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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 1 hora, Lezz disse:

    Relativamente a este ponto tenho uma dúvida.

    No meu caso, para ter o beneficio maximo no IRS do PPR teria que entregar 2000€ por ano.

    Se por exemplo eu entregar 5000, e depois resgatar o excedente do beneficio (neste caso 3000€), seria penalizado no IRS?

    É uma boa questão.

    Penso que o mais seguro é constituir duas apólices distintas. Numa reforças anualmente com o máximo para benefício fiscal, na outra aplicas o restante.

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    há 1 hora, Vidolz disse:

    Se resgatas perdes o beneficio de IRS.

    PPR's são inuteís, quando chegares aos 65 anos vais precisar de tanto dinheiro para q?

    Se te mantiveres em boa forma fisica e mental, entre os 65  e os 75 anos ainda vais poder usar muito bem todo o dinheiro que possuíres, por mais que seja, por exemplo comprando uma autocaravana ou estourando-o em cruzeiros no Mediterraneo; e se não estiveres em boa forma, sempre o podes gastar num bom lar para idosos ou nas contas da farmácia.:D

    Editado por 5coroas
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    Mouro Emprestado
    há 2 minutos, 5coroas disse:

    112k - 8% impostos

    Daqui a 30 anos o povo fartou-se dos colectivistas que mandam (e têm mandado) neste país e votam em massa no Partido Libertário, o qual abole imediatamente o IRS porque #impostoéroubo 😄 😄 😄 😄 

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    Agora mesmo, JRJordao disse:

    É uma boa questão.

    Penso que o mais seguro é constituir duas apólices distintas. Numa reforças anualmente com o máximo para benefício fiscal, na outra aplicas o restante.

    Concordo; na duvida, mais vale apostar em duas situações distintas.

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    há 58 minutos, Vidolz disse:

    Se resgatas perdes o beneficio de IRS.

    PPR's são inuteís, quando chegares aos 65 anos vais precisar de tanto dinheiro para q?

    Pode resgatar aos 60 anos. Assumindo que vive até aos 90 e não esperando grande coisa da segurança social, dá jeito ter umas boas massas.

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    há 12 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Daqui a 30 anos o povo fartou-se dos colectivistas que mandam (e têm mandado) neste país e votam em massa no Partido Libertário, o qual abole imediatamente o IRS porque #impostoéroubo 😄 😄 😄 😄 

    Daqui a 30 anos não haverá impostos porque seremos todos um unico ser colectivo:

    The Fallacy of Collectivism - Cultural Analysis & Philosophy

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    há 2 horas, JRJordao disse:

    Segundo me informaram, em 2019 deu 1,5% rentabilidade garantida + 3% participação resultados. Tirando a comissão de gestão, ficou em 3,30%. Creio também que essa comissão após os primeiros 5 anos passa para 0,9%.

    Regra geral, a publicidade aos PPR convenientemente ignora as comissões. ;)   Mas também em alguns casos as mesmas são negociáveis.

    eu tenho o ppr da lusitania e fiquei 3% - 1.2% de gestão.

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    há 43 minutos, JRJordao disse:

    Segundo a ASF:

    Comissão de subscrição máxima de 2%

    Comissão  de reembolso máximo de 2%

    Comissão de gestão: 1,2%

    Rentabilidade no último ano civil: 3%

    Este dados sem o protocolo DECO.

     

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    há 2 horas, 5coroas disse:

    Se te mantiveres em boa forma fisica e mental, entre os 65  e os 75 anos ainda vais poder usar muito bem todo o dinheiro que possuíres, por mais que seja, por exemplo comprando uma autocaravana ou estourando-o em cruzeiros no Mediterraneo; e se não estiveres em boa forma, sempre o podes gastar num bom lar para idosos ou nas contas da farmácia.:D

    Isto é o que muita gente não pensa quando é novo... Mas quem tem familiares idosos a precisar destes cuidados e está por dentro, sabe bem que 112k para a reforma é quase como ir viver pra debaixo da ponte... Aos preços que se cobram nos lares decentes nos dias de hoje.

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    2 hours ago, JRJordao said:

    É uma boa questão.

    Penso que o mais seguro é constituir duas apólices distintas. Numa reforças anualmente com o máximo para benefício fiscal, na outra aplicas o restante.

    Para não declarar o PPR para IRS basta eliminar da declaração de IRS os valores que são comunicados ou é preciso previamente dar essa indicação junto da instituição financeira?

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    há 1 minuto, JACP disse:

    Para não declarar o PPR para IRS basta eliminar da declaração de IRS os valores que são comunicados ou é preciso previamente dar essa indicação junto da instituição financeira?

    Só eliminar.

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    Ilustração gráfica em como a volatilidade e o risco de investimento não são sinónimos.

    Para se perceber melhor a questão do risco do investimento, vou a seguir apresentar uma Figura ilustrativa e por baixo da mesma vou fazer os respetivos comentários.

    Capturar1.PNG.4fe04303a83a048338e60eede996b980.PNG

    Na Figura acima postada, ilustra-se muito bem que a volatilidade (desvio padrão em relação á média dos retornos) pode não ser fácil de entender para as pessoas que não tenham conhecimentos básicos da área da estatística.

    O trajeto do investimento indicado pela linha A a vermelho, mostra que o mesmo está sujeito a uma maior amplitude de flutuação (uma vez) nos retornos do que o caso do investimento indicado pela linha B a preto. Para o investimento A, a diferença entre o retorno mínimo e máximo (máxima drawdown) obtida é maior que no caso do investimento B.

    No entanto, o investimento B é mais volátil do que o A, visto que a volatilidade é definida como o desvio padrão em relação à média dos retornos. No entanto, uma vez que só uma vez é que flutua muito, este facto tem uma menor influência sobre a média do desvio padrão, isto porque o peso de um único desvio é inferior que no caso de flutuações frequentes, mesmo que estas flutuações sejam menores, como é o caso do investimento B.

    Um investidor que tivesse escolhido o investimento A como causa da menor volatilidade e se não tivesse efetuado o controlo da grande drawdown (afundanço), o mesmo sofreria uma perda maior do que se tivesse seguido o investimento B mais arriscado (medido como um critério de risco de volatilidade).

    Este exemplo ilustra claramente que a volatilidade como uma (única) ferramenta de medição risco deve ser tratada com cuidado.

    Também é importante saber quão disposto o investidor está disposto a assumir riscos. Uma vez que a situação financeira e a análise de risco são conhecidas, a base para a criação da estratégia de investimento é desenvolvida nesse sentido. A estratégia de investimento pode ser implementada ativa ou passivamente, devendo a mesma ser baseada em metas individuais de investimento e perfil de risco pessoal.

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    Requisitos para a classificação dos fundos de investimento de uma a 5 estrelas Morningstar.

    O rating Morningstar ou rating de estrelas é uma classificação exclusivamente quantitativa, baseando-se unicamente em cálculos de rentabilidade e risco passados, não existindo a ponderação de nenhum factor subjetivo ou qualitativo na avaliação do fundo e, por isso, não se pode confundir com o denominado “Analyst Rating”, elaborado pela equipa de analistas de fundos da Morningstar, que tem classificações diferentes: Rating Gold, Rating Silver, Rating Bronze, Rating Neutral e Rating Negative.

    O cálculo do rating de estrelas baseia-se na rentabilidade ajustada ao risco. Usa-se o rácio de Sharpe como uma métrica do binómio rentabilidade-risco. Mas este rácio nem sempre produz resultados lógicos: se dois fundos obtiveram uma mesma rentabilidade positiva, aquele que tem a volatilidade mais baixa consegue o rácio de Sharpe mais alto; mas nas situações em que os fundos registam uma rentabilidade negativa, o fundo com maior volatilidade é o que terá o rácio de Sharpe mais alto, dando assim uma indicação errada.

    Do lado do risco, o habitual é utilizar a volatilidade, mas esta medida nem sempre é consistente com as preferências dos investidores. A volatilidade ou desvio padrão mede as variações em relação a uma média. No entanto, os investidores são geralmente avessos ao risco e não têm a mesma apreciação das variações nas subidas (boa volatilidade) e das variações nas quedas (má volatilidade). Por esse motivo, a Morningstar , na rentabilidade ajustada ao risco que utiliza no cálculo do Rating, penaliza mais os desvios das quedas e não faz nenhuma suposição sobre a distribuição do excesso de rentabilidade (o desvio padrão traduz que este excesso de rentabilidade está distribuído segundo uma distribuição normal ou de Gauss).

    Assim, ao contrário do rácio de Sharpe que é completamente cego em distinguir os retornos acima da média e abaixo da média, com a mesma amplitude de variação, a Morningstar no cálculo das estrelas, faz uma ponderação penalizadora dos desvios dos retornos abaixo da média, dado que os investidores pretendem obter ganhos acima da média (outperformance) e não perdas ou ganhos abaixo da média (underperformance).

    O cálculo matemático do Morningstar Rating utiliza o conceito da teoria da utilidade, em que se assume que os investidores estão mais preocupados com a possibilidade de um resultado negativo, do que com um resultado positivo inesperado. Esses mesmos investidores preferem renunciar a uma pequena parte da rentabilidade esperada em benefício de uma menor incerteza.

    Por último, falta referir que o Rating Morningstar também penaliza os fundos que têm uma comissão de entrada ou de subscrição.

    Para elaborar o seu Rating, a Morningstar ordena os fundos em função da rentabilidade ajustada ao risco dentro das suas respetivas categorias.

    O Rating final que a Morningstar calcula traduz-se na atribuição de uma a 5 estrelas: 10% dos melhores fundos recebem 5 estrelas, os seguintes 22,5% 4 estrelas, os 35% que se seguem 3 estrelas, os 22,5% seguintes 2 estrelas, e 10% dos piores fundos apenas recebem uma estrela. Esta classificação das estrelas segue, por assim dizer, uma distribuição normal simétrica em que a parte central da distribuição corresponde aos 35%, depois do lado esquerdo e direito estão os 22.5%, e finalmente nas caudas direita e esquerda estão os 10% (35% + 2 x 22.5% + 2 x 10% = 100%).

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    Contrariar o mito de que o rebalanceamento do portfolio faz diminuir o seu risco.

    Habitualmente considera-se que uma alocação de um portfolio com 60% de acções e com 40% de obrigações constitui um portfolio equilibrado na otimização da relação retornos vs risco para um horizonte temporal de médio-longo prazo.

    Esta alocação tem por base os resultados históricos do passado, nesse período temporal, mas tem que se ter a noção de que o próximo período de 15-30 anos pode ser bastante diferente do período passado dos últimos 15-30 anos, pelo que uma alocação nunca pode ser estática, deve ser dinâmica e reajustada nos pesos das acções e das obrigações em função dos últimos resultados plurianuais (3-5 anos), sendo que as percentagens dos pesos dos ativos financeiros devem ser consideradas variáveis e não constantes.

    A corrente teórica dominante diz que no rebalanceamento dos ativos do portfolio se deve aumentar a % nos ativos mais perdedores cujo dinheiro deve vir do resgate parcial dos ativos mais lucrativos, de modo, por um lado, a reequilibrar os pesos da alocação inicial, e, por outro lado, tentar dar mais margem de progressão futura nos retornos, pelo facto de antes se estarem a realocar ativos mais baratos e assim pensar-se que estamos a diminuir o risco do portfolio.

    Esta teoria quanto à diminuição do risco pode não estar correta em determinadas situações do mercado accionista, e o propósito deste meu post é desmontar mais uma teoria pré-feita mas que por vezes pode estar errada, pois o rebalanceamento do portfolio em vez de diminuir o risco do mesmo pode, pelo contrário, aumentá-lo, senão vejamos:

    a) Está demonstrado que há um efeito memória na volatilidade acionista, que consiste em que os resultados no presente são parcialmente influenciados pelos resultados do passado mais recente, e, por sua vez, os resultados do presente vão influenciar os resultados do futuro mais próximo, havendo assim um fenómeno de arrastamento da volatilidade do passado para o futuro e com um progressivo desvanecimento temporal, formando desse modo o designado cluster ou agregado de volatilidade;

    b) Existindo o fenómeno de momentum no investimento accionista, isto é, havendo uma tendência em alta no presente é normal esse bull continuar no futuro próximo, e de forma similar se passa com a tendência em baixa ou bear; pelo que, no processo de momentum, no bull os valores máximos da linha de preço corresponderão a um futuro e não ao presente, e no bear os valores mais baixos corresponderão a um futuro e não ao presente;

    c) Assim, tendo em conta o exposto nas duas alíneas anteriores, pode-se induzir que se o rebalanceamento do portfolio se fizer através do resgate parcial na tendência de bull, e verificando-se os fenómenos indicados em a) e b), então verifica-se que nós estamos a perder parte dos lucros pois estamos a vender abaixo dos valores máximos; e com este dinheiro, resultante do resgate parcial, vão-se reforçar os ativos mais perdedores do portfolio, e se estes ativos estiverem numa tendência de bear, então estamos a comprar ativos ainda relativamente caros, pois a linha de preço ainda vai baixar mais. Portanto, neste caso estamos a aumentar o risco do portfolio e não a baixar como diz a teoria corrente estandardizada;

    d) Assim, tendo em atenção o exposto nas 3 alíneas anteriores, teoricamente, nós só deveríamos fazer o rebalanceamento do portfolio no timing junto às mudanças de tendências do mercado accionista: resgatar parcialmente os ativos mais ganhadores imediatamente antes da tendência de bull virar para bear, e com esse dinheiro ir reforçar os ativos mais perdedores imediatamente antes do bear virar para bull.

    Mais importante do que aquilo que nos dizem os gurus do investimento ou as teorias dominantes do politicamente correto, é saber colocar os diversos problemas em equação e depois saber interpretar as variáveis da mesma, porque depois o software para resolver essa mesma equação já é secundário pois é matematicamente repetitivo, sendo que a grande questão de inovação reside sempre no saber formular os problemas de modo a que o modelo formulado corra em todos os cenários possíveis e não só em alguns, pelo que a tal teoria corrente dominante não está cabalmente bem formulada.

    Mais importante do que apresentar resultados estatísticos da performance da gestão passiva vs ativa é saber interpretar os resultados em função dos pressupostos subjacentes equacionados, porque é nessa parte da interpretação, e no perceber do porquê das coisas, é que entra a nossa capacidade cerebral, porque senão não passamos de uns meros papagaios de transmissão de dados estatísticos, que só sabem classificar uma estratégia de investimento em função de um track record, quando o peso do outlook devia lá estar equacionado, e com a agravante de comparar estratégias, por vezes, incomparáveis, porque designam fundos de investimento de gestão ativa (FIGA) com um R2 > 95% em relação ao seu benchmark ou index fund (passivo), quando na realidade esses fundos só têm uma componente ativa de < 5%, constituindo assim uma falácia técnica e uma comparação física e matematicamente acerebral (é mesmo assim: falta de cérebro). Eu pelo menos tento não invistir em falsos FIGA’s com um R2 > 95% e a pagar taxas de comissão de gestão como se fossem uns verdadeiros FIGA’s.

     

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    Contradição entre a Hipótese de Mercado Eficiente e o track record de resultados.

    Por definição, a "Hipótese do Mercado Eficiente" assenta no pressuposto de que as rentabilidades de um fundo de investimento (FI), ao longo de um horizonte temporal, segue um percurso aleatório (random walk), e isto em probabilidade estatística quer dizer que os retornos do passado não influenciam os retornos do presente, os quais, por sua vez, também não irão influenciar os retornos futuros. Ora, esta teoria do random walk dos eventos probabilísticos (ex. retornos), em termos gráficos, corresponde à curva de Gauss em que no eixo das ordenadas está a frequência dos retornos e no eixo das abcissas está o desvio padrão (risco), e é devido ao pressuposto dos eventos aleatórios que essa curva é simétrica e em forma de sino, sendo que o ponto da curva com o maior valor de frequência corresponde ao eixo simétrico vertical central relativo ao desvio padrão = 0, que quer dizer valor = média dos valores da distribuição de frequência gaussiana, isto porque nesta distribuição de eventos aleatórios, os respetivos valores vão distribuírem-se maioritariamente em torno da média (o desvio padrão corresponde aos desvios em relação à média, sendo assim uma medida da volatilidade = oscilação dos resultados em relação a um valor de referência, que neste caso é a média dos valores).

    Sendo assim, em termos teóricos, o estudo e análise histórica dos retornos passados, ou outros quaisquer dados passados, dos FI, tem uma importância nula para a teoria da "Hipótese do Mercado Eficiente" (HME), e tendo em conta que quem acredita mais na HME, especialmente para um horizonte temporal de longo prazo de detenção do investimento, são os defensores da gestão passiva, então o estudo e a análise dos retornos passados de um FI por parte dos investidores passivos, constitui em si mesmo uma das suas contradições teóricas.

    Acontece que as curvas financeiras reais da frequência de distribuição dos retornos vs desvio padrão não são iguais à curva de Gauss (distribuição normal), pois as mesmas não são simétricas (horizontalidade), mas sim assimétricas, na distribuição em torno da média, e apresentam uma curtose diferente (maior verticalidade) da curva de Gauss, e isto em termos práticos quer dizer que as curvas reais financeiras têm as designadas caudas gordas (em relação à curva de Gauss de referência) que corresponde a uma maior frequência de se obterem retornos extremos quer do lado direito da curva (retornos mais altos) quer do lado esquerdo (retornos mais baixos), chamando-se a isso as designadas ineficiências dos mercados acionistas que os gestores/investidores ativos tentam aproveitar para terem uma outperformance em relação aos respetivos index funds da gestão passiva, ou seja, tendo assim um maior alfa, um maior Tracking Error e um maior Rácio de Informação.

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    Don’t Mix Your Politics With Your Portfolio.

    Posted October 12, 2020 by Ben Carlson

    With the presidential election just weeks away, you can expect to be inundated with predictions about how the winner will impact the markets and the economy.

    It may be entertaining to guess how the outcome of the election will impact your wealth, but this becomes a futile exercise once you realize how much there is that we don’t know about what comes next. Not only do we not know who is going to win but also:

    - We don’t know which policies they’re going to implement while in office.

    - We don’t know how amenable the other party will be to those policies.

    - We don’t know how the person in office will impact consumer spending and sentiment in the economy.

    - We don’t know which sectors or industries will be the biggest winners and losers.

    - We don’t know how investors will react or what they have already priced in regarding the outcome of the election.

    When Trump got elected, there were pundits and investors galore predicting an enormous market crash. Instead, stocks rose steadily for most of his first term until the pandemic hit. There have been more than 130 new all-time highs on the S&P 500 during Trump’s tenure.

    When Obama got elected, there were people predicting, “[His] Radicalism Is Killing the Dow.” Instead, stocks set off in 2009 on a bull market that lasted for the entirety of the next decade. There were nearly 130 new all-time highs on the S&P 500 during Obama’s tenure.

    The long-term trend of the stock market has been up and to the right no matter who the President is:

    Capturar2.PNG.e2459ae39f71cd1e5043b157211dd562.PNG

    And no President in modern history has been able to prevent the stock market from falling either:

    Capturar3.PNG.e4cd136bbd0c058f688ca3e8b9de1dac.PNG

    https://awealthofcommonsense.com/2020/10/dont-mix-your-politics-with-your-portfolio/ 

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    há 9 horas, JRJordao disse:

    não querendo divergir no topico, devia ser no de capital garantido mas excepcionalmente respondo aqui visto aproveitar a citação.

    meu extrato refere em 2019 rentabilidade liquida 3,00 %

    depois tenho por cada 1000 euros em junho 2019

    redimento minimo até essa data - 15€

    encargos gestão anual  até data - 12€

    Participação resultados 2019 - 15 euros

    dá saldo final por csda 1000 euros de 18 euros

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    Is Vietnam the Next ‘Asian Miracle’?  By Ruchir Sharma   Oct. 13, 2020

    The country is making autocratic capitalism work unusually well.

    Within days of China’s announcing the first case of Covid-19, Vietnam was mobilizing to stop the spread of the coronavirus. Using mass texts, TV ads, billboards, posters and loudspeakers, the government exhorted the nation’s 100 million citizens to identify carriers and trace contacts, contacts of contacts, even contacts of contacts of contacts. Rapid isolation of outbreaks has kept Vietnam’s death rate among the four lowest in the world — well under one death per million people.

    Containing the pandemic allowed Vietnam to quickly reopen businesses, and it is now expected to be the world’s fastest growing economy this year. While many nations are suffering enormous economic contractions and running to the International Monetary Fund for financial rescues, Vietnam is growing at a 3 percent annual pace. Even more impressive, its growth is driven by a record trade surplus, despite the collapse in global trade.

    This breakout moment for Vietnam has been a long time in the making. After World War II the “Asian miracles” — first Japan, then Taiwan and South Korea, most recently China — grew their way out of poverty by opening to trade and investment and becoming manufacturing export powerhouses.

    Now, Vietnam is following the same path, but in an entirely new age. The conditions that made the original miracles possible are gone. The postwar baby boom is over. The era of rapid globalization, with growing trade and investment flows, is over. Economic growth is slowing worldwide. In this environment, the superpowers no longer ignore the tactics that the earlier miracles used to get an edge. Last week the United States formally accused Vietnam of currency manipulation and initiated the same type of investigation that triggered the tariff war with China.

    https://www.nytimes.com/2020/10/13/opinion/vietnam-economy.html

    Para complementar e suportar o artigo anterior, vou a seguir colocar 3 links sobre o Vietname e a zona da Ásia-Oceania: o 1.º link é sobre os dados gerais do Vietname, o 2.º link é sobre o crescimento real do PIB do Vietname e, comparativamente, dos países da zona da Ásia-Oceania, e o 3.º link é a previsão para 2021 do crescimento real do PIB do Vietname e dos países da zona da Ásia-Oceania:

    https://www.ceicdata.com/en/country/vietnam 

    https://www.ceicdata.com/en/indicator/vietnam/real-gdp-growth

    https://www.ceicdata.com/en/indicator/vietnam/forecast-real-gdp-growth

    Nota: Eu não vou recomendar o investimento acionista no Vietname, porque senão aparece aí um qualquer "catedrático" a dizer que a opinião do articulista e a minha são ruído,👿 mas vou fornecer as métricas e os dados para vocês tirarem as conclusões baseadas nos dados técnicos fornecidos. É melhor, no presente, acertar em previsões futuras de sucesso acionista, mesmo com uma percentagem baixa de êxito, por exemplo de 20 %, independentemente de se poder não saber nada sobre os resultados passados; do que acertar 100 % sobre os resultados passados e apenas de 10 %, por exemplo, nos resultados futuros. Ou seja, o mais importante para o investidor é tentar antecipar o trajeto de um futuro próximo num qualquer mercado acionista, interessando nada (ou muito pouco) o track record do passado.

    Editado por Bedrock
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    há 10 horas, superkinas disse:

    não querendo divergir no topico, devia ser no de capital garantido mas excepcionalmente respondo aqui visto aproveitar a citação.

    meu extrato refere em 2019 rentabilidade liquida 3,00 %

    depois tenho por cada 1000 euros em junho 2019

    redimento minimo até essa data - 15€

    encargos gestão anual  até data - 12€

    Participação resultados 2019 - 15 euros

    dá saldo final por csda 1000 euros de 18 euros

    Hmm, participação resultados 1,5% em junho (desde janeiro?) e a mim disseram-me 3% em 2019 (janeiro a dezembro). Talvez haja aqui algum fator proporcional de "meio ano".

    Só subscrevi esse PPR este ano, por isso ainda não recebi um extrato. Os da Generali por exemplo têm essa questão de não se referirem a um ano civil completo.

    Mas como dizes, estamos a divergir do tópico.

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