depósito a

    prazo

    CERTIFICADOS DE AFORRO

    +

    remuneração indexada à taxa Euribor

    › garantia do Estado

    › facilidade de subscrição/resgate nas estações dos CTT

    › sem custos

    › prémio de permanência líquido até 2%

    -

    depósitos a prazo com rentabilidade superior

    MAIS RISCO E MAIORES GANHOS ATÉ € 20 000

    Se dispõe de um património mais vasto e já tem um

    pé-de-meia para emergências, aposte noutros produtos.

    A escolha dependerá do risco que está disposto a

    correr e do prazo pretendido. Produtos mais arrojados

    podem propiciar mais ganhos e quanto maior o prazo

    mais diluídos os eventuais riscos.

    ❘❘ O tempo que pode dedicar a acompanhar os mercados

    e os produtos também é importante. Uma gestão

    "activa" permite mais ganhos, mas pode deixá-la a

    cargo de uma insituição

    Solução sem risco

    Os depósitos a prazo e os certificados de aforro garantem

    o capital e exigem mínimos de subscrição baixos.

    Certificados de aforro Bastam € 100 para investir.

    +

    remuneração indexada à taxa Euribor

    › garantia do Estado

    › facilidade de subscrição/resgate nas estações

    dos CTT

    › sem custos

    › prémio de permanência líquido até 2%

    -

    depósitos a prazo mais rentáveis

    Seguros com capital garantido Ideias para os mais

    conservadores. Invista, no mínimo, 5 anos. Unirev

    Generali, Solução Investimento Zurich e Solução Poupança

    Zurich são as nossas Escolhas Acertadas.

    +

    montante mínimo reduzido (desde € 250)

    › garantia de capital e de rendimento mínimo

    › menos imposto sobre os rendimentos (16 e

    8% para prazos acima de 5 e 8 anos respectivamente,

    em vez dos habituais 20%)

    -comissões de subscrição e gestão elevadas

    › penalizações por resgate antecipado (por

    norma, até 5 anos)

    › baixo potencial de valorização

    › certifique-se que garante o capital, pois nem

    todos os seguros o fazem

    Obrigações do Tesouro Alternativa ou complemento

    aos seguros.

    +

    garantia do Estado

    › rendimento garantido desde que mantida

    até à data de vencimento

    › 14 OT diferentes com prazos entre 1 e 30 anos

    › pagamento anual de juros

    -

    compra só em Bolsa e custos de transacção

    › funcionamento pouco intuitivo

    › perda de rendimento e capital se vender

    antes do vencimento

    Solução de risco médio e gestão passiva

    Se não tem tempo para gerir os investimentos ou

    muito capital além do pé-de-meia, deixe a sociedade

    gestora tratar de tudo e subscreva um fundo misto.

    Solução de risco médio e gestão activa

    Com algum tempo e, pelo menos, € 10 000 além do pé-

    -de-meia, combine o investimento em fundos de acções

    e obrigações (carteira de fundos).

    Fundos de investimento em acções e obrigações

    +

    Para reduzir o risco, invista, no mínimo, 5 anos.

    › disponíveis na maioria dos bancos

    › montante mínimo reduzido (desde € 500)

    › carteira diversificada

    › potencial de valorização dos mercados

    › pedido de reembolso só com alguns dias de

    Antecedência

    _

    › sem garantia de rendimento nem de capital

    › necessários ajustamentos à carteira.

    ARRISQUE COM MAIS DE € 20 000

    Se tem mais de € 20 000 e já acautelou um pé-de-meia, pode

    gerir uma carteira de acções. Tem de conhecer um pouco os mercados

    e seguir a evolução das Bolsas. Pode obter um rendimento

    bastante superior ao das aplicações tradicionais. Mas não espere

    grandes ganhos num abrir e fechar de olhos.

    Quanto maior o gosto pelo risco e/ou o prazo de investimento,

    maior pode ser o peso das acções no total das poupanças. Evite

    os momentos de euforia ou de pânico que, por vezes, contagiam

    os investidores.

    Carteira de acções Escolha os títulos com cuidado e prepara-se

    para os manter em carteira, pelo menos, 5 anos. A cotação

    pode demorar a ajustar ao valor real da empresa.

    +

    elevado potencial de valorização

    › gestão directa pelo investidor

    _

    risco elevado

    › sem garantia de rendimento nem de capital

    › precisa de acompanhar de perto os mercados

    PPR só depois dos 40

    As campanhas publicitárias dos PPR são agressivas. Mas este produto

    não se destina a todos. Invista só a partir dos 40 anos e até ao

    valor que, em cada ano, permite a dedução fiscal máxima. Se tem

    menos de 50 anos, opte por fundos PPR com acções e potencial de

    valorização superior. Com mais de 50, aposte num seguro PPR que

    garanta o capital.

    +› dedução fiscal de parte do montante investido

    › carga fiscal mais reduzida no resgate (8% em vez de 20%)

    _

    › comissões superiores face a produtos idênticos

    › resgate só depois dos 60 anos, quando se reformar ou em

    situações específicas, como desemprego

    › entregas sem benefício fiscal nos últimos 5 anos antes do

    vencimento ou se já estiver reformado

    DINHEIRO E DIREITOS ACONSELHA

    ●●● O momento actual é pouco propício

    para correr riscos. Seja prudente e

    diversifique o investimento. Os produtos

    aconselhados pelos bancos nem

    sempre são adequados para o cliente.

    O aforrador deve pedir o máximo de

    informação e ler as letrinhas miúdas dos

    panfletos publicitários.

    ●●● O principal obstáculo à poupança

    é a subida generalizada dos preços,

    ou seja, a inflação. Se obtiver um

    rendimento inferior à inflação, está,

    na verdade, a perder poder de compra.

    Para o investidor não perder dinheiro,

    a rentabilidade tem de ser, pelo menos,

    igual à taxa de inflação (a previsão para

    2009 é de 2,3%, em Portugal).

    ●●● Devido à incerteza dos mercados,

    a nossa equipa da PROTESTE POUPANÇA

    suspendeu, no último trimestre de 2008,

    os conselhos de compra para os fundos

    mais expostos às acções e títulos do sector

    financeiro. Consulte os nossos boletins

    com informação actualizada.

    Claro que o objectivo desta cópia é somente a informação. Se o Administrador achar por bem apagar o tópico, tudo bem!

    Fiquei com a sensação de que já se falou disto tudo (ou quase) aqui no fórum. Há cá especialistas!

    Fonte: Dinheiro&direitos 91 | Janeiro/Fevereiro 2009

    www.decoproteste.pt

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    Boa noite m.elis.

    Quando introduzi o tópico, a minha única ideia foi ajudar, passar uma informação sistematizada num só artigo. Nunca em momento nenhum, foi menosprezar ou diminuir fosse quem fosse. Não duvido que neste fórum, aparecem especialistas altruístas e outros que sendo igualmente especialistas ou até mais , não têm em nada aquele espírito(pouquíssimos)! É, obviamente um juízo de valor, que apenas me vincula e pelo qual me responsabilizo!

    Não tenho por educação e formação, servir-me de fóruns para passar mensagens que visem o meu proveito pessoal e económico, nem tão pouco ser exibicionista!

    Voltando aquilo que basicamente aqui me trouxe, pergunto, quanto tempo será necessário, para de forma rápida coligir os dados deste artigo sistematizado, elaborado por entidade insuspeita, cuja informação (não duvido) dispersa, se encontra neste fórum?

    Por fim, dizer que não estou minimamente melindrado, se essa é a sensibilidade daqueles que lerem este meu "post"!

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    Boa noite m.elis.

    Quando introduzi o tópico, a minha única ideia foi ajudar, passar uma informação sistematizada num só artigo. Nunca em momento nenhum, foi menosprezar ou diminuir fosse quem fosse. Não duvido que neste fórum, aparecem especialistas altruístas e outros que sendo igualmente especialistas ou até mais , não têm em nada aquele espírito(pouquíssimos)! É, obviamente um juízo de valor, que apenas me vincula e pelo qual me responsabilizo!

    Não tenho por educação e formação, servir-me de fóruns para passar mensagens que visem o meu proveito pessoal e económico, nem tão pouco ser exibicionista!

    Voltando aquilo que basicamente aqui me trouxe, pergunto, quanto tempo será necessário, para de forma rápida coligir os dados deste artigo sistematizado, elaborado por entidade insuspeita, cuja informação (não duvido) dispersa, se encontra neste fórum?

    Por fim, dizer que não estou minimamente melindrado, se essa é a sensibilidade daqueles que lerem este meu "post"!

    A minha intenção foi somente passar a informação de uma revista, que também considero credível, para todos. Quanto ao resto, não comento aqui.

    Gaelic, enviei-te uma mensagem pessoal.

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    Olá pessoal!

    Gostaria de clarificar o sentido do meu último post, para que não restem, na cabeça dos membros deste excelente fórum, sombras de mistério, dada a linguagem "codificada" que usei!

    Basicamente quero dizer que nem sempre usamos as palavras mais adequadas (e disso me penetencio) e quando assim é, as confusões são susceptíveis de surgir! Tratou-se, no fundo da opinião comum de duas pessoas, que as palavras mal escolhidas, quase tornaram a questão insustentável! As questões de pormenor (que usei em itálico), no meu post imediatamente anterior, foram esclarecidas entre mim e a m.elis, a contento de ambos e em absoluta concordância!

    Gostaria por fim, de dizer (e penso que todos concordarão), que m.elis é uma das pessoas mais activas do fórum, sempre numa atitude de ajuda aqueles que manifestam dúvidas várias, coisa que eu em muitas matérias, não sou capacitado.

    Fiel à minha forma de estar na vida, aqui estou, em suma a dizer que todos temos momentos infelizes (não intencionais) e que termos a humildade de o reconhecer, só nos engrandece!

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    Gaelic, até fico com vegonha  :-[ :-[ :-[

    Estamos entendidos. Não se fala mais no assunto, senão até parece uma questão pessoal!

    Sinto-me honrada se puder ajudar, mas o que se tem passado não tem sido isso. Tem sido para mim uma aprendizagem diária desde que participo neste fórum :)

    Parabéns pela coragem e ponto final!!!

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    Boa noite m.elis.

    Voltando ainda à "vaca fria", gostaria de dizer-te que, afinal, todos aqui "postamos" as nossas opiniões, numa perspectiva de conhecimento, mas igualmente numa expectativa de aprendizagem. Uns melhor do que outros, como é natural. Eu posso pronunciar-me sobre direito fiscal, por formação, sobre economia, por gosto e ler o que os outros membros "postam", por aprendizagem. E tal, como tu, já aprendi muito neste fórum, nomeadamente em matérias como a poupança!

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