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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 5 horas, Vidolz disse:

    Eu tenho amigos mais ou menos relacionados com essa área e disseram-me para fugir a sete pés de investimento em genomics, vale o que vale :D 

    O que os teus amigos te deveriam ter aconselhado era em vez de fugires, com os 2 pés, seria teres entrado na empresa Fate Therapeutics, alocada no FI - JPMorgan Funds - Thematics - Genetic Therapies D (acc), que está com as seguintes rentabilidades:

    - 3 anos: +1.680.18%

    - 1 ano: +432.03%

    - YTD: +28.43%

    Será que os teus amigos são economistas do Saxo Bank que elaboram Outlooks? É que se forem eu fico mais descansado.

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    há 2 horas, Bedrock disse:

    O que os teus amigos te deveriam ter aconselhado era em vez de fugires, com os 2 pés, seria teres entrado na empresa Fate Therapeutics, alocada no FI - JPMorgan Funds - Thematics - Genetic Therapies D (acc), que está com as seguintes rentabilidades:

    - 3 anos: +1.680.18%

    - 1 ano: +432.03%

    - YTD: +28.43%

    Será que os teus amigos são economistas do Saxo Bank que elaboram Outlooks? É que se forem eu fico mais descansado.

    Eng. biotecnologica, basicamente disseram-me para navegar a onda se quiser a ver se tinha sorte :D 

     

    Olha outro exemplo hoje:

    Sarepta Therapeutics Inc
    NASDAQ: SRPT

    82.64 USD −86.31 (51.09%)

    Editado por Vidolz
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    há 14 horas, Lezz disse:

    Sou farmaceutico e trabalho em R&D numa industria farmacêutica com celulas estaminais, moléculas pequenas e biológicos no meu Pipeline....  e também digo isso varias vezes. 

    Depende das empresas que estivermos a falar.

    Hoje em dia surgem empresas como cogumelos a desenvolver CRISPR e começa logo a chover dinheiro, isto quando a tecnologia em si tem uma imensidão de questões de segurança que estão por resolver como por exemplo os cortes off-target.

    Basta uma das empresas pioneiras ter um ensaio clinico a correr mal por questões de segurança que congela o campo inteiro.

    Basta relembrar o que aconteceu nos anos 90 quando um doente recebeu uma terapia genica num ensaio clinico e morreu passado uns dias. 

    Foi um desastre para o ramo com imensas falências e investigações paradas a meio porque aquilo que era um ramo que recebia dinheiro a jorros num dia, passou a receber pingas no dia seguinte... demorou 20 anos a recuperar e agora está de volta em força. 

    Temos de agradecer em parte à baby Emily por isso.

    Dito isto.... tenho imensas esperanças na tecnologia CRISPR.

    Se aconselho a investir? Depende da empresa... ha umas poucas que diria para fugir a 7 pés.

    Quem quiser saber mais sobre este mundo fantástico carregado de esperança leia o livro: A Crack in Creation

     

     

    Eu nunca investi nem vou investir em ações individuais de empresas, especialmente fazendo parte de setores muito voláteis, como é o caso da biotecnologia, e para isso não preciso de conselhos de ninguém, pois basta perceber um pouco de probabilidade estatística. 

    Agora, investir nos setores da biotecnologia e saúde, na forma agregada de FI ou ETFs ativos, sempre, senão como é que se assegurava o continuo aumento da esperança média de vida?

    A volatilidade é como o sal e o picante na comida, pois na dose certa e em certas comidas vão exponenciar os sabores dos alimentos, mas se a dose for em excesso pode tornar a comida intragável. Então para quem não é cozinheiro e não sabe utilizar a alavancagem do sal e picante, deve comprar comida feita no takeaway. Por isso é que há cozinheiros profissionais e gestores profissionais de carteiras de ativos.

    A Escherichia coli (E. coli) é uma bactéria que habita naturalmente no nosso intestino e normalmente não nos causa problemas, no entanto há certas estirpes virulentas que ao serem ingeridas juntamente com alimentos deteriorados nos podem causar diarreias e atacar as paredes do cólon devido às suas toxinas agressivas.

    A E. coli no trato urinário é altamente patogénica, mas no intestino onde habita naturalmente até pode ser benéfica porque é uma das poucas bactérias existentes no cólon que produz vitamina K2, que é essencial para a adequada condução do cálcio para os únicos sítios para onde deve ir: ossos e dentes. 

    Na condução correta do cálcio para os ossos e dentes, está envolvido o seguinte transporte necessário: a vitamina D3 é o camião que carrega o cálcio mas este camião precisa de um condutor com GPS para levar o cálcio para os destinos coretos - ossos e dentes - e esse condutor com GPS chama-se vitamina K2, que nós somos deficitários naturalmente e por isso devemos tomar suplementação, agora que as vitaminas D3 e K2 transportaram o cálcio para os 2 destinos corretos, vamos precisar de mais qualquer coisa, designadamente, de magnésio, principalmente, e de fósforo para que o cálcio se fixe nos ossos e dentes.

    Se não houver suficientes quantidades de vitaminas D3, K2, e de Mg, em relação à quantidade de cálcio existente na circulação sanguínea, o cálcio vai depositar-se preferencialmente nos tecidos moles (vasos sanguíneos, articulações, próstata, ...) e não nos tecidos rígidos (ossos e dentes), sendo que vai calcificar esses tecidos moles, tornando-os menos flexíveis e menos resilientes, e daí surgem disfunções graves como as placas de cálcio e gorduras nos vasos sanguíneos, cálcio nas articulações causando problemas de flexibilidade e locomoção, calcificação da próstata que pode criar inflamações que, por sua vez, pode degenerar em cancro, etc.

    Agora, vou voltar à gastronomia e ao sal e picante. Para além destes dois, o maior exponenciador de sabor da comida é o MSG (glutamato monossódico), que os asiáticos descobriram para a culinária e o mais utilizam. Contudo, este MSG em dose inadequada pode causar danos graves em células cerebrais.

    Assim, a questão básica de qualquer processo é saber escolher as coisas e o seu doseamento, e quem não sabe escolher e/ou dosear os ativos e a volatilidade, deve ir ter com profissionais ou com pessoas mais conhecedoras e experientes, e não se pôr a inventar e a realizar experiências com ativos de elevada volatilidade, que podem dar muito dinheiro a ganhar, mas também podem causar grandes perdas. 

    Assim, à partida eu não devo dizer mal de todas as estirpes bacterianas E. coli, independentemente dos meios onde se possam encontrar, e de todos os tipos de dose do MSG, e antes de mandar alguém fugir a 2 pés, devo explicar os prós e os contras dos diversos cenários em causa, e depois o proprietário do capital a investir é que é soberano e deve ser sempre o decisor final, tanto mais que o dinheiro é dele e não dos conselheiros ou dos pseudo conselheiros.

    Editado por Bedrock
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    há 58 minutos, D@vid disse:

    X-ray de rentabilidade e rácios no Best da minha carteira core em 2020:

    3 meses

     

    6,95

     

    6 meses

     

    13,59

     

    1 ano

     

    25,27

     

    3 anos anualiz.

     

    17,93

     

    5 anos anualiz.

     

    14,99

     

    Ano (YTD)

     

    25,27

    Desv.Padrão(3a.)

     

    13,65

     

    Média Aritmética

     

    17,51

     

    Rácio de Sharpe

     

    1,31

    Deve haver um erro qualquer na rentabilidade YTD = 25,27% ou então esse valor não é YTD (2021) mas sim ano de 2020.

    Na estatística do Best, falta o racio de Sortino (eles referem mas não têm valores do racio) e as Max Drawdowns, que é o que mais interessa para a análise do risco.

    Editado por Bedrock
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    há 30 minutos, Bedrock disse:

    Deve haver um erro qualquer na rentabilidade YTD = 25,27% ou então esse valor não é YTD (2021) mas sim ano de 2020.

    Na estatística do Best, falta o racio de Sortino (eles referem mas não têm valores do racio) e as Max Drawdowns, que é o que mais interessa para a análise do risco.

    Não há erro nenhum, os dados são referentes até 31/12/2020, os xray do Best não são com dados diários ( infelizmente ), reportam sempre até ao último dia do mês anterior.

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    há 35 minutos, D@vid disse:

    Não há erro nenhum, os dados são referentes até 31/12/2020, os xray do Best não são com dados diários ( infelizmente ), reportam sempre até ao último dia do mês anterior.

    Quando estamos em 2021, ao se escrever YTD, este é referente a 2021 = ao ano do calendário em que estamos. É incorreto escrever YTD relativo a anos passados (YTD = ... to date).

    Ou seja, o que está mal é teres escrito "Ano (YTD) 25.27%" quando o correto deveria ser "Anos 2020 25.27%".

    Editado por Bedrock
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    há 45 minutos, Bedrock disse:

    Quando estamos em 2021, ao se escrever YTD, este é referente a 2021 = ao ano do calendário em que estamos. É incorreto escrever YTD relativo a anos passados (YTD = ... to date).

    Ou seja, o que está mal é teres escrito "Ano (YTD) 25.27%" quando o correto deveria ser "Anos 2020 25.27%".

    É copy paste do site, o YTD reporta aos dados de 31/12 logo do ano de 2020, que é exactamente o mesmo resultado para a rentabilidade a 1 ano de 25,27%.

     

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    It’s time to start wasting solar energy.

     

    Solar is so cheap, we need to build far, far more than we need.

    That was the surprising conclusion Marc Perez, a doctoral student in engineering at Columbia University, arrived at in 2014. Perez was trying to design the world’s cheapest electricity grid. By using a decade of satellite data to calculate solar power potential across the globe, he designed the optimal grid for producing the most power at the lowest cost.

    Perez found overproduction was not a problem. Unlike a coal or natural gas plant, renewable fuel is free. And switching off a solar panel’s output could be done electronically, compared to the expensive process of spinning down a turbine. “Wasting” the energy carried few costs.

    The solution, he argued in his doctoral thesis, was to overbuild and use surplus solar energy to top off the grid, rather than storing most of that extra energy or keeping solar farms small to avoid overproduction. The strategy could theoretically lower the cost of electricity by as much as 75%.

    “The least-cost solution always leads to some overbuilding,” says Richard Perez, Marc’s father and a senior research associate at the University at Albany who has since collaborated on his son’s research. “You will always need storage to get you through the night. You will just need less.”

    Accepting overproduction is a foreign concept to power producers, who have spent decades shaving off every dollar to optimize power plant costs over time. After US regulators began deregulating certain electricity markets in the 1970s, power producers suddenly found themselves competing on the wholesale market. Every dollar spent on a new coal, gas, or nuclear plant meant higher electricity costs over time to pay off all that concrete and steel.

    Solar has flipped that equation. In the past decade, solar module prices plummeted more than 90%, according to energy research firm Wood Mackenzie. Meanwhile, the cost to build conventional plants such as coal rose by 11%. Solar panels have become so cheap that the true cost of electricity is shifting from solar arrays themselves to the steel and land needed to house them. Imagine if the most expensive part of a nuclear plant wasn’t the fuel or reactor, but just the land it sits on.

    That shift means it’s now cheaper to overbuild, even if producers don’t always sell the power. With the price of panels set to continue falling over the next decade, the economics will only grow stronger.

    Last year, the Perezes co-published an article in the peer-reviewed journal Solar Energy showing the US could operate a solar-dominated grid furnishing a constant source of electricity even cheaper than today’s conventional production, using limited wind power and energy storage. The low cost overcame renewables’ traditional weakness: the intermittency of supply if the sun or wind fails to appear. Oversizing a system by a factor of three, they found, was optimal.

    Why hasn’t this approach caught on among energy planners? “Inertial thinking,” argues the elder Perez. “Until two years ago, nobody stepped outside the box…but two years from now it will be so obvious.”

    Supersize me

    A carbon-free grid is now official policy in 14 US states, the European Union, and China. The best way to achieve this remains the subject of fierce debate.

    Yet private developers are already realizing the new economics of solar behind the Perezes’ theory. Each year, solar farms are being built with more capacity than they can ever store or deliver. When fuel is free and hardware is cheap for producers, any hardware and construction costs are eclipsed by improved reliability and the greater productivity on cloudy days, says Ravi Manghani, head of solar research for Wood Mackenzie.

    “Solar is too cheap to meter essentially,” Manghani says. “Costs are going down so rapidly, and are expected to keep going down for the next decade, that developers are building bigger solar projects.”

    This discrepancy, known as the inverter load ratio, means solar farms are now routinely built to produce at least 130% more than they can output to the grid. For example, a solar farm capable of generating 100 MW of direct current (DC) may be paired with an 80 MW inverter, an electric device connected to the grid that converts this energy to alternating current (AC) for utilities. The rest is curtailed during peak production, or stored.

    The resulting AC/DC ratio is a measure of just how “overbuilt” solar facilities are becoming. A decade ago, says Manghani, these inverter ratios might have been 1.1. Today, 1.3 is the norm. And that’s rising rapidly.

    Two recent projects show just how much. Last year, the 49 MW Tobacco Valley Solar in Connecticut began operation with a 1.84 inverter ratio (meaning it produces 84% more electricity than its connection to the grid can output during peak production). North of Los Angeles, the 700 MW Eland solar and battery storage project approved last year boasts 74% more capacity than it can supply to the grid. The developer, 8minute Solar Energy, is now planning a second project for 2021 in Nevada capable of generating nearly three times more electricity than its inverter rating (a ratio of 2.91).

    Ultimately, it’s unlikely all this excess solar capacity will stay untapped forever. Energy storage technologies are evolving quickly. Batteries are getting cheaper. A hydrogen economy is emerging to turn those extra electrons into liquid fuels. One thing is unlikely to change: Every year, the cost of a new solar panel will even less important in deciding how big to make a solar farm.

    https://qz.com/1950381/the-case-for-producing-way-more-solar-energy-than-we-need/

     

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    há 6 horas, D@vid disse:

    X-ray de rentabilidade e rácios no Best da minha carteira core em 2020:

    3 meses

     

    6,95

     

    6 meses

     

    13,59

     

    1 ano

     

    25,27

     

    3 anos anualiz.

     

    17,93

     

    5 anos anualiz.

     

    14,99

     

    Ano (YTD)

     

    25,27

    Desv.Padrão(3a.)

     

    13,65

     

    Média Aritmética

     

    17,51

     

    Rácio de Sharpe

     

    1,31

    @D@vid, podias fazer uma short list com um Top 10 de FI (disponíveis em PT) que tu aches que podem ter as maiores rentabilidades em 2021. 

    Este desafio seria extensível a todos os frequentadores do tópico, como é lógico. 

    Depois, no final do ano quem tiver uma maior rentabilidade nesse Top 10, tem direito a receber o diploma "The Best Outlook 2021 Of Mutual Funds" e a taça de agradecimento do forum.

     Obrigado

     

     

     

    Editado por Bedrock
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    há 10 horas, rui_marreiros disse:

    Aproveitando a tua ideia, podíamos supor que disponhamos de uma quantia de 100k e que os distribuíamos por esses FI. Podíamos colocar uma a duas linhas a razão das nossas escolhas.

    Assim,  veríamos a performance de cada um e o sentimento que temos do mercado para este ano.

    Eu tinha pensado e era isso que vinha acrescentar agora no meu post, em que era preciso colocar por ordem de importância e dar os respetivos pesos percentuais aos 10 FI, como é lógico. 

    A tua ideia de considerar os 100 K e distribuir esta massa pelos 10 FI, coloca a questão se são 100 K em EUR ou USD. Eu acho que deveríamos considerar apenas as valorizações/desvalorizações das UPs dos FI e não considerar o fator cambial, também para não limitar a nossa escolha de FI. Ou seja, seria apenas uma escolha física de ativos dos FI sem o negócio do Forex.

    Outra coisa que faltou referir é de que é possível um forista apresentar os mesmos 10 FI que um anterior só que vai ter que alterar a % de ponderação em algum deles, para se evitar à partida empates, pois já nos basta alguns empatas que não estão a fazer nada ou muito pouco, mas não saem de cima ... estão só a ocupar espaço e a tirar a oportunidade a outros que podem fazer melhor. 🤣

    Editado por Bedrock
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    há 14 horas, Bedrock disse:

    @D@vid, podias fazer uma short list com um Top 10 de FI (disponíveis em PT) que tu aches que podem ter as maiores rentabilidades em 2021. 

    Este desafio seria extensível a todos os frequentadores do tópico, como é lógico. 

    Depois, no final do ano quem tiver uma maior rentabilidade nesse Top 10, tem direito a receber o diploma "The Best Outlook 2021 Of Mutual Funds" e a taça de agradecimento do forum.

     Obrigado

     

     

     

    Ideia gira...mas estamos só a falar em fundos que achamos que vão render mais ou no global de uma carteira? porque se for só fundos então vai tudo recair em fundos de acções, se for uma carteira já pode haver outros fundos...

    No último caso haverá sempre um bias na verdade.

    Bem tu falas em outlook portanto a ideia será mesmo apenas rentabilidade de cada fundo...então é tudo fundos de acções.

    Em termos de operacionalidade como iria funcionar? como é que cada um o faz aqui no forum? isto anda ao ritmo de 10 páginas por dia quase 😁

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    há 2 horas, D@vid disse:

    Ideia gira...mas estamos só a falar em fundos que achamos que vão render mais ou no global de uma carteira? porque se for só fundos então vai tudo recair em fundos de acções, se for uma carteira já pode haver outros fundos...

    No último caso haverá sempre um bias na verdade.

    Bem tu falas em outlook portanto a ideia será mesmo apenas rentabilidade de cada fundo...então é tudo fundos de acções.

    Em termos de operacionalidade como iria funcionar? como é que cada um o faz aqui no forum? isto anda ao ritmo de 10 páginas por dia quase 😁

    O objetivo é a maior rentabilidade, no ano de 2021, de uma carteira com 10 FI. 

    O pessoal ia postando a sua proposta de carteira com a ponderação percentual de cada um dos 10 FI.

    Definia-se uma data limite para apresentação de propostas e depois podia-se compilar todas as propostas numa pasta/post que podias criar na primeira página do tópico. 

    As rentabilidades seriam em termos de cotação de UPs dos respetivos FI, sejam estes em EUR, USD ou Hedged, tinham era que estar disponíveis em PT. 

    Se alguém tiver melhores ideias, que as apresente para serem apreciadas pelos foristas, sendo que a última palavra e decisão será tua.

    Editado por Bedrock
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