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    a vontade é de investir todavia tenho me controlado e desde uma-duas semanas que estou parado  :) Durante guerra comercial fui sempre reforçando :)

    o tempo ensinou-me. Neste momento estou  controlar a descida das obrigações euro para futuramente entrar.

     

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 1 hora, Filip€ disse:

    Acho que não vou escrever nenhum disparate:

    Ou caso 3) Tem um CH com dívida 65.000€ e seguro de vida. Tem 65.000€ em depósito a prazo e decide amortizar completamente o CH para no futuro poupar a prestação e investir esse montante. Mantém um seguro de vida. Acontece que infelizmente morre. A família herda um imóvel de 65.000€ + 65 000 €  do seguro de vida e pagou menos juros ao banco.

    Correto. Mas não querendo generalizar com base na realidade que conheço, todos os casos que me são próximos só adquiriram seguro de vida devido ao CH. Os que já finalizaram o CH, apenas têm um bom seguro de saúde.  

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    Ricardo Oliveira
    há 7 horas, DMP disse:

    Naturalmente. Eu referi que bate a carteira com qualquer alocação que eu lhe dê, e naturalmente, também testei apenas contra  a componente 100% accionista, contra fundos específicos dentro da mesma categoria do ETF, entre vários outros testes.

    O que é impressionante neste ETF 100% accionista, é que mesmo testando contra carteiras com obrigações, como a minha 20/80, ou em 40/60, consegue ter drawdowns inferiores e rentabilidade em linha com qualquer carteira 100% accionista. Simples e eficaz! 

    Apenas com comissão de subscrição de 0,15%. Nada mais. 

    Não é esse. ?

    Edit- Isto tudo para referir que, para muitos dos que aqui procuram aconselhamento, com parcos conhecimentos financeiros, menos, por vezes é mais. 

     

    Se o meu conhecimento de fundos é mau, de ETFs então... E já percebi que não é consensual a opinião/opção de investimento nestes para alguém como eu. ?

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    há 7 horas, Urso_Pardo disse:

    Digo-lhe o seguinte:

    - O fundo baseado num factor como aquele que menciona nao tem historico relevante para permitir sequer afirmacoes como as que fez (qualitativas ou irracionalmente quantitativas). Adiciono o seguinte vindo do quem faz o indice que o fundo segue: "The MSCI World Minimum Volatility Index was launched on Apr 14, 2008. Data prior to the launch date is back-tested data (i.e. calculations of how the index might have performed over that time period had the index existed). There are frequently material differences between back-tested performance and actual results."

    - O outro com o qual comparou e' um fundo algomerado que compra outros fundos feitos pela Vanguard que por sua vez seguem investimento passivo diversificado, por isso nao e' nenhum espanto no longo prazo ou grande parte dos períodos que possa analisar face 'a sua carteira de investimento em 60/40 ou 80/20.

    - Nao sei que outros "horizontes temporais" testou, mas aquele que colocou era de 2013 para ca'. Francamente parco e nao permite tirar nenhuma conclusao ou tendencia generalizada.

    - Facilmente a sua carteira e' derrotada em períodos de investimento considerados dado ser composta por uma miscelânea de fundos e ideias sobrepostas.

    - Considere ser comercial num banco, poderá ter uma carreira de sucesso.

    Dito isto, sou dos primeiros a aconselhar para a simplicidade e baixo custo, mas nao nos termos em que os apresenta.

     


    Amigo, para não me alongar muito, apenas para lhe explicar o 2013, que seria a inception date de um dos fundos constituintes da minha carteira. 
     

    Como lhe disse, foi testado contra diversas carteiras e diversos fundos indexados, e não indexados, que seguem ou procuram bater o MSCI World, em diversos horizontes temporais, que, naturalmente, o seu histórico permite. 
     

    Mas teste você, e diga-me depois quais foram as  conclusões a que chegou. Se for um mau produto, eu penitencio-me!
     

    Já agora aproveito para lhe dizer que a carteira foi alvos de vários testes com recurso a ferramentas informáticas, e que foi optimizada em termos de rentabilidade e retorno ajustado ao risco, entre outros factores, face a muitas outras configurações que estudei. Agora, chame-lhe aquilo que entender, mas deixe aqui a sua carteira para que possamos ver a sua “miscelânea de fundos”. 
     

    E não, não sou nenhum pseudo intelectual da finança, ou comercial da banca. Trabalho nas obras. ?

    Editado por DMP
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    há 39 minutos, Ricardo Oliveira disse:

    Se o meu conhecimento de fundos é mau, de ETFs então... E já percebi que não é consensual a opinião/opção de investimento nestes para alguém como eu. ?

    Amigo, seja qual for o veículo comece de uma forma simples. Por exemplo, três/quatro bons fundos de obrigações/mistos, e outros 3/4 bons fundos de acções. Escolha não falta e a malta procura ajudar, mas com menos paleio e mais acção, se não, naturalmente, acaba mais confuso do que começou. ?
     

    Como referiu um horizonte temporal bastante longo, não precisa de ser muito conservador. 
     

    Enquanto o dinheiro cresce, terá tempo para aprofundar os seus conhecimentos. 
     

    Com tempo posso-lhe sugerir alguns exemplos de bons fundos que poderá adquirir, e constituir a sua carteira de forma simples. 
     

    Abraço. 

    Editado por DMP
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    Ricardo Oliveira
    há 25 minutos, DMP disse:

    Amigo, seja qual for o veículo comece de uma forma simples. Por exemplo, quatro bons fundos de obrigações/mistos, e outros 4 bons fundos de acções. Escolha não falta e a malta procura ajudar, mas com menos paleio e mais acção, se não, naturalmente, acaba mais confuso do que começou. ?
     

    Como referiu um horizonte temporal bastante longo, não precisa de ser muito conservador. 
     

    Enquanto o dinheiro cresce, terá tempo para aprofundar os seus conhecimentos. 
     

    Com tempo posso-lhe sugerir alguns exemplos de bons fundos que poderá adquirir, e constituir a sua carteira de forma simples. 
     

    Abraço. 

    Ok, agradeço essa sugestão! Obrigado. 

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    há 28 minutos, Ricardo Oliveira disse:

    Ok, agradeço essa sugestão! Obrigado. 

    Comecei assim. Um fundo, depois, dois, três.... a seguir vem a primeira carteira, a seguir uma remodelação dessa carteira, por entender que as escolhas iniciais não teriam sido as melhores por falta de conhecimento, desinformação em fóruns, algumas indicações menos boas por parte de alguns PFAs. Depois aparece um fundo ainda melhor e queremos trocar, outro que não tem correspondido, depois vem uma crise, as quedas, os reforços, os rebalanceamentos, a sua filosofia de investidor que vai mudando à medida que aprofunda conhecimentos, e passamos a vida nisto. ?

    Um passo de cada vez. Vai assimilando conceitos, começar a perceber porque o fundo x será melhor que o y. Perceber que as escolhas iniciais não foram as melhores.Não é complexo, e vai acabar por gostar disto. 
     

    Abraço. 
     

     

    Editado por DMP
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    há 14 horas, fousa disse:

    Acrescento apenas um ponto que nunca entra na equação e dá que pensar, principalmente quem pensa em aspectos familiares

    Existe sempre a hipótese de morte. (Sim, não acontece só aos outros)

    Imaginemos um cenário. 

    Caso 1) Tem um CH com dívida 65.000€ e seguro de vida. Tem 65.000€ em depósito a prazo e decide amortizar completamente o CH para no futuro poupar a prestação e investir esse montante. Acontece que infelizmente morre. A família apenas herda um imóvel de 65.000€.

    Caso 2) Tem um CH com dívida 65.000€ e seguro de vida. Tem 65.000€ em depósito a prazo. Decide não amortizar. Morre. A família herda um imóvel 65.000€ + 65.000€ do depósito a prazo = 130.000€

    Com isto não quer dizer que não se amortize. Apenas trazer mais uma variável para a equação dos investimentos. Falta-nos mesmo a bola de cristal ?

     

    E se um dia as taxas de juros galoparem por aí acima (já estiveram a mais de 30%), e se entretanto apenas morrer após muitos anos, mesmo que fiquem com a casa + DP, já pagaste muitos juros entretanto + os seguros de vida que a partir de certa idade também galopam ...bola de cristal, help!

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    há 12 horas, DMP disse:


    Resgatavas! ?

    Bem que tentei, mas sem os resultados esperados ??

     

    há 11 horas, Patanisca disse:

    Google? 

    Bem sei que o google tem muito informação e é de lá que extraio bastante assim como em forums deste tipo, no entanto a minha pergunta vai em conta de coisas que podem ser mais direccionadas ou mesmo que vocês tenham achado interessando e que gostaram de ler. 

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    há 19 minutos, Menino disse:

     

     

    Bem sei que o google tem muito informação e é de lá que extraio bastante assim como em forums deste tipo, no entanto a minha pergunta vai em conta de coisas que podem ser mais direccionadas ou mesmo que vocês tenham achado interessando e que gostaram de ler. 

    Livros que gostei de ler:

    The bogleheads guide to investing

    your money your brain

    O investidor inteligente

    A random walk down Wall Street

     

    Nos blogs de individuos que  alcançaram o FIRE ( Financial Independence, Retire Early) também se encontra boa informação.

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    há 15 horas, fousa disse:

    Acrescento apenas um ponto que nunca entra na equação e dá que pensar, principalmente quem pensa em aspectos familiares

    Existe sempre a hipótese de morte. (Sim, não acontece só aos outros)

    Imaginemos um cenário. 

    Caso 1) Tem um CH com dívida 65.000€ e seguro de vida. Tem 65.000€ em depósito a prazo e decide amortizar completamente o CH para no futuro poupar a prestação e investir esse montante. Acontece que infelizmente morre. A família apenas herda um imóvel de 65.000€.

    Caso 2) Tem um CH com dívida 65.000€ e seguro de vida. Tem 65.000€ em depósito a prazo. Decide não amortizar. Morre. A família herda um imóvel 65.000€ + 65.000€ do depósito a prazo = 130.000€

    Com isto não quer dizer que não se amortize. Apenas trazer mais uma variável para a equação dos investimentos. Falta-nos mesmo a bola de cristal ?

     

    Excelente, o problema é que nunca pensamos que morremos ? é como ter altos valores á ordem, nunca pensamos que podemos ser alvo de phishing, roubo ou clonagem de cartões, geralmente quando se fala em dinheiro o nosso horizonte muitas vezes não vai além do que está apenas ao alcance dos nossos olhos.

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    Ter em conta também o risco de cada fundo, não basta apenas olhar para as rentabilidades, é importante saber á priori que percentagens e valores estamos dispostos a que a nossa carteira tenha quedas.

    Uma carteira moderada ( risco 4 ), pode ter quedas até cerca de 10% ( antes que apareça algum pseudo intelectual, o risco 4 compreende uma margem de | -5 : +10 | mas eu por experiência e conforto apenas olho para o segundo valor tanto negativo como positivo).

    Assim diríamos por exemplo que, uma carteira de 5 fundos cada um com um risco diferente, 2, 3, 4,5, e 6, daria uma carteira com risco médio de 4.

    Pegando na margem dos 10%, estamos dispostos a ter quedas de 100€ por cada 1.000€ investidos? sim ou não?.

    Olhar também para rácios de sharpe ou fazer uma conta meio á merceeiro que é dividir a rentabilidade média ( por exemplo a 3 anos ) pelo desvio padrão ( volatilidade ) no mesmo período e fica-se com uma espécie de rácio de sharpe ( o NB Obrigações Europa é um dos fundos de obrigações com melhor retorno por unidade de risco, para informação adicional o NB PPR é mesmo o fundo português,  com este melhor rácio a 12 meses.

    • Voto Positivo 1
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    Ricardo Oliveira
    há 10 minutos, D@vid disse:

    Ter em conta também o risco de cada fundo, não basta apenas olhar para as rentabilidades, é importante saber á priori que percentagens e valores estamos dispostos a que a nossa carteira tenha quedas.

    Uma carteira moderada ( risco 4 ), pode ter quedas até cerca de 10% ( antes que apareça algum pseudo intelectual, o risco 4 compreende uma margem de | -5 : +10 | mas eu por experiência e conforto apenas olho para o segundo valor tanto negativo como positivo).

    Assim diríamos por exemplo que, uma carteira de 5 fundos cada um com um risco diferente, 2, 3, 4,5, e 6, daria uma carteira com risco médio de 4.

    Pegando na margem dos 10%, estamos dispostos a ter quedas de 100€ por cada 1.000€ investidos? sim ou não?.

    Olhar também para rácios de sharpe ou fazer uma conta meio á merceeiro que é dividir a rentabilidade média ( por exemplo a 3 anos ) pelo desvio padrão ( volatilidade ) no mesmo período e fica-se com uma espécie de rácio de sharpe ( o NB Obrigações Europa é um dos fundos de obrigações com melhor retorno por unidade de risco, para informação adicional o NB PPR é mesmo o fundo português,  com este melhor rácio a 12 meses.

    David, então para um iniciante, uma mistura de fundos com diferentes níveis de risco, pode ser uma estratégia adequada?

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    há 12 minutos, Ricardo Oliveira disse:

    David, então para um iniciante, uma mistura de fundos com diferentes níveis de risco, pode ser uma estratégia adequada?

    Não foi isso que tentei passar, o que tentei passar com esse exemplo muito genérico é que é importante ter em conta não só as rentabilidades como o risco dos fundos, e a matriz de classes de risco ( SRRI ) é uma fotografia muito boa de um fundo, eu quando olho para um fundo de risco 1, sem saber que fundo é, de que gestora é, já sei que o mesmo não me vai render nada e o máximo que pode desvalorizar será á volta dos 0,5% ( nada é certo mas historicamente não foge muito disto ) assim com o um fundo com risco 6,  pode ter quedas na ordem dos 25%, se investi 1.000€ eu tenho de estar preparado para ver 750€ na conta, e sabendo que a matemática está contra mim, para voltar a ter 1.000€ o fundo terá de subir não novamente os 25% da queda mas cerca de 34% ?.

    O AR PPR por exemplo, tem risco 4, é um fundo que é expectável ter quedas até 10%, alguma vez teve essas quedas? sim, em 2008 teve cerca de 17% valor que repetiu em 2011, mas nessas alturas a própria classe de risco deverá ter alterado, uma vez que a classe de risco vais buscar o histórico de alguns anos para trás.

    Aquilo que deve ter em carteira, são fundos que lhe dê tranquilidade nas quedas, porque nas subidas são todos bons e fantásticos.

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    há 2 horas, 5coroas disse:

    Livros que gostei de ler:

    The bogleheads guide to investing

    your money your brain

    O investidor inteligente

    A random walk down Wall Street

     

    Nos blogs de individuos que  alcançaram o FIRE ( Financial Independence, Retire Early) também se encontra boa informação.

    Falta passar no investopedia.com para iniciantes. É muito bom para quem vem quase a zeros.

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    há 29 minutos, D@vid disse:

    Não foi isso que tentei passar, o que tentei passar com esse exemplo muito genérico é que é importante ter em conta não só as rentabilidades como o risco dos fundos, e a matriz de classes de risco ( SRRI ) é uma fotografia muito boa de um fundo, eu quando olho para um fundo de risco 1, sem saber que fundo é, de que gestora é, já sei que o mesmo não me vai render nada e o máximo que pode desvalorizar será á volta dos 0,5% ( nada é certo mas historicamente não foge muito disto ) assim com o um fundo com risco 6,  pode ter quedas na ordem dos 25%, se investi 1.000€ eu tenho de estar preparado para ver 750€ na conta, e sabendo que a matemática está contra mim, para voltar a ter 1.000€ o fundo terá de subir não novamente os 25% da queda mas cerca de 34% ?.

    O AR PPR por exemplo, tem risco 4, é um fundo que é expectável ter quedas até 10%, alguma vez teve essas quedas? sim, em 2008 teve cerca de 17% valor que repetiu em 2011, mas nessas alturas a própria classe de risco deverá ter alterado, uma vez que a classe de risco vais buscar o histórico de alguns anos para trás.

    Aquilo que deve ter em carteira, são fundos que lhe dê tranquilidade nas quedas, porque nas subidas são todos bons e fantásticos.

    O único guru que sigo e acredito costuma dizer em todos os seus posts:
    Antes de iniciares um investimento pensa sempre no pior cenário que esse investimento pode estar sujeito e depois pensa num plano de ação para esse pior cenário. Só depois deves pensar no que fazer com os ganhos.

    Isto é extremamente importante ainda para mais neste momento que vamos com um bull market de 10 anos. Quem quer começar a investir, olha para o histórico a 5 anos e vê só subidas. Depois no primeiro crash-China (Maio 2015), Brexit (Junho 2016) ou PanicSelling em Q4-2018, se calhar começam a dormir mal, ao irem consultar as suas carteiras e ver que desapareceu numa semana o dinheiro que dava para um carro novo. Há que estar preparado para estes momentos. Nem toda a gente lida bem com isso.

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    há 57 minutos, Patanisca disse:

    O único guru que sigo e acredito costuma dizer em todos os seus posts:
    Antes de iniciares um investimento pensa sempre no pior cenário que esse investimento pode estar sujeito e depois pensa num plano de ação para esse pior cenário. Só depois deves pensar no que fazer com os ganhos.

    Isto é extremamente importante ainda para mais neste momento que vamos com um bull market de 10 anos. Quem quer começar a investir, olha para o histórico a 5 anos e vê só subidas. Depois no primeiro crash-China (Maio 2015), Brexit (Junho 2016) ou PanicSelling em Q4-2018, se calhar começam a dormir mal, ao irem consultar as suas carteiras e ver que desapareceu numa semana o dinheiro que dava para um carro novo. Há que estar preparado para estes momentos. Nem toda a gente lida bem com isso.

    A minha assinatura:

    "O risco vem de não saber o que se está a fazer" - Warren Buffett

    Outro dito pelo mesmo: " Não testes a profundidade de um lago com os dois pés".

    Editado por D@vid
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    há 20 minutos, Patanisca disse:

    Há que estar preparado para estes momentos. Nem toda a gente lida bem com isso.

    A reação de um ser humano normal é entrar em pânico e fugir quando surgem os crashes (aliás. muitos bons investidores contam com a normal ocorrência dessa reação normal para fazerem as suas apostas). Antes de investir, pergunta-te a ti próprio se tens sido bom a resistir aos instintos naturais que nos impelem a tomar más decisões de modo a fugir de situações dolorosas, mesmo sabendo que estas são apenas temporárias.

    No meu caso, como consequência dos meus frequentes esforços em contrariar a normalidade, agora fiquei com um anti-instinto de entrar em panico e fugir quando já estou com demasiados ganhos.lol:D

    Editado por 5coroas
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    A 11/10/2012 às 16:55, yoshi disse:

    Eu leio leio leio mas nao esta facil.

     

    Mas de que se fala aqui. O que sao? como se processa um produto destes !!! ha que o compreender antes de o incoorporar na nossa vida , de outra forma nao serei capaz de avançar para algo assim.

     

    ainda nao enntendi que tipo de investimentos sao estes em que estamos em investir e o que nos da o a rentabilidade. Como funciona tudo isto?

     

    Obrigado.

     

    Estou igual pelo que me vou colar às respostas :)

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    O segredo é mesmo sermos contra natura, somos seres que sentem em dobro a perda, seja ela qual for, basta olhar para a vida em geral, podemos viver em média 80 anos e ao longo desse tempo talvez tenhamos tido ao todo 5 anos maus na vida que vamos sempre recordá-los e esquecer os restantes 75 que foram bons, eu sei lá quanto rendeu o mercado em 2010, ou 2013, tenho de ir ver, mas sei bem quanto caiu em 2008 ?

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    Ricardo Oliveira

    Com base em todos as vossas opiniões que muito agradeço, estou já a pensar a minha estratégia de outra forma... é pelo menos sinal que tudo o que tenho lido aqui me tem posto a pensar. Bem ou mal não sei, mas que tem posto a pensar tem! ?
    Recordo que a base disto tudo está em reinvestir um depósito a prazo que vai vencer brevemente (75.000€).

    Os produtos que já tenho e vou manter/reforçar:
    - PPR LEVE da Fidelidade (associado ao crédito habitação...) = 7.500€;
    - AR PPR - 8.000€ + reforço de 1.500€*2 (para efeitos de IRS) = 11.000€;
    BFG World Technology = 5.000€;
    - Depósitos a prazo = 11.000€.


    Em que estou agora a pensar reinvestir, dado tudo o que tenho lido...
    Dois fundos de obrigações:
    - NOVO BANCO OBRIGACOES EUROPA - 7.500€;
    - PIMCO DIVERSIFIED INCOME FUND USD - 7.500€.

    E aposta nos seguintes fundos:
    - FIDELITY ASIA PACIFIC OPPORTUNITIES FUND - 5.000€;
    - PICTET SECURITY R EUR - 5.000€;
    - FIDELITY EUROPEAN DYNAMIC GROWTH FUND - 5.000€;
    - Caixagest Ações Líderes Globais - 5.000€.

    Restante Capital:
    - Depósito a prazo Invest Mais 365 dias - cerca de 38.000€.

    Esta estratégica parece-vos melhor agora face aos produtos que falei inicialmente?

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