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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 15 horas, Bedrock disse:

    O income significa que o FI tem distribuição de dividendos, logo é duplamente desvantajoso em relação aos FI de acumulação/capitalização: paga-se fiscalmente com 28% de retenção ou no IRS, e esses dividendos ao serem distribuídos quer dizer que foi capital de outflow que saiu do FI e, como tal, vai deixar de capitalizar no FI.

    Quanto ao veículo todo-o-terreno eu relembro que se ele está melhor preparado para terrenos mais difíceis, numa autoestrada e numa pista, não será o tipo de veículo mais aconselhado.

    Penso que o nome não tem a ver com ser de distribuição, até porque não tem distribuído nada ao longo dos anos.

    income.png

     

    Editado por D@vid
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    A 06/02/2021 às 12:23, seffar disse:

    Se vale a pena, não sei. Mas, uma maior exposição a ações e aos EUA torna-o mais dinâmico (para cima ou para baixo). Gosto de arriscar. 
    Quanto ao histórico, como dizem muitas vezes por aqui, ganhos passados não garantem ganhos futuros.

    outra hipotese é deixar estar o ARPPR e começar a investir algum no neste novo ppr dinamico

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    Francisco Martins

    Acerca de apostas mais pronunciadas nos mercados acionistas da China e ou Índia, ou até mesmo numa área que inclua Coreia do Sul / Japão, por mera curiosidade tenho dois pontos a adicionar e um comentário simples.

    Primeiro o comentário, o horizonte temporal do meu investimento é 30 a 40 anos, enfim...talvez mais conforme a minha esperança média de vida. Não quero estar a apostar neste ou naquele pais de forma preponderante nesse horizonte. Prefiro que os índices de largo espectro acompanhem isso por mim.

    Agora os dois pontos suportados em três figuras para análise.

    1. Crescimento económico medido em GDP não se traduz no mercado de capitais onde podem investir em igual medida, nem de perto. Muito menos em regimes ainda "meio turvos" como a China e até a Índia. Duas figuras em que pensar:

    image.png.c316276b23a9bf4371880c01ace234a1.png

    image.png.c2dec429068fb35712c3e2caca6acb37.png

     

    2. No que concerne à China, Coreia do Sul e Japão (já agora, também uns quantos países europeus), nos próximos 30 anos vão ter uma dramática alteração negativa na sua força de trabalho disponível para gerar crescimento económico. Notar a relação face os EUA nesse aspecto.

    image.png.83266729278494588e8e3a52c1e5a0b3.png

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    há 5 horas, investidor disse:

    Não tenho o conhecimento necessário para analisar a composição de cada um ao detalhe e desconheço totalmente a empresa que referiste, ou seja quem é o CEO e sua administração, os seus dados financeiros, além da sua estratégia para o futuro, portanto prefiro não comentar.

     

    Contudo podemos falar novamente dos custos. Onde foste buscar esses valores ? 

    Tu não referiste que subscreveste no Banco Best ? 

    Taxa global de custos JPM : 2,8%

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=GotoView&SWEView=BEST+MyBank+FundDetail+NS+View&MSCode=F00000J5HZ

    Taxa global de custos NN : 3,41%

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=GotoView&SWEView=BEST+MyBank+FundDetail+NS+View&MSCode=F0GBR04NHW

     

    Mete lá links dos produtos se não forem os que coloquei em cima.

    Não deves ver esses custos no separador "Geral" do FI mas sim no separador "Condições" (Fees), sendo que o que pagamos são os designados encargos correntes que aparece no referido separador "Condições". Os links respetivos:

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=GotoView&MSCode=F00000J5HZ&SWEBHWND=&SWEView=BEST+MyBank+FundDetail+NS+View&SRN=&SWEHo=www.bancobest.pt&SWETS=1612711471

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=GotoView&SWEView=BEST+MyBank+FundDetail+NS+View&MSCode=F0GBR04NHW 

    O que interessa é comparar as rentabilidades dos FI e não as taxas de gestão/encargos correntes, pois o valor desta taxa já está incorporado no valor NAV (Net Asset Value) da UP do FI, logo a rentabilidade é líquida em relação à taxa de gestão.

    Editado por Bedrock
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    há 3 horas, D@vid disse:

    Penso que o nome não tem a ver com ser de distribuição, até porque não tem distribuído nada ao longo dos anos.

    Se o FI em causa não tem distribuído dividendos é uma coisa, até porque há empresas que não têm distribuído dividendos porque o negócio não tem gerado lucros suficientes para distribuir dividendos pelos seus acionistas, mas já distribuíram dividendos no passado e podem vir a distribuir no futuro. Mas se um FI qualquer tem a designação de income ele tem sempre a possibilidade teórica de distribuir dividendos, agora se na prática não está a distribuir, é outra coisa.

    Vamos novamente à Escola para para rever o conceito de income nos mutual funds:

    An income fund is a type of mutual fund or exchange-traded fund (ETF) that emphasizes current income, either on a monthly or quarterly basis, as opposed to capital gains or appreciation. Such funds usually hold a variety of government, municipal, and corporate debt obligations, preferred stock, money market instruments, and dividend-paying stocks.

    https://www.investopedia.com/terms/i/incomefund.asp

    Editado por Bedrock
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    há 1 hora, Bedrock disse:

    Se o FI em causa não tem distribuído dividendos é uma coisa, até porque há empresas que não têm distribuído dividendos porque o negócio não tem gerado lucros suficientes para distribuir dividendos pelos seus acionistas, mas já distribuíram dividendos no passado e podem vir a distribuir no futuro. Mas se um FI qualquer tem a designação de income ele tem sempre a possibilidade teórica de distribuir dividendos, agora se na prática não está a distribuir, é outra coisa.

    Vamos novamente à Escola para para rever o conceito de income nos mutual funds:

    An income fund is a type of mutual fund or exchange-traded fund (ETF) that emphasizes current income, either on a monthly or quarterly basis, as opposed to capital gains or appreciation. Such funds usually hold a variety of government, municipal, and corporate debt obligations, preferred stock, money market instruments, and dividend-paying stocks.

    https://www.investopedia.com/terms/i/incomefund.asp

    Vamos voltar á escola e ler só uma parte da IFI do fundo:

    "Reinvestimos o rendimento no fundo".

    Para mais informações ler e reler.

    Allianz Global Investors Fund -Allianz Oriental Income Categoria AT (USD)

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    Trump's trade war on China was a failure in every possible way.

    The Biden administration plans to review the phase one U.S.-China trade deal, White House press secretary Jen Psaki said on Friday. Based on publicly available data, it's hard to imagine they'll find anything other than a debacle.

    Driving the news: China isn't even close to fulfilling its end of the deal — having come up 42% short of its commitment, Chad Bown, a fellow at the Peterson Institute for International Economics, reported late last week.

    • The phase one deal was meant to be the Trump administration's reward for U.S. farmers, manufacturers and other business owners who had been bludgeoned by Trump's tax on American businesses via the trade war's tariffs.

    What was supposed to happen: The trade war was billed as a plan to bring China to its knees by choking off the all-important American market with 25% tariffs on many imports that would rein in the U.S. trade deficit, boost American exports and slow China's rise as a global superpower.

    What really happened: "The trade war with China hurt the US economy and failed to achieve major policy goals," a recent study commissioned by the U.S.-China Business Council argues, finding that the trade war reduced economic growth and cost the U.S. 245,000 jobs.

    • Last year, the U.S. trade deficit widened to its largest on record. In the fourth quarter, the U.S. goods trade deficit hit its highest share of GDP since 2012 and the U.S. current account deficit jumped to its highest level in more than 12 years in the third quarter.
    • Foreign direct investment to the U.S. fell 49% in 2020 — outpacing the overall global decrease of 42%.
    • These trends had all been moving in this direction since 2017, and were accelerated by the coronavirus pandemic as Trump refused to remove tariffs despite their strain on businesses.

    The big picture: "The tariffs forced American companies to accept lower profit margins, cut wages and jobs for U.S. workers, defer potential wage hikes or expansions, and raise prices for American consumers or companies," analysts at Brookings noted in August.

    The other side: China's trade surplus last year hit a record $535 billion, up 27% from 2019. Exports rose 21.1% in dollar terms in November year over year and 18.1% in December from a year earlier, touching an all-time high.

    • For the full year, the trade surplus with the U.S. was $317 billion, 7% higher than in 2019.
    • Foreign direct investment to China rose 4% to $163 billion.
    Reproduced from Peterson Institute for International Economics; Chart: Axios Visuals Reproduced from Peterson Institute for International Economics; Chart: Axios Visuals

    Most economists agree that trade deficits don't actually hurt an economy. And while the U.S. trade deficit with China did decrease somewhat during Trump's time in office, the deficit increased with other countries and overall.

    • Meanwhile, China's trade surplus and its trade with other countries increased.

    The bottom line: In addition to hurting U.S. businesses and workers, tariffs also drive up prices, and inflation expectations are starting to rise.

    • The U.S. current account deficit also is helping further weigh down the value of the dollar, economists say, another factor that could boost inflation.
    • Manufacturers, including Whirlpool and Polaris, have recently said they are struggling to meet consumer demand due to supply-chain constraints and coronavirus-related safety measures — both of which are pushing up costs.

    https://www.axios.com/trump-trade-war-china-failure-6111a412-9458-438e-ab2f-a4b7481f89e3.html

     

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    há 1 hora, D@vid disse:

    Vamos voltar á escola e ler só uma parte da IFI do fundo:

    "Reinvestimos o rendimento no fundo".

    Para mais informações ler e reler.

    Allianz Global Investors Fund -Allianz Oriental Income Categoria AT (USD)

    No PDF do Best relativo ao FI em causa, destaco a imagem seguinte, com sublinhado a amarelo que fiz, onde à questão se é Inc/Acc diz que é Acc. Ou seja, o FI é de acumulação. Os FIs income que reinvestem os dividendos devem ter no final do seu nome a sigla "Acc" e se tiverem só no nome o income e não o Acc, isso deve significar que o FI em causa é de distribuição de dividendos. Esta é a pedagogia teórica corrente seguida pelas casas de investimento. Assim, o que tenho a dizer sobre esse FI da Allianz é de que a sua designação não é a normal e não está pedagogicamente correta, pois no final do nome deveria ter a sigla Acc. Portanto, então eu mandava o pessoal da Allianz, responsável pela designação do FI, novamente à Escola para aperfeiçoarem os conhecimentos sobre pedagogia. Nos 2 links abaixo, dou um exemplo de um mesmo FI em que um é income e não tem Acc (distribui dividendos) e o outro é income e tem Acc (reinveste os dividendos). Esta é que é a situação normal e a que está pedagogicamente correta.

    Euhg1Ju.png

    https://www.bancobest.pt/ptg/PesquisaMorningstar

    https://www.bancobest.pt/ptg/PesquisaMorningstar

    Editado por Bedrock
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    há 2 horas, superkinas disse:

    Nesse estou dentro.

    Falta entrar no Europa e no da Asia que será para breve, o que irá equilibrar a carteira. O da Ásia irei entrar por causa do peso da India dentro do fundo.

    Na India o sector bancário parece ter uma grande importância, aparece em todos os ETFs e fundos indianos e esse fundo tem uma boa base de bancos indianos.

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    39 minutes ago, rui_marreiros said:

    Nesse estou dentro.

    Falta entrar no Europa e no da Asia que será para breve, o que irá equilibrar a carteira. O da Ásia irei entrar por causa do peso da India dentro do fundo.

    Na India o sector bancário parece ter uma grande importância, aparece em todos os ETFs e fundos indianos e esse fundo tem uma boa base de bancos indianos.

    LU1378879248?  Tem apresentado um bom desempenho.

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    há 4 horas, Bedrock disse:

    Não deves ver esses custos no separador "Geral" do FI mas sim no separador "Condições" (Fees), sendo que o que pagamos são os designados encargos correntes que aparece no referido separador "Condições". Os links respetivos:

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=GotoView&MSCode=F00000J5HZ&SWEBHWND=&SWEView=BEST+MyBank+FundDetail+NS+View&SRN=&SWEHo=www.bancobest.pt&SWETS=1612711471

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=GotoView&SWEView=BEST+MyBank+FundDetail+NS+View&MSCode=F0GBR04NHW 

    O que interessa é comparar as rentabilidades dos FI e não as taxas de gestão/encargos correntes, pois o valor desta taxa já está incorporado no valor NAV (Net Asset Value) da UP do FI, logo a rentabilidade é líquida em relação à taxa de gestão.

    Ontem falavas em Taxa global de custos , hoje já falas apenas em encargos correntes. Amanhã falaremos de custos de comissão de subscrição e depois de amanhã custos de transação.

     

    E como disseste e bem - tudo interessa analisar - pergunto-me porque apenas analisas relativamente a perfomances passadas o ano de 2018 ? Porque não analisas também o ano anterior ? e o ano seguinte ? ou já agora todos ? 

    Tanto quanto sei és o único que investiu nesse fundo e acho que és o único que anda a analisar esses fundos ( o que é óptimo) e fico contente que estejas convencido de ter tomado a melhor opção. Boa sorte 

    Editado por investidor
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    há 1 hora, investidor disse:

    Ontem falavas em Taxa global de custos , hoje já falas apenas em encargos correntes. Amanhã falaremos de custos de comissão de subscrição e depois de amanhã custos de transação.

     

    E como disseste e bem - tudo interessa analisar - pergunto-me porque apenas analisas relativamente a perfomances passadas o ano de 2018 ? Porque não analisas também o ano anterior ? e o ano seguinte ? ou já agora todos ? 

    Tanto quanto sei és o único que investiu nesse fundo e acho que és o único que anda a analisar esses fundos ( o que é óptimo) e fico contente que estejas convencido de ter tomado a melhor opção. Boa sorte 

    Citação

    Ontem falavas em Taxa global de custos , hoje já falas apenas em encargos correntes. Amanhã falaremos de custos de comissão de subscrição e depois de amanhã custos de transação.

    Total Expense Ratio (TER) ou Taxa de Encargos Correntes (TEC):

    A taxa de encargos correntes (TEC) é o valor que indiretamente paga um cliente do Best num FI, sendo que esse valor da taxa já está incorporado no valor NAV da UP do FI, logo não se paga a mais esta taxa diretamente.   

    A TEC é um indicador do somatório de custos da comissão de gestão + comissão paga ao banco depositário + taxas de supervisão e comissões cobradas por outros fundos (no caso dos fundos de fundos), sendo que esta taxa TEC traduz assim os encargos suportados indiretamente pelo investidor ao longo de um ano.

    Citação

    E como disseste e bem - tudo interessa analisar - pergunto-me porque apenas analisas relativamente a perfomances passadas o ano de 2018 ? Porque não analisas também o ano anterior ? e o ano seguinte ? ou já agora todos ? 

    Porque desde 2012, o ano 2018 foi o único ano em que ambos os fundos tiveram rentabilidades negativas, entendes agora? Quem te disse a ti que eu não analisei os outros anos adjacentes? Eu só quis destacar os hot spots essenciais, entendes?

    Citação

    Tanto quanto sei és o único que investiu nesse fundo e acho que és o único que anda a analisar esses fundos ( o que é óptimo) e fico contente que estejas convencido de ter tomado a melhor opção. Boa sorte 

    Tu afinal és um tipo que sabe muito e que tem informações privilegiadas ... pois até sabes que sou o único que subscreveu o FI NN Great China!!! Tu pertences ao SIS? Ou és um hacker do sistema informático do Best?

    Eh pá, explica lá melhor o que sabes, mas tens que desenvolver mais e pôr a tua prosa mais simples, objetiva e concisa, pois tenho bastantes limitações na interpretação da língua portuguesa, dado que só tenho a 4.ª classe e ainda por cima foi tirada em adulto e à noite.

    Editado por Bedrock
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    há 35 minutos, Bedrock disse:

    Total Expense Ratio (TER) ou Taxa de Encargos Correntes (TEC):

    A taxa de encargos correntes (TEC) é o valor que indiretamente paga um cliente do Best num FI, sendo que esse valor da taxa já está incorporado no valor NAV da UP do FI, logo não se paga a mais esta taxa diretamente.   

    A TEC é um indicador do somatório de custos da comissão de gestão + comissão paga ao banco depositário + taxas de supervisão e comissões cobradas por outros fundos (no caso dos fundos de fundos), sendo que esta taxa TEC traduz assim os encargos suportados indiretamente pelo investidor ao longo de um ano.

    Porque desde 2012, o ano 2018 foi o único ano em que ambos os fundos tiveram rentabilidades negativas, entendes agora? Quem te disse a ti que eu não analisei os outros anos adjacentes? Eu só quis destacar os hot spots essenciais, entendes?

    Tu afinal és um tipo que sabe muito e que tem informações privilegiadas ... pois até sabes que sou o único que subscreveu o FI NN Great China!!! Tu pertences ao SIS? Ou és um hacker do sistema informático do Best?

    Eh pá, explica lá melhor o que sabes, mas tens que desenvolver mais e pôr a tua prosa mais simples, objetiva e concisa, pois tenho bastantes limitações na interpretação da língua portuguesa, dado que só tenho a 4.ª classe e ainda por cima foi tirada em adulto e à noite.

    Obrigado pelas explicações.

     

    Sim tanto quanto sei, és o único aqui neste espaço que subscreveu este fundo. Se conheceres mais alguém avisa, que estarei interessado em saber porque escolheram esse fundo em detrimento de outro. Quanto às limitações na interpretaçao da língua portuguesa eu não sou perito em nada. Terás que pedir ajuda a outro.

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    há 1 hora, investidor disse:

    Obrigado pelas explicações.

     

    Sim tanto quanto sei, és o único aqui neste espaço que subscreveu este fundo. Se conheceres mais alguém avisa, que estarei interessado em saber porque escolheram esse fundo em detrimento de outro. Quanto às limitações na interpretaçao da língua portuguesa eu não sou perito em nada. Terás que pedir ajuda a outro.

    Os users deste tópico dizem todos os FI que subscrevem? Onde está essa estatística do Doutor das Finanças que eu não a encontro?

    Olha, eu em cerca de meio ano já coloquei mais de um milhar de posts neste tópico e ainda não tenho essa percepção suprema, como tu, de saber o que os users subscrevem ou fazem por detrás da cortina.

    Eu sou mais de pôr a cortina para trás das minhas costas porque gosto de dar a cara e tornar os meus insights, bons ou maus, o mais transparentes possíveis e claros, sem complicar, porque eu sou da opinião que quem não expõe as suas ideias de forma simples e clara, é porque não entende a 100% as ideias que está a expor e a tentar explicar, porque eu sempre achei que quem complica faz isso só para proteger alguma da sua ignorância.

    Tu achas que a razão e a certeza da incerteza estatística, estão sempre do lado do main stream do rebanho?

    Tu achas que os outliers estatísticos não são de considerar, porque a sua probabilidade de ocorrência é tão baixa, que são qualitativamente desprezíveis, apesar de poderem ter significância estatística de amplitude, é isso? 

     

    Editado por Bedrock
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    Rentabilidade YTD dos FI de biotecnologia existentes no Best, com exceção do FI CS que ainda não está na plataforma.

    Vejam na imagem abaixo como o FI JH, com a maior rentabilidade do setor no Best, está agora em penúltimo lugar YTD, e como o FI Franklin está em 1.º lugar, quando nos anos anteriores era um FI pouco interessante em termos de rentabilidade (tenho este FI no Bankinter mas vem já desde o tempo do Barclays que era o único FI de biotecnologia).

    Conforme há, ao longo do tempo, turnovers no portfolio dentro de um FI qualquer, também sempre houve e vai continuar sempre a haver turnovers de rentabilidades entre diversos FI do mesmo setor, porque essa rotação será o caminho mais lógico tendo em conta a evolução do mercado acionista, o conceito de probabilidade estatística, em que um FI sobrevalorizado no passado próximo tem uma menor probabilidade de continuar a ser o campeão num futuro próximo ou mais afastado, e o conceito do retorno para a média de rentabilidades, ou seja, retorno para uma situação de equilíbrio ou de autossustentabilidade, pelo que um FI que na fase de upside e trend em alta andou a subir como ninguém a uma velocidade acelerada, na fase de downside e quando o mercado fizer a rotação para a trend em baixa, esse mesmo FI vai caír como ninguém a uma velocidade vertiginosa, do estilo da abertura das comportas de descarga de uma barragem que está super cheia, e tal como esta barragem já não suporta mais acumulação de água, no mercado acionista hipervalorizado, o abrir das comportas, chama-se aqui sell off: fujam da frente a tempo e horas, senão a torrente da tromba de água vai vos arrastar sabe-se lá para onde.

    VsO37Tb.png

     

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    Bedrock,
    Eu percebo o que diz que um fundo que sobe muito poderá depois cair também muito, e que o melhor fundo num ano tem bboa probabilidade de não o ser no ano seguinte.
    Apesar de isso poder ser verdade na maior parte dos casos, isso que diz parte do princíprio que a gestão é pouco ativa. Se um fundo fizer uma boa gestão e rotatividade de ativos tal pode não acontecer.
    O que quero dizer, é que lá por um fundo ter um excelente desempenho num ano, não significa que vai ter um mau desempenho no ano seguinte, o fundo pode verder as posições com mais valorizações e comprar outras com mais potencial.
    Se analisarmos fundos semelhantes a 10 anos, temos por vezes desempenhos muito diferentes, há fundos sempre acima da média e fundos sempre abaixo.
    Por isso e que eu gosto sempre que possível de fundos com histórico, Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras, mas dá-nos uma ideia da qualidade da gestão.
    Temos atualmente muitos fundos com rentabilidades fantásticas a 1 ano, mas se virmos a 3 anos, constatamos que qase toda a rentabilidade a 3 anos ocorreu no último ano. Claro que tdepende do sector e estratégia do fundo, mas pode ser um indicador que a rentabilidade deste último ano pode ter ocorrido um pouco por acaso.
     

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    há 16 minutos, dfserra disse:

    Bedrock,
    Eu percebo o que diz que um fundo que sobe muito poderá depois cair também muito, e que o melhor fundo num ano tem bboa probabilidade de não o ser no ano seguinte.
    Apesar de isso poder ser verdade na maior parte dos casos, isso que diz parte do princíprio que a gestão é pouco ativa. Se um fundo fizer uma boa gestão e rotatividade de ativos tal pode não acontecer.
    O que quero dizer, é que lá por um fundo ter um excelente desempenho num ano, não significa que vai ter um mau desempenho no ano seguinte, o fundo pode verder as posições com mais valorizações e comprar outras com mais potencial.
    Se analisarmos fundos semelhantes a 10 anos, temos por vezes desempenhos muito diferentes, há fundos sempre acima da média e fundos sempre abaixo.
    Por isso e que eu gosto sempre que possível de fundos com histórico, Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras, mas dá-nos uma ideia da qualidade da gestão.
    Temos atualmente muitos fundos com rentabilidades fantásticas a 1 ano, mas se virmos a 3 anos, constatamos que qase toda a rentabilidade a 3 anos ocorreu no último ano. Claro que tdepende do sector e estratégia do fundo, mas pode ser um indicador que a rentabilidade deste último ano pode ter ocorrido um pouco por acaso.
     

    Uma grande maioria dos gestores de FIGAs quanto aos turnovers dos seus portfolios andam quase sempre desfasados no tempo, como dizem os brasileiros: andam sempre atrás do prejuízo, tanto que eu nunca vi um gestor de um FIGA que, por exemplo, numa queda de -20% em 2 semanas, como já vi algumas vezes, ele evite 10% de perdas, tomando assim só perdas de -10%. 

    Para além disso, os turnovers dos portfolios dos FIGAs nunca são muito ativos = alta taxa de rotação de ativos, porque isso acarreta custos de transação bolsista para a gestora do FI, e então neste aspeto são mais passivos que ativos. 

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