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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 32 minutos, Rick Lusitano disse:

     

    Com a tua resposta, parece que tanto tu como o user @jpnop são as mesmas pessoas. Podes esclarecer? É que assim, há conversas cruzadas e aumenta a confusão.

    Se tens informação, seja muita ou pouca, tens de a recolher e agregar, só depois é que podes a trabalhar para ver aonde podes cortar as ineficiências e tentar aumentar os retornos e/ou diminuir riscos. Também com esse tratamento da informação, tens uma visão para a questão fiscal, tanto em Portugal como nos países aonde estão as contas, também podes procurar uma maior eficiência fiscal. Assim também poderás tratar melhor a  questão da herança quando falecer um ou mais titulares desse património, incluindo para questões fiscais (pagar impostos).

    Sabes o que fazer perante o fisco Português e nos países aonde têm contas quando falecer algum dos titulares?

    Para gerir o património dos teus familiares, percebes o que tens de fazer legalmente (incluindo fiscalmente, por exemplo, pagar impostos)?

    Uma outra questão que muitos investidores têm, a simples questão do familiar sobrevivente, é saber aonde estão os investimentos e quais os códigos de acesso. (Situação que acontece com alguma gravidade com pessoas que têm cripto activos.)

     

    Se tens tanto património dos teus familiares em valor e em número de activos e não tens experiência para investir e nem conhecimento para documentação legal e financeira, achas que é boa ideia pôr em risco esse património, tratando tu de gerir os investimentos/patrimónios? É como uma pessoa que não tem experiência médica, tentar aprender medicina a ler umas coisas na Internet ou em livros para curar outra pessoa.

    É que ninguém aqui deve estar familiarizado com esse volume de dinheiro, documentação, legislação e tributação Portuguesa e Britânica. E se alguém tiver, não vai estar aqui publicamente a fazer e de forma gratuita.

    Se vais ao balcão dos bancos ou mesmo Private Banking, tens comerciais que procuram é defender os interesses do seus empregadores, vendendo os produtos que os seus empregadores querem que sejam vendidos. E 99,9999% desses vendedores não têm conhecimento e experiência para investimentos em bolsa, percebem o que são acções/obrigações/FI/ETFs/etc mas não sabem fazer gestão de carteiras no interesse dos seus clientes. Se muitas pessoas compararem-se os resultados de muitas "recomendações" e gestão de carteiras dos bancos com a compra de um ou mais simples FI ou ETF conseguiam melhores retornos, menor risco e pagariam muito menos.

    Tem cuidado com os "experts" da net e não só. Não basta dizer que sabem, é preciso demonstrar com formação, certificação e experiência reconhecida pelos reguladores para a gestão de carteiras e consultadoria financeira.

     

    Quando te perguntei se estudastes as sobreposições, referia-me à tua carteira de ETFs.

     

     

    Não somos a mesma pessoa, aproveitei o quote para agradecer.

    Em relação à minha carteira de ETF's, ela tem bastantes sobreposições, alias, basta ter o NASDAQ SP500 e o IWDA que há logo uma forte sobreposição nas grandes empresas americanas como apple, google's, microsofts e afins. Estou confortável com isso e é o que pretendo até.

    O tanto é um conceito relativo, não é assim tanto, mas há quem ache em portugal que 1 M é um objectivo inatingível. Eu discordo.

    O problema do santander é mesmo esse, é ter lá a gestora de conta a vender produtos fracos, no entanto, boa parte do bolo como referi, está entregue a um gestor.

    Editado por Capital
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    há 19 minutos, 5coroas disse:

    E será que eles estão preparados para sofrer grandes perdas (embora temporárias, ou seja vários anos para recuperar); é que se não estão, pode-te sair o tiro pela culatra, por exemplo, entrarem em pânico, resgatarem tudo com grandes perdas e cortarem relações contigo (com quem os levou por maus caminhos). Cuidado com o aconselhamento (embora com boas intenções) que se dão a familiares e amigos, é que quando se perde muito dinheiro, as coisas mudam.

    Eu não quero nem tenho conhecimento financeiro sólido para prestar aconselhamento. Sei uns princípios simples de ler livros e ler umas coisas por aqui, nada mais.

    Pediram-me ajuda porque no seio familiar, sou aquele que mais conhecimento terá e no qual depositam confiança. A imagem de cortarem relações não se coloca porque há estabelecida uma relação de dependência e amizade/familia que prevalece sobre qualquer quantia financeira, mesmo que se tratem de milhões.

    O mais certo é eu acabar a entregar o bolo todo a alguem entendido na area por indicações de confiança de alguem conhecido.

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    há 23 minutos, D@vid disse:

    A pergunta é @Capital, eles vão mesmo seguir as tuas dicas ou depois de teres todo o trabalho ( tu e demais bancos, gestores, consultores etc ) acabam por deixar tudo como está? por aqui vais ter 100 dicas e estratégias diferentes, nos bancos vais ter quase a mesma coisa 🤪

    Admira-me que o serviço private do Santander não lhes coloque em cima da mesa outras gestoras de activos...

    Se eu quiser que eles sigam, consigo que o façam, mas ainda estou na duvida se gostaria de assumir tal responsabilidade.

    Eles são o que eu defino como "panhonhas" com dinheiro, ou seja, gente completamente desviada do mundo atual que vive o seu dia a dia de forma muito simplória.

    Talvez o serviço do santander não o faça porque eles não pedem...

     

    Vamos ver que tipo de documentação vão enviar quando pedirem a posição global apenas cá em PT, dado que lá fora está bem mais organizado.

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    há 24 minutos, Francisco_ disse:

    Exacto, seria essa a ideia como referes no primeiro paragrafo. Existem diversas opções cá (Carregosa, Best, Big, Invest, etc) é ver quais os custos e ir decidindo nessa base.

    Produtos simples são os fundos indice como algo que siga o MSCI World ou similares. Com esses montantes até é provavel que consigam aceder aos da Vanguard aqui em Portugal. A parte do rendimento pelo menos de 5% anual é algo que ninguem consegue prometer à partida, seja com que risco for. Já tiveste essa experiência em Março, como referes, é bom que quem investe esteja mentalizado para que nem tudo é linear e existem riscos, maior parte deles inesperados e muitas vezes invisíveis às tradicionais medidas quantitativas que avaliam o registo histórico passado.

    Desmontar essa teia no Santander é indo puxar o novelo pelo inicio e ver onde vai dar. Registar tudo e ver onde existem mais valias e onde não existem, onde investem e como investem, qual a finalidade e afins. Depois é ir desmontando e reconvertendo para o que pretendem, nem tudo tem de ser de uma vez só.

    Em relação à tributação e herdeiros, em conjunto com a pesquisa acima, será melhor aconselhamento com um fiscalista para perceber as implicações inerentes. Ninguem aqui sabe exactamente como está, quais as pretensões, etc. Não será aqui que vais ficar a saber como resolver.

    Eu gostaria de tentar não deixar mais de 100k em cada banco, ainda que o banco será o veiculo para investir no produto X que estará exposto às suas próprias regras.

    Eles estão preparados para volatilidade considerável (20%?!) mas nunca um risco acima de 5 (1-7). Bem sei que ninguem garante rentabilidades, mas os 5% era target que os deixaria confortáveis.

    Vou tentar ir vendo as posições de entrada em cada um dos produtos que existem, e perceber qual o caminho a tomar, porque há posições que não estão a render 1% ao ano.

    Em relação à tributação e herdeiros, só se colocará essa questão daqui por décadas, e até lá, deverei ter assumido total controlo da máquina. Já o faço relativamente ao real estate, p.e.

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    há 25 minutos, Professor disse:

    Boa tarde, os fundos que estão na primeira pagina são recomendações  actualizadas ?

    Diria que não são recomendações...😁 são apenas ideias, fundos que fui achando interessantes ao longo do tempo, cabe a cada um depois os levar à letra ou  procurar outros.

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    há 45 minutos, Capital disse:

    Se eu quiser que eles sigam, consigo que o façam, mas ainda estou na duvida se gostaria de assumir tal responsabilidade.

    Eles são o que eu defino como "panhonhas" com dinheiro, ou seja, gente completamente desviada do mundo atual que vive o seu dia a dia de forma muito simplória.

    Talvez o serviço do santander não o faça porque eles não pedem...

     

    Vamos ver que tipo de documentação vão enviar quando pedirem a posição global apenas cá em PT, dado que lá fora está bem mais organizado.

    Então e algo assim achas que iam querer?

    • Capital Garantido ao fim de 3 anos
    • Retornos médios de 4,15% ao ano desde 1995 ( este ano vai com 2% )
    • Sem comissões de compra e venda
    • Taxa de retenção mais baixa que activos mobiliários e/ou seguros de capitalização
    • Poder ter benefícios fiscais em sede de IRS
    • Risco 3.

    Ou

    • Sem capital garantido
    • Retornos médios de 4% ao ano desde 2005 ( este ano com 2,8% )
    • Sem comissões de compra e venda ao fim de um tempo )
    • Risco 1

    Dois produtos simples e risco limitado sem ser preciso ser um private cliente e bla bla 🤣

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    Rick Lusitano
    há 52 minutos, Capital disse:

    Não somos a mesma pessoa, aproveitei o quote para agradecer.

    OK, ficou pouco confuso.

     

    há 52 minutos, Capital disse:

    O tanto é um conceito relativo, não é assim tanto, mas há quem ache em portugal que 1 M é um objectivo inatingível. Eu discordo.

    Eu não acho que 1M é muito ou pouco e nem que é inatingível. O "problema" é outro. ;)

    Pois basta dizer que para a AT é o suficiente para andar a ser vigiado com uma malha mais fina.

    E aí de ti se tens uma falha ou um esquecimento. Ou basta os dados não baterem certo com a informação das instituições financeiras (por exemplo, datas)...

    Até há unidades especializadas para contribuintes com maiores patrimónios.

    Para a AT e os partidos ("amigos do povo") que aprovaram a legislação, quem tiver 50 mil EUR num banco/instituição de crédito/seguradora/gestoras/corretoras é já considerado pessoa de interesse para a AT.

    Citação

    De acordo com a lei, apenas os saldos globais serão comunicados. No entanto, o Fisco poderá aceder aos seus movimentos caso pretenda avançar para uma inspeção.

    https://pplware.sapo.pt/informacao/50-mil-euros-no-banco-fisco/

    há 52 minutos, Capital disse:

    O problema do santander é mesmo esse, é ter lá a gestora de conta a vender produtos fracos, no entanto, boa parte do bolo como referi, está entregue a um gestor.

    Sabes se existe conflitos de interesse entre o gestor, a entidade empregadora e tu?

    Qual a experiência do gestor, a sua performance, tem certificação profissional financeira e é autorizado pelos reguladores?

    "Gestora de conta" é o erro de muitos Portugueses, ela não gere nada, é um comercial/vendedor, quanto muito gere a carteira de clientes do banco, ou seja, defende os interesses do empregador.

     

    há 57 minutos, Capital disse:

    Eles são o que eu defino como "panhonhas" com dinheiro, ou seja, gente completamente desviada do mundo atual que vive o seu dia a dia de forma muito simplória.

    É assim com a maioria dos Portugueses. São muito passivos. Preferem mudar de café porque subiu 5 cêntimos no café do que mudar de banco porque simplesmente aumentaram as comissões.

    há 57 minutos, Capital disse:

    Talvez o serviço do santander não o faça porque eles não pedem...

    Não pedem e o banco também não tem muito interesse... ;)

     

    há 57 minutos, Capital disse:

    Vamos ver que tipo de documentação vão enviar quando pedirem a posição global apenas cá em PT, dado que lá fora está bem mais organizado.

    Consegues obter informação nas declarações anuais dos movimentos de valores mobiliários. Nas declarações mensais de extractos das contas.

    Podes aceder ás contas via online e seguir os movimentos.

    Com isso tudo, consegues construir grande parte do patrimónios.

     

    Não seria a 1ª vez que declarações dos bancos não batessem certo.

    Todos os anos, o BB tem datas diferentes nos movimentos dos FI e pagamentos de CLN/Bonds, e já se lixaram na AT com isso. :)

     

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, Capital disse:

    Eu gostaria de tentar não deixar mais de 100k em cada banco, ainda que o banco será o veiculo para investir no produto X que estará exposto às suas próprias regras.

    O FGD "cobre" até 100k por titular e por banco, mas só em depósitos bancários (depósito à ordem, prazo, indexados, duais), não cobre investimentos em outros produtos financeiros com PPR, FI, ETF, acções, obrigações, etc.

     

    há 1 hora, Capital disse:

    Eles estão preparados para volatilidade considerável (20%?!) mas nunca um risco acima de 5 (1-7). Bem sei que ninguem garante rentabilidades, mas os 5% era target que os deixaria confortáveis.

    Vou tentar ir vendo as posições de entrada em cada um dos produtos que existem, e perceber qual o caminho a tomar, porque há posições que não estão a render 1% ao ano.

    Uma carteira de investimentos e a sua gestão não se resume só a retornos, há mais aspectos a considerar, e não me refiro só a volatilidades. O risco não é só a volatilidade.

     

    há 1 hora, Capital disse:

    Em relação à tributação e herdeiros, só se colocará essa questão daqui por décadas, e até lá, deverei ter assumido total controlo da máquina. Já o faço relativamente ao real estate, p.e.

    A tributação de herdeiros começa a se planear em vida. Vê o exemplo das pessoas abastadas. ;)

    Não cometas o erro de muitos Portugueses de não preocuparem com a herança, que quem cá fica que preocupe com isso, depois há problemas entre familiares com as partilhas, a distribuição dos bens, autorizações, bens que não se conhecem ou não estão correctamente registados, problemas fiscais, heranças indivisas. De só se preocuparem quando as pessoas morrem ou quando estão muito velhos, quase senis ou acamados, nessas alturas, a herança é o que menos deve importar.

    Aliás uma parte muito importante, de qualquer pessoa, para além da gestão de património, é a gestão financeira no geral, que inclui a gestão corrente do dia-a-dia, gestão de património e a gestão fiscal. Todos nós devemos fazer a optimização fiscal, para reduzir custos, porque a redução fiscal é uma redução de custos. Atenção não falo em fuga aos impostos, falo em reduzir a factura fiscal de forma legal.

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, D@vid disse:

    Então e algo assim achas que iam querer?

    • Capital Garantido ao fim de 3 anos
    • Retornos médios de 4,15% ao ano desde 1995 ( este ano vai com 2% )
    • Sem comissões de compra e venda
    • Taxa de retenção mais baixa que activos mobiliários e/ou seguros de capitalização
    • Poder ter benefícios fiscais em sede de IRS
    • Risco 3.

    Ou

    • Sem capital garantido
    • Retornos médios de 4% ao ano desde 2005 ( este ano com 2,8% )
    • Sem comissões de compra e venda ao fim de um tempo )
    • Risco 1

    Dois produtos simples e risco limitado sem ser preciso ser um private cliente e bla bla 🤣

    Isso de sugestões online é algo arriscado. E totalmente desadequado às boas práticas de aconselhamento financeiro. É como dar sugestões para a toma de medicamentos.

    É necessário fazer um diagnóstico com os clientes, para aferir correctamente, o seu perfil de risco, os seus objectivos, etc. Não é na net e nem com simples funcionários de bancos.

    Aconselho a lerem sobre Investment Policy Statement (IPS).

    https://www.investopedia.com/terms/i/ips.asp

     

    Quantos de vocês tiveram um funcionário financeiro a vos fazer um IPS?

    Com mais de 30 anos de experiência de cliente financeiro, nunca tive um IPS...

    Querem fazer uma experiência? Perguntem a um funcionário de um banco o que é um IPS? 😈

     

    PS: Os questionários que os bancos e corretoras fazem aos investidores, não são IPS. Os questionários são para cumprir principalmente com a DMIF II, para classificar de uma forma genérica, os conhecimentos dos investidores e para justificar o acesso deles a determinados produtos financeiros. Na visão dos intermediários financeiros é uma forma de os desresponsabilizar legalmente para o caso de os investimentos gerarem perdas aos investidores.

    Editado por Rick Lusitano
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    há 1 hora, Patanisca disse:

    Ai a ingenuidade que eu tinha quando tinha 20 anos! 

    Parece-me aí um excesso de frenesim e motivação. Tentar sacar 5% nesta altura do campeonato, sem ser em equities ou high yield (aka junk bonds) parece-me muito optimista e na fase da vida em que se encontram e com os objetivos de preservar valor, como tu disseste "fazer crescer o bolo", não sei se é grande ideia expor a tanto risco. 

    Eu no teu lugar ia pela via conservadora de investir em imobiliário. Tem valor tangível, e normalmente as pessoas dessa faixa etária compreendem melhor. 

    Eu passei por algo semelhante há uns anos, mas não tão complexo. Mas entre descobrir produtos que eram desconhecidos aos meios familiares, a organizar lhes tudo em produtos que trabalhassem para eles em vez de para o banco, sempre me cinji a veículos de capital garantido, mesmo que soubesse que os expondo a algum risco, lhes ia saber bem tirar ali uns milhares a mais por ano. Mas e depois quando viessem os anos maus? Eu teria que dar a cara e ouvir "pois, eu bem te disse..." 

    Isto as relações familiares e dinheiro são sempre muito delicadas. Eu costumo ter para mim que na minha carteira mexo eu, na dos outros só olho e falo se me perguntarem. 

    Vai com calma e pondera bem se vale a pena investires o teu tempo a fazer essa gestão de património. Pesa os cenários positivos e também os piores cenários. Quando tiveres um peso para atribuir ao impacto dos piores cenários, multiplica por 3 esse peso. 

    Percebo o teu ponto mas acredita que não há ingenuidade. É um caso muito especifico que ao perceberes os contornos entenderias. Eu não falo em 5% todos os anos, falo em retorno anualidade ao fim de 10 anos, ou outro tipo de horizonte temporal. Não me parece de togo intangível.

    Já tem bastantes apartamento arrendados mas neste momento não tenho encontrado boas oportunidades para investir o capital solto, portanto o resto queria-se em mercados.

    há 1 hora, D@vid disse:

    Então e algo assim achas que iam querer?

    • Capital Garantido ao fim de 3 anos
    • Retornos médios de 4,15% ao ano desde 1995 ( este ano vai com 2% )
    • Sem comissões de compra e venda
    • Taxa de retenção mais baixa que activos mobiliários e/ou seguros de capitalização
    • Poder ter benefícios fiscais em sede de IRS
    • Risco 3.

    Ou

    • Sem capital garantido
    • Retornos médios de 4% ao ano desde 2005 ( este ano com 2,8% )
    • Sem comissões de compra e venda ao fim de um tempo )
    • Risco 1

    Dois produtos simples e risco limitado sem ser preciso ser um private cliente e bla bla 🤣

    Diria que estavam aptos a produtos com mais risco e maiores retornos.

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    há 26 minutos, Rick Lusitano disse:

    O FGD "cobre" até 100k por titular e por banco, mas só em depósitos bancários (depósito à ordem, prazo, indexados, duais), não cobre investimentos em outros produtos financeiros com PPR, FI, ETF, acções, obrigações, etc.

     

    Uma carteira de investimentos e a sua gestão não se resume só a retornos, há mais aspectos a considerar, e não me refiro só a volatilidades. O risco não é só a volatilidade.

     

    A tributação de herdeiros começa a se planear em vida. Vê o exemplo das pessoas abastadas. ;)

    Não cometas o erro de muitos Portugueses de não preocuparem com a herança, que quem cá fica que preocupe com isso, depois há problemas entre familiares com as partilhas, a distribuição dos bens, autorizações, bens que não se conhecem ou não estão correctamente registados, problemas fiscais, heranças indivisas. De só se preocuparem quando as pessoas morrem ou quando estão muito velhos, quase senis ou acamados, nessas alturas, a herança é o que menos deve importar.

    Aliás uma parte muito importante, de qualquer pessoa, para além da gestão de património, é a gestão financeira no geral, que inclui a gestão corrente do dia-a-dia, gestão de património e a gestão fiscal. Todos nós devemos fazer a optimização fiscal, para reduzir custos, porque a redução fiscal é uma redução de custos. Atenção não falo em fuga aos impostos, falo em reduzir a factura fiscal de forma legal.

    Estou consciente relativamente aos 100k, é mais pela base de diversificar as entendidas que se usa para investimento.

    O risco nem estará diretamente relacionado com a volatilidade, no meu ponto de vista.

    No caso dos meus familiares diretos, esse planeamento tem sido feito em feito em vida, no caso destes, é por isso que comecei a tentar ajudar agora.

    há 6 minutos, Les Paul disse:

    Para investir em Fintech estou a pensar criar uma pie na trading 212 com um mix dos ETFs ARKF e FINX

    Ha um empresa que tem vindo a crescer e que tenho observado, mas que ainda não lanço IPO - UpHold. Tem um conceito muito bom.

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    há 1 hora, D@vid disse:

    Então e algo assim achas que iam querer?

    • Capital Garantido ao fim de 3 anos
    • Retornos médios de 4,15% ao ano desde 1995 ( este ano vai com 2% )
    • Sem comissões de compra e venda
    • Taxa de retenção mais baixa que activos mobiliários e/ou seguros de capitalização
    • Poder ter benefícios fiscais em sede de IRS
    • Risco 3.

    Ou

    • Sem capital garantido
    • Retornos médios de 4% ao ano desde 2005 ( este ano com 2,8% )
    • Sem comissões de compra e venda ao fim de um tempo )
    • Risco 1

    Dois produtos simples e risco limitado sem ser preciso ser um private cliente e bla bla 🤣

    David, fiquei curioso.

    O primeiro soa-me ao PPR do NB e o segundo fundo imobiliario CA.

    Estou perto?

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    Rick Lusitano
    há 12 minutos, Capital disse:

    Estou consciente relativamente aos 100k, é mais pela base de diversificar as entendidas que se usa para investimento.

    O risco nem estará diretamente relacionado com a volatilidade, no meu ponto de vista.

    A volatilidade é uma medida de risco, o risco de mercado. Depois há mais formas de risco, uma delas também identificas que é o risco do intermediário financeiro usado. Uma gestão de portfólios tem de fazer a gestão de risco (riscos financeiros e não financeiros).

     

    há 12 minutos, Capital disse:

    No caso dos meus familiares diretos, esse planeamento tem sido feito em feito em vida, no caso destes, é por isso que comecei a tentar ajudar agora.

    Boa práctica. ;)

     

    Lê sobre o que eu escrevi sobre o IPS: ;)

    https://www.forumfinancas.pt/topic/7246-fundos-de-investimento-mutual-funds/?do=findComment&comment=185025

     

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    há 3 minutos, Rick Lusitano disse:

    A volatilidade é uma medida de risco, o risco de mercado. Depois há mais formas de risco, uma delas também identificas que é o risco do intermediário financeiro usado. Uma gestão de portfólios tem de fazer a gestão de risco (riscos financeiros e não financeiros).

     

    Boa práctica. ;)

     

    Lê sobre o que eu escrevi sobre o IPS: ;)

    https://www.forumfinancas.pt/topic/7246-fundos-de-investimento-mutual-funds/?do=findComment&comment=185025

     

    Já estava por dentro do que era. Eles tem um contrato desses assinado com o fund manager UK.

    A questão é que é uma monte de produtos diversos por bastantes lados e sem informação facilitada. Daí querer adoptar por estratégias mais simples para poder gerir e indicar melhor. Há bons no UK através do HSBC, há contratos com fund managers com quantias avultadas também, há a diversidade de produtos "fracos" do Santander, e shares espalhadas por diversas corretoras. Por vezes dá vontade de centralizar tudo e começar tudo de novo, mas não seria algo facilmente aceite nem para se fazer em 3 tempos. 

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    Rick Lusitano
    há 11 minutos, Capital disse:

    Já estava por dentro do que era. Eles tem um contrato desses assinado com o fund manager UK.

    A questão é que é uma monte de produtos diversos por bastantes lados e sem informação facilitada. Daí querer adoptar por estratégias mais simples para poder gerir e indicar melhor. Há bons no UK através do HSBC, há contratos com fund managers com quantias avultadas também, há a diversidade de produtos "fracos" do Santander, e shares espalhadas por diversas corretoras. Por vezes dá vontade de centralizar tudo e começar tudo de novo, mas não seria algo facilmente aceite nem para se fazer em 3 tempos. 

    Terás muito trabalho pela frente. Principalmente recolha e agregação da informação, com datas, valores, câmbios, preços/cotações, movimentos de compras/vendas, pagamentos de dividendos/cupões/juros, comissões, saber que tipo de produto é. Já tive pessoas que pensam que tinham investido num tipo de produto (sugerido pelos ditos gestores de conta) e depois era outro totalmente diferente...

    Os Britânicos nesse aspecto são muito profissionais quando toca a dinheiro e investimento, nada a ver com Portugal. Por terem investimentos no UK, têm algum tax-wrapper?

    Porquê a escolha do Santander, existe uma ligação extra investimentos? Por exemplo, existem créditos ou produtos que obrigam a ter determinados investimentos/envolvimento? (Não precisas de responder, é para tu fazeres a ti e aos teus familiares.) -> Porque a saída de determinados produtos pode provocar efeitos em outros produtos financeiros ou existir obrigatoriedades contratuais.

     

    Um cliente que tive, queria ajudar os seus avôs a orientar o seu património. E descobriu que eles estavam a pagar comissões ao banco de umas acções de empresa Portuguesa, que eles tinham comprado há muitos anos, que agora valia uns cêntimos cada. Ficava mais caro as comissões anuais do que valiam as acções actualmente.

    • Voto Positivo 1
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    há 10 minutos, Rick Lusitano disse:

    Terás muito trabalho pela frente. Principalmente recolha e agregação da informação, com datas, valores, câmbios, preços/cotações, movimentos de compras/vendas, pagamentos de dividendos/cupões/juros, comissões, saber que tipo de produto é. Já tive pessoas que pensam que tinham investido num tipo de produto (sugerido pelos ditos gestores de conta) e depois era outro totalmente diferente...

    Os Britânicos nesse aspecto são muito profissionais quando toca a dinheiro e investimento, nada a ver com Portugal. Por terem investimentos no UK, têm algum tax-wrapper?

    Porquê a escolha do Santander, existe uma ligação extra investimentos? Por exemplo, existem créditos ou produtos que obrigam a ter determinados investimentos/envolvimento? (Não precisas de responder, é para tu fazeres a ti e aos teus familiares.) -> Porque a saída de determinados produtos pode provocar efeitos em outros produtos financeiros ou existir obrigatoriedades contratuais.

     

    Um cliente que tive, queria ajudar os seus avôs a orientar o seu património. E descobriu que eles estavam a pagar comissões ao banco de umas acções de empresa Portuguesa, que eles tinham comprado há muitos anos, que agora valia uns cêntimos cada. Ficava mais caro as comissões anuais do que valiam as acções actualmente.

    Razão tinha um prof meu da universidade das cadeiras de gestão que dizia " Não ter dinheiro é um grande problema, mas ter muito dinheiro também é um problema grande".

     

    Tem tax wrappers no UK, ISA's principalmente, mas como estão entregues ao manager lá é a última das preocupações. Que implicações podem ter esses tax wrappers na transferência do capital para cá?

     

     

     

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    Rick Lusitano
    há 3 minutos, Capital disse:

    Razão tinha um prof meu da universidade das cadeiras de gestão que dizia " Não ter dinheiro é um grande problema, mas ter muito dinheiro também é um problema grande".

    :)

    Quanto mais dinheiro, mais "dores de cabeça". Mas são boas "dores de cabeça".

     

    há 3 minutos, Capital disse:

    Tem tax wrappers no UK, ISA's principalmente, mas como estão entregues ao manager lá é a última das preocupações. Que implicações podem ter esses tax wrappers na transferência do capital para cá?

    O ideal é falar com manager, para ele mostrar a documentação dos produtos investidos e saber que tipo de ISA e outros tax-wrappers têm associados aos investimentos. Pode existir por exemplo, veículos destinados à reforma (tipo os nossos PPR) que se forem resgatados antes da reforma, os investidores poderão ter que devolver/pagar os benefícios à HMRC (AT do UK).

    Podes começar por aqui e depois ir ao HMRC para mais informação detalhada:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Individual_savings_account#Tax_treatment

     

    Inveja desses tax-wrappers do UK. 😎

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    há 15 minutos, Rick Lusitano disse:

    :)

    Quanto mais dinheiro, mais "dores de cabeça". Mas são boas "dores de cabeça".

     

    O ideal é falar com manager, para ele mostrar a documentação dos produtos investidos e saber que tipo de ISA e outros tax-wrappers têm associados aos investimentos. Pode existir por exemplo, veículos destinados à reforma (tipo os nossos PPR) que se forem resgatados antes da reforma, os investidores poderão ter que devolver/pagar os benefícios à HMRC (AT do UK).

    Podes começar por aqui e depois ir ao HMRC para mais informação detalhada:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Individual_savings_account#Tax_treatment

     

    Inveja desses tax-wrappers do UK. 😎

    Vou dedicar-me à papelada toda do Santander primeiro. E depois perceber isso.

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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Inveja desses tax-wrappers do UK. 😎

    Isso existe cá, ou algo que para todos os efeitos é semelhante. Custa é dinheiro. Mas se estamos a falar de milhões de certeza que se consegue esmagar bem as margens 😉

    há 2 horas, Mr_Burns disse:

    O primeiro soa-me ao PPR do NB

    Deve ser o PPR vintage (da mesma casa). O NB PPR não  tem garantia de capital!!

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    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

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