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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 7 minutos, Patanisca disse:

    Penso que não dá.


    Ordens dadas antes da cut-off de hoje, vão comprar a UP ao preço definido no final da trading session local. Preço esse que será o preço da UP de amanhã, o qual tu irás ter como registado na ordem. A ordem fica com o preço da UP de dia 17.

    Ordens dadas depois da cut-off de hoje, vão comprar a UP ao preço definido no final da trading session do dia útil seguinte, ou seja, amanhã. Portanto a ordem fica com o preço da UP de dia 18.

    Depois há a liquidação, que normalmente são 3 dias, ou seja, só 3d úteis depois da efectivação da ordem (que depende se foi antes ou depois da cut-off) é que é tirado o dinheiro da conta à ordem e aparece o montante na participação do fundo na carteira.

     

    Claro que depois cada fundo tem as suas condições específicas.
    Estou a falar bem @D@vid? :D

    Certo, faz sempre um pouco de confusão mas basicamente é isso, se o cutoff é hoje ás 17h e se na ficha diz que é 0 dias, quer dizer que se eu comprar ás 16h59 a cotação é a do dia útil após fecho da sessão, que se vai reflectir no dia seguinte, se comprar ás 17h01, é como se comprasse apenas no dia útil seguinte.

     

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    há 5 horas, Patanisca disse:

    Do que pude apurar quando andei a tentar descobrir a hora de set da UP do dia seguinte, parece-me ser à hora de fim de trading local. Ou seja, se for um fundo do Luxemburgo, será por volta da hora de fim de sessão lá, mais coisa menos coisa (+/- 30min).

    A estratégia que utilizo é preparar as minhas ordens para as executar antes da cut-off time do fundo, tenho-os às 09h00, 09h30, até às 14h00 com esse mostrado, e antes dessa cut-off olhar para as bolsas europeias e/ou US futures para tentar ter uma percepção de como irão estar os índices por volta das 15h00, 16h00 hora de Portugal, que é quando será determinada a UP que vou comprar antes da cut-off.

    Quando tinha fundos da CGD era excelente para fazer boas entradas e saídas, porque a cut-off time era às 16h30 e a UP é determinada às 17h00, portanto eu fazia as trades já com 2h de negociação feita na sessão dos EUA, e apenas com 30min de tempo para flutuações entre a compra e a determinação da UP.

    Obrigado pelo teu feedback @Patanisca! Sim eu também achei que teria lógica ser a hora de fecho do trading local. 

    Claro que queremos sempre fazer as melhores entradas, mas às vezes nos fundos acaba por ser um bocado "às cegas". Mas também a longo prazo acaba por ser quase irrelevante.

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    Analogia entre selloff e avalanche de neve.

    Numa encosta de montanha com uma acentuada pendente e nas épocas de grandes nevões locais, à medida que cai neve vão havendo camadas sucessivas de neve a depositarem-se sobre essa encosta, até que uma certa altura a espessura total dessas camadas de neve é de tal ordem que constitui uma sobrepressão sobre a 1.ª camada de neve em contacto com a encosta da montanha, sobrepressão essa que vai provocar a fusão da neve dessa 1.ª camada para o estado líquido, e aí a neve (sólida) que está sobre esta camada líquida vai deslizar pela encosta abaixo (avalanche), sendo que esse deslizamento é tanto mais acentuado quanto maior for a pendente da encosta e menor for o coeficiente de atrito da superfície da mesma (encostas nuas de vegetação, com pouca rugosidade, como no caso de afloramentos rochosos de superfície lisa pela erosão de milhões de anos, tem um relativo baixo coeficiente de atrito, logo são as mais propícias a avalanches para a mesma pendente da encosta e mesma espessura da camada de neve). 

    Ora, nos mercados acionistas acontece similarmente o mesmo que as avalanches de neve: com a valorização sucessiva dos ativos acionistas, chega a uma certa altura em que a sobrecompra cria uma sobrepressão nos ativos subjacentes, e a partir de certa altura o processo entra em modo não sustentável e então, mais cedo do que mais tarde, vai ter tendência a deslizar para o equilíbrio, e é aqui que pode haver um grande perigo financeiro, como nas avalanches de neve, se esse processo de deslizamento for descontrolado como num caso de selloff de pânico (nas avalanches faz-se o controlo dos grandes deslizamentos, através de pequenas explosões que originam pequenos deslizamentos, para aliviar a sobrepressão das camadas de neve, e aí evitam-se as grandes avalanches. Isto nos mercados chamam-se correções para aliviar a sobrepressão/sobreaquecimento dos ativos acionistas, e só estas correções é que podem evitar as selloffs e os crashs, que na montanha com neve se designam por avalanches incontroláveis). 

    O fenómeno da liquefação da 1.ª camada de neve em contacto com a superfície da encosta da montanha, que provoca o deslizamento das camadas de neve superiores pela encosta abaixo (avalanche), é o mesmo princípio de um artista/atleta a deslizar sobre uma pista de gelo: a base dos patins em contacto com a superfície de gelo da pista é constituída por uma lâmina metálica, sendo que a superfície desta lâmina em contacto com o gelo é de tal maneira diminuta que o simples peso do atleta/artista é suficiente para criar a fusão do gelo em contacto com a lâmina e aí o deslizamento dá-se sobre uma superfície liquefeita e não sólida, logo menor coeficiente de atrito implica melhor deslizamento. Para travar os deslizamentos, os atletas/artistas inclinam os patins para aumentar a área superficial em contacto com o gelo, logo aumentam o coeficiente de atrito e o peso deles pode já não ser suficiente para causar a fusão total da superfície de gelo em contacto com a base dos patins, e assim conseguem parar os movimentos deslizantes, senão pelo princípio da inércia, os atletas/artistas poderiam ir parar à 1.ª bancada dos espetadores, como acontece com alguns toiros na arena que saltam a barreira de proteção. Ou seja, temos que saber controlar os toiros (bull market) e travar a tempo para depois não levarmos com eles em cima (bear market).

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    The Importance of Downside Protection to Help Harness Long-Term Returns.

    Ask almost every investor and they will tell you that they are seeking strong returns and to minimize risk. When the markets go through a long advance—such as the bull market of 2009-2020—there is a natural tendency to focus more on the “strong return” part of that objective than the goal of minimizing risk. Nonetheless, downside protection strategies, or techniques used by an investment manager to prevent a decrease in the value of the investment, will reduce the frequency and magnitude of losses resulting from substantial market declines and can protect investors against significant losses. Following more than a decade of steady increases, recent events remind investors seeking strong long term  risk-adjusted returns just why the risk adjusted truly matters, especially in light of the  extremely turbulent market of early 2020. In fact, the ability to lessen losses during inevitable downturns may matter more long term than riding the wave of a long-term bull market’s gains.

    It’s important to remember that large losses require even larger gains for a portfolio to recover fully. The larger the losses, the disproportionately greater the size of the percentage gains required to make up for those losses. It’s in the math. For example, a 40% portfolio loss requires a 67% return to see a complete recovery. Lesser drawdowns may mean a faster recovery after down markets, putting clients in a potentially better position to compound returns over time. A significant loss means plenty of catching up is necessary to get back to the original starting point as principal has shrunk, particularly if an investment horizon is shorter than the time needed to recover. Much like the Greek legend of Icarus, if you fly too high without a safety net, an investor can come crashing down with no easy way back up.

    Many investors are tempted to sell riskier assets after steep market declines. Portfolios that provide strong downside protection may help investors stay the course and avoid this temptation. In addition, active managers can articulate their reasons for owning each holding, which, in contrast to passive funds that hold thousands of securities, may add to an investor’s conviction during times of market stress and help them stay the course and recoup losses.

    Keeping Downside Protection in View

    While the unprecedented market events of 2020 clearly highlighted the importance of downside protection, they also reinforced the value of active management in volatile and down markets. Prior to the severe market pull-back in March, many investors rode the euphoria of a decade-plus equity bull run and were not focused on downside protection. Further, many of these investors opted for following markets through passive and exchange traded funds, making them vulnerable in the wake of a tail risk event.

    While no manager, active or passive, could have predicted a global pandemic, active managers can be prepared regardless of whatever events may transpire, versus passive strategies which are subject to the whims of the market. And while strategies directly tracking the markets are able to rise as a recovery ensues, minimizing drawdowns may have a bigger effect on long-term returns than capturing all the market’s upside. The chart below illustrates this point. The light blue line represents a portfolio that participates in 100% of the gains and losses of the Russell 3000® Index. The dark blue line shows a portfolio that captures 90% of the index’s gains and 75% of its losses. Over the past twenty years, investing in this portfolio would have better positioned investors to reach their long term goals.

    Capturar1.PNG.a0c33dc4c630260c8573ad0d51bfe703.PNG

    Active managers focused on research may select what to invest in on a fundamental basis, positioning them favorably for outperformance. Uncertainty created by the global pandemic has, yet again, demonstrated that the market focuses on and values specific company attributes during times of crisis, such as less economic sensitivity, low beta, grow orientation, solid balance sheets, and high return on invested capital (ROIC).

    Most importantly, an active manager who remains consistent in their strategy can repeat their approach and may avoid drawdowns over time. For example, the COVID-19 correction is the fifth major decline (greater than 25%) in the Russell 2000® Index since 2008. While the subsequent recovery from each crisis prior to COVID-19 has ultimately resulted in the market reaching new highs, the frequency of market contractions appears to be shortening. The ability for a manager to consistently demonstrate a repeatable process that protects capital on the downside is gaining importance as time periods between major market drawdowns are compressing, making a manager with a consistent downside strategy more valuable now than ever.

    https://www.sbhic.com/downside-protection/ 

     

    Editado por Bedrock
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    You can’t choose when to invest.

    There is an old saying that you can’t choose when in history you were born.  You also can’t really choose when in the history of market ups and downs you have accumulated enough money to start investing.  Similarly, you can’t choose when that rich uncle will finally leave you a bundle of cash to invest.  Following this logic, many people worry about the potential “bad luck” of investing a significant sum right before a large market downturn.

    Even though mindfulness tells us most worry is useless, is the “bad luck” concern real?  To answer that question we need to look at the math behind stock value growth and sporadic declines.  Let’s say you invest a chunk of money in stocks and let it ride for 30 years.  This chart shows how the total value of those stocks would change depending on whether a one-time 50% decline occurs early, mid-way, or late in the 30-year investing period.  To clarify our point, this example assumes a constant annual rate of return for the stocks of 5%, which is the mid-range of future expected stock returns presented in Article 6.2.  While constant steady growth is not how the stock market really works, this assumption removes a variable and helps isolate the primary question about investing immediately before a market decline.

    Capturar2.PNG.39820473d6ecd9a918b389808b7d8157.PNG

    As you can see, the timing of the decline makes no difference to the final outcome.  A 50% decline soon after you started investing “feels” more painful because your stock value is less than your original investment for quite some time.  (This situation is sometimes called a “negative return.”)  But this only matters if you sell too soon.  In the end, all three of these outcomes are identical, regardless of your feelings about them.  And the essence of mindfulness is recognizing when your feelings may be leading you astray.

    https://www.mindfullyinvesting.com/articles/8-investing-over-time/ 

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    17 hours ago, Lezz said:

    Sendo alguém ainda novo neste meio e, tendo mais leitura que experiência, já vomito pelos olhos esta "guerra" entre gestão passiva vs activa.

    Por isso, sendo eu uma pessoa prática que se está a marimbar completamente para o facto de um investimento ser passivo ou activo... há algum FI ações que bata o respectivo índex a 10 anos?

    Ou FI misto que bata uma carteira de 80/20 a 10 anos?

    É que para quem está a começar é muito fácil entender a teoria subjacente e, faz todo o sentido.... mas depois fica muito difícil de aderir porque não encontro nenhuma evidencia da mesma. 

    Literalmente só quero maximizar os meus investimentos.

    Quero lá saber se é activo/passivo/transgénero/lesbico...

     

    Só vais maximizar com conhecimento . Além da resposta que já tiveste o mais importante para mim é entenderes os conceitos fundamentais de investir. Como alguém te pode responder sem saber a tua idade , situação financeira , perfil , conhecimento , prazo , montante....é impossivel .

    A forma mais simples e com menos risco é uma carteira passiva , embora como já referi...existem ETFs activos  .Podes também fazer um portfolio misto obviamente.Eu sugiro que invistas o tempo suficiente até teres um conhecimento razoável sobre esta matéria ,ETFs e fundos activos .

    Uma dica final é , sabes o que dizem os mais bem sucedidos investidores sobre a melhor forma de investir para  as pessoas em geral ? Aprende e estuda-os vais ver lá muitas respostas .

    Um ETF com o index MSCI world tem aprox 70% do SP500 .

    Agora escolhe com queres aprender se com pessoal como eu e outros que anda nos forums e até percebe algo ou com génios que ainda por cima te dão a informação de graça.

    Obviamente daqui a uns anos se continuares a estudar irás aprender muito mais , para já é bom começares por aqui.

     

     

    Editado por Lynch II
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    Boas pessoal,

    Pergunta completamente fora do contexto: como é que eu identifico um hedge fund na plataforma de negociação?

    Andei a ler sobre isso, são os que fazem mais sentido para mim mas não sei como os identificar facilmente (sabendo que o que os distingue é o facto do custo dele é num modelo de success fee).

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    Olá pessoal! Tenho um familiar que tem elevadas quantias financeiras (>100k and <1kk) e usa o Santander como veículo de investimento. O problema disto é que o gestor do Santander apenas lhe recomenda fundos e seguros financeiros de lá, como por exemplo, Santander Multi Tesouraria, Santander Select Defensivo, Santander Select Dinâmico, seguro financeiro equilibrado, Santander sustentável... E mais uma catrefada de coisinhas onde vão sempre colocando mais dinheiro do income que também têm de real estate.

    Pediram a minha ajuda e aconselhamento dado que lhes disse que andava a estudar isto e o que me apetece dizer-lhes é para vender tudo e resumir aquilo a uma estratégia 50-50 com um ETF que replique o índice acionista mundial e 50% bonds soberanas maturidade médio prazo.

    São já velhotes e não precisam de liquidez rápida, apenas o querem aumentar para deixar aos herdeiros (talvez lá esteja!!) e para fazer crescer o bolo!

     

    O que fariam no meu lugar? Já pensei em entregar tudo o que é deles à casa de investimentos, mas não tem grandes resultados mesmo comparado ao meu portfólio que se resume a:

    10% Nasdaq 100

    20% SP500

    50% SPDR Work/MSCI

    20% Bonds LU1287023003

    Sei bem que tenho um portfólio de alto risco, este ano andei nos 30% de volatidade mas já recuperei tudo porque vou colocando mais de 3/3 meses e rebalancear, no entanto, gostava de os ajudar porque o gestor de conta deles parece estar a ajudar o Santander apenas.

    O que fariam no meu lugar?

     

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    Francisco Martins
    1 hour ago, Capital said:

    Olá pessoal! Tenho um familiar que tem elevadas quantias financeiras (>100k and <1kk) e usa o Santander como veículo de investimento. O problema disto é que o gestor do Santander apenas lhe recomenda fundos e seguros financeiros de lá, como por exemplo, Santander Multi Tesouraria, Santander Select Defensivo, Santander Select Dinâmico, seguro financeiro equilibrado, Santander sustentável... E mais uma catrefada de coisinhas onde vão sempre colocando mais dinheiro do income que também têm de real estate.

    Pediram a minha ajuda e aconselhamento dado que lhes disse que andava a estudar isto e o que me apetece dizer-lhes é para vender tudo e resumir aquilo a uma estratégia 50-50 com um ETF que replique o índice acionista mundial e 50% bonds soberanas maturidade médio prazo.

    São já velhotes e não precisam de liquidez rápida, apenas o querem aumentar para deixar aos herdeiros (talvez lá esteja!!) e para fazer crescer o bolo!

     

    O que fariam no meu lugar? Já pensei em entregar tudo o que é deles à casa de investimentos, mas não tem grandes resultados mesmo comparado ao meu portfólio que se resume a:

    10% Nasdaq 100

    20% SP500

    50% SPDR Work/MSCI

    20% Bonds LU1287023003

    Sei bem que tenho um portfólio de alto risco, este ano andei nos 30% de volatidade mas já recuperei tudo porque vou colocando mais de 3/3 meses e rebalancear, no entanto, gostava de os ajudar porque o gestor de conta deles parece estar a ajudar o Santander apenas.

    O que fariam no meu lugar?

     

    Sim, definitivamente investir de forma diversificada a um custo o mais baixo possível. Considerar também a distribuição dos montantes por vários intermediários (com produtos iguais/similares). Adicionalmente, ver bem as questões fiscais envolvidas com essa possível mudança de posições e também as implicações futuras para os herdeiros. E também, quais as posições a alterar. Aconselhamento pontual profissional (nas vertentes que forem mais espinhosas ou duvidosas) que não esteja assente em AuM mas por exemplo num valor hora ou num valor fixo por questão envolvida.

    Editado por Francisco_
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    Ou seja, ter mais que um banco mas optar pela mesma estratégia de investimento em ETFs em cada um dos bancos? A Degiro para estes montantes não será a melhor escolha. Ou será? Pensei num invest e num BIG.

    Eu queria produtos de simples entendimento e de risco médio, mas com rendimento pelo menos de 5% anual. Ele tem parte do capital entregue a um financial advisor no UK e ele distruibui o capital apenas por 3 fundos.

    Cá no Santander, aquilo parece uma mixórdia e até é relativamente complicado de verificar a posição global, na medida em que só sei os valores e anos de entrada nos produtos.

     

    Os herdeiros não são familiares diretos, portanto que tipo de cuidados deviam ser tidos? Nisto do €, é mais fácil de transacionar do que imóveis, e na hora da troca de titular do € ou dos títulos, convém pagar o mínimo possível.

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    Sugestão:

    Noto muitas das vezes que alguns users pedem ajuda sobre o Portfolio mas dão informação incompleta o que acaba por ou inviabilizar uma resposta ou dar trabalho desnecessário a quem quer ajudar , e quanto muito ficam apenas com uma resposta generalizada que muitas das vezes nem é o que precisam . Em muitos casos creio ser muito melhor investirem em formação e lerem ou fazerem um refresh total do que tomarem certas decisões .

    Julgo ser no interesse de todos que haja uma espécie de detalhes obrigatórios a fornecer de forma organizada por quem quer ajuda ,creio que idade , prazo , pequena descrição do nível de conhecimento que têm , informações sobre o perfil e outras sempre de forma anónima iriam ajudar todos a ter uma interacção mais produtiva.

     

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    Alguém com bons fundos de investimento em FinTechs por aí?

    A maior parte do que vejo são muito boring, só com Square, V, MA, Paypal etc...

    Queria algo mais arriscado, com mais mid-small caps

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    2 hours ago, Capital said:

    Olá pessoal! Tenho um familiar que tem elevadas quantias financeiras (>100k and <1kk) e usa o Santander como veículo de investimento. O problema disto é que o gestor do Santander apenas lhe recomenda fundos e seguros financeiros de lá, como por exemplo, Santander Multi Tesouraria, Santander Select Defensivo, Santander Select Dinâmico, seguro financeiro equilibrado, Santander sustentável... E mais uma catrefada de coisinhas onde vão sempre colocando mais dinheiro do income que também têm de real estate.

    Pediram a minha ajuda e aconselhamento dado que lhes disse que andava a estudar isto e o que me apetece dizer-lhes é para vender tudo e resumir aquilo a uma estratégia 50-50 com um ETF que replique o índice acionista mundial e 50% bonds soberanas maturidade médio prazo.

    São já velhotes e não precisam de liquidez rápida, apenas o querem aumentar para deixar aos herdeiros (talvez lá esteja!!) e para fazer crescer o bolo!

     

    O que fariam no meu lugar? Já pensei em entregar tudo o que é deles à casa de investimentos, mas não tem grandes resultados mesmo comparado ao meu portfólio que se resume a:

    10% Nasdaq 100

    20% SP500

    50% SPDR Work/MSCI

    20% Bonds LU1287023003

    Sei bem que tenho um portfólio de alto risco, este ano andei nos 30% de volatidade mas já recuperei tudo porque vou colocando mais de 3/3 meses e rebalancear, no entanto, gostava de os ajudar porque o gestor de conta deles parece estar a ajudar o Santander apenas.

    O que fariam no meu lugar?

     

    Qual o prazo de investimento ?  Nota que para mim Investir é ter um prazo médio de 25 anos no minímo. Em prazos curtos estamos em geral a falar de especulação e não investimento.

    Que te levou a investir em ETFs ou seja investiste sem entender a diferença entre ETFs e FI ?

    O teu portfólio não é de alto risco .

     

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    há 3 minutos, Rick Lusitano disse:

    Hedge funds?

    Se tiveres 1 milhão no mínimo para investir consegues ter acesso a Hedge funds. Por norma, os bancos e brokers não têm Hedge funds, a não ser que sejam clientes com elevados patrimónios, e o banco ou outro tipo de intermediário financeiro faz um acordo com algum Hedge fund para o comercializar, mas terá será um cliente milionário para compensar o trabalho e para conseguir entrar no Hedge fund.

    Nem sei se existem supermercados de Hedge funds. Porque os Hedge funds estão vedados por lei a fazer publicidade ao público em geral, porque também estão vedados aos investidores de retalho. E geralmente para investir em Hedge funds, o investidor investe directamente através da gestora do Hedge fund.

    O que distingue os hedge funds não é o sucess fee, pois também há fundos de investimento com sucess fee (e outros tipos de fundos). O que distingue os HF são as estratégias de investimento. Sugiro que leias sobre o que são os Hedge funds. Podes começar pela Investopedia. É bom para teres conhecimento, mas se não tiveres 1M, não investes em hedge funds.

     

     

    Nota: Muitas dúvidas, curiosidade, falta de conhecimentos podem se esclarecer em simples pesquisas. A Wikipedia e a Investopedia são bons pontos de partida e geralmente conseguem esclarecer logo tudo o que se precisa de saber. Por vezes, também fornecem mais conhecimento do que se procura. Habituem-se a pesquisar, pois o caminho para o conhecimento traz recompensas. Talvez para muitos é mais fácil perguntar a outros em vez de procurar o conhecimento e perder tempo.

    Talvez não me tenha expressado bem, eu sei que o mínimo são 1M, no fundo eu quero investir em hedge funds via futuros, sobretudo porque quero investir em fundos que quem os gere ganha em função do sucesso e não daqueles passivos em que o gestor ganha pela comissão de gestão e quer o fundo suba oi desça o dele está sempre garantido.

    Ainda assim vou seguir as tuas dicas e ler mais sobre o assunto.

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    Rick Lusitano

     

    há 3 horas, Capital disse:

    Olá pessoal! Tenho um familiar que tem elevadas quantias financeiras (>100k and <1kk) e usa o Santander como veículo de investimento. O problema disto é que o gestor do Santander apenas lhe recomenda fundos e seguros financeiros de lá, como por exemplo, Santander Multi Tesouraria, Santander Select Defensivo, Santander Select Dinâmico, seguro financeiro equilibrado, Santander sustentável... E mais uma catrefada de coisinhas onde vão sempre colocando mais dinheiro do income que também têm de real estate.

    Pediram a minha ajuda e aconselhamento dado que lhes disse que andava a estudar isto e o que me apetece dizer-lhes é para vender tudo e resumir aquilo a uma estratégia 50-50 com um ETF que replique o índice acionista mundial e 50% bonds soberanas maturidade médio prazo.

    São já velhotes e não precisam de liquidez rápida, apenas o querem aumentar para deixar aos herdeiros (talvez lá esteja!!) e para fazer crescer o bolo!

     

    O que fariam no meu lugar? Já pensei em entregar tudo o que é deles à casa de investimentos, mas não tem grandes resultados mesmo comparado ao meu portfólio que se resume a:

    10% Nasdaq 100

    20% SP500

    50% SPDR Work/MSCI

    20% Bonds LU1287023003

    Sei bem que tenho um portfólio de alto risco, este ano andei nos 30% de volatidade mas já recuperei tudo porque vou colocando mais de 3/3 meses e rebalancear, no entanto, gostava de os ajudar porque o gestor de conta deles parece estar a ajudar o Santander apenas.

    O que fariam no meu lugar?

     

     

    Vou apenas dar umas dicas. (Faço aconselhamento financeiro profissional, por isso não o vou fazer aqui.)

    Já fizeste um estudo às sobreposições, seja geográfica, seja aos activos? ;)

     

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    há 1 hora, Lynch II disse:

    Qual o prazo de investimento ?  Nota que para mim Investir é ter um prazo médio de 25 anos no minímo. Em prazos curtos estamos em geral a falar de especulação e não investimento.

    Que te levou a investir em ETFs ou seja investiste sem entender a diferença entre ETFs e FI ?

    O teu portfólio não é de alto risco .

     

    O investimento não tem prazo. Os familiares em questão levam uma vida frugal e nunca utilizarão aquele dinheiro para alguma excentricidade. Tem parte do património investido em Imobiliário e juntamente com as reformas, vivem só com isso, e até vão reforçando alguns produtos que já têm no santander.

     

    O objectivo é sempre aumentar o valor do bolo. Falamos do tipo de pessoa que tem base financeiro para sair rápido da "rats race" e alcançar patrimónios no valor dos milhões, porque são frugais, vivem em apts simples e fazem vidas simples. O objectivo deles é mesmo capitalizar para "eventualidades". Quanto mais capitalizar, mais me tocará a mim daqui por uns bons anos 😁

    Eu estou nos vinte e poucos anos de idade, com um diploma de engenharia na mão e com gosto por aprender um pouco de tudo, e esta é uma area que tenho vindo a explorar as a side job nos ultimos tempos. O meu portfólio tem um risco relativamente alto e possibilidade drawdowns fortes! Invisto pela Degiro e em março aquilo ficou negro, mas eu lido muito bem com a volatilidade porque tenho demasiado sangue frio e a racionalidade tolda-me as acções! Também sou bastante frugal e tenho fortes ambições a nivel financeiro.

    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Hedge funds?

    Se tiveres 1 milhão no mínimo para investir consegues ter acesso a Hedge funds. Por norma, os bancos e brokers não têm Hedge funds, a não ser que sejam clientes com elevados patrimónios, e o banco ou outro tipo de intermediário financeiro faz um acordo com algum Hedge fund para o comercializar, mas terá será um cliente milionário para compensar o trabalho e para conseguir entrar no Hedge fund.

    Nem sei se existem supermercados de Hedge funds. Porque os Hedge funds estão vedados por lei a fazer publicidade ao público em geral, porque também estão vedados aos investidores de retalho. E geralmente para investir em Hedge funds, o investidor investe directamente através da gestora do Hedge fund.

    O que distingue os hedge funds não é o sucess fee, pois também há fundos de investimento com sucess fee (e outros tipos de fundos). O que distingue os HF são as estratégias de investimento. Sugiro que leias sobre o que são os Hedge funds. Podes começar pela Investopedia. É bom para teres conhecimento, mas se não tiveres 1M, não investes em hedge funds.

     


    Nota: Muitas dúvidas, curiosidade, falta de conhecimentos podem se esclarecer em simples pesquisas. A Wikipedia e a Investopedia são bons pontos de partida e geralmente conseguem esclarecer logo tudo o que se precisa de saber. Por vezes, também fornecem mais conhecimento do que se procura. Habituem-se a pesquisar, pois o caminho para o conhecimento traz recompensas. Talvez para muitos é mais fácil perguntar a outros em vez de procurar o conhecimento e perder tempo.

    Já tinha uma ideia aproximada do que eram mas fui consultar https://www.investopedia.com/terms/h/hedgefund.asp e fiquei com uma ideia mais concreta. Obrigado pela tip

    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

     

     

    Vou apenas dar umas dicas. (Faço aconselhamento financeiro profissional, por isso não o vou fazer aqui.)

    Já fizeste um estudo às sobreposições, seja geográfica, seja aos activos? ;)

     

     

    Recebi apenas alguma documentação há pouco tempo e ainda não tive oportunidade para estudar a sério a questão. O problema é que aquilo ainda é bastante capital para a normalidade por cá mas está uma manta de retalhos, há stocks de bancos UK em brokers variadas, ha bons governamentais UK, contas cá e lá fora, um monte de fundos santander com alguns reforços e performances muito fracas, seguros financeiros, enfim. É papelada que não estou habituado a ler com frequência e ainda demoro a processar. Imagino que haja sobreposições fortes, e pedi-lhes para pedir ao banco uma posição financeira global com descrição detalhada de cada tipo de produto. O financial advisor deles no UK manda isto todos os anos de uma forma eximia, mas não tem performances nada de especial (<5% ano), e cobra a sua parte, ainda menos é.

    Se tiveres alguma especie de template/excel que não te importes de disponibilizar para fazer esse tipo de estudo, era porreiro!

    Olho para o santander e vejo as fees de gestão anula dos produtos e fico logo a pensar que perdem milhares só ali anualmente, que com ETF's com resultados melhores não perderiam, mas também não sei ao certo o que devo fazer na minha posição.

    Editado por Capital
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    Rick Lusitano
    há 1 hora, jpnop disse:

    Talvez não me tenha expressado bem, eu sei que o mínimo são 1M, no fundo eu quero investir em hedge funds via futuros, sobretudo porque quero investir em fundos que quem os gere ganha em função do sucesso e não daqueles passivos em que o gestor ganha pela comissão de gestão e quer o fundo suba oi desça o dele está sempre garantido.

    Ainda assim vou seguir as tuas dicas e ler mais sobre o assunto.

    Aonde tens acesso a futuros de Hedge funds?

    Os HF e outros tipos de fundos (Private Equity, Venture Capital. etc) ganham normalmente 2% em comissões anuais (comissão fixa) e têm uma comissão variável ("sucess fee" ou "performance fee") de 20%.

    Há fundos de investimento que tem a comissão fixa e ainda cobram a comissão variável. Por exemplo, um fundo de investimento normal e muito conhecido NB Rendimento Plus  tem comissões fixas e variáveis:

    Citação
    Comissão de distribuição 0,00
    Comissão de performance 0,33
    Comissão de gestão 0,75

    https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/snapshot/default.aspx?tab=6&SecurityToken=F000002AQ1]2]1]FOEUR%24%24ALL_593&Id=F000002AQ1&ClientFund=1&CurrencyId=EUR

     

    Não sei se interpretei mal ou se não foi claro o teu post. Mas queres investir em fundos que só têm comissões variáveis, em que o gestor só cobra comissões se tiver sucesso, através de  "success fee"/"performance fee"?

    Para além das comissões fixas para o gestor gerir as carteiras também existem custos de transacção e custos administrativos (pessoal auxiliar, a electricidade, rendas de aluguer dos espaços, licenças de softwares, outras licenças, auditorias, etc), custos legais (reguladores, bolsas, etc). E pensas que as gestoras irão suportar tudo isso de gratuitamente, incluindo nos anos em que não há ganhos com os "success fees"?

    Pensas que investindo através de futuros, consegues investir só em fundos com "success fee"/"performance fee"?

    Parece que procuras uma gestão de fundos que só ganha dinheiro quando o fundo obtém determinados resultados. Se não os obter, não recebe. Têm custos e trabalham, mas não recebem.

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, Capital disse:

    O investimento não tem prazo. Os familiares em questão levam uma vida frugal e nunca utilizarão aquele dinheiro para alguma excentricidade. Tem parte do património investido em Imobiliário e juntamente com as reformas, vivem só com isso, e até vão reforçando alguns produtos que já têm no santander.

     

    O objectivo é sempre aumentar o valor do bolo. Falamos do tipo de pessoa que tem base financeiro para sair rápido da "rats race" e alcançar patrimónios no valor dos milhões, porque são frugais, vivem em apts simples e fazem vidas simples. O objectivo deles é mesmo capitalizar para "eventualidades". Quanto mais capitalizar, mais me tocará a mim daqui por uns bons anos 😁

    Eu estou nos vinte e poucos anos de idade, com um diploma de engenharia na mão e com gosto por aprender um pouco de tudo, e esta é uma area que tenho vindo a explorar as a side job nos ultimos tempos. O meu portfólio tem um risco relativamente alto e possibilidade drawdowns fortes! Invisto pela Degiro e em março aquilo ficou negro, mas eu lido muito bem com a volatilidade porque tenho demasiado sangue frio e a racionalidade tolda-me as acções! Também sou bastante frugal e tenho fortes ambições a nivel financeiro.

    Já tinha uma ideia aproximada do que eram mas fui consultar https://www.investopedia.com/terms/h/hedgefund.asp e fiquei com uma ideia mais concreta. Obrigado pela tip

     

    Recebi apenas alguma documentação há pouco tempo e ainda não tive oportunidade para estudar a sério a questão. O problema é que aquilo ainda é bastante capital para a normalidade por cá mas está uma manta de retalhos, há stocks de bancos UK em brokers variadas, ha bons governamentais UK, contas cá e lá fora, um monte de fundos santander com alguns reforços e performances muito fracas, seguros financeiros, enfim. É papelada que não estou habituado a ler com frequência e ainda demoro a processar. Imagino que haja sobreposições fortes, e pedi-lhes para pedir ao banco uma posição financeira global com descrição detalhada de cada tipo de produto. O financial advisor deles no UK manda isto todos os anos de uma forma eximia, mas não tem performances nada de especial (<5% ano), e cobra a sua parte, ainda menos é.

    Se tiveres alguma especie de template/excel que não te importes de disponibilizar para fazer esse tipo de estudo, era porreiro!

    Olho para o santander e vejo as fees de gestão anula dos produtos e fico logo a pensar que perdem milhares só ali anualmente, que com ETF's com resultados melhores não perderiam, mas também não sei ao certo o que devo fazer na minha posição.

     

    Com a tua resposta, parece que tanto tu como o user @jpnop são as mesmas pessoas. Podes esclarecer? É que assim, há conversas cruzadas e aumenta a confusão.

    Se tens informação, seja muita ou pouca, tens de a recolher e agregar, só depois é que podes a trabalhar para ver aonde podes cortar as ineficiências e tentar aumentar os retornos e/ou diminuir riscos. Também com esse tratamento da informação, tens uma visão para a questão fiscal, tanto em Portugal como nos países aonde estão as contas, também podes procurar uma maior eficiência fiscal. Assim também poderás tratar melhor a  questão da herança quando falecer um ou mais titulares desse património, incluindo para questões fiscais (pagar impostos).

    Sabes o que fazer perante o fisco Português e nos países aonde têm contas quando falecer algum dos titulares?

    Para gerir o património dos teus familiares, percebes o que tens de fazer legalmente (incluindo fiscalmente, por exemplo, pagar impostos)?

    Uma outra questão que muitos investidores têm, a simples questão do familiar sobrevivente, é saber aonde estão os investimentos e quais os códigos de acesso. (Situação que acontece com alguma gravidade com pessoas que têm cripto activos.)

     

    Se tens tanto património dos teus familiares em valor e em número de activos e não tens experiência para investir e nem conhecimento para documentação legal e financeira, achas que é boa ideia pôr em risco esse património, tratando tu de gerir os investimentos/patrimónios? É como uma pessoa que não tem experiência médica, tentar aprender medicina a ler umas coisas na Internet ou em livros para curar outra pessoa.

    É que ninguém aqui deve estar familiarizado com esse volume de dinheiro, documentação, legislação e tributação Portuguesa e Britânica. E se alguém tiver, não vai estar aqui publicamente a fazer e de forma gratuita.

    Se vais ao balcão dos bancos ou mesmo Private Banking, tens comerciais que procuram é defender os interesses do seus empregadores, vendendo os produtos que os seus empregadores querem que sejam vendidos. E 99,9999% desses vendedores não têm conhecimento e experiência para investimentos em bolsa, percebem o que são acções/obrigações/FI/ETFs/etc mas não sabem fazer gestão de carteiras no interesse dos seus clientes. Se muitas pessoas compararem-se os resultados de muitas "recomendações" e gestão de carteiras dos bancos com a compra de um ou mais simples FI ou ETF conseguiam melhores retornos, menor risco e pagariam muito menos.

    Tem cuidado com os "experts" da net e não só. Não basta dizer que sabem, é preciso demonstrar com formação, certificação e experiência reconhecida pelos reguladores para a gestão de carteiras e consultadoria financeira.

     

    Quando te perguntei se estudastes as sobreposições, referia-me à tua carteira de ETFs.

     

     

    Editado por Rick Lusitano
    Correção de typos
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    A pergunta é @Capital, eles vão mesmo seguir as tuas dicas ou depois de teres todo o trabalho ( tu e demais bancos, gestores, consultores etc ) acabam por deixar tudo como está? por aqui vais ter 100 dicas e estratégias diferentes, nos bancos vais ter quase a mesma coisa 🤪

    Admira-me que o serviço private do Santander não lhes coloque em cima da mesa outras gestoras de activos...

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