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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 6 minutos, Vidolz disse:

    E a minha carteria mista de stocks com ETF não dá?

    Penso que não, aqui só entram FI. No outro forum, podia-se organizar um para os ETF (ai podia entrar com os meus ETF em USD). Já estou a ver nos ETF os da ARK.

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 29 minutos, Vidolz disse:

    E a minha carteria mista de stocks com ETF não dá? :P 

    Tu ias ganhar de caras. 😀

    Como na cotação diária das UPs dos FI, já está deduzido o custo da comissão de gestão, temos que ver como a que iríamos comparar com os custos de transação bolsista das ações e ETFs.

    Mas como este é um tópico de mutual funds, talvez seja melhor ficarmos pelos FI. 

    Também podias apresentar uma proposta de FI e tal até podia constituir o tiro de partida para tu ganhares dinheiro a sério e com menos stress. 😀

    Editado por Bedrock
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    vou abrir com a minha carteira ( despretensiosa :D  )
     

    Novo Banco Obrigacoes Europa - PTYESRLM0008

     

    Invesco China Focus Equity Fund - LU0717749021

    Morgan Stanley Investment Funds - US Growth Fund A - LU0073232471

    Nordea 1 - Nordic Equity Small Cap Fund E EUR - LU0278528822


    Invesco Global Consumer Trends - LU0115139569    

    Schroder International Selection Fund Global Energy Transition B Accumulation USD - LU2075271655

    Pictet-Water R EUR - LU0104885248

    Fidelity Funds - Global Health Care Fund E-Acc-EUR - LU0114721177

    CS Invm Fds 2 - Credit Suisse (Lux) Infrastructure Equity Fund B USD - LU1692116392


    Schroder International Selection Fund Global Sustainable Growth C Accumulation USD - LU0557290854

    10% cada FI
     

    Editado por N.Rocha
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    há 11 minutos, N.Rocha disse:

    vou abrir com a minha carteira ( despretensiosa :D  )
     

    Novo Banco Obrigacoes Europa - PTYESRLM0008

     

    Invesco China Focus Equity Fund - LU0717749021

    Morgan Stanley Investment Funds - US Growth Fund A - LU0073232471

    Nordea 1 - Nordic Equity Small Cap Fund E EUR - LU0278528822


    Invesco Global Consumer Trends - LU0115139569    

    Schroder International Selection Fund Global Energy Transition B Accumulation USD - LU2075271655

    Pictet-Water R EUR - LU0104885248

    Fidelity Funds - Global Health Care Fund E-Acc-EUR - LU0114721177

    CS Invm Fds 2 - Credit Suisse (Lux) Infrastructure Equity Fund B USD - LU1692116392


    Schroder International Selection Fund Global Sustainable Growth C Accumulation USD - LU0557290854


     

    Se esta tua carteira é para o eventual concurso para a melhor carteira, em 2021, com 10 FI, então tens que pôr percentagens de ponderação em cada um dos FI.

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    há 1 hora, Bedrock disse:

    Com o domínio das 2 câmaras pelos democratas e com o previsto aumento de estímulos por parte deles, este ano e seguintes até 2024, a festa deve continuar, the show must go on.

    A questão é que > estímulos à economia => > taxa do PIB => < desemprego => > dinheiro para gastar => > taxa de inflação => > taxa de juros de referência da Fed. E aqui, com o aumento da taxa de juros da Fed antecipado de 2025 para 2024, por causa da antecipação da subida da taxa de inflação, será então mais problemático para as obrigações do que para as ações, e dentro das obrigações as que vão sofrer mais são as de maiores durações e maturações.

    A subida da taxa de juros também teoricamente afeta negativamente as ações, porque o dinheiro emprestado fica mais caro para investir nas empresas ou nos mercados acionistas, mas para mim nestes tempos de alta liquidez a jorros, como um furo artesiano, a mesma irá amortecer o contratempo da subida da taxa de juros.

    O grande problema para as ações e investimentos nas empresas, criado pela subida da taxa de juros, será em tempos de baixo crescimento ou decréscimo acentuado da taxa do PIB, com uma elevada taxa de desemprego e com uma baixa liquidez em circulação, porque aí o dinheiro será um bem mais raro e caro, o que não é o caso presente e o previsto para os próximos anos, pelo contrário.

    Contudo, nunca nos devemos esquecer do fenómeno do retorno para a média nos mercados acionistas, ao contrário do mercado de empréstimos das obrigações em que tal não existe, por isso é que o mercado de ações no longo prazo (> 20-25 anos) será sempre o mercado mais fiável e rentável, mas também é o menos fiável e pode ser também menos rentável no curto prazo, em relação às obrigações.

    Então, independentemente de mais estímulos à economia, temos que ter cuidado com os ativos acionistas mais sobreaquecidos relativamente a sobreaquecimentos históricos passados em timings alargados, o que não é o caso das novas energias/energias limpas e das mudanças climáticas, cujas cotações dos ativos andaram em letargia durante muitos anos e só o ano passado é que disparam verdadeiramente, logo ainda há bastante folga de expansão, dada também a sua potencialidade futura, não obstante, em qualquer altura, poder haver uma correção pontual, e aí é para segurar este tipo de investimentos e não para resgatar, isto porque o que tem potencialidades futuras e sem concorrência ou alternativas melhores, mais cedo do que mais tarde, vai acabar por subir a cotação e anular essa correção.

    Obrigado @Vidolzpela partilha do artigo. O pessoal frequentador deste tópico é, na sua maioria, preguiçoso em partilhar artigos, eu até posso desculpar os preguiçosos dos passivos, agora dos ativos já não tenho essa benevolência, pois tal dá trabalho e é preciso outros também vergarem a mola mais ativamente.

    O mais injusto é quando se colocam artigos de nível superior e ninguém reage, parece que estamos a partilhar no deserto, e que eu saiba os camelos e dromedários ainda não conseguem reagir a posts sobre investimentos.

    Posso não ter o vosso conhecimento ainda mas partilho sempre o que encontro :P 

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    Boas.

    Gostava também de deixar a minha carteira, não para o concurso 😁 para não ficar em último, mas sim, para vos pedir opinião sobre a mesma, se possível.

    Na sua maioria, é uma carteira com algum tempo. A excepção são os etfs onde as entradas foram em 2020.

    Sei que não é local para falar de etfs mas gostava de colocar a carteira toda para ficarem com noção na sua globalidade. Fora os fundos e os etfs, tenho uma carteira de ações ( na sua maioria tech) onde, aí sim, vou fazendo algum trade. 

    A minha questão é a seguinte- tendo liquidez de fora, propositadamente, para reforçar a carteira numa próxima correção?, gostava de saber a vossa opinião sobre a carteira em si, o que poderia melhorar, onde poderia alocar uma nova entrada ou já tendo muitos produtos se seria melhor reforçar os mesmos.

    A ideia passa por não resgatar, excepção feita ao raio do Santander ações Portugal q mantenho, para já, para ver se chego ao par e vendo. O resto está tudo no verde. Não precisando de dinheiro, prefiro não resgatar para não descontar mais valias.

    É carteira que pode ficar uns belos anos.

    Tenho em mente, subscrever algum fundo ou etf relacionado com a energia solar, talvez de e-sports para uma parte mais pequena mas gostava de saber a vossa opinião, onde poderia ou deveria alocar mais.

    Qualquer sugestão é bem vinda.

    Agradeço, desde já.

    Segue carteira

    FUNDOS

    Alves Ribeiro PPR - 16.88%

    Goldman Sachs US Core Equity Porfolio E Acc EUR - 11.82%

    Pictet-Robotics-P EUR - 11.5%

    Pictet-Security - 9%

    Allianz Gl Artificial Intelligence AT (H2-EUR) - 8.10%

    JPM Global Healthcare D Acc EUR - 8.6%

    BGF Asia Pacific Equity Income E2 EUR - 7.4%

    UBS (Lux) Equity Fund China Opportunity (USD) P acc - 3.22%

    Franklin India A (ac Open Fund - 2.82%

    Santander Acções Portugal A - 2.31%

    ETFS

    Amplify Transformational Data Sharing ETF - 3.76%

    iShares PHLX Semiconductor ETF - 3.5%

    Vanguard Small-Cap Index ETF - 3.3%

    Vanguard Mid-Cap Index Fund ETF - 3.1%

    iShares Nasdaq Biotechnology ETF - 2.78%

    Horizons Marijuana Life Sciences Index ETF Units Class A - 2.5%

    Loncar China Biopharma ETF - 2%

     

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    Aqui vai a minha carteira:

    Fidelity Future Connectivity - para as telecomunicações - 32%

    JPM US Technology - para as Larg Caps - 31%

    Ms INVF Global Opportunity - para as Larg Caps que faltam no anterior - 11

    Alger Small Cap Focus - para as Medias e pequenas companhias - 9,5

    Janus Henderson Horizon Bio - Biotecnologia - 5%

    Invesco Global Consumer Trends - e-commerce 3%

    JPM Pacific Equity -  2% -  pacifico futuro centro comercial

    Allianz Oriental Income - 2,5% - pacifico futuro centro comercial

    BGF World Technology - 2% - cobrir algumas empresas

    BGF Fintech - 2% - nuvem e empresas de serviços

    as ações representam 82,5% do portefólio

    obrigações estão no NB PPR e representa 17,5%.

    Estou a estudar um rebalanceamento do mesmo, porque com os ganhos nos 3 primeiros está distorcido.

    Irei reduzir os 3 primeiros em 30%, transferindo 15% para a Ásia(10% para o Allianz e 5% para o JPM), 10% para climática world e 5% para Europa. No PPR irei cumprir os mínimos para o desconto no IRS.

    Pretendo ter aproximadamente em acções a seguinte distribuição geográfica:

    60% nos USA

    30% na Ásia

    10% no Resto do Mundo

    Os ETF que não apresento aqui, considero no campo das ações, pois são essencialmente temáticos( ARK, Blockchain, Baterias, etc)

    Editado por rui_marreiros
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    há 45 minutos, Antonio84Pereira disse:

    ...........................................................................................................

    Pelo contrário, a deflação parece estar mais diretamente relacionada com a queda estrutural da procura agregada e com o mar de liquidez que abunda nas economias desenvolvidas, tanto pelo aumento da poupança quanto pelas excecionais medidas públicas que determinam taxas de juro baixas, o “eterno zero”, criando assim um padrão de comportamento que se pode prolongar no tempo.

    ......................................................................................................................

    Do artigo do Prof. Louçã, destaco o parágrafo atrás citado, onde acho que ele não foi feliz na redação incompleta da parte que marquei a negrito. Quando ele relaciona a possível deflação com o atual "mar de liquidez que abunda nas economias desenvolvidas", ele deveria ter acrescentado que esse excesso de liquidez foi desviado, essencialmente, para o mercado financeiro de capitais e que ao não chegar devidamente ao tecido empresarial para investimento, e assim incentivar a produção e o aumento do PIB, e também essa liquidez ao não chegar ao bolso dos consumidores, o consumo não é assim estimulado, e, consequentemente, os preços do cabaz de compras não sobem = não sobe a taxa de inflação, e se os preços começarem a descer de forma continuada e prolongada, teremos então aí a deflação.

    Assim, o parágrafo fica mais claro, pois se o tal "mar de liquidez que abunda nas economias desenvolvidas" chegasse ao bolso dos consumidores, não haveria deflação. 

    Editado por Bedrock
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    há 4 minutos, Bedrock disse:

    Do artigo do Prof. Louçã, destaco o parágrafo atrás citado, onde acho que ele não foi feliz na redação incompleta da parte que marquei a negrito. Quando ele relaciona a possível deflação com o atual "mar de liquidez que abunda nas economias desenvolvidas", ele deveria ter acrescentado que esse excesso de liquidez foi desviado, essencialmente, para o mercado financeiro de capitais e que ao não chegar devidamente ao tecido empresarial para investimento, e assim incentivar a produção e o aumento do PIB, e também essa liquidez ao não chegar ao bolso dos consumidores, o consumo não é assim estimulado, e, consequentemente, os preços do cabaz de compras não sobem = não sobe a taxa de inflação, e se os preços começarem a descer de forma continuada e prolongada, teremos então aí a deflação.

    Agora depois de uma pessoa estar dentro do mundo accionista é que vê a disparidade que existe.

    Nós a "enriquecer" com a bolsa e o resto da população a empobrecer.

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    há 10 minutos, Vidolz disse:

    Agora depois de uma pessoa estar dentro do mundo accionista é que vê a disparidade que existe.

    Nós a "enriquecer" com a bolsa e o resto da população a empobrecer.

    A mim até já me chamaram de comunista (eu nunca fui comunista, não sou comunista e nunca serei comunista, mas não tenho raiva deles, tendo até alguns poucos amigos comunistas, eu só detesto a cassete de alguns) por destacar esta evidência prática que é o resultado de 4 décadas da política monetária da Fed (tenho um post extenso, com dados de suporte objetivos, neste tópico sobre o assunto). 

    Editado por Bedrock
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    Agora mesmo, Bedrock disse:

    A mim até já me chamaram de comunista por destacar esta evidência prática que é o resultado de 4 décadas da política monetária da Fed (tenho um post extenso, com dados de suporte objetivos, neste tópico sobre o assunto). 

    De referir que não me sinto mal, tenho trabalhado e estudado e tentado aumentar a minha literacia financeira para não ter de depender do estado até à reforma.

    Maioria da população? Endividados até ao fim da vida, até o belo do iPhone de nova geração fazem empréstimo.

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    há 13 minutos, Vidolz disse:

    Agora depois de uma pessoa estar dentro do mundo accionista é que vê a disparidade que existe.

    Nós a "enriquecer" com a bolsa e o resto da população a empobrecer.

    Não te deixes enganar por esse tipo de retórica marxista. Faz o melhor que souberes para prosperares (sem cometer crimes) e deixa que o resto da população se desenmerde.

     

    Editado por 5coroas
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    há 2 minutos, Vidolz disse:

    De referir que não me sinto mal, tenho trabalhado e estudado e tentado aumentar a minha literacia financeira para não ter de depender do estado até à reforma.

    Maioria da população? Endividados até ao fim da vida, até o belo do iPhone de nova geração fazem empréstimo.

    O grande problema é o consumismo não reprodutivo e produtivo, e ainda por cima sem ser à custa de dinheiro próprio.

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    Citação

    Os inimigos não são os ricos; os inimigos são os predadores e os parasitas.

    Os inimigos não são os ricos, os inimigos são aqueles que, com as suas políticas, deixaram os ricos predadores financeiros, parasitar a classe média e os pobres.

    Editado por Bedrock
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    há 6 minutos, Bedrock disse:

    Os inimigos não são os ricos, os inimigos são aqueles que com as suas políticas deixaram os ricos predadores financeiros parasitar a classe média e os pobres.

    Os inimigos não são os ricos, os inimigos são aqueles que com as suas políticas deixaram os predadores (ricos e pobres) parasitar quem produz (ricos e pobres).

    Editado por 5coroas
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    há 20 minutos, 5coroas disse:

    Os inimigos não são os ricos, os inimigos são aqueles que com as suas políticas deixaram os predadores (ricos e pobres) parasitar quem produz (ricos e pobres).

    Esta frase já está melhor que a tua assinatura ... eu acho que tu ainda vais chegar lá ... esta tua frase já revela que deixaste entrar alguns raios de luz no teu cérebro ... tens que abrir totalmente o estore da tua cabeça para deixares iluminar plenamente a mesma, pois senão ainda vais escrever uma outra frase sombria como a tua assinatura.

    Na tua presente frase, onde está "predadores (ricos e pobres)", ficava melhor "predadores financeiros" ... deixa lá entrar mais uns raios de luz.

    Os predadores são os detentores do grande capital, à custa das políticas monetárias da Fed, logo são predadores financeiros, logo não há predadores pobres ou da classe média, porque não detêm liquidez/capital suficiente para dominarem e tornarem suas presas uma qualquer franja da sociedade. Para se ser predador, é preciso ser corpulento (maior que as presas) e/ou ter poder de fogo em liquidez/chumbo/money. 

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    há 3 minutos, Bedrock disse:

    Esta frase já está melhor que a tua assinatura ... eu acho que tu ainda vais chegar lá ... esta tua frase já revela que deixaste entrar alguns raios de luz no teu cérebro ... tens que abrir totalmente o estore da tua cabeça para deixares iluminar plenamente a mesma, pois senão ainda vais escrever uma outra frase sombria como a tua assinatura.

    Na tua presente frase, onde está "predadores (ricos e pobres)", ficava melhor "predadores financeiros" ... deixa lá entrar mais uns raios de luz.

    Os predadores são os detentores do grande capital, à custa das políticas monetárias da Fed, logo são predadores financeiros, logo não há predadores pobres ou da classe média, porque não detêm liquidez/capital suficiente para dominarem e tornarem suas presas uma qualquer franja da sociedade. Para se ser predador, é preciso ser corpulento (maior que as presas) e/ou ter poder de fogo em liquidez/chumbo/money. 

    Não faço separação ideológica entre pobres e ricos no que diz respeito à falta de ética; para mim, são todos igualmente censuráveis. A maioria dos predadores pobres faria o mesmo se chegassem a predadores ricos. É só uma questão de oportunidade. 

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    há 23 minutos, 5coroas disse:

    Não faço separação ideológica entre pobres e ricos no que diz respeito à falta de ética; para mim, são todos igualmente censuráveis. A maioria dos predadores pobres faria o mesmo se chegassem a predadores ricos. É só uma questão de oportunidade. 

    Não podes fazer juízos de valores, não sabes se fariam ou não, não podes meter os ovos todos no mesmo cesto, é como falarem à boca cheia sobre a corrupção, quem são os corruptos? os pobres? 🤣

    @Bedrock continuo sem saber muito bem como vamos fazer isso dos fundos, colocar tudo na 1ª página? como faria isso?

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