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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 2 minutos, USD disse:

    Já tive e resgatei fundos nacionais no novo Banco. No resgate o imposto já estava incluído.

    P.S. Sendo fundos nacionais não tive que os declarar na declaração de IRS para efeitos de mais valias. Creio que o resgate foi em 2016

    exatamente, eu também já resgatei anteriormente e não me lembro destas taxas.

    estou sem saber muito bem o que é e o que fazer, ver se amanha ligo para eles ainda é muito dinheiro não tem logica estarem a cobrar impostos se não tem comissão de resgate 

    resgatei também na empresa e até ver ainda não descontaram estes impostos na empresa .

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    Os regastes na CGD, a fundos nacionais, se tiver mais-valias, é logo retido o imposto de irs, a chamada taxa liberatoria de 28%, que isenta a necessidade de declarar o movimento na declaração de IRS, a não ser que se opte pelo englobamento. 

    Então mas estar a chorar 1000eur de irs é um contrasenso, porque isso significa que teve mais de 3500eur de mais-valias! Devia era estar a festejar, homem! 😁

     

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    há 3 minutos, Patanisca disse:

    Os regastes na CGD, a fundos nacionais, se tiver mais-valias, é logo retido o imposto de irs, a chamada taxa liberatoria de 28%, que isenta a necessidade de declarar o movimento na declaração de IRS, a não ser que se opte pelo englobamento. 

    Então mas estar a chorar 1000eur de irs é um contrasenso, porque isso significa que teve mais de 3500eur de mais-valias! Devia era estar a festejar, homem! 😁

     

    deixa ver o que eles dizem amanha, mas se for IRS então vou festejar já amanhã :) Na conta da empresa com alguns fundos iguais não me retiraram nada até ao momento.

    Só estou é achar estranho porque sempre tive o cuidado de ter fundos sem comissão de resgate, a verdade é que sou lerdo neste especto... e custa a ver o dinheiro a ser descontado 

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    há 3 minutos, tokage disse:

    deixa ver o que eles dizem amanha, mas se for IRS então vou festejar já amanhã :) Na conta da empresa com alguns fundos iguais não me retiraram nada até ao momento.

    Só estou é achar estranho porque sempre tive o cuidado de ter fundos sem comissão de resgate, a verdade é que sou lerdo neste especto... e custa a ver o dinheiro a ser descontado 

    Isso é da taxa liberatoria. Tambem resgatei recentemente o NB Rendimento Plus mas no Best e retiraram os 28% sobre as mais valias (fiz as contas e bate certo), a descrição é exactamente a mesma "IR retido NB Rendimento Plus".

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    Dado que assume que é ignorante na matéria, não pode ser tão taxativo a assumir o erro de outros e difamar.

    Uma coisa são comissões de resgate, outra coisa são impostos. IRS ou IR retido.

    Após 30 de Junho de 2015:

    - Em fundos domiciliados em Portugal obtidos por sujeitos passivos de IRS nacionais, se houver mais-valia, na altura da venda é logo feita a retenção na fonte de 28%. Depois já não é obrigado a declarar na declaração de IRS. Mas se tiver menos-valias, poderá declarar para abater a mais-valias.

    - Em fundos estrangeiros, se houver mais-valia, na altura da venda não é feita a retenção na fonte de 28%. Depois é obrigado a declarar na declaração de IRS.

     

    Em caso de dúvida, o Google sabe tudo!

    https://www.rankia.pt/fundos-de-investimento/fiscalidade-dos-fundos-investimento/

    Editado por niceboy
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    Rick Lusitano
    há 1 hora, tokage disse:

    Boa noite, precisava de ajuda de alguém intendido na matéria pois acho que estou a ser roubado pelo banco.

     

    Mandei resgatar todos os fundos e agora estão a cobrar um imposto chamado IR RETIDO S/ FUNDO DE INVESTIMENTO.. 

    Cada fundo que resgatei tem este imposto, já tive a verificar na ficha de comercialização dos fundos e não teem comissão de resgate ( neste caso estou a falar no novo banco

     

    desde já agradeço a quem me poder ajudar, obrigado

    A designação interna do NB "IR RETIDO S/ FUNDO DE INVESTIMENTO" é semelhante a outras do mesmo banco em outros produtos financeiros, e que indicia a retenção de Imposto sobre o Rendimento, à uma taxa liberatória consoante a natureza do contribuinte, e referente a Fundos de Investimento.

    Acontece a retenção à taxa liberatória em juros, dividendos, regastes de Fundos de Investimento Nacionais (fundos com domicílio em Portugal). Em fundos com domicilio fora de Portugal não há lugar a retenção de impostos aquando os resgates.

    Podes confirmar o domicilio dos fundos pelo ISIN, PT = Portugal, IE = Irlanda, LU = Luxemburgo, GB = Reino Unido, FR = França, etc.

    Para serem retiradas comissões e possíveis impostos sobre as comissões (IVA), deverão estar mencionados no extracto com a indicação no descritivo e os valores em causa.

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    Rick Lusitano
    há 31 minutos, tokage disse:

    exatamente, eu também já resgatei anteriormente e não me lembro destas taxas.

    estou sem saber muito bem o que é e o que fazer, ver se amanha ligo para eles ainda é muito dinheiro não tem logica estarem a cobrar impostos se não tem comissão de resgate 

    resgatei também na empresa e até ver ainda não descontaram estes impostos na empresa .

    O que tem a ver impostos retidos à taxa liberatória com comissões de resgate? São coisas à parte. Enganaste foi no "ladrão", a AT/Governo. :)

    Nos depósitos a prazo também são retidos impostos e não há comissões de resgate. ;)

     

     

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    Rick Lusitano

    Sobre a tributação dos FI:

     

    Tributação de Organismos de Investimento Coletivo (OIC) e a clarificação da Administração Tributária

    21/10/2020

    https://pt.fundspeople.com/news/tributacao-de-organismos-de-investimento-coletivo-oic-e-a-clarificacao-da-administracao-tributaria

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    há 11 horas, tokage disse:

    sim são todos do novo banco e portugueses, eu como já tinha resgatado antes e não tinha dado conta estou a achar estranho.

    Não me diz que é IRS só fala IR retido e o nome do fundo, é que no total estão a limpar 1000 euros ou mais, é normal descontarem o IRS quando se faz o resgate

     

    Como já tiveram a oportunidade de dizer, sim, a partir de Julho de 2015 a lei alterou nos fundos de investimento em Portugal, os fundos estrangeiros passaram a serem líquidos mas com obrigatoriedade de declarar no IRS e os fundos portugueses passaram a ter a retenção à cabeça sem obrigatoriedade de serem declarados.

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    P2P Money Maker
    há 12 horas, Rick Lusitano disse:

    Sobre a tributação dos FI:

     

    Tributação de Organismos de Investimento Coletivo (OIC) e a clarificação da Administração Tributária

    21/10/2020

    https://pt.fundspeople.com/news/tributacao-de-organismos-de-investimento-coletivo-oic-e-a-clarificacao-da-administracao-tributaria

    isto quase pedia criação de um OIC para gestão do próprio património imobiliário (OIC Fechado). Não fosse a CMVM e suas, legitimas, obrigatoriedades e consequentes gastos

    Editado por P2P Money Maker
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    Epic S&P 500 Rally Is Powered by Assets You Can’t See or Touch.   Sarah Ponczek  1 day ago

    O artigo é extenso mas é muito interessante, pois faz muito bem a radiografia da mudança de sociedade que estamos a viver, em que os ativos intangíveis de propriedade intelectual, na esperança de grandes retornos futuros, o mercado, em antecipação, está a hipervalorizar esses ativos em relação aos ativos tangíveis físicos como sejam as empresas industriais tradicionais com uma componente operária mais ou menos elevada. 

    O Covid-19 veio acelerar esta mudança de paradigma da sociedade, sociedade esta cujo mercado acionista valoriza cada vez menos as empresas e os recursos humanos de produção física utilitária para os consumidores, em favor da hipervalorização desproporcional dos ativos de empresas de propriedade intelectual diferenciadoras qualitativamente mas que em termos quantitativos existe ainda uma grande componente virtual que o futuro se encarregará de traduzir numa determinada componente física com mais ou menos desfasamento da estimativa virtual prévia.

    O disparo bolsista das maiores tecnológicas americanas tem uma grande componente virtual de antecipação do futuro, e as bolhas não se alimentam nem estouram por ação de componentes reais físicas mas sim por componentes com uma grande percentagem de virtualidades intangíveis. Do funcionamento atual do mercado acionista americano, os mais prejudicados são os operários e os trabalhadores em geral e os mais favorecidos são uma ínfima parte dos mais ricos que assim se estão a tornar cada vez mais ricos, e, tal como no mercado, se uns estão mais ricos é porque outros estão relativamente mais pobres.

    Os operários e trabalhadores em geral, ao constituírem a maior fatia do consumo, são eles próprios que estão a alimentar os mais ricos que os estão a prejudicar. Ou seja, é a uma espécie de escravatura dos tempos modernos. Como é que 1% da população domina os restantes 99 %? Antigamente, quem ganhava as guerras era quem tinha mais soldados e alguma tecnologia inovadora de poder de fogo, agora os soldados/trabalhadores têm pouca relevância e o poder de fogo, atualmente, designa-se por capitalização bolsista e a subjacente manipulação da política monetária que a suporta. É um mundo ao contrário: componentes virtuais a dominarem as componentes reais de produção. Ou seja, é o contrário da revolução industrial e da economia real.

    Será que este tipo de processo económico-financeiro e monetário em curso tem futuro? Eu acho que não, porque nunca acreditei muito em componentes virtuais, acredito sim nas ciências exatas, porque essas não têm discussão possível nem alternativas, pois elas próprias são as soluções e as alternativas, pena a economia não ser uma ciência 100 % exata, ou vá lá .. que se aproximasse mais da atual ciência meteorológica para-exata.

    https://www.msn.com/en-us/money/markets/epic-s-p-500-rally-is-powered-by-assets-you-can-t-see-or-touch/ar-BB1afAVi

    Editado por Bedrock
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    Rick Lusitano
    há 4 horas, P2P Money Maker disse:

    isto quase pedia criação de um OIC para gestão do próprio património imobiliário (OIC Fechado). Não fosse a CMVM e suas, legitimas, obrigatoriedades e consequentes gastos

    Ou uma estrutura legal similar para todos tipos de activos, para fazer uma gestão fiscal mais optimizada (de forma legal). ;)

    Recordas-te o que o Sterling (o profissional financeiro com mais 1 milhão de EUR investidos em P2P) fez para os seus investimentos, criou uma estrutura legal no UK, apesar de estar na China a trabalhar.

    Há outros que fazem isso, tanto em Portugal como em outros países da Zona Euro. Nem precisam de ter 1 milhão de EUR. ;)

     

     

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    Felizmente que o meu amigo@Zylmaster voltou ao tópico, eu até cheguei a pensar que lhe tida acontecido algo de mal, mas pelos vistos, mesmo que tivesse estado em quarentena, aliás quinzena, por causa do Covid-19, agora que ele retornou, dá para ver que voltou cheio de ATP/energia mitocondrial para continuar a pôr votos negativos, mas sem apresentar contraditórios técnicos positivos, ou melhor, a sua cabecinha ainda não apresentou nada de técnico ... deve estar à espera dos resultados de evidência científica, entretanto, tal como no Covid-19, em que a evidência científica tarda em aparecer, as pessoas vão morrendo, por vezes, sem se saber verdadeiramente as causas, e aqui o pessoal do tópico continua privado do overflow de sabedoria por parte do amigo Zylmaster. É uma pena ele não partilhar com a malta os seus insights sobre a saúde e os mercados, tanto mais que eu acho que os mercados acionistas estão bastante doentes no que diz respeito à sua função de origem e vocação.

    Os mercados já apanharam o Covid financeiro há bastante tempo e  tal como o laboratório chinês, que perdeu o controlo do vírus, o "laboratório" da política monetária da Fed também perdeu o controlo da economia, tornando-se refém das suas criações de expansão monetária não suportadas pela economia real/sistema imunitário. Agora a Fed começa a não ter munições/antibióticos alternativos para mitigar os problemas recorrentes da economia, motivados pelos microorganismos multirresistentes induzidos pelo "laboratório" da Fed com receitas mal calibradas da sua política monetária. Ou seja, o criador tornou-se refém das suas criações e agora encontra-se num beco apertado e sem saída. Foi o que aconteceu com uso abusivo e generalizado dos antibióticos, que implicou a criação de bactérias multirresistentes.

    Só é pena que a política monetária da Fed não afete de igual modo todos os cidadãos, como acontece com o Covid-19 e as bactérias multirresistentes, mas infelizmente os mais ricos têm um "sistema imunitário" fortalecido e alavancado à custa da enfraquecida e frágil resposta imunitária dos mais pobres, por isso é que os mais ricos estão cada vez mais ricos e os pobres relativamente mais pobres. 

    Saúde e bons negócios para o Zylmaster e para todos nós. 

    Editado por Bedrock
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    Morgan Housel on Greed and Fear, Frugality and Paranoia.  By Lauren Foster

    Este Morgan Housel, por aquilo que diz e escreve sobre mercados acionistas, é sem dúvida uma mente brilhante. O presente post é um dos melhores que já li, revelando uma concentração de saber objetivo sobre a subjetividade do processo comportamental do investimento, que só está ao alcance daquela gente que é capaz de olhar por cima dos ombros de um gigante, e assim ver o que está para além da linha de horizonte normal. 

    Frase de Napoleão, inserida no artigo abaixo, que se aplica cabalmente ao comportamento emocional dos investidores nos mercados acionistas: “Um génio é o homem que pode fazer coisas comuns quando todos os outros ao seu redor estão perdendo a cabeça”.

    Morgan Housel’s highly anticipated new book, The Psychology of Money, opens with a quote from Arthur Conan Doyle’s Sherlock Holmes:

    “The world is full of obvious things which nobody by any chance ever observes.”

    It is a fitting introduction to a work from the Sherlock Holmes of financial writing.

    Like the famous fictional detective, Housel observes seemingly obvious things about human behavior. Just in his case, he applies these observations to solving mysteries about investing, not crimes.

    “Investing is not the study of finance,” he explained in “The Psychology of Money,” a recent CFA Institute webinar moderated by Blair duQuesnay, CFA. “Investing is the study of how people behave with money.”

    Beware Greed and Fear

    Housel’s fascination with understanding and applying human behavior to investing— what we now think of as behavioral finance — began when he first started writing about finance full time in 2007. It was auspicious timing: The global financial markets and banking system were under extreme stress. The following year, in September 2008, Lehman Brothers collapsed and almost brought the global financial system down with it.

    The effects of the global financial crisis (GFC) would be felt for years to come and spurred many questions.

    “Almost everything I wrote centered around this idea of: ‘Why did the financial crisis of 2008 happen? What were its causes? Why did people behave the way that they did? Have they learned their lesson? Why do they keep making the same mistakes over and over again? Will they keep making those mistakes in the future?’” Housel said.

    Housel, now a partner at the Collaborative Fund, soon learned the answers weren’t contained in any finance or economics textbook. He had to look further afield, to other disciplines.

    He discovered he could find subtle clues about the origins of events like the financial crisis by studying psychology, sociology, and other subjects. “You could explain why policy makers did the things that they did through the lens of politics, and theories about politics,” he said. “You could explain how people thought about greed and fear through a lot of other fields, like medicine and military history.”

    Disciplines that on the surface have little connection to economics or investing could actually yield valuable insights because they ask similar questions. “What is people’s relationship with greed and fear? Are people able to take a true long-term mindset? How gullible are you? Who do you trust? Who do you seek information from?” he said. “Those are the most important questions in investing and they also apply to a lot of fields.”

    Housel believes the psychological side of investing is the most critical.

    “You can be the best stock picker in the world, you can be the best economist in the world, you can have the best analytical abilities, the academic credentials of anyone else in the world,” he said. “But if you lose your cool, if you lose your temper, in March of 2020, or in 2008, or in 1999, none of that matters.”

    Not for nothing, the other quote Housel includes in the epigraph is attributed to Napoleon: “A genius is the man who can do the average thing when everyone else around him is losing his mind.”

    The reason why the behavioral side of investing is so important is that it can effectively short-circuit whatever analytical skills you may have. If you haven’t mastered the behavioral side of investing, all those analytical skills that take so long to develop are irrelevant.

    The key takeaway: “Investing is not just about money,” he said. “Investing is about our relationship with greed and fear.”

    Timing is meaningless. Time is everything.

    Housel offered a simple story about the ice ages to explain why compounding is so important and yet so often overlooked.

    There have been five distinct ice ages over the very long history of the planet, he noted. Each turned the earth into a giant snowball. For as long as humans studied these phenomenon, the tilt of the earth’s axis away from the sun was thought to be the cause. Winters were so brutal and extreme, the theory went, that the planet would freeze over the millennia. But that wasn’t the case at all: Moderately cool summers were the problem.

    Cool summers meant the winter snow didn’t melt. When the snow didn’t melt it reflected more heat away from the earth, cooling the planet further, and leading to more snow the next winter. And when there was more winter snow accumulation, there was less summer snowmelt. And around and around it went.

    “It’s not intuitive to think that you start with something as benign and tiny as a moderately cool summer that leads eventually to the entire planet being covered in snow, but that was exactly what was happening,” Housel said. “You start with a normal planet, you have a cool summer, and before long — tens of thousands of years — the whole planet is covered in snow.”

    Which is how compounding works.

    “You start with something that is so meaningless and benign, and a change in circumstances that doesn’t seem to make any difference, that is easy to overlook because it’s not intuitive,” he said. “But over a period of time, it adds up to something truly extraordinary. And that, of course, is so true in investing as well.”

    To drive home the point, he noted that Warren Buffett started investing at age 11 and continues today at age 90. So how much of his net worth came after his 50th birthday? About 96%. “If he had started at 25 like a normal person and retired at 65,” Housel said, “his net worth would be $11.7 million not $90 billion.”

    Housel said most investing mistakes come from the question: “What will happen next?” While most investing fortunes come from asking: “How long can I stay invested for?”

    He quipped that there are 2,000 books on Amazon devoted to answering how Buffett became so successful but there has never been one simply called: “The reason he is so successful is because he has been investing for three-quarters of a century.”

    That is 99.9% of the explanation for how Buffett has gotten to where he is now, Housel said. “That answer is not intuitive and it’s too simple for smart people to take seriously, and so it tends to go overlooked.”

    Risk is what you don’t see.

    “The biggest economic risk is what no one is talking about, because if no one’s talking about it, no one’s prepared for it, and if no one’s prepared for it, its damage will be amplified when it arrives,” Housel said.

    In recent years, for example, the risks people talked about included trade wars, next quarter’s earnings, budget deficit forecasts, and the elections. “It’s not that those things are not risky,” he said. “It’s that we see them coming, we talk about them, and we can prepare for them.” The risk no one was talking about or paying attention to was the global coronavirus pandemic.

    So how do you deal with this as an investor?

    “Think about risk the way California thinks about earthquakes,” Housel said. “If you live in California, you know there are going to be big earthquakes in your future but you don’t know when or where . . . but you have an expectation . . . you are always prepared for it.”

    It’s also important to give yourself a wide berth, with room for error, and to realize there’s a distinct difference between getting rich and staying rich, Housel said.

    “Getting rich requires swinging for the fences, taking a risk, being optimistic,” he said. “Staying rich requires a form of pessimism, being pessimistic about the short run, and the ability to survive whatever might happen, whatever may come your way.”

    What are the risks we are not talking about today? A banner 2021.

    “Something I think people are discounting and are not thinking about enough, and this is not my baseline forecast, are the odds of the economy doing extremely well next year,” Housel said.

    What if a vaccine arrives early in 2021 and everyone is soon vaccinated? Life can return to normal. That will release lots of pent-up demand.

    “Then you combine that with three things,” he said: “the amount of Federal Reserve stimulus flooding throughout the economy, the amount of stimulus from Congress just in terms of stimulus payments that have been made this year, and the amount of savings Americans have generated this year.”

    Put it all together: pent-up demand, savings, and unprecedented fiscal and monetary stimulus.

    “If those two things collide at once,” Housel said, “2021 could be one of the best years from the economy that we have seen in our lives.”

    The counterargument, of course, is that if we don’t get good vaccine news and stimulus measures are fumbled, 2021 could be one of the worst years for the economy in decades.

    “I think both of those extremes seem almost equally likely right now,” he said. “But I think we are discounting particularly the optimistic side, when things are as bad as they have been in 2020, when you have 40 million people lose their jobs, it seems ridiculous to say we could be facing one of the best economies that we have ever seen in a matter of months.”

    Frugality and Paranoia

    To preserve wealth requires a “combination of frugality and paranoia,” according to Housel.

    Creating wealth and preserving wealth are two different skills, he added.

    “When you think about building wealth just through one lens, you are missing that it’s really a two-sided equation,” Housel said. “You need this barbell personality of optimism about the long run of the market’s ability to solve problems and create productivity and produce profits that accrue to shareholders.”

    But that’s just one side of the equation.

    “You also need pessimism about the short run about being able to survive long enough to benefit from the long run,” he said. “I’ve often said, ‘Save like a pessimistic and invest like an optimist.’ You need both and they seem contradictory: Long-term optimism and short-term pessimism, if not paranoia.”

    https://blogs.cfainstitute.org/investor/2020/10/22/morgan-housel-on-greed-and-fear-frugality-and-paranoia/ 

     

    Editado por Bedrock
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    A 22/10/2020 às 16:17, Bedrock disse:

    quem ganhava as guerras era quem tinha mais soldados e alguma tecnologia inovadora de poder de fogo,

    O Rei no final ficava com quase tudo e distribuía algumas coisas por alguns nobres, a história repete-se. 

    Só por via de  um acto revolucionário ou estado autoritário a distribuição da riqueza se pode fazer de modo mais igualitária, mas este processo cria um grande conjunto de ineficiências. Agora a sociedade tem dois caminhos, ou se mantem com um sistema autoritário e as ineficiências se mantêm e temos um estado medíocre ou regressa ao estado inicial com uma pequena minoria de ricos e torna-se mais eficiente. Ou seja, tem de existir sempre ricos e pobres, porque os ricos são uma medida da eficiência do sistema, mas um sistema com um grande número de ricos e outros muito ricos revela que esse sistema é mais eficiente de todos.

    Editado por rui_marreiros
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    há 1 hora, rui_marreiros disse:

    O Rei no final ficava com quase tudo e distribuía algumas coisas por alguns nobres, a história repete-se. 

    Só por via de  um acto revolucionário ou estado autoritário a distribuição da riqueza se pode fazer de modo mais igualitária, mas este processo cria um grande conjunto de ineficiências. Agora a sociedade tem dois caminhos, ou se mantem com um sistema autoritário e as ineficiências se mantêm e temos um estado medíocre ou regressa ao estado inicial com uma pequena minoria de ricos e torna-se mais eficiente. Ou seja, tem de existir sempre ricos e pobres, porque os ricos são uma medida da eficiência do sistema, mas um sistema com um grande número de ricos e outros muito ricos revela que esse sistema é mais eficiente de todos.

    Citação

    tem de existir sempre ricos e pobres, porque os ricos são uma medida da eficiência do sistema, mas um sistema com um grande número de ricos e outros muito ricos revela que esse sistema é mais eficiente de todos.

    Dada a impossibilidade matemática de todos não poderem serem muito ricos, então temos que puxar os pobres para cima à custa da descida dos muitos ricos. Ou seja, temos que encurtar os desvios abaixo (pobres) e acima (ricos) do valor médio da riqueza, nos mercados acionistas estes desvios em relação à média dos retornos chama-se volatilidade, e assim os mercados acionistas com mais rentabilidades são aqueles em que, especialmente, os desvios abaixo da média são de menor amplitude e minimizados temporalmente (com menos perdas/menos pobres). Ora um processo de riqueza mais equilibrado e socialmente mais justo, também deveria ser assim como acontece no controlo de perdas dos downsides do mercado acionista.

    Em todas as épocas e países, o processo de obtenção de riqueza esteve sempre distorcido e mais do que eficiências eu falo em distorções, em que monopólios, mais em épocas passadas, e, nas épocas mais modernas, as políticas monetárias da Fed e de alguns Bancos Centrais, fazem com que essa distorção basal seja ampliada, tornando alguns dos poucos muito ricos ainda mais ricos e uns muitos ainda, relativamente, mais pobres. Ou seja, ao contrário do que acontece no mercado acionista dos EUA em que o processo de retorno para a média dos retornos faz com que nenhum investidor pudesse perder dinheiro se detivesse o seu investimento por um período um pouco superior a 17 anos; no processo de obtenção de riqueza, devido às referidas distorções, faz com que esse período de retorno para a média, tenda para o infinito para os mais pobres. 

    Eu lembro que antes do 25 de abril, o Estado Novo apoiou os monopólios de algumas famílias empresárias, tais como os Mellos e o Champalimaud, sendo então quase impossível criar empresas que pudessem concorrer com eles. Ou seja, a politica do Estado Novo ao permitir e incentivar estes monopólios na economia, aumentou a distorção do mercado por falta de concorrência e potência da contraparte dos monopólios, e, desse modo, tornou Portugal um país atrasado, pobre e analfabeto, mas em contrapartida, tornou então algumas poucas famílias muito ricas no meio de um mar de pobres que, como peixe miúdo, alimentavam esses tubarões da economia. 

    No pós 25 de abril, o chefe da banda de distorção da economia já não se chamava Salazar mas sim Ricardo Salgado ... viu-se o que aconteceu: bancarrota e resgate do país. Pode ser que as novas gerações mudem isto, mas está difícil, tanto mais que uma parte dos novos jovens com boas ideias e bons ordenados, normalmente, não querem saber de política e estão mais entretidos a especular nos mercados acionistas para tentarem comprar um Ferrari em 5 anos. 

    Editado por Bedrock
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    A 22/10/2020 às 18:12, Rick Lusitano disse:

    Ou uma estrutura legal similar para todos tipos de activos, para fazer uma gestão fiscal mais optimizada (de forma legal). ;)

    Recordas-te o que o Sterling (o profissional financeiro com mais 1 milhão de EUR investidos em P2P) fez para os seus investimentos, criou uma estrutura legal no UK, apesar de estar na China a trabalhar.

    Há outros que fazem isso, tanto em Portugal como em outros países da Zona Euro. Nem precisam de ter 1 milhão de EUR. ;)

     

     

    Não fazia ideia que para quantias tão baixas como 1 milhão o pessoa já se metia nestes esquemas / engenharia fiscal.

    Definitivamente, terei de estudar isto. Qual é a grande vantagem de deter um Organismo de Investimento Colectivo para patrimónios de 1M? Seja em imobiliário ou outro tipo de portfólio diversificado por ETF's e restantes.

    A partir de que momento é que se torna fiscalmente inteligente/vantajoso abrir uma offshore ou ter contas na suíça/luxemburgo? 1M já é património para isso?

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    há 12 minutos, Bedrock disse:

    Dada a impossibilidade matemática de todos não poderem serem muito ricos, então temos que puxar os pobres para cima à custa da descida dos muitos ricos. Ou seja, temos que encurtar os desvios abaixo (pobres) e acima (ricos) do valor médio da riqueza, nos mercados acionistas estes desvios em relação à média dos retornos chama-se volatilidade, e assim os mercados acionistas com mais rentabilidades são aqueles em que, especialmente, os desvios abaixo da média são de menor amplitude e minimizados temporalmente (com menos perdas/menos pobres). Ora um processo de riqueza mais equilibrado e socialmente mais justo, também deveria ser assim como acontece no controlo de perdas dos downsides do mercado acionista.

    Em todas as épocas e países, o processo de obtenção de riqueza esteve sempre distorcido e mais do que eficiências eu falo em distorções, em que monopólios, mais em épocas passadas, e, nas épocas mais modernas, as políticas monetárias da Fed e de alguns Bancos Centrais, fazem com que essa distorção basal seja ampliada, tornando alguns dos poucos muito ricos ainda mais ricos e uns muitos ainda, relativamente, mais pobres. Ou seja, ao contrário do que acontece no mercado acionista dos EUA em que o processo de retorno para a média dos retornos faz com que nenhum investidor pudesse perder dinheiro se detivesse o seu investimento por um período um pouco superior a 17 anos; no processo de obtenção de riqueza, devido às referidas distorções, faz com que esse período de retorno para a média, tenda para o infinito para os mais pobres. 

    Eu lembro que antes do 25 de abril, o Estado Novo apoiou os monopólios de algumas famílias empresárias, tais como os Mellos e o Champalimaud, sendo então quase impossível criar empresas que pudessem concorrer com eles. Ou seja, a politica do Estado Novo ao permitir e incentivar estes monopólios na economia, aumentou a distorção do mercado por falta de concorrência e potência da contraparte dos monopólios, e, desse modo, tornou um país atrasado, pobre e analfabeto, mas em contrapartida, tornou então algumas poucas famílias muito ricas no meio de um mare de pobres que, como peixe miúdo, alimentavam esses tubarões da economia. 

    No pós 25 de abril, o chefe da banda de distorção da economia já não se chamava Salazar mas sim Ricardo Salgado ... viu-se o que aconteceu: bancarrota e resgate do país. Pode ser que as novas gerações mudem isto, mas está difícil, tanto mais que uma parte dos novos jovens com boas ideias e bons ordenados, normalmente, não querem saber de política e estão mais entretidos a especular nos mercados acionistas para tentarem comprar um Ferrari em 5 anos. 

    Qual é o teu campo politico Bedrock? Vives em PT ou abandonaste o barco?

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    há 27 minutos, Capital disse:

    Qual é o teu campo politico Bedrock? Vives em PT ou abandonaste o barco?

    Eu não sou político, detesto de uma maneira geral os políticos, porque já constatei que ter amigos do peito dentro do grosso dos políticos é como ir a um bordel tentar encontrar uma mulher séria e virgem de vícios, e para mim a família e a amizade estão acima de tudo. Há 3 coisas da vida que nunca devemos renegar: os factos históricos dos nossos antepassados, porque são factos e são o nosso subjacente, os nossos pais, porque são as nossas raízes, e os nossos verdadeiros amigos, porque estes são uma constante e não uma variável, e de volatilidades já nos bastam as dos mercados acionistas.

    Eu politicamente, sinto-me confortável na zona central do campo do jogo. As extremidades políticas são como as caudas gordas resultantes das ineficiências de uma curva de Distribuição não Normal ou não gaussiana. 

    Quanto ao viver: near Lisbon.

    Editado por Bedrock
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    há 7 minutos, Bedrock disse:

    Eu não sou político, detesto de uma maneira geral os políticos, porque já constatei que ter amigos do peito dentro do grosso dos políticos é como ir a um bordel tentar encontrar uma mulher séria e virgem, e para mim a família e a amizade estão acima de tudo. Há 3 coisas da vida que nunca devemos renegar: os factos históricos dos nossos antepassados, porque são factos e são o nosso subjacente, os nossos pais porque são as nossas raízes e os nossos verdadeiros amigos, porque estes são uma constante e não uma variável, e de volatilidades já nos bastam as dos mercados acionistas.

    Eu politicamente, sinto-me confortável na zona central do campo do jogo. As extremidades políticas são como as caudas gordas resultantes das ineficiências de uma curva de Distribuição não Normal ou não gaussiana. 

    Quanto ao viver: near Lisbon.

    Votas PS então?

    Ainda não me disseste qual era a tua engenharia, mas apostava no campo das IT's ou informática. 

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    há 44 minutos, Capital disse:

    Votas PS então?

    Ainda não me disseste qual era a tua engenharia, mas apostava no campo das IT's ou informática. 

    Quanto ao voto, eu voto, sempre que possível, mais em pessoas do que em partidos. O meu filho está metido na política municipal, não sendo a sua vida profissional, que é da área de inovação da engenharia de transportes, mas também joga a central, se bem que um pouco diferente da minha posição, mas se jogasse a ponta esquerda também votava nele sem hesitações (família à frente dos  partidos), mas se fosse da extrema direita, dizia-lhe para mudar de shampoo e de amaciador do cabelo, porque os que usava estavam-lhe, quimicamente, a afetar as ideias e, mais tarde ou mais cedo, também lhe iam causar problemas no cabelo e no couro cabeludo. 

    Quanto à engenharia, se estiveres atento ao que escrevo, especialmente nas derivações off topic, verias que quando falo de componentes de ciências da terra e da vida, não deveria ser informático.

    Tu és um tipo curioso e insistente, e isso até é bom e aprecio, sendo que o limite é não passar para coscuvilheiro. A base da ciência é a curiosidade.

    Editado por Bedrock
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