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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 9 horas, D@vid disse:

    Eu sou investidor B&H, o que tenho é para ficar, as techs podem subir 30% e cair 40% a seguir que não vendo, seja esse fundo de techs seja o que for, a minha estratégia não é vender, é comprar sempre que há €.

    A grande vantagem do B&H é tributária comparativamente com resgates que impliquem o pagamento de mais valias, pois estas são comidas em 28% no caso de não haver englobamento do IRS. 

    Esta fatia de dinheiro comida fiscalmente já não vai capitalizar na carteira de ativos, e várias fatias comidas sequencialmente por um investidor demasiado ativo em resgates de pânico, vai fazer uma diferença assinalável no longo prazo. O negócio é fazer reforços periódicos de capital na carteira e não efetuar subtração de capital na mesma por via fiscal. 

    Editado por Bedrock
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    há 15 horas, Bedrock disse:

    A grande vantagem do B&H é tributária comparativamente com resgates que impliquem o pagamento de mais valias, pois estas são comidas em 28% no caso de não haver englobamento do IRS. 

    Esta fatia de dinheiro comida fiscalmente já não vai capitalizar na carteira de ativos, e várias fatias comidas sequencialmente por um investidor demasiado ativo em resgates de pânico, vai fazer uma diferença assinalável no longo prazo. O negócio é fazer reforços periódicos de capital na carteira e não efetuar subtração de capital na mesma por via fiscal. 

    Agora que falas nisso...ainda não consegui esclarecer de forma cabal se nos investimentos em fundos sejam portugueses ou estrangeiros, se a partir de 2015 a correcção monetária de coeficientes também se aplica, porque alguém que tenha um fundo há 10 anos com mais valias, aquando de declarar no IRS ou retenção na fonte, em vez e pagar 28% acaba por pagar uma taxa de IRS mais baixa, uma vez que é aplicado o coeficiente como acontece com as mais valias no imobiliário.

    Na altura fiquei com a ideia que tal só se aplicava a fundos portugueses e de imobiliário...

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    Eu espero que o coeficiente de desvalorização se aplique a qualquer tipo de investimento, mas continuo com a dúvida.

    Mas a ser, as contas são feitas pela AT. Na declaração de IRS, no preço de compra, preenchemos com o valor efetivamente pago. Eles depois fazem as contas.

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    há 17 minutos, niceboy disse:

    Eu espero que o coeficiente de desvalorização se aplique a qualquer tipo de investimento, mas continuo com a dúvida.

    Mas a ser, as contas são feitas pela AT. Na declaração de IRS, no preço de compra, preenchemos com o valor efetivamente pago. Eles depois fazem as contas.

    Sim, tal como acontece com a venda de um imóvel as contas são feitas pela AT.

    Essa questão foi abordada pela primeira vez pelo David Almas quando estava no Observador, mas depois pesquisei muito sobre isso e não me pareceu ser assim tão geral, que seria apenas em fundos de investimento imobiliários directos em Portugal...o que não deixa de ser interessante, olhando para um CA Património Crescente ou o novo do Best que subscrevi, e com perspectivas de rentabilidades de 3%/4% ao ano se for assim mesmo assim ainda se torna mais interessante.

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    Tributação das Mais-valias

    Coeficiente de desvalorização de moeda

    O artigo 50.º do IRS,  prevê a atualização anual dos coeficientes de desvalorização da moeda para efeitos de correção monetária dos valores de aquisição de determinados bens e direitos ... sempre que tenham decorrido mais de 24 meses entre a data da aquisição e a data da alienação

    O valor de aquisição ... de partes sociais referidos no n.º 1 alínea b) do artigo 10.ºdo IRS

    Artigo 10.º  n.º 1

    b) Alienação onerosa de partes sociais e de outros valores mobiliários, incluindo:

     5) O resgate de unidades de participação em fundos de investimento e a liquidação destes fundos;

    Não vejo onde que tipo de fundos são...

    https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs10.aspx

    https://dre.pt/application/conteudo/125085456

    Editado por D@vid
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    A 13/03/2020 às 12:45, Rui.Mends disse:

    Porra, eu depois de ver aqui alguns comentários fiquei com a certeza que a maior parte do pessoal daqui são todos muito novinhos nestas andanças!!

    Mas há alguma duvida que a época de saldos está aberta? Como é que esperam que seja a cara da época de saldos? Há sempre uma “razão” para uma correção ou um bearmarket! Ou é uma doença, ou é uma guerra ou é outra coisa qualquer! Mas no final de contas as bolsas voltam a corrigir. As empresas não perdem o valor de um dia para o outro.

    Eu não sei se isto ainda vai cair mais 10, 30 ou 50% mas isto vai ter um fundo! A melhor altura para se investir é agora. Quanto aos especuladores pode ser outra conversa.

     

    Enorme post, escrito no dia 13 de Março de 2020. No dia anterior (12 de Março de 2020), tivemos uma das maiores quedas diárias do S&P 500. Top ten deste histórico Index. Foi a sexta maior queda diária do  S&P 500: -9.5%.

    Entre os dias 12 e 23 de Março tivemos enormes oportunidades de compras, quando parecia que o mundo ia acabar.

     

    P.S. O dia 16 de Março de 2020 também está no mesmo Ranking!

     

    Annotation-2020-03-25-140845.jpg

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    há 19 minutos, USD disse:

     

    Enorme post, escrito no dia 13 de Março de 2020. No dia anterior (12 de Março de 2020), tivemos uma das maiores quedas diárias do S&P 500. Top ten deste histórico Index. Foi a sexta maior queda diária do  S&P 500: -9.5%.

    Entre os dias 12 e 23 de Março tivemos enormes oportunidades de compras, quando parecia que o mundo ia acabar.

     

    P.S. O dia 16 de Março de 2020 também está no mesmo Ranking!

     

    Annotation-2020-03-25-140845.jpg

    A experiência é um posto, quem anda nisto há alguns aninhos e já apanhou 2008, 2020 foi apenas mais um, e no fim acaba sempre igual, com os mercados a subir mais tarde ou mais cedo.

    Eu nessa altura disse praticamente o mesmo e "decretei" o DIP a 23 de Março 🤣

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    há 1 hora, D@vid disse:

    A experiência é um posto, quem anda nisto há alguns aninhos e já apanhou 2008, 2020 foi apenas mais um, e no fim acaba sempre igual, com os mercados a subir mais tarde ou mais cedo.

    Eu nessa altura disse praticamente o mesmo e "decretei" o DIP a 23 de Março 🤣

    Acontece que sempre também pode haver um double-dip e aí para o pessoal que pensa que já está a emergir e se carrega de subscrições, também será violento bater com a cabeça num novo fundo da piscina: o fundo mais fundo da piscina - zona dos saltos de mergulho. 

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    há 2 horas, USD disse:

     

    Enorme post, escrito no dia 13 de Março de 2020. No dia anterior (12 de Março de 2020), tivemos uma das maiores quedas diárias do S&P 500. Top ten deste histórico Index. Foi a sexta maior queda diária do  S&P 500: -9.5%.

    Entre os dias 12 e 23 de Março tivemos enormes oportunidades de compras, quando parecia que o mundo ia acabar.

     

    P.S. O dia 16 de Março de 2020 também está no mesmo Ranking!

     

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    Pois é, o post foi escrito a 13 de março quando na véspera tinha havido uma queda de -9.5% no S&P 500, mas depois a 16 de março houve uma queda de -12.0% ainda maior. 

    É sempre arriscado entrar num comboio que está sem freio num trajeto de bear market, porque nunca sabemos se a drawdow, que está em curso, já bateu no fundo e assim correspondente à máxima drawdown desse timing.

    Os mais avisados, entram quando já há alguma definição de uma reversão para uma trend em alta/upside, porque vale mais deixar de captar retornos positivos (lucros) da fase inicial da trend em alta do que captar retornos negativos (perdas) na última fase da trend em baixa/downside, porque normalmente a pendente do sobre afundanço do downside é mais acentuada que a pendente do upside de reversão, para além da questão matemática desequilibrada entre % de perdas e % de lucros, pois um ganho de 10% não anula uma perda de 10% (perdas de 50% => ganhos de 100% para se atingir o break even).

    Editado por Bedrock
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    Toyota's game-changing solid-state battery en route for 2021 debut.

    https://asia.nikkei.com/content/4c8b11d1c65d83d23ba9aeb11030a947

    @Vidolz, se calhar tens de carregar no acelerador da Toyota, até porque o rebanho está a carregar no acelerador da Tesla como se o céu fosse o limite, mas que eu saiba a Tesla não tem os propulsores dos foguetes da SpaceX nem os paraquedas. 

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    A inovação tecnológica alimentada pelas energias alternativas sustentáveis, cada vez mais baratas e concorrentes com as fontes energéticas tradicionais, constituem a  locomotiva que irá sempre tracionar o comboio do desenvolvimento económico.

    O binómio do update da inovação tecnológica-update de energia mais barata e sustentável, foi e será sempre o fator decisivo para o desenvolvimento económico, porque vai melhorar a produtividade das empresas transformadores que podem elaborar com uma maior eficiência e com menos custos energéticos, logo podem apresentar uma maior quantidade de produtos finais por unidade de tempo e a um preço unitário mais baixo, sem ser à custa de mão-de-obra mais barata.

    O progresso económico gerado pela evolução do referido binómio, deveria também proporcionar uma melhor distribuição da riqueza e um melhor bem-estar de toda uma sociedade e não continuar a concentrar a riqueza aonde ela já está hiperconcentrada, continuando assim a agravar os desequilíbrios financeiros e as injustiças sociais entre os estratos da sociedade, sendo que os socialmente mais excluídos deste tipo de processo desigualitário, podem constituir uma séria ameaça para essa mesma sociedade e em particular para os mais injustamente favorecidos, pelo que estes não deverão abusar da dose da velha receita que, a qualquer momento, se pode tornar tóxica para eles próprios.

    Face ao exposto, eu acho que os fundos/ETFs das áreas de inovação tecnológica, energética e biotecnológica (em menor grau porque está mais politicamente exposta), deverão ser umas apostas ganhas para o médio-longo prazo, sendo sempre de esperar algumas correções ao longo do percurso, mas essas correções até são benéficas porque, por um lado, são a única maneira de evitar crashs do mercado, e com um intenso crash podemos nunca mais nos levantarmos o suficiente para atingirmos o break even, e, por outro lado, essas correções do mercado também criam novas oportunidades de investimento.

    O artigo a seguir, do qual coloco alguns extratos, é muito bom na abordagem histórica da evolução tecnológica e energética e as suas repercussões nos processos e na economia em geral. A 1.ª imagem deste artigo já tinha sido postada por mim.

     

    Why I'm so excited about solar and batteries.

    "Atoms" technologies might bring back fast productivity growth.

    The Great Stagnation.

     When technologists grouse about flying cars or writers ask where our hoverboards are, they’re really talking about the stagnation in physical technology, and the shift in innovation from “atoms” to “bits”. 

    More expensive energy makes physical innovation harder in every way. You need electricity to run your washer, your dryer, your heater, your air conditioner, your oven, your stove — and many other newfangled appliances innovators might want to sell to you in the future. And oil is responsible for powering cars, trucks, ships, planes etc., not to mention backhoes, bullzoders, and cranes. And lots of manufacturing is very energy-intensive. Without ever-cheaper sources of energy, physical innovation is certainly still possible, but it just gets harder.

    This stagnation in energy technology almost certainly contributed to the productivity slowdown of the 1970s. The economist William Norhaus wrote a paper in 2004 breaking down productivity growth by industry, and looking at the timing relative to the oil shocks of the 70s. He concluded:

    The major result of this study is that the productivity slowdown of the 1970s has survived three dWhy didn’t bits fill the gap?ecades of scrutiny, conceptual refinements, and data revisions. The slowdown was primarily centered in those sectors that were most energy-intensive, were hardest hit by the energy shocks of the 1970s, and therefore had large output declines. In a sense, the energy shocks were the earthquake, and the industries with the largest slowdown were near the epicenter of the tectonic shifts in the economy.

    Why didn’t bits fill the gap?

    The next big question, then, is why “bits” innovation — computers, software, the internet, etc. — didn’t fully replace cheap energy in terms of driving productivity growth. In fact, it’s widely accepted that IT did drive the re-acceleration of productivity that began in the late 80s and continued through the early 00s.

    Economists John Fernald and Shanthi Ramnath find that this surge was basically all IT-driven:

    Industry-level data show a broad productivity resurgence that reflects both the production and the use of IT. The most IT-intensive industries experienced significantly larger productivity gains than other industries and a wide variety of econometric tests show a strong correlation between IT capital accumulation and labor productivity….[We] show that virtually all of the aggregate productivity acceleration can be traced to the industries that either produce IT or use IT most intensively, with essentially no contribution from the remaining industries that are less involved in the IT revolution.

    Some have argued that digital services are substantially undervalued in our economic production statistics. Free services generate consumer benefits without showing up in GDP, because GDP doesn’t measure the value of leisure time. This would be similar to what happens in health care, where improvements in health don’t show up in the amount of money people spend on care, and thus tend not to get recorded in productivity. But research by economist Chad Syverson suggests that this omission isn’t nearly big enough to account for the post-2004 productivity slowdown.

    Another possibility is that “atoms” innovation, unlike “bits” innovation, unlocks the potential for more extensive growth; instead of simply making us more efficient or more creative at using resources, physical innovation may allow us to gobble up more of the world around us. (As Tyler Cowen and Ben Southwood put it, “many scientific advances work through enabling a greater supply of labor, capital, and land, and those advances will be undervalued by a TFP metric”). A 2013 retrospective on productivity growth by Robert Shackleton of the Congressional Budget Office suggested:

    Finally, the sweep of the 20th century underlines the extent to which long-term TFP growth and economic growth in general have been influenced by the development of energy and transportation infrastructure suited to the expansion of suburbs.

    A third possibility is that physical technology is less “skill-biased” than IT, meaning that pretty much anyone can be a factory worker but only a few people can use computers productively and effectively. But there’s some evidence against this theory too.

    A fourth possibility is that IT simply touches less of our lives than energy does. Sure, lots of appliances run software now, and every business runs using the internet, but every physical object requires energy to make. Electricity and internal combustion might have just been even more general-purpose technologies than computers and software.

    And there could be other reasons. It’s well-known that computers and electricity both took a while to show up in the productivity statistics, as businesses learned how to use them effectively. The chain of transmission between technological innovation and productivity just isn’t well-understood.

    So it remains a mystery. But for whatever reason, “bits” innovation sometimes drives fast productivity growth, and sometimes doesn’t. Even when it’s changing the way we live and work, or altering the politics of whole societies, IT innovation doesn’t always raise our material standards of living at a rapid clip.

    Of course, that might change soon. Syverson, Erik Brynjolfsson, and Daniel Rock predict that artificial intelligence will supercharge another bump in productivity in the years to come. That will be awesome if it happens.

    But in the meantime, I’m even more optimistic about the productivity benefits of an entirely different technological revolution: New rapid progress in energy technology.

    Solar and storage to the rescue.

    The cost declines in solar and batteries — and to a lesser extent, in wind and other storage technologies — comprise a true technological revolution. Once again, I shall post the amazing graphs:

    Image1.thumb.png.a2f70bc0f3fa7f4d85607411eaa1e7ed.png

    Image2.thumb.jpeg.50047ec4eaaf845680c979277a9e695f.jpeg

    And there’s no end in sight to this revolution. New fundamental advances like solid state lithium-ion batteries and next-generation solar cells seem within reach, which will kick off another virtuous cycle of deployment, learning curves, and cost decreases.

    These technologies will, of course, make it far easier to fight climate change. And that itself is a form of future productivity, since climate change will probably cause big productivity losses if we don’t stop it. Also, the fact that solar and batteries are a far less finite resource than fossil fuels mean that they will allow industrial society to be sustained for much longer — another form of future productivity growth.

    But in addition to these future benefits, renewables and storage will do something else — something big. For the first time since the advent of oil, humanity might get a new source of cheaper, more plentiful energy. And that has the potential to drive productivity growth of the kind we’ve only rarely seen since the 1960s.

    The magic of cheap energy.

    With solar and wind now cheaper than fossil fuels in many areas, and still plunging in price, electricity is going to get cheaper. That’s going to enable a lot of cool things. For example, cheap, clean large-scale desalination. This would avert the fresh water shortages that loom over much of the world, and allow improvements in agriculture as well.

    Home appliances will also be easier to power; lots of people will be able to afford clothes dryers, air conditioning, and so on. Plenty of manufacturing industries use a lot of electricity; these will be able to produce more with the same amount of labor, so workers' wages will go up. Construction will become more efficient, allowing the cheap creation of denser suburbs (or more Jetsons towers, if we want them). Recycling, renovating buildings, cleaning up pollution, and all kinds of environmental work will get more affordable. Even the IT industry will benefit, since server farms will be able to do the world’s computing cheaply and cleanly. They can even mine more cryptocurrency.

    Coupled with cheap, energy-dense batteries, even more possibilities open up. No one wants to run a gasoline-powered robot housekeeper inside their home, but a battery-powered one would be fine. Better batteries would make electric cars quick and easy to charge and give them long range. Electric flight and electric shipping might make global trade and travel not just more environmentally friendly but actually cheaper. Drones will get much better too (though you can bet these will be used for military purposes as well as civilian ones). Even flying cars might become electric at some point.

    And nearly every one of these benefits is complementary to human brain power — it’s just as easy to drive an electric truck as a gas-powered one. That means energy tech won’t make workers worried about being replaced, like A.I. does. In fact, with the right institutions in place to make sure the productivity gains are shared equally, energy tech could reduce inequality.

    Of course, just as in the industrial revolution, the human world will have to make reforms and compromises and bold changes in order to take advantage of the revolution in energy technology. Building the suburbs was easy; allowing them to be rebuilt in a denser fashion will be politically harder. Faster transportation, new appliances, and improved industrial processes will always require their share of regulation, while increased resource use will have to be managed with care. Cheap energy doesn’t free the rest of society from the burden of smart rule-making.

    But it does grease the wheels of prosperity. One of the scariest scenarios for the 21st century is that of a zero-sum world, where low productivity growth convinces people that the only way to get rich is at someone else’s expense. That sort of dog-eat-dog world would see intensified conflict and political instability. But cheap energy, even more than other kinds of innovation, offers the potential for the world to return to the sort of positive, future-oriented, growth-oriented, win-win culture that we sometimes managed to achieve, in some places, during the 20th century.

    It’s the future we thought we had lost, but which we might finally get after all.

    https://noahpinion.substack.com/p/why-im-so-excited-about-solar-and

     

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    há 18 horas, Bedrock disse:

    Pois é, o post foi escrito a 13 de março quando na véspera tinha havido uma queda de -9.5% no S&P 500, mas depois a 16 de março houve uma queda de -12.0% ainda maior. 

    É sempre arriscado entrar num comboio que está sem freio num trajeto de bear market, porque nunca sabemos se a drawdow, que está em curso, já bateu no fundo e assim correspondente à máxima drawdown desse timing.

    Os mais avisados, entram quando já há alguma definição de uma reversão para uma trend em alta/upside, porque vale mais deixar de captar retornos positivos (lucros) da fase inicial da trend em alta do que captar retornos negativos (perdas) na última fase da trend em baixa/downside, porque normalmente a pendente do sobre afundanço do downside é mais acentuada que a pendente do upside de reversão, para além da questão matemática desequilibrada entre % de perdas e % de lucros, pois um ganho de 10% não anula uma perda de 10% (perdas de 50% => ganhos de 100% para se atingir o break even).

    Daí que, reforçar sempre que se pode é o ideal, e ter em mente o que é um "saldo" para o investidor, se para mim uma queda de um fundo de 10% é um saldo e fico satisfeito em reforçar nessa altura, há sempre quem não o considere um bom saldo e fique à espera de uma queda de 20% ( que pode nem acontecer ), eu quando vou às lojas aos saldos se comprar a 30% de desconto arrisco que na semana a seguir o mesmo produto esteja com desconto de 50%, é o meu custo de oportunidade.

    Não há adivinhação nestas coisas 😁 

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    há 52 minutos, D@vid disse:

    Daí que, reforçar sempre que se pode é o ideal, e ter em mente o que é um "saldo" para o investidor, se para mim uma queda de um fundo de 10% é um saldo e fico satisfeito em reforçar nessa altura, há sempre quem não o considere um bom saldo e fique à espera de uma queda de 20% ( que pode nem acontecer ), eu quando vou às lojas aos saldos se comprar a 30% de desconto arrisco que na semana a seguir o mesmo produto esteja com desconto de 50%, é o meu custo de oportunidade.

    Não há adivinhação nestas coisas 😁 

    Por definição, no longo prazo, o negócio acionista mais lucrativo será escolher, maioritariamente, FI/ETFs do género all weather e ser um investidor do tipo all timing investing, pois os ativos com uma volatilidade <=média tomam menos perdas, aliado ao facto do acumulado do timing com retornos positivos superar o timing com os retornos negativos (perdas), faz com que o mercado acionista acabe sempre por capitalizar positivamente o nosso capital, sendo tanto mais otimizado quanto mais se controlarem as perdas e se procederem a maiores reforços de capital nas alturas das maiores perdas. 

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    O melhor e o pior do ano. 
    1 ano e dois meses que comecei a investir. 
    E já apanhei um grande susto em Março!! Mas mantive me firme! 💪🏻💪🏻💪🏻
    Aproveito já para desejar boas festas a todos, não escrevo muitas vezes, mas acompanho todos os posts e tento reter ao máximo toda a informação. 
    Boas festas 🎄 

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    há 5 minutos, pge disse:

    Eu agora compro e vendo ao domingo á noite assim evito indecisões de 2a feira. 😁

    As bonds vão aguentar isto :)

    Se falas de fundos...não vale muito isso, as compras são feitas a valores desconhecidos, podes nem apanhar uma queda nem uma subida.

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