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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 1 hora, Virtua disse:

    Alguém sabe se os fundos da square com o que saiu agora no Best (PTSQUGHM0007) são UCITS?

    Tenho curiosidade em saber e vou pesquisar mas se alguém já souber de antemão agradeço a info!!

    A Square é uma Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Colectivo, não diria que sejam OICVM mas sim OIC? não faço a mínima...

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    A 16/11/2020 às 16:06, 5coroas disse:

    Houve muitas transações, logo a informação pretendida não me compensa a trabalheira. Vou ter que me contentar em ficar a saber apenas quanto é que por mês/ano ganhei/perdi em euros. Obrigado.

    Olá,

    Suponho que há algo que me está a escapar, mas fica a pergunta à mesma:

    Relativamente a esta questão, porque não usar a XIRR? É o que eu uso para os meus investimentos, com as datas de entradas e saídas e os respectivos valores. 

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    Alguns gráficos abaixo, para o reset de certas mentes, referentes a fluxos de mutual funds e ETFs nos EUA (domestic) e fora dos EUA (international) de ações, ao longo dos anos até setembro de 2020.

    Convém lembrar que a grande maioria dos estudos e papers publicados sobre FI e ETFs de ações são relativos ao mercado dos EUA, havendo muita gente que esquece esse grande pormenor, que são as bases de dados serem só dos EUA, e extrapolam as conclusões desses estudos (domésticos = EUA) para o resto do mundo (internacional), o que é um erro brutal a todos os níveis, pois, por vezes, as conclusões sobre os mercados fora dos EUA podem ser contrárias a esses estudos do mercado dos EUA.

    Capturar1.PNG

    Capturar2.PNG

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    Editado por Bedrock
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    há 12 horas, D@vid disse:

    Visões out of the box tens as do Saxo Bank.

    Para 2020 tiveste algumas interessantes: https://www.home.saxo/insights/news-and-research/thought-leadership/outrageous-predictions

    O @D@vid ao fazer a associação depreciativa de visões "out of the box" com o Outlook para 2020 do Saxo Bank, teve uma visão parecida com aqueles que dizem que os políticos e os banqueiros são uma corja de corruptos, só porque temos alguns maus exemplos de topo como o José Sócrates e o Ricardo Salgado. Este tipo de "visões" generalistas enviesadas que pegam só nos maus exemplos e, propositadamente, esquecem-se do resto da amostra, que inclui os bons exemplos, não são intelectualmente sérias e só contribuem para o imobilismo do status quo existente. Ou seja, ao não se fazer a triagem entre os corruptos e os não corruptos, tal "visão" só vai perpetuar no tempo o fenómeno da corrupção, em vez de o solucionar.  

    É fácil ser um user que se esconde por detrás da cortina do politicamente correto/visões "in the box" ou ser um user virtual que não arrisca com realidades futuras, ou seja, não dá previamente o peito às balas, andando sempre vestido com o colete à prova de bala, mesmo em tempos de calmaria. Ainda bem que estas pessoas não são meteorologistas, senão também não tínhamos nenhumas previsões meteorológicas, e o mais engraçado é que algumas dessas pessoas até estudaram e estudam as ciências económicas "meteorológicas", ou seja, têm a carta de condução mas não pegam no carro só com o medo de poderem ter uma batida qualquer. Andar na estrada a conduzir um carro é um processo sempre arriscado, mas dentro do carro estacionado na garagem, o risco já é quase nulo.

    Uma coisa é falar de toiros no conforto do sofá, outra coisa é ter coragem de entrar na arena e "falar" com eles em pontas.

    Editado por Bedrock
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    há 12 horas, DAMP disse:

    Olá,

    Suponho que há algo que me está a escapar, mas fica a pergunta à mesma:

    Relativamente a esta questão, porque não usar a XIRR? É o que eu uso para os meus investimentos, com as datas de entradas e saídas e os respectivos valores. 

    Não conhecia essa função. Cada entrada de capital (subscrição inicial e reforços) terá que ser lançada individualmente, assim como a sua correspondente saída, correcto? Ou seja se num Fundo fizeste 10 reforços, terás que preencher 10 linhas do excel? Haverá algum limite máximo de linhas?

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    Pegando no assunto da Square do @Virtua, esta luta de titãs entre os dois fundos:

    Rentabilidade a 1 semana:

    CA Património Crescente: +0,06%

    Property Real Estate: +0,04%

    De dizer que o CA tem " só" 827M de carteira ( soma entre classe A e B ) que faz dele o maior fundo de investimento em Portugal, e o Property 7M ( soma entre classe A e B )

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    Eu também me meti no Property Real Estate, vamos ver se tem rentabilidades semelhantes ao irmão.
    Ainda andei a namorar os fundos da corum, tem aspetos muito interessantes, mas a taxa de subscrição e o facto de ter de criar um registo noutra entidade enibiram-me para já de aderir.

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    há 22 minutos, dfserra disse:

    Eu também me meti no Property Real Estate, vamos ver se tem rentabilidades semelhantes ao irmão.
    Ainda andei a namorar os fundos da corum, tem aspetos muito interessantes, mas a taxa de subscrição e o facto de ter de criar um registo noutra entidade enibiram-me para já de aderir.

    Não estou bem dentro dos fundos da Corum, mas aquilo que percebo é que são de distribuição, têm taxas médias de 5% mas com distribuição e para mim é um factor eliminatório, assim como o facto de investirem também imóveis fora de Portugal, ( apesar de que a Square também o poderá fazer mas pelo que vi até hoje nunca foram por aí ).

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    há 11 horas, DAMP disse:

    O que eu faço é para cada "activo" (acção, fundo,  P2P...), mantenho na mesma coluna. Portanto tenho uma coluna com as datas e outra com as entradas e saídas. Portanto é tudo como disseste, excepto que eu não faço a "correspondente saída", é tudo na mesma coluna.

    Para facilitar as contas para efeitos tributários, tenho à parte o número de UPs para cada entrada ou saída. Por causa do FIFO. Mas não sei se há uma maneira melhor na verdade.

     

    De referir que uso o excel do @Rick Lusitano, retirado do seu site: https://financialawarenessforall.wordpress.com/extras/. Todos os créditos são-lhe devidos :)

     

    Antes de começar a explorar o excel, para evitar tempo perdido, diz-me se com ele consegues ficar a saber a taxa de rentabilidade anual da totalidade dos teus investimentos? 

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    Sim, eu uso para tirar a XIRR: "XIRR stands for Extended Internal Rate of Return is a method used to calculate returns on investments where there are multiple transactions happening at different times".

     

    Basicamente é colocar entradas e saídas, e o valor presente do investimento, e calcula a taxa interna anual de rentabilidade

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    O facto dos fundos da Corum investirem fora de Portugal é para mim uma grande mais valia.
    Os fundos nacionais investem praticamente só em Portugal o que não permite diversificar o risco nem aproveitar oportunidades noutros países.
    Sim, ambos os fundos da corum são de distribuição, ou quase. Os fundos distribuem a totalidade dos rendimentos das rendas, as rentabilidades dessas distribuições para portugueses ten sido desde o início (7 anos) 5 e tal por cento anual. Também prefiro fundos sem distribuição, mas acho que um dos sucessos destes fundos é fazerem distribuições mensais, é como ter um imóvel arrendado. Fiscalmente não é o melhor, mas a malta gosta!

    Para além disso todos os anos pode ser revista o que chamam valor da ação, que tem a ver com a valorização do património, nem todos os anos aumenta, mas tem tido aumentos médios acima de 1%, pelo que a rentabilidade real destes fundos anda acima de 6%, o que é muito bom para um fundo imobiliário.
    O fundo Corum XL investe também fora da zona euro para aproveitar oportunidades noutros paises e ganhos com as diferenças de câmbio. Por exemplo, como eles consideram que a libra vai no futuro valorizar, eles tem investido uma parte relevante em inglaterra. O fundo XL tem como objetivo uma rentabilidade anual não garantida de 5% e 10% a 10 anos mesmo levando em conta a comissão de subscrição. O objetivo anual tem sido atingido, o objetivo a 10 anos é que tenho mais dúvidas, mas ainda faltam 7 anos!
    Os 2 fundos em conjunto creio que já passam os 3 000 milhões de euros.
    Como estamos perante uma gestora francesa, a legislação é diferente. Por exemplo os resgates são feitos a qualquer momento em poucos dias, desde que haja dinheiro disponível.
    A transparência e a comunicação parecem bastante melhores do que as gestoras nacionais.
    Mas o pior, é a comissão de subscrição, que na realidade é uma comissão de resgate de 12%! O curioso é que apesar desta comissão os fundos tem tido bastante sucesso.
    Pessoalmente acho que apenas tem interesse o fundo XL, tem mais risco mas com um potencial maior, para menos risco fico com os fundos imobiliários portugueses.
    E pronto, não tenho comissão de nada, mas pode ser que isto ajude a estimular a gestão dos fundos imobiliários nacionais.

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    há 11 horas, DAMP disse:

    Sim, eu uso para tirar a XIRR: "XIRR stands for Extended Internal Rate of Return is a method used to calculate returns on investments where there are multiple transactions happening at different times".

     

    Basicamente é colocar entradas e saídas, e o valor presente do investimento, e calcula a taxa interna anual de rentabilidade

    Mas diz-te por exemplo a rentabilidade em 2017 foi x, em 2018 foi y, etc? É que não estou a ver na tabela este tipo de informação.

    há 10 horas, milz disse:

    @5coroas eu tenho usado o Portfolio Performance (opensource) que faz as contas por mim.

    Sim, tens de por registar todos os movimentos (compras e vendas), mas vale bem a pena pela informação que consegues retirar daqui. Desde fazer os cálculos da rentabilidade (desde sempre e anual), a teres gráficos de Return/Volatlity do teu portfólio até poderes introduzir todos os fundos e ir buscar o valor da UP automaticamente (consegue ler valores de tabelas HTML, pelo que basta encontrar o fundo no investing.com e já está).

    Podem ter mais info neste artigo ou neste vídeo de demonstração (ainda que seja em alemão, dá para ter uma percepção das funcionalidades).

    Eu usava o portfolio da Morningstar, até que cheguei ao limite máximos de fundos que podia introduzir; será que esse Portfolio Performance também não terá esta limitação. E será que no Investing.com ainda se encontram fundos que já foram liquidados ou fundidos?

    Editado por 5coroas
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    há 1 hora, 5coroas disse:

    Mas diz-te por exemplo a rentabilidade em 2017 foi x, em 2018 foi y, etc? É que não estou a ver na tabela este tipo de informação.

     

    Eu diria que sim, é só adaptares a fórmula para incluir apenas movimentos nos anos que queres. 

    Tipo fora da tabela, pões lá umas células com o ano e a rentabilidade em cada ano, adaptando as células incluídas no cálculo da xirr. E também uma célula com o valor no final do ano. 

    Mas sim, não vem automático, tens que ser tu a fazer. Mas não dá assim tanto trabalho.

    Editado por DAMP
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    há 11 horas, milz disse:

    @5coroas eu tenho usado o Portfolio Performance (opensource) que faz as contas por mim.

    Sim, tens de por registar todos os movimentos (compras e vendas), mas vale bem a pena pela informação que consegues retirar daqui. Desde fazer os cálculos da rentabilidade (desde sempre e anual), a teres gráficos de Return/Volatlity do teu portfólio até poderes introduzir todos os fundos e ir buscar o valor da UP automaticamente (consegue ler valores de tabelas HTML, pelo que basta encontrar o fundo no investing.com e já está).

    Podem ter mais info neste artigo ou neste vídeo de demonstração (ainda que seja em alemão, dá para ter uma percepção das funcionalidades).

    Quando adicionas um fundo que não está listado, vais a "cotações históricas" - "tabela de um site" e depois o que metes no "feed do url" ?

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    há 16 horas, master-chief disse:

    Isto também se aplica aos fundos?

    65ytryrt.JPG

    Fundos estrangeiros são tributados autónomamente , fundos portugueses se quiseres declarar são englobados.

    Vê a partir da página 5 do guia fiscal da  primeira página.

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    há 1 hora, 5coroas disse:

    Eu usava o portfolio da Morningstar, até que cheguei ao limite máximos de fundos que podia introduzir; será que esse Portfolio Performance também não terá esta limitação. E será que no Investing.com ainda se encontram fundos que já foram liquidados ou fundidos?

    Não tens essa limitação porque é uma aplicação que descarregas e instalas no teu PC (suporte para Windows e Linus) / Mac, pelo que podes ter quantos fundos quiseres. O que te pode acontecer é se fizeres track de 1000 fundos, a aplicação demorar algum tempo a carregar, porque os dados são guardados num ficheiro XML.

    Sobre fundos que sejam fundidos ou liquidados, acredito que os valores das UPs dos fundos exista algures em algum site (se não for no investing, que seja no FT ou outro site qualquer).

     

    há 11 minutos, pge disse:

    Quando adicionas um fundo que não está listado, vais a "cotações históricas" - "tabela de um site" e depois o que metes no "feed do url" ?

    Sim, é isso mesmo. Por exemplo para o CA Património Crescente basta usar este URL e voilá, as cotações são carregadas para a plataforma de forma automática.

    A aplicação é gratuita e todas as funcionalidades estão disponíveis (não existe nenhum modelo de "freemium", em que tenhas de pagar para ter mais funcionalidades). Não é a coisa mais intuitiva, mas é bastante poderosa.

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    há 12 horas, dfserra disse:

    O facto dos fundos da Corum investirem fora de Portugal é para mim uma grande mais valia.
    Os fundos nacionais investem praticamente só em Portugal o que não permite diversificar o risco nem aproveitar oportunidades noutros países.
    Sim, ambos os fundos da corum são de distribuição, ou quase. Os fundos distribuem a totalidade dos rendimentos das rendas, as rentabilidades dessas distribuições para portugueses ten sido desde o início (7 anos) 5 e tal por cento anual. Também prefiro fundos sem distribuição, mas acho que um dos sucessos destes fundos é fazerem distribuições mensais, é como ter um imóvel arrendado. Fiscalmente não é o melhor, mas a malta gosta!

    Para além disso todos os anos pode ser revista o que chamam valor da ação, que tem a ver com a valorização do património, nem todos os anos aumenta, mas tem tido aumentos médios acima de 1%, pelo que a rentabilidade real destes fundos anda acima de 6%, o que é muito bom para um fundo imobiliário.
    O fundo Corum XL investe também fora da zona euro para aproveitar oportunidades noutros paises e ganhos com as diferenças de câmbio. Por exemplo, como eles consideram que a libra vai no futuro valorizar, eles tem investido uma parte relevante em inglaterra. O fundo XL tem como objetivo uma rentabilidade anual não garantida de 5% e 10% a 10 anos mesmo levando em conta a comissão de subscrição. O objetivo anual tem sido atingido, o objetivo a 10 anos é que tenho mais dúvidas, mas ainda faltam 7 anos!
    Os 2 fundos em conjunto creio que já passam os 3 000 milhões de euros.
    Como estamos perante uma gestora francesa, a legislação é diferente. Por exemplo os resgates são feitos a qualquer momento em poucos dias, desde que haja dinheiro disponível.
    A transparência e a comunicação parecem bastante melhores do que as gestoras nacionais.
    Mas o pior, é a comissão de subscrição, que na realidade é uma comissão de resgate de 12%! O curioso é que apesar desta comissão os fundos tem tido bastante sucesso.
    Pessoalmente acho que apenas tem interesse o fundo XL, tem mais risco mas com um potencial maior, para menos risco fico com os fundos imobiliários portugueses.
    E pronto, não tenho comissão de nada, mas pode ser que isto ajude a estimular a gestão dos fundos imobiliários nacionais.

    De tudo o que disseste só acho mesmo interessante os resgates, a legislação portuguesa é mais rígida nas janelas de resgates, de resto pessoalmente não gosto muito do investimento fora, parece quase uma espécie de P2P, essa comissão de subscrição de 12% parece-me absurda, ora se há pessoal que fica todo chateado com um comissão de 1% em alguns fundos como é possivel aceitarem 12%?? E a comissão de gestão é de quanto? As próprias avaliações prefiro as da Square que são feitas de 6 em 6meses...

    É apenas opinião minha obviamente, mas não consigo olhar bem para um fundo imobiliário com essas características que têm na Corum, e quanto é bom mínimo de subscrição?

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    há 16 minutos, milz disse:

    Sim, é isso mesmo. Por exemplo para o CA Património Crescente basta usar este URL e voilá, as cotações são carregadas para a plataforma de forma automática.

    A aplicação é gratuita e todas as funcionalidades estão disponíveis (não existe nenhum modelo de "freemium", em que tenhas de pagar para ter mais funcionalidades). Não é a coisa mais intuitiva, mas é bastante poderosa.

    Muito porreiro, mas isto actualiza automaticamente as cotações ou tenho de fazer alguma actualização?

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    há 3 horas, pge disse:

    Muito porreiro, mas isto actualiza automaticamente as cotações ou tenho de fazer alguma actualização?

    Atualiza automaticamente de X em X horas, desde que tenhas a aplicação aberta. Podes também "forçar" a atualização através do menu "Online" » "Update Quotes". Tendo em conta que a maioria dos sites que mostram o valor das UPs apresenta os últimos 7 dias, não precisas de ter a aplicação sempre aberta, basta que a executes a cada 6-7 dias.

    Existem fundos onde a aplicação carrega logo o histórico todo. Para os que não carrega, o que faço para ter o histórico total é pesquisar os valores desde o início do fundo (no investing.com ou noutro site que tenha uma tabela com o histórico), guardo para CSV e carrego na aplicação. A partir daí, funciono com o update online e não faço mais nada.

    Uma nota final para dizer que o Portfolio Performance também suporta ETFs ou stocks, pelo que não é especifico de fundos. E aplica-se a mesma lógica de, em alguns casos (ie: IWDA), assim que o ETF é adicionado o histórico é logo carregado (e nestes casos nem é preciso definir o site onde se obtem a cotação.

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    FDA Authorizes Regeneron’s Covid-19 Antibody Cocktail Drug.

    Há cerca de 1 mês falei nesta droga da biotecnológica Regeneron, que é um cocktail bioquímico de anticorpos contra o Covid-19, que já foi experimentado com sucesso no Trump e constitui atualmente  a  droga com melhores resultados de estimulação do sistema imunitário e de mitigação dos efeitos nefastos do Covid-19, especialmente nos casos mais graves da doença. 

    Ontem (sábado) a FDA aprovou esta droga e não tarda a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) deve também aprová-la, sendo que esta droga já deixou de ser uma promessa e passou para a fase de certeza terapêutica, continuando a ser válida a sua utilização mesmo depois de aparecerem as vacinas.

    Esta droga vai alavancar com toda a certeza as receitas da Regeneron, que já é uma das biotecnológicas de top dos EUA, mas se a esse aumento de receitas, supostamente continuado durante o próximo ano, irá corresponder, como era lógico, uma tendência de subida da cotação das suas ações, isso o mercado é que nos vai dizer, mas eu também acho que há uma maior probabilidade de se ganhar dinheiro em 2021 com a Regeneron/biotecnológicas/farmacêuticas do que com o Euromilhões, pois sempre há mais lógica no mercado acionista do que na espécie de random walk do Euromilhões.

    https://www.wsj.com/articles/fda-authorizes-regenerons-covid-19-antibody-cocktail-drug-11606007526

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    Ser fora não tem nada de P2P, por certo que há paises mnelhores do que Portugal para o investimento imobiliário, eles tem apenas apostado em paises desenvolvidos, e se um pais entrar em crise tem pouco impacto no fundo.

    Creio que a comissão de gestão é de 1,3%, creio que fica inferior à square para este nível de rentabilidade visto que a comissão da square depende da rentabilidade, ou seja, não há aqui grandes diferenças.

    Eles apresentam relatórios trimestrais mas vão emitindo outros comunicados.
    Como disse, sabe-se quais os edifícios, arrendatários, rendas, fotografias...
    O mínimo é cerca de 1000 euros para o fundo original e 200 para o fundo XL.

    Comparando o CA património crescente com o Corum a 8 anos, o Corum tem tido uma rentabilidade cerca de 2% a cima, e espectavelmente o XL deveria ainda ser melhor mas para já ainda é apenas uma promessa.
    Para mim o grande problema é a comissão de resgate. provavelmente compensa para um investimento a vários anos (mais de 6), mas psicologicamente não é fácil, ainda para mais que rentabilidades passadas não representam rentabilidades futuras.

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