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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Rick Lusitano
    há 20 horas, Virtua disse:

    O que quer dizer que poderiam ganhar dinheiro com isso, correcto? A pergunta mantém-se. Se sabem ou conseguem ganhar dinheiro com isso pk não eles próprios os bilionários? (em vez de serem "apenas" advisors)*

    * Devo dizer que houve (há?) de facto pessoas (alguns hedge funds) que ganharam dinheiro da forma que dizes. Inside trading é ilegal e há uns anos (8/10) atrás houve uma série de prisões.

    ** O pessoal das teorias das conspirações tem de "get their shit together" até porque HÁ coisas que podiam ser mais faladas, que são reais, e eles focam-se em fumo. Se formos pela realidade os bancos normalmente não estão preocupados em ganhar dinheiro dando boas recomendações aos clientes (como aparenta o artigo). Basta pesquisar no google por: ABACUS 2007-AC1. Com tanta realidade "Juicy" e histórias escandalosas não percebo o enfoque em coisas improváveis. Leiam mais Michael Lewis. Esse é bom em "teorias da conspiração" reais!! Até fiquei parvo com as revoluções que aconteceram pós flash-boys, mesmo que tenham sido mais show que outra coisa (https://tinyurl.com/y8wdeyeu

    E os senadores ou congressistas republicanos dos US que em Janeiro tiveram acesso a relatórios secretos sobre o COVID e fizeram transações antes dos mercados terem conhecimento dessa informação. ;)

    Pode-se se afirmar que é inside trading?

    Sei que os financeiros e funcionários de empresas estão abrangidos por regulamentos anti-inside trading, mas desconheço os políticos.

    O que sei é que gerou burburinho nos media, mas não sei se isso teve algumas consequências legais.

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

    Posted Images

    há 3 horas, D@vid disse:

    E não é que subiu? devo ter insight informations ?

    Hahaha ?

    Eu por acaso tenho um ACC ETF de países emergentes (EMQQ) que meti dinheiro a umas semanas atrás e aproveitei para reforçar ☺️

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    há 3 horas, Mouro Emprestado disse:

    Quanto menos vale o dinheiro, menor o retorno das treasuries e maior o retorno do ouro.

    Ou, a contrario, se as taxas de juros diminuem, o USD sofre uma desvalorização face ao Ouro. Faz sentido...

    Agora... dá para fazer o mesmo raciocínio mas começando em 1980 ? ? ? , já depois do Paul Volker ter entrado para o FED com o intuito de diminuir a inflação de 2 dígitos? 

    No outro dia vi um gráfico engraçado que relacionava o ouro com o dólar. A disparidade no valor de ambos, assume proporções cada vez maiores a partir de 2008 com os bailouts e os quantitative easings...

    Curioso para ver um gráfico do gênero mas com os dados de 2020 depois de ter sido despejado tantos dólares para a economia. ?

     

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    Rick Lusitano
    há 6 horas, Virtua disse:

    Este gráfico está espetacular:

    image.thumb.png.db09c9ec0433760439b715227e01f89b.png

    (e não me refiro ao trabalho que me deu, 2 eixos, um invertido)

    Artigo completo: https://www.futureproof.pt/blog/love-over-gold (artigo do Vítor)

    Duas perguntas algo teóricas, como estás a usar taxa de juro real com os preços do ouro:

     

    - Não deverias usar log returns para o ouro em vez do preço? (Preços vs taxas, usar log para ter a mesma base comparável)

    (Senão, estás a comparar valores absolutos com valores relativos, logo escalas de crescimento diferentes.)

     

    - Se usas uma variável ajustada à inflação (taxa de juro real), a outra variável não deveria estar ajustada também à inflação (preço do ouro)? E neste caso, as duas variáveis ajustadas à inflação (preços constantes) têm de ter o mesmo ano base.

    (Senão, é como comparar a dívida publica a preços correntes com o PIB real (preços constantes), ou então usar o ano base 2011 para dívida pública e o ano base 2016 para o PIB.)

     

    Estou a questionar, para saber o que está por detrás, para poder usar correctamente a informação oferecida pelo gráfico.

    Editado por Rick Lusitano
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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    E os senadores ou congressistas republicanos dos US que em Janeiro tiveram acesso a relatórios secretos sobre o COVID e fizeram transações antes dos mercados terem conhecimento dessa informação. ;)

    Acho que isso está exagerado. Não li a fundo sobre o assunto mas sei que na altura já se falava muito sobre o COVID etc etc por isso não achei que devia ser info assim tãaaaao nova. A China já tinha feito lockdown etc etc...

    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    - Não deverias usar log returns para o ouro em vez do preço? (Preços vs taxas, usar log para ter a mesma base comparável)

    (Senão, estás a comparar valores absolutos com valores relativos, logo escalas de crescimento diferentes.)

    Penso que neste caso embora seja uma % podes olhar para as taxas como um valor absoluto. A diferença entre as taxas é que tem de ser em valor relativo. Como sabes muita gente acha que entre 1.4% para 1.5% é uma variação de 0.1%, o que está obviamente errado. Nesse caso sim, teria claro que usar retornos relativos.

    Mas, como disse, embora seja uma % acho que podes olhar de forma absoluta para uma taxa de juro (não para as variações)

    Editado por Virtua
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    Francisco Martins
    4 hours ago, Virtua said:

    Posso perguntar, se não leste o artigo como chegaste a essa conclusão? Só olhando para o gráfico? (espanto positivo, não é critica, até pk tens razão)

    Há uns meses atrás tinha estado a "mastigar" alguns dos relacionamentos do ouro e tinha chegado a essa conclusão (isto porque estava/estou a escrever algo para o meu blog nesse sentido). Não foi de todo pelo gráfico, até porque eu não o consegui interpretar convenientemente.

    Logo ao final do dia já leio o artigo com a atenção que merece, obrigado por colocares aqui.

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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    - Se usas uma variável ajustada à inflação (taxa de juro real), a outra variável não deveria estar ajustada também à inflação (preço do ouro)? 

    dado que o objectivo aqui será ligar a inflação com o preço do ouro se usássemos o preço do ouro ajustado à inflação parte dessa info seria perdida. Penso que o objectivo é mesmo mostrar o quanto a inflação e debasement do dólar tem influenciado o preço nominal do ouro. O preço real do ouro até se podia manter parado, se o nominal aumentasse ia de encontro a essa teoria.

    há 15 minutos, Francisco_ disse:

    Há uns meses atrás tinha estado a "mastigar" alguns dos relacionamentos do ouro e tinha chegado a essa conclusão (isto porque estava/estou a escrever algo para o meu blog nesse sentido). Não foi de todo pelo gráfico, até porque eu não o consegui interpretar convenientemente.

    Logo ao final do dia já leio o artigo com a atenção que merece, obrigado por colocares aqui.

    Ah boa. Estava a ver que tinhas olhos de lince :blink: Fiquei um pouco "parvo" quando me saiu 0 na correlação! Nunca diria...

    Mas é daquelas coisas que tenho pena de não saber mais estatística. De certeza que não é a forma ideal de ver a ligação entre estas duas séries temporais. De certeza que há uma regressão qualquer que seria bastante mais útil, até porque o que queríamos ver não é a ligação dos retornos mas quanto uma influência a outra (se bem que sendo retornos a primeira diferença dá para ver algum tipo de ligação como correlação). Mas quem não tem cão caça com gato...

    Tenho muito que evoluir em econometria e assim. Este tipo de análises de séries temporais é muito útil no mercado financeiro.

    Editado por Virtua
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    Mouro Emprestado
    há 4 horas, Virtua disse:

    Dar até dá. Pelo menos um semelhante. Este especificamente não, porque não há dados. Mas realmente podemos explorar esta relação do ouro com as taxas de juros reais. A questão é as taxas de juros reais esperadas (que no fundo as expectativas é o que interessa aos mercados) e isso só a partir de 2000+/- que foram quando começaram a TIPS.

    Já dei seguimento à tua sugestão. Fica à decisão do escritor ?

    Talvez não tenha percebido, mas usaste TIPS a 10 anos para aquele gráfico? Ou usaste as treasuries normais?

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    Rick Lusitano
    há 3 horas, Virtua disse:

    Acho que isso está exagerado. Não li a fundo sobre o assunto mas sei que na altura já se falava muito sobre o COVID etc etc por isso não achei que devia ser info assim tãaaaao nova. A China já tinha feito lockdown etc etc...

    Penso que neste caso embora seja uma % podes olhar para as taxas como um valor absoluto. A diferença entre as taxas é que tem de ser em valor relativo. Como sabes muita gente acha que entre 1.4% para 1.5% é uma variação de 0.1%, o que está obviamente errado. Nesse caso sim, teria claro que usar retornos relativos.

    Mas, como disse, embora seja uma % acho que podes olhar de forma absoluta para uma taxa de juro (não para as variações)

    Eu tenho por hábito, quando mexo em variáveis que envolvem taxas e valores absolutos, meter tudo em logaritmos, por uma questão de criar uma base igual para todos. Mas cada um, é que sabe. ;)

     

    há 3 horas, Virtua disse:

    dado que o objectivo aqui será ligar a inflação com o preço do ouro se usássemos o preço do ouro ajustado à inflação parte dessa info seria perdida. Penso que o objectivo é mesmo mostrar o quanto a inflação e debasement do dólar tem influenciado o preço nominal do ouro. O preço real do ouro até se podia manter parado, se o nominal aumentasse ia de encontro a essa teoria.

    Se queres comparar um preço de um bem, por acaso é o ouro, mas podia ser batatas ou bananas, com a taxa de inflação, bastaria colocar a taxa de inflação. E neste caso, seria log returns dos preços do bem a comparar e os log returns da taxa de inflação. Just my 2 cents.


    Nota: Segundo me foi ensinado, as correlações são feitas apartir dos log returns de cada activo e não dos preços ou das yields (obrigações).

    Editado por Rick Lusitano
    (Posts agrupados)
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    Rick Lusitano
    há 3 horas, Virtua disse:

    dado que o objectivo aqui será ligar a inflação com o preço do ouro se usássemos o preço do ouro ajustado à inflação parte dessa info seria perdida. Penso que o objectivo é mesmo mostrar o quanto a inflação e debasement do dólar tem influenciado o preço nominal do ouro. O preço real do ouro até se podia manter parado, se o nominal aumentasse ia de encontro a essa teoria.

    Ah boa. Estava a ver que tinhas olhos de lince :blink: Fiquei um pouco "parvo" quando me saiu 0 na correlação! Nunca diria...

    Mas é daquelas coisas que tenho pena de não saber mais estatística. De certeza que não é a forma ideal de ver a ligação entre estas duas séries temporais. De certeza que há uma regressão qualquer que seria bastante mais útil, até porque o que queríamos ver não é a ligação dos retornos mas quanto uma influência a outra (se bem que sendo retornos a primeira diferença dá para ver algum tipo de ligação como correlação). Mas quem não tem cão caça com gato...

    Tenho muito que evoluir em econometria e assim. Este tipo de análises de séries temporais é muito útil no mercado financeiro.

    Se queres ter uma variável a tentar explicar outra, tens de construir um modelo. Estudar a causalidade de Granger e fazer umas simulações bootstrap de impulso-resposta. Mas a correlação é outra coisa, parece que anda aí alguns conceitos misturados...

     

    Possível sugestão:

    Pós-Graduação em Data Science for Finance - https://www.novaims.unl.pt/ds4f

     

    Eu estou a tentar implementar a minha formação mais de Econometria em Macroeconomia para os mercados financeiros. Há muitas diferenças entre estes 2 mundos, basta dizer que as séries tem enormes diferenças nas frequências. ;)

    (Há uns packages/libraries interessantes específicos para mercados financeiros.)

     

    Editado por Rick Lusitano
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    há 6 horas, Mouro Emprestado disse:

    Talvez não tenha percebido, mas usaste TIPS a 10 anos para aquele gráfico? Ou usaste as treasuries normais?

    Aquele gráfico é DFII10, que no fred dá:  https://fred.stlouisfed.org/series/DFII10 ou seja, TIPS ou variantes de... (agora fiquei preocupado com a clareza do gráfico. Tenho explicitamente no título e no eixo "real return", e o Vítor explica o significado no texto, não sei o que posso fazer mais ? )

    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    Eu tenho por hábito, quando mexo em variáveis que envolvem taxas e valores absolutos, meter tudo em logaritmos, por uma questão de criar uma base igual para todos. Mas cada um, é que sabe. ;)

    Não é bem cada um é que sabe. Há vantagens, desvantagens e lugares onde usar uns e outros. Neste caso seria mais ou menos irrelevante usar um ou outro!! A base tem de ser consistente sim, nisso não discordamos. Se usas log ou artiméticas... tem é de ser a mesma em ambos!!

    Editado por Virtua
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    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    Se queres ter uma variável a tentar explicar outra, tens de construir um modelo. Estudar a causalidade de Granger e fazer umas simulações bootstrap de impulso-resposta. Mas a correlação é outra coisa, parece que anda aí alguns conceitos misturados...

    Estou aberto a melhores formas de analisar relações entre séries temporais. Correlação é uma delas. Não quero necessariamente "uma variável a tentar explicar outra". Ás vezes é complicado achares causalidade. Não é o pretendo!

    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    Possível sugestão:

    Pós-Graduação em Data Science for Finance - https://www.novaims.unl.pt/ds4f

    Já conheço ? Se vivesse em Lisboa era provável que já tivesse isso. Mas seria mais caro para mim viver um ano em Lisboa do que a pós-graduação ? Talvez depois do CFA e a empresa crescer mais um pouco ?

    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    (Há uns packages/libraries interessantes específicos para mercados financeiros.)

    Força, aguardo recomendações então.

    Editado por Virtua
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    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    Nota: Segundo me foi ensinado, as correlações são feitas apartir dos log returns de cada activo e não dos preços ou das yields (obrigações).

    E ensinaram-te bem. Log returns ou retornos aritméticos. Acho que andamos aos círculos ?

    Mas sim, o mundo académico (onde suponho que tenhas aprendido) usa muito log returns, o "mundo real" usa mais os retornos aritméticos. Apenas uso log returns quando preciso de usar as características inerentes aos log, ou seja é mais uma questão de matemática do que de finanças!! (penso que até disse outrora que uso log returns apenas quando ando a "brincar aos quants" ? )

    Editado por Virtua
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    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    E neste caso, seria log returns dos preços do bem a comparar e os log returns da taxa de inflação. Just my 2 cents.

    Quando te releio fico com a ideia que não estou a percebeu quando falas em log returns. Diz-me especificamente como achas que deveria ter feito para comparar as duas séries temporais (como se falasses com um computador, para eu programar se quiser) que eu normalmente percebo melhor com exemplos (se não te importares, claro)!

    Citação

    Se queres comparar um preço de um bem, por acaso é o ouro, mas podia ser batatas ou bananas, com a taxa de inflação, bastaria colocar a taxa de inflação.

    A comparação não é só com a inflação. A comparação é com taxas de juros reais. Taxa de juro - inflação. A comparação é com essa equação. O que eu quis dizer foi que não posso ajustar a taxa de juro à inflação como recomendaste (senão ficas só com a taxa de juro) mas também não podes fazer só com a inflação (porque senão ficas sem as taxas de juro). A comparação é com uma equação, que tem as taxas de juro e a inflação como variáveis!!

    Editado por Virtua
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    Mouro Emprestado
    há 11 horas, Virtua disse:

    Aquele gráfico é DFII10, que no fred dá:  https://fred.stlouisfed.org/series/DFII10 ou seja, TIPS ou variantes de... (agora fiquei preocupado com a clareza do gráfico. Tenho explicitamente no título e no eixo "real return", e o Vítor explica o significado no texto, não sei o que posso fazer mais ? )

     

    OK, não tinha percebido isso dessa forma.

    Da primeira vez pareceu-me que seria o retorno das treasuries a 10 anos, descontado do CPI, para obteres o retorno real (as TIPS não darão propriamente o retorno real das treasuries, já que as respectivas yields dependem da inflação esperada futura e não necessariamente a inflação real).

    Eu sei que para isso estou a inserir uma 3 variável, pelo que deixo o desafio ? (e para isto já se consegue ir até 1980 sem ser necessário entrar em índices refeitos para o passado).

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    Francisco Martins
    4 hours ago, Mouro Emprestado said:

    OK, não tinha percebido isso dessa forma.

    Da primeira vez pareceu-me que seria o retorno das treasuries a 10 anos, descontado do CPI, para obteres o retorno real (as TIPS não darão propriamente o retorno real das treasuries, já que as respectivas yields dependem da inflação esperada futura e não necessariamente a inflação real).

    Eu sei que para isso estou a inserir uma 3 variável, pelo que deixo o desafio ? (e para isto já se consegue ir até 1980 sem ser necessário entrar em índices refeitos para o passado).

    Algo como isto?

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    A inflação real USA decorrida no mesmo periodo para informação

     

    united-states-inflation-cpi.png.3af288bdc36889af0239ae3c55419aab.png

    E taxa crescimento do PIB USA no mesmo periodo para informação

    united-states-gdp-growth-annual.png.a445e3641dfefd3b12a0ae82e250eabf.png

    link PV

    Editado por Francisco_
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    há 1 minuto, 5coroas disse:

    É capaz de ser agora uma boa ideia ir juntando uns tostões para investir caso não se consiga um "bom" acordo na UE. 

    Tenho andado atento às notícias nesse sentindo.

    Será que o contrário também não é válido ? 

    Pelo que tenho lido, a Europa é das regiões mais bem posicionadas para recuperar. Um bom acordo, pode fazer com que os índices bolsistas subam...

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    há 1 minuto, NunoSousa05 disse:

    Tenho andado atento às notícias nesse sentindo.

    Será que o contrário também não é válido ? 

    Pelo que tenho lido, a Europa é das regiões mais bem posicionadas para recuperar. Um bom acordo, pode fazer com que os índices bolsistas subam...

    Exacto; também aceito que existem essas duas possibilidades com probalilidades semelhantes, logo no meu caso vou resgatar alguns emergentes que já estão gordinhos e usarei esse capital para entrar caso não se veriique um acordo que anime os mercados e em simultaneo continuarei com os FI europeus que já tenho.  

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    há 2 minutos, 5coroas disse:

    Exacto; também aceito que existem essas duas possibilidades com probalilidades semelhantes, logo no meu caso vou resgatar alguns emergentes que já estão gordinhos e usarei esse capital para entrar caso não se veriique um acordo que anime os mercados e em simultaneo continuarei com os FI europeus que já tenho.  

    Neste momento olho para os mercados emergentes com alguma reticência. 

    Após o recente market rally e as tensões crescentes EUA vs China, a coisa pode descambar de um momento para o outro.

    Mas pronto, tudo depende do horizonte temporal de cada investidor. O que para uns pode ser um momento de resgate, para outros pode ser uma oportunidade para reforçar.

     

    • Voto Positivo 1
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    há 7 minutos, NunoSousa05 disse:

     

    Após o recente market rally e as tensões crescentes EUA vs China, a coisa pode descambar de um momento para o outro.

    Então não será melhor sair antes que descambe? Eu acho que sim, e por isso estou a sair agora, com lucro.

    Editado por 5coroas
    • Voto Positivo 1
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    Regras fundamentais para enfrentar o difícil mercado acionista não normalizado, que não se rege verdadeiramente por nenhuma regra em especial: 

    .......................................................................................................................................................................

    .......................................................................................................................................................................

    NotaO moderador deste tópico não me deixou publicar um post em que dei resposta ao user "5 Coroas" que citou o presente post e fez um comentário, resposta essa que dei com uma linguagem não censurável. Assim, o moderador, ao não permitir o meu contraditório técnico, revela ser um censor discricionário e totalitário, pelo que decidi apagar este meu post. 

    O moderador também bloqueou a publicação de 3 posts meus, em que um era uma listagem de uma seleção de fundos de investimento, outro uma tabela e o outro um gráfico histograma, não tendo os mesmos, de propósito, qualquer comentário meu. Assim, o moderador para além de bloquear as minhas ideias, com uma redação não censurável, também me bloqueia fisicamente. É a democracia da moderação no seu melhor ... triste moderador cobarde.

    Bedrock

    Editado por Bedrock
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    há 12 horas, Bedrock disse:

     

    A seguir vou apresentar um post que coloquei noutro forum em 2014 (não sei se o cheguei a postar neste forum), sendo que agora introduzi algumas pequenas alterações.

     

    Regras fundamentais para enfrentar o difícil mercado acionista não normalizado, que não se rege verdadeiramente por nenhuma regra em especial:

     

    A maior parte dos melhores resultados das aplicações em fundos de investimento é obtida quando agimos de maneira oposta ao que é mais intuitivo, de mais senso comum, mais natural ou mais normalizado.

    O sucesso dos negócios empresariais, ditos normalizados, dependem essencialmente do conhecimento do core do negócio, de um cuidadoso planeamento do seu desenvolvimento, assumir riscos controlados e ser perseverante face às adversidades. No mundo dos negócios isto funciona porque o sucesso vem do trabalho duro e da persistência.

    No entanto, essas pessoas bem-sucedidas nos negócios, muitas vezes não têm êxito nos investimentos no mercado acionista. Isto é devido, essencialmente, ao facto de persistirem com situações perdedoras e não se desembaraçarem delas atempadamente.

    Nos negócios, não persistir com uma ideia que inicialmente não funciona é visto como uma fraqueza, no entanto, no mercado de ações, o rápido corte das perdas sobre um risco assumido que não está a resultar é um dos requisitos mais importantes para investir com sucesso no mercado.

    Quando confrontados com a perda, muitas pessoas vão manter o seu investimento na esperança de que melhores dias virão. No entanto, quando presenteadas com um ganho, essas mesmas pessoas vão agarrá-lo rapidamente, através da venda extemporânea, e assim não vão deixar correr o ganho na sua plenitude. No mercado acionista, o que realmente funciona é o oposto, ou seja, cortar as perdas rapidamente e deixar correr os ganhos.

    Este método baseia-se numa lógica simples: ao longo de um grande número de investimentos, a maioria deles vai resultar em pequenos ganhos ou pequenas perdas, sendo que os mesmos se tendem a anular mutuamente. No entanto, haverá um pequeno número de grandes perdas e um pequeno número semelhante de grandes ganhos. Por outras palavras, os ganhos e as perdas irão seguir, grosso modo, uma distribuição mais ou menos normalizada de Gauss. Os ganhos esperados versus risco do mercado não seguem verdadeiramente a curva de Gauss da média-variância, ou seja, os valores não se distribuem essencialmente à volta da média, como acontece na curva de Gauss em forma de sino de uma distribuição normal, sendo que a sua forma é mais ou menos achatada e com caudas/margens mais ou menos gordas.

    Se adotármos uma estratégia de nunca deixar as perdas tornarem-se muito grandes, nós podemos cortar a cauda de grandes perdas na referida curva tipo sino. Desde que se deixem correr os ganhos, quando o mercado está a nosso favor, também teremos a cauda gorda dos grandes ganhos, para além das normais pequenas perdas e pequenos ganhos. Isto é a estratégia ideal, mas consegui-la é preciso mestria e ter-se um fator aliado de grande peso: sorte.

    O fator de maior segurança para contrariar o imprevisível, o aleatório, a sorte, a volatilidade e o risco de um investimento, será o aumento temporal (time frame) desse mesmo investimento. Ou seja, > período de detenção do investimento => < volatilidade, < risco. Isto explica-se facilmente pela curva de Gauss: a maior parte dos dados de uma distribuição normal, distribuem-se em torno da média, logo, à medida que vamos aumentando o tempo do investimento, cada vez nos vamos aproximando mais dos retornos médios e nos vamos afastando mais das grandes perdas e dos grandes ganhos. Um investidor de longo prazo terá sempre do lado dele um grande aliado técnico: a probabilidade estatística de uma distribuição normal.

    O Prof. Jeremy J. Siegel, compilou os dados do mercado acionista dos EUA, com mais de um século de existência, tendo verificado que um investimento, neste mercado, detido num qualquer período contínuo de um prazo de >= 17 anos gerava sempre retornos positivos, daí aquele prazo mínimo ser designado como a constante de Siegel. Ou seja, isto é uma prova prática da autossustentabilidade de um mercado acionista, mercado esse que será tanto mais sustentável quanto mais apresentar um maior volume de liquidez. Se num investimento acionista de longo prazo não houvesse uma boa probabilidade de se ganhar dinheiro, isso queria dizer que esse mercado não seria autossustentável, e como os investidores não são tontos em colocar o seu dinheiro num processo que a priori muito dificilmente lhe traria retornos positivos, isso implicaria que, mais tarde ou mais cedo, esses investidores deixariam de investir nesse mercado, logo deixava de haver mercado.

    Nos investimentos em geral, especialmente nos negócios, existe um princípio básico designado por lei de Pareto (economista e sociólogo italiano): nos investimentos de longo prazo, normalmente, cerca de 80% do total dos ganhos nos investimentos provêm de apenas cerca de 20% desses investimentos. Este princípio 80/20 de Pareto, na prática quer dizer que, normalmente, para muitos fenómenos, 80% das consequências advêm de 20% das suas causas.

    Um princípio fundamental do investimento no mercado acionista, é reduzir as perdas enquanto elas são pequenas e deixar correr os ganhos quando o mercado é favorável. Contudo, esta estratégia não é natural para a mente humana e para a alcançar requer uma grande autodisciplina. Compreender a forma como os prejuízos podem destruir a nossa chance de sucesso, é essencial para garantir esse mesmo sucesso e autodisciplina. Não se pode ter sucesso futuro numa carteira de investimentos se a mesma sofrer uma erosão quase total.

    Os vencedores sabem que, antes de tudo, devem permanecer no jogo, e se abrirem falência saem fora do jogo. O capital é investido no mercado para garantir um fluxo de dividendos e mais-valias e assim aumentar esse mesmo capital. A perda de capital vai impedir o investidor de obter ganhos no seu todo. A preservação de capital é o objetivo primordial de qualquer estratégia de investimento eficaz.

    Por exemplo, se a nossa percentagem de perda de capital for de 10%, 30%, 50%, 70% e 90%; a percentagem de ganhos, no capital remanescente, para anular aquelas perdas (atingir o break even), será de 11%, 43%, 100%, 233% e 900% respetivamente. As contas são fáceis de fazer: por exemplo, se nós investirmos inicialmente um capital de 100€ e se tivermos uma perda de 50% ficamos com 50€, pelo que, com este novo capital residual, para recuperarmos o capital inicial de 100€ precisamos agora de ter um ganho de outro tanto o capital residual, ou seja um lucro de 100%. Quem tem uma perda enorme de 90%, para recuperar o seu dinheiro, tem depois de obter um ganho de 900% sobre o capital remanescente. A matemática não engana: um capital remanescente de zero, ou quase zero, vezes um lucro infinito, terá o resultado de zero ou quase zero, ou seja, foi morto financeiramente pelo jogo do mercado ou está um moribundo condenado à morte, por não ter sabido controlar as grandes perdas.

    É claro que quanto maior for o capital perdido mais remota será a chance de que vamos recuperar até ao ponto de partida (break even), não bastando deixar apenas correr os ganhos. Os investidores devem perceber que vão obter perdas nos investimentos e isso não vai acontecer só numa pequena parte dos investimentos, mas sim em muitos deles. Portanto, a primeira coisa a aprender é a disciplina para controlar as perdas. A maioria das pessoas pensa que a resposta está em desenvolver uma melhor análise, de modo a que menos más decisões sejam tomadas, contudo esta é normalmente inútil porque não há nenhum sistema de análise capaz de produzir a fiabilidade necessária em todas as condições do mercado. O único controlo eficaz é controlar as perdas e tomá-las enquanto são pequenas. Esta é que é a grande estratégia dos vencedores.

    Há que seguir à letra um velho provérbio financeiro: cuida das perdas que os ganhos irão cuidar delas. Já sabemos que pequenas perdas e pequenos ganhos vão acontecer na maior parte do tempo, ao passo que as grandes perdas e os grandes ganhos só acontecem em períodos curtos de tempo, por isso é que o market timing é tão difícil ter sucesso.

    Se à primeira vista esta estratégia seria tão simples de ser seguida, porque é que não é então seguida? A resposta está na psicologia humana perante o investimento: o medo, a ganância, o não arrependimento dos erros cometidos e o ego.

    Os investidores tentam negar as perdas e encontrar sempre razões para a esperança do mercado virar. Da mesma forma, estamos com medo de deixar correr os ganhos por causa do medo de eles poderem evaporar. No mercado, o ditado que diz que nós não podemos ir à falência tomando um ganho, é falso.

    Todo o nosso esforço deve ser dirigido para equilibrar todas as pequenas perdas e os pequenos ganhos, eliminar ou mitigar as grandes perdas e deixar que os ganhos se acumulem (a acumulação dos ganhos tem o efeito multiplicador como os juros compostos). Se pegarmos todos os nossos ganhos quando eles são pequenos, o melhor resultado que podemos esperar serão retornos medíocres. É muito provável que a maioria deixe arrastar uma ou duas grandes perdas e estas irão danificar gravemente a sua conta.

    Não nos devemos seduzir pelos topos nem pelos fundos das cotações dos preços das ações, ou seja, aquela máxima de vender em alta e comprar em baixa é muito difícil de alcançar. Uma das principais atitudes que diferencia os vencedores dos investidores inexperientes, no mercado acionista, é a sua atitude em não ir à procura da perfeição, pois há muito tempo que os vencedores sabem que o investimento no mercado não segue só algoritmos matemáticos ou uma qualquer fórmula de uma ciência exata. Ao contrário dos inexperientes, os vencedores não estão preocupados em vender na alta e comprar na baixa do mercado, mas sim em procuraram apenas pegar a maior parte da tendência de subida (upside) e pegar a menor parte da tendência de descida (downside).

    Um abraço e bons negócios,

    Bedrock

    A mim parece-me que esta teoria se aplicará mais no investimento em ações individuais do que em Fundos de Investimento.

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