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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Rick Lusitano
    há 9 minutos, Virtua disse:

    Isso existe cá, ou algo que para todos os efeitos é semelhante. Custa é dinheiro. Mas se estamos a falar de milhões de certeza que se consegue esmagar bem as margens 😉

    Tirando os PPR/PPA/PPE e os Seguros de Capitalização. Quais são os equivalentes aos vários tipos de ISA, EIS e SEIS por exemplo, cá no burgo?

     

    EDIT: Os PPA foram revogados em 2018.

    https://pt.fundspeople.com/news/revogado-regime-fiscal-dos-planos-poupanca-em-acoes

    Editado por Rick Lusitano
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    há 11 horas, Rick Lusitano disse:

    A volatilidade é uma medida de risco, o risco de mercado. Depois há mais formas de risco, uma delas também identificas que é o risco do intermediário financeiro usado.

    O intermediário (banco) não é apenas o "guardador" dos titulos FI / ETFs / Ações?

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    há 10 horas, Rick Lusitano disse:

    Tirando os PPR/PPA/PPE e os Seguros de Capitalização. Quais são os equivalentes aos vários tipos de ISA, EIS e SEIS por exemplo, cá no burgo?

    Não considero os PPR (e derivados) ou os seguros de capitalização alternativas a um tax-wrapper, uma vez que nos primeiros não és tu (ou o financial advisor) a escolher o que vai lá para dentro e não podes ajustar ao cliente.

    Refiro-me a seguros unit-linked que penso que até a maioria dos banco portugueses tem (como só trabalhei com o Best e o Invest não tenho a certeza de outros mas não duvido). Como são seguros de vida até podes escolher os beneficiários em caso de morte do titular e ter imensas vantagens fiscais. Forte cá no burgo com esses seguros é a baloise...

    Editado por Virtua
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    17 hours ago, Capital said:

    O investimento não tem prazo. Os familiares em questão levam uma vida frugal e nunca utilizarão aquele dinheiro para alguma excentricidade. Tem parte do património investido em Imobiliário e juntamente com as reformas, vivem só com isso, e até vão reforçando alguns produtos que já têm no santander.

     

     

     

     

    Após ler os ultimos posts devo partilhar o seguinte , acho que tens demasiadas dúvidas e não vejo um pensamento estruturado , tem em conta que :

    1 - Se queres aprender sobre Investir , irás demorar muitos meses ou anos , tens que ler bastante , conhecer e acima de tudo ter capacidade de análise e crítica que é um conceito que depende do domínio de algumas áreas , algumas técnicas outras fundamentais. 

    2 - Pagar por aconselhamento é o que 90% dos user que aqui andam a aprender deveriam fazer em teoria mas existem dois problemas , será que o user tem conhecimento para avaliar em determinado grau quem lhe vai dar formação ? Será que a pessoa a quem vai pagar é a melhor hipotese no mercado e sabe o user analisar que hipoteses tem e respectivo preço ? Sabe o user analisar algo muito frequente no mundo financeiro que são os conflitos de interesse ? Normalmente não . A optar por esta via o melhor seria consultar vários o que teria um custo e depois ter capacidade de análise para tirar conclusões.

    Em relação a algumas duvidas , com 500.000€ + podes indexar o teu portfolio a um seguro de vida , ser taxado creio a 11.2% e investir em qualquer produto financeiro , sendo o montante sediado no Luxemburgo , terias que pagar anualmente uma comissão a quem fornece este tipo de serviço

    O panorama europeu irá mudar com legislação já aprovada , sugiro que te informes bem . 

    https://ec.europa.eu/info/business-economy-euro/banking-and-finance/insurance-and-pensions/personal-pension-products_en

    A longo prazo o ETF /investimento (activos) permite (em função da acumulação da correccão monetária e não só) ) ter uma carga muito menor a nível fiscal.Terás que ler sobre isso , muito importante.

    A minha sugestão é , não compliques e não inventes .Reconhece o teu desconhecimento  e opta pela solução mais simples ou em alternativa faz o ponto 1+2.

    Vamos tomar como referência o SP500 , é quase impossível na panóplia de FI disponiveis descobrires quais irão produzir retornos superiores a 30-40 anos , uma infíma parte dos fundos consegue um resultado melhor . Tens a capacidade de hoje escolher qual ?  É que tens duas opções . Uma  é jogares na roleta russa , irás perder com muito maior probabilidade a outra optar pelo retorno do mercado , se for o SP500 creio que anda perto dos 10% nos ultimos 30 anos. Existem algumas possibilidades em termos de fundos activos ou opções sem ser o SP500 e com rendibilidade maior  no entanto depois entramos em aspectos vários relacionados com a fiscalidade/conhecimento e outras coisas e francamente isso terás que ser tu a estudar , não acredito em dar o peixe , é melhor ensinar a pescar. Quem me dera quando comecei ver a qualidade de informação aqui disponibilizada por tantos users e já tens aqui por parte de várias pessoas uma enorme ajuda.

    Em que área de Engenharia estás ?

     

    Boa sorte!

     

     

     

     

    • Gosto 1
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    há 19 minutos, Lynch II disse:

    Após ler os ultimos posts devo partilhar o seguinte , acho que tens demasiadas dúvidas e não vejo um pensamento estruturado , tem em conta que :

    1 - Se queres aprender sobre Investir , irás demorar muitos meses ou anos , tens que ler bastante , conhecer e acima de tudo ter capacidade de análise e crítica que é um conceito que depende do domínio de algumas áreas , algumas técnicas outras fundamentais. 

    2 - Pagar por aconselhamento é o que 90% dos user que aqui andam a aprender deveriam fazer em teoria mas existem dois problemas , será que o user tem conhecimento para avaliar em determinado grau quem lhe vai dar formação ? Será que a pessoa a quem vai pagar é a melhor hipotese no mercado e sabe o user analisar que hipoteses tem e respectivo preço ? Sabe o user analisar algo muito frequente no mundo financeiro que são os conflitos de interesse ? Normalmente não . A optar por esta via o melhor seria consultar vários o que teria um custo e depois ter capacidade de análise para tirar conclusões.

    Em relação a algumas duvidas , com 500.000€ + podes indexar o teu portfolio a um seguro de vida , ser taxado creio a 11.2% e investir em qualquer produto financeiro , sendo o montante sediado no Luxemburgo , terias que pagar anualmente uma comissão a quem fornece este tipo de serviço

    O panorama europeu irá mudar com legislação já aprovada , sugiro que te informes bem . 

    https://ec.europa.eu/info/business-economy-euro/banking-and-finance/insurance-and-pensions/personal-pension-products_en

    A longo prazo o ETF /investimento (activos) permite (em função da acumulação da correccão monetária e não só) ) ter uma carga muito menor a nível fiscal.Terás que ler sobre isso , muito importante.

    A minha sugestão é , não compliques e não inventes .Reconhece o teu desconhecimento  e opta pela solução mais simples ou em alternativa faz o ponto 1+2.

    Vamos tomar como referência o SP500 , é quase impossível na panóplia de FI disponiveis descobrires quais irão produzir retornos superiores a 30-40 anos , uma infíma parte dos fundos consegue um resultado melhor . Tens a capacidade de hoje escolher qual ?  É que tens duas opções . Uma  é jogares na roleta russa , irás perder com muito maior probabilidade a outra optar pelo retorno do mercado , se for o SP500 creio que anda perto dos 10% nos ultimos 30 anos. Existem algumas possibilidades em termos de fundos activos ou opções sem ser o SP500 e com rendibilidade maior  no entanto depois entramos em aspectos vários relacionados com a fiscalidade/conhecimento e outras coisas e francamente isso terás que ser tu a estudar , não acredito em dar o peixe , é melhor ensinar a pescar. Quem me dera quando comecei ver a qualidade de informação aqui disponibilizada por tantos users e já tens aqui por parte de várias pessoas uma enorme ajuda.

    Em que área de Engenharia estás ?

     

    Boa sorte!

     

     

     

     

    Eu tenho vindo a aprender a investir, mas é um processo que demora tempo e não é em meses que o fazes, tenho lido bastante, acompanhado o forum, etc..

    Não tenho realmente um pensamento estruturado porque isto me "caiu" em cima há relativamente pouco tempo, e tenho tentado ver quais os melhores passos a seguir. Não se trata só de uma parte operacional mas também humana, e há sempre uma ligeira resistencia à mudança.

    Em relação ao seguro de vida, já há pelo menos dois no meio da documentação da documentação que tenho, tenho de analisar as quantias e o porquê/vantagens de existirem.

    A hipotese que referes dos 500k indexado a um seguro, permite ter o qualquer tipo de portfólio, ou seja, acções, etfs, FI...?

     

    O SP500 ou o MSCI são os guias gerais no meu portfólio pessoal, mas não sei se deveria "impingir" tal aos meus familiares, ainda que sejam melhores que a trapalhada brutal de produtos financeiros que o santander disponibiliza.

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    1 minute ago, Capital said:

    Eu tenho vindo a aprender a investir, mas é um processo que demora tempo e não é em meses que o fazes, tenho lido bastante, acompanhado o forum, etc..

    Não tenho realmente um pensamento estruturado porque isto me "caiu" em cima há relativamente pouco tempo, e tenho tentado ver quais os melhores passos a seguir. Não se trata só de uma parte operacional mas também humana, e há sempre uma ligeira resistencia à mudança.

    Em relação ao seguro de vida, já há pelo menos dois no meio da documentação da documentação que tenho, tenho de analisar as quantias e o porquê/vantagens de existirem.

    A hipotese que referes dos 500k indexado a um seguro, permite ter o qualquer tipo de portfólio, ou seja, acções, etfs, FI...?

     

    O SP500 ou o MSCI são os guias gerais no meu portfólio pessoal, mas não sei se deveria "impingir" tal aos meus familiares, ainda que sejam melhores que a trapalhada brutal de produtos financeiros que o santander disponibiliza.

    Sim ,Portfolio com qualquer tipo de activo financeiro  , atenção ao link abaixo também .

    Alguns dos fundos activos do Santander investem em ETFs...Um banco é uma mercearia , pensas que lidas com quem aos balcões ?

    No mundo financeiro e de investimentos existe uma coisa sem preço que é o bom senso. 

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    há 1 hora, Virtua disse:

    Não considero os PPR (e derivados) ou os seguros de capitalização alternativas a um tax-wrapper, uma vez que nos primeiros não és tu (ou o financial advisor) a escolher o que vai lá para dentro e não podes ajustar ao cliente.

    Refiro-me a seguros unit-linked que penso que até a maioria dos banco portugueses tem (como só trabalhei com o Best e o Invest não tenho a certeza de outros mas não duvido). Como são seguros de vida até podes escolher os beneficiários em caso de morte do titular e ter imensas vantagens fiscais. Forte cá no burgo com esses seguros é a baloise...

    E bom bom ainda era um seguro de capitalização no BB que se chamava Escolha Livre, onde eras tu que escolhias os fundos de investimento que querias que estivesse na carteira, e a partir de certa quantia podias escolher outros activos.

    Embora acredite que tal ainda exista mas já não está publicitado...

    Editado por D@vid
    • Voto Positivo 1
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    há 6 minutos, pge disse:

    Parecia, agora já não parece 😁.

    Em caso de falência de um banco não consigo mudar os títulos para outro banco?

     

     

     

     

     

    A palavra guardador está um pouco ambígua, na minha carteira de fundos não existe um "guardador", existe si um intermediário financeiro que me permitiu chegar à gestora de activos e comprar junto deles as minhas unidades de participação, sendo elas património meu e não do intermediário, obviamente que o intermediário pode em caso de falência tornar mais dífícil os resgates por mera operativa, assim como pode haver alguma dificuldade na transferência para outro banco, o banco receptor pode não aceitar os activos ( por isso também a importância de ter no portefólio fundos e activos harmonizados e nada meio exótico 😁 )

    • Voto Positivo 1
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    há 8 minutos, D@vid disse:

    A palavra guardador está um pouco ambígua, na minha carteira de fundos não existe um "guardador", existe si um intermediário financeiro que me permitiu chegar à gestora de activos e comprar junto deles as minhas unidades de participação, sendo elas património meu e não do intermediário, obviamente que o intermediário pode em caso de falência tornar mais dífícil os resgates por mera operativa, assim como pode haver alguma dificuldade na transferência para outro banco, o banco receptor pode não aceitar os activos ( por isso também a importância de ter no portefólio fundos e activos harmonizados e nada meio exótico 😁 )

    Isso é só para FI ou também para ETFs e ações cotados em bolsa? É que nestes existe mesmo a guarda de titulos

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    Rick Lusitano
    há 3 horas, pge disse:

    O intermediário (banco) não é apenas o "guardador" dos titulos FI / ETFs / Ações?

    Não. O banco ou corretora não guardam nada. Existem entidades próprias para isso, as entidades depositárias, que são independentes dos bancos/corretoras. E por isso, cobram uma comissão, daí que os bancos/corretoras cobrarem guarda de títulos.

    O intermediário financeiro é como o nome indica, apenas o intermediário. Nada mais. Pensa que um banco/corretora é um intermediário retalhista que possibilita aos seus clientes o acesso (compra/venda) de produtos financeiros.

     

    Vocês pensam que têm os FI ou ETFs ou acções numa conta aparte do IF?

    No caso de títulos negociados nas "bolsas" virtuais, está em nome da Saxo Bank, pois a Saxo Bank ** disponibiliza soluções white-label a vários IF, que as usam com nomes relaccionados com o IF. A plataforma Best Trading Pro do BB é um exemplo, mas há mais bancos.

    Na Degiro é parecido, é uma conta colectiva em nome da Degiro.

    Nos FI, os bancos têm uma parceira com um fornecedor supermercado de fundos, por exemplo, a Allfunds. Os bancos agregam as ordens dos clientes e compram ao grossista (economias de escala), o nome do cliente junto do grossista é do comprador, o banco X ou corretora Y.

     

    Em todas as modalidades de títulos, os IF são retalhistas que compram a grossistas, para depois os IF venderem ao consumidor final (investidor). Os títulos estão em nome dos IF (retalhistas) junto dos grossistas, o que existe depois é que o retalhista (IF) tem documentação que prova quem são os beneficiários finais e cria contas virtuais/digitais, para segregar os activos de cada cliente.

     

    ** Existem outras plataformas de trading white-label que os IF usam, mas o conceito é o mesmo.

    • Obrigado 1
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    Rick Lusitano
    há 47 minutos, Virtua disse:

    Foram das poucas coisas que se safaram na falência da lehman... Não houve stresses nenhuns!!

    Acho que não se pode dizer que não houve stresses. Porque deverão ter demorado tempo a perceber a segregação dos activos de todos os clientes, pois pode sempre existir registos incompletos ou incorrectos. E decerto que haverá activos e contas camufladas por vários motivos (fiscais, legais, requisitos regulatórios, lavagem de dinheiro, etc.). Não te esqueças que haverá sempre coisas por debaixo do tapete. ;)

     

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    há 20 minutos, Rick Lusitano disse:

    Acho que não se pode dizer que não houve stresses. Porque deverão ter demorado tempo a perceber a segregação dos activos de todos os clientes, pois pode sempre existir registos incompletos ou incorrectos.

    Não considero procedimentos e burocracia como stresses. Deve ter demorado o seu tempo, sim.

    Citação

    E decerto que haverá activos e contas camufladas por vários motivos (fiscais, legais, requisitos regulatórios, lavagem de dinheiro, etc.). Não te esqueças que haverá sempre coisas por debaixo do tapete. ;)

    Estou a falar de contas comuns, de pessoas comuns. Aqueles que andam em águas lamacentas não se podem queixar muito quando escorregam...

    Editado por Virtua
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    Rick Lusitano
    há 19 minutos, Rick Lusitano disse:

    Não. O banco ou corretora não guardam nada. Existem entidades próprias para isso, as entidades depositárias, que são independentes dos bancos/corretoras. E por isso, cobram uma comissão, daí que os bancos/corretoras cobrarem guarda de títulos.

    Nos FI, os prospectos indicam as entidades depositárias. Parte dos custos cobrados aos investidores, incluem comissões pagas às entidades depositárias (e a outras entidades, como a auditoras, bolsas, corretoras, etc). Por isso, é que a maioria dos bancos não cobram comissões de guarda de títulos. E também não cobram comissões na negociação em bolsa.

    Nos ETFs deverá ser o mesmo, os custos pagos incluem custos com entidades terceiras. Mas no entanto, muitos IF cobram comissões de guarda de títulos e comissões de negociação em bolsa no caso dos ETFs.

    • Voto Positivo 1
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    há 8 minutos, Rick Lusitano disse:

    Nos FI, os prospectos indicam as entidades depositárias. Parte dos custos cobrados aos investidores, incluem comissões pagas às entidades depositárias (e a outras entidades, como a auditoras, bolsas, corretoras, etc). Por isso, é que a maioria dos bancos não cobram comissões de guarda de títulos. E também não cobram comissões na negociação em bolsa.

    Nos ETFs deverá ser o mesmo, os custos pagos incluem custos com entidades terceiras. Mas no entanto, muitos IF cobram comissões de guarda de títulos e comissões de negociação em bolsa no caso dos ETFs.

    O unico que não cobra guarda de titulos nos etfs que eu saiba é o Invest.

    Então mas o risco do IF tá onde? Abusar de ter os titulos todos juntos numa conta conjunta em nome dele? Sei lá, liquidar titulos sem ter tido ordem do investidor.

    Editado por pge
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    Rick Lusitano
    há 3 horas, Virtua disse:

    Não considero os PPR (e derivados) ou os seguros de capitalização alternativas a um tax-wrapper, uma vez que nos primeiros não és tu (ou o financial advisor) a escolher o que vai lá para dentro e não podes ajustar ao cliente.

    Refiro-me a seguros unit-linked que penso que até a maioria dos banco portugueses tem (como só trabalhei com o Best e o Invest não tenho a certeza de outros mas não duvido). Como são seguros de vida até podes escolher os beneficiários em caso de morte do titular e ter imensas vantagens fiscais. Forte cá no burgo com esses seguros é a baloise...

    Os PP e seguros de capitalização não são alternativas, eles próprios têm um tax-wrapper (têm benefícios fiscais e obrigações especificas). Podes escolher o veículo, PPR da gestora/seguradora X ou Y ou o seguro de capitalização da seguradora Z ou W, não escolhes é os activos que o veículo investe, como acontece com os FI, podes comprar um FI ou um FI PPR, mas não escolhes aonde o gestor investe.

    É como os seguros unit-linked, podes escolher o seguro, mas depois tens uma escolha limitada de FI, mas não escolhes o que os FI investem. Os unit-linked acrescentam é mais uma camada de escolhas, no final vai dar no mesmo. Os unit-linked é como se fosse um seguro PPR que só investe em FI (tipo um fundo de fundos, aonde o cliente é o gestor da carteira, porque escolhe os FI que o seu "fundo" vai investir.)

    Os ISA, é uma conta ** que permite ao investidor escolher tudo e têm um plafond em que não paga impostos. Pode abater perdas em determinadas classes de activos que em Portugal não permite como P2P Lending, Equity Crowdfunding, Venture Capital/Private Equity (mais no EIS/SEIS), etc.

     

    ** Há vários tipos de ISA, consoante a classe de activos a investir ou o objectivo do investimento, para a reforma ou compra de 1ª casa.

    Editado por Rick Lusitano
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    há 45 minutos, pge disse:

    O unico que não cobra guarda de titulos nos etfs que eu saiba é o Invest.

    Então mas o risco do IF tá onde? Abusar de ter os titulos todos juntos numa conta conjunta em nome dele? Sei lá, liquidar titulos sem ter tido ordem do investidor.

    Tens o caso mais recente do BES, vê o que aconteceu aos produtos DO banco ( não necessariamente comprados só no BES ) e os produtos comprados ATRAVÉS do banco, é mais fácil assim senão fica aí uma confusão...

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    há 1 minuto, D@vid disse:

    Tens o caso mais recente do BES, vê o que aconteceu aos produtos DO banco ( não necessariamente comprados só no BES ) e os produtos comprados ATRAVÉS do banco, é mais fácil assim senão fica aí uma confusão...

    Sim entendi a ideia, obrigado.

    (Eu tinha do BES mas de outra série, não atingida. Ainda me tiraram uma noite de sono. :)...e mais tarde depois de entrarem os americanos foram as pressões constantes para liquidar tudo com descontos claro).

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    Rick Lusitano

    Depois há riscos que podem afectar os IF, más práticas de funcionários (de vez em quando, lá aparece notícias de furto e burlas de bancários que limparam os clientes e/ou empregador), ataques informáticos, má gestão dos IF (Administração e chefias intermédias), problemas informáticos. -> Risco operacional.

    Tens também:

    Riscos legais (políticos, jurídicos e regulatórios, inclui a política monetária)

    Risco do país (sanções, crises económicas, crises sociais, crises políticas, incluem ataques terroristas, criminalidade)

    Risco natural (catástrofes naturais, pandemias)

    Entre outros riscos, que é um mundo para quem se dedica à gestão de risco, principalmente de empresas financeiras.

     

    Exemplo, quem não se lembra da crise da dívida soberana na Zona Euro, em que muitos Portugueses tinham medo que Portugal saísse do EUR? ;)

    E compraram moeda estrangeira, ouro, mudaram para bancos no estrangeiro, ou para alguns bancos estrangeiros em Portugal mas sujeitos à lei do país de origem (também são sujeitos à Legislação Portuguesa, mas devido à sua estrutura legal, há questões que estão sujeitas à Legislação do país de origem).

    Daí a importância de diversificar por IF e por país. "Nunca meter todos os ovos no mesmo cesto" -> Sorry people, já é um chavão corriqueiro. :D

     

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    https://dre.pt/web/guest/legislacao-consolidada/-/lc/106918380/201705030200/73418158/diploma/indice

    a) Conservar os registos e as contas que sejam necessários para lhe permitir, em qualquer momento e de modo imediato, distinguir os bens pertencentes ao património de um cliente dos pertencentes ao património de qualquer outro cliente, bem como dos bens pertencentes ao seu próprio património;

    Sei que o Best e GB no caso da plataforma garantem por escrito que o fazem , a Degiro usava uma subempresa (agora mudaram creio) como entidade depositária dos títulos... Não aconselho a que se trabalhe apenas com um Banco/Correctora a não ser em casos de montantes baixos obviamente , existe sempre um risco , devemos precaver os nossos interesses e não confiar.

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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Os PP e seguros de capitalização não são alternativas, eles próprios têm um tax-wrapper (têm benefícios fiscais e obrigações especificas). Podes escolher o veículo, PPR da gestora/seguradora X ou Y ou o seguro de capitalização da seguradora Z ou W, não escolhes é os activos que o veículo investe, como acontece com os FI, podes comprar um FI ou um FI PPR, mas não escolhes aonde o gestor investe.

    É como os seguros unit-linked, podes escolher o seguro, mas depois tens uma escolha limitada de FI, mas não escolhes o que os FI investem. Os unit-linked acrescentam é mais uma camada de escolhas, no final vai dar no mesmo. Os unit-linked é como se fosse um seguro PPR que só investe em FI (tipo um fundo de fundos, aonde o cliente é o gestor da carteira, porque escolhe os FI que o seu "fundo" vai investir.)

    Os ISA, é uma conta ** que permite ao investidor escolher tudo e têm um plafond em que não paga impostos. Pode abater perdas em determinadas classes de activos que em Portugal não permite como P2P Lending, Equity Crowdfunding, Venture Capital/Private Equity (mais no EIS/SEIS), etc.

    Não assumas coisas quando desconheces os produtos 😝

    Eu nem sequer falei em fundos de investimento 🙃 

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