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    Rick Lusitano
    há 2 minutos, D@vid disse:

    Sei de pessoal que NUNCA foram ao balcão de alguns bancos e já têm conta há imenso tempo, e também isso de se houver problemas é melhor termos uma agência para dar uns tiros em alguém acaba por ser também uma falácia.

    É uma questão de subconsciente, se houver bosta, o que fazer?

    Ligas para o call center, mandas um email? Ou és ignorando, ou mal informado, ou simplesmente não te resolvem nada. Perdes o tempo, gastas dinheiro e ficas mais stressado e frustrado.

    (Não é só para a banca, também para outros serviços.)

    Nada melhor do que a presença física para criar alguma responsabilidade na outra parte. Principalmente nos serviços públicos.

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

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    há 2 minutos, Patanisca disse:

    Quase, está nos 21, tem que ir para os 15.

    Mas o stock market parece que voltou à era de "goldilocks".

    Not great, not terrible.

    A minha carteira atingiu máximos com o VIX a 27, o problema é que já vinha a subir há quase uma semana, talvez já a antecipar o que vinha a seguir durante as próximas 4 hehe.

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    há 4 minutos, Bedrock disse:

    Tens toda a razão.

    O que aparece na 2.ª imagem postada (nutrição) como SCFA são ácidos gordos de cadeia curta: ácidos acético (vinagre), propiónico e butírico (existe em abundância na manteiga, não confundir com margarina, que esta é lixo). Introduzi isto para contar a minha história:

    Em dezembro do ano passado, num dia à noite tinha uma dor de cabeça com sintomas não habituais (apalpava a cabeça num certo sítio e sentia desconforto com a pressão dos dedos), tomei um comprimido de paracetamol e fui-me deitar, ao outro dia de manhã tinha menos dor de cabeça mas continuava a doer um pouco e com o desconforto da pressão dos dedos na cabeça, aí percebi que não era uma dor de cabeça normal e fui ao médico, este não me adiantou nada, a minha sobrinha médica disse que podia ser do frio (naqueles dias de dezembro fazia frio) que provocava a contração dos músculos da cabeça e assim podia me provocar dor, disse-lhe que percebia a ideia mas que esse argumento do frio não me convencia, porque eu tinha dormido no quarto com o ar condicionado ligado.

    Então, como os médicos não me davam solução, fui estudar, como sempre faço, pois para quem teve cadeiras de microbiologia, fisiologia, químicas orgânicas e inorgânica, bioquímica, ... tem todas as ciências de base para poder estudar os fenómenos do corpo humano. Entretanto, na internet choquei com um artigo médico da Arábia Saudita em que para tratar a bactéria H.pylori (eu tive/tenho essa bactéria) e a disbiose intestinal usavam, para além de probióticos e alimentos com queijo e amido (prebiótico), usavam vinagre (ácido acético), e o que me chamou mais a atenção no artigo foi dizer que os pacientes tinham tensão alta (eu não tinha e nessa altura passei a ter) e que depois de tomarem aqueles ingredientes sentiram um alívio intestinal relativamente rápido, aí  induzi que esse alívio rápido só podia ser o resultado de uma reação quimica como  ácido ácido acético (vinagre).

    Assim, começei a equacionar as possíveis reações químicas que poderiam estar em jogo, e, entretanto, lembro-me que na faculdade tínhamos falado que se dava ureia (fonte de azoto) às vacas leiteiras para  produzir mais leite, e aí fui para os sites da ciência veterinária aonde confirmei que os agricultores quando davam ureia a mais às vacas, estas ficavam "tontas", descoordenadas e em certos casos até morriam, sendo que a solução era dar uma certa dose de vinagre, e aqui confirmei as possíveis reações que poderiam estar em jogo.

    O  suco gástrico do nosso estômago contém ureia, esta por ação da enzima urease, produzida em grande escala pela bactéria H. pylori, dá origem a uma molécula de CO2 e 2 de NH3 (amoníaco) que é um gás alcalino que proteja aquela bactéria contra o excesso de acidez do estômago, ora se juntarmos o ácido acético (vinagre) podemos passar o gás NH3 a NH4+ (amónia) e acetato de amónia, eliminando assim o efeito protetor do NH3 para a bactéria, ou seja, o vinagre torna a vida começa a ser difícil para esta bactéria, que em Portugal existe em mais de 75 % da população, só que que em algumas pessoas ela não se torna virulenta ou patogénica.

    Ora acontece que a bactéria H.pylori pode escapar para o intestino aonde encontra uma meio alcalino mais favorável e aí pode ser um grande problema se não tiver a contra parte, em quantidade, das bactérias boas ou comensais do intestino. É sabido que e a amónia/amoníaco são altamente tóxicos para o nosso organismo, o fígado decompõe mas se for em excesso vai haver amónia/amoníaco na corrente sanguínea que afeta os orgãos, designadamente, o cérebro (daí as dores de cabeça e tonturas) e os pulmões aonde pode provocar edema pulmonar.

    Então, eu começei a tomar 10 ml 2 vezes ao dia de vinagre de maçã biológico em bruto (não filtrado), para aproveitar ao máximo também as enzimas e bactérias, e passados 3-4 meses deixei de ter a pressão alta, desconforto intestinal, aquelas dores de cabeça anormais e regularizei o funcionamento do intestino, passando do estado de obstipação ou prisão de ventre para o defecar todos os dias ou no máximo com 2 dias. 

    O ácido acético (vinagre) fazia resumidamente o seguinte: neutraliza o efeito protetor do NH3 produzido pela urease da bactéria H. pylori, logo controlava o crescimento desta bactéria, reduzia a amónia/amoníaco resultante da ação da bactéria e da decomposição das proteínas, auxiliando assim a ação do fígado em eliminar estes compostos tóxicos, e, por outro lado, como o ácido acético é um ácido gordo de cadeia curta (SCFA), ele como os outros SCFA reduzem o coeficiente de atrito das fezes no intestino grosso, captam água pelo maior diferencial do potencial osmótico, tornando assim as fazes mais moles e mais facilmente deslizáveis, logo a defecação é normalizada/acelerada. Para além diso, está provado que os SCFA, especialmente o ácido butírico (butirato no intestino com meio alcalino) são compostos que mais preservam os colonócitos (células que revestem o colon/intestino grosso) e podem evitar o cancro do colon.

    Isto é demasiado importante para não partilhar com vós, sendo que nunca vi um médico a relevar e a dar a devida importância a estas questões essenciais (eu acho que parte deles desconhecem), pois infelizmente o ensino da nossa medicina é quase zero da ciência da nutrição, sendo que para eles as bioquímicas, as químicas orgânicas e as químicas inorgânicas são mais as das empresas farmacéuticas ... a saúde não deveria ser um negócio, mas, infelizmente, cada vez é mais uma espécie de hedge fund e não um fundo de baixa volatilidade acessível a todos. Lembrem-se de que os 2 fatores mais importantes para a dinâmica de um investidor são: liquidez e saúde.

    Bedrock

    O vinagre de cidra já faz parte da minha dieta à muito tempo (e das minhas aves):); se queres continuar no bom caminho alimentar pesquisa sobre dieta carnívora (podes começar por ler os livros de Vilhjalmur Stefansson, explorador-antropologista que estudou a alimentação dos Esquimos). 

    0-012

     

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    há 12 minutos, Bedrock disse:

    Tens toda a razão.

    O que aparece na 2.ª imagem postada (nutrição) como SCFA são ácidos gordos de cadeia curta: ácidos acético (vinagre), propiónico e butírico (existe em abundância na manteiga, não confundir com margarina, que esta é lixo). Introduzi isto para contar a minha história:

    Em dezembro do ano passado, num dia à noite tinha uma dor de cabeça com sintomas não habituais (apalpava a cabeça num certo sítio e sentia desconforto com a pressão dos dedos), tomei um comprimido de paracetamol e fui-me deitar, ao outro dia de manhã tinha menos dor de cabeça mas continuava a doer um pouco e com o desconforto da pressão dos dedos na cabeça, aí percebi que não era uma dor de cabeça normal e fui ao médico, este não me adiantou nada, a minha sobrinha médica disse que podia ser do frio (naqueles dias de dezembro fazia frio) que provocava a contração dos músculos da cabeça e assim podia me provocar dor, disse-lhe que percebia a ideia mas que esse argumento do frio não me convencia, porque eu tinha dormido no quarto com o ar condicionado ligado.

    Então, como os médicos não me davam solução, fui estudar, como sempre faço, pois para quem teve cadeiras de microbiologia, fisiologia, químicas orgânicas e inorgânica, bioquímica, ... tem todas as ciências de base para poder estudar os fenómenos do corpo humano. Entretanto, na internet choquei com um artigo médico da Arábia Saudita em que para tratar a bactéria H.pylori (eu tive/tenho essa bactéria) e a disbiose intestinal usavam, para além de probióticos e alimentos com queijo e amido (prebiótico), usavam vinagre (ácido acético), e o que me chamou mais a atenção no artigo foi dizer que os pacientes tinham tensão alta (eu não tinha e nessa altura passei a ter) e que depois de tomarem aqueles ingredientes sentiram um alívio intestinal relativamente rápido, aí  induzi que esse alívio rápido só podia ser o resultado de uma reação quimica com o ácido ácido acético (vinagre).

    Assim, começei a equacionar as possíveis reações químicas que poderiam estar em jogo, e, entretanto, lembro-me que na faculdade tínhamos falado que se dava ureia (fonte de azoto) às vacas leiteiras para  produzir mais leite, e aí fui para os sites da ciência veterinária aonde confirmei que os agricultores quando davam ureia a mais às vacas, estas ficavam "tontas", descoordenadas e em certos casos até morriam, sendo que a solução era dar uma certa dose de vinagre, e aqui confirmei as possíveis reações que poderiam estar em jogo.

    O  suco gástrico do nosso estômago contém ureia, esta por ação da enzima urease, produzida em grande escala pela bactéria H. pylori, dá origem a uma molécula de CO2 e 2 de NH3 (amoníaco) que é um gás alcalino que proteje aquela bactéria contra o excesso de acidez do estômago, ora se juntarmos o ácido acético (vinagre) podemos passar o gás NH3 a NH4+ (amónia) e acetato de amónia, eliminando assim o efeito protetor do NH3 para a bactéria, ou seja, o vinagre torna a vida mais difícil para esta bactéria, que em Portugal existe em mais de 75 % da população, só que que em algumas pessoas ela não se torna virulenta ou patogénica.

    Ora acontece que a bactéria H.pylori pode escapar para o intestino aonde encontra uma meio alcalino mais favorável e aí pode ser um grande problema se não tiver a contra parte, em quantidade, das bactérias boas ou comensais do intestino. É sabido que e a amónia/amoníaco são altamente tóxicos para o nosso organismo, o fígado decompõe mas se for em excesso vai haver amónia/amoníaco na corrente sanguínea que afeta os orgãos, designadamente, o cérebro (daí as dores de cabeça e tonturas) e os pulmões aonde pode provocar edema pulmonar.

    Então, eu começei a tomar 10 ml 2 vezes ao dia de vinagre de maçã biológico em bruto (não filtrado), para aproveitar ao máximo também as enzimas e bactérias, e passados 3-4 meses deixei de ter a pressão alta, desconforto intestinal, aquelas dores de cabeça anormais e regularizei o funcionamento do intestino, passando do estado de obstipação ou prisão de ventre para o defecar todos os dias ou no máximo com 2 dias. 

    O ácido acético (vinagre) fazia resumidamente o seguinte: neutraliza o efeito protetor do NH3 produzido pela urease da bactéria H. pylori, logo controlava o crescimento desta bactéria, reduzia a amónia/amoníaco resultante da ação da bactéria e da decomposição das proteínas, auxiliando assim a ação do fígado em eliminar estes compostos tóxicos, e, por outro lado, como o ácido acético é um ácido gordo de cadeia curta (SCFA), ele como os outros SCFA reduzem o coeficiente de atrito das fezes no intestino grosso, captam água pelo maior diferencial do potencial osmótico, tornando assim as fazes mais moles e mais facilmente deslizáveis, logo a defecação é normalizada/acelerada. Para além diso, está provado que os SCFA, especialmente o ácido butírico (butirato no intestino com meio alcalino) são compostos que mais preservam os colonócitos (células que revestem o colon/intestino grosso) e podem evitar o cancro do colon.

    Isto é demasiado importante para não partilhar com vós, sendo que nunca vi um médico a relevar e a dar a devida importância a estas questões essenciais (eu acho que parte deles desconhecem), pois infelizmente o ensino da nossa medicina é quase zero da ciência da nutrição, sendo que para eles as bioquímicas, as químicas orgânicas e as químicas inorgânicas são mais as das empresas farmacéuticas ... a saúde não deveria ser um negócio, mas, infelizmente, cada vez é mais uma espécie de hedge fund e não um fundo de baixa volatilidade acessível a todos. Lembrem-se de que os 2 fatores mais importantes para a dinâmica de um investidor são: liquidez e saúde.

    Bedrock

    Eu vou ler este livro par ter mais temo para ganhar mais € nos fundos ?

     

    livro.jpg

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    há 3 minutos, 5coroas disse:

    Quanto é que te paga pela publicidade?:P

    Este médico português é dos poucos que sabe umas coisas sobre longevidade e materializa na prática os seus conhecimentos, deixando os seus pares, da mesma idade, cheios de inveja quanto à comparação de namoradas. ?

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30322941/

    https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6303014/

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    há 43 minutos, Bedrock disse:

    O 5Coroas, eu e tu não temos links associados aos nossos nicknames, portanto esta nossa informação é "livre de impostos".?

    Mas se alguém quiser me pagar para fazer publicidade ao quer que seja está á vontade, encho já isto de links...apesar de uma das regras do fórum ser: "5-É proibida a apresentação de produtos por parte de utilizadores com interesses comerciais", mas como isto deixou de ser do Pedro Pais e passou a ser de um Dr. já ninguém quer saber de nada ?

    há 51 minutos, 5coroas disse:

    Esse já morreu em 1962, carago!

    Se tivesse lido o livro do médico Pinto Coelho ainda cá estava ?

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    Rick Lusitano

    Excelente artigo sobre o GLD, contango das matérias-primas-derivados, gold ETFs, paper gold, números ficcionados sobre as reservas de ouro existentes:

    Amid London gold turmoil, HSBC taps Bank of England for GLD gold bars

    13 May 2020 19:15

    https://www.bullionstar.com/blogs/ronan-manly/amid-london-gold-turmoil-hsbc-taps-bank-of-england-for-gld-gold-bars/

     

    De outro artigo sobre a origem do ouro

    Citação

    “London is the center of the global gold trade and the place where gold reserves are physically stored, supplying international exchange-traded funds, particularly gold ETFs,” Mulligan told RBC.

    https://www.themoscowtimes.com/2020/02/28/britain-emerges-as-near-exclusive-buyer-of-russian-gold-a69455

     

    @Virtua checka o artigo sobre o GLD acima. Matéria muito interessante. ;)

    • Voto Positivo 1
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    P2P Money Maker
    há 4 minutos, Rick Lusitano disse:

    Excelente artigo sobre o GLD, contango das matérias-primas-derivados, gold ETFs, paper gold, números ficcionados sobre as reservas de ouro existentes:

    Amid London gold turmoil, HSBC taps Bank of England for GLD gold bars

    13 May 2020 19:15

    https://www.bullionstar.com/blogs/ronan-manly/amid-london-gold-turmoil-hsbc-taps-bank-of-england-for-gld-gold-bars/

     

    De outro artigo sobre a origem do ouro

    https://www.themoscowtimes.com/2020/02/28/britain-emerges-as-near-exclusive-buyer-of-russian-gold-a69455

     

    @Virtua checka o artigo sobre o GLD acima. Matéria muito interessante. ;)

    Nem fales do ouro hoje, hehe. Que dia horrivel

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    Rick Lusitano
    há 25 minutos, P2P Money Maker disse:

    Nem fales do ouro hoje, hehe. Que dia horrivel

    É -4,5%. Não é muito grande. Já vem a cair desde 7/Agosto.

    Com a possibilidade de vacinas mais próxima, o Ouro perde algum do seu brilho.

    Muitos compram ouro com refúgio em alturas mais incertezas.

    Se as vacinas aparecerem, os BC (principalmente o Fed) vão poder começar a reduzir as medidas excepcionais ou pelo menos não adoptar novas medidas. E os Governos poderão evitar políticas orçamentais de estimulo mais profundas. Ambas políticas tiram valor ás moedas nacionais, podendo criar pressões inflaccionistas.

    O ouro é visto com activo de refúgio e protecção contra a inflação. Com o controle do COVID-19, o ouro vai perder valor, pois já não é tão necessário.

    Editado por Rick Lusitano
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    O ouro está a baixar de cotação e o ativo francês, abaixo postado, também desce lá do alto até encontrar uma mão protetora como refúgio, coisa que o ativo ouro só o é de vez em quando, mas mesmo nessas alturas, de refúgio, é também preciso que o ouro não entre em contacto com o mercúrio, senão o ouro sofre uma drawdown total. ?

    Editado por Bedrock
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    Rick Lusitano
    há 33 minutos, NunoSousa05 disse:

    A queda do ouro não está relacionada com a valorização do dólar ? 

    Sendo o Ouro principalmente denominado em USD, o USD é a parte inversa do Ouro. Mas podes comprar o Ouro em outras moedas.

    O USD não se valorizou assim tanto que justifique a queda de hoje do Ouro.

    -4.60% - Ouro Futuros (USD) - https://www.investing.com/commodities/gold

    +0.10% - USD Index Futuros - https://www.investing.com/currencies/us-dollar-index

     

    Se repares a diferença entre o Spot do Ouro em USD e em EUR é reduzida: (Será a diferença entre EURUSD)

    -5.13% - XAUUSD - https://www.investing.com/currencies/xau-usd

    -5.03% - XAUEUR - hhttps://www.investing.com/currencies/xau-eur

    Editado por Rick Lusitano
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    há 10 minutos, Rick Lusitano disse:

    Sendo o Ouro principalmente denominado em USD, o USD é a parte inversa do Ouro. Mas podes comprar o Ouro em outras moedas.

    O USD não se valorizou assim tanto que justifique a queda de hoje do Ouro.

    -4.60% - Ouro Futuros (USD)- https://www.investing.com/commodities/gold

    +0.10% - USD Index Futuros - https://www.investing.com/currencies/us-dollar-index

     

    Se repares a diferença entre o Spot do Ouro em USD e em EUR é reduzida: (Será a diferença entre EURUSD)

    -5.13%- XAUUSD - https://www.investing.com/currencies/xau-usd

    -5.03%- XAUUSD - hhttps://www.investing.com/currencies/xau-eur

    Digo isto porque recentemente li um artigo em que falava na correlação entre o ouro e o dólar. But still....

    Não vejo correlação entre o COVID e o Ouro.

    O ouro é essencialmente procurado como protecção à desvalorização de moeda fiduciária, nomeadamente quando a taxa de juro real está baixa, o ouro valoriza. O dinheiro fica mais barato....makes sense.

     

    Mas também é possível argumentar que usar ouro como proteção, na desvalorização de uma moeda, não é a melhor maneira de proteger o nosso capital. 

     

    Para ser sincero, já estava à espera de uma correção na cotação do Ouro.

    Aplicando a AT ao índice do Ouro, podes observar que nos últimos dias tens um chamado RSI Divergence, que é um indicativo de reversão ou correção. Ou seja, a cotação faz Higher Highs e o indicador de RSI faz Lower Highs. 

     

    Editado por NunoSousa05
    Correção
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    Rick Lusitano
    há 1 minuto, NunoSousa05 disse:

    Digo isto porque recentemente li um artigo em que falava na correlação entre o ouro e o dólar. But still....

    Não vejo correlação entre o COVID e o Ouro.

    O ouro é essencialmente procurado como protecção à desvalorização de moeda fiduciária, nomeadamente quando a taxa de juro real está baixa, o ouro valoriza. O dinheiro fica mais barato....makes sense.

     

    Mas também é possível argumentar que usar ouro como proteção, na desvalorização de uma moeda, não é a melhor maneira de proteger o nosso capital. 

     

    O ouro é considerado como uma activo de refúgio, em alturas de incerteza. Como também o JPY, CHF e US Treasuries.

    Em momentos de incerteza, os mercados entram em modo Risk Off, vendendo activos considerados de maior risco (acções, obrigações HY, obrigações EM, por exemplo) e compram obrigações em JPY, CHF e em USD (dos respectivos países), provocando indirectamente a valorização dessas moedas.

    O ouro é outro desses activos de refúgio que os investidores compram nos momentos de maior volatilidade/incerteza. Há quem diga que a Bitcoin é também considerada um activo de refúgio, mas eu não acredito nisso devido à falta de suficiente histórico que comprove isso.

    Há vários hedges para a inflação, e o Ouro para mim é dos piores. Porque não tem fundamentais, não paga juros/dividendos e não serve para nada. (Só 5% é utilizado para aplicações industriais e 15% para joalharia)

     

    Fun fact: O incenso foi há muitos séculos atrás, uma moeda muita valiosa, devido a ser uma matéria-prima de difícil acesso. Como caiu em desuso, perdeu quase todo o seu valor.

    Os índios da América do Sul não davam valor ao ouro, que o ofereciam aos europeus em troca de bugigangas de vidro e dos outros materiais que não conheciam.

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    Rick Lusitano

    O S&P 500 quase a arrebentar os máximos históricos hoje e pumba. Fez ricochete. :P

    Ouro a caminho do -6% hoje. Principio do estouro desta bolha?

    Tirando a Europa que já tinha fechado antes, agora só a volatilidade está bem verde:

    S&P 500 VIX - +8.59%

    NASDAQ VIX - +7.47%

    Russell 2000 VIX - +7.97%

    Crude Oil VIX - +4.90%

    Editado por Rick Lusitano
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    Factos estilizados da volatilidade dos preços dos ativos.

     

    A variância de um ativo é uma das informações mais importantes para quem opera no mercado financeiro. A determinação desta volatilidade pode ser feita com base no conhecimento da variância passada (processo determinístico), ou ainda quando esta variância não é conhecida, com base no chamado processo estocástico. Estes modelos apresentam diversas formulações que captam diferentes efeitos observados em séries financeiras, tais como a aglomeração (clustering) da variância, o efeito de alavanca (leverage effect) ou a persistência na volatilidade.

    A caracterização da componente estocástica da volatilidade dos ativos financeiros, revelou-se ser um dos grandes desafios dos especialistas de finanças. Estudos efetuados revelaram a existência de padrões de comportamento comuns nos diferentes mercados mundiais, habitualmente designados por factos estilizados (stylized facts).

    Os factos estilizados mais estudados, e que têm uma especial relevância, são as designadas caudas gordas (fat tails) na distribuição da volatilidade dos ativos, os clusters (aglomerados) de volatilidade, a memória longa (long memory) na volatilidade das sucessões cronológicas financeiras, a evidência de movimentos conjuntos (co-movements) na volatilidade dos mercados, a evidência de caos, e a assimetria na volatilidade (efeito de alavanca).

    Pode-se enumerar a seguinte lista de factos estilizados:

    - A volatilidade não é constante ao longo do tempo. Ela tem características de reversão para a média, de formar clusters (agrupamentos segundo o seu grau de semelhança) e possui longa memória. O clustering (aglomeração) da volatilidade é o resultado da auto correlação positiva dos ativos com os seus valores passados (efeito memória);

     - Grandes retornos ocorrem com relativa frequência. Esses grandes movimentos têm subsequentes movimentos secundários;

    - Na maioria dos mercados, a volatilidade e os retornos têm uma correlação negativa. Este efeito é assimétrico: retornos negativos provocam uma acentuada subida da volatilidade, enquanto que os retornos positivos de igual amplitude têm uma relativa menor volatilidade. Ou seja, a “velocidade” da volatilidade no downside é maior que a “velocidade” no upside. Este efeito ocorre mais acentuadamente nos mercados de ações;

    - A volatilidade e o volume têm uma forte correlação positiva;

    - A distribuição da volatilidade está muito próxima da log-normal.

    Aspetos observados no clustering (agrupamento) de volatilidade:

    - O clustering tende a ser maior nos mercados desenvolvidos do que nos emergentes;

    - O clustering é mais pronunciado durante os bear markets do que durante os rallies, mas a diminuição das auto correlações também é mais rápida nos mercados em baixa;

    - Durante os crashs ou outros fenómenos de pânico, a auto correlação decai muito mais rapidamente.

    Aspetos comprovativos da volatilidade ter reversão para a média:

    - À medida que as auto correlações positivas, eventualmente, decaiem , a volatilidade de curto prazo reverte para a média de longo prazo . Um teste robusto para a reversão à média é o teste do rácio de variância de Campbell, Lo e MacKinlay (1997);

    - Quando a volatilidade é medida a partir de resultados diários, ela é maior do que aquela que é medida com os retornos de períodos mais longos, este facto prova que temos reversão para a média;

    - Não obstante a volatilidade ter a reversão para a média, o problema é que muitas vezes não é óbvio saber que valor atual da média será esse. As flutuações de curto-prazo oscilam em torno de um valor médio, mudando lentamente;

    - A interação entre o clustering (auto correlação positiva) e a reversão para a média, domina a dinâmica da volatilidade.

    Características da distribuição dos retornos:

    - Os retornos dos ativos financeiros não seguem a distribuição normal de Gauss, pois apresentam uma assimetria (skewed), geralmente negativa, e têm as designadas caudas gordas (fat tails, excesso de curtose, amplitude vertical). Na curva de frequência de distribuição dos retornos, o seu lado direito corresponde a retornos positivos, com os maiores retornos na extrema direita; e no lado esquerdo situam-se os retornos negativos, com os piores retornos na extrema esquerda;

    - A existência de caudas gordas significa que grandes movimentos ocorrem com muito mais frequência do que seria de esperar se os retornos seguissem uma distribuição normal.

    Aspetos relevantes da assimetria da volatilidade:

    - A volatilidade tende a aumentar à medida que os preços de cotação dos ativos vão caindo. Isto também é conhecido como o efeito de alavanca (leverage effect). Este nome surgiu como uma explicação para o efeito em acções. Supondo que nenhuma dívida é emitida, uma queda no preço das ações faz com que aumente a necessidade de alavancagem financeira da empresa, o que aumenta o risco e leva a uma maior volatilidade;

    - Na análise da assimetria (skewed) dos retornos, Jensen, Johansen e Simonsen (2003) verificaram que o 1.º tempo de saída é menor no downside (cotação do ativo a mover-se para baixo) do que no upside (a mover-se para cima), logo se o tempo é menor,  isto implica que a velocidade de queda no downside é superior à velocidade de subida no upside.

     Volume e Volatilidade.

    O volume de negócios (nº de ordens de compra ou de venda de ativos) é fortemente correlacionado com todas as medidas de volatilidade. É difícil estabelecer a causalidade nesta relação. Bons argumentos podem ser feitos quer para o volume de negociação, que provoca o movimento do preço desse ativo, causando assim volatilidade, quer também para a volatilidade que induz os investidores a negociar, logo provoca o aumento do volume. No entanto, a sua relação é sólida e segura para todas as diversas escalas de tempo.

    Parece que a ligação entre a volatilidade e o volume também está relacionada com o efeito de alavanca. Gallant , Rossi, e Tauchen (1993 ) constataram que ao se incluir o volume desfasado, se diminui significativamente a resposta assimétrica da volatilidade para retornar o sinal .

    Os traders devem ter em conta o volume quando projectam a volatilidade, mesmo apenas como um filtro final para evitar tomar sinais falsos.

    Distribuição da volatilidade.

    A distribuição da volatilidade é fortemente enviesada para a direita com muito mais períodos de alta volatilidade que seria de esperar se a distribuição fosse normal (curva de Gauss).

    Uma maneira equivalente de dizer aquilo, é afirmar que a volatilidade gasta muito mais tempo em fases de baixa (downside) do que em fases de alta (upside). Daí o verificar-se que a distribuição da volatilidade é significativamente diferente em situações de bull e bear markets.

    Resumo e conclusões.

    Cada ativo ou produto financeiro individual terá certas peculiaridades e nuances, mas todas as volatilidades têm uma série de características comuns:

    - Existência de clusters (aglomerados) de volatilidade;

    - A volatilidade ao longo do tempo reverte para a média;

    - Os retornos não são normalmente distribuídos (curva de Gauss), sendo que a curva de frequência de distribuição dos retornos apresenta as designadas caudas gordas (positivo no lado direito da curva, com os maiores retornos na extrema direita; e negativo no lado esquerdo, com os piores retornos na extrema esquerda);

    - A volatilidade tende a aumentar à medida que os preços dos ativos vão caindo (efeito de alavanca);

    - A volatilidade e o volume são altamente correlacionados, de forma positiva;

    - A volatilidade tem uma distribuição aproximada de log-normal.

     

    Bedrock

    Editado por Bedrock
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    Rick Lusitano

    Dois gráficos interessantes;

    As UST 10Y e as TIPS 10Y (Fonte: FRED) : ( @Virtua ;))

    https://static.seekingalpha.com/uploads/2020/8/11/saupload_10yr_10yrTIPS_081120.png

     

    TLT vs. S&P 500 nos últimos 5 anos:

    https://static.seekingalpha.com/uploads/2020/8/11/saupload_TLT_081120.png

    Citação

    Bonds have been rallying for almost two years, with TLT up nearly 50% from its November 2018 low of $112.

    .

    Retirado de:

     

    Citação

     

    Vaccine hopes push rates away from all-time lows

    Aug. 11, 2020 11:22 AM ET|About: iShares 20+ Year Treasury Bond... (TLT)|By: Kim Khan, SA News Editor

    The enthusiasm for COVID vaccine progress is pushing money toward risk and out of traditional safe havens like bond and gold and newer ones like big tech.

    The selloff in bonds is lifting interest rates solidly away from the record lows they were testing last week. Yields are rising across the Treasury curve, with the 2-year up to 0.14%, the 5-year at 0.27%, the 10-year rising to 0.64%, the 20-year at 1.1% and the 30-year Treasury up to 1.32%.

    The iShares 20+ Treasury Bond ETF (TLT-1.5%) is falling, with the ProShares UltraShort 20+ Treasury ETF (TBT+3%) heading the opposite way.

    The 10-year yield was threatening to close below 0.5% last week for the first in ever but managed to hold and then climb following the July employment report. It’s now back to around levels seen in mid-to-late July.

     

    Real yields are also rising, with the 10-year Treasury inflation protected yield fighting its way back to above -1% at -0.99%.

    Bonds have been rallying for almost two years, with TLT up nearly 50% from its November 2018 low of $112.

     

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    Rick Lusitano

    Ouro, taxas de juro, expectativas de inflação, USD, Vacinas, Acções, etc, há de tudo para todos os fregueses:

    Citação

    Gold futures hit with biggest daily dollar decline in more than seven years

    Aug. 11, 2020 3:30 PM ET|About: Gold Spot Price (XAUUSD:CUR)|By: Carl Surran, SA News Editor

    In what felt like "a mini-crash," gold (XAUUSD:CUR) plunged 4.6% to settle at $1,946.30/oz. for its steepest one-day dollar decline since April 15, 2013, and biggest percentage slide since March 13, based on the most-active contracts.

    Other precious metals also took a beating, with silver -11% to settle $260.04/oz. - giving up all its gains since the start of August - platinum -4.7% to $940.08/oz. and palladium -4.7% to $2,116.33/oz.; copper ended +0.5% to $2.875/lb.

    "This feels like a mini crash," says OANDA senior market analyst Edward Moya. "We could not overcome the early morning headlines of a Russian potential vaccine, and there was just continued optimism flowing into stocks," though stock gains are fading in late trade.

    "The precious metals complex was driven by a drop in rates, a steady increase in inflation expectations and a falling U.S. dollar. The rally is now giving up some of these gains as these drivers lose momentum," according to Bart Melek, head of commodity strategies at TD Securities.

    https://seekingalpha.com/news/3604203-gold-futures-hit-biggest-daily-dollar-decline-in-seven-years

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    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

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