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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 13 horas, Capital disse:

    Todo o teu conhecimento vem da area de formação ou gosto próprio? 

    Formação académica e profissional. Neste momento inscrito para o nível 2 daquele que é porventura a certificação com mais reconhecimento mundial a nível das finanças, o CFA.

    A única coisa que foi por gosto (e 100% autodidacta) é programação e a sua aplicação no mundo dos investimentos.

    ➤ CFA - O programa

    ➤ CFA - O currículo

    São 3000 paginas A4 para ler e estudar por cada nível e são 3 níveis ?

    Em relação a pedidos de coisas de jeito no Coursera:

    Sobre investimentos/mercado de capitais:

    ➤ Investment and Portfolio Management Specialization - Rice

    ➤ Investment Management Specialization - University of Geneva

    Não tirei nenhum destes cursos mas pelo currículo estão em linha com os melhores conhecimentos académicos deste momento

    Para quem está à procura de coisas de Entrepreneurship encontrei aqui 2, que não posso dizer que são espectaculares por não ser a minha área, mas uma mistura entre as reviews e a universidade que dá os cursos (Wharton) faz com que eu ache que devam valer a pena:

    ➤ Entrepreneurship Specialization - Wharton

    ➤ Business Foundations Specialization - Wharton

    Tudo o que recomendei são especializações com vários cursos, e imagino que demorem cerca de 100 a 200 horas a tirar cada uma delas. 

    A dificuldade destes cursos on-line está em nós e não nos cursos. Primeiro tem mesmo de haver interesse em tirar senão a meio desiste-se. Depois muitas vezes é complicado não entrar naquele formato de estudar só para o teste/exercícios (decorar, fazer, esquecer). Se não houver uma aplicabilidade directa e imediata profissional eu pessoalmente tenho muita dificuldade em fazer MOOCs, principalmente porque sou daquelas pessoas que está sempre curioso com milhentas coisas e acho piada ao "new new thing". Quando vou a ver já me inscrevi em 3 ou 4 e depois não acabo nenhum porque entretanto a vida meteu-se pelo meio ?

    Editado por Virtua
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    Rick Lusitano
    há 2 horas, Virtua disse:

    Formação académica e profissional. Neste momento inscrito para o nível 2 daquele que é porventura a certificação com mais reconhecimento mundial a nível das finanças, o CFA.

    A única coisa que foi por gosto (e 100% autodidacta) é programação e a sua aplicação no mundo dos investimentos.

    ➤ CFA - O programa

    ➤ CFA - O currículo

    São 3000 paginas A4 para ler e estudar por cada nível e são 3 níveis ?

    Em relação a pedidos de coisas de jeito no Coursera:

    Sobre investimentos/mercado de capitais:

    ➤ Investment and Portfolio Management Specialization - Rice

    ➤ Investment Management Specialization - University of Geneva

    Não tirei nenhum destes cursos mas pelo currículo estão em linha com os melhores conhecimentos académicos deste momento

    Para quem está à procura de coisas de Entrepreneurship encontrei aqui 2, que não posso dizer que são espectaculares por não ser a minha área, mas uma mistura entre as reviews e a universidade que dá os cursos (Wharton) faz com que eu ache que devam valer a pena:

    ➤ Entrepreneurship Specialization - Wharton

    ➤ Business Foundations Specialization - Wharton

    Tudo o que recomendei são especializações com vários cursos, e imagino que demorem cerca de 100 a 200 horas a tirar cada uma delas. 

    A dificuldade destes cursos on-line está em nós e não nos cursos. Primeiro tem mesmo de haver interesse em tirar senão a meio desiste-se. Depois muitas vezes é complicado não entrar naquele formato de estudar só para o teste/exercícios (decorar, fazer, esquecer). Se não houver uma aplicabilidade directa e imediata profissional eu pessoalmente tenho muita dificuldade em fazer MOOCs, principalmente porque sou daquelas pessoas que está sempre curioso com milhentas coisas e acho piada ao "new new thing". Quando vou a ver já me inscrevi em 3 ou 4 e depois não acabo nenhum porque entretanto a vida meteu-se pelo meio ?

     

    Tenho este na minha lista para fazer. Quanto tiver tempo. ?

    Global Financing Solutions (by EDHEC and Société Générale) - https://www.coursera.org/learn/global-financing-solutions

    Principalmente em áreas muito especificas, como Aviation Finance, Export Finance, Asset Based Finance e Project finance. Mas o curso tem mais módulos ligados ao Financiamento de empresas e negócios em várias áreas.

    É uma parceira entre Société Générale e EDHEC Business School. E só custa 44€.

     

    No passado fiz uns cursos de Yale de graça para experimentar:

    Financial Markets (Prof. Robert Shiller, Nobel de Economia) - https://www.coursera.org/learn/financial-markets-global

    The Global Financial Crisis - https://www.coursera.org/learn/global-financial-crisis

    Um dos professores é Timothy Geithner, o presidente do Fed de NY na crise financeira de 2007-09 e depois no Governo de Obama, foi Secretário do Tesouro (Ministro das Finanças) desde 2009, esteve um papel relevante nas 2 posições durante esta crise, nomeadamente no resgate dos Big Banks e da AIG.

     

    Fiz 2 outros cursos da Bocconi sobre Private Equity & Venture Capital e outro sobre Infrastruture Finance. Entre outros, Warton com Sports Management (muito virado para a realidade dos US), Behavioural Finance da Duke, da Yale ainda fiz mais outros 2, Moral Foundation of Politics e Introduction to Negotiation.

    Comecei a fazer um curso de Neuroeconomics, mas desiti porque tornou-se muito ligado à medicina, neurologia aplicada à Economia.

    Dos vários cursos que fiz na Coursera, os 2 primeiros cursos da Yale foram os que mais gostei. Os 2 cursos da Bocconi também gostei, mas o sotaque Italiano arranhavam um pouco (fazia lembrar a Britcom Allô Allô dos anos 80). O curso de Wharton muito US, o da Duke, era um pouco monocórdico (monotono e lento).

     

     

     

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    há 3 minutos, 5coroas disse:

    Buy low because one day you’ll buy high

    Fará mais sentido esperar para comprar, quando o surto estiver mais perto de atingir o máximo absoluto?

    Já fiz vários reforços entre Fevereiro e Março. Ainda assim pretendo fazer mais... Provavelmente estarei a cair no erro de fazer "market timing"

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    Rick Lusitano

    Muito bom artigo sobre os impactos económicos e sociais do COVID-19:

    Citação

    Todos os choques económicos deixam um legado. Com o coronavírus não vai ser diferente.

    Em Português:

    Bloomberg/Jornal de Negócios - Coronavírus vai alterar a forma como compramos, viajamos e trabalhamos durante anos

    https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/detalhe/coronavirus-vai-alterar-a-forma-como-compramos-viajamos-e-trabalhamos-durante-anos

     

    Original:

    Bloomberg - Coronavirus Will Change How We Shop, Travel and Work for Years

    https://www.bloomberg.com/news/articles/2020-03-13/coronavirus-will-change-how-we-shop-travel-and-work-for-years?srnd=premium-europe

     

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    Rick Lusitano
    há 3 minutos, 5coroas disse:

    Pessoas que não têm um bom fundo de emergência, e/ou um emprego seguro, nem deveriam sequer andar investidos em FI , ETFS, p2p, bitcoins, etc, quanto mais andar a reforçar em períodos como os de agora. Para os outros (aqueles que sabem que shit happens de vez em quando e tomam medidas de precaução antes das coisas correrem mal), não esquecer que sendo a nossa subsistência e dos nossos entes queridos o mais importante, sempre poderemos resgatar o que temos nos FI, mesmo que estejamos a perder dinheiro, pois também isso deveria estar previsto no plano. Eu e outros users sempre alertámos que este tipo de investimentos não era adequado para toda a gente. Muitos, dominados pela ganância e convencidos pelos excelentes resultados dos últimos anos, iludiram-se que isto era seguro q.b. e puseram-se a jeito. Que ao menos aprendam algo com esta experiência. 

    Não fiz uma critica a ninguém. Quis alertar e criar uma mente critica, para as pessoas que nos leem, pensem e tirem as suas conclusões.

    Penso que nunca faz mal sermos pedagógicos, principalmente em momentos de sentimentos à flor da pele, sejam eles positivos ou negativos. Euforia ou Pânico.

     

    Sabemos que existem muito mais leitores do que participantes neste fórum (e noutros também), principalmente quando os depósitos a prazo dão muito pouco e os mercados estão a bombar, aparecendo nas notícias. Muitas pessoas só vêm o retorno e esquecem ou optam por esquecer a outra parte do binómio, e mais importante o risco.

    Na última crise, as fabulosas taxas de juro do papel comercial GES, a bolha das Criptos no final de 2017, ou recentemente em Dezembro 2019-Janeiro 2020, os "investidores" que viam a Tesla a ir para espaço, que era só meter dinheiro na Tesla que aquilo em poucos dias ficavam ricos (especulação popular). Quantos foram atrás da ganância e do FOMO e se queimaram? ;)

    Regularmente sou abordado por pessoas amigas e conhecidas, mais quando os mercados estão a bombar. E a primeira coisa que pergunto é se têm um fundo de emergência no mínimo para despesas de 6 meses e um rendimento estável. Muitos "não sabem responder", talvez por vergonha de não terem pensado nisso. Só viram uma oportunidade de lucro rápido e o FOMO também a actuar.

    Ainda hoje, um amigo perguntou-me se deveria comprar agora acções do Benfica por estarem 2,95€ (antes desta crise, andavam entre 4-5€, devido à OPA), e que comprando agora daqui a uns meses iria ter um bom lucro... (Entretanto a OPA parece que vai ser cancelada, e o valor dos 5€ da OPA, vai ser difícil de recuperar, mesmo que os mercados financeiros recuperem.)

    (PS: Sem clubismos. Please. :P)

     

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    Rick Lusitano
    há 50 minutos, 5coroas disse:

    sempre poderemos resgatar o que temos nos FI, mesmo que estejamos a perder dinheiro

    Well, isso não é garantido.  ;)

    Pois já em anteriores crises, existiram FI, ETFs, Hedge Funds, etc, que bloquearam os resgates. Por terem falta de liquidez para reembolsarem os investidores nos resgates e/ou para proteger o património dos FI e afins, pois teriam que vender os activos em momentos de quedas, ou seja, com menos valor, e as vendas provocam quedas ainda maiores nos valores dos activos, tirando valor aos activos que os FI e afins ainda tivessem em carteira. Ou porque simplesmente, não havia mercado para vender os activos.

    FI e afins com activos mais iliquidos, tem por norma mais dificuldade de negociação, agravando-se ainda mais em períodos de quedas. Logo a probabilidade de bloquearem os resgates é ainda maior.

    Até FI fora de períodos de queda, podem bloquear os resgates, principalmente se tiverem activos ilíquidos.

    Não se pense que isso é só Hedge Funds e alguns FI/ETFs específicos. Graças às políticas monetárias dos BC, as taxas de juro ultra baixas e negativas, empurraram os investidores e gestores para activos cada mais ilíquidos e arriscados à procura de rendimento. Até os plain-vanilla FI/ETFs.

    A suspensão dos resgates acontece também regularmente com os FI sem activos ilíquidos, com baixos desempenhos e contínuos ou porque o Gestor "Estrela" do FI saiu.

    Editado por Rick Lusitano
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    não querendo fazer off tropic isso pode acontecer com todos os produtos, principalmente com os de capital não garantido.

    Então e o que dizer dos emprestimos P2P em que para o dinheiro estar disponivel a primeira coisa  que tem acontecer é o emprestimo terminar, vai ser dificil mesmo para quem tenha emprestimos curto prazo quanto mais muita gente que tem emprestimos a prazos > 6 meses 1 ano....

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    Rick Lusitano
    há 1 hora, superkinas disse:

    não querendo fazer off tropic isso pode acontecer com todos os produtos, principalmente com os de capital não garantido.

    Então e o que dizer dos emprestimos P2P em que para o dinheiro estar disponivel a primeira coisa  que tem acontecer é o emprestimo terminar, vai ser dificil mesmo para quem tenha emprestimos curto prazo quanto mais muita gente que tem emprestimos a prazos > 6 meses 1 ano....

    Claro que sim. Quanto mais ilíquidos maior a probabilidade de não se conseguir converter em cash. Para isso, os investidores devem exigir um prémio de liquidez para compensar o risco de liquidez.

    Até para os simples depósitos a ordem podem ter limitações nos levantamentos ou mesmo suspensões.

    Como se viu na crise financeira de 2007-09, crise financeira da Islândia de 2008-11, crise financeira de Chipre de 2012-13 e em vários bank-runs.

     

    Quem está investido na Mintos, pode ver em tempo real, as dinâmicas de um bank-run, credit crunch, crise de liquidez a se formar, comportamento dos agentes. Tem sido para mim muito interessante observar, porque uma única coisa é leremos o que outros escrevem, outra coisa é estar no olho do furacão a viver a experiência in loco.

    Os investidores no P2P funcionam como os Bancos (Sector financeiro) a dar liquidez ao mercado, se eles começam a sair em pânico, aumenta a falta de liquidez no mercado, o que provoca ainda mais pânico e o ciclo continua a crescer. Ou seja, uma bola de neve a crescer. (É isto que os BC estão a tentar evitar na economia real, fornecer liquidez aos Bancos, e os Governos com medidas às empresas e famílias.) Vários intervenientes a tentarem acalmar os mercados, a aumentar as taxas de juro, vendas a descontos cada vez maiores, mercados com mais vendedores do que compradores, etc. A juntar que esta classe de activos é algo iliquida em alguns mercados (plataformas).

    Tenho que confessar que tenho lucrado com o pânico do dumb money. Faz parte do jogo.

    Como um amigo que fez uns trocos valentes há uns anos com a compra a desconto de Bonds de países à beira ou em resgate, na crise da dívida soberana.

     

    Editado por Rick Lusitano
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    Rick Lusitano
    há 5 minutos, Virtua disse:

    Thanks.

    E a moda nesta amostra é Ben Carlson. :)

    @Virtua acreditas que é sempre preferível entrar mesmo que seja cedo demais? ;)

     

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    Rick Lusitano

    @Virtua e já agora, em situações de crashes ou de simples correcções, fazes apostas tácticas de curto prazo para aproveitar a queda de um tipo de activo ou de um sector? (Sem contar os reforços ou entradas para médio-longo prazo.)

    Desculpa estar ser mais chato que o habitual.:)

    O que para seria uma carteira bem diversificada por classes e categorias para ti? Não estou a falar se são ETF ou FI, e nem de pesos. Imagina que não tens nenhumas limitações,  dinheiro, regulatórias, legais, etc. Qual seria o teu "sonho húmido"?

    Editado por Rick Lusitano
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    há 31 minutos, Rick Lusitano disse:

    Thanks.

    E a moda nesta amostra é Ben Carlson. :)

    @Virtua acreditas que é sempre preferível entrar mesmo que seja cedo demais? ;)

     

    A amostra vai ser sempre tendenciosa para o pessoal da Ritholtz Wealth Management. Ele (A Wealth of Common Sense), o Michael Batnick (The irrelevant investor) e o Nick Maggiulli (Of Dollar and Data). Porque são pessoas que partilham imenso do que fazem e sabem o que fazem ?

    Sim, acredito. EM linha com um post atrás que disse que é entrar faseado agora. Não há muito mais a fazer para quem aceita o risco

    Citação

    já agora, em situações de crashes ou de simples correcções, fazes apostas tácticas de curto prazo para aproveitar a queda de um tipo de activo ou de um sector? (Sem contar os reforços ou entradas para médio-longo prazo.)

    Não. Como disse, no limite aceitaria alterar (aumentar) o risco da carteira. Mas não invisto muito em sectores.

    Citação

    Qual seria o teu "sonho húmido"?

    Viver no Havai com uma jeitosa inteligente ao meu lado ?

    Honestamente não sei o que seria a minha "carteira perfeita"... Já refleti sobre isso mas nunca cheguei a nenhuma conclusão!!

    Editado por Virtua
    Sim, acredito. EM linha com um post atrás que disse que é entrar faseado agora. Não há muito mais a fazer para quem aceita o risco
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    Rick Lusitano
    há 1 hora, Virtua disse:

    A amostra vai ser sempre tendenciosa para o pessoal da Ritholtz Wealth Management. Ele (A Wealth of Common Sense), o Michael Batnick (The irrelevant investor) e o Nick Maggiulli (Of Dollar and Data). Porque são pessoas que partilham imenso do que fazem e sabem o que fazem ?

    Não corres o risco de te limitar a tua visão, porque és influenciado (inconscientemente) por conjunto único de ideias? Haverá algum confirmation bias pelo meio, também? (quem o não tem) ;)

    Não estou dizer mal das tuas escolhas. Quem sou eu para dizer o que é bom ou mau. :)

     

    Citação

    Sim, acredito. EM linha com um post atrás que disse que é entrar faseado agora. Não há muito mais a fazer para quem aceita o risco

    O Carlson no 1º artigo defende a ideia que é preferível entrar cedo nas quedas, mesmo a CP seja mau, no MLP acaba por compensar. Ele parece no artigo ter algum hindsight bias.

    Decerto que sabes de casos de investidores começaram cedo demais e acabaram por se queimar. Por exemplo, houve quem antecipa-se a crise financeira de 2007-09, começaram cedo demais e ficaram sem dinheiro para continuar, e no fim a crise aconteceu mesmo. Compraram CDS e estouraram antes da crise acontecer. Ou outros que começaram a shortar algumas empresas e sectores e arderam. Ou mais simplesmente, pessoas que nas quedas investiram Long em vários activos e os activos continuaram a cair, e as contas-margens tiveram de ser cobertas e as posições foram fechadas com perdas.

    E nem vou falar de investir em Derivados como futuros com os pagamentos ás Câmaras de Compensação ou prémios pagos com as compras de Opções e que depois o investimento não deu em nada.

    Vais dizer que já não houve quem tivesse entrado Long nestes crashes e tiveram que fechar as posições por causa das chamadas de margens? Ou então tiveram que reforçar as margens com dinheiro de outras fontes e/ou vendas de outros activos?

    OK, estamos a falar em FI, mas o Carlson (e o texto postado antes, são os mesmos), falam de acções.

    Gostei de todo o texto, no entanto gostei mais disto no final do artigo:

    Citação

    Does it always work?

    Nothing is ever guaranteed or there would be no such thing as risk.

    Now could you also buy late and get similar results?

    Yes. Just make sure you don’t become addicted to your dry powder. Cash on the sidelines does you no good if it always stays on the sidelines.

    ...

    There are no all-clear signals during a market crash.

     

    No fim, é bom ver visões diferentes, senão éramos todos iguais e não tinha piada nenhuma. E os mercados eram eficientes e perfeitos. Não haveria muito para ganhar ou nada, devido a concorrência perfeita.

     

    Citação

    Não. Como disse, no limite aceitaria alterar (aumentar) o risco da carteira. Mas não invisto muito em sectores.

    OK, pensei que poderias ter a tua B&H e à parte fizesses uns investimentos tácticos de curto prazo.

    Não tens pelo menos o Sector de Consumo (Bens Básicos)? Tipo o Eurizon Consumer Staples antigo? Ou o Fidelity Global Consumer Industries?

     

     

    Citação

    Viver no Havai com uma jeitosa inteligente ao meu lado ?

    Honestamente não sei o que seria a minha "carteira perfeita"... Já refleti sobre isso mas nunca cheguei a nenhuma conclusão!!

     

    Aprecio a estratégia de investimento e a alocação do Swensen do Yale Endowment, mas teria os meus tweaks próprios.

    Citação

    Yale’s portfolio is structured using a combination of academic theory and informed market judgment. The theoretical framework relies on mean-variance analysis, an approach developed by Nobel laureates James Tobin and Harry Markowitz, both of whom conducted work on this important portfolio management tool at Yale’s Cowles Foundation. Using statistical techniques to combine expected returns, variances, and covariances of investment assets, Yale employs mean-variance analysis to estimate expected risk and return profiles of various asset allocation alternatives and to test sensitivity of results to changes in input assumptions.

    Because investment management involves as much art as science, qualitative considerations play an extremely important role in portfolio decisions. The definition of an asset classis subjective, requiring precise distinctions where none exist. Returns and correlations are difficult to forecast. Historical data provide a guide, but must be modified to recognize structural changes and compensate for anomalous periods. Quantitative measures have difficulty incorporating factors such as market liquidity or the influence of significant, low-probability events. Inspite of the operational challenges, the rigor required in conducting mean-variance analysis brings an important perspective to the asset allocation process.

     

    Ele utiliza estas classes de activos (deves conhecer, mas é também para as outras pessoas conhecerem) :

    • Domestic equity
    • Foreign equity
    • Bonds
    • Cash
    • Absolute return
    • Venture capital
    • Leveraged buyouts (Private Equity)
    • Real estate
    • Natural resources — oil and gas, timberland, and agriculture

    Fonte: 2018 Endowment Update

     

    Já testaste a estratégia do Yale Endowment?

    Editado por Rick Lusitano
    (formatação do texto)
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