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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    2 hours ago, elitegroup said:

    Então aqui fica a minha carteira com perfil moderado para enfrentar o pós-eleições caso a coisa se porte menos bem... Aceitam-se opiniões para ajustes... 

    Carteira.jpg

    Tenho sempre uma enorme dificuldade em comentar posts como o teu por várias razões entre as quais , rarissimas vezes concordo com os activos seleccionados e nunca tenho uma série de informação importante sobre o perfil individual de quem investe . Isto levaria a uma sessão interminável de perguntas e respostas para as quais não teria tempo . Nunca se deve na minha opinião claro , aconselhar alguém a investir sem conhecer em profundidade o perfil dessa pessoa . Obviamente podemos sempre generalizar e farei isso mesmo .  Primeiro acho que tens activos a mais  , segundo isto é 100% da tua carteira ?

    A maior parte fundos sem sequer 10 anos de histórico , alguns a cobrar 2% ano ? 

    Se substituires isso tudo por um ETF básico de accões mundial , tens em vez de 9% a 5 anos (que é pouco tempo) , 9,65%  Uma compra , custo anual baixo . 

    A minha pergunta é ,  comparaste as opções acima com o investimento em ETFs ou com o investimento em accões ? Deves fazer primeiro isso de forma rigorosa.

    Boa sorte!

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    há 10 minutos, Lynch II disse:

    Tenho sempre uma enorme dificuldade em comentar posts como o teu por várias razões entre as quais , rarissimas vezes concordo com os activos seleccionados e nunca tenho uma série de informação importante sobre o perfil individual de quem investe . Isto levaria a uma sessão interminável de perguntas e respostas para as quais não teria tempo . Nunca se deve na minha opinião claro , aconselhar alguém a investir sem conhecer em profundidade o perfil dessa pessoa . Obviamente podemos sempre generalizar e farei isso mesmo .  Primeiro acho que tens activos a mais  , segundo isto é 100% da tua carteira ?

    A maior parte fundos sem sequer 10 anos de histórico , alguns a cobrar 2% ano ? 

    Se substituires isso tudo por um ETF básico de accões mundial , tens em vez de 9% a 5 anos (que é pouco tempo) , 9,65%  Uma compra , custo anual baixo . 

    A minha pergunta é ,  comparaste as opções acima com o investimento em ETFs ou com o investimento em accões ? Deves fazer primeiro isso de forma rigorosa.

    Boa sorte!

    É 97% da carteira, só Brown Advisory é que passa os 2% e tem um peso insignificante , a média de comissões é de 1,23%.

    O único com peso na carteira que não tem 10 anos de histórico é o MFS Meridian Prudent Wealth AH1 EUR, também só faltam 3 meses pronto...

    Não, não comparei com ETFs, podes dar o ISIN de um ETF para ir estudando o assunto...

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    32 minutes ago, 5coroas said:

    Não é uma comparação justa, pois a carteira dele tem obrigações; se tirares as obrigações todas, de certeza que iria ter mais de 9,65% a 5 anos.

    Se cobrarem 2% ao ano e derem quase 100% de rentabilidade, muito acima do benchmark, qual é o problema?

    Não é justo que esqueças comissões de subscrição 5.75% como alguns desses fundos têm no prospecto . E não é justo que não refiras que eu alerto para o prazo curto de comparação . Em 5 anos posso apresentar ETFs com rendibilidade de 18% , 25% , agora retira as obrigações e faz as contas todas e mostra lá que rendibilidade tiveram esses fundos para vermos outras opções. 

    Já agora poderias sugerir fundos activos com rendibilidade superior ao benchmark a 25 anos , seria uma ajuda . Eu conheço alguns mas vedados a não ser que faças um investimento mínimo na ordem dos 500.000€ em alguns casos e alguns milhões noutros.Regra geral "99%" dos fundos activos a longo prazo (20+) gera muito menos rendibilidade que fundos passivos e isso o user deve aprender.

    Mais importante , não é nada justo para o user em questão ficar na ignorância em relação ao mais importante que é , voltar a ponderar o que está a fazer e comparar outras opções com uma probabilidade muito maior de gerarem maior retorno. Isso sim deve ser a unica coisa importante na resposta ao post . Ajudar  a pensar e a reflectir

    -Estou a dizer que é um erro a opção

    -Estou a dizer que deve ser o user a estudar e analisar porque é um erro

    Se eu não coloco obrigações existe um motivo , o user deve pensar é , porque é que alguém sugere que não invista em obrigações (não sugiro isso totalmente , nalguns casos  pode valer a pena )  , embora para explicar estas coisas temos que conhecer o perfil....e depois lá vem outra sessão de perguntas e respostas.

    A escolha que faço não é inocente , as pessoas não precisam de quantidade , precisam de activos de qualidade e estou a tentar demonstrar , apenas com um activo , que possui uma diversificação (outra discussão)  razoável de accões , temos uma opção perfeitamente viável e que não inclui obrigações mas tem relativa  baixa volatilidade

    É justo e VITAL para o user comparar o que está a fazer a 30 anos (em vez de prazos curtos )  em que o peso de 2% anual de comissões será uma brutalidade 

    Não posso estar a colocar as "5000" hipóteses que existem e a imaginar cenários , coloco as duas opções que devem ser analisadas , acções e ETFs , sendo no caso em concreto provavelmente muito melhor optar por ETFs

     

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    34 minutes ago, elitegroup said:

    É 97% da carteira, só Brown Advisory é que passa os 2% e tem um peso insignificante , a média de comissões é de 1,23%.

    O único com peso na carteira que não tem 10 anos de histórico é o MFS Meridian Prudent Wealth AH1 EUR, também só faltam 3 meses pronto...

    Não, não comparei com ETFs, podes dar o ISIN de um ETF para ir estudando o assunto...

    Sugiro que leias esta thread ,  boa sorte . IE00B4L5Y983


    image.png.b1e51ba3ed3a75fe1b787d57168ffffb.png

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    há 11 minutos, Lynch II disse:

     

    Já agora poderias sugerir fundos activos com rendibilidade superior ao benchmark a 25 anos , seria uma ajuda . Eu conheço alguns mas vedados a não ser que faças um investimento mínimo na ordem dos 500.000€ em alguns casos e alguns milhões noutros.Regra geral "99%" dos fundos activos a longo prazo (20+) gera muito menos rendibilidade que fundos passivos e isso o user deve aprender.

     

     

    Correção: ...geraram. Todavia, nada implica que obrigatoriamente daqui para a frente muitos mais Fundos não possam vir a ter melhores desempenhos. A dificuldade em conseguir fazer comparações a 25 anos, poderá estar no facto de existirem poucos FI activos com essa longevidade, contudo a 10 anos já encontras muitos que bateram os indexados. 

     

     

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    há 17 minutos, Lynch II disse:

    Sugiro que leias esta thread ,  boa sorte . IE00B4L5Y983


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    Thanks! Vou analisar, não estou a par das comissões dos ETFs. Já tive há bastantes anos e ainda tenho uma up de um que vale 2,74€, mas para resgatar custa 12,48€ por isso deixá-lo lá estar sossegado. Acho que se bem me lembro fiquei com um na carteira porque para reforçar não se pagava comissão... Mas é um caso a estudar outra vez...

    O único que tem comissão de subscrição é o Acatis, quanto aos outros só de gestão...

    Comissões.jpg

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    2 hours ago, 5coroas said:

    Correção: ...geraram. Todavia, nada implica que obrigatoriamente daqui para a frente muitos mais Fundos não possam vir a ter melhores desempenhos. A dificuldade em conseguir fazer comparações a 25 anos, poderá estar no facto de existirem poucos FI activos com essa longevidade, contudo a 10 anos já encontras muitos que bateram os indexados. 

     

     

    E porque não existem com essa longevidade ? Porque as comissões começam a fazer-se pesar provavelmente. A %de fundos a bater indexados é muito reduzida e mais importante , replicar a carteira de activos desses fundos nos indexados faz a mesma coisa ou similar com uma fracção do custo.Agora cada um que faça as contas.

    Em termos teóricos podes colocar todas as hipóteses e ter todas as perspectivas . O que me parece razoável é que se use a história recente para criar uma base de análise provável . 

    Eu poderia dizer que a Bitcoin pode valorizar 50000% , e pode . Em termos teóricos é possivel mas se formos razoáveis não o fazemos.

    Editado por Lynch II
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    há 2 minutos, Lezz disse:

    Como assim?

    As comissão de gestão não te saem directamente da tua conta, quando olhas para o valor de uma UP esse valor já é liquido de comissões de gestão, é como se fosse um imposto indirecto, pagas mas não o sentes.

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    há 4 minutos, D@vid disse:

    As comissão de gestão não te saem directamente da tua conta, quando olhas para o valor de uma UP esse valor já é liquido de comissões de gestão, é como se fosse um imposto indirecto, pagas mas não o sentes.

    Ah ok! 

    Mas quando avaliamos um fundo na morningstar, o retorno que está lá é bruto certo?

     

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    há 18 minutos, Lezz disse:

    Ah ok! 

    Mas quando avaliamos um fundo na morningstar, o retorno que está lá é bruto certo?

     

    De comissões de gestão não, é tudo liquido,  o valor de uma UP é sempre liquida de todas as comissões cobradas ( menos as de compra e venda caso haja, mesmo essas já há fundos que aparecem duas cotações com e sem comissões máximas de compra ) aliás tenho também na primeira página uma imagem de um esquema de como funciona o valor de uma UP.

    Editado por D@vid
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    44 minutes ago, D@vid said:

    Eu devia de colocar isso em letras garrafais na primeira página mas mesmo assim penso que não seria suficiente!!!

    Seria útil sem duvida e aproveito para sugerir tudo isto a letras garrafais 

    Lista de fundos activos que batem índices a 25 anos+  e a respectiva % do bolo  (1% dos fundos activos batem os índices por exemplo.)

    Como se descobrem quais vão ser esses 1% 

    Quantas pessoas ganham $ e quantas perdem ao subscrever fundos activos vs passivos

     

    Depois a letras muito pequenas , como replicar (parcialmente ) a estratégia de um fundo activo com acções ou (mesmo ETFs sectoriais) e ganhar muito mais a longo prazo.

    Gostei da quote do Warren Buffet (e não estou a ser irónico) , eu não sou fundamentalista em relação a nada no que toca a investimentos  ,basta ver o meu nick ,a maior parte do meu portfolio está em acções , quem quer investir num FI deve entender o conceito e preço e ver se existem alternativas , e existem . Em muito raras situações haverá um FI que seja melhor que outras alternativas e quando isso sucede esses fundos são a excepção á regra . 

     

    É para mim estranho que em vez de existirem respostas á pergunta do user tenha várias pessoas a responder ao que eu comento. Se não concordam não seria mais útil ajudarem o user em causa com sugestões e nomes de fundos ou formas diferentes de construir o Portfolio ?

    Seria mais construtivo sem duvida , oferecer alternativas concretas é muito melhor que criticar sem as apresentar .

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    há 6 minutos, D@vid disse:

    Ironia e bom humor é sempre bom, continua 👍.

    Repara, como tiveste pelo menos uma má interpretação das fichas dos fundos, foi importante elucidar a ti e a todos que ainda tenham essas dúvidas, porque olhando para o que depois disseste a seguir, espanta-me como não saibas que os bancos em Portugal ( Best, Invest, Activo, etc ) cobram praticamente em 99% do fundos zero euros em comissões de compra e venda.

    Relativamente à tua última observação, e tal como tu próprio disseste, é necessário saber mais sobre os objectivos dele, o que ele está disposto a ter em termos de drawdowns ( um ETF cai igual a um índice, nos fundos temos um gestor a travar quedas, só este pequeno pormenor pode ser importante para ele ou para qualquer um que invista ), que horizonte temporal ( pode ter um objectivo em mente num espaço mais curto e por isso querer que a carteira tenha uma alocação diferente versus ETFs, e etc etc.

    Já agora até gostei da carteira, só aumentava mais ali nas acções mas como disse ao inicio, ele é que sabe se quer ter uma carteira mais ou menos volátil.

    O investimento é a longo prazo, neste momento está 50/50, estou a aguardar mais uns tempos para ver como isto vai andar depois das eleições e como se porta o Bicho19, talvez reduzir nas Bonds Gov e aumentar um pouco na Ásia com este que me parece interessante https://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR06STP. Com isto do bicho estou mais confiante no Oriente que no Ocidente...

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    há 1 hora, elitegroup disse:

    O investimento é a longo prazo, neste momento está 50/50, estou a aguardar mais uns tempos para ver como isto vai andar depois das eleições e como se porta o Bicho19, talvez reduzir nas Bonds Gov e aumentar um pouco na Ásia com este que me parece interessante https://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR06STP. Com isto do bicho estou mais confiante no Oriente que no Ocidente...

    O Biden, ainda mesmo antes de ser o candidato oficial, já estava à frente do Trump, tem agora quase 17 pontos acima, os mercados já sabem disso, surpresa seria o Trump ganhar, a única coisa que pode gerar alguma instabilidade é o Trump armado em parvo ( ainda mais ), querer alguma repetição, mas se perder com mais de 10 pontos tem pouco por onde esperniar, a mim as eleições dos EUA não me interessam muito, e mais dois meses e temos o rally do Natal 🤣 

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    8 hours ago, elitegroup said:

    Thanks! Vou analisar, não estou a par das comissões dos ETFs. Já tive há bastantes anos e ainda tenho uma up de um que vale 2,74€, mas para resgatar custa 12,48€ por isso deixá-lo lá estar sossegado. Acho que se bem me lembro fiquei com um na carteira porque para reforçar não se pagava comissão... Mas é um caso a estudar outra vez...

    O único que tem comissão de subscrição é o Acatis, quanto aos outros só de gestão...

    Comissões.jpg

    Qual é a comissão de subscrição nesse da Acatis? Não haverá um com semelhante desempenho dentro da mesma categoria sem comissão?

    Editado por JM_
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    há 4 horas, JM_ disse:

    Qual é a comissão de subscrição nesse da Acatis? Não haverá um com semelhante desempenho dentro da mesma categoria sem comissão?

    Haver até pode haver, mas foi o fundo que tinha na carteira  que mais me surpreendeu na recuperação do Covid...

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    Segundo o artigo abaixo postado, parece que os gestores ativos sempre fizeram qualquer coisa no controlo da grande drawdown deste ano pandémico, sendo este o seu dever principal, que é mitigar as grandes perdas dos selloff e dos crash, pois a boa performance no mercado acionista deriva do cortar as perdas rapidamente e deixar correr os ganhos, mas mais do que tomar os melhores ganhos, devem-se evitar as piores perdas, porque estas últimas que ocorrem em episódios agudos de pico de liquidação acentuada (selloff), também podem liquidar a nossa carteira com o pouco capital remanescente com que podemos ficar após essas perdas brutais, podendo depois levar uma eternidade a atingir o break even

    O capital é investido no mercado para garantir um fluxo de dividendos (reinvestidos) e mais-valias e assim aumentar esse mesmo capital. A perda de capital vai impedir o investidor de obter ganhos no seu todo. A preservação de capital, através do controlo das grandes perdas/drawdowns, é o objetivo primordial de qualquer estratégia de investimento eficaz. 

    O controlo mais eficaz de uma carteira é cuidar das perdas e tomá-las enquanto são pequenas, para depois os ganhos futuros poderem ser ainda maiores (em termos absolutos), através da prévia mitigação das perdas (= mais capital remanescente investido), e assim os ganhos poderem, finalmente, tomarem conta de nós. Esta é que é a grande estratégia dos maiores vencedores alfa.

    Agora, tendo em conta que hoje andaram neste tópico a fazerem reflexões um pouco acaloradas sobre a gestão ativa vs gestão passiva, leiam o artigo seguinte.

    Eu lembro que mais importante do que andar a discutir os tamanhos das pilinhas, o melhor é perceber os potenciais dinâmicos e não apenas os potenciais estáticos dos tamanhos dessas mesmas pilinhas, sendo que estas devem estar on fire quando são solicitadas para tomarem os ganhos do prazer e off fire no processo de tomada de perdas, sendo sabido que o importante de um taco de snooker é ser hirto e firme quando tem de dar as tacadas para introduzir as bolas nos buracos, uma vez que tal não é possível com uma mangueira flexível.

     

    Stocks Owned by Passive Funds Fared Worse in the Selloff. The Question: What’s the Reason?

    It might say something about how index funds perform in a crisis. Or it might be less significant.

    Energy stocks, which have high index-fund ownership, were one of the weak sectors in the selloff.

    Stock sectors with the heaviest amount of passive ownership—by index funds and sector-focused ETFs—fell even more than the broad market during the selloff this year, a study found.

    The question is whether this says something about how index funds perform in a crisis, compared with actively managed funds, or is just a reflection of how certain sectors were more vulnerable to the selling pressure.

    Investors have flocked to low-cost index funds including sector-based exchange-traded funds over the past decade, recognizing that funds run by managers who build portfolios via stock picking have often struggled to beat the market. The performance of passive and active funds during the selloff, as studied by Minneapolis investment firm Leuthold Group, will add to the passive vs. active debate.

    As of March 2020, $4.26 trillion was invested in U.S. stocks through passive funds, according to the Investment Company Institute, a fourfold increase from $1.03 trillion a decade earlier. The passive market share has continued to top that of actively managed funds in some months since first passing that milestone last August.

    Jun Zhu, a portfolio manager at Leuthold, analyzed data from the early weeks of the rapid market slide prompted by the pandemic and nationwide lockdowns. Ms. Zhu found that those stocks most heavily owned by passive index funds and sector ETFs dropped more rapidly than did the market as a whole or peers that were more likely to be owned by actively managed funds.

    Stocks with the highest ownership levels by passive funds fell nearly 3 percentage points more than those most likely to be owned by active managers (40.4% versus 37.5%). Ms. Zhu, whose findings were published in Leuthold’s “Green Book” of research analysis in April, studied the peak-to-trough period of Feb. 19 through to March 23.

    Ms. Zhu found a correlation between sectors with above-average levels of passive ownership and underperformance.

    “Stocks with high passive ownership in the sectors with the greatest selling pressure underperformed,” she wrote. Examples include financial stocks, real-estate holdings, the energy sector and consumer-discretionary stocks. The sole exception to the rule appeared to be health care, which lost “only” 30.3% during the meltdown period, compared with 60.7% for energy companies or 45.2% for the financial services sector.

    Index-heavy sectors struggled

    “It’s logical to say that sectors with highest passive ownership will fall more during a selloff,” argues Ms. Zhu. “My thinking is that it’s because ETFs will sell immediately when investors redeem assets; they don’t need to peek under the hood to decide which stocks to sell.”

    This isn’t the first time that the trend toward passive ownership has come under scrutiny, resulting in some intriguing and sometimes controversial findings and arguments.

    For instance, some have argued that passive investors can be passive owners, taking a toll on corporate governance, especially when it comes to more time-consuming or costly tasks such as selecting a new director or overseeing mergers and acquisitions. Others have contended that passive investing helped to create a bubble in stocks heavily represented in market and sector indexes.

    The pandemic bear market was notably abrupt, and a look at relative outflows from active and passive funds during some of the worst weeks suggests that in some sectors and periods, ETFs fueled selling pressure. For instance, according to data from Lipper, during the five trading days that ended March 11, outflows from financial-sector mutual funds totaled $43.5 million, while financial-sector ETFs reported $1.78 billion in outflows.

    It took the stock market only 22 days to fall 30%, compared with 250 days during the financial crisis of 2008, and 257 days when the dot-com market collapsed two decades ago, notes Mike Goldman, managing partner at WestEnd Advisors, an institutional asset-management firm in Charlotte, N.C. While some critics of passive investing might contend that this is because indexing has made the market riskier, Mr. Goldman warns against confusing causation and correlation.

    “What’s more important in determining what sectors do well is the extent to which they are highly tied to the business and economic cycle” and not whether they have a high degree of passive ownership, he says. “It has been the most cyclical areas that have been hit the hardest, while others, like utilities, that are more defensive have fared better” during the first-quarter selloff, Mr. Goldman says.

    The wide difference in levels of losses incurred by each sector also suggests to Mr. Goldman that investment decisions based on sector can be a bigger determinant of portfolio success than strategies that focus on growth and value, or large-cap and small-cap stocks. Cyclical factors, he says, are what caused the energy sector—which his firm began underweighting before the selloff, along with other economically sensitive sectors—to be the biggest loser among sectors during the height of the crisis. Energy, he says, already was trying to cope with the impact of lower prices when the slump in demand caused by sharp declines in economic activity battered the sector further.

    That doesn’t mean Ms. Zhu’s approach is invalid. She points out that her emphasis is on relative performance of individual stocks within a sector, rather than between sectors. Energy stocks led the way lower for the same macro facts that Mr. Goldman identifies, she says, but adds that “we see performance divergence within the energy sector among companies that have high passive ownership versus low passive ownership.”

    Incomplete picture?

    Shelly Antoniewicz, the ICI’s senior director of industry and financial analysis, is critical of the Leuthold research because it doesn’t present a complete picture of the market landscape.

    “There are other factors, chief among them size, profitability, and value, that can have a differential impact on the performance of stocks within the same sector,” she says.

    Moreover, the ICI calculates that all active and passive mutual funds and ETFs together account for only 30.7% of the $28 trillion invested in U.S. stocks. An array of other vehicles—hedge funds, sovereign-wealth funds, separately managed accounts, and direct holdings by individual investors of various kinds—make up the remaining 69.3%. Passive funds, with a 15.2% share of the total investment market, are no more or less likely to dictate valuations or exaggerate market moves than, say, hedge funds.

    The ICI is right to make the case that performance can be traced to cyclicality of other factors, Ms. Zhu says. But, she adds, “How do we know the rise and fall of passive ownership is not due to investors chasing whatever factors are working right now?”

    Still, there’s one finding that Ms. Zhu and Mr. Goldman agree on: When sector returns diverge as significantly as they did during the selloff (a 25% decline for consumer staples, a 33.9% drop in the S&P 500, and a 60.7% nosedive in the energy sector), it’s worth taking a serious look at sector-based investing.

    “This is a period in which investors can benefit by pinpointing those parts of the economy and market they want exposure to, and avoiding others,” says Ms. Zhu.

    For Mr. Goldman, it’s avoiding the losers that is most vital. “Most of the value that we’ve been able to add hasn’t been about owning the best sector, but avoiding the worst.”

    Ultimately, Ms. Zhu’s research marks another step along the path to understanding the impact of the surge in interest in passive funds on the market. It is, she adds, “just a simple observation that stocks with high passive fund ownership underperformed stocks with low passive ownership within each sector during this market shakeout.” And the bigger the selloff, she says, the more this tended to be true.

    https://www.wsj.com/articles/stocks-owned-by-passive-funds-fared-worse-in-the-selloff-the-question-whats-the-reason-11588556055 

    Editado por Bedrock
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