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    há 11 minutos, Bedrock disse:

    Portanto, o Keynes demorou a ter razão, mas cada vez mais o futuro lhe vai dar razão.

    Espero que sim ? Tenho mais que fazer do que trabalhar!!

    Por acaso faço o que gosto mas acho que não é uma condição tão vulgar como eu gostaria que fosse (no mundo em geral).

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    há 31 minutos, Virtua disse:

    Espero que sim ? Tenho mais que fazer do que trabalhar!!

    Por acaso faço o que gosto mas acho que não é uma condição tão vulgar como eu gostaria que fosse (no mundo em geral).

    Quanto mais o Homem alavanca os seus conhecimentos e a sua inteligência, mais aumenta a sua produtividade e a produtividade das máquinas, equipamentos, ferramentas, software, hardware e plataformas que cria, logo o Homem vai trabalhar cada vez menos. O futuro vai ser muito dirigido à evolução dos sistemas de segurança, com redundância, e fiabilidade daqueles equipamentos e plataformas criados por si, especialmente o software que continua a ter muitas falhas técnicas com particular relevância para a intrusão. Ou seja, não basta nós termos sistemas de segurança nas nossas casas anti intrusão, é preciso que esses sistemas não falhem e tenham fiabilidade. A fiabilidade nos sistemas e equipamentos é como o crédito nas pessoas e nos investidores bons pagadores ... confiança cria mais confiança e sistemas com maior credibilidade e fiabilidade. 

    O software é o cérebro e o comando disto tudo, com supervisão do homem que o criou, e se o nosso cérebro não funciona bem em todas as situações possíveis e extremas, então o nosso corpo também não vai funcionar bem e nós vamos continuar a ter défices de confiança e de fiabilidade.

    Editado por Bedrock
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    há 29 minutos, Virtua disse:



    Por acaso faço o que gosto mas acho que não é uma condição tão vulgar como eu gostaria que fosse (no mundo em geral).

    Ficou-me retida uma ideia que observei recentemente num filme português (dos poucos que se aproveitam) em que um médico sequestrava pessoas deprimidas e através da tortura e outras experiências extremas, tentava persuadir essas pessoas a viverem "melhor" o resto das suas vidas, ou seja abandonarem as relações tóxicas, deixarem os empregos dos quais não gostavam, fazerem viagens, fazerem arte, etc...só que entretanto, em determinado momento, surge uma dessas pessoas que o médico tentou ajudar e diz-lhe que as pessoas como ele só estavam infelizes porque as pessoas como o médico as faziam sentir mal, criticando-as pela vida medíocre, monótona e simples que levavam. O que eu tiro daqui, é que muitas vezes erramos ao desejar para os outros aquilo que desejamos para nós próprios.

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    há 13 minutos, Bedrock disse:

    Quanto mais o Homem alavanca os seus conhecimentos e a sua inteligência, mais aumenta a sua produtividade e a produtividade das máquinas, equipamentos, ferramentas, software, hardware e plataformas que cria, logo o Homem vai trabalhar cada vez menos. O futuro vai ser muito dirigido à evolução dos sistemas de segurança, com redundância, e fiabilidade daqueles equipamentos e plataformas criados por si, especialmente o software que continua a ter muitas falhas técnicas com particular relevância para a intrusão. Ou seja, não basta nós termos sistemas de segurança nas nossas casas anti intrusão, é preciso que esses sistemas não falhem e tenham fiabilidade. A fiabilidade nos sistemas e equipamentos é como o crédito nas pessoas e nos investidores bons pagadores ... confiança cria mais confiança e sistemas com maior credibilidade e fiabilidade. 

    O software é o cérebro e o comando disto tudo, com supervisão do homem que o criou, e se o nosso cérebro não funciona bem em todas as situações possíveis e extremas, então o nosso corpo também não vai funcionar bem e nós vamos continuar a ter défices de confiança e de fiabilidade.

    Sim, irá ser assim com certeza absoluta ou então algo completamente diferente.

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    há 27 minutos, 5coroas disse:

    Acho que as sociedades acabam por criar sempre formas de dissipar o peso do desemprego, por exemplo mantendo as pessoas mais tempo no ensino ou absorvendo-as em industrias como a do desporto, do entretenimento, da cultura, a politica ou mais recentemente na internet . No sector da agricultura e na industria pesada, sobretudo nos paises desenvolvidos, o numero de trabalhadores claramente diminuiu fruto da tecnologia, mas essas pessoas não ficaram automaticamente desempregadas como muitos acreditavam que iria acontecer, foram simplesmente trabalhar para outros setores, felizmente para elas pois as máquinas substituiram-nas nas tarefas mais perigosas, repetitivas ou desumanas. Mesmo as fabricas automatizadas não deixam de carecer de manutenção, reparação, supervisão, etc, há sempre gente que, tal como o Virtua referiu, estão sempre a anunciar a desgraça ao virar da esquina. Gente que hipocritamente vive usufruindo das virtudes do progresso tecnologico, embora sejam seus opositores teóricos.

    "... o numero de trabalhadores claramente diminuiu fruto da tecnologia, mas essas pessoas não ficaram automaticamente desempregadas como muitos acreditavam que iria acontecer, foram simplesmente trabalhar para outros setores ..."

    Desde que esses setores não estejam já automatizados e com o pessoal garante do funcionamento dessa automação. Chega a um certo ponto em que esses setores "menos automáticos" já não conseguirão absorver a mão de obra migrante dos outros setores automatizados.

    "Mesmo as fabricas automatizadas não deixam de carecer de manutenção, reparação, supervisão, etc"

    O balanço entre a mão de obra despedida e a que entra para reforço da manutenção, conservação, reparação e supervisão, dá sempre um outflow líquido, logo há despedimentos líquidos.

    Editado por Bedrock
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    há 1 minuto, Bedrock disse:

    "... o numero de trabalhadores claramente diminuiu fruto da tecnologia, mas essas pessoas não ficaram automaticamente desempregadas como muitos acreditavam que iria acontecer, foram simplesmente trabalhar para outros setores ..."

    Desde que esses setores não estejam já automatizados e com o pessoal garante do funcionamento dessa automação.

    "Mesmo as fabricas automatizadas não deixam de carecer de manutenção, reparação, supervisão, etc"

    O balanço entre a mão de obra despedida e a que entra para a manutenção, conservação, reparação e supervisão, dá sempre um outflow líquido, logo há despedimentos líquidos.

    Apoio social, saude, ensino, segurança publica, turismo, etc, etc, setores tendencialmente crescentes em que o elemento humano nunca poderá ser substituido em larga escala. Pensa também nos milhões de pessoas a trabalhar na exploração de matérias primas, no sector energia, nos transportes, nas infra-estruturas, no comércio, na restauração, no sector financeiro, etc, etc  Pensa também nas milhares de profissões que hoje existem e que empregam milhões de pessoas e que há 50 anos atrás ninguém poderia ter previsto que iriam surgir.

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    há 8 minutos, 5coroas disse:

    Sim, irá ser assim com certeza absoluta ou então algo completamente diferente.

    Quando em probabilidade há uma certeza absoluta, com um nível de confiança de 100 %, deixa de ser probabilidade (com possíveis resultados diferentes) e passa a ser uma teoria verdadeira e incontestável, validada pela experimentação de se obter sempre o mesmo resultado, que ao ser verdadeiro, passa a ser absoluto. Ou seja, deixa de haver relatividade de coisas diferentes.

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    há 10 minutos, 5coroas disse:

    Apoio social, saude, ensino, segurança publica, turismo, etc, etc, setores tendencialmente crescentes em que o elemento humano nunca poderá ser substituido em larga escala. Pensa também nos milhões de pessoas a trabalhar na exploração de matérias primas, no sector energia, nos transportes, nas infra-estruturas, no comércio, na restauração, no sector financeiro, etc, etc  Pensa também nas milhares de profissões que hoje existem e que empregam milhões de pessoas e que há 50 anos atrás ninguém poderia ter previsto que iriam surgir.

    "... o numero de trabalhadores claramente diminuiu fruto da tecnologia, mas essas pessoas não ficaram automaticamente desempregadas como muitos acreditavam que iria acontecer, foram simplesmente trabalhar para outros setores ..."

    Desde que esses setores não estejam já automatizados e com o pessoal garante do funcionamento dessa automação. Chega a um certo ponto em que esses setores "menos automáticos" já não conseguirão absorver a mão de obra migrante dos outros setores automatizados.

    A parte da minha resposta marcada a bold já tinha sido editada (acrescentada) antes da tua resposta à minha citação.

    Editado por Bedrock
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    há 5 minutos, Bedrock disse:

    Quando em probabilidade há uma certeza absoluta, com um nível de confiança de 100 %, deixa de ser probabilidade (com possíveis resultados diferentes) e passa a ser uma teoria verdadeira e incontestável, validada pela experimentação de se obter sempre o mesmo resultado, que ao ser verdadeiro, passa a ser absoluto. Ou seja, deixa de haver relatividade de coisas diferentes.

    Tratava-se de sarcasmo, àrea onde a verdade absoluta é relativa.:D

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    há 3 horas, D@vid disse:

    Vamos lá a saber, as vossas carteiras ( aqueles que investem em fundos e que tenham carteiras com os mesmos fundos há 1 ano ? ) já estão positivas? ?

    Eu este ano, YTD estou assim:

    Personal Gain anual (%) -11,59%


    Depois de fechar 2019 assim:

     

    Personal Gain anual (%) 22,35%

     

     

    rui marreiros LOL :D

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    opá e o investing.com que anda a lagar o update da carteira em 2 dias... Dois dias! Um ultraje! Uma pessoa aqui a pagar "billions and billions of dollas" por este serviço e estes moços dão-se ao desplante de não atualizar as UPs a tempo e horas!
    Na MS.es atualiza rapidinho.

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    há 4 minutos, Patanisca disse:

    opá e o investing.com que anda a lagar o update da carteira em 2 dias... Dois dias! Um ultraje! Uma pessoa aqui a pagar "billions and billions of dollas" por este serviço e estes moços dão-se ao desplante de não atualizar as UPs a tempo e horas!
    Na MS.es atualiza rapidinho.

    Foi começarem a falar nele e aquilo atrofiou ?, tenho uma diferença de mais de 200€ entre o Best e o Investing lol, mas se continuar o normal que era, amanhã no Investing está actualizado ao dia de hoje e no Best só vai actualizar segunda...ou então continua atrofiado...

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    há 5 horas, 5coroas disse:

    O que eu tiro daqui, é que muitas vezes erramos ao desejar para os outros aquilo que desejamos para nós próprios.

    Longe de mim dizer o que as pessoas devem fazer. Agora acredito que fazermos o que gostamos, ou pelo menos gostar do que fazemos é algo necessário para onde caminhar se queremos ser felizes.

    Acredito que pode haver mesmo assim pessoas que podem preferir ter empregos que não gostem porque acham que o bem para a sociedade é grande e isso lhes traz algum tipo de satisfação, não o emprego em si. Por exemplo alguém que é bombeiro, médico, paramédico do INEM etc etc e não gosta particularmente do que faz mas, de qualquer das formas, acredita no que faz.

    Não penso que sou menos liberal por desejar que as pessoas possam fazer o que gostam ou de outra forma desejem, pelo contrário.

    Editado por Virtua
    • Voto Positivo 1
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    há 1 hora, Vidolz disse:

    Tu é que deves ser craque em AT e AF, pois apostas em ações individuais. 

    Eu vou te questionar como o Daniel Oliveira da SIC: O que é que dizem os teus olhos perante esses gráficos?

    Conta a nós a tua visão.

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