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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Para quem não consegue aceder, fica o artigo de hoje do Jornal de Negócios traduzido da Bloomberg:

    (link no interior, é uma imagem do artigo, que não consigo postar devido a erro do fórum)

    Citação

    BP: Acabou a era do crescimento do consumo mundial de petróleo

    Mesmo no cenário menos drástico, a BP estima uma redução ligeira no consumo mundial para valores em torno de 100 milhões de barris por dia.

    A BP já reconhece que não vai continuar a tendência de aumento no consumo de petróleo, tornando-se assim a primeira entre as grandes petrolíferas mundiais a decretar o fim de uma era que muitos acreditavam que iria durar pelo menos mais uma década.

    O consumo de petróleo nunca mais deverá regressar aos níveis que se verificavam antes da pandemia, refere um estudo publicado pela BP onde a petrolífera perspetiva a evolução da indústria até 2050, traçando para tal três cenários.

    Mesmo no cenário menos drástico, que apelida de "business as usual", a BP estima uma redução ligeira no consumo mundial, estabilizando em torno de 100 milhões de barris por dia ao longo dos próximos anos. Desta forma, a petrolífera britânica assume que o pico do consumo da matéria-prima já aconteceu no ano passado.

    No Energy Outlook publicado esta segunda-feira, a BP avança com uma segundo cenário de quebra de 50% no consumo até 2050. No cenário mais extremo o consumo poderá diminuir cerca de 80% nos próximos 30 anos.

     
    https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2020-09/OriginalSize$2020_09_14_12_11_53_384235.jpg

    "A procura de petróleo vai baixar aos longo dos próximos 30 anos", escreve a BP no relatório, onde assinala que "a escala e o ritmo desde descida vai depender do aumento da eficiência e eletrificação do transporte terrestre". No Energy Outlook no ano passado a BP assumiu um cenário de aumento da procura para 130 milhões de barris por dia.

    Além dos efeitos imediatos da pandemia, a BP assume esta evolução para o mercado petrolífero devido às mudanças de hábitos dos consumidores e alterações de políticas por parte dos governos.

    Com a transição energética a afastar o mundo dos combustíveis fósseis, a BP quer estar na linha da frente das mudanças no setor, reduzindo a dependência do petróleo. O novo CEO reduziu a meta de produção de petróleo e gás em 40% para os próximos 10 anos e pretende investir 5 mil milhões de dólares ao ano em ativos renováveis.     

    A visão da BP contrasta com a de outras petrolíferas, governos e países produtores, que acreditam que a supremacia do petróleo vai persistir por muito mais anos, pois esta é ainda a única matéria-prima capaz de satisfazer a crescente procura num contexto de crescimento da população mundial e classe média.

    A petrolífera britânica não é contudo a única gigante do setor a alterar de forma profunda o seu modelo de negócio. Numa altura em que as alterações climáticas  continuam no centro da agenda mundial, empresas como a Royal Dutch Shell, Total e outras companhias na Europa (como a Galp em Portugal) estão a apostar cada vez mais em ativos "limpos".  

    https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/bp-acabou-a-era-do-crescimento-do-consumo-de-petroleo

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    A 11/09/2020 às 10:36, Bedrock disse:

    É assim uma coisa parecida com uma zona da curva de cotação de ativos em "W" que, normalmente, dá origem a uma fase de subida. Por que carga de água é que essa forma da curva em "W" há-de dar muitas vezes sempre o mesmo resultado posterior? Porque os traders, à priori, já sabem disso e quando aparece essa forma, vão logo fazer compras desses ativos.

    Na imagem seguinte, vejam o último troço da curva de cotação na referida forma de "W", como indicado na minha citação acima. 

    O que acontece é que os traders tal como, à priori, sabem da existência do fenómeno de arrastamento da volatilidade, e, como tal, tentam jogar com isso a seu favor, também a forma da curva em "W", que normalmente implica crescimento imediato de cotação dos ativos, também jogam com esse "normal pressuposto" a seu favor. Aqui, é um caso similar à questão de saber de quem apareceu primeiro, se foi o ovo ou a galinha, ou seja, qual foi a causa e a consequência. Para mim, a forma da curva em "W" é uma consequência da "atitude normal" prévia do rebanho dos traders, e nem tanto uma causa dos ganhos subsequentes a essa forma inicial da curva em "W". Ou seja, é o peso quantitativo do rebanho dos traders, que, com o seu referido "normal pressuposto", vai acabar por concluir o formato da curva em "W" e gerar os ganhos subsequentes.

    Capturar1.PNG

    Editado por Bedrock
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    Vejam o gráfico abaixo.

    Será que está em curso uma rotação, por parte dos investidores, dos ativos do Nasdaq Composite (IXIC), onde estão as tecnológicas propriamente ditas, para os ativos do Nasdaq Biotechnology? Ou seja, será que os investidores estão a fazer o voo das tecnológicas para as biotecnológicas? Se for isso, será lógico, pois é sensato voar dos ativos sobrecomprados/sobreaquecidos/sobrevalorizados para os ativos subcomprados/subaquecidos/subvalorizados. Mas como eu já vi tantas vezes em que o mercado não seguiu lógica nenhuma, então também não sei se está a haver a referida rotação ou não. Daqui a uma semana, já podemos falar com uma maior probabilidade sobre essa eventual rotação em causa.

    Capturar2.PNG

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    Para promover a literacia financeira e não informação incorrecta:

     

    NASDAQ Composite (IXIC) = Todas acções do NASDAQ (Tech, Biotechs, Communication, Consumer Discretionary, etc)

    NASDAQ 100 (NDX) = 100 empresas não-financeiras do NASDAQ Composite com maior capitalização (representam >90% da performance do NASDAQ Composite)

    NASDAQ Biotechnology (NBI) = Acções do sub-sector da Biotecnologia

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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Para promover a literacia financeira e não informação incorrecta:

     

    NASDAQ Composite (IXIC) = Todas acções do NASDAQ (Tech, Biotechs, Communication, Consumer Discretionary, etc)

    NASDAQ 100 (NDX) = 100 empresas não-financeiras do NASDAQ Composite com maior capitalização (representam >90% da performance do NASDAQ Composite)

    NASDAQ Biotechnology (NBI) = Acções do sub-sector da Biotecnologia

    Não é preciso literacia especial, basta clicar no separador "componentes" dos gráficos que fui buscar do Nasdaq Composite e do Nasdaq Biotechnology: 

    https://pt.investing.com/indices/nasdaq-composite-components

    https://pt.investing.com/indices/nasdaq-biotechnology-components

    Quando eu disse "... dos ativos do Nasdaq Composite (IXIC), onde estão as tecnológicas propriamente ditas, para os ativos do Nasdaq Biotechnology? Ou seja, será que os investidores estão a fazer o voo das tecnológicas para as biotecnológicas?", o que eu queria relevar era o desvio das grandes tecnológicas (propriamente ditas) que subiram mais e muito este ano até às quedas recentes, e dentro desse grupo de tecnológicas de mais altas valorizações, não está nenhuma empresa biotecnológica. Portanto, com uma redação menos feliz, porque  suscita dúvidas na interpretação, não é preciso vir depois com palavreados de literacia financeira e informação incorreta, armado em professor. Podias, sim, dizer que essa "informação" era dúbia e podia suscitar dúvidas, que é diferente de dizer informação incorreta. 

    Pior é fazer raciocínios errados, como tu fizeste num gráfico que eu apresentei com 3 variáveis económicas em que uma no gráfico referia "real" em inglês que significava valor líquido, já com a dedução da taxa de inflação, e tu perguntaste, por outras palavras, se os valores das outras variáveis contabilizavam ou não a inflação, tendo eu te respondido que se as 3 variáveis foram colocadas no mesmo gráfico, então para serem comparáveis as outras 2 variáveis só podem ser também "real", porque não se podem comparar alhos com bugalhos. A esta falta de raciocínio elementar, chama-se o quê? Com certeza que não é literacia financeira. Com este teu post, perdeste uma boa oportunidade de ficares calado com essa da literacia financeira.
     

    Editado por Bedrock
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    Não queria deixar passar esta data sem deixar uma palavra de agradecimento ao compadre Zé pelos grandes serviços que presta ao nosso país.

    Numa extraordinária interpretação de gravuras de Foz Côa

     EghSpAGQJEts5GIIuYZz

    do paleolítico.

    Jokes - Ebora Team

    O Muito Obrigado 

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    Impressionante a valorização de ontem dos ativos da biotecnologia.

    O índice Nasdaq Biotechnology valorizou ontem 5.3 % e o meu fundo valorizou 7.9 %, a isto chama-se gestão ativa, arrastamento da volatilidade e efeito manada dos traders e investidores que percepcionaram a boa volatilidade da 6.ª feira passada, com a definição da forma em "W" da curva de cotação dos ativos, e então sabendo-se da existência do fenómeno de arrastamento da volatilidade, decidiram ontem apostar forte na biotecnologia, podendo este setor também estar a ser favorecido pela eventual rotação ou voo dos investidores das tecnológicas IT  para as biotecnológicas, uma vez que em gráfico já se começa a percepcionar esse eventual voo, conforme um gráfico comparativo que postei ontem à noite.

    Cada vez mais os grandes ganhos e grandes perdas dos mercados acionistas são concentrados no tempo, constituindo as designadas caudas gordas que só podem ser aproveitadas na sua maior amplitude por uma boa gestão ativa, uma vez que, por definição, a gestão passiva está-se nas tintas para as caudas, porque o timing das caudas são para eles peanuts temporais. 

    Por outro lado, a relativa grande volatilidade, quer a boa (ganhos) quer a má (perdas), no timing do Covid-19, deve-se também ao excesso de liquidez que existe no mercado, resultante das políticas monetárias da Fed, do BCE e de alguns Bancos Centrais, que despejaram dinheiro sobre as economias, as empresas e as sociedades de cidadãos desses países abrangidos pela expansão monetária.

    Com esse excesso de liquidez e tendo em conta que as taxas de juro dos depósitos são praticamente nulas em termos líquidos, bem como o emprestar dinheiro (obrigações) também está a ter retornos insuficientes, então os investidores decidiram apostar em ativos de maior risco, pois, quando a liquidez é pouca, as pessoas são mais cautelosas nos seus investimentos ou especulações.

    Editado por Bedrock
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    As petroliferas têm quase todas substancialmente aumentado a sua divida para a usarem no pagamento de dividendos aos seus acionistas de forma a que estes se mantenham no barco apesar da tempestade; só que com a prolongada desvalorização do preço do petroleo e a baixa da procura, tal estratégia está a tornar-se perigosa e talvez insustentável por muito mais tempo. A BP é a que está mais apertada e pergunto-me se a ideia de (alegadamente) quererem apostar nas renováveis não será apenas um argumento para manterem os acionistas interessados (iludidos?!?!) e eventualmente cortarem nos dividendos (justificadamente para investirem nas renováveis).

    eikon.png

    Editado por 5coroas
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    há 8 minutos, 5coroas disse:

    As petroliferas têm quase todas substancialmente aumentado a sua divida para a usarem no pagamento de dividendos aos seus acionistas de forma a que estes se mantenham no barco apesar da tempestade; só que com a prolongada desvalorização do preço do petroleo e a baixa da procura, tal estratégia está a tornar-se perigosa e talvez insustentável por muito mais tempo. A BP é a que está mais apertada e pergunto-me se a ideia de (alegadamente) quererem apostar nas renováveis não será apenas um argumento para manterem os acionistas interessados (iludidos?!?!) e eventualmente cortarem nos dividendos (justificadamente para investirem nas renováveis).

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    Acionistas iludidos ?! Como é que alguém se pode iludir com as melhores decisões e soluções futuras de uma maior auto sustentabilidade dos processos e preservação de um bem comum essencial para o prolongar das nossas vidas e sobrevivência: meio ambiente que nos rodeia e este planeta Terra aonde vivemos, sendo a nossa casa comum, pois ainda não descobriram outra casa planetária melhor para o Homem, animais, plantas, organismos unicelulares, ... 

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    Here’s The Most Helpful Investment: The Calmar Ratio tells you what you really want to know.

    Grande artigo este. Dado que o autor não apresentou a fórmula do ratio de calmar, vou a seguir apresentar uma imagem sobre isso mesmo, salientando que o "ROR" significa "Rate Of Return": 

    image.png.371495079f0aae2e4c1603b0651d22f5.png

    The Calmar Ratio tells you what you really want to know.

    You have probably not heard of Terry W. Young. And you likely have not heard of the Calmar Ratio, which he invented nearly 30 years ago. But when I tell you what it measures in an investment’s past performance you might remember it for a long time.

    The Calmar Ratio takes the average annual return of an investment over the past 36 months, and divides it by the maximum loss (”drawdown”) that investment has experienced during that 3-year period. That original formula has been adapted to different time periods over the years, but the concept is the same.

    Pretty simple. And a VERY powerful analytical tool for hedged investors. The higher the Calmar Ratio, the better the past “reward-to-risk” tradeoff that security or index has exhibited.

    Why is this so important?

    Any investment can achieve very high returns over a few years’ time. In fact, one of the basic assumptions of our own investment rating system is that any investment has the potential to produce positive returns over any time period. What separates the wheat from the chaff, so to speak, is how much risk is attached to that potential return.

    Of course, when we are making investment decisions, we are trying to look forward. After all, the one thing we can guarantee about past performance is that we can’t have it. Its in the past, after all.

    However, since we can’t predict the future, and we are concerned with avoiding big losses on the way to long-term success, it helps to have something that looks at the past that way.

    The Calmar Ratio in action.

    Here is a quick look at Calmar Ratio, to help us make some assessments of today’s market environment. This chart shows the 5-year “rolling” Calmar Ratio for 4 different stock indexes over the past 10 years: S&P 500, Nasdaq NDAQ +0.6% Composite, Russell 2000 (Small Cap Index) and the MSCI Emerging Markets Index.

    image.png.44f26d45222ee35c98b8cd1dc5947db4.png

    As you can see, the clear winner throughout the past decade was the Nasdaq. Its Calmar Ratio was nearly double that of the S&P 500, and more than 4 times higher than small caps or emerging market stocks.

    Think about that for a minute: these are all stock market indexes. And the Nasdaq is supposed to be one of the “risky” ones. But for the past 10 years, it has consistently been worth whatever major declines might occur along the way. That’s what the Calmar Ratio is telling us.

    If only it were that easy.

    We could stop right there, let the “recency effect” blind us to the realities of investing, and call it a day. Or a decade. However, if we turn back the clock and look at the 10 years prior to the last 10, we see something different in terms of Calmar Ratios.

    image.png.cf14f6f8e9976403dbdc82dc5dbcdaac.png

    The Nasdaq, S&P 500 and Russell are all quite low on this scale. This indicates that your upside during this period was quite poor compared to how much you would have lost when the wind was against you, so to speak. The Emerging Markets index was a step above, so risk was better-rewarded there. But these are still pretty low Calmar Ratios.

    Conclusions for hedged investors.

    These are just snapshot, but you can be confident this is not the last you have heard from TheHedgedInvestor.com when it comes to using the Calmar Ratio to evaluate investment markets. After all, the Nasdaq and S&P 500 are near all-time highs, and interest rates are near zero. So, the times demand that you put a premium on managing a portfolio that can help avoid big losses (ABL, as we say here), while still providing enough potential upside to meet your objectives.

    https://thehedgedinvestor.com/2020/09/14/heres-the-most-helpful-investment-stat-youve-never-heard-of/

    Editado por Bedrock
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    A Value Investor’s View on US Small-Cap Stocks.

    Performance Over Past 20 Years.

    Although investors have favored large-cap stocks over the past decade, small-cap value stocks have outperformed large-cap stocks over the 20 years ended August 31, 2020
    image.png.a6ccefec3e87c2980580edcf4d85bd7b.png

    In addition, if you divide the 20-year period into two 10-year periods, our research indicates that $1 invested in small-cap value stocks would have risen in value during both periods, while $1 invested in the S&P 500 Index for the 10 years ending August 31, 2010, would have fallen in value.

    image.png.ffdfc832d3be03f7f5389f4e879bd6a0.png

    https://www.advisorperspectives.com/commentaries/2020/09/11/a-value-investors-view-on-us-small-cap-stocks

     

     

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    Boa noite,

    Estive a pesquisar alguns fundos no AB e gostava da V/ ajuda no que respeita à "tradução" das despesas.

    O AB enviou documento informativo com informações dos custos supondo um investimento de 10.000 EUR e venda após 5 anos

    Estão discriminados:

    - Custos e encargos associados cobrados pelo(s) serviço(s) de investimento e/ou serviços auxiliares: 0 EUR

    - Custos e encargos associados relacionados com instrumentos financeiros 1,5% i.e 750 EUR

    - Compensações recebidas de terceiros pelo Banco - 3%  i.e. 300 EUR

    TOTAL: 4,5% ou 1.750EUR 

    A minha pergunta é: todos estes custos são devidos? O que significa compensação recebida por terceiro? São custos pagos na venda?

    Muito obrigado pelo esclarecimento. Sou novato nestas andanças e apenas tenho investido em ETF´s.

     

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    há 35 minutos, fhff disse:

    Boa noite,

    Estive a pesquisar alguns fundos no AB e gostava da V/ ajuda no que respeita à "tradução" das despesas.

    O AB enviou documento informativo com informações dos custos supondo um investimento de 10.000 EUR e venda após 5 anos

    Estão discriminados:

    - Custos e encargos associados cobrados pelo(s) serviço(s) de investimento e/ou serviços auxiliares: 0 EUR

    - Custos e encargos associados relacionados com instrumentos financeiros 1,5% i.e 750 EUR

    - Compensações recebidas de terceiros pelo Banco - 3%  i.e. 300 EUR

    TOTAL: 4,5% ou 1.750EUR 

    A minha pergunta é: todos estes custos são devidos? O que significa compensação recebida por terceiro? São custos pagos na venda?

    Muito obrigado pelo esclarecimento. Sou novato nestas andanças e apenas tenho investido em ETF´s.

     

    De onde tiraste essa informação? Não me parece que sejam relacionados com fundos de investimento....

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    Na pesquisa dos fundos, quando se visualiza as informações de um fundo, ao lado do ícone de comprar e vender tem um botão para solicitar o envio de informação sobre o fundo por email. Um dos documentos que chegou é a informação de custos e encargos. O exemplo que dei é o do fundo Fidelity Funds - Global Technology Fund E-ACC-Euro, ISIN: LU0115773425-

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    há 10 horas, fhff disse:

    Na pesquisa dos fundos, quando se visualiza as informações de um fundo, ao lado do ícone de comprar e vender tem um botão para solicitar o envio de informação sobre o fundo por email. Um dos documentos que chegou é a informação de custos e encargos. O exemplo que dei é o do fundo Fidelity Funds - Global Technology Fund E-ACC-Euro, ISIN: LU0115773425-

    Já vi esse botão mas como não sou cliente está só disponível para clientes, eu confesso que não consigo reconhecer nenhum desses custos em fundos tirando os 1,5% que coincidem com a comissão de gestão, parece-me portanto que é uma simulação À semelhança que faz o BB no âmbito da MIFID II, no entanto no BB está lá assim:

    "Cálculos baseados num investimento de 10,000 EUR ao longo de um período de 5 anos e com um retorno esperado de 5%

    O valor final do investimento seria de 11 245,58 EUR e os custos totais incorridos pelo investidor seriam de 1345,62 EUR"

    Como os custos gerais de um fundo são iguais em todos as plataformas, a única diferença pode ser numa suposta comissão de subscrição ou de resgate, não percebo essa diferença dos 1345€ para os 1750€ no AB.

    Editado por D@vid
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    há 23 horas, Bedrock disse:

    Here’s The Most Helpful Investment: The Calmar Ratio tells you what you really want to know.

    @D@vid, este é o título de um post meu, nesta página do tópico, que ninguém reagiu (só reagiram os meus 2 maiores fans), e como o artigo do autor é de top, a mim custa-me estar a selecionar artigos de top e depois ninguém reage, se calhar tenho de por aqui artigos da treta, porque se calhar geram mais reação. ?

    Para mim, o rácio de Calmar é mais importante e prático que o rácio de Sharpe, pois este até cria incoerências reais resultantes da sua fórmula matemática. Porque é que eu acho que o rácio de Calmar é dos mais importantes na avaliação dos retornos versus risco associado? 

    Porque nos investimentos acionistas, o mais importante é controlar as grandes perdas, porque são estas que nos podem deixar com pouco capital remanescente (após perdas) que depois podemos demorar muito tempo a recuperar essas grandes perdas (atingir o break even). Para visualizarmos melhor essa grande importância, vamos a um exemplo prático:

    Nos mercados acionistas há perdas até superiores a 70 %, mas vamos considerar uma perda de 70 %, então para recuperar essa perda de 70 % temos que depois ter um ganho de 333 % e o timing associado a esta taxa brutal é com certeza mais ou menos longo. Esta é a duríssima realidade matemática da erosão das nossas carteiras, e tal como um pico de erosão resultante de um pico de intensa pluviosidade pode arrastar a nossa casa pela encosta abaixo, também a nossa carteira pode ficar com um capital tão diminuto que possa não ser possível repor o dinheiro durante as vidas de pessoas não jovens.

    Portanto, vamos lá ler o meu referido post com atenção.

    Nota: Para fazer o cálculo de transformação das perdas nos respetivos ganhos para se recuperarem totalmente essas perdas, não é preciso utilizar o Excel, pois as contas são simples. Vamos ao ex. de 70 % de perdas:

    Como a taxa é percentual (podia ser por milagem = referencial 1000), isso quer dizer que o referencial é 100. Então, vamos considerar que eu tenho 100 € e que vou ter uma perda de 70 %, então  =>  100 € * 0.70 = 30 €. Agora, qual será a taxa de ganho para transformar estes meus 30 € remanescentes (após perda) nos 100 € iniciais? Será: 100 € / 30 € = 3.3333...  => taxa = 333.33 %.

    Editado por Bedrock
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    há 1 hora, Bedrock disse:

    @D@vid, este é o título de um post meu, nesta página do tópico, que ninguém reagiu (só reagiram os meus 2 maiores fans), e como o artigo do autor é de top, a mim custa-me estar a selecionar artigos de top e depois ninguém reage, se calhar tenho de por aqui artigos da treta, porque se calhar geram mais reação. ?

    Para mim, o rácio de Calmar é mais importante e prático que o rácio de Sharpe, pois este até cria incoerências reais resultantes da sua fórmula matemática. Porque é que eu acho que o rácio de Calmar é dos mais importantes na avaliação dos retornos versus risco associado? 

    Porque nos investimentos acionistas, o mais importante é controlar as grandes perdas, porque são estas que nos podem deixar com pouco capital remanescente (após perdas) que depois podemos demorar muito tempo a recuperar essas grandes perdas (atingir o break even). Para visualizarmos melhor essa grande importância, vamos a um exemplo prático:

    Nos mercados acionistas há perdas até superiores a 70 %, mas vamos considerar uma perda de 70 %, então para recuperar essa perda de 70 % temos que depois ter um ganho de 333 % e o timing associado a esta taxa brutal é com certeza mais ou menos longo. Esta é a duríssima realidade matemática da erosão das nossas carteiras, e tal como um pico de erosão resultante de um pico de intensa pluviosidade pode arrastar a nossa casa pela encosta abaixo, também a nossa carteira pode ficar com um capital tão diminuto que possa não ser possível repor o dinheiro durante as vidas de pessoas não jovens.

    Portanto, vamos lá ler o meu referido post com atenção.

    Nota: Para fazer o cálculo de transformação das perdas nos respetivos ganhos para se recuperarem totalmente essas perdas, não é preciso utilizar o Excel, pois as contas são simples. Vamos ao ex. de 70 % de perdas:

    Como a taxa é percentual (podia ser por milagem = referencial 1000), isso quer dizer que o referencial é 100. Então, vamos considerar que eu tenho 100 € e que vou ter uma perda de 70 %, então  =>  100 € * 0.70 = 30 €. Agora, qual será a taxa de ganho para transformar estes meus 30 € remanescentes (após perda) nos 100 € iniciais? Será: 100 € / 30 € = 3.3333...  => taxa = 333.33 %.

    É um tema já falado por aqui, ainda em Março/Abril fiz um post sobre a vantagem de se reforçar nas quedas mesmo pelo facto de minimizar essa desvantagem matemática.

    Mas é importante dizer que estas a falar em acções e não numa hipotética queda em fundos, um fundo que cai 70% ou os mercados caíram ainda mais rápido que em Março e o gestor não teve tempo de reacção ou então é um fundo sem gestor ou domiciliado no Zimbabue ?, até 50% admito que possam acontecer, 70% seria muito raro.

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    há 1 hora, Vidolz disse:

    Epá cada vez mais me inclino para um portfólio de stocks individuais..

    Isto de ETF's é mesmo para gestão muuuuuuito passiva.

    Talvez faça 30/70 ETF/Stocks.

    Compra mais Intel, pois já deves estar vermelhinho.-_-

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    há 1 hora, D@vid disse:

    Fantástico em como consegues falar em dois tipos de produtos que nada tem a ver com o tópico ?

    Desculpa lá D@vid, mas eu vou transcrever o título do teu tópico: " Fundos de Investimento ( Mutual Funds ) Por D@vid, 9 de Outubro de 2012 em Fundos, ETFs, Acções e Obrigações". 

    Então face a este título, qual foi a gafe do Vidolz? Eu respondo: nenhuma. 

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    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

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