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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    3 hours ago, Bedrock said:

    Assim, a  volatilidade na fase do upside da curva de preços/cotação dos ativos é amiga do investidor, mas na fase de downside da curva, a volatilidade é mais do que inimiga, é demolidora, pois não basta o fator negativo, já referido atrás, em que a um acréscimo de volatilidade corresponde menos retornos, vem agora também juntar-se um outro fator demolidor, que é de simples matemática de perdas e recuperação das respetivas perdas, em que, por exemplo, se tivermos perdas de 50 % na carteira, depois para atingir o break even (recuperação total das perdas) temos que ter um ganho de 100 %. Então, isto quer dizer que para termos êxito nos investimentos, mais do que cavalgar os lucros é necessário controlar as perdas.

    Viva @Bedrock, podes-me explicar o que são as fases upside e downside da curva de preços/cotação?

    Já agora, tu e o @D@vid deram uma ótima explicação de como interpretar a volatilidade. 

    Obrigado a ambos! 

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    há 37 minutos, D@vid disse:

    Tal como disse, para mim e só para mim, pretendo sempre o mínimo de volatilidade, por isso quanto menos melhor, 1/3 é melhor que 1/2, se um fundo tiver um desvio padrão de 5 e rentabilidade de 10% a 1 ano ou 3 anos não interessa, óptimo, mas se a rentabilidade for de 15% melhor ainda, o mesmo se for um desvio de 2,5 para 10%.

    Este rácio entre o DP e Rentabilidade que falo não é fácil de ter num fundo de acções que tipicamente tem risco acima de 5 ( volatilidades de mais de 15% ) é mais fácil de encontrar em fundos de obrigações ou no misto que dei como exemplo.

    O que interessa passar a ideia é que quem procura o menor risco VS rentabilidade tem de olhar para estes rácios, o sharpe dá logo uma fotografia desse rácios DP vs rentabilidade, porque se fizeres uma conta à merceeiro ( sem contar com o factor de activo sem risco como falou o @Bedrock no post dele na explicação que deu ) em que pegas na rentabilidade e fazes a dividir pelo DP vai-te dar um valor muito próximo do Sharpe ( exemplo do fundo que dei: 12,78%/5,38=2,37 ---» o sharpe do fundo é de 2,33 portanto não muito diferente ) ficas logo com  a ideia que este fundo a 1 ano tem uma rentabilidade de mais do dobro da sua volatilidade.

    Obrigado, tudo esclarecido. Eu percebi os conceitos com os teus posts de 2012, na minha ideia acho que é que devia estar escrito no máximo metade da rentabilidade e não mínimo. Mas adiante estou esclarecido.

    Fico também com a ideia que para racios de sharpe iguais optariam pelo de menor volatilidade de modo a ficarmos melhor protegidos em caso de descida dos mercados. Usas algum limite de volatilidade para RC iguais, no caso de obrigações e no caso de ações?

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    há 26 minutos, nOrte disse:

    Viva @Bedrock, podes-me explicar o que são as fases upside e downside da curva de preços/cotação?

    Já agora, tu e o @D@vid deram uma ótima explicação de como interpretar a volatilidade. 

    Obrigado a ambos! 

    Upside é a parte crescente da curva (durante esta fase, a cotação dos ativos está a subir) e o downside é o contrário, ou seja, é a parte descendente da curva. 

    • Obrigado 1
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    há 4 horas, Bedrock disse:

    Como sabes o  rácio de Sharpe (RS) é um quociente em que no numerador está o retorno do ativo - retorno do ativo livre de risco, e no denominador está o desvio padrão (volatilidade). Assim, um RS (quociente) maior pode ser feito à custa do aumento dos retornos ou da diminuição da volatilidade, sendo que há situações do mercado em que a um incremento de mais volatilidade corresponde ainda um maior incremento dos retornos, logo o RS fica também maior. Esta é a situação ideal em que se obtêm mais retornos ( > volatilidade => > retornos e > RS) que pode acontecer na situação de bull market e na fase de upside da curva de preços/cotação dos ativos. 

    O desvio padrão é o desvio dos retornos em relação à sua média, e esse desvio tanto pode ser para cima da média, e aí dizemos que estamos numa fase de boa volatilidade, porque a um aumento de volatilidade correspondem mais retornos; por outro lado, esse desvio também pode ser para baixo da média dos retornos, e aí dizemos que estamos numa fase de má volatilidade, porque a um acréscimo de volatilidade corresponde uma diminuição dos retornos. 

    Assim, a  volatilidade na fase do upside da curva de preços/cotação dos ativos é amiga do investidor, mas na fase de downside da curva, a volatilidade é mais do que inimiga, é demolidora, pois não basta o fator negativo, já referido atrás, em que a um acréscimo de volatilidade corresponde menos retornos, vem agora também juntar-se um outro fator demolidor, que é de simples matemática de perdas e recuperação das respetivas perdas, em que, por exemplo, se tivermos perdas de 50 % na carteira, depois para atingir o break even (recuperação total das perdas) temos que ter um ganho de 100 %. Então, isto quer dizer que para termos êxito nos investimentos, mais do que cavalgar os lucros é necessário controlar as perdas.

    Bedrock

    Certo, mas... Supondo que no dia 1 de janeiro compro um activo por 100 e no dia 31 de dezembro ele vale 80. Eu posso traçar uma recta do valor médio desse activo ao longo do ano. É uma recta obliqua que começa em 100 e vai decrescendo até 80. Não é um pouco indiferente se o meu activo ao longo do ano andou sempre entre 75 e 85 ou se andou entre 90 e 70 (só em forma exemplo, pq em rigor não seria possivel andar sempre entre estes valores)?

    Editado por pge
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    há 47 minutos, pge disse:

    Obrigado, tudo esclarecido. Eu percebi os conceitos com os teus posts de 2012, na minha ideia acho que é que devia estar escrito no máximo metade da rentabilidade e não mínimo. Mas adiante estou esclarecido.

    Fico também com a ideia que para racios de sharpe iguais optariam pelo de menor volatilidade de modo a ficarmos melhor protegidos em caso de descida dos mercados. Usas algum limite de volatilidade para RC iguais, no caso de obrigações e no caso de ações?

    Citação

    na minha ideia acho que é que devia estar escrito no máximo metade da rentabilidade e não mínimo. Mas adiante estou esclarecido.

    Tu, e qualquer investidor, quer é maximizar as rendibilidades (objetivo final ou n.º1), que é para isso que investimos, pelo que maximizar o rácio de Sharpe (RS) é secundário, apesar de ser importante. Que me interessa a mim ter um relativo elevado RS se estou a perder dinheiro. Será que eu com um relativo elevado RS dá para pagar as contas no fim do mês? Não dá se eu tiver rendibilidade negativa. 

    O RS é uma métrica para todas as estações do ano (all weather), logo, por definição, nunca pode ser uma métrica para otimização dos retornos, e o nosso objetivo final é otimizar os retornos. O RS é uma espécie de "roupa média" que nós podemos vestir nas 4 estações do ano, e, como tal, nunca pode ser, ao mesmo tempo, uma roupa otimizada para o verão e o inverno, ou seja, no verão a roupa que o Sharpe me veste faz com que eu tenha um sobreaquecimento tolerável (em vez de usar camisa sem mangas, estou a vestir camisa com mangas desnecessariamente, aqui as mangas significa condicionar a boa volatilidade que me traz mais retornos) e no inverno faz-me vestir roupa mais quentinha para enfrentar o frio = má volatilidade.

    Assim, não há uma roupa ideal para todas as estações do ano, logo implica irmos mudando de roupa com a mudança das condições climatéricas, e a isto chama-se gestão ativa, que é única capaz de obter as últimas fatias de percentis de outperformance, porque a gestão passiva está virada para as médias e também, de certa maneira, para o rácio de Sharpe (RS), mas a otimização do RS é diferente de otimização dos retornos (objetivo final).

    Editado por Bedrock
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    A 10/09/2020 às 15:08, pge disse:

    Certo, mas... Supondo que no dia 1 de janeiro compro um activo por 100 e no dia 31 de dezembro ele vale 80. Eu posso traçar uma recta do valor médio desse activo ao longo do ano. É uma recta obliqua que começa em 100 e vai decrescendo até 80. Não é um pouco indiferente se o meu activo ao longo do ano andou sempre entre 75 e 85 ou se andou entre 90 e 70 (só em forma exemplo, pq em rigor não seria possivel andar sempre entre estes valores)?

    Tu és um tipo um pouco complicado, mas hoje até estou com paciência.

    Que eu saiba, num gráfico uma reta que une 2 pontos de valor diferente, tem de ser oblíqua, tendo um declive positivo se os valores são crescentes ao longo do tempo, e tem um declive negativo se os valores são decrescentes. A reta horizontal une pontos com os mesmos valores, e como tal tem um declive de zero.

    Citação

    É uma recta obliqua que começa em 100 e vai decrescendo até 80. Não é um pouco indiferente se o meu activo ao longo do ano andou sempre entre 75 e 85 ou se andou entre 90 e 70 (só em forma exemplo, pq em rigor não seria possivel andar sempre entre estes valores)?

    Em linguagem futebolística, o que interessa e o que conta é o resultado final depois do árbitro dar o último apito. Aqui o último apito chama-se resgate/venda dos ativos, pelo que é secundário como durante o jogo vai flutuando o resultado ou os preços/cotação dos ativos, porque o que conta para as performances é a cotação de saída versus a cotação de entrada, sendo que na entrada ninguém está a perder jogo nenhum, como é lógico, logo mais importante do que a entrada é o tempo de saida, e aqui o árbitro é o investidor que vai decidir quando quer acabar com o jogo, ou seja, resgatar/vender. Esta é a decisão final, logo a mais importante, que qualquer investidor tem nas suas mãos (aqui ele é soberano). O investidor terá sempre hipóteses de pôr a correr o tempo a seu favor, em vez de resgatar no curto-médio prazo, pode fazê-lo só no longo prazo, e aqui no mercado acionista vai haver sempre um tempo em que se vai ganhar dinheiro, seja esse tempo de >15 anos, > 20 anos ou > 25 anos, mas como o investidor é o árbitro, ele que decida, durante o seu tempo de vida, de quando quer acabar com o jogo.

     

    Editado por Bedrock
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    Exemplo de um percurso de um ativo com um elevadíssimo risco, mas com uma reduzida volatilidade. 

    Comece por visualizar o vídeo curto abaixo que enquadra o início do texto a seguir.

    É de alto risco porque se o ativo caír, a queda será tremenda, mas, ao mesmo tempo, a volatilidade é reduzida porque o ativo tem um percurso quase na horizontal, com pouca oscilação de subida/descida.

    Onde é que nos mercados financeiros pode haver um alto risco mas com uma reduzida volatilidade? Num qualquer ativo cujo preço flutue quase sempre muito pouco em torno da média de preços, e que, a qualquer momento, esse ativo possa perder o seu preço para um valor residual ou próximo de zero, como, por exemplo, estar em vias de aparecer um novo ativo que substitua totalmente o velho ativo, tornando este num mono em desuso.

    Ou seja, mais do que a sobrecompra ou subvenda de um ativo (empurra os preços para cima), que é de grande importância no curto prazo, será o alto potencial de uso prolongado desse ativo até ao longo prazo, ou melhor, até um prazo a tender para o infinito, pois um ativo só tem sempre valor se estiver sempre uso, porque se deixar de ter uso perde totalmente o seu valor, até pode passar a ter um valor negativo, devido aos custos de armazenagem e/ou eliminação/reciclagem.

    Esta é uma reflexão técnica em que a única coisa que não é original é o vídeo a seguir para ilustrar o título do meu post e o seu enquadramento.

    Editado por Bedrock
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    https://pt.fundspeople.com/news/a-gestao-ativa-em-acoes-funcionou-melhor-do-que-as-obrigacoes-em-tempo-de-coronavirus

    "Segundo o estudo, que tem em conta o comportamento dos fundos ativos domiciliados na UE em relação aos seus índices de referências, 53% dos gestores ativos de ações obtiveram melhores resultados líquidos de comissões que os seus índices de referência no primeiro semestre de 2020".

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    há 2 horas, D@vid disse:

    https://pt.fundspeople.com/news/a-gestao-ativa-em-acoes-funcionou-melhor-do-que-as-obrigacoes-em-tempo-de-coronavirus

    "Segundo o estudo, que tem em conta o comportamento dos fundos ativos domiciliados na UE em relação aos seus índices de referências, 53% dos gestores ativos de ações obtiveram melhores resultados líquidos de comissões que os seus índices de referência no primeiro semestre de 2020".

    Boas David, por acaso tens essa informação para mais anos? Esquece ja vi que tem lá no link

    Editado por pge
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    A 11/09/2020 às 07:58, D@vid disse:

    https://pt.fundspeople.com/news/a-gestao-ativa-em-acoes-funcionou-melhor-do-que-as-obrigacoes-em-tempo-de-coronavirus

    "Segundo o estudo, que tem em conta o comportamento dos fundos ativos domiciliados na UE em relação aos seus índices de referências, 53% dos gestores ativos de ações obtiveram melhores resultados líquidos de comissões que os seus índices de referência no primeiro semestre de 2020".

    D@vid, não acicates o pessoal do buy and hold, que eles vão te responder da seguinte maneira: O time frame de 6 meses são peanuts temporais quando comparado com um período de longo prazo > 20 anos. 

    Mas D@vid, nós também lhe podemos responder da seguinte maneira: Pois é, vocês estão a ganhar no longo prazo, não à custa das vossas habilidades individuais, pelo contário aproveitam, essencialmente, a due diligenge dos fundamentalistas e, eventualmente, alguma pouca parte das definições de tendências do mercado por parte dos analistas técnicos, sendo que esse vosso ganho é conseguido pelo efeito manada que à priori, até à data, sabe que se estiver quietinho e não ligar às oscilações de curto prazo do mercado acionista, este mesmo mercado irá compensá-los no longo prazo com mais ganhos. É assim uma coisa parecida com uma zona da curva de cotação de ativos em "W" que, normalmente, dá origem a uma fase de subida. Por que carga de água é que essa forma da curva em "W" há-de dar muitas vezes sempre o mesmo resultado posterior? Porque os traders, à priori, já sabem disso e quando aparece essa forma, vão logo fazer compras desses ativos.

    O longo prazo e os ETFs passivos ou os fundos de índice com um grande n.º de ativos diversificados, também os favorecem tecnicamente em termos de probabilidade estatística, pois quanto maior for a amostra (n.º de ativos) e maior for o periíodo considerado, maior será a probabilidade de se estar mais próximo da média dos retornos, pois o aumento do tempo vai reduzindo progressivamente a oscilação (desvio padrão/volatilidade) em torno da média dos retornos, assim como a dispersão e um maior n.º de ativos, ao diminuir a volatilidade, também os faz estar mais próximos da média dos retornos. Isto também quer dizer que a reta de correlação que melhor se ajusta à nuvem dispersa dos pontos no gráfico dos retornos em função do tempo, vai tendo progressivamente mais pontos em cima e mais próximos dessa reta, e assim o coeficiente de correlação vai tendencialmente progredindo até ao limite intangível (neste tipo de função) de 1.0, que seria a situação em que todos os pontos do gráfico estariam em cima dessa reta. 

    Triste os tempos que vivemos em que um mercado que só existe à custa dos traders e dos gestores ativos, e depois esquece quem o alimenta diariamente, com os seus movimentos de compra/venda de ativos, indo compensar, no longo prazo, os preguiçosos e dorminhocos que muito pouco fizeram para movimentar esse mesmo mercado. Esta singularidade do mercado acionista não existe em mais nenhuma situação das nossas vidas, senão algum pessoal punha-se a dormir e os colegas e o patrão que trabalhassem, pois os dorminhocos iriam ter uma maior reforma.

    Editado por Bedrock
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    há 21 horas, Bedrock disse:

    Exemplo de um percurso de um ativo com um elevadíssimo risco, mas com uma reduzida volatilidade. 

    Comece por visualizar o vídeo curto abaixo que enquadra o início do texto a seguir.

    É de alto risco porque se o ativo caír, a queda será tremenda, mas, ao mesmo tempo, a volatilidade é reduzida porque o ativo tem um percurso quase na horizontal, com pouca oscilação de subida/descida.

    Onde é que nos mercados financeiros pode haver um alto risco mas com uma reduzida volatilidade? Num qualquer ativo cujo preço flutue quase sempre muito pouco em torno da média de preços, e que, a qualquer momento, esse ativo possa perder o seu preço para um valor residual ou próximo de zero, como, por exemplo, estar em vias de aparecer um novo ativo que substitua totalmente o velho ativo, tornando este num mono em desuso.

    Ou seja, mais do que a sobrecompra ou subvenda de um ativo (empurra os preços para cima), que é de grande importância no curto prazo, será o alto potencial de uso prolongado desse ativo até ao longo prazo, ou melhor, até um prazo a tender para o infinito, pois um ativo só tem sempre valor se estiver sempre uso, porque se deixar de ter uso perde totalmente o seu valor, até pode passar a ter um valor negativo, devido aos custos de armazenagem e/ou eliminação/reciclagem.

    Esta é uma reflexão técnica em que a única coisa que não é original é o vídeo a seguir para ilustrar o título do meu post e o seu enquadramento.

     

    Uma pessoa esforça-se por ter pensamentos e apresentar exemplos out of the box e o pessoal não liga nenhuma, parece que só liga mais aos pensamentos "inovadores" do mainstream. ??

    Eu escrevo sobre o poder do grande capital e aí cai-me o pessoal em cima porque acha que o poder do grande capital é o menos culpado de termos uma sociedade em que cada vez mais aumenta o delay entre os mais ricos vs a classe média vs os mais pobres, havendo assim pouca solidariedade entre os que têm refeições faustosas, com mais desperdícios do que aquilo que ingerem, os que lá vão comendo com poucos desperdícios e os que não têm desperdícios porque muitas vezes a sua alimentação são os desperdícios dos outros. Esta é o tipo de sociedade "justa" dos que me atacam e defendem o poder do grande capital. ?

    Já que o PCP ainda se mantém cristalizado no passado da fita das cassetes, ainda não percebeu que, há mais de uma década, já usamos os cartões SD para ouvirmos música em vez das cassetes piratas, pelo que tem de vir aqui um não comunista, um não esquerdista, que nasceu no meio dos calhaus de uma pequena aldeia do distrito de Viseu, e que se fez à sua custa sem empurrões de ninguém para o elevar, dizer alto e a bom som que este tipo de sociedade é uma trampa. 

    Porque é que os políticos com poder não conseguem alterar o rumo deste tipo de sociedades? Porque a grande maioria dos políticos quando sobem ao poder deixam-se aprisionar pela máquina partidária e corromper pelos interesses económico-financeiros da sociedade onde estão inseridos. Haverá um micro número de pessoas em que o peso do dinheiro nunca os há-de corromper, mantendo assim a sua postura vertical e olhar horizontal (não baixam a cabeça, como estivessem envergonhados, perante as injustiças, nem assobiam para o lado e também não olham para as estrelas como não fosse nada com eles, olham de frente para os problemas), mas esses são os heróis a quem quase ninguém liga e até são gozados pelo mainstream.

    Editado por Bedrock
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    há 16 minutos, Bedrock disse:

    Objetivo: boicotar o investimento ESG.

    "O investimento socialmente responsável acaba de se deparar com um poderoso inimigo, que se propôs a travar o seu desenvolvimento: o Governo dos Estados Unidos."

    Aí estão as unhas do poder do grande capital, depois eu é que sou um teórico do caraças.?? 

    https://pt.fundspeople.com/news/objetivo-boicotar-o-investimento-esg

    Ia agora partilhar essa mesmo ? partilho a outra:

    https://pt.fundspeople.com/news/reacoes-das-entidades-gestoras-ao-ataque-ao-esg-sofrido-nos-eua

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    @D@vid, há qualquer coisa de estranho que se está a passar, pois os mercados dos EUA abriram em alta e os users deste tópico não aparecem, pois, normalmente, desaparecem quando há grandes afundanços, que ninguém gosta, a não ser o pessoal do basketball. Um criador de um tópico em situações de bear market é mais tipo buy and hold do que de gestão ativa ponderada dos diversos users, que nessas situações de mercado costumam aparecer pouco, é o inverno para eles, por isso é que se chama "mercado de urso", que são uns animais que hibernam, ao contrário dos touros do bull market, mas que apesar de não hibernarem, também nos podem dar umas cornadas de vez em quando, pois mesmo o bull market tem downsides; depois quando aparece a Primavera dos retornos aí aparecem novamente com uma cara alegre. ?

    Editado por Bedrock
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    há 9 minutos, Bedrock disse:

    @D@vid, há qualquer coisa de estranho que se está a passar, pois os mercados dos EUA abriram em alta e os users deste tópico não aparecem, pois, normalmente, desaparecem quando há grandes afundanços, que ninguém gosta, a não ser o pessoal do basketball. Um criador de um tópico em situações de bear market é mais tipo buy and hold do que de gestão ativa ponderada dos diversos users, que nessas situações de mercado costumam aparecer pouco, é o inverno para eles, depois quando aparece a Primavera dos retornos aí aparecem novamente com uma cara alegre. ?

    O pessoal sabe que só deve de olhar para o mercado dos EUA nos últimos 10 minutos de sessão, até lá não vale a pena nem chorar nem rir de alegria, porque é a partir das 20h30 que tudo acontece por lá ?

    Mas por sim e por não, hoje reforcei mais uns pozinhos no de Tech, agora só para o Natal ?

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    há 22 minutos, D@vid disse:

    O pessoal sabe que só deve de olhar para o mercado dos EUA nos últimos 10 minutos de sessão, até lá não vale a pena nem chorar nem rir de alegria, porque é a partir das 20h30 que tudo acontece por lá ?

    Mas por sim e por não, hoje reforcei mais uns pozinhos no de Tech, agora só para o Natal ?

    Tens toda a razão, mas eu diria que é mais próximo das 21:00 H do que das 20:30 H. Entretanto, como o inflow de ideias disruptivas não me vem com o caudal concentrado pretendido, agora fiz uma edição do meu post em causa.

    Editado por Bedrock
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    Reações das entidades gestoras ao ataque ao ESG sofrido nos EUA

    "A resposta das grandes gestoras internacionais aos planos do Governo dos Estados Unidos de limitar os investimentos com critérios ambientais, sociais e de bom governo (ESG) nos planos 401 (k) não demorou a chegar. E é principalmente contrário aos planos do governo americano. “A proposta representa um padrão excessivamente prescritivo e oneroso que interfere na capacidade e disposição dos fiduciários do plano de considerar fatores ESG financeiramente importantes, independentemente do seu efeito potencial no retorno e risco de um investimento. Encorajamos o Departamento de Trabalho a lidar com essas consequências antes de avançar com qualquer regulamento final", disseram à FundsPeople da BlackRock."

    Com esta atitude a BlackRock revelou 2 atributos essenciais: uma de que tem "big balls" perante o atrasado mental do Trump (esta atitude também é mais fácil tomar pelo lado quantitativo favorável: maior gestora mundial com mais AUM), a outra é que está a defender os seus clientes que já detêm ETFs e fundos ESG. Por isso, parabéns à BlackRock pela sua atitude.

    https://pt.fundspeople.com/news/reacoes-das-entidades-gestoras-ao-ataque-ao-esg-sofrido-nos-eua

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    há 22 minutos, Patanisca disse:

    Eu até gosto de ler o que escreves. Mas spammas tanto que acabo por fazer scroll porque se estou 2 dias sem vir ao tópico, já estou com 4 páginas de atraso. E tenho gasto o meu tempo livre a rebalancear o portfolio.

    Deixa-me dar um exemplo: Sigo um canal no Youtube sobre um tema que gosto, aviação, o "Mustard".
    O moço lá so posta um vídeo por mês, mas assim que ele posta, fico com ânsias de o ir ver acima de qualquer outro vídeo dos meus subscribed.

    Eu no tópico de fundos de investimento gosto de ler coisas sobre o tema: FUNDOS DE INVESTIMENTO. Porque se vou gastar o meu bem mais precioso, que é o meu tempo, ao menos que sirva para me ajudar a investir melhor. Mas ultimamente tenho perdido o interesse em vir aqui ler as coisas em detalhe a tentar aprender mais qualquer coisa, porque há tanto ruido, tanto entulho e merdice misturada, que fico sem pica para depos de um dia de trabalho estar a fazer um catch-up de informação.

    Caro Patanisca, não me digas que não gostaste dos 2 exemplos que dei sobre situaçôes extremamente invulgares de um ativo ser de alto risco e ao mesmo tempo ter uma baixa volatilidade. Estou a ver que não interpretaste bem o conteúdo extra vídeo, designadamente, um exemplo genérico de um ativo acionista que tem uma baixa volatilidade mas pode ter um risco muito elevado (deixou de se usar, passou a mono). Para quem detém um ativo móvel de 60 K, eu julgava que fosse mais criterioso nas análises, isto porque ao se conduzir um ativo de 60 K, comparativamente com um de 30 K, temos que ser mais criteriosos nas conduções de mais alta velocidade, por forma a não nos despistarmos numa curva mais apertada.

    Portanto, ao contrário do que tu entendeste, o meu post em apreço é sobre FUNDOS DE INVESTIMENTO.??

    Editado por Bedrock
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    Eu só espero que não esteja a spmar com a seguinte imagem interessante:

    Capturar1.PNG

    Para quem não sabe, Market Weight vs Equal Weight S&P 500 ETFs, qual é a diferença?  Imaginemos o S&P 500 como um gráfico tipo queijo: com um ETF composto em função do peso da capitalização bolsista de cada uma das empresas componentes, esse queijo é dividido em fatias com base na capitalização de mercado dessas empresas, ou seja, aquilo que as empresas estão a valer de acordo com as suas cotações bolsistas (capitalização de mercado = preço de cotação da ação * n.º de ações em circulação); e com um ETF de peso igual , todas as fatias do queijo têm o mesmo tamanho, independentemente do tamanho da empresa ou do setor. 

    Assim, teoricamente, quando estamos num período ascendente dos preços de cotação bolsista, é expectável que o S&P 500 Market Weight tenha melhores performances que o S&P 500 Equal Weight, porque se as cotações das ações, das empresas componentes, estão, em média, a subir, então quem detêm mais ações em circulação bolsista vai provocar uma maior subida no índice do que as empresas mais pequenas com menos ações em circulação.

    Mas este processo só se mantém assim até essas empresas, que tiveram mais valorização bolsista, não esgotem a sua margem de valorização máxima, porque depois, quando a curva for descendente, a queda dessas empresas de maior capitalização bolsista também vai ser mais acentuada que as outras empresas mais pequenas que ainda não esgotaram o seu potencial de valorização. Este processo é similar aquilo que acontece com a boa volatilidade na fase da curva ascendente de preços/cotação (upside), mas que depois na fase descendente da curva (downside), essa boa volatilidade passa a ser muito mais má volatilidade que os outros ativos menos voláteis, que aqui são as empresas mais pequenas com menos capitalização bolsista.

    Editado por Bedrock
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    há 3 horas, Bedrock disse:

    Caro Patanisca, não me digas que não gostaste dos 2 exemplos que dei sobre situaçôes extremamente invulgares de um ativo ser de alto risco e ao mesmo tempo ter uma baixa volatilidade. Estou a ver que não interpretaste bem o conteúdo extra vídeo, designadamente, um exemplo genérico de um ativo acionista que tem uma baixa volatilidade mas pode ter um risco muito elevado (deixou de se usar, passou a mono). Para quem detém um ativo móvel de 60 K, eu julgava que fosse mais criterioso nas análises, isto porque ao se conduzir um ativo de 60 K, comparativamente com um de 30 K, temos que ser mais criteriosos nas conduções de mais alta velocidade, por forma a não nos despistarmos numa curva mais apertada.

    Portanto, ao contrário do que tu entendeste, o meu post em apreço é sobre FUNDOS DE INVESTIMENTO.??

    Gostei pá. Que é que eu te disse? Que até gosto da tua prosa, mas tu tens um ritmo frenético e debitas demasiado para a rate que eu consigo usar para consumir, então tenho que fazer escolhas, porque tempo é dinheiro e se perco demasiado tempo a ler os teus posts todos na íntegra, fico teso que é um instante. :D

    Basicamente o ROI de dar atenção a tudo o que escreves anda entre o resultado do investimento estatal no Novo Banco e o lucro das festas do avante em tempos de pandemia.

    E atenção que quando eu falei de spam não foi pejorativo na sua essência, estava a falar da minha opinião pessoal. Spam para mim é algo não essencial, acessório, dispensável, pelo que é o que categorizo muitos dos teus posts, devido à enorme quantidade.

    Por exemplo, este meu post a responder-te, é spam, mesmo na minha opinião.
    E já o contabilizo em pelo menos -0,75€

    O tal ROI. :D

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