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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 26 minutos, 5coroas disse:

    Nesse caso eu próprio voluntariamente me retiraria da estrada e esperaria que o Estado eficazmente fizesse operações de controlo e testes massivos aos condutores e proibisse os bebedos de circular enquanto estivessem nessas condições. De qualquer modo, e comparativamente, os perigos de uma bebedeira generalizada são para mim maiores do que o de vir a morrer por covid, logo mais depressa me afastaria de uma situação generalizada de bebedos na estrada do que de uma situação generalizada de infectados. 

    Claro que o perigo de uma é maior que a outra. Muito maior até ?

    Mas a questão é que ambas são perigos reais e não fruto dos media, panico, governo, etc.

    Eu contactei com casos clinicos reais e, devido as caracteristicas do meu trabalho, tive o "privilegio" de vislumbrar este combate praticamente em primeira mão e na optica dos médicos de 5 especialidades diferentes (adultos e pediatria), desde Vila Real até Faro.

    Adicionalmente, a maioria desses casos clinicos ou são imunocomprometidos ou usam imunssupressores. 

    Posso-vos garantir que houve muitos momentos dramaticos nas grandes unidades hospitalares ali em abril.

    Quando confinar, desconfinar, quanto tempo, medidas coercivas ou não etc etc etc a realidade é que tudo isto é novo e nada é preto no branco, por isso para mim tudo à volta desta pandemia é discutivel e pode ser debatido.

    Tudo, menos a menorização do perigo da mesma usando falácias comparativas absurdas como esse filosofo utilizou.

    há 31 minutos, 5coroas disse:

    Não só a WHO mas praticamente todos os Estados; desbaratam dinheiro a torto e a direito quando o deveriam exclusivamente usar para as suas funções essenciais, nomeadamente estarem preparados a sério para a ocorrência de catástrofes deste género.

    Nem mais... a verdade é que nunca aprendemos com a historia.

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    há 3 horas, Mouro Emprestado disse:

    Não me leves a mal, nem me chames de pitosga cegueta, mas o que vejo no 1.º gráfico, quando comparado com o 2.º e o 3.º, é o chamado "return to the mean" (eu sei que deveria sobrepor os 3 sectores no mesmo gráfico para garantir a utilização da mesma escala).

    Sei que poderás argumentar que esse retorno à média foi resultado de factores políticos exógenos...

    Mas consegues garantir que não existiria uma qualquer crash sem a intervenção dos burrocratas em 2015, só porque o sector estava a ter um crescimento acima da média do mercado?

    ==//==

    E o que dizer dos gestores activos que estavam carregados de biotecnologia em 2015? Não falharam na sua aposta? Antes do crash o mercado sabia isso?

    E quem apostou activamente nesse factor também não perderam quando comparado com aqueles que não fazem apostas activas? 

    Mouro,

    No mercado acionista, retorno para a  média vai existir sempre, senão o mercado não era autossustentável, e, consequentemente, acabaria. A questão é saber qual é o time frame para que tal ocorra. Como referência, temos  a designada constante de Siegel que diz que quem detivesse o seu investimento no mercado acionista dos EUA, pelo período de cerca de 17 anos, nunca tinha perdido dinheiro.Agora os 2.º e 3.º gráficos são tão diferentes do 1.º gráfico que falar num percurso de recuperação para o retorno para a média, quando os outros 2 gráficos estão ambos a trepar num upside médio, como não houvesse amanhã, nem tem qualquer discussão, pois a questão é obvia.

    Eu não me lembro, em tempo algum,  no mesmo tempo e no mesmo país, ter havido um contra ciclo tão desfasado em que apenas 2 setores da mesma área (saúde e biotecnologia) tivessem um crash com um profundo afundanço, ficando em bear market acentuado, ao mesmo tempo que o restante mercado acionista em geral dos EUA continuou num bull market acentuado, e isto só foi possível pelo fator politico enviesado. Aqui não há explicações técnicas de matemática, de probabilidade estatística, de estatística, de retornos para a média, ... só há uma explicação: politica.

    Imaginem que esses mesmos políticos, em 2015, também diziam que os smartphones da Apple estavam também com preços pornográficos, o que aconteceria à Apple, e por arrastamento às restantes tecnológicas? Eu imagino muito bem ... só que isso nunca vai acontecer, porquê? Porque já não há políticos com big balls ou com big clits, e também porque as big five tecnológicas dos EUA mandavam esses políticos para a reforma.

     

    Citação: "E o que dizer dos gestores activos que estavam carregados de biotecnologia em 2015? Não falharam na sua aposta? Antes do crash o mercado sabia isso?

    E quem apostou activamente nesse factor também não perderam quando comparado com aqueles que não fazem apostas activas?" 

     

    Mouro, não se deve utilizar inside information, absorvida num outro forum, só para atacar por atacar, pior ainda, de forma dissimulada, ... é que a continuares assim eu mando-te de caras "ir passear o cão". Mas como eu gosto de pegar nos assuntos de frente e não à rabejador tímido, vou dizer a todo o pessoal deste forum de que estavas a referiste ao meu caso pessoal.

    Mas para te deixar descansado, posso te dizer que os fundos desses setores já estão com 2 dígitos positivos, agora daqui a 3 meses também já poderão estar negativos ou ainda mais positivos, quem sabe? Uma coisa é certa: previsões de outlooks, com sumo concentrado, são feitas por gestores ativos, não por pessoal passivo, estes limitam-se a copiar/replicar os mercados criados pelo trading diário, e a aproveitar as oportunidades e os fundamentais da due diligence às empresas,  por parte dos gestores ativos.

    É de mau tom treinadores de bancada ou de sofá, criticar quem dá o corpo ao manifesto, com um treino diário, e depois ainda vir criticar que este ou aquele jogador se lesionou no treino, quando esses críticos estão no sofá a ver os treinos e os jogos pela televisão.

    Finalmente, Mouro o meu desejo é de que se tu hoje estiveres a ganhar, por ex., 250.000 €, daqui a 3 anos, com as tuas estratégias passivas, possas estar a ganhar meio milhão de euros. Agora, não me venhas com ironias por baixo do pano da mesa ... 

    Bedrock

    Editado por Bedrock
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    A rapaziada está felizmente animada no brainstorming sobre a pandemia e os coronavírus. Agora, vou acrescentar alguns dados específicos sobre a temática, de modo a que a conversa possa ser mais concentrada e menos diluída ou vaga, até porque a nossa saúde o exige.

    As máscaras recomendadas pelo CDC para os profissionais de saúde são do tipo N95, as quais filtram 95 % das partículas com tamanho >= 0.3 micrómetros, quando o tamanho médio dos coronavírus é de 0.1 micrómetros. Quando se filtra uma água, de modo a que o filtrado fique isento de bactérias, temos que utilizar um filtro com uma porosidade de 0.22 micrómetros. Conclusão: mesmo as super máscaras do tipo N95 não filtram totalmente as bactérias, quanto mais os coronavírus que são mais pequenos que as bactérias.

    De qualquer das maneiras, toda a máscara oferece, pelo efeito de barreira física, uma determinada proteção, que é tanto maior quanto menor for a sua porosidade e mais hermética for à volta do nariz, da boca e restante face.

    Vou vos falar sobre um aspeto científico curioso que está relacionado com esta temática de saúde: tal como um atleta precisa de treinar assiduamente para depois poder estar apto a enfrentar situações de pico com alta performance, também as bactérias boas, participantes do nosso processo de defesa imunitário, precisam de ter bactérias patogénicas por perto, mas em pouca quantidade, de modo a estimular as bactérias boas e tornar mais ativo e eficaz o nosso sistema de defesa imunitário. Tal como acontece, por vezes, com o Bedrock. ?

    Bedrock

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    há 39 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Curiosamente, apagaste hoje a parte em que tinhas escrito ontem que tinhas perdido dinheiro com a biotecnologias em 2015 e que só tinhas recuperado das perdas em 2020 (não quero entrar numa discussão vazia à la twitter onde é necessário tirar printscreens a cada coisa que o outro escrever, se quiseres desmente isso à vontade).

    Mouro,

    Tu estás equivocado, porque no meu post original há 5 horas, na pág. 795, continua escrito o seguinte parágrafo:

    "Ora o que aconteceu a seguir: um crash nestes setores, especialmente no da biotecnologia, superior ao crash global de 2008 com a agravante de que depois vem o Trump e também só prejudica estes setores e favorece os restantes setores dos EUA, pelo que quem detinha investimento nestes setores, como eu, era ver o S&P 500 e o setor tecnológico a trepar, como não houvesse amanhã, e os setores da saúde e da biotecnologia em letargia de contra ciclo. Só recuperei as perdas em 2020 (5 anos depois) e isto tudo porquê? Porque não dei relevo à variável mais importante do mercado, especialmente no curto prazo: fator político." 

    Bedrock

     

     

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    há 21 horas, Francisco_ disse:

    À data de hoje temos:

    Clipboard03.jpg.2d88780396b81916fb637a2ecc485e2f.jpg

    YTD graficamente:

    chart.jpg.8c574a5cf369b67d39ea6b5417b1b4d7.jpg

    SRI, Momentum, Min Vol, são factores com filtros muito mais especificos e focados que aplicar uma condicionante ESG ao paizinho MSCI World.

    Turnover dos três primeiros é muito mais elevado. Não olharia de todo para a constituição por via dos sectores, especialmente nesses casos, mas pelos titulos especificos que carregam e os pesos que têm nessas acções especificas.

    Voltando a esta questão e à dúvida que me surgiu nesta discussão...

    Experimentei fazer um backtest num EUPP com o MSCI World Momentum Factor no lugar do "tradicional" MSCI World.

    Em que com MSCI World tenho desde Março de 2015:

    CAGR: 4,75%

    STD Deviation: 0.07

    Sharpe Ratio: 0.73

    Max Drawdown: -8,8%

    TER: 0,25%

     

    Com MSCI World Momentum Factor para o mesmo período:

    CAGR: 5,91%

    STD Deviation: 0.07

    Sharpe Ratio: 0.86

    Max Drawdown: -8,5% 

    TER: 0,30%

     

    Ambos os Max Drawdown foram no mesmo período. 

    A restante composição do EUPP, no backtesting foi:

    25% - Gold

    25% - Euro Bonds 25y+

    25% - Euro Bonds 1-3y

    Interesting ?

    Editado por NunoSousa05
    Correção
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    há 22 horas, Rick Lusitano disse:

    @Virtua

    Vocês no vosso office, dedicam-se mais a classes e sectores que tiveram bons desempenhos no passado ou têm mais um forward looking?

    Isto é, por exemplo, o sector x demonstrou no passado um bom desempenho. Ou o sector y, independentemente do passado, demonstra ter mais potencial para o futuro?

    Ou com exemplos mais reais, a Energia agora está "barata" e tem potencial de valorização a curto prazo devido ao crash COVID. Ou por exemplo, a Energia Alternativa (Renováveis) no passado não é nada de especial, a curto prazo também não tem tanto potencial de valorização como a Energia, mas é um sector de futuro médio-longo prazo.

    Ou é os sectores standard, Consumer Staples, Utilities que são mais calminhos. Um pouco de Consumer Discritionary e talvez umas pitadas de tecnologia para apimentar?

    (Cada vez, tenho menos vontade de ter Bonds, prefiro ter private debt com moderação, pois tanto Bonds como a private debt demonstram ser cada vez mais correlacionados com as acções devido aos BC.)

    Ou é tipo, 50% em Stocks US + 10% em Stocks ex-US + 20% em Bonds Long Term + 10% em Gold + 10% em Cash/Alternative, e está a andar. :)

    Há de tudo... Depende do cliente.  Respondendo-te especificamente a cada questão.

    Citação

    Vocês no vosso office, dedicam-se mais a classes e sectores que tiveram bons desempenhos no passado ou têm mais um forward looking?

    Isto é, por exemplo, o sector x demonstrou no passado um bom desempenho. Ou o sector y, independentemente do passado, demonstra ter mais potencial para o futuro?

    Eu evito classes e sectores. O Vítor adora isso. Acabamos por ter alguma visão um pouco diferente em algumas questões (que é bom). Se alterares a frase um pouco está mais em linha com o que fazemos "Ou o sector y, independentemente do passado recente, demonstra ter mais potencial para o futuro?"

    Fazemos muito poucas apostas tácticas. Até porque o nosso objectivo não é bater o mercado (mais sobre isso em artigos futuros que planeio publicar (já estão escritos)). O engraçado é que sem tentar bater o mercado em si, acabas algumas vezes por o bater sem querer porque as quedas costumam vir depois de uma subida grande (em que sem qualquer tipo de "previsão" acabamos por tomar posições mais defensivas porque estamos mais próximos dos objectivos do cliente).

    É tudo muito customer centric. Para minha tristeza como podes imaginar porque eu sou bastante inflexível na forma de estar "correcta" no mercado. Volta e meia lá está o Vítor a ter uma "intervenção" para eu não ser tão "dogmático" (como ele diz). Mas a verdade é que por exemplo este ano correu bem, ou está a correr, quer com quem diminuiu o risco após a subida de 30% em 2019, quer com quem carregou na queda de 2020 (embora se contem pelos dedos de uma mão quem fez isso). A maioria das pessoas eu já fico feliz se ficarem quietinhas e não venderem no fundo. Acho que este ano não tivemos ng que o fez (mas por pouco LOL).

    O problema muitas vezes é que quem sai depois da subida é complicado carregar no botão de compra na queda. O conforto da posição defensiva por vezes é demasiado grande.

    O forward looking é mais nas questões de expectativas de rentabilidade e na alocação inicial da carteira.

    Citação

    Ou com exemplos mais reais, a Energia agora está "barata" e tem potencial de valorização a curto prazo devido ao crash COVID. Ou por exemplo, a Energia Alternativa (Renováveis) no passado não é nada de especial, a curto prazo também não tem tanto potencial de valorização como a Energia, mas é um sector de futuro médio-longo prazo.

    Aqui evitamos mesmo porque são apostas, não investimento.

    Citação

    Ou é os sectores standard, Consumer Staples, Utilities que são mais calminhos. Um pouco de Consumer Discritionary e talvez umas pitadas de tecnologia para apimentar?

    Para "apostas" vamos mais por aqui mas costuma ser mais diversificação geográfica do que sectorial. Pacific ex-Japan está normalmente sobreponderado por exemplo (nas carteiras em que há este tipo de diversificação).

    Citação

    Ou é tipo, 50% em Stocks US + 10% em Stocks ex-US + 20% em Bonds Long Term + 10% em Gold + 10% em Cash/Alternative, e está a andar. :)

    Os mercados estão tão eficientes que esse tipo de carteira é muito complicado de bater. Os clientes do "está a andar" às vezes são os que se safam melhor ?? Muitas vezes tento transmitir que complicar muito aumenta a probabilidade de errar e de não termos a rentabilidade que deveríamos (falo só de beta).

    Editado por Virtua
    • Obrigado 1
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    há 2 horas, Bedrock disse:

    As máscaras recomendadas pelo CDC para os profissionais de saúde são do tipo N95, as quais filtram 95 % das partículas com tamanho >= 0.3 micrómetros, quando o tamanho médio dos coronavírus é de 0.1 micrómetros. Quando se filtra uma água, de modo a que o filtrado fique isento de bactérias, temos que utilizar um filtro com uma porosidade de 0.22 micrómetros. Conclusão: mesmo as super máscaras do tipo N95 não filtram totalmente as bactérias, quanto mais os coronavírus que são mais pequenos que as bactérias.

    Dizes que só falas de assunto que dominas mas depois dizes abéculas destas. O mecanismo de funcionamento das N95 nao é só pelo tamanho - tem muitas outras coisas  a acontecer que ajudam a "filtrar" - desde Inertial impaction, Interception, Diffusion, Electrostatic attraction, etc. Isso explica a sua eficácia mesmo quando os "buracos" são maiores que o vírus.

     

    há 2 horas, Bedrock disse:

    precisam de ter bactérias patogénicas por perto, mas em pouca quantidade, de modo a estimular as bactérias boas e tornar mais ativo e eficaz o nosso sistema de defesa imunitário.

    Gostaria de ver a fonte disto.

    • Voto Positivo 1
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    Rick Lusitano
    há 8 minutos, Virtua disse:

    Há de tudo... Depende do cliente.  Respondendo-te especificamente a cada questão.

    Eu evito classes e sectores. O Vítor adora isso. Acabamos por ter alguma visão um pouco diferente em algumas questões (que é bom). Se alterares a frase um pouco está mais em linha com o que fazemos "Ou o sector y, independentemente do passado recente, demonstra ter mais potencial para o futuro?"

    Fazemos muito poucas apostas tácticas. Até porque o nosso objectivo não é bater o mercado (mais sobre isso em artigos futuros que planeio publicar (já estão escritos)). O engraçado é que sem tentar bater o mercado em si, acabas algumas vezes por o bater sem querer porque as quedas costumam vir depois de uma subida grande (em que sem qualquer tipo de "previsão" acabamos por tomar posições mais defensivas porque estamos mais próximos dos objectivos do cliente).

    É tudo muito customer centric. Para minha tristeza como podes imaginar porque eu sou bastante inflexível na forma de estar "correcta" no mercado. Volta e meia lá está o Vítor a ter uma "intervenção" para eu não ser tão "dogmático" como ele diz. Mas a verdade é que por exemplo este ano correu bem, ou está a correr, quer com quem diminuiu o risco após a subida de 30% em 2019, quer com quem carregou na queda de 2020 (embora se contem pelos dedos de uma mão quem fez isso).

    O problema muitas vezes é que quem sai depois da subida é complicado carregar no botão de compra na queda. O conforto da posição defensiva por vezes é demasiado grande.

    O forward looking é mais nas questões de expectativas de rentabilidade e na alocação inicial da carteira.

    Aqui evitamos mesmo porque são apostas, não investimento.

    Para "apostas" vamos mais por aqui mas costuma ser mais diversificação geográfica do que sectorial. Pacific ex-Japan está normalmente sobreponderado por exemplo (nas carteiras em que há este tipo de diversificação).

    Os mercados estão tão eficientes que esse tipo de carteira é muito complicado de bater. Os clientes do "está a andar" às vezes são os que se safam melhor ?? Muitas vezes tento transmitir que complicar muito aumenta a probabilidade de errar e de não termos a rentabilidade que deveríamos (falo só de beta).

    Amigo VG, não são todos os investimentos, apostas ou desejos pessoais? ;)

    Os mercados financeiros são baseados em expectativas, que quando não são cumpridas, os activos caem (más noticias, ou noticias que podem ser boas mas que ficam aquém das expectativas dos investidores) ou os activos sobem, quando as noticias ainda são melhores do que o esperado.

    Ás vezes, não tens de adaptar a estratégia de investimento, seja em pesos, noutros FI, ou mesmo noutra categoria (sector ou região ou outra categoria)? Ou se o activo caiu muito e é uma boa oportunidade de reforço? Se sim, acaba por um investimento mais táctico (value investing).

    Não sei porquê a fixação de bater o mercado de muita gente? Será uma questão de ego? Tipo a minha pilinha é maior que a tua? :)

    Eu estou nas tintas se bati o mercado, se bati fico contente, mas nem penso nisso, eu só quero é ter bons retornos (e o mais rápido possível, para fazer mais valias).

    Pacific ex-Japan? China? E/ou ASEAN? (Não será os Asian Tigers, pois esses já estão maduros, são os Japão atrasados.)

    E os BRIC? Ou agora são apenas os IC?

     

    O vosso papel também passa por ser mais mentores, do género, explicar os conceitos dos investimentos, tentar explicar o desempenho da carteira e dos mercados? E ser algo didático do ponto de vista mais emocional/comportamental dos vossos investidores (como controlar as emoções, euforia, medo, ganância)? (Quase treinar a inteligência emocional dos vossos clientes. Mais um bocado, já estou a falar de mental coaching for finance. :P)

    Nem me digas que os mercados são eficientes, não acreditas nisso, pois não?

    Os mercados são feitos de pessoas (cada vez menos pessoas em volume de negociação por individuo, devido aos algos e HFT, mas com cada vez mais investidores de retalho, directa ou indirectamente, em número) e por isso não podem ser eficientes. Conheces o termo de Irrational exuberance (bubbles: Tulip Mania, 2000-01, 2007-09, Bitcoin, Telsa, só para falar em algumas)? Depois há muitas ineficiências, como por informação assimétrica. Se os mercados fossem tão eficientes, a arbitragem estava já extinta. ;)

     

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    rui_marreiros
    há 7 horas, 5coroas disse:

    ter ficado confinadas compulsivamente seriam os contagiados

    E como se sabe quem são esses com um período de incubação de 15 dias?

    O problema é que a informação que veio da China foi muito incompleta e só quando a Itália e Espanha tiveram de fechar, se aprendeu alguma coisa. Hoje já sabemos muito sobre este vírus, mas à 4 meses atrás era um completo desconhecido. Não são os contagiados que devem ser confinados compulsivamente mas as pessoas mais vulneráveis, que são uma pequena fracção da sociedade que corre risco muito elevado de vida. 

    Eu costumo disser que aquilo que o governo está a fazer em relação às festas entre jovens está errado, deveriam ser permitidas e encorajadas. O passaporte para essas festas seria "Permitida a entra a indivíduos com idade inferior a 40 anos". Em três meses este grupo ganharia a imunidade de grupo,  e protegeria a restante população. Os com idade entre os 40 e 60 anos, deveria ter alguma protecção e os com problemas cardíacos, diabetes, etc, confinados. A partir dos 60 anos, isolamento social.

    Quando falaram aqui nas centrais nucleares houve uma pequena confusão:

    1- já existe há muito centrais nucleares(fissão), exemplo as do Japão, que funcionam a Plutónio que é um resíduo das centrais nucleares a Urânico (fissão) enriquecido( U235), centrais em França.

    2- a novas centrais nucleares e que se pensa existirem para lá de 2050, são a centrais de fusão (tipo Sol), são centrais limpas, pois funcionam a partir do hidrogénio (não tem nada com a central de Sines) e irá ter como resíduo o hélio, raro na Terra, e que pode ser utilizado a nível industrial - não emitem radioactividade. Os custos de uma central nuclear de fusão é tão elevado, que o consorcio tem o financiamento de 3 grandes potencias, CE, USA e Japão, e a sua construção está a ser realizada em França. Os testes só se iniciam daqui a 10 anos, Uma destas centrais tornará a produção de energia eléctrica tão barata que as outras centrais produtoras, barragens, eólicas, fotovoltaicas, etc, obsoletas.

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    rui_marreiros
    há 1 hora, Zylmaster disse:

    sua eficácia mesmo quando os "buracos" são maiores que o vírus.

    Que confusão, mas como é que vocês pensam que os vírus viajam de um ponto para o outro? Eles não têm asas. Porque se fala muito em aerossol quando damos um espirro. O vírus é pequeno, mas ele viaja numa suspensão, tipo nevoeiro, gotícula de grandes dimensões e por isso é retido pela mascara. No entanto, se a mascara sofrer muitos impactos, a capacidade de penetração das gotículas vai aumentando e o risco de respirarmos alguma coisa aumenta (tempo de vida da mascara como protecção). Mas o papel mais importante da mascara, não é evitar sermos infectados, mas é infectar os outros, pois ao espirramos se não for criado o tal aerossol o risco de contagio termina. Porque é que o governo espanhol está a obrigar toda a gente a usar a mascara, mesmo na rua? Para acabar com a existência de aerossol quando alguém fala e espirra e foi isso que nós fizemos no inicio da pandemia e  deu bons resultados.

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    há 2 horas, Zylmaster disse:

    Dizes que só falas de assunto que dominas mas depois dizes abéculas destas. O mecanismo de funcionamento das N95 nao é só pelo tamanho - tem muitas outras coisas  a acontecer que ajudam a "filtrar" - desde Inertial impaction, Interception, Diffusion, Electrostatic attraction, etc. Isso explica a sua eficácia mesmo quando os "buracos" são maiores que o vírus.

    Dizes que só falas de assunto que dominas mas depois dizes abéculas destas. O mecanismo de funcionamento das N95 nao é só pelo tamanho - tem muitas outras coisas  a acontecer que ajudam a "filtrar" - desde Inertial impaction, Interception, Diffusion, Electrostatic attraction, etc. Isso explica a sua eficácia mesmo quando os "buracos" são maiores que o vírus.

    Mestre,

    Oh "pinscher" com a mania que é "pitbull", quem disse que a eficácia de filtração das máscaras N95 era só devida ao tamanho dos seus poros, a que tu chamas de buracos?

    Tu por acaso já montaste e puseste a funcionar um laboratório que abranja várias áreas ambientais? Tu sabes a diferença entre absorção e adsorção, bem como o que são fenómenos de transferência de massa? Tu sabes o que pode condicionar, positiva e negativamente, os fenómenos de difusão e de precipitação eletrostática de partículas? Tu sabes o que são processos de ultra filtração, e, por acaso, já implementaste tais processos?

    Já que tu és tão esperto, responde-me se a questão seguinte é verdadeira ou falsa e justifica porquê (aqui o Google não te vai ajudar): O ar quente sobe sempre?

     

    Citação: precisam de ter bactérias patogénicas por perto, mas em pouca quantidade, de modo a estimular as bactérias boas e tornar mais ativo e eficaz o nosso sistema de defesa imunitário.

    Gostaria de ver a fonte disto.

    Mestre,

    Isso querias tu saber preguiçoso, é muito à frente para ti e até para alguns profissionais … procura no Dr. Google a ver se encontras. ?

    Por falar em bactérias, na equação de Monod, que facilmente podes ver no Google, és capaz de me apresentar uma equação matemática que traduza o crescimento bacteriano em função do tempo, sem restrições ou condicionantes de substrato, temperatura, pH, …  Assim, do género: Se no tempo zero ou inicial tivermos 1 milhão de ufc/ml num determinado meio líquido, não condicionante, qual é o valor esperado passado 24 horas?

    O parvo sou eu ... em dar-te palco, quando não apresentas nada teu, nem que fosse uma simples imagem ou um pequeno texto com 2 parágrafos teus inovadores. 

    Não queres ir passear o cão e apanhar o seu cocó? Deduzo que mesmo as fezes do animal seriam mais valiosas para o seu reaproveitamento orgânico, do que a caca que produzes neste tópico, de forma reativa e não ativa ... Oh garoto, porta-te como um homem e toma uma iniciativa própria e não motivada por terceiros. 

    Bedrock

     

    Editado por Bedrock
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    Processos de investimento tipo bottom-up e top-down nos fundos acionistas.

    Estes diferentes processos de investimento podem ser visualizados em alguns dos “Analyst Report” dos analistas da Morningstar que fazem sobre os fundos acionistas.

    Apesar das diferenças entre as duas estratégias, ambos os processos de investimento, que podem ser adotados pelos gestores dos fundos, têm o mesmo objetivo: tentar escolher as melhores ações das empresas.

    Vamos então ver as diferenças principais entre estas duas politicas de gestão.

    Top-Down:

    O gestor do fundo que pratica esta estratégia de investimento tem uma orientação de visão do global ou amplo para o específico, em que em 1º lugar olha para o mercado global (top) e usa os dados do mercado para identificar as empresas e marcas-alvo específicas de interesse (down).

    O pressuposto é que, dado o mercado existente e o seu potencial de crescimento, uma determinada empresa pode potencialmente captar uma determinada percentagem do mercado num ano, maior percentagem em 2 anos e assim sucessivamente.

    Por exemplo, se uma empresa criou um aplicativo (app) para iphon, deve-se olhar para o nº de consumidores globais que compram apps para os seus iphones. Se, por ex., existirem 100 milhões de utilizadores de iphones e se 25% desses utilizadores comprarem pelo menos uma aplicação por ano, a partir daqui pode-se extrapolar para estimar o valor de certas variáveis. Se numa perspetiva conservadora, se considerarmos que daqueles potenciais 25 milhões (100 * 0.25) de utilizadores de iphons, que à partida estariam dispostos a comprar apps, só 1% é que efetivamente vai comprar a referida app, então essa empresa que criou a app vai ter um potencial de 250 mil novos clientes no próximo ano e um expetável crescimento nos anos seguintes.

    Os gestores do tipo top-down olham para a economia ampla e global e tentam prever qual será o setor industrial que pode gerar os melhores retornos. Em seguida, olham para as empresas individuais dentro do setor escolhido e adicionam às suas carteiras as que têm melhores perspetivas de lucros. Estes gestores estão mais focados nos retornos que no risco das suas escolhas.

    Por exemplo, numa perspetiva de uma queda das taxas de juro, usando a abordagem de top-down, pode-se determinar que o setor da industria da construção civil habitacional seria o mais beneficiado com as alterações macroeconómicas provocadas pela baixa das taxas de juros e, em seguida, focar a pesquisa para as principais empresas do ramo.

    Bottom-Up:

    Este processo de investimento do fundo assenta na matriz em que os planos e projeções de receitas são baseados em previsões de vendas reais das empresas em análise. Assim, o rendimento potencial de uma determinada empresa em apreciação é calculado através da multiplicação do nº de potenciais vendas, por produto, pelo valor médio da venda. Esta é uma abordagem com um olhar real para uma situação atual e as suas capacidades (visão bottom) e ver, a partir daqui, para onde pode ir (up).

    É óbvio que com este tipo de gestão bottom-up, em que se olha para os números reais e a situação atual, é muito mais difícil obter grandes projeções futuras a partir do presente. Com esta abordagem, a maneira de aumentar as vendas da empresa em análise é aumentar a sua exposição global e assegurar todas as condições necessárias para a divulgação e venda dos produtos ou serviços da empresa (marketing).

    Os gestores de fundos do tipo bottom-up, fazem a seleção das ações com base nos atributos individuais de uma empresa, procurando encontrar empresas robustas e com boas perspetivas de desenvolvimento, independentemente da conjetura macroeconómica mundial ou do setor especifico industrial em que a empresa se enquadra.

    Este tipo de gestor procura comprar ações de empresas que tenham um baixo rácio P/E (Price/Earnings), ou seja, a relação entre a cotação da ação da empresa em análise e o seu lucro gerado. Estes gestores escolhem as empresas pelos seus fundamentais robustos e não ligam muito ao ciclo de negócios ou às condições mais amplas do mercado, pois acreditam que estas empresas fortes estão melhor preparadas que outras, com mais baixos fundamentais, para no futuro poderem melhor resistir às condições adversas do mercado, e é aqui nas tendências de downside (em baixa) do mercado que elas fazem a diferença. Ou seja, esta estratégia é mais do tipo “todo-o-terreno” do mercado e de longo prazo, pelo que incorpora menos risco que a estratégia de top-down.

    Bedrock

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    há 3 horas, rui_marreiros disse:

    Que confusão, mas como é que vocês pensam que os vírus viajam de um ponto para o outro? Eles não têm asas. Porque se fala muito em aerossol quando damos um espirro. O vírus é pequeno, mas ele viaja numa suspensão, tipo nevoeiro, gotícula de grandes dimensões e por isso é retido pela mascara. No entanto, se a mascara sofrer muitos impactos, a capacidade de penetração das gotículas vai aumentando e o risco de respirarmos alguma coisa aumenta (tempo de vida da mascara como protecção). Mas o papel mais importante da mascara, não é evitar sermos infectados, mas é infectar os outros, pois ao espirramos se não for criado o tal aerossol o risco de contagio termina. Porque é que o governo espanhol está a obrigar toda a gente a usar a mascara, mesmo na rua? Para acabar com a existência de aerossol quando alguém fala e espirra e foi isso que nós fizemos no inicio da pandemia e  deu bons resultados.

    " ... gotícula de grandes dimensões e por isso é retido pela mascara."

    As gotículas ou partículas de grandes dimensões não são inaláveis, logo não são perigosas, uma vez que a ação da força da gravidade vai atuar sobre o seu maior peso e depositá-las mais rapidamente, porque a força da gravidade é dominante, neste caso, sobre a a ação da força de arrasto aerodinâmico. A seguir desenvolvo e explico melhor os fenómenos em jogo:

    As principais forças que atuam sobre uma partícula (ou gotícula) no ar são a força da gravidade e a força de arrasto aerodinâmico (vento, correntes térmicas). Para as partículas menores que 10 mícron (PM10), a força de arrasto aerodinâmico é mais importante do que a força da gravidade (peso da partícula), e, sendo assim, a partícula flutua durante mais tempo no ar, seguindo a trajetória da linha da corrente do escoamento, por isso a que se designam as PM10 de partículas inaláveis. Para o caso de partículas de maiores dimensões, a componente vertical da força de gravidade é maior que a componente horizontal da força de arrasto aerodinâmico, por isso é que estas partículas caem mais depressa (maior peso) e se depositam no chão ou superfícies.

    Das partículas inaladas, só as partículas menores que 2.5 mícron (PM2.5) é que chegam aos brônquios e bronquíolos, e só as partículas inferiores a 1.1 mícron é que atingem os alvéolos pulmonares, depositando-se nos mesmos e dificultando assim a troca gasosa da nossa respiração: os capilares do sangue venoso dão CO2, vapor de água e H2 (mais incomum, resultante de processos anóxicos) e recebem o oxigénio do ar que inalamos, transformando-se assim novamente em sangue arterial para fornecimento da atividade celular.

    Bedrock

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    há 9 horas, rui_marreiros disse:

    Que confusão, mas como é que vocês pensam que os vírus viajam de um ponto para o outro? Eles não têm asas. Porque se fala muito em aerossol quando damos um espirro. O vírus é pequeno, mas ele viaja numa suspensão, tipo nevoeiro, gotícula de grandes dimensões e por isso é retido pela mascara. No entanto, se a mascara sofrer muitos impactos, a capacidade de penetração das gotículas vai aumentando e o risco de respirarmos alguma coisa aumenta (tempo de vida da mascara como protecção). Mas o papel mais importante da mascara, não é evitar sermos infectados, mas é infectar os outros, pois ao espirramos se não for criado o tal aerossol o risco de contagio termina. Porque é que o governo espanhol está a obrigar toda a gente a usar a mascara, mesmo na rua? Para acabar com a existência de aerossol quando alguém fala e espirra e foi isso que nós fizemos no inicio da pandemia e  deu bons resultados.

    Eu sou da Ilha da Madeira, o Governo Regional decretou o uso de máscara obrigatório em todos os espaços públicos a partir de 1 de Agosto (incluindo ao ar livre)...não têm noção da confusão que por aqui vai, nas redes sociais. ??‍♂️

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    rui_marreiros

    A distribuição por tamanhos das gotas que são emitidas quando uma pessoa com tosse, mas a formação de aerossóis também ocorre de forma natural nos processos relacionados com o sistema respiratório de uma pessoa (tosse, espirros, verbalização, respiração, etc.).

    há 7 minutos, NunoSousa05 disse:

    Ilha da Madeira, o Governo Regional decretou o uso de máscara obrigatório em todos os espaços públicos a partir de 1 de Agosto (incluindo ao ar livre)...

    image.png.635e36858755061e5ca6f7e8e9299e86.png

    Se calhar essa será a medida mais acertada para todos se quisermos reduzir dentro de uma comunidade o número de contágios a valores muito baixos.

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    há 3 minutos, rui_marreiros disse:

    A distribuição por tamanhos das gotas que são emitidas quando uma pessoa com tosse, mas a formação de aerossóis também ocorre de forma natural nos processos relacionados com o sistema respiratório de uma pessoa (tosse, espirros, verbalização, respiração, etc.).

    image.png.635e36858755061e5ca6f7e8e9299e86.png

    Se calhar essa será a medida mais acertada para todos se quisermos reduzir dentro de uma comunidade o número de contágios a valores muito baixos.

    Eu acredito que sim...

    Mas a maioria das pessoas não, já andam a assinar uma petição. Até porque supostamente a medida não tem suporte legal. 

    30€ de multa para quem não cumprir. 

    Com a chegada de cada vez mais turistas à região...eu vou usar ☺️

    Com ou sem obrigatoriedade. 

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    Mouro Emprestado
    há 12 horas, NunoSousa05 disse:

    Voltando a esta questão e à dúvida que me surgiu nesta discussão...

    Experimentei fazer um backtest num EUPP com o MSCI World Momentum Factor no lugar do "tradicional" MSCI World.

    Em que com MSCI World tenho desde Março de 2015:

    CAGR: 4,75%

    STD Deviation: 0.07

    Sharpe Ratio: 0.73

    Max Drawdown: -8,8%

    TER: 0,25%

     

    Com MSCI World Momentum Factor para o mesmo período:

    CAGR: 5,91%

    STD Deviation: 0.07

    Sharpe Ratio: 0.86

    Max Drawdown: -8,5% 

    TER: 0,30%

     

    Ambos os Max Drawdown foram no mesmo período. 

    A restante composição do EUPP, no backtesting foi:

    25% - Gold

    25% - Euro Bonds 25y+

    25% - Euro Bonds 1-3y

    Interesting ?

    Como é que fizeste esse backtest? Fizeste rebalanceamentos e se sim, com que regularidade?

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