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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

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    Extreme Stock Market Performers, Part IV: Can Observable Characteristics Forecast Outcomes? 

    By Hendrik Bessembinder,  Arizona State University; W.P. Carey School of Business. Date Written: July 21, 2020

    Estudo do mesmo autor da fonte dos 2 gráficos apresentados no meu post anterior. Leiam o PDF a seguir e vejam as 4 Tabelas, muito sumarentas, no final do estudo. É sempre bom ver artigos académicos virados para o que interessa: forecast outcomes. 

    file:///D:/Transfer%C3%AAncias/SSRN-id3657612.pdf 

    https://privpapers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3657612

    Editado por Bedrock
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    há 13 horas, Rick Lusitano disse:

    E se o Fundo de tesouraria tiver depósitos bancários >= 100k num banco que precise de bail in? ;)

    Assume essa perda, mas olhando para um Caixa Disponível que tem quase 40 depósitos e 150 obrigações em carteira diria que me sentia bem mais confortável em ter os meus 100k no fundo que à ordem.

    Está lá o meio da revista, e talvez apareça no índice.

    Ainda não tive tempo de ler.

    De vez enquanto também aparece na newsletter diária. ;)

     

    Esse Unit-linked é um seguro mas não é "seguro". :)

    Ora é um seguro e pronto, tem o risco da seguradora para além do risco de mercado, e como se sabe como são as seguradoras escrutinadas e o rácio de solvabilidade que são obrigadas a ter deveria deixar qualquer um tranquilo em qualquer tipo de produto das mesmas.

     

     

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    há 14 horas, Bedrock disse:

    Estava eu agora preparado para ler o tal artigo, aproveitando o facto do temporal não me permitir ir surfar, e no meio disto tudo nem o artigo deu à costa nem os 2 ou mais autores dão as coordenadas de localização. Eu até tenho um pensamento presuntivo em como esse artigo até pode ser um farol para os investidores naufragados ou desnorteados em encontrar o Norte.

     

    O artigo do Sr. Silva em co-autoria é este: https://pt.fundspeople.com/news/a-inovacao-no-aconselhamento-aos-investidores 

    Afinal não é propriamente um artigo é mais um texto de marketing de apresentação da empresa dos sócios co-autores. A revista FundsPeople não se lê, porque pelos vistos é uma revista menor, por aquilo que se induz do co-autor, mas já serve como um veículo de marketing ... há aqui qualquer coisa de incoerente nesta relação. Será que a empresa dos co-autores está orientada para investidores de leituras menores? Se for assim, já há alguma coerência. 

    Eu lembro que o Sr. Silva já tinha classificado o site do MarketWatch (https://www.marketwatch.com/) como uma espécie do jornal Correio da Manhã, agora é a FundsPeople ... não há dúvidas que o Sr. Silva é um sere superior da evolução da espécie humana ... como fosse um gigante que não pode baixar o olhar para leituras menores, pois isso afeta os músculos e articulações do pescoço e da coluna vertebral, e um homem que é homem e honrado tem de ter a "espinha direita", na evolução do homo erectus. 

     

    Editado por Bedrock
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    The Software Sector's Richest Stocks.  Tue, Oct 20, 2020

    There was a time not long ago when companies that traded at more than 20 times earnings were considered expensive.  For investors in the software sector, valuing a stock based on its earnings multiple is considered a metric of a bygone era right up there with ticker-tape and trading floors.  With most companies in the sector having no earnings to speak of, the more preferable way to value a company is to look at its multiple to revenues, but even by that metric, a number of companies trade at more than 20 times revenues.

    The table below lists companies in the Russell 3000 Software industry that trade for more than 20 times annual sales.  Of these 27 names, eight trade for more than forty times sales, and two - BigCommerce (BIGC) and Zoom Video (ZM) - trade at more than 100 times sales.  With valuations like that, it's hard to imagine what assumptions are being made about future growth.  It's not as though these companies are small either.  Of the 27 stocks listed, more than two-thirds have market caps of more than $10 billion, and their combined market cap is over $750 billion.  Regarding their valuations, you can say all you want, but investors have gotten rich owning them this year as their average YTD performance is a gain of 159.1%.  The median is not as strong but is still an impressive 113.6%.

    Capturar1.PNG.4623f301cfb56fc44b3726372f910da6.PNG

    Capturar2.PNG.0417687f634925eeb2b3236661d29b75.PNG

    https://www.bespokepremium.com/interactive/posts/think-big-blog/the-software-sectors-richest-stocks 

    Editado por Bedrock
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    há 1 hora, pge disse:

    Sentes-te mais confortável num Caixa Disponivel ou com Certificados do Tesouro ou Aforro?

    Nunca coloquei qualquer capital em Certificados de dívida pública de forma directa, só mesmo de forma indirecta com o NB O Europa ou NB Rendimento Plus ( que actualmente não tenho
    ) mas como estamos a falar de coisas um pouco diferentes ( Certificados tem mais rentabilidade mas com uma movimentação mais limitada e por isso sai fora do objectivo de ter capital não á ordem mas a qualquer altura poder resgatar e ter o capital em 2 dias na conta ) diria que para esse objectivo definido prefiro um fundo de liquidez, não é uma questão de estar mais confortável ( nesse aspecto no limite até poderia preferir Certificados ( produto de menor risco no mercado, só se houvesse alguma reestruturação de dívida e apanhasse os Certificados o que eu não acredito de todo ) ).

    Basicamente pode-se estacionar capital num fundo de liquidez até voltar a necessitar dele para voltar a investir, e isto é feito em 2 ou 3 dias, e tempo é dinheiro 👍

    • Obrigado 1
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    há 2 horas, Bedrock disse:

    O artigo do Sr. Silva em co-autoria é este: https://pt.fundspeople.com/news/a-inovacao-no-aconselhamento-aos-investidores 

    Afinal não é propriamente um artigo é mais um texto de marketing de apresentação da empresa dos sócios co-autores. A revista FundsPeople não se lê, porque pelos vistos é uma revista menor, por aquilo que se induz do co-autor, mas já serve como um veículo de marketing ... há aqui qualquer coisa de incoerente nesta relação. Será que a empresa dos co-autores está orientada para investidores de leituras menores? Se for assim, já há alguma coerência. 

    Eu lembro que o Sr. Silva já tinha classificado o site do MarketWatch (https://www.marketwatch.com/) como uma espécie do jornal Correio da Manhã, agora é a FundsPeople ... não há dúvidas que o Sr. Silva é um sere superior da evolução da espécie humana ... como fosse um gigante que não pode baixar o olhar para leituras menores, pois isso afeta os músculos e articulações do pescoço e da coluna vertebral, e um homem que é homem e honrado tem de ter a "espinha direita", na evolução do homo erectus. 

    Tenho pena que continues a recorrer a ataques pessoais. Esse tipo de raiva não é algo normal/comum. Provavelmente consideraste o não te ter respondido uma má educação proveniente de te ignorar. E se estás errado em relação à má educação não estás errado no ignorar. Isto é o que vejo quando venho ao tópico (no PC):

    image.thumb.png.4db003cbcc3757bc7fb1ec2a5d705074.png

    Por isso nem reparei na tua questão. Esta foi a forma que tentei encontrar de poder vir aqui ao tópico sem afectar a minha saúde mental, infelizmente parece-me que não fui bem sucedido.

    Apenas há pouco quando vim com o telemóvel (onde não estou logado) é que me deparei com o teu texto, até antes de ler a tua pergunta. Como o que disseste envolve outras pessoas e entidades que não eu, vejo-me obrigado a esclarecer algumas coisas.

    há 2 horas, Bedrock disse:

    1. O artigo apenas está na revista de papel, por isso não é esse. Encontra-se na página 70 a 74. 

    há 2 horas, Bedrock disse:

    A revista FundsPeople não se lê, porque pelos vistos é uma revista menor, por aquilo que se induz do co-autor

    2. Induz? Porque não a costumo ler? Também não leio o The Economist e considero ser das melhores e mais completas revistas mundiais. A funds people até é dos poucos sites que tem autorização para fazer notificações no meu telemóvel. Esta indução está tão correcta como o ponto 1.

    Editado por Virtua
    • Voto Positivo 1
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    Estive a ler por alto um comentário/artigo sobre a proposta de  Orçamento 2021 .Curiosamente não tenho visto esse assunto debatido . Parte do artigo tinha

    referências um pouco ilógicas em relação a outros assuntos portanto devo sublinhar isto

    Não faço ideia se o que é referido é verdade ou se mentem/exageram mas agradeço que quem está mais actualizado comente

    O retrato é tão crítico e relata situações tão graves

    A maior perplexidade é a dissipação da máquina administrativa que gere a República Portuguesa; enquanto a carteira da população sofre uma queda brutal de 7,3%, segundo este documento, o estado português sobe os seus gastos em 8,5%!)

    relativo à estimativa de execução orçamental do presente ano, as contribuições sociais de trabalhadores e entidades patronais cobrem apenas 60% das prestações sociais – pensões, subsídios de desemprego, baixas médicas, abonos d família, licenças parentais–; 24,6 mil milhões de Euros representam apenas 60% dos 40,8 mil milhões gastos com as prestações sociais. Ou seja, o estado social, supostamente pago pelas contribuições de empresas e colaboradores, é brutalmente deficitário – mas todos continuamos a assobiar para o ar. 

    As despesas com pessoal do sector da Saúde são contempladas com uma subida de 2,5% (fonte: página 88), a quinta menor e inferior ao acréscimo global (2021 vs 2020): + 4,7%, como podemos constatar na Figura 3. Em sentido contrário, a máquina que assegura o confisco e o rendimento daqueles que se sentam à mesa do orçamento é brindada com uma subida de quase 50%: palavras para quê?

     

    --------------

    A ser verdade e realidade:

    Pergunto-me , vai ser precisa a 4ª bancarrota ? A 5ª ? A Vigésima para quem vota se instruir e entender o que está a fazer a si mesmo e ao País ?

     

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, Lynch II disse:

    --------------

    A ser verdade e realidade:

    Pergunto-me , vai ser precisa a 4ª bancarrota ? A 5ª ? A Vigésima para quem vota se instruir e entender o que está a fazer a si mesmo e ao País ?

     

    Não posso falar na 1.ª ou 2.ª bancarrota, mas a vinda da troika em 2011 não foi nenhuma bancarrota.

    Bancarrota era se o estado deixasse de pagar salários e pensões (dado que a SS, pelos vistos, consolida com o OE... e dizem eles que são contribuições e que é dinheiro das pessoas e não do estado eh eh eh). Ou se saíssemos do euro para podermos pagar a dívida interna com uma moeda depois altamente desvalorizada.

    Portanto... não não aprendemos nada com o que se tem passado. Talvez da próxima vez a esquerda, a extrema esquerda e os maçons acabem por meter os populistas de direita a mandar nisto, tal como em 1926.

    Editado por Mouro Emprestado
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    há 23 horas, D@vid disse:

    Mas porque estamos a inventar? qual a dúvida de que o banco pelo qual compramos as unidades de participação não entra para as contas de falência? que os fundos são produtos fora de balanço? o SII protege em caso de fraude por parte de gestoras de activos, não é dos bancos.

    Falo em BANCOS, é com eles com quem trabalho, não é com corretoras etc. tipo Degiros e etc.,  que não faço a mínima ideia como trabalham, nem 1€ quanto mais 1M, agora bancos como BPI, Santander; BCP, Novo Banco, Abanca, Invest, BiG, Best, Activo and so on so on, qual o problema mesmo de lá ter 100M em fundos? expliquem-me lá que deve me estar falhar alguma coisa.

    Boa tarde David. O meu post não tem qualquer referência a corretoras.

    O meu post vem num sentido similar ao do user Capital. Um casal de "cinquentas" e muitos anos  tem cerca de 1 milhão de Euros para investir em Fundos ou ETF.

    Estão dispostos a assumir riscos. Não precisaram do dinheiro nas próximas décadas. Esta quantia representa cerca de 30% do seu portfolio e é proveniente de DP e certificados de aforro. Procuram os tão falados 60% ações e 40% obrigações.

    (Infelizmente não serei herdeiro tal como o User Capital 🙂).

    Fui questionado por eles nestes sentidos:

    a) Conta num banco apenas ou em vários? Apenas por motivos de segurança. (O Virtua já respondeu...e Obrigado!)

    b) Mutual funds ou ETFs? Ou um mistura de ambos?

    Eu apenas tenho mutual funds, nunca tive um ETF. Também sei que procuram algo simples para não terem que fazer compras e a vigiar a carteira regularmente.

    Em relação ao b) confesso que já li um bocado sobre o assunto e as discussões sobre ETF versus Mutual Funds são intermináveis!

    Espero estar a dar os dados suficientes de modo a haver uma resposta. 

    Se alguém quiser opinar agradeço

     

     

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    há 10 minutos, USD disse:

    Boa tarde David. O meu post não tem qualquer referência a corretoras.

    O meu post vem num sentido similar ao do user Capital. Um casal de "cinquentas" e muitos anos  tem cerca de 1 milhão de Euros para investir em Fundos ou ETF.

    Estão dispostos a assumir riscos. Não precisaram do dinheiro nas próximas décadas. Esta quantia representa cerca de 30% do seu portfolio e é proveniente de DP e certificados de aforro. Procuram os tão falados 60% ações e 40% obrigações.

    (Infelizmente não serei herdeiro tal como o User Capital 🙂).

    Fui questionado por eles nestes sentidos:

    a) Conta num banco apenas ou em vários? Apenas por motivos de segurança. (O Virtua já respondeu...e Obrigado!)

    b) Mutual funds ou ETFs? Ou um mistura de ambos?

    Eu apenas tenho mutual funds, nunca tive um ETF. Também sei que procuram algo simples para não terem que fazer compras e a vigiar a carteira regularmente.

    Em relação ao b) confesso que já li um bocado sobre o assunto e as discussões sobre ETF versus Mutual Funds são intermináveis!

    Espero estar a dar os dados suficientes de modo a haver uma resposta. 

    Se alguém quiser opinar agradeço

     

     

    a) Respondi no sentido da segurança, deu a entender que existe receio de colocar esse montante em um só banco, então tentei esclarecer que quando se pretende fazer produtos fora de balanço do banco ( fundos de investimento por exemplo ) esse capital é nosso e não tem risco do banco onde os compramos, se a ideia seria de fazer depósitos a prazo bem então eu abria conta em 10 bancos 😁, se o objectivo não é esse então até 100M eu posso ter num só banco e sem risco do mesmo.

    b) Explicar bem a diferença entre os dois, isso é fundamental, e só alguém isento o pode fazer, porque se for eu a explicar secalhar puxo mais para os Fundos e se for outro secalhar puxa mais pelos ETFs, continuo a achar que prefiro um condutor no meu carro que trave nas quedas e acelere nas subidas que ir em ponto morto...

     

    • Gosto 1
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    10 minutes ago, Mouro Emprestado said:

    Não posso falar na 1.ª ou 2.ª bancarrota, mas a vinda da troika em 2011 não foi nenhuma bancarrota.

    Bancarrota era se o estado deixasse de pagar salários e pensões (dado que a SS, pelos vistos, consolida com o OE... e dizem eles que são contribuições e que é dinheiro das pessoas e não do estado eh eh eh). Ou se saíssemos do euro para podermos pagar a dívida interna com uma moeda depois altamente desvalorizada.

    Portanto... não não aprendemos nada com o que se tem passado. Talvez da próxima vez a esquerda, a extrema esquerda e os maçons acabem por meter os populistas de direita a mandar nisto, tal como em 1926.

    O relevante para mim e a unica coisa importante é que por três vezes ficou demonstrada:

    Péssima gestão , incapacidade , dívida insuportável , incompetência e corrupção.

    Se por três vezes não aprenderam , não será á quarta creio . As pessoas têm o que merecem bem como o País . 

    Não vejo no panorama político uma alternativa credível , aliás vejo um pequeno partido apenas que não consegue chegar ao povo porque o povo não tem conhecimento básico sobre economia e finanças . De resto vejo uma mediocridade quase total  que espelha a indiferença e desinteresse bem como ignorância de um povo

    Em relação ao Estado novo é pena existir uma tremenda ignorância em relação ao mesmo . Discordando em absoluto com populismos e ditaduras e não concordando com muitas das políticas tomadas a verdade é que existiram méritos inegáveis em algumas áreas . Devia ser obrigatório a todos os Portugueses aulas sobre os ultimos 200 anos . Não com mentiras e censura mas com a verdade que muitos desconhecem. 

    The economist 1880 (é 1880 sim)  - Os mercados monetários da Europa estão a ficar cansados, e não sem razão, da constante solicitação por Portugal de novos empréstimos"

    A título de curiosidade nenhuma intervenção foi feita durante o periodo do estado novo que herdou um País analfabeto, pobre , endividado e com problemas gravíssimos e nos ultimos 200 anos o período em que Portugal mais convergiu económicamente na direccão da Europa desenvolvida situa-se se a memória não me falha entre 1964-1972 (ou perto disso)

    Pib nacional  1960-1973  média de 6.3% .   1973 -1992   média de 2.2%

    Eu defendo um estado democratico , minimal , competente com visão estratégica e sério . Que faça algo simples como ver no mundo que exemplos produzem maior riqueza e crescimento e que os copie e adapte e que tenha um estado social (e não o capitalismo selvagem americano que tanto me enche os bolsos como me esvazia a alma) com as receitas dessas políticas

    Ou seja nada do que tivemos nos ultimos 45 anos.

    Para começar que vejam o que a História mostra , não é preciso inventar nada , basta abrir os olhos.

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    Rick Lusitano

    Se não há risco de contraparte em bancos e/ou em outros IF porque existe o FGD e o SII?

    Porquê os Estados individualmente sentiram a necessidade de criar estas "garantias"/sistemas de compensação para os investidores, se não houvesse risco de contraparte?

    Porquê a UE sente a necessidade de criar harmonização entre os vários sistemas de compensação nos vários Estados-Membros, se não houvesse risco de contraparte?

     

    Basta ver o que diz a CMVM. E reparem quais são os activos "protegidos" pelo SII, que não cobrem Seguros de Capitalização e só cobrem alguns tipos de PPR.

     

    Se SII só cobre alguns instrumentos financeiros e até 25k por titular e por IF. Logo será boa ideia ter mais de 25K num só titular e num só IF?

     

    Citação

    1. O que é o Sistema de Indemnização aos Investidores (SII)?

    O SII é uma pessoa coletiva de direito público, criada pelo Decreto-Lei n.º 222/99, de 22 de Junho, que funciona junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

    O SII  foi criado para proteger os investidores, caso uma entidade participante não tenha capacidade financeira para reembolsar ou restituir o dinheiro ou os instrumentos financeiros que lhes pertençam.

    topo 

    2. Qual a proteção dada pelo SII aos investidores?  

    O SII garante a cobertura dos montantes devidos aos investidores, por um intermediário financeiro (banco, sociedade corretora ou financeira de corretagem, sociedade gestora de patrimónios, sociedades gestoras de fundos de investimento mobiliários) que seja participante no SII e que não tenha capacidade financeira para restituir ou reembolsar:

    • Os instrumentos financeiros (ações, obrigações, unidades de participação em fundos de investimento) depositados pelos clientes ou geridos por conta destes;
    • O dinheiro depositado, pelos clientes, junto do intermediário financeiro e destinado expressamente a ser investido em instrumentos financeiros (incluindo os créditos decorrentes de operações de investimento cujas condições contratuais estabeleçam uma garantia de reembolso).

    topo  

    3. O SII protege todos os investidores? 

    O SII tem como objetivo proteger os pequenos investidores, estando excluídos os investidores "institucionais", nomeadamente as instituições de crédito, sociedades financeiras, instituições financeiras, empresas de seguros, sociedades gestoras de fundos de pensões e entidades do sector público administrativo, entre outras.

    (...)

    5. Quais são os instrumentos financeiros garantidos pelo SII?  

    O SII garante os instrumentos financeiros elencados na secção C do anexo I à Diretiva 2014/65/CE de 15 de maio, relativa aos mercados de instrumentos financeiros (v.g. ações, obrigações, títulos de participação, unidades de participação em fundos de investimento, papel comercial, bilhetes do tesouro, CFD, futuros e opções sobre instrumentos financeiros, contratos a prazo de taxa juro e swaps).

    (...)

    9. A carteira de títulos (ações, obrigações ou unidades de participação de um fundo de investimento) dos clientes está protegida no caso de falência do IF?

    Os IF têm que salvaguardar os bens dos clientes, para tanto estes devem, nos registos contabilísticos e de operações, estar segregados dos bens pertencentes ao IF.

    Se o IF não restituir os títulos ao Cliente, esses valores estão cobertos pelo SII, até ao montante máximo de 25.000€ por investidor.

    topo

    10. O SII cobre os planos poupança reforma (PPR) ?

    Os PPR são fundos de poupança e podem adotar a forma de fundo de investimento mobiliário, de fundo de pensões ou de unit linked.

    O SII só cobre as unidades de participação de PPR que assumam a forma de fundos de investimento mobiliário, desde que aquelas se encontrem à guarda da entidade participante que origina o acionamento do SII.

    O SII não cobre os riscos (v.g. de mercado o de crédito) decorrentes das aplicações do Fundo de Investimento, nem o incumprimento de deveres por parte da entidade depositária do Fundo.

    topo

    11. O SII cobre seguros de capitalização?

    O SII garante os instrumentos financeiros elencados na secção C do anexo I à Diretiva 2014/65/CE de 15 de maio, relativa aos mercados de instrumentos financeiros.

    Tendo em conta que os seguros de capitalização não são instrumentos financeiros nos termos daquela diretiva, o SII não cobre seguros de capitalização, independentemente de estes terem ou não capital garantido.

    https://www.cmvm.pt/pt/AreadoInvestidor/SistemaDeIndemnizacaoAosInvestidores/FAQSII/Pages/Respostas-as-perguntas-mais-frequentes.aspx

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    Rick Lusitano
    há 6 horas, D@vid disse:

    Ora é um seguro e pronto, tem o risco da seguradora para além do risco de mercado, e como se sabe como são as seguradoras escrutinadas e o rácio de solvabilidade que são obrigadas a ter deveria deixar qualquer um tranquilo em qualquer tipo de produto das mesmas.

    As seguradoras são empresas geridas por pessoas como qualquer outra empresa. O escrutínio e a regulação não é 100% eficaz, e em Portugal sabemos como tem funcionado a regulação e os casos quando vão a tribunal. Muitas vezes, a regulação faz o que pode, com a informação que tem e o que a legislação permite, portanto se não fazem mais é porque não podem e/ou não deixam.

    Conheço pessoas nos vários reguladores sectoriais, algumas em cargos superiores, incluindo na ASF, e well...

    Cada um acredita no quiser.

    Mas no final a corda parte sempre do lado mais fraco.

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    23 minutes ago, 5coroas said:

    Devia ser proibido impor obrigações sobre que tipo de educação as pessoas deveriam ter.

    Não ser obrigatório conhecer a história do próprio País é como querer investir em 2020 e não querer saber nada do mundo financeiro nos ultimos 100-50 anos

    Vais investir tendo como base UNICAMENTE o teu conhecimento em e a partir de 2020.

    Boa sorte com essa abordagem

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    O rácio de solvabilidade do ramo segurador é de 154% no primeiro trimestre ( já com efeitos Covid-19 ), normalmente este rácio anda acima deste valor chegando por vezes a mais de 200%.

    As seguradoras têm o seu próprio mecanismo de garantia, feito através de provisões técnicas, actualmente esse valor é de 45,327,551,975€ para ambos os ramos ( Vida e não Vida ).

     

    Editado por D@vid
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    Rick Lusitano
    há 3 minutos, Rick Lusitano disse:

    As seguradoras são empresas geridas por pessoas como qualquer outra empresa. O escrutínio e a regulação não é 100% eficaz, e em Portugal sabemos como tem funcionado a regulação e os casos quando vão a tribunal. Muitas vezes, a regulação faz o que pode, com a informação que tem e o que a legislação permite, portanto se não fazem mais é porque não podem e/ou não deixam.

    Conheço pessoas nos vários reguladores sectoriais, algumas em cargos superiores, incluindo na ASF, e well...

    Cada um acredita no quiser.

    Mas no final a corda parte sempre do lado mais fraco.

    A AIG, a maior seguradora mundial na CFI (2007) também era escrutinada e teve de ser salva pelo Governo US em 2008.

    Desde de fraudes na contabilidade e a tomada de riscos excessivos (alguns fora do permitido pelas normas regulatórias), a AIG teve de tudo.

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    há 38 minutos, Lynch II disse:

    Não ser obrigatório conhecer a história do próprio País é como querer investir em 2020 e não querer saber nada do mundo financeiro nos ultimos 100-50 anos

    Vais investir tendo como base UNICAMENTE o teu conhecimento em e a partir de 2020.

    Boa sorte com essa abordagem

    A maioria dos problemas da Humanidade resulta desta nossa mania (uns mais bem maníacos do que outros é certo) em querer impor aos outros as nossas ideias salvadoras da Humanidade. Preocupa-te mas é com a tua vidinha e deixa os outros fazerem o mesmo. Uma coisa é aconselhar, dar opiniões, partilhar conhecimento...outra é armares-te em tirano-iluminado-salvador-do-mundo-supostamente-decadente.

    Editado por 5coroas
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    há 5 minutos, Rick Lusitano disse:

    As seguradoras são empresas geridas por pessoas como qualquer outra empresa. O escrutínio e a regulação não é 100% eficaz, e em Portugal sabemos como tem funcionado a regulação e os casos quando vão a tribunal. Muitas vezes, a regulação faz o que pode, com a informação que tem e o que a legislação permite, portanto se não fazem mais é porque não podem e/ou não deixam.

    Conheço pessoas nos vários reguladores sectoriais, algumas em cargos superiores, incluindo na ASF, e well...

    Cada um acredita no quiser.

    Mas no final a corda parte sempre do lado mais fraco.

    Baseio-me num facto...só me recordo de uma Seguradora entrar em insolvência no Mundo e o Estado Norte Americano entrou com o capital, o resto são sempre suposições, se no limite eu meter o meu dinheiro debaixo do colchão e ter um incêndio ou uma inundação, chego à conclusão que o meu capital não está seguro em lado nenhum, e como sei que o meu dinheiro não está seguro em lado nenhum procuro sempre produtos que me dê um rácio de Segurança vs Rentabilidade que me permita dormir descansado o mais possível e ter mais dinheiro ao fim de uns anos do que teria se tivesse metido o mesmo debaixo do colchão.

    Pareces um hipocondríaco @Rick Lusitano lol, ainda vou pensar que és como alguns ( eu também conheço algumas gentes por aí ) que fazem parte de quadros de bancos a nível de trading e depois pessoalmente só têm depósitos a prazo lol.

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    Rick Lusitano
    há 5 minutos, D@vid disse:

    O rácio de solvabilidade do ramo segurador é de 154% no primeiro trimestre ( já com efeitos Covid-19 ), normalmente este rácio anda acima deste valor chegando por vezes a mais de 200%.

    As seguradoras têm o seu próprio mecanismo de garantia, feito a través de provisões técnicas, actualmente esse valor é de 45,327,551,975€ para ambos os ramos ( Vida e não Vida ).

    Conheço com funciona os rácios de solvabilidade do sector da Banca e da Seguradora. E não falo só de valores finais, falo da legislação e da análise financeira de como calcular todo o tipo de rácios, tanto para empresas não-financeiras, como para empresas financeiras (Banca, Seguradoras, etc) que têm normas contabilísticas e legais diferentes das empresas não-financeiras.

    Não esquecer de estratégias para melhorar os rácios, por exemplo, contabilidade criativa, activos fora do balanço, estruturas SPV, estruturas offshore (não servem só para optimização fiscal, servem também ocultar activos, dívidas e responsabilidades, exemplo: empresas do universo GES, que até venderam títulos dessas estruturas offshore a investidores de retalho, como se fossem activos de qualidade (mas isso é outra conversa).

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    há 2 horas, Virtua disse:

    Tenho pena que continues a recorrer a ataques pessoais. Esse tipo de raiva não é algo normal/comum. Provavelmente consideraste o não te ter respondido uma má educação proveniente de te ignorar. E se estás errado em relação à má educação não estás errado no ignorar. Isto é o que vejo quando venho ao tópico (no PC):

    image.thumb.png.4db003cbcc3757bc7fb1ec2a5d705074.png

    Por isso nem reparei na tua questão. Esta foi a forma que tentei encontrar de poder vir aqui ao tópico sem afectar a minha saúde mental, infelizmente parece-me que não fui bem sucedido.

    Apenas há pouco quando vim com o telemóvel (onde não estou logado) é que me deparei com o teu texto, até antes de ler a tua pergunta. Como o que disseste envolve outras pessoas e entidades que não eu, vejo-me obrigado a esclarecer algumas coisas.

    1. O artigo apenas está na revista de papel, por isso não é esse. Encontra-se na página 70 a 74. 

    2. Induz? Porque não a costumo ler? Também não leio o The Economist e considero ser das melhores e mais completas revistas mundiais. A funds people até é dos poucos sites que tem autorização para fazer notificações no meu telemóvel. Esta indução está tão correcta como o ponto 1.

    Citação

    Tenho pena que continues a recorrer a ataques pessoais. Esse tipo de raiva não é algo normal/comum. Provavelmente consideraste o não te ter respondido uma má educação proveniente de te ignorar. E se estás errado em relação à má educação não estás errado no ignorar.

    O que não é normal é um Deus Virtual gostar tanto que lhe massagem o ego como faz um discípulo Lusitano, não obstante a bajulação continuada, o sere supremo é capaz de escrever isto no tópico: "Não assumas coisas quando desconheces os produtos 😝". Isto é porque eles são grandes amigos do tipo "o Rock e a amiga" ... eu nem imagino a resposta técnica do bom educador no caso de ser "inimigo" do Lusitano, mas como este é subserviente, não leva a mal. Ou seja, é um tipo de diálogo que nunca dá faísca.

    O que não é normal é um Deus Virtual recorrer à funcionalidade do forum para ignorar users, eu pensava que um qualquer forum seria um espaço de "open minds" e não de "closet minds" ou de "bias minds". Eu então nem ignoro os ignorantes, porque, por princípio, admito que também possam somar no processo de conhecimentos. Por outro lado, como o meu campo de visão é de 180 º e não tenho espelho retrovisor na minha testa, é conveniente nunca ignorar os ignorantes que estão a aproximarem-se das nossas costas. Uma das coisas que uns amigos meus sempre me disseram como a medida de hedge mais eficaz foi:  "nunca vires a cara ao toiro, a menos que gostes de levar cornadas cobardes".

    Citação

    Induz? Porque não a costumo ler? Também não leio o The Economist e considero ser das melhores e mais completas revistas mundiais.

    Como é que uma pessoa que não lê uma revista, depois a classifica como uma das melhores e mais completas revistas mundiais? Será por enviesamento da opinião dominante dos amigos? Ou será por um princípio de boa educação em que não gosta de dizer mal das coisas, preferindo ignorar a leitura e análise? Se for esta última hipótese, então não deve classificar o resultado de uma análise não efetuada, porque simplesmente não houve resultado.

    Realmente a frase "Também não leio o The Economist e considero ser das melhores e mais completas revistas mundiais" está a um nível superior dos ombros de um gigante ... por alguma coisa o seu autor é um Deus Virtual.

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