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    há 43 minutos, Vidolz disse:

    @Bedrock Conheces esta? BEPC - Brookfield Renewable Corp

    Essa empresa é um gigante das energias renováveis ... na zona dos Grandes Lagos, não falta água para converter a energia potencial da água, a cotas superiores, em energia elétrica.

    Quando uma empresa cotada em bolas faz um stock split, com um split ratio de 1.5:1, em 14/12/2020, isso quer dizer que os seus ativos acionistas estão a ter algum sucesso de valorização, mas se esse split ratio fosse de 5:1 era suposto ainda estar com mais sucesso de valorização. O stock split é uma medida da ação se tornar mais barata, porque foi desdobrada, e assim poder ser adquirida pelo pessoal do retalho mais teso, com o objetivo da empresa poder ter acesso a mais financiamento acionista por parte dos mais tesos e pela ilusão de tornar a ação mais barata pelo desdobramento.

    Por definição, esta firma gigante de energias renováveis não incorporará grandes riscos, mas em contrapartida não tornará ninguém rico em pouco tempo, tal só acontece em empresas pequenas e médias com tecnologias inovadoras promissoras mas que ainda não são uma certeza absoluta comprovada, porque aqui nesta fase já houve muita gente que comprou, o que quer dizer que a sua capacidade de expansão da cotação da ação está progressivamente a diminuir. Tem de se comprar antes do rebanho comprar e para isso é preciso ter uma visão para além da linha de horizonte, do tipo "olhar sobre os ombros de um gigante".

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    há 53 minutos, Bedrock disse:

    Não podes ver isso assim, pois em 2007 isso de energia renováveis e de ecologia era uma coisa um pouco estranha para a maioria dos mortais, dando até azo a um certo gozo por parte de economicistas e de gente com vistas curtas, com uma grande dose de ignorância sobre a evolução das ciências da vida e da Terra.

    Eu quando me licenciei e fiquei efetivo numa determinada instituição, alguns dos técnicos que lá trabalhavam chamavam nas minhas costas, com um tom jocoso, o engenheiro dos passarinhos, só que na altura eu disse para os meus botões: pode ser que se lixem ... e passados 2 anos estava a chefiar esses engenheiros, pois das coisas que eu sabia menos, e que pouco me interessava, era de passarinhos e da ecologia pela ecologia, só porque sim, como o partido "Os Verdes" criado pelo PC, pois o que interessava mais eram as tecnologias de tratar e de minimizar as disfunções ambientais e já agora do corpo humano, porque se nós formos completamente leigos sobre as ciências da vida e da Terra, nós então somos ignorantes sobre 2 coisas essenciais: perceber minimamente como funciona o nosso corpo e assim poder adotar uma alocação de ativos vitais que minimizem as nossas disfunções corporais, e como a nossa casa comum se chama Terra, convém também saber alguma coisa sobre este planeta e o ambiente que nos rodeia e interage connosco.  Agora, tal como há certos condutores que nem sabem mudar um pneu, também há pessoas que percebem mais de smartphones do que do seu próprio corpo e do meio ambiente que os rodeia, o que não deixa de ser curioso. 

     

    A questão quanto a mim não é essa; até podes ter razão ao afirmar que esta moda das energias renovaveis está para continuar...o que não sabes é quais das inumeras empresas que estão aí agora a bombar irão continuar a prosperar e quais as que vão ser trucidadas pela concorrência ou por novas inovações tecnologicas. Os ETF/FI com a sua diversificação protegem um pouco desse risco é certo, mas não são imunes a que quando determinadas grandes empresas caiem, e que constituem uma parcela muito grande das carteiras, também os ETF/FI levam um rombo considerável na rentabilidade.

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    há 1 hora, 5coroas disse:

    A questão quanto a mim não é essa; até podes ter razão ao afirmar que esta moda das energias renovaveis está para continuar...o que não sabes é quais das inumeras empresas que estão aí agora a bombar irão continuar a prosperar e quais as que vão ser trucidadas pela concorrência ou por novas inovações tecnologicas. Os ETF/FI com a sua diversificação protegem um pouco desse risco é certo, mas não são imunes a que quando determinadas grandes empresas caiem, e que constituem uma parcela muito grande das carteiras, também os ETF/FI levam um rombo considerável na rentabilidade.

    Sem risco nos ativos, não há ganhos dignos desse nome ... sem trabalho, mais difícil será ter ganhos, mas pode-se sempre optar por ter ganhos pontuais rapidamente sem ter um grande trabalho, como, por exemplo, roubar bens ou capitais alheios, mas também neste caso está envolvido um alto risco. 

    Nas empresas tecnológicas muito dependentes da inovação e do contínuo R&D, é sempre muito arriscado apostar em ações individuais, pelo que um agregado de um ETF ativo ou de um FIGA com 3- 5 dezenas de ativos alocados, é sempre preferível, sabendo-se, à partida, que é na concentração de ativos que se pode encontrar o melhor percentil de rentabilidades, mas aonde também pode corresponder o pior percentil de resultados.

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    há 19 minutos, Bedrock disse:

    Sem risco nos ativos, não há ganhos dignos desse nome ... sem trabalho, mais difícil será ter ganhos, mas pode-se sempre optar por ter ganhos pontuais rapidamente sem ter um grande trabalho, como, por exemplo, roubar bens ou capitais alheios, mas também neste caso está envolvido um alto risco. 

    Nas empresas tecnológicas muito dependentes da inovação e do contínuo R&D, é sempre muito arriscado apostar em ações individuais, pelo que um agregado de um ETF ativo ou de um FIGA com 3- 5 dezenas de ativos alocados, é sempre preferível, sabendo-se, à partida, que é na concentração de ativos que se pode encontrar o melhor percentil de rentabilidades, mas aonde também pode corresponder o pior percentil de resultados.

    Concordo; o meu "pé atrás" vai apenas no sentido que na fase atual muitas empresas estão a "crescer" à base de sandes de esteroides...mas como diz o outro, quando a maré baixar é que se vai ver quem está sem calções. De momento estou de fora quanto às techno por causa deste meu feeling.

    Editado por 5coroas
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    A questão que eu pergunto a mim mesmo é porque a Cathie Wood, fundadora da gestora ARK de ETFs ativos, não tem nenhum ETF sobre energias renováveis, onde no mesmo país existe a gestora Invesco a que correspondem dos melhores ETFs do ramo, quando ao mesmo tempo tem um ETF altamente específico como é o do genoma. 

    Será que ela não acredita nas energias renováveis, e se não, então em que tipo de energias ela acredita? Quando ela tem um ETF específico de Israel, com certeza que ela não deve acreditar nos combustíveis fósseis dos inimigos árabes de Israel. Por este andar, eu deduzo que ela não vai formar nenhum ETF específico da China, porque os chineses são comunistas, apesar de ser um comunismo cada vez mais aburguesado, e também porque os chineses são bons nas tecnologias do solar e das novas energias.

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    há 10 minutos, Bedrock disse:

    e também porque os chineses são bons nas tecnologias do solar e das novas energias.

    Pois eu já li que uma grande parte da energia captada pelas renováveis nem era aproveitada pela China, visto que os incomportáveis custos associados à longa distancia que vai desde os locais de produção de energia às grandes cidades e pólos industriais, não lhes permitia a criação de uma suficiente rede de transporte dessa energia, perdendo-se sem ser usada.

    Editado por 5coroas
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    há 15 minutos, Vidolz disse:

    O Degiro não tem o PBW, acho que vou ter que ir pela versão europeia do ICLN.

    Também pode ser porque o PBW é para investidores profissionais e o iShares já é para não profissionais, pelo menos é o que me diz o banco com quem sou cliente há mais tempo. Tal também acontece com algumas classes de FI, mas, apesar disso, em alguns bancos em Portugal esses ETFs e FI para profissionais, podem ser subscritos por investidores não profissionais, talvez as entidades reguladoras, designadamente a CMVM, nos possam esclarecer se os regulamentos são para cumprir ou não. 👿🙃

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    há 13 minutos, Bedrock disse:

    A questão que eu pergunto a mim mesmo é porque a Cathie Wood, fundadora da gestora ARK de ETFs ativos (tem 5 ETFs), não tem nenhum ETF sobre energias renováveis, onde no mesmo país existe a gestora Invesco a que correspondem dos melhores ETFs do ramo, quando ao mesmo tempo tem um ETF altamente específico como é o do genoma. 

    Será que ela não acredita nas energias renováveis, e se não, então em que tipo de energias ela acredita? Quando ela tem um ETF específico de Israel, com certeza que ela não deve acreditar nos combustíveis fósseis dos inimigos árabes de Israel. Por este andar, eu deduzo que ela não vai formar nenhum ETF específico da China, porque os chineses são comunistas, apesar de ser um comunismo cada vez mais aburguesado, e também porque os chineses são bons nas tecnologias do solar e das novas energias.

    Já sabes o novo dela? ARKK - ETF da exploração do espaço :D 

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    há 30 minutos, Bedrock disse:

    A questão que eu pergunto a mim mesmo é porque a Cathie Wood, fundadora da gestora ARK de ETFs ativos (tem 5 ETFs), não tem nenhum ETF sobre energias renováveis, onde no mesmo país existe a gestora Invesco a que correspondem dos melhores ETFs do ramo, quando ao mesmo tempo tem um ETF altamente específico como é o do genoma. 

    Será que ela não acredita nas energias renováveis, e se não, então em que tipo de energias ela acredita? Quando ela tem um ETF específico de Israel, com certeza que ela não deve acreditar nos combustíveis fósseis dos inimigos árabes de Israel. Por este andar, eu deduzo que ela não vai formar nenhum ETF específico da China, porque os chineses são comunistas, apesar de ser um comunismo cada vez mais aburguesado, e também porque os chineses são bons nas tecnologias do solar e das novas energias.

    Poderá ser por as equipas das ARK especializarem-se em determinados sectores.

    Ela na entrevista á bloomberg também diz que há uma relação muito próxima entre a ARK e as empresas que compõe os ETfs, tentando uma espécie de crescimento conjunto.

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    há 36 minutos, 5coroas disse:

    Pois eu já li que uma grande parte da energia captada pelas renováveis nem era aproveitada pela China, visto que os incomportáveis custos associados à longa distancia que vai desde os locais de produção de energia às grandes cidades e pólos industriais, não lhes permitia a criação de uma suficiente rede de transporte dessa energia, perdendo-se sem ser usada.

    Os chineses são bons nas tecnologias das energias renováveis, tal como os alemães são bons a fabricar automóveis, tanto mais que a China é um grande importador de energia fóssil, logo eles mais do que ninguém estão interessados em reduzir essa dependência energética do exterior.

    A questão das perdas elétricas associadas ao transporte da eletricidade em linhas aéreas é uma velha questão técnica, sendo que, pela lei de Joule, quanto maior for a potência dessas linhas de transporte, menores serão as perdas relativas, ou seja, uma linha de muito alta tensão tem menos perdas relativas que uma linha de alta tensão, que, por sua vez, tem menos perdas relativas que uma linha de média tensão.

    Por isso, é que os grandes centros de produção de energia elétrica devem estar o mais próximo possível dos grandes aglomerados populacionais e polos industriais consumidores. Mas, por exemplo, a energia hidroelétrica produzida em barragens já está limitada à abundância de  água para encher as albufeiras e que, ao mesmo tempo, não implique que grandes áreas valorizadas fiquem submersas. Já a energia fotovoltaica já pode ser produzida mais perto dos centros consumidores, desde que haja terrenos disponíveis e relativamente baratos para a instalação das grandes centrais fotovoltaicas que ocupam grandes áreas de implantação. 

    Editado por Bedrock
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    há 8 horas, Bedrock disse:

    Portanto, reitero a referida questão de esclarecimento a todos os foristas, designadamente ao @D@vide @ruicarlov.

    A questão é sobre as datas dos FI? Estou longe de ser um guru dos fundos, logo não sei responder de todo.😅

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    há 7 horas, Bedrock disse:

    Um exemplo prático em como as small caps dos EUA estão numa boa onda: Invesco WilderHill Clean Energy ETF PBW (USD) ISIN US46137V1347. Este ETF, para mim é um dos ETFs com mais hipóteses de obter das melhores performances em 2021, porquê?

    Porque aloca um mix de empresas de vários subsetores - solar, eólica, baterias, lítio, células de hidrogénio, ... - do setor geral das energias limpas/renováveis e não só de um tipo de energia como seja o solar. A Invesco tem um ETF específico para o solar. Para além disso, e muito importante, aquele ETF está carregado de small caps (maioria), pois a sua alocação é a seguinte: 18.90% micro empresas, 42.42% pequenas empresas, 29.04% médias empresas, ... Ou seja, o total de small caps é de 61.32%. Ao contrário de outros ETFs de Clean Energy, como o iShares que está carregado de utilities, o ETF da Invesco tem uma % muito reduzida em utilities (4.59%), sendo que estas companhias são uns dos ativos menos voláteis, o que é bom para baixar o risco, mas é menos bom em situações de bull market acentuado, como está a acontecer no setor das energias renováveis, em que essa mais baixa volatilidade funciona como redutora dos retornos.

     

    Pegando um pouco no que refere o @Bedrock, a quem agradeço as suas partilhas de conhecimento, estou a analisar o seguinte fundo: AXA World Funds Framlington Clean Economy E EUR H Cap - LU1914342420.

    Consultei as empresas na 10 maiores posições, abrangem vários setores de energia "limpa" e tecnologia associada, +/- 50% de micro, pequenas e médias empresas (considero estas 3 divisões como um grupo small caps?) e uma gestora que aparentemente lida com este tipo de "industria" há algum tempo -https://www2.trustnet.com/managers/factsheet/amanda-otoole/ima-utoeic/O/MC4053755/ (não sou do meio das finanças, pelo que esta apreciação não é que tenha muito valor, mas para mim faz sentido conhecer algo de quem gere o fundo e por conseguinte o meu dinheiro).

    No entanto é um produto de 2020, sem histórico e que cresceu muito, demasiado quente como costumam dizer :)

    Que mais deverei analisar? Custos de gestão? Tamanho do Fundo (+/- 400M USD)?

     

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    há 1 hora, ruicarlov disse:

    A questão é sobre as datas dos FI? Estou longe de ser um guru dos fundos, logo não sei responder de todo.😅

    A questão já está deslindada ... o valor de fecho da UP do dia do FI, fecha com o fecho do horário laboral onde o FI está domiciliado, no caso Luxemburgo, e não fecha com o fecho da bolsa onde os ativos do FI estão a ser negociados, no caso, os EUA.

    Ou seja, no dia podemos ter um "valor de UP laboral"e não um valor real da UP de fecho da bolsa. Para mim, estaria mais correto só haver valor de UP no dia seguinte após o fecho de todas as bolsas aonde os ativos do FI estavam a ser negociados, e como no caso em apreço foi a bolsa dos EUA, então só a partir das 21:00 H é que o valor da UP podia ser conhecido, mas como os funcionários do Luxemburgo fecharam a loja às 17 H (?), então só ao outro dia às 8 H (?) é que transmitiam o valor da UP.

    De qualquer maneira, obrigado pela tentativa.

    Editado por Bedrock
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    há 5 horas, Bedrock disse:

    A questão que eu pergunto a mim mesmo é porque a Cathie Wood, fundadora da gestora ARK de ETFs ativos (tem 5 ETFs), não tem nenhum ETF sobre energias renováveis, onde no mesmo país existe a gestora Invesco a que correspondem dos melhores ETFs do ramo, quando ao mesmo tempo tem um ETF altamente específico como é o do genoma. 

    Será que ela não acredita nas energias renováveis, e se não, então em que tipo de energias ela acredita? Quando ela tem um ETF específico de Israel, com certeza que ela não deve acreditar nos combustíveis fósseis dos inimigos árabes de Israel. Por este andar, eu deduzo que ela não vai formar nenhum ETF específico da China, porque os chineses são comunistas, apesar de ser um comunismo cada vez mais aburguesado, e também porque os chineses são bons nas tecnologias do solar e das novas energias.

    Penso que o ARKK e o ARKQ têm, lá pelo meio, algumas empresas ligadas às energias renováveis e mesmo baterias.

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    há 28 minutos, fhff disse:

    Penso que o ARKK e o ARKQ têm, lá pelo meio, algumas empresas ligadas às energias renováveis e mesmo baterias.

    A questão é que não tem nenhum ETF específico de energias renováveis, quando dentro do setor da biotecnologia/saúde tem um ETF do genoma que altamente específico, que realmente é futuro, embora arriscado, mas também as energias renováveis são também futuro e bastante menos arriscado. 

    Salvo erro, eu acho que num artigo qualquer em que estava a ser entrevistada, ela depreciou o solar e fez ligação aos chineses, como estivessem a empolar o mercado, ficando a ideia que ela não quer nada com o solar e os chineses.

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    há 1 hora, fhff disse:

    ARKX

    Se a empresa do Elon Musk se designa por SpaceX, então no ETF da ARK a última letra do ticket teria que ser um X. Será que a Cathie Wood anda amantizada com o Elon? Ele é dizer bem, como ninguém, da Tesla, agora é o espaço, há também aquele ETF de Israel, convenhamos que a fundadora da ARK tem umas ideias muito direcionadas. 

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