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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    A 17/07/2020 às 21:44, Rick Lusitano disse:

    causalidade de Granger

    Hoje estava a ler um white paper e falaram disso. Nunca tinha lido/ouvido falar. Já está na lista de coisas a desenvolver em python para poder aplicar no futuro. Era mesmo isso que eu queria. Boa. Obrigado pela dica!

    P.S. Imaginei que haveria algo deste género mas não sabia o que era

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    há 5 horas, Cardoso24 disse:

    Eu tinha ideia que neste caso foi apenas um ressalto num Bear Market).
     

    Se o ciclo anterior era um Bull Market, não deveria ser necessário passar os máximos anteriores para entrarmos num novo Bull Market?

    Estamos na chamada "tesão do mijo".

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    Antonio84Pereira
    A 15/06/2020 às 12:25, D@vid disse:

    E as obrigações? ?

    1 mês:

    AXAWF Global High Yield Bds E Cap +4,73%

    NB Obrigações Europa +4,59%

    NB Rendimento Plus +4,3%

    PIMCO GIS Divers Inc E EURH +3,8%

    PIMCO GIS Glb Hi Yld Bd E EURH +3,42%

    Nordea 1 - European Cross Credit +2,48%

     

    @D@vid e as obrigações? Continua tudo assim? Só se fala de stocks e mais stocks.

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    Rick Lusitano
    há 3 horas, Virtua disse:

    Hoje estava a ler um white paper e falaram disso. Nunca tinha lido/ouvido falar. Já está na lista de coisas a desenvolver em python para poder aplicar no futuro. Era mesmo isso que eu queria. Boa. Obrigado pela dica!

    P.S. Imaginei que haveria algo deste género mas não sabia o que era

    Pensava que conhecias a causalidade de Granger. É "apenas" um "simples" teste. Com uma linha de código e voilá. ;)

    A Causalidade de Granger, pode ser unidirecional (a variável causa Granger à outra variável, num sentido único) ou bidireccional (ambas variáveis causam Granger entre si, tipo um loop ad eternum).

     

    Não me esqueço de uma estória que aprendi nas primeiras aulas de Econometria. Algo do género:

    "No Verão, há muito consumo de gelados, e há muitas mortes por afogamento. Logo podemos deduzir que as mortes por afogamento se devem ao consumo de gelados?"

     

    Bottom-line, por vezes há variáveis que estão aparentemente correlacionadas entre si, mas elas o estão indirectamente, por uma variável comum a elas, por vezes não visível, que provoca uma correlação, mas que não quer dizer que provocam efeitos entre elas (causa-efeito ou na Econometria, a causalidade).

    No exemplo acima, a variável em comum, será o calor, que acaba por ser o denominador comum que causa tanto o aumento de consumo de gelados e o aumento das mortes por afogamento.

     

    Citação

    O teste de causalidade proposto por Granger visa superar as limitações do uso de simples correlações entre variáveis.[1] Essa distinção é de fundamental importância porque correlação não implica por si só em causalidade (relação de causa e efeito).

    A identificação de uma relação estatística entre duas variáveis, por mais forte que seja, não pode ser o único critério para estabelecer uma relação causal entre elas.

    O teste de causalidade de Granger procura determinar o sentido causal entre duas variáveis, estipulando que X "Granger-causa" Y se valores passados de X ajudam a prever o valor presente de Y.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Causalidade_de_Granger

    Editado por Rick Lusitano
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    Era mais fácil dizer que há mais afogamentos no Verão porque existe uma afluência ás praias maior que no Inverno lol, outra casualidade de Granger, quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? ?

    Com tantas teorias vocês qualquer dia ficam cá com um cabeção jasus ?

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    Principais limitações estruturais teóricas dos index funds.

    Os index funds ao replicarem os respetivos índices dos mercados bolsistas de acordo com a sua capitalização bolsista (a capitalização bolsista de uma empresa corresponde aos valores que a mesma vai tendo em bolsa de acordo com a flutuação do preço de cotação da sua ação empresarial, sendo que o valor dessa capitalização bolsista é igual ao preço da ação a multiplicar pelo nº de ações em circulação), apresentam diversas limitações teóricas estruturais de base para a maximização dos retornos, que a seguir vou expor:

    1. O maior sucesso do investimento de médio-longo prazo, com a maximização do lucro, corresponde à utilização de estratégias do tipo contrarian, a qual não dá importância às "modas" ou tendências temporárias dos trajetos dos preços dos ativos, focando-se sim no  potencial dos ativos em poderem gerar valor num horizonte de médio-longo prazo, mais do que uma pequena valorização dos preços no curto prazo, sendo que este tipo de estratégia segue basicamente o seguinte princípio fundamental: comprar barato e vender caro, explorando ao máximo o potencial de geração de valor dos ativos detidos.

    Na prática, isto quer dizer que se vão comprar os ativos após sell offs acentuadas, das quais resultam ativos baratos, podendo constituir verdadeiras pechinchas de compra (saldos), ou seja, compra-se após a manada da maioria dos investidores estarem num processo de venda em pânico; depois quando o mercado começa a ficar sobreaquecido, porque a grande manada de investidores está toda a comprar, está na altura de vender porque os ativos já estão demasiados caros, sendo que o preço de cotação das ações empresariais já está sobrestimado em relação ao real valor empresarial dessas ações. Daí este tipo de estratégia se designar de contrarian, ou seja, este tipo de investidores têm uma correlação negativa com a manada da maioria dos investidores, o que, consequentemente, quer dizer que têm também uma correlação negativa com o preço de cotação bolsista dos ativos acionistas, tendo, sim, uma correlação positiva com o valor (value, não price) real intrínseco desses ativos empresariais.

    2. Ora acontece que os index funds tendem a fazer exatamente o contrário, uma vez que, ao fazerem a sua alocação de ativos de acordo com a sua capitalização bolsista, estão a sobreponderar os grandes vencedores de ontem, logo ativos mais caros e logicamente com menor potencial de valorização futura, estando assim a perpetuar no tempo o efeito momentum (este efeito quer dizer que se um ativo está, no presente, num processo de valorização, então a sua tendência seria continuar essa valorização no futuro mais próximo) quando, por definição, esse efeito é de ultra curto prazo, sendo que o mesmo incorpora um conceito de um mercado não totalmente livre entre a oferta e a procura, devido a esse arrastamento temporal dos preços provocado por esse referido efeito momentum.

    3. Outra limitação estrutural dos index funds diz respeito ao facto de que os mesmos não têm em conta nem os fundamentais nem a avaliação (valuation) da valorização/desvalorização dos ativos constituintes do seu portfolio. Assim, podem estar a incorporar riscos significativos e desnecessários na sua alocação, que é cega quanto à diferenciação desses 2 fatores essenciais da análise fundamental e alocam apenas o capital em função do tamanho dos ativos, de acordo com a capitalização bolsista, em vez de alocarem em função dos retornos esperados e dos respetivos riscos inerentes constantes do processo de valuation dos ativos. Ou seja, alocam em função da quantidade e não da qualidade.

    4. A existência dos index funds só é possível porque há um qualquer mercado para replicar, mas, por sua vez, os mercados acionistas só existem porque há trading diário e gestão ativa de compra e venda de ativos bolsistas, sendo que são os gestores ativos que, ao praticarem a due diligence às empresas (vão diretamente às empresas verificar e analisar todos os dados sobre a produção, vendas, inovação tecnológica, saúde financeira e todo o processo da fileira do negócio), facilitam a descoberta de preços mais ou menos atrativos e assim contribuem para a existência de mais e melhor mercado competitivo, pois caso contrário, na ausência de mercado livre e competitivo, não haveria mercado, logo também não haveria index funds, pois não existia nada para replicar (para replicar um portfolio de ovos, é preciso que hajam galinhas poedeiras).

    Bedrock

    Editado por Bedrock
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    Filipeferreira,

    O que é que tu andas a fazer por este forum ... és um triste e cobarde que se esconde atrás de um teclado, só para pôr votos negativos, ao mesmo tempo, que não escreves nada ... será que tu és um analfabeto que não sabe construir uma simples frase ... nem que seja esta frase: " vou atirar-me para dentro de uma fossa sética para ver se consigo lá respirar".

    Big vacuum ideas in a big head gives a low brain density that float on "stupid" polluted water.

    Editado por Bedrock
    • Obrigado 1
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    Especialmente para o user Zylmaster (deve ser mestre em qualquer coisa) que não gosta das imagens técnicas on topic que postei, vou a seguir postar 2 imagens, que foram produzidas literalmente por mim, as quais não devo explicá-las ao Zylmaster, não porque são spam mas porque são off topic. De qualquer maneira, não deixam de ser imagens com uma boa apresentação plástica, que até nos deixa com água na boca e a salivar.

     

     

    10102010002.jpg

    10102010003.jpg

    Editado por Bedrock
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    há 1 hora, Bedrock disse:

    , apresentam diversas limitações teóricas estruturais de base para a maximização dos retornos, que a seguir vou expor:

     

     

    E como é que justificas o facto da gestão ativa na maioria dos casos não conseguir bater (ou pelo menos durante muito tempo) os index? Não andam estes gestores a utilizar as estratégias que elencaste (ou não estão a usá-las devidamente?!?)? O que parece é que saindo do refugio de "todo o mercado", na ansia da maximização dos retornos, poucas vezes saiem a ganhar, pois afastam-se das estrategias que também procuram a minimização das perdas

    Deduzo que pratiques o que apregoas...como tal, comparativamente por exemplo ao SP500, que performance tens conseguido obter?

    Editado por 5coroas
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    há 1 hora, 5coroas disse:

     

    E como é que justificas o facto da gestão ativa na maioria dos casos não conseguir bater (ou pelo menos durante muito tempo) os index? Não andam estes gestores a utilizar as estratégias que elencaste (ou não estão a usá-las devidamente?!?)? O que parece é que saindo do refugio de "todo o mercado", na ansia da maximização dos retornos, poucas vezes saiem a ganhar, pois afastam-se das estrategias que também procuram a minimização das perdas

    Deduzo que pratiques o que apregoas...como tal, comparativamente por exemplo ao SP500, que performance tens conseguido obter?

    Citaste este extrato de frase "... apresentam diversas limitações teóricas estruturais de base para a maximização dos retornos..."  do meu post, sendo que pus a negrito a palavra "maximização", para início de conversa.

    Maximização significa otimização, seja de um processo de investimento ou de um qualquer processo produtivo, sendo que para que seja possível atingir valores próximo do topo, é preciso que o seu processo estrutural o permita, não tendo à partida limitações teóricas. Maximização/otimização é diferente de médias, como toda a gente entende, dou um exemplo: o processo de estrutura de um ensino pedagógico seguido por uma determinada escola, permitiu obter resultados de 100 % por parte de alguns alunos; contudo esta escola teve resultados gerais, em média, inferiores aos de outra escola que segue um diferente processo pedagógico, mas esta última escola não teve nenhum aluno que atingisse um resultado de 100 %, não porque os alunos desta escola tenham mais problemas cognitivos de aprendizagem que a outra escola, mas sim porque, pedagogicamente, o seu processo educativo estava à partida mal estruturado, dificultando, desse modo, uma cabal aprendizagem por parte dos alunos. 

    A grande crítica que se faz à gestão ativa dos fundos é de que a mesma gera maioritariamente menos rentabilidade do que os respetivos index funds depois de comissões. E isso é um facto, pois os desequilíbrios entre as rentabilidades da gestão passiva e ativa têm essencialmente a ver com os desequilíbrios das respetivas taxas cobradas, sendo que esta diferença perpetuada no tempo tem um efeito similar mas contrário ao dos juros compostos (capitalização), por isso é que, no longo prazo, essas diferenças nas rentabilidades médias dos 2 tipos de gestão são ainda mais acentuadas.

    Só que este problema das rentabilidades médias da gestão ativa é o resultado dessa realidade matemática da diferença de comissões e não propriamente da gestão ativa em si, pelo contrário. Segundo o principio fundamental de Sharpe, a soma acumulada de todos os investimentos seria igual ao retorno do mercado, o que exclui as comissões. Por isso o mal não está na gestão ativa, está sim na matemática da diferença das taxas pagas, isto porque uma gestão ativa com um processo adequado de stock picking de geração de valor (value), deve dar sempre melhores rentabilidades, antes de comissões, que as da gestão passiva.

    Para além disso, existe uma grande falácia estatistica na comparação das estratégias de gestão passiva vs gestão ativa, pois uma grande parte desses fundos considerados ativos, não são verdadeiramente ativos, sendo closet index, uma vez que replicam quase a totalidade dos respetivos índices de referência ou benchmarks, logo não podemos comparar estruturas supostamente diferentes quando na prática têm quase a mesma estrutura de composição de base. Não se pode comparar uma estrutura de betão armado, que tem cimento, inertes e aço, com uma estrutura elaborada por um gestor-pedreiro que se esqueceu de colocar o aço, é que neste caso o pedreiro fez uma argamassa de cimento e não betão armado. O erro não é da fórmula matemática seguida pelo projetista, mas sim do pedreiro que não cumpriu o projeto estipulado.

    Bedrock

    P.S. Estou cansado deste tipo de discussões, pois há pessoas que dão mais importância a uma máquina chinesa que produz mais preservativos que uma máquina alemã, mas, em contrapartida, esquecem a diferença da qualidade dos preservativos: os preservativos alemães ainda não engravidaram nenhuma mulher, enquanto os preservativos chineses já engravidaram mães, filhas e até algumas netas adolescentes.

     

    Editado por Bedrock
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    há 3 horas, Bedrock disse:

    Principais limitações estruturais teóricas dos index funds.

    Os index funds ao replicarem os respetivos índices dos mercados bolsistas de acordo com a sua capitalização bolsista (a capitalização bolsista de uma empresa corresponde aos valores que a mesma vai tendo em bolsa de acordo com a flutuação do preço de cotação da sua ação empresarial, sendo que o valor dessa capitalização bolsista é igual ao preço da ação a multiplicar pelo nº de ações em circulação), apresentam diversas limitações teóricas estruturais de base para a maximização dos retornos, que a seguir vou expor:

    1. O maior sucesso do investimento de médio-longo prazo, com a maximização do lucro, corresponde à utilização de estratégias do tipo contrarian, a qual não dá importância às "modas" ou tendências temporárias dos trajetos dos preços dos ativos, focando-se sim no  potencial dos ativos em poderem gerar valor num horizonte de médio-longo prazo, mais do que uma pequena valorização dos preços no curto prazo, sendo que este tipo de estratégia segue basicamente o seguinte princípio fundamental: comprar barato e vender caro, explorando ao máximo o potencial de geração de valor dos ativos detidos.

    Na prática, isto quer dizer que se vão comprar os ativos após sell offs acentuadas, das quais resultam ativos baratos, podendo constituir verdadeiras pechinchas de compra (saldos), ou seja, compra-se após a manada da maioria dos investidores estarem num processo de venda em pânico; depois quando o mercado começa a ficar sobreaquecido, porque a grande manada de investidores está toda a comprar, está na altura de vender porque os ativos já estão demasiados caros, sendo que o preço de cotação das ações empresariais já está sobrestimado em relação ao real valor empresarial dessas ações. Daí este tipo de estratégia se designar de contrarian, ou seja, este tipo de investidores têm uma correlação negativa com a manada da maioria dos investidores, o que, consequentemente, quer dizer que têm também uma correlação negativa com o preço de cotação bolsista dos ativos acionistas, tendo, sim, uma correlação positiva com o valor (value, não price) real intrínseco desses ativos empresariais.

    2. Ora acontece que os index funds tendem a fazer exatamente o contrário, uma vez que, ao fazerem a sua alocação de ativos de acordo com a sua capitalização bolsista, estão a sobreponderar os grandes vencedores de ontem, logo ativos mais caros e logicamente com menor potencial de valorização futura, estando assim a perpetuar no tempo o efeito momentum (este efeito quer dizer que se um ativo está, no presente, num processo de valorização, então a sua tendência seria continuar essa valorização no futuro mais próximo) quando, por definição, esse efeito é de ultra curto prazo, sendo que o mesmo incorpora um conceito de um mercado não totalmente livre entre a oferta e a procura, devido a esse arrastamento temporal dos preços provocado por esse referido efeito momentum.

    3. Outra limitação estrutural dos index funds diz respeito ao facto de que os mesmos não têm em conta nem os fundamentais nem a avaliação (valuation) da valorização/desvalorização dos ativos constituintes do seu portfolio. Assim, podem estar a incorporar riscos significativos e desnecessários na sua alocação, que é cega quanto à diferenciação desses 2 fatores essenciais da análise fundamental e alocam apenas o capital em função do tamanho dos ativos, de acordo com a capitalização bolsista, em vez de alocarem em função dos retornos esperados e dos respetivos riscos inerentes constantes do processo de valuation dos ativos. Ou seja, alocam em função da quantidade e não da qualidade.

    4. A existência dos index funds só é possível porque há um qualquer mercado para replicar, mas, por sua vez, os mercados acionistas só existem porque há trading diário e gestão ativa de compra e venda de ativos bolsistas, sendo que são os gestores ativos que, ao praticarem a due diligence às empresas (vão diretamente às empresas verificar e analisar todos os dados sobre a produção, vendas, inovação tecnológica, saúde financeira e todo o processo da fileira do negócio), facilitam a descoberta de preços mais ou menos atrativos e assim contribuem para a existência de mais e melhor mercado competitivo, pois caso contrário, na ausência de mercado livre e competitivo, não haveria mercado, logo também não haveria index funds, pois não existia nada para replicar (para replicar um portfolio de ovos, é preciso que hajam galinhas poedeiras).

    Bedrock

    https://www.journalofaccountancy.com/issues/2000/apr/indexfundscriticismsandcomments.html

    Há 20 anos, VINTE anos, ja enumeravam vários desses pontos.

    Cheira-me que daqui a 20 anos esta discussão ainda se vai manter.. e com os mesmo argumentos de sempre.

    Entretanto continuam a ser uma grande ferramenta para o investidor mediano poder rentabilizar os frutos do seu trabalho.

    EDIT:

    Em 2000 ja se dizia isto:

    “Passive vs. active investment was the area of greatest feedback from readers.”

    ?

    Editado por Lezz
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    há 1 hora, 5coroas disse:

    Bedrock, pergunta-te é a ti próprio porque é que te deixas afectar tanto por criticas ou votos negativos de anónimos num forum. 

    5coroas,

    Eu não me deixo afetar por criticas construtivas, mas vou sempre reagir a críticas sem alternativa alguma, critica pela critica do bota abaixo , pior ainda, é a ausência material de qualquer crítica, que, logicamente, não permite um qualquer contraditório, como acontece com o analfabeto do user Filipeferreira.

    Mas para mim é sempre mais importante ter um amigo 5estrelas, ou como dizem os brasileiros "nota 10", do que conhecer uma pessoa de 5coroas. ☺️

     

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    há 7 horas, Bedrock disse:

    5coroas,

    Eu não me deixo afetar por criticas construtivas, mas vou sempre reagir a críticas sem alternativa alguma, critica pela critica do bota abaixo , pior ainda, é a ausência material de qualquer crítica, que, logicamente, não permite um qualquer contraditório, como acontece com o analfabeto do user Filipeferreira.

    Mas para mim é sempre mais importante ter um amigo 5estrelas, ou como dizem os brasileiros "nota 10", do que conhecer uma pessoa de 5coroas. ☺️

     

    Ia um dia o filosofo Socrates pela rua quando aparece um rapazola que inesperadamente lhe dá um pontapé; Socrates continou a andar como se nada fosse; algumas pessoas viram e indignadas perguntaram ao Socrates, porque é que não retaliou; Socrates respondeu: se um burro vos der um coice, vocês não se vão vingar do burro, pois não? As pessoas compreenderam e riram-se do rapazola (veio depois a suicidar-se porque todos gozavam com ele por causa deste episódio). 

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    há 8 horas, Bedrock disse:

    Citaste este extrato de frase "... apresentam diversas limitações teóricas estruturais de base para a maximização dos retornos..."  do meu post, sendo que pus a negrito a palavra "maximização", para início de conversa.

    Maximização significa otimização, seja de um processo de investimento ou de um qualquer processo produtivo, sendo que para que seja possível atingir valores próximo do topo, é preciso que o seu processo estrutural o permita, não tendo à partida limitações teóricas. Maximização/otimização é diferente de médias, como toda a gente entende, dou um exemplo: o processo de estrutura de um ensino pedagógico seguido por uma determinada escola, permitiu obter resultados de 100 % por parte de alguns alunos; contudo esta escola teve resultados gerais, em média, inferiores aos de outra escola que segue um diferente processo pedagógico, mas esta última escola não teve nenhum aluno que atingisse um resultado de 100 %, não porque os alunos desta escola tenham mais problemas cognitivos de aprendizagem que a outra escola, mas sim porque, pedagogicamente, o seu processo educativo estava à partida mal estruturado, dificultando, desse modo, uma cabal aprendizagem por parte dos alunos. 

    A grande crítica que se faz à gestão ativa dos fundos é de que a mesma gera maioritariamente menos rentabilidade do que os respetivos index funds depois de comissões. E isso é um facto, pois os desequilíbrios entre as rentabilidades da gestão passiva e ativa têm essencialmente a ver com os desequilíbrios das respetivas taxas cobradas, sendo que esta diferença perpetuada no tempo tem um efeito similar mas contrário ao dos juros compostos (capitalização), por isso é que, no longo prazo, essas diferenças nas rentabilidades médias dos 2 tipos de gestão são ainda mais acentuadas.

    Só que este problema das rentabilidades médias da gestão ativa é o resultado dessa realidade matemática da diferença de comissões e não propriamente da gestão ativa em si, pelo contrário. Segundo o principio fundamental de Sharpe, a soma acumulada de todos os investimentos seria igual ao retorno do mercado, o que exclui as comissões. Por isso o mal não está na gestão ativa, está sim na matemática da diferença das taxas pagas, isto porque uma gestão ativa com um processo adequado de stock picking de geração de valor (value), deve dar sempre melhores rentabilidades, antes de comissões, que as da gestão passiva.

    Para além disso, existe uma grande falácia estatistica na comparação das estratégias de gestão passiva vs gestão ativa, pois uma grande parte desses fundos considerados ativos, não são verdadeiramente ativos, sendo closet index, uma vez que replicam quase a totalidade dos respetivos índices de referência ou benchmarks, logo não podemos comparar estruturas supostamente diferentes quando na prática têm quase a mesma estrutura de composição de base. Não se pode comparar uma estrutura de betão armado, que tem cimento, inertes e aço, com uma estrutura elaborada por um gestor-pedreiro que se esqueceu de colocar o aço, é que neste caso o pedreiro fez uma argamassa de cimento e não betão armado. O erro não é da fórmula matemática seguida pelo projetista, mas sim do pedreiro que não cumpriu o projeto estipulado.

    Bedrock

    P.S. Estou cansado deste tipo de discussões, pois há pessoas que dão mais importância a uma máquina chinesa que produz mais preservativos que uma máquina alemã, mas, em contrapartida, esquecem a diferença da qualidade dos preservativos: os preservativos alemães ainda não engravidaram nenhuma mulher, enquanto os preservativos chineses já engravidaram mães, filhas e até algumas netas adolescentes.

     

    Acho que as comissões por si só não são as grandes responsaveis pela pouca diferença de resultados; já quanto ao argumento dos closet index, aí penso que tens razão, infelizmente e tal como disseste não se encontram muitos FI que não o sejam. Mas não me respondeste à pergunta que fiz sobre a tua performance pessoal vs SP500; suponho que tenhas uma carteira recheada com FI activos (não closet index), como é que te tens saído? Não estou a opor-me à tua estratégia, apenas gostaria de saber como tem corrido as coisas fazendo uso de uma estratégia fora do comum.

    • Voto Positivo 1
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    há 11 horas, Bedrock disse:

    Especialmente para o user Zylmaster (deve ser mestre em qualquer coisa) que não gosta das imagens técnicas on topic que postei, vou a seguir postar 2 imagens, que foram produzidas literalmente por mim, as quais não devo explicá-las ao Zylmaster, não porque são spam mas porque são off topic. De qualquer maneira, não deixam de ser imagens com uma boa apresentação plástica, que até nos deixa com água na boca e a salivar.

    Realmente alguem tinha razão quando disse "a inocência de quem nao conhece o bedrock".

    Sugiro que passes mais tempo nesses cozinhados (que têm bom aspecto) do que aqui no forum. Tu ficas mais bem-disposto e nós também. Win-win. 

     

    Quanto ao resto dos argumentos sobre gestão activa, não apresentas nada de novo (tudo ideias antigas, já bastante teorizadas). Apenas misturas umas frases sobre sal, picante, etc (sem qq relevância). Tens um texto gigante para algo que podias dizer em 2 parágrafos. 

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    há 2 horas, 5coroas disse:

    Acho que as comissões por si só não são as grandes responsaveis pela pouca diferença de resultados; já quanto ao argumento dos closet index, aí penso que tens razão, infelizmente e tal como disseste não se encontram muitos FI que não o sejam. Mas não me respondeste à pergunta que fiz sobre a tua performance pessoal vs SP500; suponho que tenhas uma carteira recheada com FI activos (não closet index), como é que te tens saído? Não estou a opor-me à tua estratégia, apenas gostaria de saber como tem corrido as coisas fazendo uso de uma estratégia fora do comum.

    Por falar em performance pessoal vs SP500

    Eu sei que vocês são contra análises técnicas..mas no outro dia vi uma estratégia muito simples e que pode ser facilmente aplicada em fundos de índices. Sejam eles mutual funds ou etfs. Quem apresentou a estratégia, apresentou o backtest e a comparação com a performance do S&P500, sendo que teve uma performance muito superior à do SP500 desde 2009.

    Podes aplicar esta estratégia nos diferentes sectores do mercado. É simples....

    Compras quando a cotação do mercado passar para cima da Moving Average de 50 dias e vendes quando a cotação do mercado cair abaixo da Moving Average de 50 dias.

     

    Eu encontro me a simular esta estratégia num Excel, com um pequeno twist. Que é usar o RSI indicator, para identificar zonas de overbought para maximizar os lucros, para que não tenha que esperar que a cotação do mercado passe abaixo da Moving Average de 50 dias, para vender. 

     

    Estou a testar. A ver se resulta ☺️

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    A 25/07/2020 às 08:48, 5coroas disse:

    Acho que as comissões por si só não são as grandes responsaveis pela pouca diferença de resultados; já quanto ao argumento dos closet index, aí penso que tens razão, infelizmente e tal como disseste não se encontram muitos FI que não o sejam. 

    5coroas,

    Estás enganado quanto ao peso em como a diferença de comissões, entre a gestão ativa e passiva, podem afetar as rentabilidades finais com períodos de longo prazo, pois as diferenças entre as comissões anuais podem ser superiores a 2-3 %, e como esta diferença anual tem o efeito multiplicativo, ao longo dos anos, como no caso dos juros compostos, então num time frame alargado dá bastante dinheiro de diferença. Na prática, é como um FIGA, comparativamente com um ETF passivo, tivesse anualmente juros negativos e o ETF juros positivos, com ampliação dessa diferença pelo efeito multiplicativo dos "juros compostos".

    Editado por Bedrock
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    há 22 horas, Rick Lusitano disse:

    "No Verão, há muito consumo de gelados, e há muitas mortes por afogamento. Logo podemos deduzir que as mortes por afogamento se devem ao consumo de gelados?"

    Bottom-line, por vezes há variáveis que estão aparentemente correlacionadas entre si, mas elas o estão indirectamente, por uma variável comum a elas, por vezes não visível, que provoca uma correlação, mas que não quer dizer que provocam efeitos entre elas (causa-efeito ou na Econometria, a causalidade).

    https://www.tylervigen.com/spurious-correlations

    Tenho que testar essa estatística depois de perceber a fundo os outputs que aquilo me dá ?

    há 22 horas, Rick Lusitano disse:

    Pensava que conhecias a causalidade de Granger. É "apenas" um "simples" teste. Com uma linha de código e voilá. ;)

    Costumas programar? Só para saber se eles agora já ensinam R ou python nas faculdades e ter mais alguém com quem trocar ideias

    Editado por Virtua
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