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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 3 horas, NunoSousa05 disse:

     

    Se calhar se adicionarmos aí os custos extras de ter os 40% alocados a bonds, talvez compense ter apenas os 100% stocks ???‍♂️

    Se tens entre 20 e os 30 anos ( com perspectiva de investir a longo prazo, digamos aquele clichê da reforma ) sim o ideal é teres 100% acções, a partir daí sou da opinião que a carteira se deve ajustar, não podes é ficar todo borrado com quedas de 30% nas acções ?, que é o problema geral, daí depois se meter bonds para baixar a volatilidade da carteira...?

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

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    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 37 minutos, Rick Lusitano disse:

    Bem se calhar vou estragar o S&P 500. :)

    Mas o S&P 500 já quebrou os máximos históricos, hoje. Actualmente abaixo 1 ponto desse máximo.

    Habemos Bull Market! :P

     

    Aquilo nem com Trump ou Pandemias estragam os Bull Markets no S&P 500.

    Não foste tu que em tempos disseste que o S&P ia para os 2.400 ? ? 

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    Mais uns dias sem vir aqui, tive que ler os posts de ladecos, mas do que li só me ocorre dizer que hoje em dia, no mundo que vivemos, dar atenção ao que o Buffet diz, devia dar direito a dois pares de estalos para ver se acorda.

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, D@vid disse:

    Não foste tu que em tempos disseste que o S&P ia para os 2.400 ? ? 

    Recordo-me que houve várias pessoas a prever fundos do S&P 500, mas não me recordo disso, se tentei prever os 2400.

    Se não lembro o que almocei ontem, muito menos o que eu disse há uns meses atrás ou que outros disseram há semanas/meses. Mas se eu disse isso, deixas-me envaidecido por te recordares de todos os pormenores do que eu digo, mesmo passado vários meses. ;)

    Mas qualquer das formas, se eu ou alguém disse isso há uns meses atrás, o S&P 500 até foi aos 2237, que até é menos do que 2400. ;)

     

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    Rick Lusitano

    Alguém a tentar prever o futuro do S&P 500: (César Borja do Borja on Stocks)

    ( @D@vid, o S&P 500 até foi aos 2192 no intraday). :)

    Citação
    Previs%C3%A3o-para-a-evolu%C3%A7%C3%A3o-

    Nota: ignore a escala temporal e a linearidade

    Ou seja, depois de uma recuperação fulgurante desde o fundo e de uma entrada em território de novos máximos históricos (sensivelmente até à zona dos 3.600 pontos), o S&P 500 deverá dar um novo mergulho de proporções cataclísmicas, levando-o abaixo dos 2.000 pontos nos próximos dois anos!

     

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    Rick Lusitano
    há 51 minutos, Virtua disse:

    É teclado mecânico. Dá para clicar no enter mais vezes que num teclado manhoso de portátil... 

    Mais o cash virtual nas contas. ;)

    A Suécia quando acabar com o cash físico dentro de poucos anos, ainda é mais fácil.

    Curioso, antes era preciso, metalúrgicos para fabricar dinheiro, depois gráficos, agora está na transição, para ser um informático. ;)

     

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    há 4 minutos, Rick Lusitano disse:

    Mais o cash virtual nas contas. ;)

    A Suécia quando acabar com o cash físico dentro de poucos anos, ainda é mais fácil.

    Curioso, antes era preciso, metalúrgicos para fabricar dinheiro, depois gráficos, agora está na transição, para ser um informático. ;)

     

    Então estou safo no futuro. IT rules xD

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    há 3 minutos, Vidolz disse:

    Então estou safo no futuro. IT rules xD

    Acredito que vamos fazer essa transição para o dinheiro digital. Mas não da maneira que os profetas do Bitcoin pregam. 

    Alguém acredita que os governos e bancos centrais vão deixar de regular os mercados e permitir descentralização ? 

    This game will keep being played by their rules. 

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    Low Returns Mean High Volatility.

    https://realinvestmentadvice.com/the-next-decade-valuations-the-destiny-of-low-returns/ 

    "Many advisers/analysts often pen that the market has never had a 10 or 20-year negative return. That is only on a nominal basis and should be disregarded as inflation must be included in the debate."

    Capturar1.PNG

    Capturar2.PNG

    Capturar3.PNG

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    Rick Lusitano

    Para além que o controle da política monetária é um instrumento de governação política e económica de Estado.

    Qual o Estado que quer abdicar disso para um grupo de desconhecidos? Quem quer perder poder de livre vontade?

    Já basta a falta de política monetária em Zona Monetárias, como o EUR, XAF, XOF, por exemplo, que retira liberdade e soberania aos Estados Membros.

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    Bull Now, Pay Later.

    https://realinvestmentadvice.com/the-next-decade-valuations-the-destiny-of-low-returns/

    "The stock market has returned more than 125% since 2007 peak, which is roughly 3x the growth in corporate sales and 5x more than GDP."

    "It is critical to remember the stock market is NOT the economy. The stock market should be reflective of underlying economic growth which drives actual revenue growth. Furthermore, GDP growth and stock returns are not highly correlated. In fact, some analysis suggests that they are negatively correlated and perhaps fairly strongly so (-0.40).

    However, in the meantime, the promise of another decade of a continued bull market is very enticing as the “fear of missing out” overrides the “fear of loss.”

    "For long-term investors, the reality that a clearly overpriced market will eventually mean revert should be a clear warning sign. Given the exceptionally high probability the next decade will be disappointing, gambling your financial future on a 100% stock portfolio is likely not advisable."

    “Our goal is to win a war, and to do that we may need to lose a few battles in the interim.

    Yes, we want to make money, but it is even more important not to lose it. If the market continues to mount even higher, we will likely lag behind. The stocks we own will become fully valued, and we’ll sell them. If our cash balances continue to rise, then they will. We are not going to sacrifice our standards and thus let our portfolio be a byproduct of forced or irrational decisions.

    We are willing to lose a few battles, but those losses will be necessary to win the war. Timing the market is an impossible endeavor. We don’t know anyone who has done it successfully on a consistent and repeated basis. In the short run, stock market movements are completely random – as random as you’re trying to guess the next card at the blackjack table.

    Capturar4.PNG

    Editado por Bedrock
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    Rick Lusitano
    há 1 hora, Bedrock disse:

    Bull Now, Pay Later.

    https://realinvestmentadvice.com/the-next-decade-valuations-the-destiny-of-low-returns/

    "The stock market has returned more than 125% since 2007 peak, which is roughly 3x the growth in corporate sales and 5x more than GDP."Capturar4.PNG

     

    Não consegui perceber se os retornos do S&P 500 e o crescimento das vendas são a preços correntes ou preços constantes (o PIB é a preços constantes).

    Li o artigo original, mas não encontrei informação sobre isso.

    Desconfio sempre que usam retornos de índices ou de activos e comparam com valores ajustados à inflação. Muitos usam os preços e valores a preços correntes (fáceis de obter) e juntam aos valores do PIB real (também fáceis de obter). Até porque para ajustar dados à inflação (ou a outra situação, como a sazonalidade) é algo trabalhoso e susceptivel de "estragar" a série.

    Mas mesmo que seja tudo a preços constantes, ainda há umas pessoas que usam anos base diferentes, outros que usam o mesmo ano-base mas com deflatores da inflação diferentes, etc. Um bom gráfico/estudo empirico tem sempre o ano-base e/ou a indicação que os dados são ajustados à inflação, por este gráfico não ter nada disso, daí a minha dúvida.

    Por isso, um matemático, estatístico, data scientist, financeiro, precisam de economistas, porque os números/dados podem ser mal usados e/ou interpretados, e é para se aplicar conceitos económicos correctos. *

    * O autor intitula-se economista, mas não é, nem pela formação, nem pela experiência profissional e nem é reconhecido pelas entidades responsáveis. Fonte: LinkedIn

     

    há 1 hora, Bedrock disse:

    "It is critical to remember the stock market is NOT the economy. The stock market should be reflective of underlying economic growth which drives actual revenue growth. Furthermore, GDP growth and stock returns are not highly correlated. In fact, some analysis suggests that they are negatively correlated and perhaps fairly strongly so (-0.40).

    É uma afirmação ousada do tipo. Aonde estão os estudos, dados empíricos, como foi definido o stock market, etc?

    Será que se pode dizer que o S&P 500 representa a economia dos EUA? (O mesmo seria dizer, será que o PSI20 representa a economia Portuguesa?)

    Este índice não inclui as Small Caps, muitas Medium Caps e algumas Large Caps cotadas.

    Também não inclui as empresas que não são cotadas, algumas até poderão ser Large Caps (o Private Equity nos US é uma forte industria).

    Muitas empresas do S&P 500 são multinacionais e algumas até tem mais volume de negócios fora dos US. Logo a usar o S&P 500 está a se incluir na economia US, partes das economias dos outros países. Até se poderia dizer, que grande parte do dinheiro obtido no estrangeiro era repatriado para os US, mas sabemos bem que não é, por questões fiscais entre outras.

     

    Citação

    We are willing to lose a few battles, but those losses will be necessary to win the war. Timing the market is an impossible endeavor. We don’t know anyone who has done it successfully on a consistent and repeated basis. In the short run, stock market movements are completely random – as random as you’re trying to guess the next card at the blackjack table.

    Discordo completamente da afirmação do tipo, pois os mercados podem ser até algo aleatórios (mas duvido que sejam completamente aleatórios como ele afirma). Mas qualquer das formas, ele que comprove esta afirmação com dados. Senão é fácil dar uns bitaites.

    E depois ele comete outro erro, comparar algo completamente aleatório como ele diz (ou algo aleatório como eu acredito) com a próxima carta num jogo de blackjack, que é algo finito e reduzido com maiores probabilidades de saber as cartas que sobram para sair. Uma carta que saiu, já não volta a sair, nos mercados podem se repetir diversas vezes, nada o impede, pois um resultado passado não impede que aconteça um resultado futuro igual como ocorre no blackjack.

    Até existiram várias pessoas e grupos/equipas universitárias que contavam as cartas que já saíram para prever as futuras e ganhar. Incluindo a famosa MIT Blackjack Team, que até fizeram filmes sobre isso.

    Enquanto que nos mercados é aleatoriedade será maior. No S&P 500 só pelo número de empresas vs. número de cartas do Blackjack, já existe uma grande discrepância nas probabilidades (aleatoriedade).

    MIT Blackjack Team - https://en.wikipedia.org/wiki/MIT_Blackjack_Team

    Editado por Rick Lusitano
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    há 7 horas, Bedrock disse:

    Se o mercado acionista fosse totalmente aleatório, haveria menos investidores, porque o distinguiria pouco de um jogo de casino, haveria, consequentemente, também menos volume de negociação bolsista, mercado menos líquido, mais volatilidade e mais risco, poderíamos até chegar aos pontos extremos  outliers (sim, porque os valores atípicos também fazem parte de um processo aleatório) em que, na negociação bolsista, todos queriam vender ao mesmo tempo, e nesse caso, como é lógico, não haveria ninguém para comprar, e se ninguém compra, os ativos detidos no investimento não teriam valor, pois ao contrário de um produto numa loja, que tem um preço já definido, o preço dos ativos financeiros depende da negociação; ou no caso em que todos queriam comprar ao mesmo tempo, e assim, como é lógico, não haveria ninguém para vender, logo não haveria negócio bolsista ou investimento; e então, sim, teríamos, literalmente, um jogo de soma zero.

    Sem querer menosprezar muitas coisas acertada que dizes acima deste parágrafo só queria saber se investirias no mercado accionista se os retornos do mesmo fossem completamente aleatórios? (com a leitura deste parágrafo arriscaria um não mas prefiro ter a certeza antes de discordar, posso estar a ler alguma coisa erradamente). Aliás lendo algumas coisas acima até me dá ideia que achas impossível ganhar dinheiro no mercado se os retornos deste fossem completamente aleatórios. Estou a compreender bem o que queres transmitir?

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    1 - Em relação ao W.Buffet - Participação na Barrick

    Acho revelador da mediocridade do jornalismo financeiro a forma como um dos mais bem sucedidos investidores de todo o mundo é implicitamente criticado ou gozado com uma pseudo noticia quando por exemplo ele já comprou 3500 toneladas de prata há uns anos e vendeu relativamente pouco tempo depois com um valente lucro , mas mais importante ele não comprou ouro ele comprou participação numa empresa que ele acha que poderá ter rentabilidade , este detalhe faz a diferença ,  0.1% da BK e 1.2% da Barrick , 562 M . No BA por exemplo continua com uma exposição de 22 B . Além disso o cash flow que estas empresas ligadas ao ouro estão a ter interessa-lhe muito por motivos óbvios. Além disso a Barrick é aparentemente muitíssimo bem gerida . Eu pensava que 95% das notícias eram lixo , hoje serão 99% provavelmente passe o exagero , basta ligarmos ou lermos os maiores canais ou jornais financeiros e vemos "incentivos" disparatados e previsões patéticas e contraditórias e nem alguns tipos com pedigree aceitável se safam . Os mesmos idiotas que passam o dia a dizer disparates criticam um dos maiores investidores de todos os tempos e nem entendem bem o que ele fez

     

    2 - Em relação a alguns posts recentes sobre Obrigações 

    Vi referências várias ao DD e Volatilidade , se um activo tiver uma volatilidade entre 17% e 95% de rendibilidade seria interessante ? Se um activo tiver um DD de 70% por duas vezes em 20 anos (10 anos de intervalo ) e 400% no resto dos anos , seria interessante ? Eu não me vou pronunciar sobre Obrigações porque teria que estar aqui uma hora a escrever , mas gostava de dizer algo que é simples mas recorrente , as alocações dependem sempre de vários factores , alguns dos quais são pessoais  por exemplo a condição financeira do individuo ,idade etc . Em relação á personalidade isso também poderá ter um peso (ponto interessante de discussão ) no entanto o mais importante e creio que aquilo que notei que falta é uma compreensão efectiva do risco e rentabilidade , da filosofia subjacente ao Portfólio , conhecimento efectivo dos activos , porque acções e obrigações existem muitas , generalizar uma questão é aceitável mas para ter uma resposta efectiva é preciso saber muita coisa e sem saber todos os detalhes que incluem informações pessoais  além de outras vão existir respostas generalizadas e incompletas por muito boa vontade que exista , talvez começar pelas questões sobre os activos seja uma ideia mais produtiva , entender a Acção/FI/ETF /Obrigação  X ou Y e assim sucessivamente irá dar uma maior segurança nas decisões finais.

     

    Editado por Lynch II
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    há 32 minutos, Virtua disse:

    Sem querer menosprezar muitas coisas acertada que dizes acima deste parágrafo só queria saber se investirias no mercado accionista se os retornos do mesmo fossem completamente aleatórios? (com a leitura deste parágrafo arriscaria um não mas prefiro ter a certeza antes de discordar, posso estar a ler alguma coisa erradamente). Aliás lendo algumas coisas acima até me dá ideia que achas impossível ganhar dinheiro no mercado se os retornos deste fossem completamente aleatórios. Estou a compreender bem o que queres transmitir?

    Virtua,

    Eu agora de manhã fiz algumas algumas alterações no último parágrafo do meu post, colocado a altas horas de madrugada, e agora a última versão desse parágrafo, como se pode ver no meu post anterior, é a seguinte:

    "Se o mercado acionista fosse totalmente aleatório, haveria menos investidores, porque o distinguiria pouco de um jogo de casino, haveria, consequentemente, também menos volume de negociação bolsista, mercado menos líquido, mais volatilidade e mais risco, poderíamos até chegar aos pontos extremos outliers (sim, porque os valores atípicos também fazem parte de um processo aleatório) em que, na negociação bolsista, todos queriam vender ao mesmo tempo, e nesse caso, como é lógico, não haveria ninguém para comprar, e se ninguém compra, os ativos detidos no investimento não teriam valor, pois ao contrário de um produto numa loja, que tem um preço já definido, o preço dos ativos financeiros depende da negociação; ou no caso em que todos queriam comprar ao mesmo tempo, e assim, como é lógico, não haveria ninguém para vender, logo não haveria negócio bolsista ou investimento; e então, sim, naqueles casos extremos outliers mais do que um jogo de soma zero, teríamos um zero jogo ou um não jogo." - Bedrock

    Não Virtua, interpretaste mal, pois eu investiria num mercado cujos retornos fossem completamente aleatórios, pois, se os retornos são aleatórios, então, como é lógico, haveria sempre a possibilidade de 3 resultados: ganhar dinheiro, perder dinheiro e ficar com um saldo zero (não ganhei mas também não perdi). O que eu quis relevar, na parte final daquele parágrafo, foi apontar o que poderia acontecer naqueles casos outliers extremos da negociação bolsista.

    Bedrock

    Editado por Bedrock
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    há 54 minutos, Virtua disse:

    Sem querer menosprezar muitas coisas acertada que dizes acima deste parágrafo só queria saber se investirias no mercado accionista se os retornos do mesmo fossem completamente aleatórios? (com a leitura deste parágrafo arriscaria um não mas prefiro ter a certeza antes de discordar, posso estar a ler alguma coisa erradamente). Aliás lendo algumas coisas acima até me dá ideia que achas impossível ganhar dinheiro no mercado se os retornos deste fossem completamente aleatórios. Estou a compreender bem o que queres transmitir?

    Talvez a melhor palavra não seja aleatório, mas sim orgânico ou natural. Hoje em dia em que as pessoas perderam o seu papel para os algoritmos, hoje é mais fácil manipular o valor de um asset, basta metralhar headlines com "China deal just around the corner" ou "Modena making enormous progress on a vaccine",  os algos não entendem o que é falso ou verdadeiro, apenas conseguem distinguir um potencial ganho ou perda antes de iniciarem a ordem.

    Editado por N.Rocha
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    há 1 hora, Bedrock disse:

    Não Virtua, interpretaste mal, pois eu investiria num mercado cujos retornos fossem completamente aleatórios, pois, se os retornos são aleatórios, então, como é lógico, haveria sempre a possibilidade de 3 resultados: ganhar dinheiro, perder dinheiro e ficar com um saldo zero (não ganhei mas também não perdi). 

    Ah. Ok. Pensei que estavas a fazer a ponte que se os retornos dos mercados fossem realmente aleatórios investir nos mercados tornar-se-ia demasiado semelhante a apostar num casino e isso levaria a que houvessem menos investidores. My bad! 

     

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    há 1 hora, Lynch II disse:

    2 - Em relação a alguns posts recentes sobre Obrigações 

    Vi referências várias ao DD e Volatilidade , se um activo tiver uma volatilidade entre 17% e 95% de rendibilidade seria interessante ? Se um activo tiver um DD de 70% por duas vezes em 20 anos (10 anos de intervalo ) e 400% no resto dos anos , seria interessante ? Eu não me vou pronunciar sobre Obrigações porque teria que estar aqui uma hora a escrever , mas gostava de dizer algo que é simples mas recorrente , as alocações dependem sempre de vários factores , alguns dos quais são pessoais  por exemplo a condição financeira do individuo ,idade etc . Em relação á personalidade isso também poderá ter um peso (ponto interessante de discussão ) no entanto o mais importante e creio que aquilo que notei que falta é uma compreensão efectiva do risco e rentabilidade , da filosofia subjacente ao Portfólio , conhecimento efectivo dos activos , porque acções e obrigações existem muitas , generalizar uma questão é aceitável mas para ter uma resposta efectiva é preciso saber muita coisa e sem saber todos os detalhes que incluem informações pessoais  além de outras vão existir respostas generalizadas e incompletas por muito boa vontade que exista , talvez começar pelas questões sobre os activos seja uma ideia mais produtiva , entender a Acção/FI/ETF /Obrigação  X ou Y e assim sucessivamente irá dar uma maior segurança nas decisões finais.

    Embora o que digas está 100% certo acho que estás a complicar demasiado a questão das obrigações. Foi só uma questão de se testar se investir 100% de metade do valor do investimento ou fazer uma carteira 50/50 seria muito diferente...

    O que o @Mouro Emprestado emprestado estava a dizer é que as taxas de obrigações, mesmo as de longo prazo, já estão tão esmagadas que quase tanto faz ter as obrigações ou risk-free rate. Só isso. Não se estava a falar do nível de risco e alocações. Saberás com certeza que podes fazer uma imensidão de alocações apenas com Equity e risk free rate. O Mouro só disse que Equity+risk-free-rate nos dias de hoje está demasiado semelhante a Equity+bonds porque as bonds já não estão a "amparar" as quedas como antigamente. Só isso. Não se discutiu construção de carteiras nem ajustes de carteiras a diferentes pessoas!

    Esta visão não é propriamente revolucionária e tem sido bastante debatida ao longo dos últimos anos!!

    Editado por Virtua
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