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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Boa tarde,

    Coloco aqui um tema, que não será referente a mim, mas sim a um familiar. Falamos quase sempre da nossa carteira de investimentos para o longo prazo, mas pouco falamos na fase da reforma, quando pretendemos usufruir dos rendimentos acumulados. Já pensaram nisso? A melhor forma de manter o portfólio, mas retirar um dividendo mensal / trimestral?

    Tinha pensada que uma ferramenta a usar, poderiam ser os fundos da categoria "Distribuição". Pensei também que a melhor opção nestes fundos, dentro das equities, seria a categoria "High Dividend". Dentro das Bonds, uma opção seriam os "Diversified Income".

    No entanto, quando faço a pesquisa, no site do BEST há pouca informação quanto a critério de distribuição e periocidade da mesma. Teria que ir ao prospeto de cada Fundo para perceber a política.

    Já alguem pensou nisto? Qual a melhor forma de manter o portfolio e tirar um rendimento mensal / trimestral?

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    há 1 hora, Moneymaker disse:

    Boa tarde,

    Coloco aqui um tema, que não será referente a mim, mas sim a um familiar. Falamos quase sempre da nossa carteira de investimentos para o longo prazo, mas pouco falamos na fase da reforma, quando pretendemos usufruir dos rendimentos acumulados. Já pensaram nisso? A melhor forma de manter o portfólio, mas retirar um dividendo mensal / trimestral?

    Tinha pensada que uma ferramenta a usar, poderiam ser os fundos da categoria "Distribuição". Pensei também que a melhor opção nestes fundos, dentro das equities, seria a categoria "High Dividend". Dentro das Bonds, uma opção seriam os "Diversified Income".

    No entanto, quando faço a pesquisa, no site do BEST há pouca informação quanto a critério de distribuição e periocidade da mesma. Teria que ir ao prospeto de cada Fundo para perceber a política.

    Já alguem pensou nisto? Qual a melhor forma de manter o portfolio e tirar um rendimento mensal / trimestral?

    No Best, tens um filtro que permite seleccionar apenas Fundos ACC ou INC.

    Podes optar por seguir este processo:

    1º Escolher apenas os FI INC

    2º Exportar Excel

    3º Análise e Seleção dos FI através do Excel, criando um top com várias alternativas para cada categoria pretendida (Por exemplo 3 FI para cada categoria, Acções Globais, Acções EUA, etc)

    4º Após uma 1ª Análise e Seleção dos FI através do Excel, análise individual de cada FI pré-seleccionado

    5º Compra dos FI seleccionados

     

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    Boa noite,

    Sim, já pensei nisso, e em parte estou a aplicar comigo próprio, porque já faz algum sentido, e também serve para aprendizagem, não ser apenas teoria, mas ver na prática as vantagens e desvantagens.

    Até agora, obter rendimentos periódicos simplificava a burocracia fiscal, dado que são rendimentos, com retenção na fonte a taxa liberatória, que libertam de outro reporte. No entanto, em cada distribuição, há lugar a pagamento de comissões, pelo que são preferíveis distribuições de menor frequência.

    Também o tipo de activos com distribuição, pode ter tendência para ser mais voltátil, e/ou para ir buscar parte do rendimento a distribuir ao valor dos próprios activos, o que faz com que a sua valorização seja menor. Mas se esta valorização for menor, no futuro aquando da venda do título, haverá lugar a menores mais-valias e menor pagamento de impostos.

    Se forem títulos estrangeiros, há lugar a dupla tributação de rendimentos, o que implica mais burocracia para solicitar aplicação dos acordos de dupla tributação internacional.

    Se se optar por ir vendendo periodicamente lotes de ações ou fundos de investimento, isso é considerado mais-valias e cada venda individual necessita de reporte fiscal. Neste caso há lugar a pagamento de comissões de transação.

    Se durante o ano não se obtiverem rendimentos de trabalho, nem pensões, nem prediais, e só se obtiverem rendimentos de distribuição de dividendos, pode fazer sentido declarar tudo e englobar. Assim em vez dos 28% já aplicados em cada retenção na fonte, poderá ser aplicada uma taxa inferior (taxa marginal de 28,5%, mas taxa média de 22,6%), além de que é possível recuperar a dupla tributação internacional, e é possível deduzir as deduções à colecta, pelo que se poderá ter um belo reembolso de IRS.

    Exemplos de activos que tenho/tive para esta componente da carteira de distribuição (não tenho só estes, nem actualmente os tenho a todos)

    Nome do Título ISIN  DY Frequência
    ALTRI   8,00%     Anual
    EDP   5,00%     Anual
    Galp Energia    4,50%     Semestral
    NOS   7,20%     Anual
    Redes Energéticas Nacionais   6,20%     Anual
    SONAE   5,10%     Anual
    The Navigator Company   7,20%     Anual
    DAIMLER   7,00%     Anual
    BNP PARIBAS    6,80%     Anual
    FIDELITY GLOBAL MULTI ASSET INCOME DIST LU0905234141 4,90%     Mensal
    JPMorgan Global Income Dist LU0404220724 5,00%     Trimestral
    PIMCO GLOBAL INVESTORS INCOME FUND DIST IE00B8N0MW85 4,12%     Mensal
    Amundi F. II European Eqty Target Income Dist LU0701926320 7,00%     Semestral
    JPMORGAN EUROPE STRATEGIC DIVIDEND D LU0714182606 4,80%     Trimestral
    SCHRODER GLOBAL DIVIDEND MAXIMIZER DIST LU0671501475 7,00%     Trimestral

     

    Editado por niceboy
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    há 9 horas, niceboy disse:

    Boa noite,

    Sim, já pensei nisso, e em parte estou a aplicar comigo próprio, porque já faz algum sentido, e também serve para aprendizagem, não ser apenas teoria, mas ver na prática as vantagens e desvantagens.

    Até agora, obter rendimentos periódicos simplificava a burocracia fiscal, dado que são rendimentos, com retenção na fonte a taxa liberatória, que libertam de outro reporte. No entanto, em cada distribuição, há lugar a pagamento de comissões, pelo que são preferíveis distribuições de menor frequência.

    Também o tipo de activos com distribuição, pode ter tendência para ser mais voltátil, e/ou para ir buscar parte do rendimento a distribuir ao valor dos próprios activos, o que faz com que a sua valorização seja menor. Mas se esta valorização for menor, no futuro aquando da venda do título, haverá lugar a menores mais-valias e menor pagamento de impostos.

    Se forem títulos estrangeiros, há lugar a dupla tributação de rendimentos, o que implica mais burocracia para solicitar aplicação dos acordos de dupla tributação internacional.

    Se se optar por ir vendendo periodicamente lotes de ações ou fundos de investimento, isso é considerado mais-valias e cada venda individual necessita de reporte fiscal. Neste caso há lugar a pagamento de comissões de transação.

    Se durante o ano não se obtiverem rendimentos de trabalho, nem pensões, nem prediais, e só se obtiverem rendimentos de distribuição de dividendos, pode fazer sentido declarar tudo e englobar. Assim em vez dos 28% já aplicados em cada retenção na fonte, poderá ser aplicada uma taxa inferior (taxa marginal de 28,5%, mas taxa média de 22,6%), além de que é possível recuperar a dupla tributação internacional, e é possível deduzir as deduções à colecta, pelo que se poderá ter um belo reembolso de IRS.

    Exemplos de activos que tenho/tive para esta componente da carteira de distribuição (não tenho só estes, nem actualmente os tenho a todos)

    Nome do Título ISIN  DY Frequência
    ALTRI   8,00%     Anual
    EDP   5,00%     Anual
    Galp Energia    4,50%     Semestral
    NOS   7,20%     Anual
    Redes Energéticas Nacionais   6,20%     Anual
    SONAE   5,10%     Anual
    The Navigator Company   7,20%     Anual
    DAIMLER   7,00%     Anual
    BNP PARIBAS    6,80%     Anual
    FIDELITY GLOBAL MULTI ASSET INCOME DIST LU0905234141 4,90%     Mensal
    JPMorgan Global Income Dist LU0404220724 5,00%     Trimestral
    PIMCO GLOBAL INVESTORS INCOME FUND DIST IE00B8N0MW85 4,12%     Mensal
    Amundi F. II European Eqty Target Income Dist LU0701926320 7,00%     Semestral
    JPMORGAN EUROPE STRATEGIC DIVIDEND D LU0714182606 4,80%     Trimestral
    SCHRODER GLOBAL DIVIDEND MAXIMIZER DIST LU0671501475 7,00%     Trimestral

     

    Muito obrigado pela partilha de experiência. 

    É este tipo de informação que eu procurava, DY e Periodicidade de distribuição, sobretudo nos fundos e não em ações individuais. Não tem sido fácil encontrar filtros para estas características.. Mas já vi que o motor de pesquisa da Morningstar do BEST tem % distribuída no último ano. Falta um filtro da periodicidade desta distribuição.

    Editado por Moneymaker
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    A 27/12/2019 às 00:11, niceboy disse:

    Boa noite,

    Sim, já pensei nisso, e em parte estou a aplicar comigo próprio, porque já faz algum sentido, e também serve para aprendizagem, não ser apenas teoria, mas ver na prática as vantagens e desvantagens.

    Até agora, obter rendimentos periódicos simplificava a burocracia fiscal, dado que são rendimentos, com retenção na fonte a taxa liberatória, que libertam de outro reporte. No entanto, em cada distribuição, há lugar a pagamento de comissões, pelo que são preferíveis distribuições de menor frequência.

    Também o tipo de activos com distribuição, pode ter tendência para ser mais voltátil, e/ou para ir buscar parte do rendimento a distribuir ao valor dos próprios activos, o que faz com que a sua valorização seja menor. Mas se esta valorização for menor, no futuro aquando da venda do título, haverá lugar a menores mais-valias e menor pagamento de impostos.

    Se forem títulos estrangeiros, há lugar a dupla tributação de rendimentos, o que implica mais burocracia para solicitar aplicação dos acordos de dupla tributação internacional.

    Se se optar por ir vendendo periodicamente lotes de ações ou fundos de investimento, isso é considerado mais-valias e cada venda individual necessita de reporte fiscal. Neste caso há lugar a pagamento de comissões de transação.

    Se durante o ano não se obtiverem rendimentos de trabalho, nem pensões, nem prediais, e só se obtiverem rendimentos de distribuição de dividendos, pode fazer sentido declarar tudo e englobar. Assim em vez dos 28% já aplicados em cada retenção na fonte, poderá ser aplicada uma taxa inferior (taxa marginal de 28,5%, mas taxa média de 22,6%), além de que é possível recuperar a dupla tributação internacional, e é possível deduzir as deduções à colecta, pelo que se poderá ter um belo reembolso de IRS.

    Exemplos de activos que tenho/tive para esta componente da carteira de distribuição (não tenho só estes, nem actualmente os tenho a todos)

    Nome do Título ISIN  DY Frequência
    ALTRI   8,00%     Anual
    EDP   5,00%     Anual
    Galp Energia    4,50%     Semestral
    NOS   7,20%     Anual
    Redes Energéticas Nacionais   6,20%     Anual
    SONAE   5,10%     Anual
    The Navigator Company   7,20%     Anual
    DAIMLER   7,00%     Anual
    BNP PARIBAS    6,80%     Anual
    FIDELITY GLOBAL MULTI ASSET INCOME DIST LU0905234141 4,90%     Mensal
    JPMorgan Global Income Dist LU0404220724 5,00%     Trimestral
    PIMCO GLOBAL INVESTORS INCOME FUND DIST IE00B8N0MW85 4,12%     Mensal
    Amundi F. II European Eqty Target Income Dist LU0701926320 7,00%     Semestral
    JPMORGAN EUROPE STRATEGIC DIVIDEND D LU0714182606 4,80%     Trimestral
    SCHRODER GLOBAL DIVIDEND MAXIMIZER DIST LU0671501475 7,00%     Trimestral

     

    Só uma pequena clarificação, nos fundos de investimento não há comissões de distribuição de dividendos e comissões de transação, pelo menos no Best.

    Tirando alguns fundos "especiais" que têm comissões de subscrição e alguns fundos de investimento domiciliados em Portugal que têm comissões de resgate para determinados prazos de investimento.

    Editado por Rick Lusitano
    (Posts agrupados)
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    Muitos fundos de distribuição que dão altos dividendos, fazem-no com dinheiro investido pelo investidor. Também pode acontecer com dividendos mais baixos, mas que são superiores aos retornos obtidos.

    Ora se 1 fundo num ano teve 5% de retorno e dá um dividendo anual de 7%, rapa todo o retorno e ainda dá mais 2%. Isso vai comendo maiores retornos no futuro, porque não há capitalização dos ganhos do fundo no futuro, para além de perda de principal que possa ser distribuído aos investidores.

    Editado por Rick Lusitano
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    Outra vantagem dos fundos de acumulação vs. distribuição, é a opção que o investidor em controlar os fluxos de dinheiro.

    Nos fundos INC, o investidor está preso á política de distribuição do fundo. O investidor pode nem precisar tantos dividendos e eles podiam estar a acumular e potenciar mais retornos, e no entanto caem na conta à ordem e podem ficar parados a perder para a inflação e o custo de oportunidade de estar investido.

    Os fundos INC terão que ter mais liquidez disponível para fazer face aos dividendos ou então ter activos com maior capacidade de liquidez, que são geralmente activos com menos potencial de retorno. Em momentos de stress nos mercados, pode ser complicado vender esses activos com bons preços ou pelo menos sem perder dinheiro, mas que no entanto, os fundos são obrigados a vender para ter liquidez para os dividendos. Ou então endividam-se pagando custos associados, que se for em momentos piores terão custos acrescidos ou serão de difícil obtenção.

    • Voto Positivo 1
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    Boas pessoal.

    Venho aqui pedir opiniões/sugestões sobre a minha carteira de fundos.

    Tenho 29 anos e não pretendo mexer no dinheiro nos próximos anos. Possuo ETFs e tenho o AR PPR. Pelo que neste momento apenas quero saber se há forma de melhorar a minha carteira de fundos no BEST.

    Algumas considerações: por diversas vezes pensei se não seria melhor liquidar o FI misto e distribuir o capital pelos outros fundos de acordo com as %. Em caso de liquidação, passaria fundo de obrigações para os 30% e os fundos de ações no total para os 70%.

    Eu sei que existe um fundo index do S&P500 mais barato em termos de comissões, mas os reforços são num valor minimo de 1000€, e esse valor torna-se dificil reforçar para mim. Gosto de FI com reforços "baratos" para poder facilmente reforçar. E muitas vezes o dinheiro é pouco, pelo que prefiro ir reforçando, do que não o fazer por precisar de muito dinheiro.

     

    Tenho 5 fundos:

    FI Obrigações: 25%  PTYESRLM0008

    FI Misto: 15% LU0219418836

    FI Ações Europa: 15% 

    LU0125951151

    Fi Asia: 15% LU0441853263

    FI index S&P500: 30% LU0474966248

    Editado por JCoimbra
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    Boa tarde. Eu cada vez mais acho que menos é mais. 

    A carteira de ETF é diferente da de fundos? Ou é uma versão etf do que tem investido em fundos? Se diz que prefere fundos fáceis de reforçar por exigirem valores mais baixos talvez seja vantajoso ter menos fundos mas mais abrangentes. É uma questão de ver se a rentabilidade obtida até agora com essa carteira é melhor do que se tivesse uma carteira com menos fundos... 

    Mas falar sobre o dinheiro dos outros é sempre mais fácil do que decidir em causa própria... ?

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    @smaug acha que faz sentido, nos dias que correm, ter uma carteira de ETF e de Fundos? 

    Eu também tenho vários fundos e alguns ETFs, mas queria continuar a comprimir a minha carteira, segundo o principio, "mais é menos"...

    Obrigado

    Editado por sepol
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    há 5 horas, Smaug disse:

    Boa tarde. Eu cada vez mais acho que menos é mais. 

    A carteira de ETF é diferente da de fundos? Ou é uma versão etf do que tem investido em fundos? Se diz que prefere fundos fáceis de reforçar por exigirem valores mais baixos talvez seja vantajoso ter menos fundos mas mais abrangentes. É uma questão de ver se a rentabilidade obtida até agora com essa carteira é melhor do que se tivesse uma carteira com menos fundos... 

    Mas falar sobre o dinheiro dos outros é sempre mais fácil do que decidir em causa própria... ?

    Obrigado pela resposta.

    Inicialmente comecei a investir em fundos, mais tarde abri conta na degiro e desde então tenho 2 etf: IWDA e o IEMA.

    Gosto de ter o dinheiro em várias plataformas/bancos. E gosto sobretudo da forma rápida com que se pode saltar fora dps ETF. Nos fundos já não é assim.

    Muitas vezes, os objetivos do dinherio estar dividido, pode servir também para propósitos diferentes. Pelo que irei continuar com ETF e FI.

     

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    há 1 hora, sepol disse:

    @smaug acha que faz sentido, nos dias que correm, ter uma carteira de ETF e de Fundos? 

    Eu também tenho vários fundos e alguns ETFs, mas queria continuar a comprimir a minha carteira, segundo o principio, "mais é menos"...

    Obrigado

    Essa é uma pergunta que, na minha opinião, não tem uma resposta única. Depende de cada pessoa. Dou lhe o meu exemplo apenas como prova de que as nossas opiniões vão mudando /evoluindo com o tempo e com as cabeçadas que vamos dando. Já investi directamente em ações. Depois como vi que o banco ganhava mais do que eu, virei-me para os fundos de investimento. Entretanto há uns anos comecei a achar que os ETF eram a última bolacha do pacote e fui comprando um ou outro. Depois de mais de dez anos a navegar à vista decidi começar a estudar a área financeira. Agora acho que dentro da minha estratégia posso conciliar fundos e ETF. Por várias razões : diversificação dos intermediários financeiros, diversificação dos produtos subscritos, e porque não encontro nenhum etf que me ofereça o que encontro nalguns fundos. Por enquanto.

    Dito isto, tenho vindo a reduzir o número de fundos/etf e neste momento tenho apenas um etf global, um fundo temático global e um PPR. Todos em entidades financeiras diferentes. 

    Se faz sentido? Para mim sim. Para outros não sei. 

    há 12 horas, JCoimbra disse:

     

     

    Editado por Smaug
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    há 12 horas, sepol disse:

    @smaug acha que faz sentido, nos dias que correm, ter uma carteira de ETF e de Fundos? 

    Eu também tenho vários fundos e alguns ETFs, mas queria continuar a comprimir a minha carteira, segundo o principio, "mais é menos"...

    Obrigado

    Esse principio pode estar errado, pois mais pode ser mais e menos pode ser menos, ou seja a quantidade pode ser irrelevante para a performance; tal como não se pode dizer peremptoriamente que a simplicidade vence sempre a complexidade (ou vice-versa), pois nem sempre é assim; todavia aquilo que disseram é acertado: ter muitos fundos/ETFs pode ser um entrave caso pretenda fazer frequentes/constantes reforços. Eu diria que, não se tendo grandes conhecimentos ou não querendo perder muito tempo com isto ou estando-se plenamente convencido que mais vale jogar pelo seguro, então sim, poucos fundos, indexados, passivamente ir reforçando, fundos abrangentes, etc, servem quase sempre melhor esse tipo de investidor.

    há 23 horas, JCoimbra disse:

     

    Eu sei que existe um fundo index do S&P500 mais barato em termos de comissões, mas os reforços são num valor minimo de 1000€, e esse valor torna-se dificil reforçar para mim. Gosto de FI com reforços "baratos" para poder facilmente reforçar. E muitas vezes o dinheiro é pouco, pelo que prefiro ir reforçando, do que não o fazer por precisar de muito dinheiro.

     

     

    Tens o Pictet index USA, que tem um valor de subscrição/reforços de 1 UP.

    Editado por 5coroas
    • Voto Positivo 1
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    há 50 minutos, 5coroas disse:

    Esse principio pode estar errado, pois mais pode ser mais e menos pode ser menos, ou seja a quantidade pode ser irrelevante para a performance; tal como não se pode dizer peremptoriamente que a simplicidade vence sempre a complexidade, pois nem sempre é assim; todavia aquilo que disseram é acertado: ter muitos fundos/ETFs pode ser um entrave caso pretenda fazer frequentes/constantes reforços. Eu diria que, não se tendo grandes conhecimentos ou não querendo perder muito tempo com isto ou estando-se plenamente convencido que mais vale jogar pelo seguro, então sim, poucos fundos, indexados, passivamente ir reforçando, fundos abrangentes, etc, servem quase sempre melhor esse tipo de investidor.

    Tens o Pictet index USA, que tem um valor de subscrição/reforços de 1 UP.

    Esse já tenho... o que disse foi que existe um mais barato, mas que os reforços são 1000€.

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    há 4 minutos, JCoimbra disse:

    Esse já tenho... o que disse foi que existe um mais barato, mas que os reforços são 1000€.

    Ainda existe outro mais barato e os reforços são 1 UP, mas para entrar são 100000 USD.:( Enfim, quem não tem cão caça com gato.

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    Mouro Emprestado
    há 23 minutos, 5coroas disse:

    Sim. Depois de tantos anos à espera que chegassem a Portugal, foi um balde de água fria.  

    E ainda têm a comissão de subscrição inicial como os Fidelity, não?

    Logo EUR 2.000 (ou 1.000 nalguns casos) de comissão inicial, "dassssssssse"!

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    há 2 minutos, Mouro Emprestado disse:

    E ainda têm a comissão de subscrição inicial como os Fidelity, não?

    Logo EUR 2.000 (ou 1.000 nalguns casos) de comissão inicial, "dassssssssse"!

    Não têm comissão de subscrição; a dificuldade é mesmo apenas o valor para a entrada.

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    Mouro Emprestado
    há 13 minutos, 5coroas disse:

    Não têm comissão de subscrição; a dificuldade é mesmo apenas o valor para a entrada.

    Pela leitura dos documentos (https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/util/GetDocument.ashx?InstitutionId=108&FileKey=CP-0C00009F5W) parecia-me que tinha, mas lá testei e de facto não existe comissão de adesão.

    Mesmo assim, 100k para abertura vai lá vai... ?

     

     

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    Boa noite,

    Após 7 anos a carteira está assim. Podia e devia ter feito muita coisa diferente, não fiz.

    O aconselhamento do Banco Best foi bom, muito bom no primeiro ano. 

    Passei por momentos maus, muito maus, provavelmente na maior crise dos bancos portugueses, mas mantive-me firme ao inicialmente estabelecido, sem saber muito bem o que podia acontecer ao investimento e, talvez por isso, na altivez da minha ignorância cheguei ate aqui.

    Agora que a década está acabar aceito sugestões para mais 7 anos.

    Por favor, sintam-se a vontade para comentar e sugerir. Da minha parte agradeço desde já toda a atenção, desejando votos de um excelente 2020.

    image.png.5ca30687b663719cfa8fc5c34e85d2a5.png

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